Deputado denuncia que extrema imprensa e oposição tramam por eleição indireta

Marco Feliciano

O deputado federal e pastor evangélico Marco Feliciano, classificou como “histeria” a reação da oposição e da extrema imprensa sobre as manifestações programadas para o dia 15 de março. Feliciano fez a declaração através de suas redes sociais na quarta-feira, 26.

O deputado afirma que o ‘barulho’ feito pelos opositores é mais uma fase de um plano para desgastar a imagem de Bolsonaro, visando um ‘alucinógeno’ impeachment.

“Não ganharam no voto e querem ganhar no tapetão! Quem não tem voto tem medo de povo!”, escreveu Marco Feliciano.

O pastor ainda salientou que a extrema imprensa e a oposição tramam uma eleição indireta para o ano que que vem, salientando que a o aumento de R$ 10 bilhões para R$ 30 bilhões para as emendas impositivas que o Congresso tenta impor, faz parte da estratégia do conflito.

Confira:

Publicação de Marco Feliciano no Twitter

                    Jornal da Cidade Online

Navio contratado pela Vale carregado de minério ainda corre risco de naufrágio no litoral maranhense

Autoridades trabalham para evitar impacto ambiental, já que a embarcação está carregada de minério e 04 milhões de litros de óleo combustível

Navio Stellar Banner, carregado minério de ferro, começou a afundar no oceano, próximo ao litoral do Maranhão

O navio contratado pela Vale corre risco de naufrágio no litoral do Maranhão. A tripulação já foi evacuada e as autoridades trabalham para evitar impacto ambiental, já que a embarcação está carregada não só de minério, mas também de combustível. O navio foi carregado no terminal marítimo da Ponta da Madeira, em São Luís, e seguia para a China, quando a tripulação detectou a entrada de água em compartimentos de carga, por volta das 21h30 de segunda (24), depois que o casco da embarcação tocou o fundo do mar.

Para reduzir o risco de naufrágio, o comandante encalhou a embarcação em um banco de areia a cerca de 100 quilômetros da costa. O Ibama (Instituto do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis) diz que embarcações e helicópteros foram enviados ao local.

Em nota, o órgão ambiental informou que, durante sobrevoo na região, não foi observada a presença de poluentes no mar. O navio, chamado MV Stellar Banner, é da sul-coreana Polaris Shipping. A empresa disse que os porões de carga estão intactos e a situação está sob controle.

Segundo a Polaris, as avarias ocorreram em um tanque vazio do fundo da embarcação. A Marinha diz ter detectado dois pontos de vazamento no casco, mas que não houve derrame de minério nem de combustível.

Os 20 tripulantes deixaram o Stellar Banner e, segundo a Marinha, estão em segurança em rebocadores na região do acidente. Uma embarcação com material para conter possíveis danos ambientais foi enviado pela Vale, disse o comando do 4º Distrito Naval.

O Stellar Banner foi construído em 2016 e tem capacidade de 300 mil toneladas de porte bruto (incluindo seu próprio peso). Segundo o site Marine Traffic, deixou o porto de Itaqui na segunda (24) e chegaria ao porto de Qingdao no dia 5 de abril.

A Vale disse em nota que, enquanto operadora portuária, vem prestando suporte técnico-operacional e colaborando com as autoridades marítimas. A Marinha diz que se reuniu com representantes da empresa Ardent Global, contratada pela Polaris, e solicitou a apresentação de um plano de salvatagem do navio.

Sediada em Seul, a Polaris é uma empresa especializada no transporte de minério de ferro, que tem em sua frota 36 navios. Deles, 27 deles são da mesma classe do Stellar Banner: VLOC (sigla para transportadores de minério de grande porte).

A empresa disse que o navio passará por inspeções completas e uma empresa de resgate foi contratada para a contingência. “Todas as autoridades foram acionadas de acordo com os procedimentos padrão e estão respondendo de acordo”, afirmou.

A reportagem tentou falar com o escritório brasileiro da empresa, mas ninguém atendeu o telefone. A Marinha instaurou inquérito administrativo para apurar as causas e responsabilidades do incidente.

DefesaNet

 

As pessoas idosas são mais vulneráveis ao coronavírus

                        A taxa de mortalidade pela doença aumenta a partir dos 60 anos

Sistema imunológico mais fraco e doenças associadas tornam idosos mais vulneráveis. Recomendações são lavar bem as mãos e, no caso de idosos, evitar multidões.

Desde a confirmação do primeiro caso do novo coronavírus no Brasil, a população está em alerta. A doença já afetou mais de 80 mil pessoas no mundo todo – das quais 2.700 morreram e mais de 30 mil já se recuperaram completamente. Com a chegada do vírus, surge a dúvida: quem deve se preocupar?

Um estudo realizado pelo Centro de Controle de Doenças chinês revelou que os idosos têm maiores chances de contrair a doença que recebeu o nome de Covid-19. Além disso, a gravidade da infecção cresce conforme aumenta a idade do paciente: nas pessoas abaixo dos 60 anos, a probabilidade de morte caso o vírus seja contraído não chega a 1,5%. Entre os 60 e 69 anos, já é de 3,6%. Na população entre 70 e 79 anos, 8%. Os octagenários têm a maior taxa de mortalidade: 14,8% das pessoas que contraíram a doença entre os 80 e 89 anos não resistiram.

De acordo com a infectologista Roberta Schiavon Nogueira, da Sociedade Brasileira de Infectologia, essa correlação entre idade avançada e mortalidade acontece por diversos fatores. O primeiro deles é que a capacidade de resposta de defesa dos idosos é naturalmente mais baixa do que a dos jovens:

“À medida em que a pessoa vai envelhecendo, ela vai tendo seu sistema imunológico mais fragilizado. O sistema de defesa do corpo responde menos a qualquer estresse biológico.”

Outro motivo é que a população mais velha tem maior probabilidade de ter doenças que tornem o corpo mais vulnerável a infecções, como doenças cardiovasculares, pulmonares ou diabetes. A médica ressalta a importância de evitar contrair outras doenças que fragilizem o sistema imunológico – uma das formas de fazer isso é se vacinar contra a gripe, por exemplo.

De acordo com a infectologista, a única recomendação específica para a população idosa é evitar grandes aglomerações de pessoas. De resto, os cuidados devem ser os mesmos do restante da população: higienizar bem as mãos, só tossir ou espirrar em lenços ou no braço, manter o ambiente limpo.

Yahoo Imprensa

 

Deputado General Girão Monteiro rebate Gilmar Mendes que fala em “instituições honradas”

                                        Ministro Gilmar Mendes e Deputado General Girão

Na onda dos absurdos ataques desferidos contra o presidente Jair Bolsonaro, pela banda podre do Congresso Nacional, o ministro Gilmar Mendes se sentiu a vontade para opinar.

No Twitter, o magistrado do Supremo Tribunal Federal (STF) postou o seguinte:

“A harmonia e o respeito mútuo entre os Poderes são pilares do Estado de Direito, independentemente dos governantes de hoje ou de amanhã. Nossas instituições devem ser honradas por aqueles aos quais incumbe guardá-las”.

Os internautas não perderam a oportunidade de escrachar sua excelência.

Mas, a resposta mais dura veio do deputado General Girão.

O parlamentar foi cirúrgico e mandou um aviso “essa conversa não vai acabar bem”. “Caramba! Não posso acreditar que seja de sua autoria Sr Gilmar Mendes. Caso positivo, acredito que o Sr não se olha no espelho, porque deve ter vergonha. Ou então, não tem vergonha do que tem feito contra nossa Democracia e contra a CF. Essa conversa não vai acabar bem!”.

Confira:

 Jornal da Cidade Online

Manifestação do dia 15. Regina Duarte é reforço de peso: “O Brasil é nosso, não dos políticos de sempre”

Setores representativos da sociedade brasileira estão organizando um evento de manifestação nacional de apoio ao atual governo para o dia 15 de março.

A iniciativa começou a se formar após o ministro do Gabinete Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, reclamar da chantagem exercida por parlamentares sobre o Planalto liberar, no sentido de abocanhar mais verbas do orçamento.

“Nós não podemos aceitar esses caras chantagearem a gente o tempo todo. Foda-se”, salientou Heleno.

O protesto conta com o apoio de diversos líderes políticos influentes com os deputados Filipe Barros, Marco Feliciano, Carla Zambeli, entre outros.

“Em Londrina, assim como em todo Brasil, teremos manifestação dia 15 de março. Pauta única: – apoio ao Presidente Jair Bolsonaro”, escreveu em suas redes sociais, Filipe Barros.

Já o pastor e deputado, Marco Feliciano, desmentiu opositores que estavam tentando barrar a manifestação do próximo dia 15. O pastor citou a Constituição em uma publicação em suas redes sociais.“Para quem diz que manifestação do dia 15 é fascista, leiam a Constituição: Art. 1 ‘Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente. Art 5 XVI – todos podem reunir-se pacificamente em locais abertos ao público, independentemente de autorização’”, salientou Feliciano.

A manifestação ganhou um grande apoio nesta quarta-feira, 26, a nova Secretária da Cultura Regina Duarte, abraçou a causa e também através de suas redes sociais replicou uma imagem com a mensagem que Jair Bolsonaro mandou a um grupo de amigos no Whattsapp, com os seguintes dizeres:

“15 de março.

General Heleno/Cap Bolsonaro.

O Brasil é nosso,

não dos políticos de sempre.”

A manifestação está a cada dia ganhando mais força e a esquerda está estremecida com a força do atual governo e a popularidade do presidente.

Jornal da Cidade Online

A crise entre governo e congresso é o aumento de R$ 10 bilhões para R$ 30 bilhões as emendas impositivas parlamentares

A mais nova crise entre o Executivo e o Legislativo tem como pano de fundo uma disputa pelo orçamento da União, especificamente um veto feito pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) a  trechos da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que tratam de emendas parlamentares ao Orçamento. Defendida pela equipe econômica, capitaneada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, a flexibilização do orçamento está em disputa nesse conflito. Atualmente, 94% do orçamento é obrigatório, ou seja, o Executivo não pode retirar de uma área para colocar em outra, se achar necessário.

Com a mudança aprovada no Congresso, os deputados e senadores ficariam com a gestão de uma parte maior desse valor disponível para gastos não obrigatórios, cerca de R$ 30 bilhões, enquanto o Executivo ficaria com R$ 50 bilhões.

Esse avanço do Congresso sobre uma fatia maior do orçamento aconteceu porque a LDO aprovada pelos parlamentares estabelece que as emendas de comissão e as feitas pelo relator também sejam de execução obrigatória, assim como são parte das emendas individuais e de bancada. O texto prevê ainda que os parlamentares poderão definir a ordem de prioridade para a execução dessas despesas e determina um prazo de 90 dias para que o valor seja entregue.

Veto do governo

Alegando que o trecho é “contrário ao interesse público”, o governo vetou a expansão do orçamento impositivo.

A decisão do Planalto não foi bem recebida por parte dos deputados e senadores, que tentam reverter o veto. O governo decidiu conversar e costurou um acordo para acatar somente o caput do artigo, mantendo os vetos aos parágrafos relacionados, mas o entendimento não foi para frente, após o governo não enviar um projeto de lei que iria redefinir a divisão dos R$ 30 bilhões sob gestão do Congresso – recuperando R$ 11 bilhões do total para o Executivo.

Heleno critica Congresso

Diante dessa disputa por recursos livre do orçamento, uma fala do ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, tornou o debate ainda mais tumultuado. No evento de hasteamento da bandeira no Planalto, na quarta-feira passada (19), o militar fez críticas aos congressistas. “Não podemos aceitar esses caras chantageando a gente. Foda-se”, disse em conversa privada com outros ministros. O áudio do diálogo, entretanto, foi captado e divulgado pela transmissão ao vivo do próprio Planalto.

A declaração provocou reações dos parlamentares. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), por exemplo, afirmou que a frase foi “infeliz” e disse que Heleno virou um “radical ideológico”. Já o líder do PT no Senado, Rogério Carvalho (SE), defendeu que o ministro do GSI fosse convocado para prestar esclarecimentos.

O clima que já estava quente esquentou ainda mais com o presidente Bolsonaro endossando uma manifestação programada para 15 de março que tem como alvo principal o Congresso Nacional e foi ensejada pelas declarações de Heleno. O presidente compartilhou entre aliados, via WhatsApp, uma convocação para o protesto.

Em resposta, Maia adotou um tom brando ao se pronunciar sobre o assunto, mas criticou a atitude do presidente. “Criar tensão institucional não ajuda o país a evoluir. Somos nós, autoridades, que temos de dar o exemplo de respeito às instituições e à ordem constitucional. O Brasil precisa de paz e responsabilidade para progredir”, escreveu no Twitter.

Outras autoridades, como o líder da Oposição na Câmara, Alessandro Molon (PSB-RJ), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso também se pronunciaram contra o endosso de Bolsonaro às manifestações.

As disputa pelas emendas obrigatórias não é um embate novo entre Executivo e Legislativo. Os deputados e senadores aprovaram nos últimos anos regras que garantem a eles maior autonomia nos gastos públicos. Nas três ocasiões em que isso ocorreu, contando com esta que ainda não está definida, o ocupante do Planalto enfrentava crises com os congressistas.

Em 2016, em meio às discussões sobre impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), o então presidente da Câmara, Eduardo Cunha, deu prosseguimento a uma proposta de emenda à Constituição que tornou obrigatória as emendas individuais.

Três anos depois, no primeiro ano do governo Bolsonaro, os deputados e senadores deram mais uma demonstração de poder, aprovando outra PEC que determinou a obrigatoriedade das emendas de bancada.

Caso esse veto seja revertido, os quatro tipo de emendas orçamentarias possíveis – coletivas, individuais, de comissão e do relator – passarão a ser impositivas, ainda que limitadas a um teto, dificultando o manejo dos verbas e diminuindo o poder do Executivo.

Congresso em Foco

 

Navio alugado pela Vale carregado de minério pode naufragar no litoral de São Luís

O Vale Beijing é similar a este da série que está ainda em fase de produção na Coréia do Sul
Um navio sul-coreano, da empresa STX Pan Ocean, afretado pela Vale, apresentou ontem, em São Luís, uma rachadura no casco, o que estaria causando a entrada de água no lastro do Vale Beijing, uma das maiores embarcações do mundo. Assim, há risco do navio naufragar, levando todo o minério de ferro que carrega para o mar. Como a embarcação está atracada no píer 1 do Porto Ponta da Madeira – que a empresa mantém no Maranhão -, o terminal está parado, prejudicando o escoamento da produção da Vale.

Segundo fontes da região, desde às 4h de ontem, há vários navios bombeando água do Vale Beijing, com capacidade para carregar 400 mil toneladas de minério. O objetivo é tirar a água do lastro – que está em nível bem acima do normal por causa da rachadura – para reduzir o risco de o navio desequilibrar e afundar.

Embora fique localizado ao lado dos terminais privados da Vale, o Porto de Itaqui, administrado pelo governo do estado, está funcionando normalmente. Por seus portos particulares no Maranhão, a mineradora escoa principalmente minério de Carajás.

O navio mineraleiro que está com problemas é um dos maiores do mundo, comparável ao M/S Berge Stahl, norueguês que pode carregar 420 mil toneladas.
Procurada pelo GLOBO, a Vale chegou a admitir que havia um problema com um navio alugado, mas disse que não responderia os questionamentos. A empresa informou que somente a sul-coreana STX Pan Ocean, proprietária da embarcação, poderia falar da possível pane. A companhia estrangeira não foi localizada para comentar o problema.
A Secretaria Nacional de Portos confirmou o problema com o navio sul-coreano desde a manhã de ontem no porto particular da Vale. O governo, no entanto, não informou detalhes.

Nota DefesaNet

O VALE BEIJING é um navio da classe  VLOC (Very Large Ore Carrier – mineraleiro de grande porte), e lançado ao mar em  27 Setembro 2011. Construído para a STX Offshore & Shipbuilding’s Jinhae Shipyard, da Coréia do Sul, o navio tem:  361m de comprimento, 65m largura e 30,5m altura, e desloca 400.000 t.,

Com um contrato de longo prazo com a Vale, em 2009, a STX Pan Ocean encomendou oito navios mineraleiros (VLOC) da classe de  400.000 t. O  Vale Beijing foi o primeiro da classse a ser entregue a STX Pan Ocean. Os restantes  sete VLOCs serão entregues a  STX Pan Ocean nos anos  2011(1), 2012 (4) e  2013 (3).

Quando  receber estes mineraleiros a STX Pan Ocean terá uma frota  de 84 navios e opera cerca de 380 navios arrendados.

Fonte: DefesaNet

 

Empresa norte-americana anuncia primeira vacina contra o novo coronavírus

Após produção em 42 dias, próximo passo é o teste em humanos. Vacina só deve estar à disposição da população no mínimo em 12 meses

A farmacêutica norte-americana Moderna anunciou nesta semana a primeira vacina contra o novo coronavírus. O primeiro lote da vacina foi enviado a pesquisadores do governo dos Estados Unidos, que deve começar a fazer os primeiros testes experimentais em humanos a partir de abril.

O desenvolvimento da vacina foi em tempo recorde: 42 dias, segundo a empresa. Duas doses da vacina serão testadas em um grupo de 20 a 25 voluntários saudáveis. O objetivo é observar se a quantidade de dose aplicada será suficiente para combater o vírus.

Apesar da velocidade com que foi produzida, a vacina não deve chegar tão rápido ao mercado. Isso porque são necessários vários testes até a aprovação e disponibilização, o que pode levar de 12 a 18 meses, segundo o Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (Niaid) dos Estados Unidos.

A China é outro país que divulgou uma possível vacina contra o coronavírus, que surgiu no país asiático e já infectou quase 80 mil chineses. Ao todo, mais de 2,5 mil pessoas morreram no país.

No Brasil, o Ministério da Saúde confirmou nesta quarta-feira (26) o primeiro caso de coronavírus. O infectado é um homem de 61 anos, que veio da Itália, país que mais registrou casos e mortes pela doença na Europa.

Agência do Rádio MAIS

 

 

Governo confirma 1º caso de coronavírus no Brasil mas avaliará a doença em país tropical

O Ministério da Saúde confirmou hoje o primeiro caso de coronavírus no Brasil após a contraprova feita dar positivo. Se trata de um homem de 61 anos que viajou para a Itália e passou pelo Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou que as autoridades de saúde irão avaliar o comportamento do vírus no verão hemisfério sul, onde os países apresentam temperaturas mais altas que na China, que atravessa o inverno do hemisfério norte.

“Agora nós vamos ver como esse vírus vai se comportar num país tropical, em pleno verão”, disse o ministro. Segundo Mandetta, as autoridades de saúde também estão monitorando pessoas que tiveram contato com o paciente.

O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Wanderson Kleber de Oliveira, afirmou que a doença apresenta gravidade de moderada a leve no mundo.

“A gravidade da doença está para moderada a leve, muito mais próximo do padrão observado em síndromes gripais na década de 1960”, disse Oliveira.

Brasileiro infectado

O caso foi notificado ontem após o paciente apresentar resultado positivo para a doença em um teste feito pelo hospital. Para confirmar o caso, o Brasil aguardava a contraprova realizada no Instituto Adolfo Lutz, hospital de referência para testes da covid-19 (a doença causada pelo vírus). Hoje o ministério confirmou o resultado positivo em coletiva de imprensa.

O homem viajou para a Lombardia, no norte da Itália, e apresentou sinais e sintomas compatíveis com a suspeita de covid-19, tais como febre, tosse seca, dor de garganta e coriza. Segundo o ministro, o paciente esteve entre os dias 9 e 21 de fevereiro na Itália, mas chegou ao Brasil por meio de um voo com conexão em Paris, na França. Ele foi atendido na segunda-feira pelo Albert Einstein e o teste positivo foi notificado à Vigilância Epidemiológica estadual ontem.

Em nota, o hospital informou que “o paciente encontra-se em bom estado clínico e sem necessidade de internação, permanecendo em isolamento respiratório que será mantido durante os próximos 14 dias”. No momento o homem encontra-se em casa.

Após a notificação do hospital, a Anvisa informou em nota que solicitou à companhia aérea a lista completa de passageiros do voo que trouxe o paciente.

Com a confirmação, o Brasil se torna o primeiro país da América Latina a notificar a doença. Além deste caso, o Brasil tem outros suspeitos. Em todos os casos, trata-se de pacientes que chegaram de viagem da Itália nos últimos dias.

A Itália já tem mais de 320 casos confirmados e 11 pessoas morreram. Desde segunda-feira o país integra a lista do Ministério da Saúde de países de alerta do novo coronavírus. No mundo, mais de 80 mil pessoas foram infectadas e 2.708 morreram em decorrência da doença.

Congresso em Foco

 

Prefeitura não paga vale transporte em dinheiro para favorecer empresários com créditos

Os servidores públicos municipais estão entre as maiores vítimas dos créditos de vale transporte que são usurpados de maneira desonesta e compactuada pela prefeitura de São Luís. Se o prefeito Edivaldo Holanda Júnior seguisse a prática que é feita pelo Governo do Estado, pagando o vale transporte em dinheiro, evitaria a vergonhosa distorção que retira valores dos servidores públicos municipais e graciosamente entrega aos empresários dos serviços de transporte coletivo. São milhões de reais e naturalmente devem ter outros elementos que se dão bem, afinal de contas é uma facilitação criminosa bem direcionamento que é feito.

Por sucessivas vezes o vereador Cézar Bombeiro solicitou ao prefeito através de requerimentos no legislativo municipal, que o vale transporte fosse pago em dinheiro, como faz o Governo do Estado. Há muita resistência, muito embora a lei faculte ao prefeito efetuar o pagamento em dinheiro. A apropriação dos créditos pelos empresários foi mais uma das inúmeras farsas criadas pela vergonhosa concorrência pública dos transportes coletivos, que favoreceu muita gente, e mais precisamente muitos interessados e totalmente prejudicial aos usuários.

Tramita na Câmara Municipal, Projeto de Lei do vereador Cézar Bombeiro, que dispõe sobre a revalidação ou restituição em dinheiro dos créditos eletrônicos remanescentes adquiridos pelos usuários do Sistema de Transporte Coletivo de São Luís. O vereador destaca que, a prática de apropriação dos créditos pelos empresários é altamente desonesta e conta com o favorecimento da prefeitura de São Luís. Relata, que a maior indignação dos usuários é que o silêncio do prefeito Edivaldo Holanda Júnior é altamente comprometedor e dá entender que parece um jogo de cartas marcadas. O trabalhador da prefeitura de São Luís, além de ganhar um salário de miséria, ainda vê de maneira brusca e violenta, o poder público favorecer interesses de empresários em prejuízos de quem vive em dificuldades, revelação marcada por muita indignação de um grupo de prejudicados que esteve na Câmara Municipal conversando com o vereador Cézar Bombeiro.