Deputado Alfredo Gaspar sobre a corrupção no Executivo: “Lulinha será preso e Lula indiciado”

O deputado, ex-relator da CPMI do INSS e candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro, Alfredo Gaspar (PL-AL), afirmou nesta sexta-feira (21), que Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, será preso e o pai dele, Luiz Inácio Lula da Silva, será indiciado por causa das fraudes no INSS.

“Não tenho dúvida, por esses anos de experiência como promotor de justiça e político, que isso terminará na prisão de Lulinha e no indiciamento de Lula”, afirmou Gaspar, que foi relator da CPMI que investigou o caso. O parlamentar disse ainda: “Lula sabia o que estava acontecendo. A cúpula do INSS toda do governo Lula está presa.”

Gaspar enfatizou que foi “o primeiro a avisar o Brasil que Lulinha estava envolvido em corrupção praticando tráfico de influência”. O filho do presidente é alvo de três investigações no STF sobre suposto tráfico de influência.

Segundo o deputado, Lulinha teria participado de um esquema de corrupção e tráfico de influência ao lado de Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, e de outros investigados. “Lulinha se associou em organização criminosa com o Careca do INSS e a Roberta Luchsinger e participaram recebendo vantagens indevidas de Careca do INSS com dinheiro dos aposentados e pensionistas”, afirmou.

Jornal da Cidade Online

 

Cerco se fecha contra Lula, após PF apontar que Lulinha faturava no governo

A crise que assombra Lula (PT) se agrava com a devastadora revelação, desta sexta (21), de que seu filho Lulinha é “destinatário de pagamentos” originados de contrato milionário que uma empresa de tecnologia obteve no governo do seu pai graças à sua interferência direta. Diálogos recuperados pela Polícia Federal da lobista Roberta Luchsinger apontam que os pagamentos eram de Cléber Ribas de Oliveira, da 3Structure, dona de contratos com Dataprev e Ministério do Desenvolvimento Social.

‘Despesas’ caras

Mensagens mostram Roberta pedindo dinheiro para “despesas de Lulinha” e cobrando pagamentos citando o filho do presidente.

Abrindo portas

Tem mensagem de Lulinha também: “Emite a NF pro Cleber”, que pagou ao menos R$ 2,5 milhões a lobista. Em troca ela abria portas no governo.

Cuidadora financeira

Lulinha reconhecia que a lobista “cuidava” de suas finanças e discutia viagens caras sem “dim dim nem origem”.

CPI do Lulinha

Indícios de sociedade oculta e tráfico de influência investigados pela PF fragilizam mortalmente o governo. E reforça pressão pela CPI do Lulinha.

Coluna do Claudio Humberto

 

Em poucas palavras, Mendonça dá “bofetada” na cara de Dino e Moraes

Ao determinar que a Polícia Federal investigue o vazamento de informações sigilosas relacionadas aos inquéritos que envolvem Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), mandou um forte e claro recado seus colegas da Corte Alexandre de Moraes e Flávio Dino.

Eis o trecho da decisão que foi uma “bofetada” em Dino e Moraes:

“O procedimento apuratório acima referido, parte de hipótese investigativa centrada na eventual identificação daqueles que teriam o dever de custodiar o material sigiloso e o violaram, e não daqueles que, no legítimo exercício da fundamental profissão jornalística, obtiveram o acesso indireto às informações que, pela sua natureza íntima, não deveriam ter sido publicizadas.”

Na prática, Mendonça destacou que peritos e investigadores da PF têm o dever de preservar as informações sigilosas às quais têm acesso. O ministro ressaltou que jornalistas, quando obtêm essas informações de maneira indireta, estão amparados pelo exercício legítimo da profissão. Essa afirmação chega justamente no momento em que Moraes e Dino vêm sendo alvo de críticas relacionadas à quebra do sigilo da fonte de um jornalista responsável por reportagens envolvendo o ministro maranhense.

Jornal da Cidade Online

Não vote em Ladrão

“Nossa justiça nos proíbe de dizermos que Lula é ladrão.

Ok, não diremos.

Mas ninguém nos proibirá de dizermos para não votarem no ladrão.

Se formos penalizados por isso, será porque a própria justiça considera Lula um ladrão.

Não fui eu quem disse, só acho razoável não votarmos em ladrões.

Nem sei se Lula roubou alguma coisa.

Longe de mim suspeitar disso….

Apenas acho razoável não votarmos em ladrões.

Serei preso ou perseguido apenas por pensar e dizer isso?

Precisaremos aceitar que o certo é o que nos é imposto?

E a militância petista, estará disposta a anular seu pensamento apenas para sustentar o poder de um sujeito que a maioria nunca viu na vida?

Não temos o direito de questionar e cobrar?

Onde estão os direitos dos indivíduos e dos coletivos?

Parece que apenas os petistas não compartilham desses direitos e deveres dos indivíduos, que formam os coletivos, que acabam sendo manipulados para sustentarem tiranos.

Os coletivos foram formados apenas para sustentarem os tiranos?

Seria esse o objetivo?

Que nojo!

Nunca vi um coletivo voltado a esclarecer as pessoas a resistirem aos tiranos.

Nunca.

Manifestem-se, coletivos.”

Pedro Possas é Médico

 

Encurralado pelo escândalo do filho, Lula oficializa a “fuga” de debate na TV

A campanha de Lula avisou à direção da Band que o ele não pretende participar do primeiro debate da eleição presidencial, marcado para domingo (23). A decisão será oficializada neste sábado (22). Entre os argumentos apresentados pela campanha está a avaliação de que Lula estaria em desvantagem por ser alvo de ataques dos demais candidatos, incluindo nomes que a emissora convidou mesmo sem obrigação legal.

É uma justificativa curiosa para quem disputa a Presidência da República.

Debates existem justamente para que candidatos sejam questionados, criticados e obrigados a responder aos adversários diante do eleitor. Lula quer mais quatro anos no cargo. No primeiro encontro direto entre os candidatos, porém, prefere não aparecer.

É a “fuga” desesperada em razão de seus malfeitos e a corrupção envolvendo instituições e recursos públicos pelo seu filho Lulinha.

Jornal da Cidade Online

 

André Mendonça manda a PF investigar vazamento do sigilo de Lulinha e constrange Dino e Moraes

Ao determinar que a Polícia Federal investigue o vazamento de informações sigilosas relacionadas aos inquéritos que envolvem Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), mandou um forte e claro recado seus colegas da Corte Alexandre de Moraes e Flávio Dino.

Moraes e Dino vêm sendo alvo de críticas relacionadas à quebra do sigilo da fonte de um jornalista responsável por reportagens envolvendo o ministro maranhense. No entendimento apresentado por Mendonça, entretanto, a responsabilidade pela proteção de informações submetidas a sigilo deve recair sobre aqueles que têm acesso direto ao material, e não sobre profissionais de imprensa que eventualmente recebam os dados.

Na decisão, Mendonça destacou que peritos e investigadores da PF têm o dever de preservar as informações sigilosas às quais têm acesso. O ministro ressaltou que jornalistas, quando obtêm essas informações de maneira indireta, estão amparados pelo exercício legítimo da profissão.

“O procedimento apuratório acima referido, parte de hipótese investigativa centrada na eventual identificação daqueles que teriam o dever de custodiar o material sigiloso e o violaram, e não daqueles que, no legítimo exercício da fundamental profissão jornalística, obtiveram o acesso indireto às informações que, pela sua natureza íntima, não deveriam ter sido publicizadas”, afirmou Mendonça.

A manifestação ocorre em meio à controvérsia envolvendo uma decisão de Moraes contra uma pessoa apontada como fonte de um jornalista que publicou reportagens sobre Dino. Em 11 de agosto, Moraes determinou uma operação de busca e apreensão contra Raimundo Cutrim, ex-secretário de Estado do Maranhão, identificado na decisão como fonte do jornalista Luís Pablo.

A medida não foi o primeiro episódio envolvendo o profissional. Em março, Luís Pablo também foi alvo de uma busca e apreensão depois de publicar reportagens que questionavam o uso de veículos oficiais por Dino e seus familiares no Maranhão.

Segundo a investigação, a questão analisada pelas autoridades não estaria relacionada diretamente à publicação das reportagens, mas à maneira pela qual teriam sido obtidas informações sobre deslocamentos e veículos utilizados pelo ministro. Moraes apontou suspeitas de perseguição e de monitoramento ilegal da segurança de Dino.O caso passou a envolver ainda uma apuração sobre uma possível atuação de integrantes do governo Carlos Brandão para perseguir o ministro e tentar encobrir um assassinato ocorrido em 2023.

As reportagens assinadas por Luís Pablo levantaram questionamentos sobre a utilização de uma caminhonete blindada pertencente ao TJ-MA durante deslocamentos de Dino e de familiares dele em São Luís. Conforme informações reunidas na investigação e em reportagens sobre o episódio, o veículo faz parte de uma frota destinada à segurança institucional do Judiciário.

Jornal da Cidade Online

Após reunião na casa de Moraes com Alcolumbre, Lula toma uísque com 04 ministros do STF e os nomes são revelados

O alto grau de intimidade entre Lula e alguns ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) subiu mais um degrau, neste período de campanha eleitoral, o que tem causado estranheza. Do cafezinho e posteriormente reunião na casa do ministro Alexandre Moraes para selar a paz com o presidente do senado, o petista escalou para uma reunião ampla e naturalmente com maiores interesses, regada a uísque com 4 ministros da corte. Entre os presentes estavam Alexandre de Moraes, o decano da corte, Gilmar Mendes, Flávio Dino e Cristiano Zanin, os dois últimos indicados ao tribunal pelo presidente.

Entre os temas tratados na conversa houve troca de impressões sobre o cenário eleitoral. Lula também deixou claro que não desistiu de indicar o advogado-geral da União, Jorge Messias, à vaga que está aberta no Supremo com a aposentadoria de Luís Roberto Barroso, mas a questão maior ficou por conta do caso de Lulinha, atolado em corrupção e que o presidente quer que o filho fique impune.

Jornal da Cidade Online

 

EUA confirmam que documento usado por Alexandre de Moraes e o STF para perseguir Filipe Martins é FALSO

Informações que acabam de surgir dão conta de que um juiz federal nos Estados Unidos concluiu que o registro de imigração americano utilizado pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), para decretar a prisão preventiva de Filipe Martins em 2024 era fraudulento. O magistrado Gregory A. Presnell, nomeado pelo ex-presidente democrata Bill Clinton, criticou duramente as agências americanas por esse registro falso e por se recusarem a revelar quem foi o responsável.

Eis o que diz a Folha de São Paulo

“O juiz emitiu essas conclusões e determinou a entrega à Justiça dos documentos que permitam identificar o modo como esse registro aconteceu e quais são os envolvidos no caso, durante audiência realizada em março. A transcrição oficial da audiência foi obtida pela Folha.

Em janeiro passado, Martins, ex-assessor de assuntos internacionais do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), moveu uma ação contra o Departamento de Estado norte-americano e a Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA (CBP, na sigla em inglês) com base na Lei de Liberdade de Informação dos EUA (Foia). O objetivo era descobrir quem criou o registro falso que indicava sua entrada no país em 30 de outubro de 2022, a mesma data em que Bolsonaro viajou para Orlando, na Flórida, no avião presidencial.

Em fevereiro de 2024, Moraes determinou a prisão preventiva do ex-assessor com base na premissa de que ele teria viajado para os EUA ao lado de Bolsonaro, apoiando-se nesse registro migratório. O ministro alegou que Martins havia entrado em território americano e não retornado ao Brasil, o que demonstraria intenção de fugir da Justiça e justificaria a prisão no âmbito das investigações sobre a trama golpista.

Martins permaneceu preso preventivamente por quase seis meses em 2024. A defesa do ex-assessor, contudo, apresentou um conjunto de provas para demonstrar que ele esteve no Brasil durante todo o período e que o dado inserido no sistema de imigração dos EUA era falso. Entre os documentos apresentados estava a confirmação da companhia aérea Latam de que Martins realizou um voo doméstico no Brasil no dia seguinte à suposta viagem com o ex-presidente.

Logo após a decretação da prisão, a Procuradoria-Geral da República (PGR) –autora do pedido inicial de detenção– defendeu a soltura do ex-assessor, mas Moraes rejeitou a solicitação. Em agosto, a PGR reiterou o pedido, destacando a ausência de evidências de que Martins tivesse deixado o país ou tentado fugir. O ministro determinou a soltura em 8 de agosto daquele ano.

Em outubro passado, a própria CBP divulgou uma nota pública admitindo que “o sr. Martins não entrou nos EUA” na data indicada pelo registro de imigração, e que sua “constatação contradiz diretamente as alegações feitas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal brasileiro Alexandre de Moraes”. A agência reconheceu: “O ministro de Moraes citou um registro errôneo para justificar a prisão de vários meses do sr. Martins”.

Na audiência, o juiz Presnell fez duras críticas aos advogados do governo dos EUA diante da recusa em fornecer os dados, destacando a gravidade do episódio. O magistrado ressaltou que a premissa central de Martins –de que o registro é falso– não apenas é incontroversa, mas foi admitida pelo próprio governo americano.

“Houve um registro falso feito nos sistemas da Patrulha de Fronteira que afetou uma pessoa de forma considerável. O governo reconhece a falsidade e a gravidade disso”, declarou o juiz. Ele acrescentou que Martins foi “preso em decorrência” desse dado incorreto e, portanto, “tem o direito de saber como isso aconteceu e quem deu causa a isso”.

O magistrado afirmou ainda que, “se um ato foi praticado intencionalmente no âmbito do governo de modo a prejudicar alguém, é exatamente esse tipo de situação que a Foia foi criada para esclarecer”. Presnell reiterou sua avaliação de que “um registro falso envolvendo a Alfândega e Proteção de Fronteiras causou danos consideráveis” ao ex-assessor.

O juiz demonstrou inquietação com a retenção dos documentos pelo governo norte-americano. “Acredito que o governo retém todos esses documentos e me preocupo com a legalidade, a necessidade e a propriedade dessa atitude.” Diante das justificativas da defesa do governo para não entregar o material, o magistrado classificou os argumentos como “sem sentido” e “absurdos”.

Ao final, Presnell determinou que a CBP forneça todos os documentos que identifiquem “quem quer que esteja envolvido neste registro e onde quer que essa ou essas pessoas residam”. Procurada, a CBP não respondeu aos pedidos de posicionamento.

As primeiras menções à suposta viagem de Martins surgiram em outubro de 2023 em uma reportagem do portal Metrópoles, posteriormente retratada, sob o título: “Investigado, ex-assessor de Bolsonaro foi a Orlando em 2022 e evaporou”.

No mesmo mês, o portal publicou novo texto –sob a manchete “Nem Alexandre de Moraes tem notícias sobre paradeiro de Filipe Martins”–, relatando que o ministro do STF afirmava a parlamentares que o ex-assessor havia fugido. “Moraes comentou que soube pela imprensa que Martins havia viajado para o exterior e que o paradeiro do ex-assessor era desconhecido”, dizia o texto. Semanas depois, o ministro decretou a prisão com base na suspeita de fuga.

Em dezembro passado, Martins foi condenado pela Primeira Turma do STF a 21 anos de prisão por participação na trama golpista. Ele cumpria prisão domiciliar enquanto aguardava o julgamento de recursos. Mas em janeiro, Moraes determinou novamente sua prisão preventiva após interpretar o uso do LinkedIn por advogados do ex-assessor como descumprimento da medida cautelar que o proibia de acessar redes sociais.”

Jornal da Cidade Online

 

Contrariando o Planalto e a PGR, ministro André Mendonça mantem caso Lulinha no STF

Ele negou pedido da PGR para transferir o caso à a primeira instância; contra a oposição, a PGR tem entendimento contrário. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, decidiu manter as investigações dos inquéritos contra Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, na Suprema Corte. A decisão do ministro vem após parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) solicitar a ida das investigações contra o filho do presidente Lula (PT) para a primeira instância. De acordo com o SBT News, o ministro ressalta que há pessoas citadas no caso com foro privilegiado. A decisão tramita em sigilo. Segundo a PGR, os casos envolvendo Lulinha não têm pessoas com foro privilegiado em nenhuma relação com as fraudes contra o INSS, nas quais ele também é citado.

A movimentação causou estranheza em alas do STF, para que apenas o caso de relatorias de André Mendonça fosse para a primeira instância. O inquérito que está com Flávio Dino não recebeu a mesma sondagem. A Polícia Federal (PF) optou por separar as investigações contra o filho do presidente petista. Os dois inquéritos que estão com André Mendonça e um terceiro com Flavio Dino tratam de suposto tráfico de influência do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em órgãos como Ministério da Saúde e Dataprev.

Diário do Poder

Relatório da PF deixa Alexandre de Moraes em complicador de censura em operação a favor de Flavio Dino

O relatório da Polícia Federal enviado ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, declarou não haver indícios suficientes que comprovem que o jornalista maranhense Luís Pablo tenha cometido crime de violação funcional. Segundo os investigadores, também não há provas robustas que indiquem que ele tenha recebido valores para publicar notícias contra o ministro Flávio Dino, do STF. Moraes já atingiu frontalmente a Constituição Federal, determinando a quebra do sigilo da fonte de Luís Pablo.

E, pior, tomou medidas contra a “fonte” do jornalista, o ex-secretário do Maranhão e delegado de polícia federal aposentado, Raimundo Cutrim.

Assim, o relatório da PF isentando o jornalista de qualquer crime ao investigar e denunciar Flávio Dino, deixa Moraes em maus lençóis e fica a pergunta: desde quando fazer jornalismo virou motivo de investigação no Brasil?

A quebra de sigilo da fonte, até então uma muralha intransponível do jornalismo e da liberdade de imprensa, foi rachada graças aos nossos “heróis da democracia”. Toda ditadura começa assim. O lobo come suas presas pelas beiradas.

Jornal da Cidade Online