Senador Rogério Marinho defende crime de responsabilidade para ministros do STF

Senador afirma que Supremo deve voltar a atuar como Corte constitucional. O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência, defendeu que ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) sejam acusados de crime de responsabilidade caso atuem politicamente. Questionado sobre a instabilidade institucional, o parlamentar disse:

“Noticiaram naturalmente que Alexandre de Moraes, Lula, Alcolumbre e Cristiano Zanin estão fazendo uma interlocução política. Acho que não é o papel de um ministro do STF. Um decano deu 30 entrevistas sobre política. Sou a favor não de impeachment, mas de crime de responsabilidade que será julgado. Eu assinei todos os pedidos de abertura de impeachment que vi indícios, mas espero que sejam instalados. Isso resolve se o STF voltar a ser uma Corte constitucional, não for uma delegacia de polícia, que vai de briga de galo a marco temporal”, afirmou à CNN Brasil.

O entrave

Ao todo, o senador acumula 52 solicitações de abertura de processo de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes. O último pedido foi apresentado após a Justiça italiana considerar que houve imparcialidade no julgamento da ex-deputada Carla Zambelli (PL-SP). O presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União), é o responsável por dar prosseguimento aos pedidos. No entanto, os processos nunca avançaram. O pedido de impeachment pode ser apresentado por qualquer cidadão, seja parlamentar ou não.

O Antagonista

 

Revelado como Lula usa Trump para tentar enganar eleitores e ganhar votos

A postura antiamericana adotada recentemente por Lula e seu governo é mais um exemplo da seletividade petista e da estratégia de fortalecer aliados ideológicos e de priorizar a própria imagem acima de qualquer coisa. A seletividade fica muito clara diante da mudança brusca de posicionamento em relação aos EUA com a troca de governo entre Biden e Trump. Bastou os democratas passarem o bastão para os republicanos para que, repentinamente, a gestão petista passasse a criticar, por exemplo, as deportações em massa, algo que também era praticado na mesma proporção pelo governo Biden, mas Lula e seus ministros simplesmente optavam pelo silêncio.

O fato de os EUA terem hoje um governo não democrata e, acima de tudo, liderado por uma figura polêmica como Trump representa a oportunidade de ouro para que a esquerda brasileira, especialista em rótulos e narrativas, tenha o inimigo perfeito para manipular o eleitorado. Quanto ao fortalecimento de aliados, é uma questão que precisa ser analisada pela perspectiva da disputa geopolítica entre Estados Unidos e China. Enquanto os dois gigantes medem forças para garantir domínio sobre setores estratégicos, o Brasil, como parceiro comercial de ambos, se torna ferramenta estratégica no jogo para fortalecer ou enfraquecer um dos lados. Nesse sentido, Lula, como admirador e aliado do Partido Comunista Chinês, coloca nosso país no colo do regime de Xi Jinping, reproduzindo discursos anti-dólar, tensionando a relação com os EUA através de ataques em seus discursos, etc. Mas o principal fator, na minha visão, ainda é a priorização da própria imagem. A relação estremecida com os EUA e principalmente as sobretaxas impostas pelo governo Trump a determinados produtos brasileiros são a “muleta” perfeita para Lula em ano eleitoral.

Ao longo desses 3 anos e meio o petista fez de tudo para, através da interferência política no IBGE com Márcio Pochmann na presidência do instituto e também de sua aliança com a diretoria da FAO (responsável pelo Mapa da Fome), mascarar o caos criado pela sua política populista, mas os dados oficiais não têm impedido que o cidadão sinta no bolso a realidade de ir ao supermercado e não conseguir comprar metade do que comprava poucos anos atrás com o mesmo valor. Tal qual fez Dilma em meados de 2015, Lula conseguiu colocar novamente o Brasil em uma crise econômica sem precedentes mesmo sem ter um grande fator externo e alheio ao seu controle, como uma pandemia. No entanto, as tarifas extras dos EUA caíram como uma luva para o discurso petista. A ausência de relação entre a crise brasileira e as tarifas dos EUA é óbvia para quem acompanha os fatos com um olhar técnico, mas para o eleitorado leigo, que representa um grande percentual da população, isso não é tão óbvio assim e a narrativa de Lula do “grande culpado” pode acabar colando.

Paulo Baltokoski. Analista político 

 

Lulinha nada tem de ‘precário’: A sua empresa está no local mais caro de Madri na Espanha

Quem investiga Lulinha por corrupção e tráfico de influência não leva a sério a lorota do vice-presidente nacional do PT, de nome Quaquá, de que o filho de Lula (PT) viveria em “condições precárias” em Madri. O próprio Lulinha deixou claro como isso é falso. Em janeiro, ele instalou sua “empresa de consultoria” Synapta SL no Paseo de la Castellana, endereço mais caro de Madri, onde o metro quadrado de aluguel, 30 euros em média, é o dobro do valor cobrado em aluguéis na rica Avenida Paulista, por exemplo.

Lulinha chegou lá

Paseo de la Castellana é o coração financeiro de Madri, avenida mais emblemática do mercado corporativo espanhol, sede de multinacionais.

Suspeita investigada

Suspeitam que Lulinha usa a empresa para justificar o padrão de vida, bancado por empreiteira de contratos bilionários com o governo do pai.

Lava Jato avisou…

A revista Veja diz que dossiê entregue à PF descreve ligação de Lulinha à empreiteira, seguindo no mesmo padrão descoberto pela Lava Jato.

Qualquer negócio S/A

A Synapta SL, empresa de Lulinha, realizaria “serviços de tecnologia em sentido amplo” em Madri. Ignoram-se seus clientes e até se existem.

Coluna do Claudio Humberto

 

Planalto e Itamaraty contam lorota sobre crise com os EUA

Virou piada entre diplomatas a lorota de Lula (PT) sobre o cancelamento humilhante do visto dos EUA para a embaixadora Maria Luiza Viotti, pela demora na aceitação de Daniel Perez, embaixador indicado por Donald Trump. Com ar ofendido, Planalto e Itamaraty acusaram Washington de “grosseria inaceitável” de anunciar antes do agrément. A mentira é que foi grosseira, diz admirado diplomata brasileiro: a demora na aceitação foi para criar caso com Trump e levar isso ao palanque eleitoral.

Isso é novidade

Anunciar nomes de embaixador publicamente, antes do aval, nunca foi para o Itamaraty motivo de ruptura ou de “escalada hostil”.

Chantagem não pode

A Convenção de Viena não fixa prazo para o agrément, mas também não autoriza o uso político da demora como instrumento de chantagem.

Já ocorreu antes

Em 28 de julho 2022, Daniel Scioli já se exibia como futuro embaixador da Argentina, mas agrément brasileiro só viria em 2 de agosto.

Sem chiliques

O Brasil não deu chiliques quando a França negou agrément a Vasco Leitão da Cunha. E era 1963, o auge da “Guerra da Lagosta”.

Coluna do Claudio Humberto

Câmara envia ao STF relato da armação criminosa de Lindbergh Farias do PT contra Alfredo Gaspar

Eles são inescrupulosos. A bandidagem está sendo desmascarada. A Câmara já enviou ao STF o depoimento de um comerciante que afirma que a acusação por crime de estupro de vulnerável envolvendo o deputado Alfredo Gaspar (PL-AL) teria sido uma “armação”. O relato foi colhido pela Polícia Legislativa da Casa de forma virtual, após a corporação ser acionada pelo próprio Gaspar. O parlamentar alagoano relatou que o depoente teria ligado para seu gabinete funcional a fim de denunciar a trama.

O material foi enviado pela Câmara ao Supremo. O caso precisou ser remetido à Corte após o comerciante citar que a “armação” teria sido feita, supostamente, por pessoas ligadas ao deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), que tem foro privilegiado. No relatório enviado ao STF, a Polícia Legislativa informa ter colhido o depoimento de um homem identificado como “Luís Antonio Lopes”, de 62 anos. Segundo o documento, ele seria dono de um quiosque no shopping Jardim Guadalupe, na Zona Norte do Rio de Janeiro. O comerciante relatou que a suposta “armação” envolvia o recrutamento de uma jovem chamada “Marcela Maria Mendes”, que prestava serviços em seu quiosque. O plano seria Marcela conceder entrevistas fingindo se chamar “Jailma” e se apresentando como vítima do estupro de Gaspar.

Jornal da Cidade Online

 

Esquema milionário de corrupção na Saúde envolve Lulinha com Berge, Marcola e ‘Careca do INSS’

Delator confirmou à PF que “Careca do INSS” pagava mesadas ao filho de Lula. O então secretário-executivo do Ministério da Saúde Swedenberger Barbosa, o “Berge”, espécie de petista profissional que sempre ocupa cargos secundários, mas chaves, em governos do PT, e Marco Aurélio Ribeiro, o Marcola, ex-titular do Gabinete Pessoal de Lula, ajudaram a “abrir portas” do Ministério da Saúde para os negócios milionários de interesse de Fábio Luiz, o Lulinha, filho do presidente da República, e seu parceiro Antonio Camilo Antunes, o “Careca do INSS”. O esquema foi detalhado em depoimento à Polícia Federal por um delator do esquema que chegou a ser entrevistado pela emissora CNN, mas pediu para não ter o nome divulgado. Os investigadores acreditam que Lulinha e Antonio Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, estariam associados à lobista Roberta Luchsinger, para tentar obter contratos billionários na área do Ministério da Saúde, onde “Berge” era o secretário-executivo, na prática, o vice-ministro.

Esse delator contou à PF em depoimentos realizados no ano passado que o “Careca do INSS”, acusado de comandar nbos parte do robubo bilionário a cerca de 9 milhões de aposentados e pensionistas, pagava mesada vultosa a Lulinha em troca de acesso à estrutura do Ministério da Saúde para vender supostos medicamentos produzidos a partir do princípio ativo do canabidiol, substância obtida na planta da maconha.

Diário do Poder

 

Essa ‘coisa’ que se impôs ao Brasil

                                                                                                                                                                                              Percival Puggina

Durante os governos militares, anos 60 e 70, surgiram no Brasil algumas dezenas de organizações revolucionárias de base marxista. Mataram, feriram, assaltaram, sequestraram. Por rejeitarem tanto o autoritarismo quanto a democracia e a liberdade, atrasaram a redemocratização. Os adjetivos por trás das siglas com que se tornaram conhecidas diziam o que queriam. Eram revolucionárias, comunistas, maoístas, leninistas, trotskistas, armadas, vermelhas. Como tais se apresentavam. Procure no Google e peça uma lista tão completa quanto possível (porque a primeira resposta traz apenas meia dúzia) e verá que nenhuma fala em democracia ou em liberdade. Algumas traziam o L significando que eram libertadoras, mas sua libertação se referia ao regime instalado e tinha fins totalitários que os adjetivos das demais letrinhas esclareciam bem.

Quando caiu o Muro de Berlim e o Leste Europeu retornou à democracia, Lula e Fidel criaram o Foro de São Paulo. Olhe a lista das quatro dezenas de organizações que o constituíram. Em todas, os adjetivos reproduzem os mesmos objetivos. Muitas ingressariam no processo político e chegariam ao poder, em cujo exercício cuidaram de instituir regimes que protegessem o Estado e inibissem as liberdades inerentes aos cidadãos. Criaram ditaduras, fraudaram eleições, silenciaram a divergência e perseguiram quem se lhes opusesse.

Faço este preâmbulo para afirmar que hoje, quando a “coisa” manda com uso abusivo e ostentatório de poder, esses presos políticos, esses exilados, essas vítimas de assédio estatal, essas confissões exigidas para libertar prisioneiros culpados de ter lado político e participar do protesto do 8 de janeiro, são vítimas de velha cultura política, antagônica à democracia e às liberdades.

Quando essa nova classe chegou ao poder, eu já escrevia há mais de 15 anos para os dois maiores jornais da Capital e para quase todos os periódicos do Rio Grande do Sul, situação que se prolongou por mais uma década e meia. O período todo coincide com a vigência da nova Constituição e nunca, em trinta anos, sofri qualquer restrição à liberdade de expressão. Agora, a “coisa” tem fãs do regime chinês e isso exige cautela.

Quando ainda não havia rede social, e desde que o PT chegou ao poder em 2003, o governo e seu partido se empenharam, isto sim, no que ficou conhecido como “controle social da mídia”. Tentaram impor ao Congresso a criação de um Conselho Federal de Jornalismo para “orientar, disciplinar e fiscalizar” o exercício da profissão. O sonho dourado do arbítrio para controlar a imprensa, porém, era o fabuloso “Marco Regulatório das Comunicações”. Esses ensaios rumo às arbitrariedades caíram no esquecimento quando chegaram as redes sociais e o velho jornalismo deixou de lado o ideal libertário para se alinhar com o governo contra os adversários comuns. Há mais de dez anos, tempo suficiente para que essa longa história seja esquecida, as redes são o alvo preferido … de ambos.

Quem queria controlar a mídia, agora quer controlar as redes sociais com apoio da mídia. O que pode a sociedade quando o parlamento é submisso, dá o exemplo com o próprio temor e a desejada blindagem é objeto de escambo nos altares do poder?

Desprotegida do próprio parlamento, a sociedade foi e permanece intimidada. Há verdades que a “coisa” considera intoleráveis e às quais reage de modo truculento alegando motivos impróprios. Essa “coisa” em que vivemos vem daí e democracia não é. Contra ela votarei em outubro!  Oh, céus!

Percival Puggina é arquiteto, escritor, titular do site Liberais e Conservadores (www.puggina.org),

 

Senador Rogério Marinho critica encontro de Lula e Alcolumbre na casa de Alexandre de Moraes

Coordenador da campanha de Flávio afirma que articulação política na residência de ministro do STF coloca separação dos Poderes sob suspeita. O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência, criticou nesta segunda-feira (10) a reunião entre o presidente Lula (PT) e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), realizada na casa do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O encontro ocorreu em 4 de agosto e foi mediado por Moraes e pelo ministro Cristiano Zanin. Foi a primeira reunião entre Lula e Alcolumbre, após o Senado rejeitar a indicação do advogado geral da União, Jorge Messias, para uma vaga no STF. As relações entre o presidente e o senador estavam desgastadas. Também foram discutidas pautas consideradas prioritárias pelo governo no Congresso.

Em nota, Marinho afirmou que a articulação faz parte da democracia, mas criticou a participação de ministros nas negociações. Para o senador, acordos na residência de integrantes da Corte representa “uma linha perigosa” e coloca em dúvida a imparcialidade.

O coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro também acusou o grupo político ligado ao governo de tentar preservar influência e impedir a vitória do candidato do PL.

“Nossa resposta será nas urnas. Eles têm os acordos. Nós temos o povo”, afirmou Marinho

O senador ainda questionou a atuação de ministros envolvidos em inquéritos com impacto político e eleitoral nas articulações entre Executivo e Legislativo. Zanin foi indicado ao STF por Lula, enquanto Moraes mantém relação institucional próxima com Alcolumbre.

Diário do Poder

 

Sidônio Palmeira, secretário da Secom do Governo é afastado da campanha de Lula e crise aumenta

O chefe da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Sidônio Palmeira, está formalmente fora da campanha à reeleição de Lula. É a crise estabelecida ante os resultados ruins que estão chegando no Planalto. Lula já deixou transparecer o seu descontentamento com o trabalho do marqueteiro. Tudo indica que Sidônio será mantido na Secom apenas para evitar que a crise ganhe contornos maiores, mas o seu afastamento do dia-a-dia da candidatura já está decidido.

Por outro lado, percebe-se que a campanha petista tem sofrido com as divisões internas. A guerra nos bastidores ganhou um novo capítulo na semana passada, com a saída do ex-chefe de gabinete da Presidência Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, da coordenação da campanha petista, após ser revelado que ele recebeu dinheiro da empresária Roberta Luchsinger. Pessoas próximas a Marcola apontam fogo amigo no episódio após a divulgação de informações sobre as reações de Lula ao saber do caso.

Jornal da Cidade Online

Governo Lula já tomou dos brasileiros R$2,5 trilhões em impostos, este ano

Eles devem superar em 2026 a tunga de 2025, que chegou a cerca de R$4 trilhões. A partir desta terça-feira (11), o Impostômetro, plataforma da Associação Comercial de São Paulo, passa a registrar R$2,5 trilhões de impostos tomados da população brasileira, apenas em 2026. Nunca um governo tomou tanto dinheiro do brasileiro, tão rapidamente. Até o final deste ano, pela primeira vez na História, o pagador de impostos vai ver sair do bolso mais de R$4 trilhões, outro recorde histórico sob o governo Lula (PT). A informação é da Coluna Claudio Humberto, do Diário do Poder.

Em 2025, o governo Lula (PT) conseguiu chegar perto, mas foram R$3,98 trilhões tomado dos pagadores de impostos.

Entre 2024 e 2025 a arrecadação cresceu quase 10%: passou de R$3,62 trilhões para R$3,98 trilhões. Este ano vai chegar aos R$4,13 trilhões.

Apesar dos valores estratosféricos, a plataforma Gasto Brasil aponta que o governo já gastou mais de R$900 bilhões a mais do que arrecadou.

Diário do Poder