Letalidade policial no Brasil é maior em estados da esquerda

Estados sob comando de governadores da esquerda renovaram a triste posição no topo do ranking da letalidade policial, registra a mais recente edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública (2026, com dados de 2025). O Amapá, de Clécio Luís (à época do Solidariedade, agora no União) tem a pior taxa de mortes pelas polícias do país: 17,1 para cada 100 mil habitantes. O índice mostra a manutenção do número em relação à última edição do levantamento, que registra o mesmo valor.

PT presente

Logo atrás do Amapá está a polícia da Bahia, de Jerônimo Rodrigues e há quase 20 anos sob domínio do PT no Executivo. Taxa de 10,6.

Ficou pior

Sergipe, do lulista Fábio Mitidieri (PSD), subiu no ranking e está em terceiro (8,4). Na edição anterior o índice estava em 6,3.

Segue a lista

O Pará trocou de posição com Sergipe e está na sequência, com 7,3. A direita aparece só em quinto lugar, com a polícia goiana, índice de 4,9.

Lá em cima

Todos os estados destacados têm índices superiores ao da média nacional, em 3,1. Número que piorou em relação ao ano passado (2,9).

Coluna do Claudio Humberto

 

Deputado critica quem vitimiza bandidos: ‘Leve um para casa’

Sargento Portugal diz que população não pode continuar sob insegurança e cobra cerco ao crime. O deputado federal Sargento Portugal (Podemos-RJ) criticou os episódios de violência registrados nas praias da Zona Sul do Rio de Janeiro e defendeu uma atuação mais rigorosa das autoridades no combate à criminalidade.

A manifestação ocorreu após uma série de arrastões registrados na capital carioca.

Entre terça-feira (21) e quarta-feira (22), foram relatados arrastões, furtos e atos de vandalismo em áreas de Copacabana, Arpoador e Ipanema. Diante da situação, comerciantes da região chegaram a encerrar as atividades mais cedo para evitar prejuízos. Um ônibus também foi alvo de vandalismo. Ao comentar as imagens do arrastão, Portugal criticou o que considera uma relativização da criminalidade e afirmou que a população tem sido prejudicada pela insegurança.

“Olha o tamanho da quadrilha que faz arrastão em Copacabana. São mais de 100 vagabundos aterrorizando trabalhadores e famílias. Quem insiste em dizer que eles são ‘vítimas da sociedade’, passe na delegacia, pegue um e leve para casa. O cidadão de bem merece segurança, não desculpas para criminosos”.

Diário do Poder

 

O êxodo produtivo: Mais de 230 empresas migraram do Brasil para o Paraguai pelas elevadas tributações

O cenário industrial brasileiro enfrenta uma debandada silenciosa, mas profundamente expressiva. Dados recentes revelam que mais de 230 empresas já transferiram ou expandiram suas linhas de montagem para o Paraguai. Atraídos por um ambiente de negócios acolhedor, esses empreendimentos buscam do outro lado da fronteira o oxigênio financeiro que a máquina pública nacional lhes confisca diariamente. A migração massiva expõe as fraturas de um Brasil que pune quem produz.

Para o empresário Alexis Fonteyne, o movimento não representa um mero capricho corporativo, mas um imperativo de mercado. “A decisão das empresas brasileiras de montarem uma unidade no Paraguai é uma decisão lógica, uma questão de sobrevivência, de competitividade”, afirma. Segundo ele, o ambiente de negócios doméstico deteriora-se ano após ano, agravado pelas diretrizes do atual governo. O entrave inicial reside em uma burocracia paralisante que sabota projetos antes mesmo do início das obras.

Licenças de instalação e funcionamento enfrentam uma via crucis de órgãos reguladores, que vão do uso do solo a exigências do IPHAN, IBAMA, órgãos estaduais como a CETESB, além de interferências constantes do Ministério Público. Somando-se a isso, a carga tributária é descrita como “altíssima e insana”. Contudo, Fonteyne ressalta que o pior fator é a profunda insegurança jurídica: “Ninguém sabe exatamente como pagar impostos porque as interpretações estão na mente dos fiscais”, desabafa o empresário.

O ativismo judicial surge como outro gargalo crítico, especialmente na esfera trabalhista. Decisões ideológicas que desrespeitam leis sob o pretexto de um “fundo social” terminam por inflar o Custo Brasil, penalizando a geração de empregos. Fenômeno semelhante ocorre no âmbito cível, onde a judicialização predatória e irracional de reclamações — como se observa frequentemente no setor aéreo — cria passivos impagáveis, forçando o judiciário a atender demandas economicamente inviáveis e injustas para o setor privado.

Enquanto o Paraguai se consolida como um porto seguro com energia barata, estabilidade e logística eficiente, o Brasil amarga as consequências de sua própria irresponsabilidade fiscal.

“Outro ponto problemático no Brasil são as inúmeras ações cíveis contra empresas, por exemplo, as empresas aéreas que o tempo todo tem uma reclamação que invariavelmente judicializa e o judiciário sempre tende a atender uma demanda do cliente, mas que nem sempre é viável economicamente ou é justa.

“Paraguai está atraindo empresas porque ele está sendo um bom anfitrião, dando boas condições, menos carga tributária, mais segurança jurídica, sem ativismo judicial, leis trabalhistas mais adequadas e assim as empresas podem ser mais competitivas”, destacou Fonteyne. Com taxas de juros elevadas devido ao endividamento de um governo que gasta mais do que arrecada, o crédito privado murcha. Como pontua a mandala do Custo Brasil do Movimento Brasil Competitivo, cada item problemático reforça que produzir no vizinho e importar o produto — mesmo sob tributação — tornou-se o único caminho viável para não quebrar.”

Jornal da Cidade Online

 

Um perigo chamado “Emendas Parlamentares” para perpetuação no Poder

O senador Eduardo Girão (Novo-CE) comentou decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino, que pediu esclarecimentos ao Poder Legislativo e a órgãos do Poder Executivo sobre a origem da indicação de emendas parlamentares. Girão afirmou que, embora tenha discordâncias em relação a Dino, o ministro do STF está “coberto de razão” ao cobrar informações sobre quem indica onde as emendas serão aplicadas. Lembrou que apresentou uma proposta de emenda à Constituição para acabar com o instituto das emendas parlamentares, que, segundo ele, são utilizadas para perpetuação no poder.

“Isso é um desvio de função, que tem exceções. É para ninguém de fora da política que venha a concorrer poder entrar, porque um senador, um deputado, consegue destinar R$ 80 milhões de emendas parlamentares, no mínimo. 

Mas o ministro Flávio Dino perguntou, e eu estou curioso para saber quais são os líderes que indicam emendas parlamentares”, afirmou.

No mesmo discurso, Girão voltou a defender uma intervenção federal na segurança pública do Ceará. O parlamentar afirmou que o avanço das facções criminosas compromete a segurança da população, criticou a atuação dos governos estadual e federal e cobrou medidas para conter a violência no estado. O senador também criticou o governo federal por não apoiar a criação de escolas cívico-militares. Segundo ele, o modelo oferece melhores condições de aprendizagem e mais segurança para alunos e professores, além de representar uma alternativa para as famílias.

Jornal da Cidade Online

 

Associação de Jornalistas Independentes lança Nota de Desagravo contra a desfaçatez de veículos no processo eleitoral

Muito se fala sobre a postura da imprensa tradicional, tida como tendenciosa, manipuladora e antiprofissional. Essa postura está sempre, convenientemente, sob o escudo protetor do jornalismo e fiel justificativa. O brasileiro já percebeu essa conduta, e hoje, a audiência e credibilidade destes veículos de comunicação perdem cada vez mais espaço.

A AJOIA Brasil – Associação Brasileira de Jornalistas Independentes e Afiliados, sempre atenta aos fatos, em defesa do verdadeiro jornalismo e da Liberdade de Expressão, manifesta sua insatisfação e indignação, com os acontecimentos preocupantes na imprensa que refletem diretamente no processo eleitoral.

A principal mensagem da Nota de Desagravo dos jornalistas é chamar a atenção dos políticos e das autoridades constituídas, a fim de colocar um fim no abuso, na desfaçatez da imprensa, sempre pela observância da ética e respeito à república e à democracia. Em especial, alertar o público para o que a imprensa vem promovendo.

Leia a Nota na íntegra:

“A democracia morre quando a verdade deixa de importar – Chega de pesquisas eleitorais e interferências no processo eleitoral

A democracia não começa na urna. Ela começa muito antes, no momento em que o cidadão recebe as informações que servirão de base para formar sua convicção política. Se essa informação chega incompleta, enviesada, seletiva ou excessivamente direcionada para uma determinada narrativa, o voto continua sendo livre apenas na aparência.

Nunca foi tão fácil influenciar milhões de pessoas. Em uma sociedade onde parcela expressiva da população possui dificuldades de interpretação de textos, pouco acesso à pluralidade de fontes e escasso tempo para aprofundar os fatos, a repetição constante de determinadas mensagens transforma-se em uma poderosa ferramenta de persuasão. Quem controla a narrativa frequentemente conquista uma vantagem que nenhum horário eleitoral seria capaz de produzir.

É justamente por isso que a informação precisa ser tratada como patrimônio da democracia, e não como instrumento de poder.

Em períodos eleitorais, observa-se um fenômeno que merece reflexão. Enquanto a propaganda oficial sofre limitações impostas pela legislação, cresce a divulgação de indicadores econômicos e sociais que são apresentados de maneira capaz de produzir uma percepção amplamente favorável ao governo de ocasião. Não é apenas o dado que comunica. A escolha do dado, sua frequência, o destaque recebido e aquilo que fica de fora também constroem uma narrativa.

O problema não está em divulgar boas notícias. O problema surge quando a realidade complexa de um país continental passa a ser resumida por uma sequência cuidadosamente selecionada de indicadores positivos, enquanto dificuldades igualmente relevantes desaparecem do noticiário. A informação deixa de ser um retrato da realidade para se tornar uma fotografia cuidadosamente enquadrada.

Há outro componente igualmente delicado: as pesquisas eleitorais.

Pesquisas antecipadas não possuem qualquer utilidade para o eleitor, se não, confundi-lo. Qual a razão das amostras de duas mil intenções em um universo de 158,6 milhões de eleitores?

O que ocorre na prática é que esses levantamentos são transformados em uma espécie de oráculo eleitoral, o que representa um grave desserviço ao processo democrático.

O cidadão comum raramente conhece conceitos como intervalo de confiança, metodologia de amostragem, ponderação estatística ou margem de erro. O que ele escuta é outra mensagem: “o candidato X lidera”, “a eleição está definida”, “a vantagem é consistente”. Essa linguagem influencia comportamentos, especialmente entre eleitores que preferem apoiar quem parece favorito ou que concluem, antecipadamente, que seu voto pouco alterará o resultado.

A pesquisa deixa de ser apenas informação e passa a integrar o próprio ambiente de disputa política.

Diversas democracias discutem limites para a divulgação de levantamentos eleitorais próximos da votação justamente porque reconhecem seu potencial de influência. O debate não é censura. É proteção da liberdade de escolha.

Outro aspecto que merece permanente vigilância é a relação entre poder político, recursos públicos e comunicação. Governos administram vultosas verbas destinadas à publicidade institucional e campanhas de utilidade pública. Ainda que essas verbas tenham finalidades legítimas, sua existência impõe um desafio permanente: preservar a independência editorial e evitar que interesses econômicos contaminem a confiança do público. Quanto maior a transparência na distribuição desses recursos e mais clara a separação entre publicidade e jornalismo, mais forte será a credibilidade das instituições.

Nenhuma democracia madura pode conviver confortavelmente com a concentração do poder de informar, seja ele político, econômico ou tecnológico. A diversidade de opiniões, o contraditório e o escrutínio permanente são os verdadeiros antídotos contra qualquer tentativa de influência indevida.

O maior patrimônio de uma República não são seus prédios públicos, seus tribunais ou seus palácios. É a confiança do cidadão de que está tomando decisões a partir de informações honestas.

Quando essa confiança se deteriora, instala-se uma crise silenciosa. O eleitor já não sabe em quem acreditar. Desconfia da imprensa, dos institutos de pesquisa, dos governantes e, por fim, das próprias instituições. Nesse ambiente, a verdade deixa de ser referência comum e passa a disputar espaço com narrativas concorrentes.

Democracias não costumam desaparecer de um dia para o outro. Elas se enfraquecem lentamente quando a sociedade perde a capacidade de distinguir informação de propaganda, análise de militância e notícia de narrativa.

Mais do que nunca, é preciso defender um princípio simples: toda informação que tenha potencial para influenciar o voto deve ser acompanhada da máxima transparência possível, permitindo que o cidadão conheça não apenas o resultado apresentado, mas também seus métodos, suas limitações e os interesses eventualmente envolvidos.

No fim das contas, a única pesquisa que realmente decide uma eleição continua sendo aquela realizada diante da urna. E a única forma de protegê-la é garantir que o eleitor chegue até ela livre para pensar, comparar e decidir por si mesmo — sem a ilusão de que alguém já escolheu o vencedor em seu lugar”.

 

Com discurso forte Javier Milei convocou brasileiros para uma democracia do povo pelo povo para o povo

Javier Milei discursou neste sábado (25) na Convenção Nacional do PL em São Paulo, no ato de lançamento da candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro. Antes do discurso, Milei se reuniu com o governador Tarcísio de Freitas e recebeu a Condecoração da Ordem de Ipiranga, a maior honraria do Estado de São Paulo.

Os pontos principais do discurso do presidente da Argentina:

“Em seu discurso, Milei fez uma convocação ao povo brasileiro: “Não se deixar roubar o futuro” nas eleições de 4 de outubro. E comparou a experiência argentina sob o socialismo com o que classificou como “risco Lula” no Brasil, citando o mercado acionário como reflexo dessa instabilidade.

O presidente argentino ainda destacou 4 pontos em seu discurso:

Argumentou que o socialismo latino-americano vem sendo ‘erradicado eleição após eleição’ (Argentina, Colômbia, Peru, Chile, Equador) e que espera que o Brasil se some a essa ‘transformação regional’ em outubro. Descreveu um ‘modus operandi’ regional da esquerda: gerar desequilíbrio econômico para reter votos no curto prazo, deixando para a direita a tarefa de consertar os problemas depois.

Afirmou que o caminho socialista ‘é sempre, em todo lugar, o caminho para o totalitarismo’. Encerrou dizendo confiar que, assim como a Argentina, o Brasil ‘poderá se levantar novamente’ e que é isso que Flávio Bolsonaro representa.”

Jornal da Cidade Online

 

Governo Lula nega visto à missão do Departamento de Estado dos EUA visitar o Brasil

O governo brasileiro negou o pedido de visto a dois funcionários do Departamento de Estado americano que pretendiam visitar o Brasil para conversar com autoridades eleitorais do país, confirmaram à coluna fontes oficiais em Brasília. O planejamento da visita de Riley M. Barnes, secretário-adjunto, e Samuel Samson, subsecretário-adjunto, foi informado pelo jornal The Washington Post. Segundo as fontes consultadas pela coluna, o pedido de visto oficial para ambos chegou ao governo brasileiro no dia 20 de julho, e no final desta semana foi informado ao governo americano a decisão de negar ambos. Na avaliação das fontes consultadas, existia uma clara conexão entre a visita dos enviados do Departamento de Estado e os recentes movimentos da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) para buscar desacreditar a lisura do processo eleitoral brasileiro. A reunião do candidato do PL com embaixadores em Brasília, na qual criticou o sistema eleitoral, faz parte dessa campanha, apontaram as fontes, que consideraram grave e preocupante que um governo estrangeiro queira participar da ofensiva bolsonarista contra o TSE.

Tudo isso, acontecendo em momentos de oficialização da candidatura de Flávio Bolsonaro, com a presença do presidente da Argentina, Javier Milei, em São Paulo. O governo brasileiro identificou o que considera uma clara operação para atacar o sistema eleitoral, similar ao que fez o ex-presidente Jair Bolsonaro, agora com o apoio do governo do presidente americano, Donald Trump. Após enviarem o pedido de visto para os dois funcionários do Departamento de Estado, o governo americano fez sondagens para conversar com autoridades do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e também cogitou um encontro dos que pretendiam ser enviados ao Brasil com o próprio Flávio Bolsonaro. O governo decidiu rapidamente negar os vistos, por considerar, confirmaram as fontes, que a missão tinha o objetivo de reforçar a campanha de questionamento do processo eleitoral brasileiro.

Em nota divulgada hoje, o TSE informou que a área internacional do tribunal foi acionada pela Embaixada dos Estados Unidos para discutir uma possível visita de integrantes do governo americano. No entanto, não foi detalhado o tema da agenda. Como o Judiciário está em recesso, o encontro não foi marcado neste momento. O TSE relatou na nota que seguirá com a estratégia de dialogar com embaixadores e explicar o funcionamento da urna eletrônica brasileira. Além disso, reafirmou que órgão segue em contato com às missões de observação eleitoral e que, no próximo dia 17 de agosto, será promovido um novo encontro de embaixadores, e a diplomacia norte-americana será convidada.

UOL NOTÍCIAS

Javier Milei, presidente da Argentina recebeu a medalha da Ordem Ipiranga honraria do governo de São Paulo

Presidente argentino foi recebido por Tarcísio de Freitas no Palácio dos Bandeirantes e participou da convenção do PL. O presidente da Argentina, Javier Milei, recebeu na manhã deste sábado (25) a Ordem do Ipiranga, maior honraria concedida pelo Governo do Estado de São Paulo. A cerimônia ocorreu no Palácio dos Bandeirantes, na Zona Sul da capital paulista, antes da convenção nacional do Partido Liberal (PL) que oficializa a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República. Milei chegou ao Palácio dos Bandeirantes acompanhado da irmã e secretária-geral da Presidência da Argentina, Karina Milei.

A comitiva argentina foi recebida pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), com um tapete azul estendido na entrada da sede do governo paulista, uma referência à chamada “onda azul”, símbolo associado a movimentos de direita. Durante o encontro, Tarcísio afirmou que conversou com o presidente argentino sobre oportunidades, desenvolvimento e o fortalecimento das relações entre São Paulo e Argentina. O governador destacou as medidas adotadas pela gestão Milei e afirmou que o país vizinho apresenta avanços em indicadores econômicos.

“Com ideias novas, bons fundamentos, coragem para fazer o que precisava ser feito e valorização de quem trabalha e produz, Milei está conseguindo reerguer o seu país e cuidar das pessoas após anos de regressão causada pela esquerda”, escreveu Tarcísio nas redes sociais.

Segundo o governador paulista, entre os resultados atribuídos à atual gestão argentina estão a redução da inflação, crescimento econômico, superávit primário, queda do risco-país e aumento do fluxo de capitais.

“Os números são incontestáveis: diminuição expressiva da inflação, crescimento econômico, superávit primário, diminuição do risco-país e aumento do fluxo de capitais”, afirmou.

Diário do Poder

 

‘Socorro’ do governo Lula vai endividar mais as empresas afetadas pelo tarifaço dos EUA

Os detalhes do Brasil Soberano, plano que Lula e cia. tentam desenrolar para supostamente mitigar efeitos das tarifas contra produtos brasileiros exportados aos Estados Unidos, deve decepcionar o setor produtivo e apostar na velha receita do endividamento de quem já está na pior. Ainda em fase de conclusão na Fazenda, o pacote não vai muito além de linhas de financiamento. O temor da equipe econômica é que, pós-recesso parlamentar, aumente a pressão por soluções como desonerações.

Passo de siri

Mecanismos como preferência do governo por compras de empresas afetadas pelo tarifaço não deve aparecer nesta segunda edição.

É pouco

A decepção ficou por conta da ApexBrasil, que vai encabeçar a diversificação dos mercados: só R$130 milhões para enfrentar a crise.

Só um cheiro

O impacto da tarifa nos produtos exportados não deve ficar abaixo dos US$7,2 bilhões, o que deixa quase nulo o pacote da Apex Brasil.

Sem pressa

Detalhes do Brasil Soberano 2, bem como planos da Apex Brasil e endividamento via BNDES, só devem sair em meados de agosto.

Coluna do Claudio Humberto

 

Estados governados pela esquerda lideram ranking de feminicídio no Brasil

O Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2026 (com dados de 2025), divulgado nesta quinta-feira (23), reforça a percepção da dificuldade que governadores de esquerda têm no enfrentamento à violência. O estudo revela que os piores resultados são do campo progressista quando o assunto é o cuidado à vida da mulher. O Amapá, governado pelo esquerdista Clécio Luís (à época do Solidariedade, agora no União), registra a maior variação na taxa de feminicídio: alta de 347,7%.

É bi

O estado, que elegeu o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União), também lidera taxa de homicídios de mulheres, subiu 198,5%.

Puxa o histórico

Antes de se hospedar no União Brasil, Clécio Luís teve como lar o PT, por 16 anos; o Psol, outros 11 anos; e a Rede, mais 4 anos.

Petista no ranking

Governado por uma mulher petista, Fátima Bezerra, o Rio Grande do Norte é o 2º na lista: + 61,8% no número de homicídio de mulheres.

É do PT

Observada a taxa de homicídios de mulheres, a cada 100 mil, o Ceará de Elmano Freitas (PT) lidera, com 6,2. Acima da média nacional de 3,2.

Diário do Poder