MDB anunciou apoio de 17 diretórios estaduais a Flávio no segundo turno

Articulação liderada por Tarcísio de Freitas e Ricardo Nunes amplia a base do candidato do PL, enquanto dez estados declaram apoio a Lula. O presidente do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), Baleia Rossi, anunciou o apoio de 17 diretórios estaduais do partido à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) no 2° turno das eleições. O anúncio ocorreu durante comitê do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). A articulação foi conduzida por Tarcísio e pelo prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), que intensificaram as negociações com lideranças da sigla após o primeiro turno. O governador de Goiás, Daniel Vilela (MDB), também participou das conversas para ampliar o apoio ao candidato do PL.

No primeiro turno, o MDB adotou posição de neutralidade na disputa presidencial, deixando os diretórios estaduais livres para estabelecer alianças conforme os cenários. Apesar do anúncio de Baleia Rossi, o partido permanece dividido. Nesta terça-feira (13), representantes da legenda em dez estados das regiões Norte e Nordeste divulgaram uma nota conjunta em apoio à chapa de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Geraldo Alckmin (PSB). O apoio de parte do MDB se soma às adesões de Republicanos, União Brasil, PP, Novo e Podemos à candidatura de Flávio Bolsonaro. Tarcísio também tem participado de reuniões com o candidato e outros aliados para articular estratégias e organizar compromissos.

Diário do Poder

Pesquisa AtlasIntel indica na eleição a preocupação dos brasileiros com a corrupção, diz o Crusoé

Caso Master e a Roubalheira por aliados do governo Lula aos aposentados do INSS e diversos vínculos até de ministros do STF com Vorcaro podem explicar números da pesquisa. Pesquisa AtlasIntel, em parceria com a Bloomberg, apontou um aumento na percepção dos brasileiros de que a corrupção é o maior problema do país. O tema foi citado por 58,3% dos entrevistados, uma alta de quase cinco pontos percentuais em relação a agosto, quando o índice era de 53,4%. A criminalidade e o tráfico de drogas, porém, continuam no topo da lista de preocupações, mencionados por 59,3% dos brasileiros. A saúde pública aparece em seguida, citada por 17,8% dos entrevistados. O levantamento ouviu 5.026 pessoas entre os dias 3 e 8 de outubro.

Caso Master

O aumento da percepção de corrupção ocorre em meio à repercussão do caso Master. Além de citações envolvendo Lula e Flávio, relatórios da Polícia Federal (PF) indicaram ligações entre ministros do Supremo com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada em setembro mostrou que 49,5% dos entrevistados consideravam que a crise prejudicava mais o presidente Lula. Já 20,9% apontava maior prejuízo ao senador Flávio Bolsonaro (PL). No mesmo levantamento, a percepção sobre o envolvimento de aliados dos dois grupos políticos no caso estava praticamente dividida. Além disso, 85,1% viam envolvimento direto de ministros no caso Master. Em março, eram 66,1% — uma alta de 19 pontos percentuais. Apenas 4,4% disseram não ver ligação direta, e 10,5% não souberam responder.

Nexus

Pesquisa BTG/Nexus, divulgada na terça-feira, 13, indica que o presidente Lula (PT) não supera Flávio Bolsonaro (PL) entre quem não foi votar no primeiro turno. Empenhado em convencer abstencionistas a irem votar no segundo turno, o petista tem 41% das intenções de voto entre os entrevistados que não foram às urnas em 4 de outubro. O filho de Jair Bolsonaro, por sua vez, tem 49% dos votos entre os que não compareceram. Outros 6% disseram que vão votar “nenhum/branco/nulo”, e 3% não sabem ou não responderam.

Terceira via

Lula também não deve absorver os votos dos entrevistados que votaram em um dos candidatos da terceira via no primeiro turno.

O Antagonista

 

Flávio desmascara a subserviência da atriz Bruna Marquezine por escandalosa mentira em apoio a Lula

Bruna Marquezine foi desmascarada pelo senador Flávio Bolsonaro. A atriz fez uma publicação onde insinuava que Flávio iria acabar com a farmácia popular. Uma escandalosa mentira por subserviência e sem qualquer fundamento. Foi mais uma das inúmeras, em que despontam artistas que de há muito mamam nas tetas da Lei Rouanet, sem qualquer retorno, uma vez que as suas apresentações que deveriam ser sem cobranças de ingressos e dirigidas para o público pobre não é cumprido, e o dinheiro que recebem é do pagador de impostos com maracutaias do governo Lula.

“Não tem Farmácia Popular nos planos de Flávio pro Brasil”.

O candidato alertou para a política do medo que o PT tenta impor para as pessoas mais humildes, usando para isso pessoas famosas que por razões inconfessáveis apoiam a candidatura de Lula. Flávio acusou a atriz de usar sua influência para enganar as pessoas e tentar favorecer Lula na disputa eleitoral. O candidato ainda garantiu que em seu governo a farmácia popular vai melhorar muito.

Jornal da Cidade Online

 

Delegado Raimundo Cutrim adversário político de Flavio Dino e preso por ordem dele é hospitalizado

Delegado de carreira da PF, Cutrim foi secretário de Segurança do Maranhão por duas vezes. O ex-secretário de Segurança Pública do Maranhão Raimundo Cutrim, apontado como fonte de reportagem envolvendo o ministro do STF Flavio Dino, que determinou sua prisão, foi internado em São Luís acometido de paralisia facial. A defesa de Cutrim denunciou que somente no dia 7 deste mês, quase três meses após a prisão, teve acesso parcial a documentos do processo. Ele foi hospitalizado nesta terça-feira (13) no Hospital São Domingos após apresentar paralisia facial do lado esquerdo. Segundo a defesa, os sintomas começaram na sexta-feira (9). O quadro está sob avaliação médica, sem diagnóstico confirmado de AVC.

Delegado aposentado da Polícia Federal, Cutrim foi duas vezes secretário de Segurança Pública, três vezes deputado estadual e, mais recentemente, secretário de Assuntos Legislativos do governo atual, de Carlos Brandão, também adversário de Dino e alvo de investigações. Cutrim cumpre desde julho prisão domiciliar decretada por Dino, com uso de tornozeleira eletrônica e restrições à comunicação, incluindo a proibição de gravar vídeos. A decisão, de 14 de julho, também determinou seu afastamento do cargo no governo estadual, no âmbito de investigação relacionada ao caso Tech Office.

“Aviso prévio” de prisão

Dino e Cutrim são antigos adversários políticos no Maranhão. Antes da prisão, o ex-secretário divulgou vídeo afirmando ter recebido informações de que sua prisão estaria sendo articulada por pessoas próximas ao ministro, a quem classificou como inimigo político. O ex-secretário também foi identificado pela PF como fonte de reportagem do jornalista Luís Pablo sobre o suposto uso irregular de um veículo por Flávio Dino. O jornalista foi alvo de busca e apreensão determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, o que teria levado à identificação da fonte do jornalista, em descumprimento de preceito constitucional que garante o direito ao sigilo da fonte. Em outro procedimento, Dino decretou a prisão domiciliar de Cutrim.

A defesa reclama falta de acesso integral aos autos. Em julgamento virtual realizado em setembro, Moraes votou pela manutenção da medida, sendo acompanhado pelos demais ministros. Na fundamentação, Moraes afirmou que Cutrim “não apresentou qualquer argumento apto a desconstituir os fundamentos apontados”. A declaração foi contestada pela defesa em nota pública de 26 de setembro: “Como desconstituir fundamentos aos quais a defesa não tem acesso?” Somente em 7 de outubro, os advogados conseguiram acesso parcial a alguns documentos do processo. Segundo a defesa, até então, informações sobre decisões judiciais chegavam ao seu conhecimento por meio da imprensa.

Diário do Poder

Projeto de Lula para perdoar dívidas e PIX para microempreendedores (MEIs) é engodo eleitoral, diz Crusoé

Projeto de lei enviado pelo presidente ao Congresso não tem prazo limite para ser aprovado, além de que endividará ainda mais o país. O anúncio de Lula de perdoar as dívidas dos microempreendedores individuais (MEIs) é pura jogada eleitoral de desespero. Impedido pela legislação de criar programas assistencialistas sem previsão orçamentária, o presidente desta vez apenas enviou um projeto de lei complementar ao Congresso. Mas o Congresso não tem um prazo limite para aprovar um projeto de lei.Parte inferior do formulário Faltando dois meses e meio para o final deste mandato, a chance de uma aprovação ainda este ano é ínfima. Se o objetivo era ajudar as pessoas, Lula poderia ter feito isso no início de seu mandato, não no final. O que importa para Lula é a mensagem que ele irá passar aos microempreendedores individuais. Para eles, o petista prometeu perdoar as dívidas dos inadimplentes. E ainda falou em mandar um Pix de 5 mil reais para os MEIs. Aqui, não está se falando de empréstimo. É dinheiro na conta, supostamente para comprar equipamentos e promover “melhorias capazes de ampliar a produção.”

“A poucas semanas da eleição, Lula resolveu: perdoar dívidas de MEIs, cortar imposto na gasolina e aumentar o Bolsa Família. É a tentativa de compra de votos mais escrachada da história,” afirmou a deputada federal eleita Marina Helena, na rede X,

Se o Congresso não aprovar o projeto de lei, alegando que não é possível abrir mão da arrecadação ou que o PixMEI é rasgar dinheiro público, pouco importa. Lula já inseriu o assunto em sua campanha eleitoral. E o tom eleitoreiro ainda ficou evidente no final da apresentação do presidente nesta terça, 13 de outubro.

“Parece que, depois de todas as manifestações na rua deste Brasil, o partido do PL resolveu votar o fim da escala 6×1. Eu, de vez em quando, fico pensando, se todo o mal que eu causar a esse país for fazer a direita avançar e atender aos interesses do povo brasileiro, eu vou continuar fazendo isso,” afirmou Lula.

O Antagonista

 

Ministro Fachin arquiva pedido de advogados para investigar e afastar Alexandre de Moraes do STF

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, determinou na sexta-feira (9) o arquivamento de um pedido que solicitava a investigação e o afastamento do ministro Alexandre de Moraes do cargo. A iniciativa havia sido apresentada sete meses antes pelos advogados Paulo Faria e Filipe de Oliveira, que atuam em casos de repercussão nacional, incluindo os do ex-deputado Daniel Silveira e do perito Eduardo Tagliaferro. Os advogados fundamentaram a solicitação em reportagens sobre mensagens trocadas pelo WhatsApp entre Moraes e o empresário Daniel Vorcaro, ex-proprietário do Banco Master. O documento também mencionou um contrato firmado com o banco, cujo valor seria de aproximadamente R$ 130 milhões.

Na avaliação dos autores, os fatos deveriam ser apurados para esclarecer possíveis tentativas de interferência nas investigações, eventual utilização do cargo público para beneficiar interesses privados ou possíveis violações dos deveres inerentes à função de ministro do Supremo. Eles também defenderam o afastamento temporário de Moraes durante a apuração, sob o argumento de que a medida evitaria interferências e ajudaria a preservar a confiança na Corte.

A decisão de Fachin, entretanto, não examinou o mérito das acusações apresentadas contra Moraes. O arquivamento ocorreu por uma questão processual: Segundo o presidente do STF, os advogados não tinham legitimidade para exigir diretamente do tribunal as providências solicitadas por meio daquele requerimento.

Jornal da Cidade Online

 

Lula flerta com crime eleitoral: Distribui dinheiro e perdoa dívidas a 12 dias da eleição

Pacote prevê repasse sem devolução, perdão de dívidas de até R$12,6 bilhões. Há apenas 12 dias da eleição de segundo turno, Lula (PT) resolveu desafiar a legislação e a Justiça, com a certeza de que é inimputável, e anunciou gastos de R$12,6 bilhões para perdoar dívidas de micro e pequenas empresas individuais (MEIs), além de garantir R$5 mil para cada um desses pequenos negócios. A opsoição já reagiu e cassificou a medida como crime eleitoral e tentativa de comprar votos com dinheiro público. A “compra e votos” vista pela oposição é uma coisa batizada de “PixMEI”, com a distribuição R$5 mil por beneficiário. Os recursos públicos serão distribuídos “a fundo perdido”, ou seja, não precisará ser pago.

Segundo as informações divulgadas pelo governo, a prioridade será dada a mulheres com menor faturamento. Ainda não há confirmação sobre quantos empreendedores poderão receber os recursos. Outra proposta prevê o perdão de aproximadamente R$12,6 bilhões em dívidas de microempreendedores individuais inscritas na dívida ativa da União. A medida poderá alcançar cerca de 3,6 milhões de MEIs, mas depende do envio e da aprovação de um projeto de lei pelo Congresso Nacional. Portanto, os débitos não foram cancelados automaticamente com o anúncio.

Diário do Poder

 

Do Brasil que ia decolar, ao velho abismo da corrupção e do comunismo

Não consigo fazer um balanço do governo Lula 3 sem partir do sentimento que ficou com a saída de Jair Bolsonaro. Tínhamos, naquele momento, a perspectiva concreta de um Brasil decolando nos quatro anos seguintes. Bolsonaro, com seu ministro da Economia, havia ajeitado as contas públicas. Estatais que antes sangravam recursos passaram a dar lucro — o Correios é o exemplo mais claro. Havia, ainda, a visão de um Nordeste transformado: a transposição do Velho Chico avançando e um investimento gigantesco em energia eólica. Em suma, um país que tinha tudo para decolar. De repente, apesar das multidões que o acompanhavam por onde ia, Bolsonaro não foi eleito. Para quem já era bolsonarista e para quem acreditava naqueles quatro anos de prosperidade, o sentimento de frustração, de perda e de vazio foi tão profundo que nenhum possível acerto do governo que aí está seria capaz de preencher aquele buraco.

E, coincidentemente — para surpresa de ninguém —, o governo Lula não nos surpreendeu positivamente. Surpreendeu-nos com um comunismo mais descarado e mais ousado do que o socialismo até então anunciado. Sabíamos que Lula era o fruto da teologia da libertação casada com uma USP determinada a empurrar o Brasil para o atraso. Foi exatamente isso que aconteceu: um Lula mais desinibido, numa forma mais comunista e menos disfarçada de socialista.

Pouco tempo depois da posse, já víamos o superloteamento de todos os ministérios — algo que não ocorreu nos quatro anos de Bolsonaro, que manteve um governo enxuto, com poucos ministérios. Estava ali a força de um Estado comunista em ação: lotear tudo o que fosse possível, inflar a máquina, construir um governo gigante. Tudo aquilo que já conhecíamos do passado.

Por isso não dá para apontar o que foi “bom” no governo Lula. Não há um governo Lula diferente daquilo que já vivemos desde o começo do século XXI. Não houve novidade: corrupção, escândalos, inchaço da máquina pública, balcão de negócios e a compra de apoios no Legislativo. O que esse governo fez foi simplesmente aumentar a nossa decepção e a nossa frustração.

Não consigo apontar nada de benéfico. O índice de criminalidade permanece nas alturas. Temos hoje dois grupos considerados terroristas — grupos pátrios, diga-se de passagem — e a insegurança se agrava. O governo Lula contribuiu, em essência, para o aumento da nossa tristeza, da nossa decepção e da nossa insegurança.

Professor Alexandre Bellei. Filósofo

 

Presidente do STF, Edson Fachin convoca diretor geral da PF para discutir o caso Master

A expectativa é que Andrei Rodrigues leve a Fachin um relatório com todas as citações a integrantes da Corte e que ninguém seja poupado. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, terá uma reunião nesta terça-feira, 13, com o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, para discutir as menções aos ministros da Corte supostamente envolvidos no Caso Master. A expectativa é que Andrei leve a Fachin um relatório com todas as citações a integrantes da Corte e que ninguém seja poupado. Assim, a tendência é que Fachin discuta com Andrei eventuais pedidos de providências contra ministros como Alexandre de Moraes, Kassio Nunes Marques, Dias Toffoli e até André Mendonça, autor do pedido de providências contra Moraes.

“A circunstância merece registro, sobretudo porque há inequívoco interesse institucional em que todo e qualquer fato relevante seja rigorosamente apurado, sem exceção de qualquer natureza”, disse Fachin no ofício encaminhado ao diretor-geral da PF.

O Antagonista

Ministro Nunes Marques impõe regras e derruba canal Lulista de Janones acusado de mentir

Presidente do TSE mandou deputado registrar canal do WhatsApp na Justiça Eleitoral como meio de propaganda de Lula. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinou nesta terça-feira (13) que o canal de mensagens que reúne 4 milhões de apoiadores da reeleição de Lula (PT) fique suspenso até que cumpra regras para seguir funcionando no aplicativo WhatsApp, neste 2º turno. O grupo denominado “Exército de Lula” é administrado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) e foi acusado de difundir mentiras contra o adversário da reeleição petista, pela campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL).

Entre as condições impostas por Nunes para o canal seguir ativo, está a obrigação de o “Exército de Lula” ser registrado junto à Justiça Eleitoral como meio oficial de propaganda eleitoral da candidatura do presidente petista. Além disso, determina que a coligação de Lula deverá monitorar o conteúdo do canal, não apagar mensagens e não divulgar temas que atribuíam a Flávio Bolsonaro as supostas intenções de reduzir aposentadorias e benefícios sociais, de retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil; ligações com milícia; ou de cancelar o reajuste do Bolsa Família.

Com os ajustes, o presidente do TSE garante que a coligação de Lula possa ser punida por eventuais novos casos de desinformação, já que os casos denunciados por Flávio como campanha difamatória não foram identificados pelos técnicos da Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação da Justiça Eleitoral, após análise solicitada pelo ministro Nunes Marques, nesta segunda-feira (12).

O presidente do TSE rebateu críticas de que teria determinado censura prévia. “A isonomia exige tratamento equivalente diante de situações equivalentes, com individualização dos registros, dos responsáveis e das decisões aplicáveis a cada caso. Eventuais ordens de retirada ou suspensão dependerão de deliberação específica, observados os mesmos requisitos, independentemente da candidatura beneficiada ou atingida”, disse Kassio Nunes Marques.

A decisão ainda ordena que os responsáveis pelo aplicativo WhatsApp tomem “medidas de acompanhamento proativo das publicações do canal e dos demais canais públicos de grande alcance indicados pelas campanhas”.

O ministro Nunes Marques reagiu à inédita decisão do corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, de suspender na tarde do domingo (11) a decisão do presidente do TSE tomada horas antes. A decisão do ministro Cueva restaurou no WhatsApp o grupo que a oposição ao presidente petista classificou como “canal de mentiras” de apoiadores de Lula contra Flávio Bolsonaro.

Diário do Poder