Eleições: prazo para convenções partidárias começa nesta segunda-feira (20)

Começa nesta segunda-feira (20) o prazo para os partidos políticos fazerem suas convenções. Essa é uma das etapas mais importantes do período eleitoral, pois é nas convenções que os partidos definem seus candidatos aos cargos em disputa. Os partidos terão até o dia 5 de agosto para realizarem suas convenções e enviarem as informações dos candidatos e seus respectivos números para o TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Esse envio é feito através do Módulo Externo do Sistema de Candidaturas pela internet. Além da escolha dos representantes dos partidos nas eleições, são sorteados os números com os quais cada candidato concorrerá. O partido tem direito a manter o número de legenda usado na eleição anterior.

 Os candidatos têm o direito de manter o número que usaram na eleição anterior para o mesmo cargo. Também é na convenção que o partido formaliza coligação com um ou mais partidos. Em 2026, os eleitores vão votar para os cargos de presidente da República, governador, senador, deputado federal e deputado estadual (ou distrital, no caso do Distrito Federal). Este ano, os partidos deverão fazer convenções estaduais, para escolha de candidatos a governador, vice-governador, senador e suplentes, deputados federais, estaduais e distritais. A convenção nacional decide os candidatos a presidente e vice-presidente da República, ou a participação em uma coligação nacional.

Partidos que já marcaram convenções nacionais

  • Partido Democrático Trabalhista (PDT) – 20 de julho
  • Partido Liberal (PL) – 25 de julho
  • Partido Social Democrático (PSD) – 26 de julho
  • Movimento Democrático Brasileiro (MDB) – 27 de julho
  • Partido Novo (Novo) – 27 de julho
  • Partido Comunista do Brasil (PCdoB) – 30 de julho
  • Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) – 31 de julho
  • Partido Verde (PV) – 31 de julho
  • Missão – 1º de agosto
  • Partido da Causa Operária (PCO) – 1º de agosto
  • Partido Socialista Brasileiro (PSB) – 2 de agosto
  • Partido dos Trabalhadores (PT) – 2 de agosto

Fonte: UOL NOTÍCIAS

Pane no motor de avião que transportava o deputado Hildo Rocha falha e aterrissa em Timon

Um avião que levava o deputado federal Hildo Rocha (MDB-MA) precisou realizar um pouso forçado na tarde deste sábado (18), em uma fazenda de soja localizada no município de Timon, no leste do Maranhão, região que faz divisa com o Estado do Piauí. Apesar do incidente, nenhum dos ocupantes sofreu ferimentos. De acordo com o parlamentar, a aeronave transportava, além dele, dois assessores e dois pilotos. O avião sofreu apenas pequenas avarias durante a aterrissagem, sem registro de vítimas. A viagem havia começado em Bacabal, no interior maranhense. O plano de voo previa uma parada em Teresina (PI) para reabastecimento antes da continuação do trajeto até Balsas, no sul do Maranhão.

Em publicação nas redes sociais, Hildo Rocha tranquilizou seus seguidores e afirmou que o episódio não comprometerá seus compromissos oficiais.

“Foi apenas um susto”, afirmou o deputado, em postagem no Instagram. “Faz parte da vida, minha agenda continua normalmente.”

Posteriormente, o parlamentar detalhou que a aeronave apresentou uma falha durante o voo. Segundo ele, um dos motores deixou de funcionar quando o avião sobrevoava a região de Timon, tornando necessária a realização do pouso forçado pelos pilotos. A manobra foi executada com segurança, permitindo que todos os ocupantes deixassem a aeronave sem qualquer ferimento. O incidente resultou apenas em danos leves ao avião, e a agenda do deputado foi mantida normalmente após o ocorrido.

Jornal da Cidade Online

 

Jornal a Bola de Portugal monta seleção das decepções da Copa com CR7, Neymar e Neuer

O jornal A Bola, de Portugal, montou uma seleção de decepções da Copa do Mundo com 23 “convocados”. A lista inclui estrelas como Cristiano Ronaldo, Neuer e Neymar, além de outros dois brasileiros. A escalação “titular” das decepções da Copa tem Cristiano Ronaldo no ataque. O jornal justifica dizendo que: “Os números [três gols] mascaram uma campanha desapontante. Procurou o jogo, mas ficou longe da zona onde ainda pode fazer diferença”. Gabriel Magalhães é o único brasileiro na lista dos 11 iniciais da seleção das decepções. “Esteve ligado aos pontos mais baixos da seleção canarinho. Saibari e Haaland o venceram nos duelos decisivos contra Marrocos e Noruega, respectivamente”, escreveu o jornal.

Neymar aparece na lista dos “reservas”.

Na avaliação do jornal, ele “começou a competição lesionado e jogou apenas 14 minutos antes de assumir o ataque na reta final do jogo pelas oitavas de final. Marcou um gol, se envolveu em um bate-boca e… foi eliminado”.

Raphinha é o terceiro brasileiro presente entre os “convocados”.

“Era esperado que assumisse a liderança da seleção brasileira ao lado de Vinícius, mas o desempenho contra Marrocos e Haiti foi pobre. Perdeu o resto da competição devido a uma lesão”, escreveu o jornal.

Neuer foi mais um entre os atletas que decepcionaram na Copa.

“Voltou à seleção para disputar a Copa, mas decepcionou. Sofreu gols em todos os jogos, incluindo contra Curaçao, e saiu mal na foto no jogo contra o Equador”, disse o A Bola.

Seleção das decepções (segundo A Bola)

Time titular
Fernando Muslera (Uruguai); Joshua Kimmich (Alemanha), Gabriel Magalhães (Brasil), Piero Hincapié (Equador) e Josko Gvardiol (Croácia); Jamal Musiala (Alemanha), Federico Valverde (Uruguai) e Bruno Fernandes (Portugal); Leroy Sané (Alemanha), Heung-Min Son (Coreia do Sul) e Cristiano Ronaldo (Portugal).

Reservas
Neuer (Alemanha), Declan Rice (Inglaterra), Scott McTominay (Escócia), Kokçu (Turquia), Bernardo Silva (Portugal), Antoine Semenyo (Gana), Kenan Yildiz (Turquia), Neymar (Brasil), Arda Güler (Turquia), Viktor Gyokeres (Suécia), Jérémy Doku (Bélgica) e Raphinha (Brasil).

UOL NOTÍCIAS

 

 

Quando a Ajuda Esquece Seu Propósito

                                                                                                                                                                    David Gertner

A solidariedade é uma das maiores virtudes humanas. Mas, quando perde de vista seu verdadeiro objetivo, pode produzir exatamente o contrário do que pretendia alcançar.

É difícil encontrar alguém que seja contra ajudar quem precisa. A solidariedade está entre as mais nobres expressões da condição humana. É ela que sustenta famílias em momentos de crise, mobiliza comunidades diante de tragédias e inspira sociedades a proteger aqueles que, por diferentes razões, perderam temporariamente a capacidade de seguir adiante sozinhos.

Talvez por isso façamos tão poucas perguntas sobre ela. A principal é desconcertante em sua simplicidade: toda ajuda realmente ajuda? Boas intenções, por si sós, não garantem bons resultados. Entre aquilo que pretendemos fazer e aquilo que efetivamente acontece existe um elemento frequentemente negligenciado: a maneira como as pessoas respondem aos incentivos que criamos.

Economistas costumam ilustrar esse fenômeno por meio do chamado Efeito Cobra. Segundo uma história amplamente difundida, durante o domínio britânico na Índia foi oferecida uma recompensa por cada cobra venenosa morta. A intenção era reduzir sua população. O incentivo, porém, levou algumas pessoas a criar cobras apenas para abatê-las e receber o pagamento. Quando o programa foi encerrado, os animais foram soltos, e o problema tornou-se ainda maior. Independentemente da precisão histórica do episódio, a expressão permaneceu porque descreve um fenômeno recorrente: incentivos mal concebidos frequentemente produzem consequências opostas às desejadas.

Essa lógica está longe de se restringir à economia. Ela aparece sempre que avaliamos uma ideia apenas pela nobreza de sua intenção, sem considerar os comportamentos que ela incentiva. Pais que removem todos os obstáculos do caminho dos filhos podem, sem perceber, privá-los da oportunidade de desenvolver autonomia e resiliência. Empresas que eliminam sistematicamente a responsabilidade individual tendem a sufocar a iniciativa. Programas sociais concebidos para enfrentar dificuldades temporárias podem fracassar quando deixam de construir caminhos para que seus beneficiários um dia não precisem mais deles.

O mesmo princípio vale na direção oposta. Subsídios permanentes a empresas, incentivos fiscais mal desenhados, protecionismos excessivos e privilégios corporativos também podem criar dependências difíceis de desfazer. O problema não está em quem recebe a ajuda, mas na forma como ela altera escolhas, expectativas e comportamentos. Nada disso diminui a importância da assistência. Há momentos em que ela é indispensável e representa uma obrigação moral de qualquer sociedade civilizada. O erro não está em ajudar. Está em esquecer por que ajudamos.

A finalidade da solidariedade nunca foi administrar a dependência. Sempre foi restaurar a autonomia. Essa talvez seja uma das mais discretas contradições humanas. Com frequência confundimos compaixão com tutela, proteção com substituição e cuidado com controle. Fazemos isso quase sempre movidos pelas melhores intenções.

Talvez exista uma pergunta capaz de orientar qualquer forma de ajuda, seja ela pessoal, institucional ou governamental: ela está ampliando a liberdade de quem a recebe ou tornando essa ajuda cada vez mais indispensável? A resposta revela muito mais do que a eficácia de uma política pública, de um programa social ou de uma decisão familiar.

Autonomia não é o oposto da solidariedade. É o seu destino.

*David Gertner, Ph.D. é escritor, ensaísta e professor universitário aposentado. Autor de IA e Eu, disponível na Amazon, e de dezenas de ensaios sobre sociedade, comportamento e política. 

 

 

 

O Brasil precisa de negociação e entendimento, e não de uma guerra de narrativas

*Por Jayme Rizolli

A diplomacia sempre foi uma das ferramentas mais valiosas de qualquer nação. Quando interesses econômicos entram em conflito, espera-se que os chefes de Estado busquem construir pontes, reduzir tensões e proteger os interesses de seus cidadãos. Foi por isso que chamou atenção a declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao afirmar que pretende enfrentar o presidente norte-americano Donald Trump por meio de uma “guerra da narrativa” e da “guerra da verdade”, durante a crise provocada pela imposição de tarifas de 25% sobre parte das exportações brasileiras. A fala ocorreu justamente quando empresários, produtores rurais, industriais e trabalhadores aguardam sinais de uma solução negociada para evitar prejuízos ainda maiores à economia brasileira.

Naturalmente, todo governo tem o direito de defender sua versão dos fatos perante a comunidade internacional. A comunicação faz parte da política. A narrativa também. Mas nenhuma narrativa substitui a diplomacia. Nenhum discurso substitui uma mesa de negociação. Nenhuma vitória retórica abre mercados fechados ou reduz tarifas comerciais. Enquanto governos discutem versões, empresas calculam perdas. Enquanto discursos ganham manchetes, exportadores renegociam contratos, investidores adiam decisões e milhares de trabalhadores convivem com a incerteza. É justamente nesses momentos que se espera serenidade.

Os Estados Unidos continuam sendo um dos principais parceiros comerciais do Brasil. Independentemente de quem ocupe a Casa Branca ou o Palácio do Planalto, trata-se de uma relação construída ao longo de décadas e que movimenta bilhões de dólares, gera empregos e influencia diretamente diversos setores da economia nacional. Por isso, transformar um impasse comercial em uma disputa de narrativas pode até produzir efeitos políticos internos, mas dificilmente resolverá o problema que preocupa quem produz, exporta e emprega. A diplomacia existe exatamente para evitar que divergências comerciais se transformem em confrontos permanentes. Governos mudam. Interesses nacionais permanecem.

Mais importante do que convencer a opinião pública internacional sobre quem tem razão é encontrar caminhos que preservem empresas brasileiras, protejam empregos e restabeleçam um ambiente de confiança entre dois países que possuem relações históricas de cooperação. Nenhum produtor rural vende mais soja porque um discurso foi aplaudido. Nenhuma indústria amplia suas exportações porque venceu uma batalha retórica. Nenhum trabalhador mantém seu emprego apenas porque seu governo acredita ter vencido a guerra da comunicação. Os resultados concretos surgem quando prevalecem o diálogo, a inteligência diplomática e a capacidade de negociação.

O Brasil é muito maior do que qualquer governo. Sua economia é muito mais importante do que qualquer disputa ideológica. E seus cidadãos esperam que seus representantes priorizem soluções práticas, não confrontos verbais.

A história demonstra que grandes nações não se fortalecem pelo volume de suas declarações, mas pela capacidade de defender seus interesses com firmeza, equilíbrio e inteligência. Narrativas passam. Discursos são esquecidos. Mas as consequências econômicas de decisões mal conduzidas permanecem por muitos anos. O Brasil precisa de negociação. E, neste momento, talvez essa seja a melhor narrativa que o mundo espera ouvir.

*Jayme Rizolli

Jornalista.

 

Hostil aos EUA como meta de campanha, Lula abaixa cabeça para o tarifaço chinês de 67%

O governo Lula (PT) trabalhou claramente pelo tarifaço de 25%, valioso para campanha de reeleição, e aproveitou para esconder dos brasileiros os 67% impostos pela China à carne bovina exportada pelo Brasil. A conclusão é óbvia: a negligência não foi só frente ao tarifaço dos Estados Unidos. É sistêmica. Adotar populismo antiamericano e silenciar diante do tarifaço da China, que afeta diretamente o agronegócio — motor da economia — revela viés ideológico e não “defesa da soberania”.

Como cordeirinho

Em vez de negociar, Lula atacou Trump, atribuiu o tarifaço a opositores, para xingá-los “traidores da pátria, mas nada diz sobre a China.

Tortura chinesa

Enquanto os EUA adicionam 25% às tarifas, a China foi cruel, taxando violentamente o principal item de exportação do Brasil para aquele país.

Silêncio de tiete

A China impõe à carne cota anual baixa, atingida em junho, e adiciona sobretaxa de 55%. Total: 67%. Tiete da ditadura chinesa, Lula se calou.

Ninguém merece

Nos dois casos, o País paga a conta por depender excessivamente de commodities e pelo governo negligente, populista e eleitoreiros no poder.

Coluna do Claudio Humberto

 

“Recado claro” transmitido pela embaixada dos Estados Unidos ridiculariza chanceler do Lula

As declarações absurdas do chanceler de Lula, Mauro Vieira, receberam como resposta um ‘recado claro’ da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil.

O tal “recado claro” foi um aviso oficial publicado pela Embaixada dos EUA, em português. O texto informa que o governo Trump já designou 20 grupos perigosos do hemisfério como terroristas, impedindo o acesso deles ao sistema financeiro. Isso contraria o discurso oficial do Itamaraty sobre supostas ameaças de invasões militares na América Latina.

O recado está dado. E enquanto isso, o irresponsável chanceler brasileiro foge de prestar declarações e falar a verdade no Congresso Nacional.

Jornal da Cidade Online

 

Donald Trump e as urnas eletrônicas brasileiras

 

*Por José J. de Espíndola

“Que não haja dúvidas sobre o motivo [das tarifas]: o presidente Lula e seu governo não negociaram com os EUA de boa-fé. Suas políticas econômicas são ruins para os americanos e ruins para os brasileiros. Durante o último ano, Lula priorizou seu próprio ego em detrimento de um acordo que vise o bem-estar do povo brasileiro, e essas tarifas são o preço a pagar por isso.” (Marco Rubio, Secretário de Estado dos Estados Unidos)

Eu me lembro! Estava eu acompanhando a apuração das eleições de 2014. A apuração estava quase no fim. Aécio estava à frente de Dilma, quando o sistema saiu do ar. Logo veio a notícia de que o ministro Dias Toffoli, então presidente do TSE (Tribunal Superior Federal), estava se dirigindo ao Tribunal. Sim, ele mesmo, “o amigo do amigo do meu pai” da lista de propinas da Odebrecht e ministro Tayayá do STF de Vorcaro, estava se dirigindo ao TSE… Pouco tempo depois o sistema voltou a operar e (SURPRESA! SURPRESA!) Dilma Rousseff, do PT e exemplar único no mundo da espécie “mulher sapiens”, aparecia agora à frente de Aécio Neves. Lembro que Aécio, inconformado, tentou entrar na Justiça, mas logo desistiu. Desistiu porque, no caso, não havia Justiça e porque, por mais que os doutos (e põe doutos nisso!) ministros do STF (Supremo Tayayá Federal) jurem, o sistema de urnas eletrônicas usado pelo TSE, NÃO É AUDITÁVEL. Repito, assumindo o risco de ser abordado às 06 horas da manhã pela Gestapo do Alexandre de Moraes, comensal de Vorcaro e Ditador Judicial da República: o Sistema de urnas eletrônicas usadas pelo TSE NÃO É AUDITÁVEL! Uma vez colocado o seu voto em uma das urnas, ele desaparece sem deixar traços!

Penso que Aécio foi convencido disso, sem muito esforço e desistiu de uma ação judicial. Não adiantava mesmo! Dilma Rousseff, como sabemos, foi empossada pelo mesmo TSE de Toffoli e (des)governou o Brasil por mais dois anos, gerando (com o auxílio poderoso de Guido Mantega, seu Ministro da Fazenda), a maior destruição dos parâmetros macroeconômicos da História do Brasil, até que foi impichada pelo conjunto da obra.

Já que falei em Guido Mantega, ele está de volta ao cenário político petista. O ex-ministro da Fazenda de Dilma, Guido Mantega, atuou como consultor e principal articulador político do BANCO MASTER, presidido por DANIEL VORCARO. Recebendo cerca de R$ 1 milhão mensais, o papel de Mantega envolveu garantir acesso direto ao Palácio do Planalto (diga-se, a Luiz Ignorácio Lula da Çilva), defender o banqueiro em grupos PETISTAS e auxiliar em questões regulatórias e investigações sobre o banco.

Nossas urnas eletrônicas não possuem sistema FÍSICO de auditagem. Note-se que foi o SISTEMA FÍSICO DE AUDITAGEM, junto às urnas eletrônicas, que escancarou ao mundo a farsa da vitória de Nicolás Maduro nas eleições de 28/07/2024 da Venezuela. Não fora o sistema físico de auditagem naquelas urnas, até hoje não se teria certeza da fraude eleitoral que indicou Nicolás Maduro como vitorioso.

Mas, a auditagem física das urnas para o TSE é algo inadmissível. Lembram de Luiz Roberto Barroso, então presidente do TSE em 2021? Muniu-se de uma série de falsidades, mentiras e advertências para impedir a auditagem física das nossas urnas eletrônicas! Um crime contra a lisura das eleições no Brasil. Este indivíduo está, hoje e por boas razões, impedido de entrar nos Estados Unidos. Não deve ser por pouca coisa!

Tudo me leva a crer que Trump e sua equipe está bem a par desta malandragem que permite ao TSE decidir quem ganhará as próximas eleições. Aguardo, ansioso, novas ações em favor da lisura eleitoral emanadas dos Estados Unidos. Por enquanto, recomendo assistir ao vídeo abaixo:

José J. de Espíndola

Engenheiro Mecânico pela UFRGS. Mestre em Ciências em Engenharia pela PUC-Rio. Doutor (Ph.D.) pelo Institute of Sound and Vibration Research (ISVR) da Universidade de Southampton, Inglaterra

 

Presidente Trump expõe ao mundo relatório da CIA e revela fraude em urnas eletrônicas na Venezuela

O presidente dos EUA, Donald Trump (Partido Republicano), afirmou em pronunciamento que a CIA (Agência Central de Inteligência) identificou um plano do governo de Nicolás Maduro (PSUV, esquerda) para manipular votos a seu favor nas eleições do país. “Existia um complô específico para favorecer enormemente o corrupto regime da Venezuela”, declarou Trump.

A declaração veio acompanhada da divulgação de documentos da agência por ordem do presidente norte-americano. Os registros indicam que o chavismo dispunha, desde 2012, de mecanismos para alterar até 1,5 milhão de votos. A análise da CIA, datada de 29 de junho de 2026, baseia-se em informações coletadas ao longo de quase duas décadas sobre a capacidade de (Caracas Inteligência) e o CNE (Conselho Nacional Eleitoral) podiam alterar resultados por meio de máquinas pré-programadas, concentradas em zonas de maior peso chavista.

A técnica descrita envolvia a criação de um 2º conjunto de máquinas virtuais que replicava os resultados legítimos e, em seguida, substituía os dados por versões manipuladas, mantendo a aparência de votos originados em equipamentos regulares. A investigação remete às eleições de 2012, quando Hugo Chávez (PSUV, esquerda), já doente, derrotou Henrique Capriles. O período pré-eleitoral foi marcado por gasto público estimado em US$ 70 bilhões. Após o resultado, no qual Chávez venceu por cerca de 1,6 milhão de votos, fontes relataram à CIA que Chávez teria parabenizado sua equipe pela implementação do plano de manipulação. Os planos previam o uso de máquinas alteradas em aproximadamente 300 centros de votação para garantir vitória por cerca de 1,5 milhão de votos.

Jornal da Cidade Online

 

Impiedoso e voraz, Alexandre de Moraes desrespeita a dignidade humana e afronta o Estatuto da OAB

O ministro Alexandre de Moraes suspendeu as visitas do senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, a seu pai, o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro, que cumpre pena em prisão domiciliar. Sem adentrar no mérito da condenação, que considero injusta — assim como entendeu o ministro Fux, ao votar pela absolvição de todas as acusações relativas à alegada trama golpista —, é fato, de conhecimento de todos, que a maioria da Turma o condenou. Voltando ao tema, a suspensão do direito de visita de Flávio Bolsonaro, pelo prazo de noventa dias — que, coincidência ou não, se encerra após o primeiro turno das eleições —, deu-se em razão do pré-candidato ter lido, em vídeo publicado nas redes sociais, carta escrita à mão por seu pai. Segundo o entendimento do ministro, houve desrespeito à sua decisão, que vedava ao ex- presidente utilizar as redes sociais, direta ou indiretamente, de modo que a divulgação do vídeo caracterizaria desvio de finalidade do direito de visita.

O ministro consignou que o “sentenciado [Jair Bolsonaro] tinha plena ciência de que sua carta seria divulgada em redes sociais, o que configuraria igualmente desrespeito à medida cautelar a que está submetido”. Afirmou, ainda, que a divulgação da carta pode configurar propaganda eleitoral antecipada e determinou que o fato seja investigado pelo Ministério Público Eleitoral. A meu ver, a decisão afronta direitos e garantias do condenado estabelecidos na Lei de Execução Penal.

A referida lei, em seu artigo 41, elenca os direitos dos presos, entre os quais, no inciso X:

X – visita do cônjuge, da companheira, de parentes e amigos em dias determinados.

Importante destacar que a expressão “dias determinados” visa à segurança e à organização dos presídios — realidade distinta da de Jair Messias Bolsonaro, que se encontra em prisão domiciliar em razão de seu estado de saúde. Impedir que seu filho o visite é desrespeitar um direito do preso e, por consequência, o princípio da dignidade da pessoa humana.

Já o inciso XV assegura ao preso o contato com o mundo exterior por meio de correspondência escrita, da leitura e de outros meios de informação que não comprometam a moral e os bons costumes.

O que Flávio Bolsonaro fez foi exatamente exercer o permissivo legal que assegura a Jair Bolsonaro a comunicação com o mundo exterior, ao ler, em vídeo, a carta escrita de próprio punho por seu pai.

Vale lembrar que Flávio Bolsonaro, além de filho, é advogado de seu pai, devidamente constituído nos autos. Impedir o contato do advogado com seu cliente — pouco importando que este seja seu pai — afronta o art. 7º, III, do Estatuto da Advocacia, que assegura ao advogado comunicar-se com seus clientes, pessoal e reservadamente, ainda que presos.

Por outro lado, a insinuação de que a divulgação da carta configuraria propaganda eleitoral antecipada não se sustenta. Senão, vejamos.

Em síntese, a carta do ex-presidente convoca as pessoas a deixarem de lado eventuais diferenças e afirma que seu pré-candidato é também seu porta-voz, em quem confia para resgatar o Brasil e conduzi-lo à paz e à prosperidade.

Isso apenas retrata o que todos já sabem: o apoio de um pai a um filho pré-candidato. Não há, nem houve pedido de votos. Entender que essa manifestação configura campanha eleitoral antecipada implicaria admitir que todo parlamentar que declara apoio a um pré-candidato estaria, da mesma sorte, praticando propaganda eleitoral extemporânea.

Tenho Dito!!!

*Bady Elias Curi

Advogado fundador d