Por que a Rede Globo hoje é controlada por duas empresas inexpressivas?

Vamos aos fatos. De acordo com documentos fornecidos pela Junta Comercial do Estado de São Paulo, os irmãos Roberto Irineu Marinho, João Roberto Marinho e José Roberto Marinho, donos da Rede Globo, assumiram em 8 de junho de 2005 o controle da sociedade 296 Participações S/A, criada por Eduardo Duarte, em 2000. Trata-se de um advogado paulista, dedicado à prestação de serviços de legalização e regularização de quaisquer tipos de sociedades nas principais capitais do Brasil. Ou seja, criador de empresas-laranjas. E a inexpressiva S/A 296 tinha sede no centro de São Paulo e capital inicial de apenas R$ 1 mil.

Detalhe revelador: antes mesmo de adquirir os direitos da 296 Participações S/A, Roberto Irineu Marinho presidiu ilegalmente a mesa dos trabalhos de uma Assembleia Geral Extraordinária em 8 de junho de 2005, quando o advogado Eduardo Duarte, então presidente, atuou como simples secretário, contrariando frontalmente o artigo 13º do Estatuto Social, que em seu parágrafo 1º determina que a Assembleia Geral seja presidida pelo diretor-presidente, que no caso era o sr. Eduardo Duarte. Somente após a renúncia do sócio-presidente é que poderia assumir o presidente adquirente da sociedade, que então realmente passaria a presidir os trabalhos.

CAPITAL EM EXPANSÃO – Miraculosamente, como num passe de mágica, o capital inicial da sociedade, que era de apenas R$ 1 mil, dois meses depois, a partir de 31 de agosto de 2005, passou a beirar os R$3 bilhões, sob o comando dos irmãos Marinho.

Concomitantemente, no Rio de Janeiro, na Avenida Afrânio de Melo Franco, nº 135, onde funcionava e funciona o Grupo Globo e para onde foi transferida a sede da ex-296 Participações S/A, aconteceu algo inédito e que merece a atenção das autoridades, não obstante o tempo transcorrido, porque envolve a transferência do controle acionário total de uma importantíssima empresa concessionária da exploração de serviços de televisão. E essa transferência foi feita à margem da lei, com a concessão sendo ilegalmente outorgada a sociedades empresariais antes inexistentes e com nomes desconhecidos no mercado especializado.

SOCIEDADES GÊMEAS – 296 E 336 PARTICIPAÇÕES S/A – De acordo com o Diário Oficial, mais coisas estranhas e misteriosas continuaram a ocorrer no Grupo Globo, cuja sede de repente passou a abrigar mais uma empresa pertencente ao mesmo advogado paulista Eduardo Duarte, que poucos dias antes havia vendido aos irmãos Marinho a 296 Participações S/A.

Diz a ata da Assembleia que a empresa 336 Participações S/A, também de propriedade de Eduardo Duarte, com idêntico capital de apenas R$ 1 mil e que nada tinha a ver com o Grupo Globo, mesmo assim estava instalada e realizou uma Assembléia Geral Extraordinária (AGE) na própria sede do conglomerado dos irmãos Marinho, na Avenida Afrânio de Melo Franco, 135, Leblon, Rio de Janeiro.

NA SEDE DA GLOBO – Realmente, a ata revela que no dia 25 de julho de 2005, no edifício-sede do grupo Globo, os sócios da 336 Participações S/A, em Assembleia Geral Extraordinária aberta pelo seu presidente, Eduardo Duarte, e secretariada por Simone Burck Silva, sócia-diretora, transferiram seus direitos acionários da 336 aos irmãos Roberto Irineu Marinho, João Roberto Marinho e José Roberto Marinho. No ato, deram “a mais plena, ampla, geral, irrevogável e irretratável quitação, para nada mais reclamar em juízo ou fora dele, a qualquer título”.

Quer dizer, apenas 47 dias depois de venderem a 296 Participações S/A para os irmãos Marinho, os laranjeiros Eduardo Duarte e Simone Burck Silva venderam para os mesmos compradores uma outra empresa idêntica, com o mesmo capital inexpressivo de R$ 1 mil.

MISTÉRIOS… – Tudo causa estranheza nessas transações, especialmente a rapidez com que as aquisições societárias aconteceram e o fato inusitado de a 336 Participações S/A, criada pelo advogado paulista Eduardo Duarte no Rio de Janeiro, estar funcionando no endereço do fechado Grupo Globo, agora junto com sua irmã gêmea, a 296 Participações S/A, que a esta altura já tivera sua denominação alterada pelos irmãos Marinho.

Como se não bastasse, em 21 de novembro de 2005, na sede da 336 Participações S/A, ou seja, no edifício do Grupo Globo, em nova Assembleia Geral, agora presidida por João Roberto Marinho e secretariada por Roberto Irineu Marinho, foram aprovadas a mudança da denominação social da companhia para JRM 1953 Participações S/A e a não explicada renúncia/transferência dos direitos do diretor-presidente Roberto Irineu e do vice-presidente José Roberto para o irmão João Roberto Marinho.

Através desta Assembleia, João Roberto Marinho assumiu o controle total da companhia que leva suas iniciais e seu ano de nascimento, tendo como diretor (sem denominação específica) Jorge Luiz de Barros Nóbrega, um antigo e conceituado funcionário do Grupo Globo.

AUMENTO DE CAPITAL – Sem delongas, em 15 de fevereiro de 2006, três meses após assumir o controle acionário da JRM 1953 Participações S/A (ex-336 Participações S/A, de Eduardo Duarte), em nova Assembleia foi aprovado o aumento de seu capital social, que era de irrisórios R$ 1 mil e passou para mais de 1,78 bilhão, subscrito e integralizado pelo acionista João Roberto Marinho.

Foi assim que duas sociedades inexpressivas e descapitalizadas, mas com CNPJs verdadeiros e registrados na Receita Federal e legalizadas nas Juntas Comerciais, com capital inicial de R$ 1 mil, foram transformadas em sociedades bilionárias e controladoras das emissoras que formam a Rede Globo de Televisão. Um assunto misterioso e inexplicável, que merece cuidadosa análise dos órgãos da Presidência da República, do Ministério das Comunicações e da Receita Federal, além do Ministério Público Federal, é claro.

Qual será a explicação para tamanha e tortuosa criatividade societária, que, salvo engano, afeta diretamente o objeto de importantíssimas concessões públicas?

Afinal, essas concessões foram outorgadas a cidadãos brasileiros para que, com responsabilidade e espírito público, promovessem a prestação de serviços de sons e imagens de qualidade, com foco na informação isenta, na cultura e na educação, conforme determina a legislação.

P.S. 1 – Se as publicações no Diário Oficial estiverem erradas, por favor, ficamos no aguardo de esclarecimentos para as devidas correções.

P.S. 2 – É bom registrar que as alterações societárias ocorreram justamente em 2005, quando se avolumavam as dívidas do conglomerado dos irmãos Marinho, que bateu às portas do BNDES em 2004, mas a gestão de Carlos Lessa e Darc Costa não liberou um único centavo. Na negociação, o Grupo Globo foi representado pela economista Maria Silvia Bastos Marques, que no começo do governo Temer acabou virando presidente do BNDES, vejam como o mundo dá voltas.

P.S. 3 – O assunto é intrigante, instigante e inquietante.

(Texto de Carlos Newton. Jornalista)

Publicada originalmente em 29 de novembro de 2017 na Tribuna da Internet

 

Gilmar Mendes manda soltar ex-governadores Anthony e Rosinha Garotinho processados por desvio de dinheiro público

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, decidiu nesta quinta-feira (31/10) soltar os ex-governadores do Rio de Janeiro Anthony e Rosinha Garotinho. No lugar da prisão, determinou medidas cautelares.

O casal tinha sido preso nesta quarta (30)

O casal está proibido de manter contato com outros investigados ou testemunhas. Também deve entregar os passaportes e não pode sair do país sem autorização judicial.

Além disso, deve comparecer mensalmente à Justiça até o quinto dia útil de cada mês, onde precisa comprovar o local de residência.

Na terça-feira (29), a 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro revogou, por dois votos a um, liminar em Habeas Corpus ao casal Garotinho, ambos ex-governadores do estado. Foi a quinta vez que Anthony Garotinho esteve preso desde 2016.

Em setembro, os Garotinhos foram presos preventivamente por risco de alguma interferência nas investigações, inclusive com ameaças a testemunhas.

Eles são investigados por ilegalidades nos contratos celebrados entre a Prefeitura de Campos dos Goytacazes (RJ) e a Odebrecht, para a construção de casas populares dos programas.

A defesa do casal Garotinho, feita pelos advogados Vanildo José da Costa Junior e Eugênio José Guilherme Aragão, disse que “as prisões não foram motivadas por qualquer tipo de condenação nesse processo”. “O mérito ainda será analisado definitivamente.”

“Garotinho e Rosinha foram privados de liberdade com base em supostas ameaças relatadas por uma testemunha que jamais conseguiu prová-las. Não custa lembrar que essa mesma testemunha mudou seu depoimento cinco vezes e foi considerada, no passado, uma testemunha sem fé pública pelo então ministro do TSE Luiz Fux.”

Assim, ao conceder o HC, “o ministro Gilmar Mendes salientou que não há qualquer motivo fático concreto para as prisões, usando argumentos fundamentados na Constituição brasileira”.

Consultor Jurídico

 

A hipocrisia da esquerda brasileira que apoia as ditaduras cubana e venezuelana

Curioso. A esquerda autoritária é contra o AI-5 (eu também sou contra), mas é a favor das ditaduras cubana, venezuelana e de todas as outras de esquerda (eu sou totalmente contra ditaduras).

Apesar do Presidente Bolsonaro ter declarado que quem falar em AI-5 está sonhando, até a ecologista de araque, ex-candidata à presidente da República, a favor de todas as pautas do Foro de São Paulo e que só aparece de quatro em quatro anos, fantasiada de seringueira pobre, resolveu abrir uma exceção e defender a “democracia”, que para essa gente doente só existe quando eles ou sua turma estão no poder.

Já o Zé Dirceu diz que vai TOMAR o poder e a esquerda aplaude.

Ameaçam incendiar o Brasil e a esquerda aplaude.

O STF ameaça soltar o Lula e acabar com a Lava Jato e a esquerda aplaude.

Deixem de ser hipócritas.

E cada parlamentar, de esquerda, centro ou direita, tem o direito de expressar a sua opinião.

O eleitor, com o seu voto, vai demonstrar se concorda ou não com ele.

Esquerda, acorda!

A direita no Brasil derrotou a esquerda e não vai deixar quem perdeu levar no tapetão

Lucia Sweet

Jornalista

 

São Luís está entre as 09 capitais em situação fiscal difícil ou crítica, diz a Firjan

Receita gerada localmente não é suficiente nem para custear a estrutura administrativa. 74% dos municípios estão em situação difícil ou crítica e rigidez de orçamento com gastos de pessoal é um problema.

O Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF) revela que 1.856 cidades brasileiras não se sustentam, já que a receita gerada localmente não é suficiente nem para custear a Câmara de Vereadores e a estrutura administrativa da Prefeitura. Em média, esses municípios gastaram, em 2018, R$ 4,5 milhões com essas despesas e geraram apenas R$ 3 milhões de receita local.

O estudo é elaborado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), com base em dados fiscais oficiais de 2018, e aponta que 3.944 municípios (73,9% do total analisado) registram situação fiscal difícil ou crítica, incluindo nove capitais: Florianópolis, Maceió, Porto Velho, Belém, Campo Grande, Natal, Cuiabá, Rio de Janeiro e São Luís. Foram avaliadas pelo IFGF as contas de 5.337 cidades, que declararam suas contas à Secretaria do Tesouro Nacional até a data limite prevista em lei e estavam com os dados consistentes. Nelas, vive 97,8% da população.

A análise geral dos dados mostra que o indicador de Autonomia – que verifica a relação entre as receitas oriundas da atividade econômica do município e os custos para manutenção da estrutura administrativa – teve o pior resultado. A Firjan destaca que, para garantir pelo menos a autonomia em relação aos custos de existência, seria preciso que as cidades que não se sustentam aumentassem os recursos próprios em 50%. Porém, de acordo com os cálculos do estudo, isso é pouco provável especialmente no cenário em que elas experimentaram aumento real de apenas 9,6% de sua receita local nos últimos cinco anos.

O segundo principal problema das cidades, de acordo com o IFGF, é a alta rigidez do orçamento por conta dos gastos com pessoal. O indicador mostra que 821 prefeituras estão fora da lei por comprometer em 2018 mais de 60% da Receita Corrente Líquida (RCL) com a folha de salário do funcionalismo público. Outras 1.814 gastaram mais de 54% da receita com esse tipo de despesa e já ultrapassaram o limite de alerta definido pela Lei de Responsabilidade Fiscal.

O indicador de Liquidez aponta que 3.054 cidades (57,2% do total analisado) não planejaram o orçamento de forma eficiente. Entre elas, 1.121 terminaram o ano de 2018 sem recursos suficientes em caixa para cobrir as despesas postergadas para o ano seguinte. Em relação aos Investimentos, a conclusão é que 2.511 prefeituras (47% do total analisado) destinaram, em média, apenas 3,1% de sua receita total para essa finalidade.

Diante dos resultados, o presidente da Firjan, Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, reforça a importância de se avançar com as reformas estruturais do país. “Não podemos perder a oportunidade de aprofundar o debate a respeito da estrutura federativa brasileira. Isso inclui, por exemplo, a reforma tributária contemplando os municípios, além da revisão das regras de distribuição de receita entre os entes, das regras de criação e fusão de cidades e de competências municipais. Sem isso, toda a sociedade continuará sendo penalizada com serviços públicos precários e um ambiente de negócios pouco propício à geração de emprego e renda”.

Crise fiscal potencializada por questões estruturais

A metodologia do IFGF considera quatro indicadores: Autonomia (novo), Gastos com Pessoal, Liquidez e Investimentos, em que a pontuação adotada varia de 0 a 1 ponto, sendo que quanto mais próximo de 1 melhor a situação fiscal do município. Com base neles, cada cidade é classificada nos conceitos de Gestão de Excelência, com resultados superiores a 0,8 ponto; Boa Gestão, entre 0,8 e 0,6 ponto; Gestão em Dificuldade, entre 0,6 e 0,4 ponto; ou Gestão Crítica, inferiores a 0,4 ponto.

Por conta da baixa geração de receita pelas cidades, o indicador de Autonomia ficou com a menor nota média: 0,3855 ponto. Gastos com pessoal registrou 0,4305 ponto. Já Liquidez e Investimentos totalizam 0,5314 ponto e 0,4747 ponto, respectivamente.

O gerente de Estudos Econômicos da Firjan, Jonathas Goulart, reforça que o cenário é de crise fiscal municipal, potencializada e incentivada por questões estruturais. “Temos hoje uma baixa capacidade de geração de receitas para o financiamento da estrutura administrativa, além de alta rigidez do orçamento por conta dos gastos com pessoal. Com isso, há dificuldade para um planejamento eficiente e os investimentos são penalizados”.

Para a retomada do crescimento sustentável, a Firjan destaca a necessidade de reformas em três frentes: distribuição de recursos, obrigações orçamentárias e organização administrativa. Sobre a distribuição de receitas, a Federação das Indústrias do Rio ressalta a importância da reforma tributária, incluindo o Imposto sobre Serviços (ISS), e a revisão das regras de distribuição do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

Em relação às obrigações orçamentárias, estão incluídas as reformas administrativa e previdenciária. Já a frente relacionada à organização administrativa trata da revisão das regras de criação e fusão de municípios e de competências municipais.

IFGF – Resumo

– Foram avaliadas as contas de 5.337 municípios, onde vive 97,8% da população brasileira.

– O mapa da gestão fiscal dos municípios brasileiros mostra um país em estado de alerta: 3.944 cidades (73,9%) foram avaliadas com gestão fiscal difícil ou crítica.

– O IFGF é composto por quatro indicadores:

IFGF Autonomia – 34,8% das prefeituras não se sustentam: não geram receitas suficientes para financiar sua estrutura administrativa.

IFGF Gastos com Pessoal – 49,4% das cidades em situação crítica: gastam mais de 54% da receita com pessoal.

IFGF Liquidez – 21% das prefeituras no “cheque especial”: terminaram 2018 sem recursos em caixa para cobrir as despesas postergadas para o ano seguinte.

IFGF Investimentos – 47% dos municípios com nível crítico: investem em média apenas 3% da receita.

O IFGF, com dados específicos de cada município analisado, análises e propostas, pode ser consultado através deste link: www.firjan.com.br/ifgf.

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A Rede Globo e o enriquecimento com a manipulação imoral do povo brasileiro e a morte do jornalismo

O que restava do jornalismo dentro da Rede Globo, já uma caricatura agonizante do que se conhece como jornalismo sério, acaba de ser morto e enterrado na edição do Jornal Nacional da última terça-feira (29).

Voz grave, pose imitada dos âncoras da TV norte-americana, o apresentador e editor-chefe do JN, William Bonner, deu uma de coveiro.

Bonner levou ao ar, para um país atônito, uma ‘matéria’ dos ‘jornalistas’ Paulo Renato Soares, Tyndaro Menezes e Leslie Leitão (sobrenome conhecido, de ex guerrilheira?) que era no mínimo uma obra de ficção destinada a prejudicar o presidente do país, então em viagem fora do Brasil.

Uma obra de ficção porca e ilegal, já que usava um documento obtido de um processo que corria em segredo de justiça. No melhor estilo de sua atuação durante os anos 1970, quando manipulava como queria a opinião pública.

Além disso, a informação era escancaradamente falseta, forçada, e baseada apenas num único número rabiscado por um porteiro.

A reação do presidente foi imediata, a farsa desmascarada, apesar do apoio eventual de outro veículo sujo, a Veja.

O tiro burro da emissora deve acabar destruindo o seu próprio pé.

Vai trazer a tona, por exemplo, o caso do procedimento criminoso da funcionária da Receita Cristina Ribeiro que sumiu com processos da Globopar no valor de 600 milhões às vésperas de ser executado, dando tempo à empresa para refinanciar o débito com os juros camaradas dos amici.

Cristina é uma criminosa contumaz que atuava na Receita ‘aliviando’ a bronca de grandes devedores, adiando as execuções.

Presa e condenada a 4 anos de jaula, foi solta por – sempre o mesmo abutre – Gilmar Mendes.

E outras maracutaias, como a criação da empresa de fachada Empire fora do país para sonegar mais de 180 milhões de reais.

E…

Não importa, é notório que a Globo sobreviveu e se manteve, desde sua fundação, graças às ‘parcerias’ escusas, corrupção e favorecimento ilícito.

E de verbas federais polpudas, ano após ano, ‘recompensa’ justa pela atuação de seu grupo de ‘jornalistas’ que defendiam governos e políticos corruptos e parceiros.

Empresa oportunista e suja, nem esquerda nem direita conseguem engolir a emissora.

Da mesma forma que hoje atacam Bolsonaro, já atacaram luladasilva em 1990, impedindo que vencesse as eleições presidenciais.

A única forma – e arma – do povo brasileiro contra essa praga que tanto prejudicou e prejudica o país é atacando o que tem realmente valor para ela, acima de qualquer coisa: sua audiência e seus anunciantes.

Bolsonaro faz a sua parte, cortando verbas federais para publicidade na emissora.

E exigindo investigações da Receita e a regularização de seus débitos até 2022, para que sua concessão seja renovada.

É exatamente isso que os desespera, atônitos com a presença, finalmente, de um presidente que não é sujo como eles, pela primeira vez.

O povo e a sociedade devem fazer sua parte.

E tem poder para isso.

Uma enorme queda de audiência, daqui pra frente, será a pá de cal nesses zumbis do jornalismo e da cultura abjeta de baixo nível.

Isso afastará os anunciantes, com resultados óbvios.

Foi através da manipulação imoral do povo brasileiro que a Globo enriqueceu e destruiu desonestamente os seus concorrentes.

E é esse mesmo povo, hoje, que deve enterrar esse parasita.

Nada mais justo. Mude de canal, esqueça a Globo.

Marco Angeli Full

https://www.marcoangeli.com.br

Artista plástico, publicitário e diretor de criação.

 

A presunção do Ministro Marco Aurélio: “Está precisando morrer alguém para sabermos que somos mortais”

De fato, eles, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), se acham seres superiores, quase ‘imortais’, afinal são dotados de muito poder e estão imunes a qualquer tipo de fiscalização.

Não é a toa que certa feita (em 2009), em diálogo na sala de lanches anexa ao plenário da primeira turma do STF, o ministro Marco Aurélio Mello vociferou, em alto e bom som, em referência a eles, os 11 togados e poderosos ministros: “Está precisando morrer alguém para sabermos que somos mortais”.

A ministra Cármen Lúcia respondeu: “Como tudo aqui é por antiguidade, esperarei a minha vez”.

A história é narrada no livro “Os Onze. O STF, seus bastidores e suas crises”, uma verdadeira radiografia do tribunal, narrada minuciosamente pelos jornalistas Felipe Recondo e Luiz Weber.

Esse é o mesmo Marco Aurélio que neste mês de outubro devolveu ao Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina, o convite para a solenidade de outorga da Medalha do Mérito Eleitoral Catarinense ao ministro Jorge Mussi, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). O convite havia sido enviado por um membro do cerimonial da corte eleitoral catarinense.

Para o ‘quase imortal’, um reles membro do cerimonial não poderia ter lhe dirigido o convite. Descumpriu a ‘liturgia própria do Judiciário’.

Jornal da Cidade Online

 

Vice-líder do governo pede William Bonner, governador Witzel e cúpula da Globo na CPI das Fake News

William Bonner e diretores da Globo não serão obrigados a comparecer caso convite de Medeiros seja aprovado

Um dos vice-líderes do governo na Câmara, o deputado José Medeiros pediu à CPI mista das Fake News que chame o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, e a cúpula do jornalismo da TV Globo para prestarem esclarecimento à comissão parlamentar de inquérito. Medeiros defende que os representantes da emissora devem falar sobre “ataques midiáticos” e seus “métodos jornalísticos”.

Os alvos do deputado são o apresentador e editor-chefe do Jornal Nacional, William Bonner, o diretor de jornalismo da Globo, Ali Kamel, o diretor-geral, Carlos Henrique Schroeder, e o presidente do Conselho de Administração do Grupo Globo, Roberto Irineu Marinho. Como o requerimento é de convite, caso seja aprovado, eles não serão obrigados a comparecer.

Na justificativa do pedido, Medeiros diz que “o bom jornalismo produzido pela Rede Globo não é impermeável a falhas humanas” e que os convidados podem detalhar os métodos com os quais produzem suas notícias jornalísticas, “em especial em relação à matéria veiculada na noite de 29 de outubro de 2019 sobre a suposta relação entre os assassinos da vereadora Marielle Franco e o presidente Jair Bolsonaro”.

O deputado alega que Witzel é suspeito de utilizar a máquina pública do estado do Rio de Janeiro para “perseguir e vilipendiar a família Bolsonaro, uma vez que este disputa a mesma base eleitoral do atual presidente da República e pretende lançar-se candidato a presidente em 2022”.

Reportagem veiculada pelo Jornal Nacional na última terça-feira (29) sustentava que um porteiro do condomínio onde Bolsonaro tem residência, no Rio, relatou que alguém que se identificou como “seu Jair”, na casa dele, autorizou a entrada de um dos suspeitos do assassinato da vereadora Marielle Franco (Psol). De acordo com o Ministério Público, o porteiro mentiu ou se equivocou. Áudios mostram que a autorização para o ingresso de Élcio Queiroz foi dada por Ronnie Lessa, outro suspeito do crime e também morador do condomínio.

Bolsonaro acusou a Globo de fazer “canalhice” e “patifaria” e Witzel de vazar a informação para a TV. A emissora divulgou uma nota em que se defende e diz que fez apenas jornalismo ao divulgar dados que constavam de inquérito. Também ressaltou que ela mesma informou que Bolsonaro estava na Câmara naquela data, o que tornaria impossível que ele tivesse atendido o interfone. Witzel afirma que jamais vazou qualquer informação e que está sendo injustiçado pelo presidente.

Congresso em Foco

TCE aplica multas ao ex-Secretário de Estado de Saúde, Ricardo Murad por irregularidades em prestações de contas

              Dentre os julgamentos de várias prestações de contas, o Tribunal de Contas do Estado, apreciou algumas da Secretaria de Estado da Saúde, referentes ao exercício de 2012.

Das contas da Secretaria Estadual de Saúde, foram apreciadas pelo TCE, duas referentes ao exercício de 2012, nesta quarta-feira (30). A primeira trata de uma prestação de contas da Secretaria de Estado da Saúde e a segunda do Fundo Estadual da Saúde, ambas sob a gestão de Ricardo Jorge Murad.

Da prestação das contas da Secretaria de Estado da Saúde foram excluídos das responsabilidades os gestores Inácio Bouéres, José Vilas Boas e José Márcio Soares Leite, figurando como responsáveis, Ricardo Jorge Murad (então titular da pasta) e Sérgio Sena de Carvalho, aos quais foi aplicada multa de R$ 57,9 mil.

Já com referência ao Fundo Estadual de Saúde, Ricardo Murad e Sérgio Senna também foram responsabilizados pelas irregularidades e terão de pagar multa de R$ 24,8 mil.

Fonte: TCE Ascom

 

Lei que endurece pena para torcedores violentos vai à sanção presidencial

Leila: “Esporte, torcida, gera paixão gera nervos inflamados, então acho que é muito interessante essa alteração de Estatuto”

Torcedores ou torcidas organizadas violentas deverão ser punidos com mais rigor. O Senado aprovou nesta quarta-feira (30) proposta que prevê a punição mesmo quando os atos forem praticados em datas e locais distintos dos eventos esportivos, mas motivados por eles. Para virar lei, o projeto precisa apenas da sanção do presidente Jair Bolsonaro.

O projeto, do ex-deputado André Moura, modifica o Estatuto do Torcedor para aumentar de três para cinco anos a punição de afastamento dos locais dos eventos esportivos. A pena pode ser aplicada a torcida organizada, o membro ou associado que promover invasão de treinos, confronto com torcedores e outros atos de agressão contra atletas e outros profissionais do esporte, mesmo em seus períodos de folga.

O Estatuto do Torcedor já pune a torcida organizada que, em evento esportivo, promover tumulto; praticar ou incitar a violência; ou invadir local restrito aos competidores, árbitros, fiscais, dirigentes, organizadores ou jornalistas. A proposta foi defendida pela relatora, a senadora Leila Barros (PSB-DF).

“Em 2019 já vimos vários episódios de centros de treinamento de equipes de futebol que foram invadidos por torcidas que protestavam contra o mau rendimento de suas equipes, várias ocorrências de hostilidade por parte de torcedores contra jogadores em seus momentos de folga. Esporte, torcida, gera paixão gera nervos inflamados, então acho que é muito interessante essa alteração de Estatuto”, argumentou a relatora, ex-jogadora da Seleção Brasileira de vôlei e medalhista olímpica.

Com informações da Agência Senado

 

Saiba por que ‘Caneta Azul, Azul Caneta’ bomba nas redes sociais

O amor do aluno por sua caneta rendeu um ótimo meme (Getty Images)

O vídeo do vigilante e músico Manoel Gomes cantando ‘Caneta Azul, Azul Caneta’, música escrita por ele, está prestes a completar 5 milhões de visualizações no Youtube. Em pouco tempo, a música que fala do amor de um estudante por sua caneta, correu pelas redes sociais, chegou nas contas dos famosos e explodiu em memes.

O perfil de Manoel Gomes no Instagram já ultrapassou 85 mil seguidores. O vídeo, postado originalmente no youtube, recebeu comentários e foi compartilhado em outras mídias sociais, como Twitter e Instagram, por usuários famosos como de Neymar, Simaria (da dupla com Simone), Tirulipa e Rodrigo Faro. A música também foi cantada por cantores como Wesley Safadão e Pablo do Arrocha.

Caneta Azul está registrada em cartório

No dia 28 de outubro de 2019, Manoel foi até um cartório, na cidade de Balsas (MA), registrar a música. Ele tem 49 anos de idade e compõe desde a adolescência, com mais de 20 músicas de sua autoria.

Basicamente, os versos compostos pelo maranhense contam a história de um estudante que perdeu sua caneta azul no caminho da escola e deseja encontrá-la novamente. Mas ele afirmou em uma entrevista recente que até hoje não a encontrou.

Thiago Brava e Wesley Safadão ajudaram também

Quando o vigilante postou a canção Caneta Azul em sua conta no Instagram ele não imaginava o sucesso que ela faria, chegando até a ser convidado a participar do show do cantor sertanejo Thiago Brava. Assistiu também Wesley Safadão e Pablo do Arrocha tocarem a música em seus recentes shows e o DJ Alok está levando a música ao mundo.

Outros memes que bombaram

Não se sabe o que esperar do universo dos memes. Tudo está quieto e, do nada, um vídeo, uma frase ou uma foto passa a reinar na internet. Você provavelmente lembra de memes que fizeram um sucesso imensurável antes, como “Eita, Giovana”, “Já acabou, Jéssica?”, “Quero Café” e “Amada”, por exemplo, que também fizeram sucesso na internet e ficaram conhecidos pelo país inteiro.

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