CCJ da Câmara deve votar nesta terça PL sobre impeachment de ministros do STF

“O STF vem esvaziando completamente o sentido objetivo das palavras da Constituição, substituindo-o pelo programa ideológico de seus onze ministros”, diz o documento.

Nesta terça-feira (04), a CCJ – Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados deve debater o PL 4.754/16, que altera a lei de impeachment e inclui uma previsão de crime de responsabilidade por ministros do STF. A comissão é presidida pela deputada bolsonarista Bia Kicis.

O projeto pretende acrescentar o item 6 ao artigo 391 da lei 1.079/50, a fim de tipificar como crime de responsabilidade dos ministros do Supremo Tribunal Federal a usurpação de competência do Poder Legislativo.

O parecer da deputada relatora Chris Tonietto diz que “um dos mais sérios problemas da atual configuração institucional do Estado brasileiro é a hipertrofia do Supremo Tribunal Federal como órgão de controle de constitucionalidade”.

“Efetivamente, tem se servido o Supremo Tribunal de seu posto de guardião da Constituição, não apenas para substituir-se ao Congresso Nacional, como também, o que é muito pior, para fazer tábula rasa do próprio texto constitucional.”

De acordo com o relatório, o STF “vem esvaziando completamente o sentido objetivo das palavras da Constituição, substituindo-o pelo programa ideológico de seus onze ministros. Da mesma maneira como o positivismo legalista do século XIX fez crer ao legislador humano não haver direito algum antes da promulgação da lei positiva, também a Suprema Corte brasileira parece decidir como se não houvesse, antes de sua jurisprudência, ao menos uma Constituição cujo texto tem um sentido determinado e objetivo”.

“O STF vem alterando o sentido literal da Constituição, com isso usurpando o próprio poder constituinte, que se confunde com a soberania nacional e tem como titular único e exclusivo, segundo o parágrafo único do art. 1º da Carta Magna, apenas o povo brasileiro. Em outras palavras, reescrevendo a Constituição do Brasil com seu ativismo judicial, o STF não está apenas violando as prerrogativas do Congresso, mas arrogando para si direitos que competem unicamente ao povo.”

Fonte: Migalhas

 

Feira Livre é instalada na rua do Passeio por falta de fiscalização do poder público

A rua do Passeio, que já foi uma das referências de São Luís com prédios seculares em que moravam famílias tradicionais e um cinema. Com avanço do comércio na área, ela não resistiu e hoje é um grande centro comercial com hospitais, inúmeras clínicas médicas e lojas diversas. É também um corredor de transporte coletivo, com uma redução do tráfego pesado, direcionado para a rua do Outeiro.

Nas imediações do conhecido Canto da Viração e mais precisamente ao lado do antigo Cine Passeio, que outrora abrigava poucos camelôs em razão da calçada ser estreita, agora é uma feira livre para o comércio de diversos produtos, com uma referência para frutas. O lado oposto é um posto de táxi e aos poucos os feirantes que já expulsaram os pedestres das calçadas, vão ocupando a via pública do tráfego de veículos.

Como a fiscalização por parte das instituições do poder público se mostram indiferentes ou omissas para um problema, que mais tarde vai gerar desentendimentos, a feira livre da rua do Passeio vai crescendo e já é referência para muitos consumidores.

Logo haverá problemas para a circulação de veículos, uma vez que o local é também de apoio para vendas de quentinhas no horário de almoço e é o caminho apara maior diversificação do comércio da Feia Livre da rua do Passeio.

Fonte: AFD

 

A aglomeração diária no BB da Deodoro que apenas a fiscalização sanitária e o Procon não vêm

Por inúmeras vezes já denunciei as diárias e vergonhosas aglomerações na porta da agência do Banco do Brasil da Deodoro. Indiferente a tudo e a todos, a direção da agência do Banco do Brasil tripudia de tudo e de todos e mostra para as autoridades que ela está acima de qualquer determinação, que venha de onde vier.

Diante da realidade que está posta, o que impede aquela espécie de força tarefa em que estão instituições municipais e estaduais com fiscalização sanitária, Procon, polícias civil e militar, que fiscalizam bares e restaurantes e adotam providências duras para quem não se enquadra dentro das normas estabelecidas pelo governador Flavio Dino.

Pode-se até subtender, que a fiscalização é para todos e como tal não deveria haver privilégios para ninguém e diante desse princípio, o que há para tanta omissão vergonhosa para o caso do Banco do Brasil da Deodoro?

Uma pergunta que não quer calar. Há interesses escusos para que o pau que bate em Chico não seja o mesmo que bate em Francisco?

Lamentável sob todos os aspectos é que as autoridades se desmoralizam pelo exacerbado protecionismo ou subserviência, dando demonstrações que a fiscalização e a força pública não são para garantir e ordem e o respeito para todos, e naturalmente devem ter as suas conveniências. Quando despontam os questionamentos de um peso e duas medidas, as ameaças surgem de todos os lados. O que causa mais indignação é que para outros estabelecimentos de crédito e instituições públicas e privadas há muito rigor.

Fonte: AFD

Ministro Lewandowski tira policiais e professores da prioridade de vacinação no RJ

Ministro afirmou que falta de previsão de vacinas colocaria em risco imunização de idosos. Professores também foram afetados

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Ricardo Lewandowski, retirou nesta segunda-feira (03) policiais e professores dos grupos prioritários de vacinação no Rio de Janeiro, interferindo em decreto do governador do estado, Cláudio Castro.

A decisão atendeu a recurso da Defensoria Pública e do Ministério Público do estado que argumentavam que o decreto estadual colocaria em risco a imunização de idosos, por causa da escassez de vacinas contra a covid-19.

Em sua decisão, o ministro reconheceu a importância dos serviços das categorias durante a pandemia, mas afirmou que autoridades deveriam respeitar alguns critérios ao promover adequações em seu plano de imunização. “Precisarão, na motivação do ato, explicitar quantitativamente e qualitativamente as pessoas que serão preteridas, estimando o prazo em que serão, afinal, imunizadas”, escreveu Lewandowski.

Ele também citou a necessidade do estado respeitar o prazo estabelecido pelas fabricantes das vacinas para a aplicação da segunda dose, o que não tem ocorrido nos municípios fluminenses. Neste sábado (1), a prefeitura do Rio, por exemplo, adiou a aplicação da segunda dose da Coronavac em dez dias pela falta dos imunizantes.

Este atraso, segundo o ministro, é passível de punição por improbidade administrativa, caso “sejam desperdiçados os recursos materiais e humanos já investidos na campanha de vacinação inicial.” Em resposta ao R7, o governo estadual do Rio de Janeiro afirmou que a PGE (Procuradoria Geral do Estado) avalia se cabe recurso na decisão do STF.

Fonte: STF

 

Lei estadual pode proibir banco de oferecer empréstimo a aposentado, diz o STF

Para a ministra Cármen Lúcia, os estados têm competência legislativa concorrente em tema de produção e consumo e de responsabilidade por dano ao consumidor, de acordo com os incisos V e VIII do artigo 24 da Constituição, devendo ser respeitadas as normas gerais fixadas no plano nacional.

É o voto da relatora na ação que o Supremo Tribunal Federal começou a debater a possibilidade de lei estadual proibir que instituições financeiras façam oferta publicitária via telefone a aposentados e pensionistas para a contratação de empréstimo.

Na ADI, a Confederação Nacional do Sistema Financeiro (Consif) questiona a constitucionalidade de lei paranaense que impede esse tipo publicidade.

Ao votar, a relatora, ministra Cármen Lúcia, considerou que a norma em questão apenas fixa balizas para a segurança jurídica de aposentados e pensionista que são consumidores em especial condição de vulnerabilidade econômica e social e concluiu que o diploma não afronta o Código de Defesa do Consumidor (CDC) ou a Constituição, e votou pela improcedência do pedido.

A Consif argumentou que, diante da competência privativa da União para legislar sobre a matéria ligada à concessão de crédito, o Estado membro não possui competência para legislar sobre normas aplicáveis à oferta de crédito na economia nacional, ainda que a pretexto de proteger o consumidor.

“Ao criar dificuldades para que uma parcela da população brasileira, notadamente no momento crítico da pandemia que vivemos, obtenha crédito, a lei 20.276/20, do estado do Paraná, ainda que se lhe conceda ‘boa intenção’, interfere na política econômica do país de forma não integrada com a política emanada do Conselho Monetário Nacional, e se mostra desvinculada do modelo de oferta e difusão do crédito no país como um todo.”

Para a relatora, apenas é possível a contratação desse tipo de empréstimo apenas após sua solicitação expressa. “Pela lei estadual se suplementam as normas e os princípios da Lei nº 8.078/1990, reforçando-se a proteção a consumidores em situação de especial vulnerabilidade econômica e social: aposentados e pensionistas.” O prazo para o Plenário virtual votar essa ação direta de inconstitucionalidade termina à meia-noite da próxima sexta-feira (7/5).

Fonte: CONJUR

 

Saúde determina intervalo de 12 semanas para vacina da Pfizer e o fabricante diz que é 21 dias

Período é superior ao de 21 dias recomendado pela bula do fabricante do imunizante

O Ministério da Saúde decidiu recomendar aos gestores de saúde nos Estados e municípios que façam um intervalo de 12 semanas entre a primeira e a segunda doses da vacina contra Covid-19 da Pfizer, que começou a ser distribuída pelo país nesta segunda-feira (03) como forma de ampliar o alcance da vacinação. O intervalo é superior ao período de 21 dias recomendado pela Pfizer na bula do imunizante, com base nos testes de segurança e eficácia da vacina.

Em informe técnico, o ministério citou dados de uma entidade que assessora a imunização no Reino Unido que orientou a ampliação do intervalo entre as doses para 12 semanas. Segundo o documento, essa recomendação levou em consideração a possibilidade se imunizar um maior público com a primeira dose, o que “traria maiores benefícios do ponto de vista de saúde pública, considerando a necessidade de uma resposta rápida frente a pandemia de Covid-19”.

O documento, encaminhado aos gestores, destacou que a oferta de 1 milhão de doses dessa vacina vai reforçar e acelerar a campanha nacional de vacinação contra Covid e que ela vai seguir o “fluxo adotado até o momento para as demais vacinas, priorizando a oferta ao grupo prioritário”.

Segundo a análise técnica, o conjunto de dados apresentados até o momento reforça que a ampliação da oferta da primeira dose da vacina para a população “poderá trazer ganhos significativos do ponto de vista de saúde pública, reduzindo tanto a ocorrência de casos e óbitos pela Covid-19 nos indivíduos vacinados, mas também a transmissibilidade da doença na população”.

O ministério afirmou que os dados epidemiológicos e de efetividade da vacina serão monitorados e que a recomendação poderá ser revista caso necessário. A pasta acrescentou que em cenários de maior disponibilidade do imunobiológico, o intervalo recomendado em bula poderá ser utilizado.

Em nota, a Pfizer Brasil informou que as indicações sobre regimes de dosagem ficam a critério das autoridades de saúde e podem incluir recomendações seguindo os princípios locais de saúde pública, mas citou o período recomendado pela bula.

“A bula hoje registrada pela Anvisa preconiza um intervalo entre doses, preferencialmente, de 21 dias. A segurança e eficácia da vacina não foram avaliadas em esquemas de dosagem diferentes, uma vez que a maioria dos participantes do ensaio recebeu a segunda dose dentro da janela especificada no desenho do estudo”, disse a farmacêutica norte-americana.

Para o laboratório, os dados do estudo de Fase 3 (última etapa antes da aprovação e aplicação em humanos) demonstraram que, embora a proteção parcial da vacina pareça começar 12 dias após a primeira aplicação, duas doses da vacina são necessárias para fornecer a proteção máxima contra a doença, uma eficácia da vacina de 95%.

A vacina da Pfizer é o terceiro imunizante contra Covid-19 a ser disponibilizado aos brasileiros. Até o momento, vinham sendo oferecidas as vacinas CoronaVac e AstraZeneca. Pelo contrato, a expectativa é de se entregar 100 milhões de doses da vacina da Pfizer para este ano. Um novo contrato por mais 100 milhões de doses do imunizante também está em negociação.

Fonte: R7

 

Arthur Lira dá “lição” na ministra Cármen Lúcia: Não há prazo para analisar pedidos de impeachment

Nesta segunda-feira, 03, o deputado Arthur Lira deu uma resposta “dolorosa” ao Supremo Tribunal Federal (STF). Provocado pela ministra Cármen Lúcia, o presidente da Câmara precisou explicar por que os prazos para a análise dos pedidos de   impeachment do presidente Jair Bolsonaro ainda não haviam sido analisados.

Didaticamente, Lira afirmou que não é “automática” a análise de pedidos de impeachment contra o presidente da República. Segundo o deputado, não há prazo em lei para essa avaliação.

O documento foi encaminhado diretamente ao gabinete da ministra Cármen Lúcia.

“O exame liminar de requerimentos de afastamento do Presidente da República, dada sua natureza política e em vista de sua repercussão em todo o sistema político nacional, não pode seguir um movimento automático, podendo e devendo esta Presidência ser sensível à conjuntura doméstica e internacional”, escreveu Lira.

Lira ainda fez questão de dizer mais:

“Vale lembrar ainda que o próprio Supremo tem reconhecido que o exame de admissibilidade de tais requerimentos a cargo desta presidência da Câmara não se limita a mera análise formal, podendo e devendo avançar para a conveniência e oportunidade políticas de se deflagrar um processo de impeachment do titular do Poder em torno do qual historicamente se têm organizado todas as demais instituições nacionais”.

Jornal da Cidade Online

 

A exoneração da vice-prefeita Esmênia Miranda, da Educação foi recebida com surpresa

Há pelo menos três semanas recebi a informação de duas experientes pessoas, e em oportunidades diferentes, de que a secretária Esmênia Miranda deveria deixar a Secretaria Municipal de Educação, e outras substituições no secretariado do prefeito Eduardo Braide devem ocorrer dentro de pouco tempo, mas não levei a sério.

A professora Esmênia Miranda, vinda de uma eleição vitoriosa com a sua participação bem efetiva, sempre demonstrou a sua plena vocação por um amplo trabalho na área da educação que conhece e exerce com muita competência, mas chegou a demonstrar dificuldades em uma entrevista a TV Mirante. Recebeu uma pasta totalmente sucateada e se hoje fosse necessário aulas presenciais na rede municipal teria dificuldades tanto na questão material e dos recursos humanos. Vencer desafios é uma determinação dela, que prioriza a educação como fator primordial de mudança com formação cidadã através de conhecimentos e metodologias avançadas, além do desafio de enfrentamento aos problemas decorrentes da pandemia.

A verdade é que causou muita surpresa a retirada de Êsmenia Miranda da pasta da educação, mas já era bem visível o seu isolamento. O que se viu, muito embora com as necessárias moderadoras  manifestações aos contextos políticos, que a decisão faz parte do jogo, que segue.

Fonte: AFD

Ação do MPF leva a justiça proibir a Caema de jogar esgotos em rios e praias de São Luís

A Caema terá 06 meses para consertar seus equipamentos defeituosos e a Sema deverá realizar o monitoramento e publicar os relatórios em seu site

A partir de ação civil pública proposta pelo Ministério Público Federal (MPF) no Maranhão, a Justiça Federal determinou que a Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema) se adeque aos parâmetros do licenciamento ambiental para o lançamento de efluentes líquidos e sólidos pelas suas estações de tratamento de esgoto (ETEs), no prazo de até seis meses. Defeitos nesses equipamentos e nas estações elevatórias de esgoto (EEEs) ocasionam a poluição de praias, manguezais e rios de São Luís (MA) com esgoto não tratado.

Além disso, o Estado do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais (Sema), terá que realizar o monitoramento e publicar relatórios em seu site. Será aplicada, ainda, multa diária no valor de R$ 50 mil reais, caso a Caema ou o Estado descumpram as determinações.

Segundo a decisão, a Justiça Federal reconheceu o mau funcionamento de um conjunto de equipamentos da Caema, como as estações de tratamento do Jaracaty, Bacanga e Vinhais, além de diversas estações elevatórias, o que foi comprovado por análises laboratoriais de amostras do esgoto e do efluente tratados, produzidas por laboratórios contratados para esse fim pela própria empresa, e por vistorias realizadas pelo MPF e pelos órgãos ambientais.

Mesmo equipamentos mais novos, como a ETE Vinhais, não funcionam corretamente e, como resultado, as estações elevatórias de esgotos, que servem para conduzir os esgotos até o local de tratamento, apresentam frequentes problemas, em virtude de panes, extravasamentos e falta de medidas para conter os vazamentos.

Em alguns casos, foi verificado que os esgotos são simplesmente liberados, como acontece no rio Pimenta e na praia do Olho D’água, em outros verificou-se problemas recorrentes nas estações de tratamento, especialmente, com os sistemas de ozonização, além de diversas fases de descontaminação. De acordo com o MPF, o Estado do Maranhão tem se omitido de seu dever de providenciar as medidas necessárias à correção do problema, que causa degradação ambiental.

Para o procurador da República Alexandre Soares, autor da ação, “no lugar de promover a condução dos esgotos por meio das elevatórias ou de realizar seu tratamento nas estações, os equipamentos defeituosos lançam efluentes sem depuração completa, causando prejuízo direto à áreas de manguezal nos rios Anil e Bacanga, além das praias, a partir dos rios Pimenta e Calhau. Essas situações se repetem ao longo do tempo e prejudicam sensivelmente a qualidade ambiental na capital”, afirmou.

A Caema alegou questões processuais, entre elas suposta incompetência da Justiça Federal, além de inviabilidade técnico-orçamentária e que já havia tomado providências. Mas a Justiça rejeitou todos esses argumentos, pois os efluentes não tratados são lançados em áreas de manguezais e praias, que são de responsabilidade da União, e os gastos para manutenção do sistema de tratamento já estariam previstos no Plano de Gestão Ambiental apresentado pela empresa para a obtenção do seu licenciamento ambiental.

As vistorias realizadas após a empresa ter informado sobre os consertos indicaram que as falhas persistem, pelo menos em parte. Além disso, o MPF comunicou as várias vistorias realizadas pelos seus técnicos e encaminhou os laudos para a Caema. No entanto, os problemas não foram solucionados e houve dificuldade em obter informações da empresa.

Assessoria de Comunicação
Ministério Público Federal no Maranhão

 

Repercute denúncia de aumentos de preços nos supermercados Mateus das gondolas aos caixas

Repercute a denúncia que fiz à semana passada aqui no blog sobre a desonestidade e furto aos clientes do Mix Mateus, da Curva do 90, que já ocorreram comigo e perdi a conta dos pedidos de reparações e advertências feitas na ocasião aos clientes do próprio estabelecimento. Muita gente vem acusando o golpe.

Não tinha a dimensão que o problema abordado por mim fosse também de centenas de clientes e se estendessem a inúmeras lojas do grupo Mateus. O mais comum a todos os estabelecimentos é o que denunciei, a diferença superior de preços entre as gondolas e os caixas, que se o cliente não atentar tem prejuízos. Outra questão levantada por vários clientes é sobre a falta de preços em vários produtos hortifruti, que concorrem decisivamente para o favorecimento da empresa. As críticas de consumidores e hoje refém de um grupo empresarial por falta de uma concorrência, reconhece que como parceiro do Governo do Estado, ele pode tudo, começando pela omissão da fiscalização.

Será que o Procon, que atualmente corre atrás de postos de combustíveis, como se eles fossem responsáveis por aumentos dos preços dos derivados de petróleo, quando a realidade é o ICMS de quase 30%, será que dispõe de tempo e nem tem empecilho para fiscalizar o Grupo Mateus.

Os estabelecimentos comerciais do grupo empresarial precisam de fiscalização séria e transparente do Procon, da Vigilância Sanitária e do Ministério Público. São ações necessárias, que visam fazer valer direitos dos consumidores e dar um basta nos furtos diários praticados com alteração de valores entre as gondolas e os caixas dos supermercados sempre para mais no sistema de cobrança, sem qualquer participação das operadoras, que muitas vezes chegam a sofrer violência verbal de clientes.

A verdade é que o problema é da maior seriedade e existem desconfortos de clientes pela maneira desonesta do setor de gerenciamento do grupo Mateus, que acima de tudo precisa restabelecer a transparência com providências que a empresa já deveria ter adotado, uma vez que até a diferença de preços entre as lojas também não é princípio de seriedade, além de que o grave problema não é de agora.

Fonte: AFD