Homem morre em protesto contra o governo em Cuba, diz a mídia estatal

Um homem morreu e vários cidadãos e autoridades de segurança ficaram feridos durante protesto nos arredores de Havana na segunda-feira, informou a agência estatal de notícias cubana nesta terça-feira (13).

É a primeira confirmação oficial de morte durante a agitação em Cuba que começou no domingo com protestos em todo o país em meio à profunda crise econômica e ao aumento de casos de covid-19.

A Agência Cubana de Notícias disse que “grupos organizados de elementos antissociais e criminosos” tentaram chegar à delegacia do subúrbio de La Guinera com o objetivo de atacar seus funcionários e danificar a infraestrutura.

Fonte: Agência Reuters

Corpo de Hamilton Bandeira foi exumado a pedido do MPE. Ele foi morto covardemente por policiais civis

Medida foi tomada para a realização de exames que detalhem as circunstâncias do crime praticado por policiais civis em Presidente Dutra

O corpo de Hamilton Bandeira, morto por policiais militares no dia 18 de junho, foi exumado a pedido do Ministério Público do Maranhão (MP-MA) nessa terça-feira (13). O jovem de 23 anos foi morto na cidade de Presidente Dutra, a 354 km de São Luís, após desejar boa sorte a Lázaro Barbosa , apontado como autor de 38 crimes e morto depois de 20 dias de perseguição policial em Goiás. Alegando ‘apologia ao crime’, três policiais foram até a residência de Hamilton e efetuaram ao menos dois disparos de maneira covarde, na frente do avô do jovem, que tem 99 anos. Hamilton morreu no hospital.

O corpo da vítima não havia passado pela necropsia do Instituto Médico Legal (IML) antes de ser enterrado, como é recomendado em casos de intervenção policial, o que complica o corporativismo do delegado em defender os autores do crime. Por isso, não há laudos sobre os disparos que atingiram o rapaz. Com a exumação, o MP-MA quer saber detalhes das circunstâncias do crime.

Entenda o caso

Ao G1, a Polícia Civil informou que foi chamada até a casa de Hamilton após denúncias de moradores de que o jovem, identificado como Hamilton Cesar Lima Bandeira, de 23 anos, estaria fazendo ameaças e apologia ao crime, através das redes sociais, como muita gente fez neste país e pelo que se informa, foi apenas na cidade de Presidente Dutra que houve repressão e um assassinato perverso e covarde pela Polícia Civil.

Segundo a polícia, os agentes foram ameaçados pelo rapaz que estava em posse de uma faca. Ao tentar conter Hamilton Cesar, os agentes atiraram contra o rapaz. Ele chegou a ser socorrido e levado para o hospital da região com vida, mas acabou não resistindo aos ferimentos e morreu. Uma equipe da Secretaria de Estado de Direitos Humanos (SEDIHPOP) está acompanhando o caso. Ainda em nota, a Polícia Civil lamentou profundamente o fato e solidarizou com a família do jovem.

Família contesta versão

Ao G1, o pai de Hamilton, Antônio Bandeira afirmou que o jovem não estava armado no momento da ação policial. Ele afirma que o filho não era agressivo e tinha deficiência mental.

“Não tinha o maior sentido do mundo eles chegarem lá assassinando ele. E ele não usava ferramenta nenhuma. A polícia não falou nada, quando chegou lá, foi metendo bala e quase matou um idoso de 100 anos”, disse.

Veja, abaixo, o que disse a Polícia do Maranhão:

“A Polícia Civil do Maranhão (PC-MA) informa que na última sexta-feira (17), após denúncias de moradores, atendeu a uma ocorrência de ameaça e apologia ao crime em uma residência no povoado de Calumbi.

Quando chegaram ao local, os policiais foram ameaçados pelo suspeito que estava de posse de uma arma branca (faca). Para conter a situação, os agentes atiraram e um dos disparos atingiu ao rapaz, que foi socorrido pelos policiais, levado ao hospital com vida, mas acabou vindo a óbito.

A Polícia Civil do Maranhão lamenta profundamente o fato e se solidariza com a família. Pontua, ainda, que um inquérito policial foi instaurado para apurar as circunstâncias da ocorrência.

Uma equipe da Secretaria de Estado de Direitos Humanos (SEDIHPOP) está acompanhando o caso.”

Protesto da população

Moradores da cidade de Presidente Dutra, no Maranhão, fizeram um protesto na tarde dessa quarta-feira (23) para cobrar justiça no caso Hamilton Cesar Lima Bandeira, de 23 anos, que foi morto na última sexta-feira (18), dentro de casa, por policiais civis.

O protesto na comunidade Calumbi aconteceu após a manifestação da Secretária de Segurança Pública, que decidiu não afastar os policiais que atiraram no jovem por não haver elementos que afirmem que Hamilton foi assassinado pelos policiais’. A Polícia Civil tinha informado, na última segunda (21), que os agentes tinham sido afastados para o decorrer das investigações. O povo de Calumbi também protesta contra o delegado, que sem conhecer a realidade dos fatos, mostrou-se totalmente tendencioso e corporativista em defesa dos agentes criminosos.

A população vem alertando que o crime não ficará na impunidade e que fará tantos protestos quantos forem necessários pela punição dos acusados, os quais mataram um jovem com doença mental e de maneira covarde, violando inclusive o domicílio dele.

Fonte: G1

 

Fiocruz defende manter intervalo de 12 semanas para vacina da AstraZeneca

Em nota divulgada na noite desta terça-feira (13), a Fiocruz defendeu a manutenção do intervalo de 12 semanas entre a primeira e a segunda dose da vacina da AstraZeneca, que está sendo fabricada em BioManguinhos. O governador do Rio, Claudio Castro, anunciou nesta terça-feira, 13, a autorização para que os 92 municípios do Estado adiantem a segunda aplicação para oito semanas.

“A Fundação esclarece que o intervalo de 12 semanas entre as duas doses recomendada pela Fiocruz e pela AstraZeneca considera dados que demonstram uma proteção significativa já com a primeira dose e a produção de uma resposta imunológica mais robusta quando aplicado o intervalo maior”, sustenta a nota. “Adicionalmente, o regime de 12 semanas permite ainda acelerar a campanha de vacinação, garantindo a proteção de um maior número de pessoas.”

Na nota, a Fiocruz lembra ainda frisa que “até o momento, a vacina produzida pela fundação tem se demonstrado efetiva na proteção contra as variantes em circulação no País já com a primeira dose. Adicionalmente, em relação à variante Delta, uma pesquisa da agência de saúde do governo britânico, publicada em junho, aponta que a vacina da AstraZeneca registrou 71% de efetividade após a primeira dose e 92% após a segunda para hospitalizações e casos graves”.

Já há casos da variante Delta registrados no País, mas a variante predominante (que responde por mais de 70% dos casos) no Brasil é a Gama. Combater a variante Delta foi o argumento usado pelo governador Cláudio Castro para autorizar os municípios a anteciparem o intervalo para oito semanas.

Fonte: O Estadão

 

Josimar de Maranhãozinho destinou tanto dinheiro para a saúde, que sobrou R$ 2 milhões apreendidos pela PF

O deputado federal Josimar de Maranhãozinho, do PL do Maranhão, decidiu através de mídia em transportes coletivos dar uma ampla divulgação da sua atuação parlamentar voltada para a saúde em todo o Estado. Afirma que dentre os 513 deputados federais e 81 senadores do Congresso Nacional, foi o parlamentar que mais destinou recursos para a saúde, mas se omite quantos aos valores e os municípios beneficiados, mas a verdade é que não deve ter sido pouco dinheiro.

Foi por conta de emendas parlamentares para a saúde de alguns municípios maranhenses, que o deputado federal Josimar de Maranhãozinho foi alvo de uma ação da Polícia Federal em um dos seus escritórios em São Luís, em que foram apreendidos mais de R$ 2 milhões, dinheiro que segundo o parlamentar teria origem de venda de gado, uma vez que ele é criador, detentor de várias fazendas e um rebanho de milhares de cabeças de gado, mas as suspeitas é que o dinheiro era de negociatas envolvendo emendas parlamentares.

Na última eleição municipal, o deputado Josimar de Maranhãozinho chegou a eleger 40 prefeitos, num universo em o senador Weverton Rocha apareceu com 42 prefeituras, vindo a seguir o vice-governador Carlos Brandão 22 e o governador Flavio Dino com apenas 20 prefeituras.

O deputado federal tem afirmado que é candidato a governador, mas pelo visto procura uma barganha, em que o seu grande capital político são as tais 40 prefeituras. Recentemente recusou fazer parte do grupo político subordinado ao governador Flavio Dino, quando voltou a afirmar a sua candidatura ao Executivo Estadual, mas a verdade é que diante dos conflitos que estão ganhando visibilidade na situação, a sua valorização poderá aumentar e naturalmente a barganha ganhará proporções mais acentuadas. Isso se o deputado decidir seguir com Flavio Dino, em caso contrário existem outros caminhos.

Fonte: AFD

 

MST convoca militantes para defender governo cubano contra os protestos da população

O Movimento Sem Terra, um malfadado grupo que age no Brasil há décadas, sob a proteção da esquerda radical e do lulopetismo, fez uma convocação em seu Twitter Oficial, para que pessoas ligadas ao movimento e que “vivem” em Cuba, saiam às ruas em defesa do governo e contra o povo que protesta.

“Nesse contexto, o governo convoca a população revolucionária a se insurgir nas ruas em defesa da revolução, contra essas manifestações de caráter contrarrevolucionário e na luta internacional contra o Bloqueio. Brigada do MST em Cuba”, diz o texto publicado no perfil do movimento.

 

Reprodução Internet

Olha o absurdo. Um movimento que historicamente sempre usou a narrativa de que luta em defesa dos direitos dos oprimidos e do povo, convocando a luta contra o próprio povo que sofre sob uma ditadura comunista degradante e humilhante, desde o golpe de 1959, liderado pelos irmãos Castro e por Che Guevara.

Os muitos vídeos que chegam de Havana e de demais regiões da ilha, ainda que sob forte vigilância e mesmo o apagão imposto nos sistemas de comunicação, mostram famílias, crianças e idosos nas ruas, clamando por seus direitos e, enfim, a volta da liberdade. É contra estas pessoas, indefesas, com fome e doentes, que o MST quer “levantar armas”. São extremamente covardes.

Fonte: Jornal da Cidade Online

 

Cuba restringe acesso do povo ao facebook e aplicativos de mensagens em meio a protestos

Cuba está restringindo o acesso a redes sociais e plataformas de mensagens, como Facebook, Instagram, WhatsApp e Telegram, desde segunda-feira, disse a NetBlocks, empresa global de monitoramento da internet, nesta terça-feira em meio a protestos contra o governo no país.

Sediada em Londres, a NetBlocks disse em seu site que redes sociais e plataformas de mensagens em Cuba ainda estavam parcialmente paralisadas nesta terça-feira, o que “provavelmente limitará o fluxo de informações de Cuba”.

O governo não respondeu de imediato a um pedido de comentário. Tampouco o Telegram e o Facebook Inc, que é proprietário do Instagram e do WhatsApp. A plataforma social Twitter Inc disse que não viu bloqueios em seu serviço.

Milhares de cubanos participaram de manifestações em Havana e Santiago no domingo para protestar conta a crise econômica de Cuba e a maneira como o país lida com a pandemia, e algumas pediram o fim do comunismo.

A chegada da internet móvel dois anos e meio atrás é um dos fatores centrais por trás dos protestos, já que dá aos cubanos uma espécie de plataforma para expressar suas frustrações e permite que se espalhe a notícia rápido quando as pessoas estão nas ruas.

Testemunhas da Reuters na capital disseram nesta terça-feira que ainda estavam sem dados móveis. Os blecautes da internet móvel aumentaram neste ano. A empresa de monitoramento de rede Kentik disse ter observado o país inteiro ficar desconectado durante menos de 30 minutos perto das 16h de domingo, o auge dos protestos em Havana.

(Por Sarah Marsh, Nelson Acosta e Reuters TV em Havana, Sheila Dang e Elizabeth Culliford em Nova York) e agência Reuters

 

A ridícula justificativa do DJ Ivis sobre a agressão e o ciclo de violência a ex-mulher

Músico tentou explicar os vídeos que mostram ele batendo em Pamella Holanda

Parecia um vídeo de filme de terror, mas era vida real. Pamella Holanda, de 27 anos, divulgou, no último domingo, imagens em que aparece sofrendo agressões físicas do então companheiro, Iverson de Souza Araújo, mais conhecido como DJ Ivis.

De acordo com a publicação, no dia 1º de julho, Ivis teria agredido e estrangulado a jovem, além de ameaçá-la com uma faca. Depois da repercussão do caso, as pessoas passaram a questionar por que ele não foi preso pelo crime de violência contra a mulher.

“Conforme informado pela polícia, os fatos ocorreram no dia 1º de julho, todavia, Pamella apenas fez a ocorrência no dia 3, onde já não existia a situação de flagrante delito. O flagrante do crime precisa acontecer no momento da agressão ou pouquíssimo tempo depois. Com relação a condenação, estamos ainda na fase de investigações, mas, com certeza, ele responderá por todas as lesões que provocou”, explica o advogado criminalista, Marcus Mangini.

A culpa é sempre do outro

Algumas consequências que o músico já sofreu envolvem sua carreira artística, já que ele perdeu contratos e também o apoio de famosos. Até mesmo emissoras de rádio estão retirando as músicas do DJ Ivis de suas programações. Assim, ele se manifestou nas redes sociais e tentou explicar o ocorrido. “(…) As pessoas vão me julgar, mas eu não aguentava mais isso. Recebi chantagem de ameaça de morte com ela segurando a minha filha. Ninguém sabe o que é isso que eu passei, de querer se jogar com minha filha do décimo andar”.

Ele também alegou ser inocente e afirmou que apenas reagiu a um comportamento doentio de Pamella. Mas, para a psicóloga Aline Saramago, independentemente do que tenha acontecido, colocar a culpa das próprias ações no outro é uma forma consciente, ou inconsciente, de tentar tirar a responsabilidade de si pelas próprias ações.  “Considero que os meios realmente não justificam os fins, pois se trata de um adulto, com recursos para buscar ajuda no caso de dificuldades de relacionamento, emocionais, comportamentais etc”.

O DJ Ivis chegou a entrar na justiça para impedir Pamella de expor os vídeos das agressões ou de falar sobre ele na imprensa, o que foi negado. “O fato é: Ivis tentou justificar o injustificável. Ele agrediu uma mulher e deve arcar com as consequências de suas atitudes. Um erro não justifica outro e buscar impedi-la de falar é mais uma tentativa de não assumir seu erro”, observa a psicóloga Elisângela Lacerda.

Além do agressor, os especialistas explicam que a vítima também tende a justificar os abusos, acreditando, na maioria dos casos, que fez algo de errado que influenciou o comportamento violento do parceiro.

Marcas além do corpo

Outro fato que chamou atenção nos vídeos divulgados foi a presença da filha do casal, Mel, de apenas 9 meses. “Crianças que presenciam momentos de violência podem desenvolver traumas como: atraso no desenvolvimento cognitivo e emocional, agressividade, problemas de relacionamento, entre outros. Traumas esses que, se não tratados, podem acarretar diversas dificuldades na vida adulta”, acrescenta Elisângela.

Por isso, em briga entre homem e mulher se mete a colher sim. Todo caso de violência deve ser denunciado e acolhido, tanto pela justiça quanto pela sociedade. Porque, além de buscar ajudar a vítima, temos que proteger as crianças que presenciam a violência dentro de casa e vão levar cicatrizes para o resto da vida.

Apesar das dificuldades, o Brasil está avançando no combate a esse tipo de violência. Em todo o país, as denúncias podem ser feitas gratuitamente pelo número 180. Todo ato de agressão doméstica e familiar contra a mulher é crime e precisa ser exposto.

Fonte: R7

 

Rompimento entre Flavio Dino e Weverton Rocha começa a sair dos bastidores e se torna iminente

A iniciativa do ex-governador José Reinaldo Tavares, atualmente na equipe de articuladores políticos do Palácio dos Leões, de vir a público desfazer especulações de que o governador Flavio Dino estaria disposto a antecipar a sua renúncia para favorecer o vice-governador Carlos Brandão, foi uma demonstração de que o rompimento entre o governador e o senador Weverton Rocha, está praticamente definido. A afirmação de José Reinaldo Tavares de deixar bem claro que a especulação era de políticos ligados ao senador Weverton Rocha, ficou bem claro que chegou a hora de vaca não conhecer bezerro.

A guerra entre Flavio Dino e Weverton Rocha deixa o campo das especulações e vai para a foice e o martelo, para ver quem mais roupa na fonte. A verdade é que o governador Flavio Dino tem estimulado assessores a cooptarem prefeitos da então base de Weverton Rocha para virem fortalecer Carlos Brandão, mas alguns resistem em razão de que sabem que Flavio Dino não é de honrar compromisso e aguardam entendimentos com Carlos Brandão.

Também já é vista como promissora uma tentativa de mudança na Assembleia Legislativa do Estado para um maior enfraquecimento das pretensões do senador Weverton Rocha. A atual conjuntura já deixa claro a impossibilidade de entendimentos entre o governador e o senador pela radicalização dos dois aos seus interesses, mas como na política o interesse pessoal é sempre maior do que o ideológico, muitos bicudos acabam se beijando e o que foi dito, acaba ficando por conta do não dito.

Enquanto isso, a oposição com a potencial liderança da ex-governadora Roseana Sarney, é no momento, apenas uma espectadora esperando que o mar pegue fogo para comer peixe assado. Há dentro do governo, políticos que acreditam que pode haver entendimentos, muito embora no momento o caldeirão ainda não está em ebulição, mas ao invés da temperatura subir, pode baixar, mas se for o contrário, o caldo entorna.

Fonte: AFD  

Coordenação do Plano Nacional de Prevenção a Corrupção busca adesões no Maranhão

Lançado no Maranhão no dia 15/06, o Programa Nacional de Prevenção à Corrupção começou a receber adesões de gestores públicos de várias regiões do estado. A previsão é de que todas as 609 organizações públicas presentes no estado, das esferas federal, estadual e municipal e dos três poderes se juntem ao programa
O PNPC é voltado a todos os gestores das organizações públicas (das três esferas de governo e dos três poderes em todos os estados da federação) e tem o objetivo de reduzir os níveis de fraude e corrupção no Brasil a patamares similares aos de países desenvolvidos.
No Maranhão, a Rede de controle da Gestão Pública do Maranhão coordena as ações do Programa, além de também participar como respondente por meio de seus componentes. Fazem parte da Rede de Controle o Ministério Público do Estado do MA (MPMA), Tribunal de Contas do Estado (TCE-MA), a Secretaria de Estado da Transparência e Controle (STC-MA), a Controladoria-Geral do Município de São Luís (CGM-SLZ), o Tribunal de Contas da União (TCU) e a Controladoria-Geral da União (CGU), entre outros.
O programa será operacionalizado com o auxílio de uma plataforma online denominada e-Prevenção, por meio da qual cada gestor deverá avaliar sua instituição. A partir desse diagnóstico, será sugerido plano de ação específico, que apresentará propostas adequadas à entidade. O programa oferece, ainda, treinamentos, modelos e parcerias com órgãos e entidades públicas e privadas para implantação de mecanismos de combate à corrupção.
As mensagens para acesso à plataforma e-Prevenção com o link para acesso ao programa já foram enviadas por e-mail. A coordenação espera um aumento nas adesões a partir dessa semana, o que permitirá maior agilidade na adoção das medidas previstas para cada situação específica.
Para os que não tiveram a oportunidade de assistir o lançamento do Programa Nacional de Prevenção à Corrupção (PNPC) no Estado do Maranhão, é possível rever o evento no Youtube.

Fonte: TCE-MA

 

 

Protestos em Cuba ocorrem com a fome crescente e a covid no país

          Pessoas foram às ruas em cidades da ilha e em Miami

  • País vive crise econômica e sanitária por conta da Covid
  • Presidente diz que raiz do problema está no bloqueio dos EUA

No último domingo (11), protestos contra o governo cubano eclodiram em diversas cidades da ilha e em Miami, nos Estados Unidos. Os manifestantes expressaram seu descontentamento com a atual situação econômica e social do país, muito agravada durante a pandemia de Covid-19.

Em 2020, o PIB cubano caiu 11%. Além disso, o país, que depende de importar 70% de tudo que consome, sofre com escassez, causada principalmente pelo fechamento das fronteiras por conta da pandemia e pelo bloqueio econômico norte-americano.

Entre os problemas que atingem a população está a falta de comida. A escassez levou o Estado a autorizar que camponeses matem vacas e bois para consumo próprio. No pedido ao governo pelo direito de abater o animal, é preciso declarar quanto leite a vaca já produziu e quantos quilos tem o boi.

Há também menos voos internacionais, o que diminuiu a entrada de dólares na ilha enviados por cubanos que vivem em outros países, em especial nos Estados Unidos. Segundo dados oficiais, 65% das famílias cubanas recebiam ajuda de parentes.

Outra perda econômica para o país foi na área do turismo, que é uma das principais fontes de recursos e responde por 10% do PIB do país, somando áreas relacionadas, como a gastronomia.

A produção de açúcar, outra atividade econômica essencial para Cuba, foi afetada por uma grande seca que se agrava há anos por conta de alterações climáticas.

O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, que também é líder do Partido Comunista Cubano, se pronunciou em rede nacional de televisão e rádio, junto com outros membros do governo, sobre os protestos.

Segundo o presidente, grande parte das dificuldades enfrentadas pelos cubanos são consequência do bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos. Este bloqueio, lembrou Díaz-Canel, ficou mais duro em 2019, depois de uma decisão do ex-presidente Donald Trump e que ainda não foi revista pelo atual presidente Joe Biden.

“Se querem ter um gesto com Cuba, se de verdade se preocupam, abram o bloqueio e vamos ver como tocamos”, declarou.

Além dos problemas econômicos, a população da ilha enfrenta dificuldades com a pandemia de coronavírus. Mesmo com um sistema de saúde público e universal, faltam hospitais para atender todos os doentes.

Mesmo com as dificuldades, Cuba também está desenvolvendo sua própria vacina, a Soberana, que apresentou bons resultados em testes clínicos.

Os protestos aconteceram um dia depois de o governo ter negado um pedido de dissidentes para criar um “corredor humanitário”, viabilizando a chegada de remédios.

O Ministério das Relações Exteriores emitiu um comunicado que reconhece a crise sanitária do país, mas afirmou que já estão sendo realizados esforços receber auxílio externo.

Em uma publicação nas redes sociais, o chanceler Bruno Rodríguez afirmou que “Cuba recebeu doações de insumos médicos de 20 países, e outras 12 estão em processo de envio”.

no domingo dos protestos, Cuba registrou um recorde de novos casos e mortes por Covid-19. Foram 6.923 casos e 47 mortes em 24 horas. No total, o país teve 238.491 casos e 1.537 mortes.

Fonte: Yahoo Notícias