Repercute a denúncia que fiz à semana passada aqui no blog sobre a desonestidade e furto aos clientes do Mix Mateus, da Curva do 90, que já ocorreram comigo e perdi a conta dos pedidos de reparações e advertências feitas na ocasião aos clientes do próprio estabelecimento. Muita gente vem acusando o golpe.
Não tinha a dimensão que o problema abordado por mim fosse também de centenas de clientes e se estendessem a inúmeras lojas do grupo Mateus. O mais comum a todos os estabelecimentos é o que denunciei, a diferença superior de preços entre as gondolas e os caixas, que se o cliente não atentar tem prejuízos. Outra questão levantada por vários clientes é sobre a falta de preços em vários produtos hortifruti, que concorrem decisivamente para o favorecimento da empresa. As críticas de consumidores e hoje refém de um grupo empresarial por falta de uma concorrência, reconhece que como parceiro do Governo do Estado, ele pode tudo, começando pela omissão da fiscalização.
Será que o Procon, que atualmente corre atrás de postos de combustíveis, como se eles fossem responsáveis por aumentos dos preços dos derivados de petróleo, quando a realidade é o ICMS de quase 30%, será que dispõe de tempo e nem tem empecilho para fiscalizar o Grupo Mateus.
Os estabelecimentos comerciais do grupo empresarial precisam de fiscalização séria e transparente do Procon, da Vigilância Sanitária e do Ministério Público. São ações necessárias, que visam fazer valer direitos dos consumidores e dar um basta nos furtos diários praticados com alteração de valores entre as gondolas e os caixas dos supermercados sempre para mais no sistema de cobrança, sem qualquer participação das operadoras, que muitas vezes chegam a sofrer violência verbal de clientes.
A verdade é que o problema é da maior seriedade e existem desconfortos de clientes pela maneira desonesta do setor de gerenciamento do grupo Mateus, que acima de tudo precisa restabelecer a transparência com providências que a empresa já deveria ter adotado, uma vez que até a diferença de preços entre as lojas também não é princípio de seriedade, além de que o grave problema não é de agora.
Fonte: AFD