A falta de compromisso do poder público com o Centro Histórico motivam indignação pelo abandono
Há mais de três anos, uma dessas carroças que são puxadas por veículos está abandonada na rua Afonso Pena, bem na porta do prédio histórico dos Diários Associados – O Imparcial, que hoje é de propriedade da prefeitura de São Luís. A carroça, segundo consegui apurar, é de propriedade de uma gráfica que funciona no Beco da Pacotilha.
O interessante em tudo isso, são mais de três anos que a carroça está sendo presa a um poste de sinalização de trânsito mediante uma corrente de ferro. O agravante é que a placa indica que o local é reservado para estacionamento rotativo e como já se vão mais de três anos, pode-se perfeitamente afirmar que a fiscalização nunca esteve no local ou simplesmente tem se omitido ao exercício específico das suas responsabilidades, principalmente bem próximo de um dos logradouros públicos mais importantes da cidade de São Luís – a Praça João Lisboa, onde a fiscalização municipal de trânsito é bem permanente. Um comerciante da proximidade informou que a carroça chegou a derrubar um poste colonial da rua, que por muito tempo ficou abandonado, tendo ele guardado para entregar as autoridades, quando alguém se dispuser a ver o sério problema e procurar saber, qual o paradeiro do bem público e cobrar as responsabilidades ao autor do dano.
Comenta-se que o Centro Histórico conta com a administração de uma subprefeitura, o que causa certa desconfiança quanto a veracidade da informação ou então se trata de mais um desses administradores que não entendem de nada. Na realidade são os que buscam status e vantagens salariais, quanto a responsabilidade com o trabalho, na maioria das vezes são despreparados para o exercício da competência e com certeza nunca se dignou a caminhar pelas ruas do Centro Histórico para identificar a infinidade de problemas existentes em toda a sua área, e que a maioria poderia ser facilmente resolvido, como o da retirada da carroça de um local impróprio e aplicação das sanções penais ao seu proprietário. O cerne do problema é compromisso e identificação com uma cidade que ostenta o título de Patrimônio Cultural da Humanidade.
Ação do Ministério Público Estadual pede afastamento do cargo do prefeito de Itapecuru-Mirim.
Pesam muitas acusações graves sobre o dirigente municipal.
O dirigente municipal é acusado de práticas de improbidades administrativas
A 1ª Promotoria de Justiça de Itapecuru-Mirim ingressou, na última segunda-feira, 28, com uma Ação Civil Pública por atos de improbidade administrativa contra o prefeito do município, Magno Rogério Siqueira Amorim. A ação foi motivada por diversas irregularidades no que diz respeito ao funcionalismo municipal, que vão da contratação temporária irregular ao acúmulo de cargos em mais de uma secretaria municipal.
De acordo com o promotor Benedito de Jesus Nascimento Neto, que responde pela 1ª Promotoria de Itapecuru-Mirim, desde quando começou seu mandato, em janeiro de 2013, Magno Amorim vem realizando a contratação de servidores, para todas as áreas da administração, sem concurso público. Diante disso, em 10 de abril de 2014, o Ministério Público firmou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), no qual a Prefeitura se comprometeu a demitir os contratados irregularmente e nomear os concursados, inclusive os excedentes.
Após o prazo previsto, de três meses, o gestor não cumpriu o acordo firmado. Mesmo sendo dada tolerância em relação ao prazo, o cumprimento do TAC foi apenas parcial. Mais que isso, o prefeito informou, falsamente, ao Ministério Público, a respeito da demissão dos servidores. No ofício 35/2014, o gestor lista apenas 19 servidores que teriam sido demitidos. Foi verificado, no entanto, em diligências realizadas pela promotoria, que esse número é muito maior.
Apenas nas escolas municipais visitadas pela equipe da promotoria em fevereiro de 2015, foram encontrados 101 contratados em atividade, contra apenas 14 servidores concursados. De acordo com o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Itapecuru-Mirim, o número de professores contratados em 2014 era superior a 350.
“Com a comprovação da existência de servidores contratados, verifica-se a necessidade de se convocar os concursados, uma vez que confirmada a existência da necessidade de serviço pela Administração Pública Municipal, em razão da contratação de servidores temporários, ilegalmente”, observa o promotor Benedito Coroba.
OUTROS PROBLEMAS
Não bastasse a irregularidade de suas contratações, os servidores de Itapecuru-Mirim têm sofrido com constantes atrasos em seus vencimentos. Atualmente, os funcionários estão sem receber salários há três meses.
“O gestor público que atrasa o pagamento de remuneração de servidores é um gestor incompetente e descompromissado, considerando que o pagamento de remuneração é despesa pública básica e essencial; o seu descumprimento indica, inquestionavelmente, o fracasso na gestão das contas públicas, com inúmeras repercussões negativas, principalmente em relação aos alimentos dos beneficiários. É por essa razão que a remuneração dos servidores tem caráter alimentar, dizendo respeito à própria dignidade da pessoa humana”, argumenta o promotor de justiça.
Outro fato levantado na ação é o de que vários servidores figuram, ao mesmo tempo, nas folhas de pagamento das secretarias municipais de Educação e Saúde. Essas pessoas aparecem como merendeiros e porteiros em uma pasta e como auxiliares de enfermagem na outra. Para Benedito Coroba, esse fato indica o acúmulo ilegal de cargos, fraude na folha de pagamento, desvio de recursos públicos e diversos outros elementos caracterizadores de improbidade administrativa.
PEDIDOS
Além do afastamento imediato de Magno Rogério Siqueira Amorim do cargo de prefeito, de modo a não atrapalhar o andamento das investigações, o Ministério Público também pediu, em caráter liminar, a decretação da indisponibilidade dos bens do gestor, bem como o bloqueio de suas contas. Também foi pedido que a Justiça requisite da Receita Federal as declarações de Imposto de Renda do prefeito relativas aos exercícios de 2012, 2013 e 2014.
Ao final do processo, a promotoria pede a condenação do prefeito de Itapecuru-Mirim por improbidade administrativa, estando sujeito à perda do mandato, suspensão dos direitos políticos por oito anos, pagamento de multa no valor de 100 vezes a remuneração recebida por ele em setembro de 2015, ressarcimento dos danos causados ao erário e à proibição de contratar ou receber qualquer benefício do Poder Público pelo prazo de cinco anos.
Fonte –(CCOM-MPMA)
Sequestro de bens de ex-presidente de Câmara de Chapadinha é requerido na justiça pelo Ministério Público
O Ministério Público do Maranhão (MPMA), por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Chapadinha, ajuizou, em 29 de setembro, Ação Civil Pública de Improbidade, com pedido de liminar de sequestro de bens (ACP), contra a ex-presidente da Câmara de Vereadores, Maria das Graças Nunes Mesquita, que ocupou o cargo no período de janeiro de 2009 a dezembro de 2010.
A ACP, formulada pelo promotor de justiça Douglas Assunção Nojosa, foi motivada pela denúncia de que a ex-presidente contratou Alex da Silva Nascimento, sem seu conhecimento e autorização, como assessor da presidência da Câmara, de janeiro a dezembro de 2009, caracterizando uma contratação “fantasma”.
A denúncia foi feita pelo próprio Alex Nascimento, que relatou que foram pagos, em seu nome, o valor de 9.360,00 (R$ 13.589,39, em valor atualizado). Ele morou durante alguns anos na casa da ex-presidente.
FOLHAS DE PAPEL EM BRANCO
Nascimento declarou ao MPMA que nunca se submeteu a qualquer concurso público ou processo seletivo para o quadro de servidores do órgão municipal. Além disso, informou que nunca soube da sua nomeação para o cargo.
Ele relatou, ainda, que entregou todos os seus documentos pessoais e, sem informar o objetivo, Maria das Graças havia pedido a ele que assinasse algumas folhas de papel em branco.
Alex também contou que, além de não ter trabalhado na Câmara, ele nunca recebeu salários do Legislativo de Chapadinha. Devido à contratação ilegal, ele tem sido impedido de receber auxílio-doença junto ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) porque ainda tem vínculo com o Legislativo local.
“Os vencimentos que seriam devidos a Alex Nascimento, foram, na verdade, apropriados pela ex-presidente, que teria, propositadamente, incluído o nome dele na folha de pagamentos da Câmara”, explica o promotor, na ação.
PEDIDOS
Na ação, além do sequestro dos bens da ex-presidente, o MPMA requer que o Poder Judiciário decrete a ilegalidade dos pagamentos autorizados por Maria das Graças Nunes Mesquita a Alex Nascimento.
Entre as solicitações do MPMA está a condenação da ex-gestora ao ressarcimento do valor, monetariamente corrigido desde a época dos pagamentos, aos cofres da Câmara Municipal de Vereadores de Chapadinha.
O representante do MPMA requer, ainda, a condenação de Maria das Graças à suspensão de seus direitos políticos, de três a cinco anos e ao pagamento de multa de até cem vezes o valor da remuneração recebida à época da contratação ilegal de Alex Nascimento.
Outro pedido é a condenação da ex-presidente ao pagamento das custas processuais,.O município de Chapadinha fica localizado a 246 km de São Luís.
Redação: CCOM-MPMA
Presidente do SINDJUS-MA convida servidores do TJ para Assembleia Geral no dia 03 de outubro
O Presidente do Sindicato dos Servidores da Justiça do Estado do Maranhão-SINDJUS/MA Aníbal Lins convida todos os servidores do Poder Judiciário a estarem presente na Assembleia Geral Extraordinária da categoria que será no dia 03 de outubro, a partir das 09h, na sede social do SINDJUS-MA na estrada da Raposa, s/n, Cumbique.
Na Assembleia os servidores irão deliberar se deflagram GREVE GERAL por tempo indeterminado para garantir a REPOSIÇÃO INFLACIONÁRIA, no índice de 6,23%, com efeitos retroativos a janeiro de 2015. E autorizar o uso da internet nos processos eleitorais e deliberativos do SINDJUS/MA, bem como majorar pelo prazo de seis meses a contribuição mensal dos associados para custear as despesas dos honorários advocatícios dos escritórios em Brasília, manutenção dos 21,7%, aprovação do Novo PCCV e a anistia das punições da greve de 2014.
Fonte – SINDIJUS
UFMA HOMENAGEIA DR. JACKSON LAGO COM TITULO DOUTOR HONORIS CAUSA
Talvez tenha sido o único governador do Maranhão, que procurava sempre uma interação com os segmentos comunitários
O Dr. Jackson Lago será homenageado “in memoriam” com o titulo de Doutor Honoris Causa concedido pela Universidade Federal do Maranhão – UFMA. A Solenidade será no dia 06 de outubro de 2015, às 19h, no Auditório Central do Campus do Bacanga – UFMA.
O título de Doutor Honoris Causa é oferecido a personalidades que se distinguem pelo saber, pela atuação na ciência ou pelo melhor entendimento entre os povos ou em defesa dos direitos humanos, características que distinguem os homenageados.
Na ocasião, o poeta e escritor Nauro Diniz Machado, também será homenageado.
Fonte – INSTITUTO JACKSON LAGO
O BADALAR DOS SINOS
PoetaJosé Olívio de Sá Cardoso Rosa
O badalar dos Sinos
Da Igreja do Carmo
Anunciando o meio dia
Hora sagrada do almoço
E hóstias na sacristia.
Ao lado de nossa Igreja
A junta Comercial
Em frente a praça João Lisboa
Com muitos pombos a voar
Cuidado com suas vestes
Senão podem se sujar.
Bela Cidade histórica
São Luís do Maranhão
Com praças de estátuas éneas
De escritores e Poetas
Que nos brindaram com poemas
Todos perfeitos e rimados
Que beleza de legado
Quando são bem declamados.
Cidade dos azulejos
Vindos de Portugal
Para compor nossa história
E transforma-la imortal.
Berço de nossa glória
Patrimônio da humanidade
Que reflete toda história
De nossa bela Cidade
Para nossa honra e glória.
Terra de Antônio Gonçalves Dias
Que nos traz inspiração
Ao comtemplar as palmeiras
Dos babaçuais do Sertão.
Palmeiras ricas e belas
Existentes no Maranhão
Que podem ser sucumbidas
Se não houver preservação.
Adeus céus de tantas Estrelas
De vagalumes reluzentes
Assemelhando uma Cidade
Composta de tanta gente..
Nesse meio tão reluzente
Um arco-írisno Céu
Que na fé que temos em Cristo
Era noite de São Miguel.
José Olívio de Sá Cardoso Rosa é advogado, poeta, compositor, pensador e escritor contista. É natural da cidade de Colinas no Maranhão e formado em direito pela Faculdade Cândido Mendes – Rio de Janeiro. Na vida profissional é um advogado conceituado e bem atuante, e já fez parte por várias vezes da administração da Caixa de Assistência dos Advogados do Maranhão e do Conselho Seccional do Maranhão da Ordem dos Advogados do Brasil
José Joaquim solicita recuperaçãoda estrada que liga São Luís a São José de Ribamar
Uma indicação de autoria do vereador José Joaquim (PSDB), aprovada esta semana pela Câmara Municipal, faz uma pertinente solicitação ao governo do Estado sugerindo a elaboração de projeto para a execução da recuperação completa da MA 201, que liga São Luís a São José de Ribamar. Ele pede ainda a realização “de pavimentação e execução de todas as obras de drenagem, revisão do canteiro central, reexame e implantação de sinalização vertical, horizontal e semafórica, onde se fizer necessário”.
O vereador tucano sugere ainda, “especial atenção para a execução do Projeto Executivo que está sob responsabilidade da Prefeitura de São Luís e que integra a Forquilha e o Maiobão, o que possibilitará a melhoria do tráfego e trânsito pelos usuários daquele espaço urbano”, completa. Aproveitando essa sugestão ele pede a inclusão “de projetos de engenharia que vêm desde a rotatória do aeroporto, com acesso a Av. dos Franceses, rotatória da Igreja do São Cristóvão, à AV. Santos Dumont, rotatória da Av dos Guajajaras, que dá acesso à Av. Lourenço Vieira da Silva e roteiro a rotatória da Forquilha, assim como conhecida, que dá acesso a Maiobinha e Maiobão”.
Estendendo o pedido para o envio de cópia de sua solicitação aos prefeitos Edivaldo Holanda Junior e Gil Cutrim, e aos secretários Municipais Canindé Barros, de Transportes, e Antonio Araújo, de Obras e Serviços Públicos, e para ser dado ciência ao Governo do Estado, no sentido de estudar viabilizar parcerias com as prefeituras de São Luís e São José de Ribamar, “para que este conjunto de obras e intervenções venha a ser realizado, inclusive até em forma de parceria e contribuição de todos que possam ser envolvidos”, completa.
RIO ITAPECURU – Numa outra indicação, também aprovada esta semana, José Joaquim pleiteia junto ao governador do Estado, secretário de Estado do Meio Ambiente, Marcelo Coelho, superintende do IBAMA no Maranhão, Pedro Leão da Cunha Santos Filho, e ao presidente da CAEMA, Davi de Araújo Telles, a elaboração de um projeto para limpeza do leito e proteção das margens e nascentes do Rio Itapecuru.
Ao reiterar proposições anteriores, o parlamentar social democrata diz que sua solicitação tem por objetivo “garantir a preservação desse importante rio maranhense e assegurar o fornecimento de água à nossa população, diante da grave crise hídrica por que passa o País”, conclui ele.
Chico Carvalho propõe criação da Delegacia daCriança e do Adolescente na Zona Rural
O vereador de São Luís, Chico Carvalho (PSL), pediu por meio de uma indicação ao governador Flávio Dino (PCdoB), a instalação de uma delegacia especializada de defesa e proteção à criança e ao adolescente na Zona Rural de São Luís. O pedido do vereador foi formalizado por meio da Câmara Municipal de São Luís e encaminhado ao governador, com uma cópia ao secretário de Segurança Pública Estado do Maranhão, Jefferson Portela.
Em sua proposição o parlamentar salienta que além de submetidas à violência, crianças e adolescentes também são vítimas de diversos tipos de constrangimentos, muitas vezes dentro da própria família. Acrescenta ele que “a implantação da delegacia visa garantir a dignidade, o respeito e a proteção aos menores. Além de inibir atitudes violentas, investigar e punir os acusados”.
No entendimento de Chico Carvalho, “certo que as crianças e os adolescentes, tendo a sua disposição um órgão especializado para atendê-los na área de segurança, se sentirão mais à vontade para procurá-lo e fazer sua queixa”.
PRAÇA EM PEDRINHAS – O vereador Chico Carvalho está solicitando ao prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT), que autorize a Secretário Municipal de Obras e Serviços Públicos a realização de um estudo técnico para construção de uma praça na rua do Sol no bairro de Pedrinhas, próximo ao campo de futebol.
O parlamentar argumenta que” uma cidade para ser aprazível deve oferecer ao povo, espaços públicos de lazer e entretenimento, e a praça é o espaço mais democrático e acessível que se tem, pois promove o encontro entre pessoas em geral, e sobretudo entre crianças, além de ser um fator de desenvolvimento urbano que muito valoriza o setor”.
Segundo ele, “esta praça de lazer que estamos solicitando, além de ser uma área para eventos culturais, cívicos e religiosos, deverá servi de um espaço infantil, onde a criançada possa se divertir, gastar suas energias e viver momentos de alegria, pois brincar é a atividade que mais agrada e conquista as crianças.
Painel de Ivaldo Rodrigues trata de saúde filantrópica e novos caminhos
O vereador Ivaldo Rodrigues (PDT), realizou na terça feira (29), no Plenário Simão Estácio da Silveira da Câmara municipal de São Luís, um Painel com o tema: “A atual situação da saúde filantrópica em São Luís e no Maranhão”, que debateu a atual situação da saúde nos hospitais filantrópicos de São Luís.
Durante o evento, que contou com a presença de várias autoridades em saúde e inúmeros vereadores, o tema foi discutido e analisado pelos presentes, que explanaram os principais problemas encontrados dentro das instituições de saúde filantrópica.
Para o vice-presidente do Conselho da Fundação Antônio Jorge Dino, mantenedora do Hospital do Câncer Aldenora Belo, Dr. Antônio Dino Tavares, a situação é mais complicada que imaginamos. “A situação dos hospitais filantrópicos está virando uma bola de neve e não está pior graças a pessoas que doam e ajudam nossas instituições. O único hospital do câncer no Maranhão que fazia tratamento gratuito era o Aldenora Belo, mas o Estado inaugurou um ano passado. Parte dos pacientes são crianças e a fundação vai ter que fazer uma UTI pediatra para tratar câncer infantil. A filantropia representa 51% do atendimento no Brasil. Precisamos unir todos, ou a situação vai piorar ainda mais”, destacou o diretor.
De acordo com o requerimento de autoria de Ivaldo Rodrigues e aprovado por unanimidade na Câmara Municipal de São Luís, o painel trouxe o tema para discutir um melhor caminho para que a saúde Filantrópica de São Luís seja vista e valorizada como ela merece.
Ivaldo Rodrigues, destacou a importância desses hospitais na vida da população, principalmente em São Luís. “É de suma importância o papel dos hospitais filantrópicos na rede de atenção à saúde, e por isso necessita-se de ações para o fortalecimento e ampliação dos seus atendimentos. A partir de agora vai ser formada uma comissão permanente para que essas instituições sejam vistas como quem ajuda as pessoas”, destacou o vereador pedetista autor do requerimento.
A secretária municipal de Saúde de São Luís, Helena Duailibe, falou do papel do poder público e mostrou as dificuldades encontradas principalmente pelo município, já que a prefeitura paga o atendimento do SUS e o governo federal quando repassa, ainda não cobre o valor. Dessa forma, segundo a secretária, sofre o município e principalmente os hospitais filantrópicos.
Para Abdon Murad, presidente do Conselho Regional de Medicina (CRM) e provedor da Santa Casa de Misericórdia, o grande problema está no repasse do governo federal, apesar, segundo Murad, de que o Sistema Único de Saúde (SUS) é um grande programa. Para Murad, é preciso fazer um estudo e ver a importância dos hospitais filantrópicos em nosso estado, já que metade está fechando as portas por falta de recursos.
Estiveram presentes ao Painel, os vereadores Gutemberg Araújo (PSDB), José Joaquim (PSDB), Sebastião Albuquerque (DEM), Eidimar Gomes (PSDB), Ivaldo Rodrigues (Autor do Requerimento), Marlon Garcia (PTdoB), Ricardo Diniz (PHS), Pavão Filho (PDT), Isaias Pereirinha (PSL), Marquinhos Silva (DEM), Armando Costa (PSDC), Josué Pinheiro, Nato (PRP), Professor Lisboa (PCdoB) e Rose Sales. Também esteve presente José Jorge (Diretor de relações Institucionais da Cemar).
Fonte – Diret – Comunicação – CMSL
Construtoras da Lava Jato e empresas com interesses nas terras indígenas doaram a ruralistas da ‘CPI do Cimi’
Empresas envolvidas no escândalo da Operação Lava Jato, investigação que apura o desvio de recursos da Petrobras para o pagamento de propina a políticos e lavagem de dinheiro, estão entre as doadoras das campanhas eleitorais de parlamentares ruralistas da Assembleia Legislativa do Mato Grosso do Sul, nas eleições de 2014, e que integram a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que pretende investigar as atividades do Conselho Indigenista Missionário (Cimi) no estado. Mineradoras, bancos privados, seguradoras, corporações e empresas do agronegócio também estão entre os doadores. Os dados são públicos e constam na página virtual do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
As construtoras UTC, Andrade Gutierrez e Queiroz Galvão, cujos principais executivos estão detidos ou indiciados, investiram em campanhas políticas ligadas ao agronegócio sul-mato-grossense. A Lava Jato teve início em março de 2014, ou seja, sete meses antes das eleições. Um dos principais beneficiados é o deputado Paulo Corrêa (PR), que recebeu das três empresas um montante que somado supera os R$ 300 mil.
Corrêa será o relator da chamada ‘CPI do Cimi’, Comissão Parlamentar de Inquérito que pretende investigar as relações da organização indigenista com as retomadas dos povos indígenas de terras tradicionais no estado. A parlamentar ruralista Mara Caseiro (PTdoB) presidirá a CPI, que terá como vice-presidente Marquinhos Trad (PMDB), também ligado ao ruralismo sul-mato-grossense. As funções foram definidos na tarde desta quarta-feira, 30.
Juntos, os parlamentares receberam R$ 2.454.542,06 milhões em doações. Desse total, o relator da ‘CPI do Cimi’, deputado Paulo Corrêa, declarou ao TSE o montante de R$ 769.515, 50 – as construtoras UTC, Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa financiaram, aproximadamente, 40% da campanha declarada pelo parlamentar ao TSE. O restante partiu de empresas ligadas à cadeia do agronegócio e demais doadores.
A presidente e inventora da ‘CPI do Cimi’, deputada Mara Caseiro, declarou ter recebido em doações para a campanha de 2014 o valor de R$ 607.238,65. Mara não recebeu recursos diretos de nenhuma empresa ou construtora, apenas por terceiros. Por exemplo, indivíduos com o sobrenome do vice-presidente da CPI, deputado Marquinhos Trad, repassaram para Mara dois cheques com dinheiro da JBS, o grupo dono da Friboi, totalizando R$ 26 mil. Na conta de campanha de Mara chegou, por intermédio de Nelson Trad Filho, ex-prefeito de Campo Grande (MS), um cheque do empresário João Roberto Baird, que é acusado de participar de um esquema de desvio de R$ 48,7 milhões do Detran do Mato Grosso do Sul. Baird, até setembro de 2014, era o nono maior doador individual das eleições, tendo repassado R$ 1,08 milhão para diferentes siglas partidárias.
A deputada federal Tereza Cristina Corrêa (PSB/MS) também repassou doações de empresas para a campanha de Mara Caseiro, perto de R$ 125 mil da Iaco Agrícola S/A e da Energética Santa Helena S/A, uma usina de produção de etanol. Tereza Cristina estava na reunião do Sindicato Rural de Antônio João, no último dia 29 de agosto, quando Roseli Maria Ruiz, presidente do sindicato, acabou com o encontro convocando os fazendeiros para o ataque que culminou no assassinato de Semião Vilhalva Guarani e Kaiowá, na Terra Indígena ÑanderúMarangatú.
Já a senadora Simone Tebet (PMDB/MS), uma das principais defensoras da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 71, que pretende transformar em parágrafo constitucional o pagamento da chamada ‘terra nua’ aos fazendeiros com propriedades em terras indígenas, enviou para Maraum outro cheque da JBS de R$ 25 mil.
Marquinhos Trad, do triunvirato que dirigirá os trabalhos da ‘CPI do Cimi’, foi quem mais arrecadou: R$ 1.077.787,91 milhão. O perfil de doadores segue o mesmo: construtoras, empresas agrícolas, JBS, Usina Santa Helena, o empresário Braid, mineradoras e a Engepar, empresa de engenharia investigada pelo Ministério Público Estadual, com inquérito correndo na Promotoria do Patrimônio Público e Social, de estar envolvida no pagamento de propinas da Operação Tapa-Buracos, da prefeitura de Campo Grande, na gestão de Nelson Trad Filho, irmão de Marquinhos Trad.
Não consta que as doações apuradas junto ao TSE destes parlamentares sejam irregulares ou ilegais. O setor privado, no Brasil, podia financiar campanhas em 2014 – no último dia 17 de setembro, o Supremo Tribunal Federal (STF) acabou com as doações privadas. No entanto, o demonstrativo serve para a sociedade averiguar quais interesses econômicos e financeiros estão por trás dos deputados e deputadas que investigarão o Cimi e que insistem em se opor aos direitos territoriais indígenas. Tanto os parlamentares quanto seus doadores possuem interesses diretos ou indiretos nas terras reivindicadas pelos povos indígenas no Mato Grosso do Sul.
Demais integrantes da CPI
A CPI é composta ainda pelos deputados Onevan Matos (PSDB), ligado ao ruralismo, e Pedro Kemp (PT), única voz dissonante entre os titulares da Comissão ao grupo liderado por Mara Caseiro. Os suplentes serão os deputados e deputadas Antonieta Amorim (PMDB), João Grandão (PT), Beto Pereira (PDT), Márcio Fernandes (PTdoB) e Ângelo Guerreiro (PSDB).
Fonte – IHUSINOS
Ex-prefeita de Bom Jardim da ostentação e do privilégio esteve escondida em Santa Rita
A ex-prefeita Lidiane Leite da ostentação e do privilégio com o deputado Waldir Maranhão, vice-presidente da Câmara dos Deputados
Com a contestação indignada de caciques de várias aldeias indígenas da área em que fica o município de Bom Jardim, imediatamente foi destruída a versão dada pela ex-prefeita Lidiane Leite e dos seus advogados, de que ela esteve foragida em área dos povos indígenas. O mais interessante é que os índios registraram que ela como dirigente municipal nunca prestou qualquer serviço de relevância às aldeias e nenhuma delas acolheria a acusada de corrupção.
Começaram a surgir informações de que a ex-prefeita Lidiane Leite, esteve por mais de um mês escondida bem próximo da capital e mais precisamente a 70 quilômetros, no município de Santa Rita, em casa de amigos com certas influências politicas. A ex-prefeita Lidiane Leite, que se tornou conhecida mundialmente pela ostentação pessoal que fazia com o dinheiro público, não deixou por menos o privilégio ao ser presa em um quartel do Corpo de Bombeiros, mesmo sem curso superior, que poderia se constituir em instrumento para ser recolhida em acomodações reservadas para médicos plantonistas da unidade militar.
Apesar das manifestações públicas dos Ministérios Públicos Estadual e Federal para o exacerbado privilégio para uma ex-dirigente municipal saqueadora do cofre público de Bom Jardim e semeadora da fome e da miséria nas escolas públicas, mesmo assim o Poder Judiciário está um tanto indiferente para o caso. Alguns advogados que têm constituintes em situação idêntica a da ex-prefeita, estariam se mobilizando para pelo princípio da igualdade, solicitar ao judiciário privilégio igual.





