No Sínodo a disputa é entre pastores e ideólogos.

               aldir

  No Sínodo dos bispos de 2015, a disputa não é entre liberais e conservadores, mas entre pastores e ideólogos. O caminho no qual o Papa Francisco está acompanhando a Igreja é o de um discernimento comum – um processo em que não há metas concorrentes e alternativas entre si, mas experiências e teologias diversas que colaboram na elaboração de um consenso.

                    A opinião é do historiador italiano Massimo Faggioli, professor de história do cristianismo da University of St. Thomas, em Minnesota, nos EUA. O artigo foi publicado no sítio TheHuffingtonPost.

Eis o texto.

          A “saída do armário” midiaticamente bem organizada como a do monsenhor polonês empregado da Congregação para a Doutrina da Fé do Vaticano e a consequente decisão vaticana de demiti-lo dos seus encargos (também do ensino em universidades pontifícias em Roma) despertaram reações diferentes e opostas.

Por um lado, há aqueles que veem no “coming out” e na reação vaticana a prova de uma incurável atitude de perseguição dos homossexuais (hoje em formas menos violentas do que no passado) por parte da Igreja Católica.

Por outro lado, há aqueles que veem no gesto do Mons. Charamsa uma provocação que tem pouco a ver com a questão homossexual na Igreja, que usa a nomeação do ex-Santo Ofício para uma espécie de contra edito e que exerce uma pressão indevida sobre a Igreja e sobre o papa, em particular, no momento muito delicado da abertura do Sínodo dos bispos em Roma, sobre questões divisivas na Igreja mundial, incluindo a da visão sobre a homossexualidade.

Ambas as posições têm uma parte de razão, mas, a meu ver, a questão é mais complicada, porque entrelaça questões diversas e se insere em um contexto particular. As questões diversas são três.

A primeira é a da homossexualidade e da visão da Igreja Católica sobre o sexo não procriativo. A segunda questão é a do celibato do clero e da relação entre vida religiosa-clerical e dimensão sexual da vida humana. A terceira questão é a da hipocrisia na e da Igreja, e do fato de que é o “escândalo público” que cria problemas, e não tanto o fato em si.

O Mons. Charamsa violou conscientemente, com um grave custo pessoal (para si e para outros, menos livres do que ele para decidir sobre as consequências do coming out), todos os três limites que a Igreja se deu para tratar a questão: revelou que estava há muito tempo em uma relação de casal (homossexual ou heterossexual é secundário), revelou ser homossexual e fez isso com uma coletiva de imprensa.

Tudo isso se insere em um contexto pré-sinodal, em que o gesto foi utilizado da melhor forma (e não poderia ser diferente) exatamente por aqueles para os quais um padre homossexual não pode ser padre, nem teólogo a serviço do Vaticano e, talvez, nem mesmo um cristão católico. É difícil entender se o Mons. Charamsa não previu ou não desejou essa heterogênese dos fins, que era muito fácil de se prever.

Mas aqui há um elemento que, na minha experiência de professor de teologia nos Estados Unidos, eu acho que é diferente da vida da Igreja na Itália e em Roma. A experiência dos católicos e dos teólogos homossexuais (homens e mulheres) na América, há alguns anos, foi “liberada” dentro das escolas teológicas e universidades católicas (não todas); muitas teólogas e teólogos católicos são há muitos anos ativos na comunidade científica e são reconhecidos (de modo não oficial, mas inequívoco) como vozes da teologia gay (ou LGBT) dentro da teologia católica.

Entre a realidade vivida pelos católicos norte-americanos e a linha oficial, há um abismo, e é um abismo feito de histórias em muitos casos dolorosas. Um dos privilégios de ensinar teologia na América é entrar em contato com histórias de colegas e amigos dos quais nunca se saberia nada em nível oficial. Na América (mas talvez agora também na Itália), o escândalo é o abismo entre realidade e linha oficial, e não o coming out.

Nesse contexto, a meu ver, as considerações táticas sobre os efeitos do coming out (deste, do dia 3 de outubro de 2015, e de outros menos publicizados do que esse) não interessam ou, no mínimo, são muito secundárias. Em outras palavras, por muito tempo, a Igreja institucional fingiu ignorar o problema, exceto ao reprimi-lo ocasionalmente e seguir em frente como se nada tivesse acontecido. Isso provocou muita dor derivada dos silêncios, dos compromissos, das hipocrisias que justamente são percebidas como antitéticos à verdade do Evangelho de Jesus Cristo – porque essa deve ser a referência, não outros.

A questão diante do Sínodo e do Papa Francisco é que, na Igreja Católica de hoje, ninguém tem receitas prontas para a questão do papel da vida e da experiência dos homossexuais na Igreja. Ou seja, aqueles que têm receitas prontas são os ideólogos que ignoram a complexidade ligada a resolver essa questão de uma mesma e idêntica maneira em uma Igreja como a católica, que tem no seu interior, ao mesmo tempo, o liberalismo e o progressismo radical norte-americano e a cultura tradicional da família na África e na Ásia (a questão é muito mais complexa, mas aqui devo simplificar).

Entre aqueles que já têm a receita pronta – em que a receita é: nenhuma mudança nem nesta frente, nem nas outras em discussão no Sínodo, como para os divorciados recasados – há eminências como o cardeal Ruini e as suas externações desses últimos dias (incluindo sobre a questão dos refugiados, em que ele diz que “muitos também na Igreja não acolhem ninguém; muitos acolhem assim, alla garibaldina [impetuosamente, sem cautelas]”).

Nesse sentido, fica claro – também a partir da homilia do Papa Francisco na missa de abertura do Sínodo na manhã desse domingo – que, no Sínodo dos bispos de 2015, a disputa não é entre liberais e conservadores, mas entre pastores e ideólogos. O caminho no qual o Papa Francisco está acompanhando a Igreja é o de um discernimento comum – um processo em que não há metas concorrentes e alternativas entre si, mas experiências e teologias diversas que colaboram na elaboração de um consenso para alcançar uma síntese mais avançada em relação à práxis atual da Igreja.

Iludem-se aqueles que pensam que esse processo de discernimento pode ser acelerado ou freado com uma coletiva de imprensa: isso vale tanto para o Mons. Charamsa quanto para o cardeal Ruini.

Fonte – IHUSINOS

A cada mês 172 professores pedem demissão ao Estado de São Paulo

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Léo Arcoverde

          A rede estadual de ensino de São Paulo registrou a exoneração de 9.279 professores entre janeiro de 2011 e junho de 2015. Esse número representa a saída de 172 docentes da sala de aula por mês, em média. Os dados são da Secretaria Estadual de Educação obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação (Lei nº 12.527/2011) pelo site “Fiquem Sabendo”.

No mesmo período, outros 3.351 professores ou deixaram a sala de aula para se dedicar a outra atividade na pasta da Educação ou passaram a acumular a função de docente com outra carreira na pasta.

De acordo com a secretaria, as 9.279 exonerações contabilizadas entre 2011 e 2015 “correspondem a 3,9% do total de docentes da rede estadual”.

Em nota, a pasta afirmou que houve contratação de 28 mil professores apenas em 2014, “número 13 vezes maior que a média apontada pela reportagem de professores exonerados”. Segundo o órgão, as 72.337 nomeações de professores feitas entre 2011 e junho deste ano representam “uma média de 1.339 nomeações por mês ou 45 nomeados por dia”.

Com relação aos 3.351 professores que pediram exoneração mas continuaram pertencendo ao quadro da secretaria, a pasta afirmou que esse número “não representa o número de docentes que deixaram a sala de aula”. “Esse dado representa os servidores vinculados à rede que podem ocupar outro cargo, inclusive permanecendo como professor.

Por exemplo, um executivo público que atua na administração durante o dia e ministra aulas no período noturno.”
Sindicatos e associações dos professores têm uma demanda antiga por melhores condições de trabalho. O magistério está entre as atividades com maior ocorrência da síndrome de esgotamento total (burn out).

Salário baixo

De acordo com as informações disponibilizadas pela pasta, de 2011 para cá, 72.337 docentes foram nomeados pelo órgão. No fim de 2014, ao realizar o mais recente concurso para professores da rede estadual (para o preenchimento de 5.734 vagas de docentes de educação básica – PEB 1), o salário inicial oferecido pela gestão do governador Geraldo Alckmin (PSDB) para jornada de 24 horas era de R$ 1.565,19.

Um ano antes, em outro concurso (o maior da história da categoria), para o preenchimento de 59 mil vagas de professores de educação básica (PEB 2) e educação especial no Estado de São Paulo, o salário inicial oferecido pela gestão do governador Geraldo Alckmin (PSDB) para quem escolhesse a jornada de 40 horas semanais era de R$ 2.257,84.]

Parte dos professores da rede estadual participou de uma greve que durou mais de 90 dias, entre março e junho deste ano. Segundo a Apeoesp (sindicato da categoria), a paralisação foi a mais longa da classe desde 1945, ano em que a entidade foi fundada. Os professores pediam um reajuste salarial de 75,33%.

O Estado não concedeu nenhum aumento por entender que a categoria obteve ganhos salariais significativos ao longo dos últimos anos.

Por que isso é importante?

O direito à educação é um dos direitos sociais previstos no art. 6º da Constituição Federal de 1988. Segundo o art. 205, também da Constituição Federal, a educação “é um direito de todos e dever do Estado e da família” e “será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”.

A Constituição prevê, ainda, em seu art. 144, que a segurança pública corresponde a um “dever do Estado” e um “direito e responsabilidade de todos” e que ela é exercida “para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio”.

Fonte – Controvérsia

Caso Flaviano Pinto Neto: A impunidade continua no Maranhão. Até quando?

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Em Nota Pública, entidades questionam: Impunidade até quando? No último dia 28 de setembro, a 3º Câmara Criminal do TJ-MA resolveu, por unanimidade, “despronunciar” os acusados do assassinato de Flaviano alegando não haver nos autos provas consistentes contra os mesmos. Com isso, não serão levados ao Tribunal do Júri. Confira o documento na íntegra:

Até quando julgareis iniquamente, favorecendo a causa dos ímpios?

(Sl 81, 2)

          As entidades que assinam esta Nota querem, por meio dela, manifestar sua indignação e revolta em relação à decisão unânime da 3º Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA) de “despronunciar” os fazendeiros Manoel de Jesus Martins Gomes e Antônio Martins Gomes, que por decisão da Juíza da Comarca de São João Batista seriam levados ao Tribunal do Júri acusados de serem mandantes do assassinato de Flaviano Pinto Neto, liderança do Quilombo Charco, município de São Vicente Ferrer (MA), no dia 30 outubro de 2010. Esta decisão é uma triste repetição do posicionamento do TJ-MA quando se trata do assassinato de lideranças camponesas – quilombolas por latifundiários neste estado.

A decisão dos desembargadores José de Ribamar Froz Sobrinho, José Joaquim Figueiredo dos Anjos e Tyrone José Silva, membros da 3º Câmara Criminal, dá voz à impunidade, velha e maldita bandeira deste país do latifúndio que aos camponeses reservou apenas uma “cova… para sua carne pouca”. No Maranhão, desde 1985 até o final de 2014, segundo o relatório Conflitos no Campo Brasil, publicado anualmente pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), foram assassinados 144 camponeses. Nenhum mandante foi julgado.

Embora sendo “cova medida”, Flaviano foi plantado como SEMENTE, que germinou e se tornou árvore frondosa. O vento balança os seus galhos e a música ecoada desse bailar sustentará os passos dos homens e mulheres das comunidades quilombolas e de outras comunidades tradicionais na retomada de seus territórios. Junto com eles e elas não recuaremos um só milímetro na luta pela JUSTIÇA.

Flaviano Pinto Neto, em atenção ao teu chamado para avançar na luta, respondemos:

Avançaremos!

Articulação Nacional de Quilombos

Cáritas Brasileira – Regional Maranhão

Comissão Pastoral da Terra (CPT) – Secretaria Nacional

Comissão Pastoral da Terra – Regional Maranhão

Conselho Indigenista Missionário (Cimi) – Regional Maranhão

Irmãs de Notre Dame

Movimento Quilombola do Maranhão – MOQUIBOM

Sociedade Maranhense de Direitos Humanos – SMDH

Para entender o caso:

         Flaviano Pinto Neto era líder da Comunidade quilombola do Charco, localizada no município de São Vicente Ferrer, no Maranhão. Foi assassinado no dia 30 de outubro de 2010. O crime se enquadra na figura de homicídio sob encomenda. Então, o Ministério Público do Maranhão (MP-MA) ofereceu denúncia contra Manoel de Jesus Martins Gomes – “Manoel de Gentil”; Antônio Martins Gomes – “Antônio de Gentil”; Josuel Sodré Saboia e Irismar Pereira – “Uroca”. Os dois primeiros, fazendeiros, como mandantes, Josuel, como intermediário, e Irismar, como executor. Este último estava preso e acabou assassinado no Presídio de Pedrinhas, em São Luís, sem ter sido ouvido em juízo.

Em 24 de novembro de 2014, a juíza de Direito de São João Batista, Jaqueline Rodrigues da Cunha, após análise das provas do processo, decidiu pronunciar os acusados por haver indícios muito claros de suas participações no crime. A pronúncia da juíza levaria os acusados a julgamento pelo Tribunal do Júri.

A defesa dos mandantes, porém, recorreu ao Tribunal de Justiça do estado. E no último dia28 de setembro, a 3º Câmara Criminal resolveu, por unanimidade, “despronunciar” os fazendeiros alegando não haver nos autos provas consistentes contra os mesmos. Com isso, não serão levados ao Tribunal do Júri Popular. Os advogados de acusação vão apelar ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), para que seja revertida esta decisão do TJ-MA.

                                                                              São Luís, 02 de outubro de 2015.

Fonte – CPT Nacional

 

Papa Francisco é solidário com a luta dos moradores de Piquiá de Baixo – Açailândia

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  Na manhã de quinta-feira (01), na Sala Clementina, no Vaticano, o Papa Francisco recebeu em audiência os participantes do Capítulo Geral dos Missionários Combonianos. Durante a audiência foram entregue ao Papa, por dois missionários combonianos, materiais da campanha em apoio ao bairro Piquiá de Baixo, comunidade localizada na cidade de Açalândia/MA, que há quase 10 anos luta para ser reassentada longe da poluição emitida pelo polo industrial instalado no bairro.

           Francisco recebeu uma camisa na qual estava escrito “Piquiá de Baixo, Reassentamento Já!”, junto com uma fotografia do terreno onde a comunidade será reassentada. O Papa posou para fotos com a camisa mostrando solidariedade e apoio à luta dos moradores de Piquiá de Baixo,

“Quanto mais nossa luta for divulgada melhor, porque teremos mais chance de conquistar nosso objetivo, que é reassentar a comunidade. Agora até o Papa Francisco conhece e apoia nossa luta, logo, mais pessoas saberão”. Relata o presidente da Associação de Moradores Edvar Dantas, que se prepara para representar o caso de Piquiá de Baixo, na audiência da Comissão Interamericana dos Direitos Humanos, organismo da Organização dos Estados Americanos (OEA), no dia 20 de outubro em Washington, Estados Unidos.

Reassentamento

A luta pelo reassentamento do bairro se intensificou em 2007, e desde então os moradores travam batalhas contra as empresas e governo para conseguir realizá-lo. Entre as principais conquistas desta luta estão: a elaboração do projeto do novo bairro e a posse do terreno para construção do mesmo.

A Associação Comunitária dos Moradores de Piquiá de Baixo (ACMP) pressionou as siderúrgicas a indenizar o valor do terreno ao antigo proprietário e solicitou ao governo municipal de Açailândia a criação de uma lei para que a prefeitura pudesse doar o terreno para ACMP. O projeto urbanístico habitacional também foi pago através de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), feito entre as empresas e a associação de moradores.

Com posse do terreno, a ACMP espera que o projeto do novo bairro seja aprovado o mais rápido possível em Brasília, para enfim começar a construção das casas. A proposta de reassentamento da comunidade do Piquiá de Baixo (312 unidades habitacionais), foi avaliada em todas as suas partes (urbanístico-habitacional, técnico-social e jurídica) pelos técnicos da Caixa Econômica Federal (CEF) de São Luís/MA e aprovada no dia 17 de dezembro de 2014. No mesmo dia, o projeto foi encaminhado para seleção pelo Ministério das Cidades em Brasília.

A expectativa é que a proposta da ACMP venha a ser selecionada o mais breve possível . Com a seleção, deverá ser formalizado contrato de financiamento entre a CEF e a Associação de Moradores, podendo iniciar as obras para a construção do novo bairro.

Por Mikaell Carvalho – Justiça nos Trilhos

 

Rompimento entre o prefeito Gil Cutrim e o ex-prefeito Luís Fernando começa a ficar público

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 Os desentendimentos entre o prefeito Gil Cutrim e o ex-prefeito Luís Fernando Silva e candidato a voltar para a prefeitura de São José de Ribamar, deixou o campo da especulação para se tornar público. O dirigente municipal que é contrário a candidatura do ex-prefeito, que inclusive foi quem o apoiou nas duas eleições em que foi eleito, seria o mote do rompimento politico. Por conta da ruptura, Gil Cutrim pretende promover uma reforma administrativa para retirar alguns secretários municipais, que seriam ligados ao ex-prefeito. Sabe-se que já surgiram inúmeros bombeiros políticos com vistas a apagar o fogo, mas estariam havendo resistências de ambas as partes,

            Enquanto o clima esquenta entre o prefeito e o ex-prefeito, a oposição assiste a tudo, apostando que a temperatura aumente e a explosão coloque Gil Cutrim e Luís Fernando em campos opostos.

             Não é segredo para ninguém, que o médico Julinho, ex-prefeito, o ex-deputado Alberto Franco e o advogado Arnaldo Colaço, demonstram interesse em disputar as eleições municipais concorrendo ao executivo municipal. Dos três, o Colaço, que tem importantes apoios de militâncias comunitárias é bastante ligado ao deputado estadual e Secretário da Ciência e Tecnologia, Bira do Pindaré e pode se constituir em um forte concorrente. Segundo alguns observadores políticos de São José de Ribamar, caso venha a ser confirmada a ruptura entre o ex e o atual prefeito, Colaço se constituiria como um dos nomes mais fortes para o pleito. Se a aliança voltar a ser confirmada entre Gil Cutrim e Luís Fernando, mesmo assim Colaço irá para a disputa com grandes chances de ser o vencedor, diante do elevado sentimento popular de mudanças.

O líder sindical Cleinaldo Lopes é candidato único à reeleição para o Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público do Estado do Maranhão

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O experiente líder sindical Cleinaldo Castro Lopes é candidato à reeleição para a direção do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público do Estado do Maranhão – SINTSEP. O importante trabalho desenvolvido na direção da entidade com o competente apoio de uma equipe bem determinada, que deve continuar trabalhando pelos direitos e interesses dos associados, se constituiu como fator determinante para a postulação de vários segmentos de servidores públicos para a renovação do mandato sindical de Cleinaldo Lopes.

         A articulação para a candidatura do presidente feita pelos vários segmentos de associados, os quais avaliaram as suas ações e comprometimento com lutas importantes e resultados bem satisfatórios. Hoje conversei com Cleinaldo Lopes, quando ele me disse que o seu próximo mandato terá responsabilidade bem maior, em razão da confiança e das expectativas dos servidores públicos estaduais, a maioria integrante também de outras categorias do sistema público estadual. A eleição terá inicio nesta quarta-feira (07) e irá até sexta-feira (09), com várias uranas instaladas em instituições públicas estaduais de todo o Maranhão.

O engenheiro agrônomo e professor da UEMA Jorge Baldez é candidato ao Conselho Federal de Agronomia

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O engenheiro agrônomo Jorge Heleno Baldez, professor conceituado do curso de agronomia da Universidade Estadual do Maranhão e com importantes trabalhos desenvolvidos para a área de produção de alimentos com a fixação do trabalhador e trabalhadora no campo, através de importantes suportes, dentre os quais a terra, o crédito e a assistência técnica, dentre os segmentos muito importantes.

      Como professor Jorge Baldez, conseguiu ganhar o respeito e a admiração dos seus alunos e o reconhecimento técnico em várias instituições em que foi chamado a participar da construção de projetos para o desenvolvimento sustentável no meio rural do Maranhão.

      A sua candidatura em uma chapa tem como suplente o engenheiro agrônomo Antonio Ribeiro (Tim), para membros do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia – CONFEA, com vistas ao preenchimento de uma vaga para engenheiro agrônomo, nasceu de entendimentos de dezenas de colegas e amizades construídas ao longo da vida profissional, os quais entendem que Jorge Baldez e Antonio Ribeiro têm legitimidade para a postulação e serão com certeza, defensores dos direitos e interesses não só da agronomia, mas das demais categorias profissionais integrantes do Sistema CONFEA/CREA-MA,

   Dentre as propostas que estão sendo apresentadas às categorias, Jorge Baldez e Antonio Ribeiro defendem: Luta pela Valorização das Atribuições e do Exercício Profissional; Pela Presença de um Profissional da Agronomia na Frente de Qualquer Empreendimento Agrícola ou Agroindustrial; Pela Valorização da Anotação de Responsabilidade Técnica: Pelo Fortalecimento da Qualificação dos Profissionais da Agronomia, Engenharia Civil, Ambiental e Demais Modalidades; Pela Reintegração dos Técnicos no Plenário do CONFEA; Pela Defesa do Salário Mínimo Profissional Estabelecido na Lei 5.194/66; Pela Intensificação da Fiscalização do Exercício Profissional nas Atividades Agrícolas e Agroindustriais; Pela institucionalização de Carreira no Serviço Público para os Profissionais da Agronomia; Pela Inclusão das Disciplinas Atribuições Profissional e Técnica nos Cursos de Agronomia; Pelo Fortalecimento das Entidades e Instituições de Ensino Registradas e Homologadas no CREA-Maranhão; Pelo Cadastro e Registro dos Cursos à Distância e Registro de Egressos Desses Cursos de Acordo Comas Compatibilidades e Plena Recuperação Social, Econômica e Financeira do CREA-Maranhão.

 

Vereador Armando Costa pede que a SEMOSP acompanhe obras da CAEMA

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O vereador Armando Costa solicitou em plenário na Câmara Municipal, que seja encaminhado expediente ao prefeito Edivaldo Holanda Júnior, com vistas a que determina à SEMOSP, o acompanhamento das obras que estão sendo realizadas em nossa capital pela CAEMA. O vereador justificou o seu pedido, argumentando ter recebido inúmeros comunicados de lideranças comunitárias de diversos bairros da capital, com observância , de que após os serviços realizados a CAEMA, a empresa não deixa as ruas totalmente recuperadas, o que motiva inúmeros acidentes com veículos, desde bicicletas até caminhões e coletivos.

      Armando Costa  esclareceu, que não se trata de fiscalização, muito pelo contrário, há necessidade de entendimentos e até mesmo de parcerias entre as instituições, que podem perfeitamente ser interessante para os dois lados e com certeza bastante satisfatória para as comunidades que estão recendo os benefícios, afirmou o vereador Armando Costa.

‘Igreja com portas fechadas trai a si mesma’, diz o Papa Francisco

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Papa Francisco sempre pregando a missão profética em favor da família

Um dia após padre assumir que era gay, Pontífice abriu Sínodo

           Um dia após o padre polonês Krzysztof Charamsa revelar ser gay, o papa Francisco abriu o Sínodo da Família pedindo uma Igreja de portas abertas e sem julgamentos.

    “Uma Igreja com as portas fechadas trai a si mesma e a sua missão. E, ao invés de ser uma ponte, torna-se uma barreira”, disse o Pontífice neste domingo (05). O líder usou a homilia para destacar que “o homem que erra deve ser sempre compreendido e amado” e que a instituição católica deve sempre “acolhê-lo e acompanhá-lo”.

    A reflexão sobre os mais fracos e pecadores foi feita tanto no momento mais importante da celebração para os católicos como ao fim da missa. “Lembro de São João Paulo II quando dizia ‘o erro e o mal devem ser sempre combatidos e condenados, mas o homem que cai ou que erra deve ser sempre compreendido e amado'”, comentou Francisco.

    Reconhecendo que, na atual sociedade, o matrimônio é “algo muito difícil” e até “ridicularizado”, o sucessor de Bento XVI afirmou que a Igreja precisa defender sua missão e encorajar aqueles que optaram por esse caminho.

    “Viver a missão na fidelidade significa defender o amor fiel e encorajar as numerosas famílias que vivem o seu matrimônio como um espaço em que se manifesta o amor divino para defender a sacralidade da vida, de cada vida. Para defender a unidade e a indissolubilidade do vínculo conjugal como sinal da graça de Deus e da capacidade do homem amar seriamente”, ressaltou. Ao final da celebração, Jorge Mario Bergoglio pediu para que os fiéis que acompanharam a missa na Praça de São Pedro rezassem pelos trabalhos no Sínodo “para que o Espírito Santo faça com que os padres sinodais estejam completamente dóceis às suas inspirações”.

    Até o dia 25 de outubro, cerca de 400 bispos e padres de todo mundo – com alguns convidados laicos – irão debater sobre os desafios da família católica. Entre os temas que deverão levantar as maiores polêmicas estão a comunhão para pessoas divorciadas que voltaram a se casar e uma maior abertura aos gays na Igreja. – Padre revela ser gay e é afastado: Ontem (03), o monsenhor Charamsa deu uma entrevista ao jornal “Corriere della Sera” revelando ser homossexual e ter um companheiro. Ele foi imediatamente afastado de suas funções no Vaticano – onde atuava na Congregação para a Doutrina da Fé e lecionava em universidades católicas.

    Segundo o religioso, a decisão de fazer um anúncio um dia antes do Sínodo era para causar uma reflexão de que o “amor homossexual é um amor que tem a necessidade da família”.

    Apesar da postura de maior diálogo de Francisco, é provável que a instituição católica dê poucos passos em relação ao tema, já que a corrente conservadora é muito grande entre os bispos. O próprio Pontífice sempre defendeu que a família é composta por um homem e por uma mulher, como manda a doutrina católica.

Fonte – Agência Brasil

Divulgada Mensagem para o Dia Mundial do Migrante e Refugiado

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Temática proposta para a 102ª edição Dia Mundial do Migrante recorda Ano da Misericórdia

            O Vaticano divulgou a mensagem do papa Francisco para o Dia Mundial do Migrante e do Refugiado de 2016, que será celebrado em 17 de janeiro. Em sintonia com o Jubileu Extraordinário da Misericórdia, é proposto o tema “Os emigrantes e refugiados interpelam-nos. A resposta do Evangelho da misericórdia”.

No texto, o pontífice fala dos fluxos migratórios que atualmente aparecem “em contínuo aumento por toda a extensão do planeta” e afirma que “hoje, mais do que no passado, o Evangelho da misericórdia sacode as consciências, impede que nos habituemos ao sofrimento do outro e indica caminhos de resposta que se radicam nas virtudes teologais da fé, da esperança e da caridade, concretizando-se nas obras de misericórdia espiritual e corporal”.

O pontífice ressalta a importância da acolhida dos migrantes e refugiados. “A revelação bíblica encoraja a recepção do estrangeiro, motivando-a com a certeza de que, assim fazendo, abrem-se as portas a Deus e, no rosto do outro, manifestam-se os traços de Jesus Cristo”, lembra Francisco.

“[…] é importante olhar para os emigrantes não somente com base na sua condição de regularidade ou irregularidade, mas sobretudo como pessoas que, tuteladas na sua dignidade, podem contribuir para o bem-estar e o progresso de todos”, diz um trecho da mensagem.

Leia na íntegra:

                        MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO 

PARA O DIA MUNDIAL DO MIGRANTE E DO REFUGIADO 2016

[17 de Janeiro de 2016]

Os emigrantes e refugiados interpelam-nos. A resposta do Evangelho da misericórdia

Queridos irmãos e irmãs!

Na bula de proclamação do Jubileu Extraordinário da Misericórdia recordei que «há momentos em que somos chamados, de maneira ainda mais intensa, a fixar o olhar na misericórdia, para nos tornarmos nós mesmos sinal eficaz do agir do Pai» (Misericordiae Vultus, 3). De fato, o amor de Deus quer chegar a todos e cada um, transformando aqueles que acolhem o abraço do Pai em outros tantos braços que se abrem e abraçam para que todo o ser humano saiba que é amado como filho e se sinta «em casa» na única família humana. Deste modo, a ternura paterna de Deus, que se estende solícita sobre todos, mostra-se particularmente sensível às necessidades da ovelha ferida, cansada ou enferma, como faz o pastor com o rebanho. Foi assim que Jesus Cristo nos falou do Pai, dizendo que Ele Se inclina sobre o homem chagado de miséria física ou moral e, quanto mais se agravam as suas condições, tanto mais se revela a eficácia da misericórdia divina.

Neste nosso tempo, os fluxos migratórios aparecem em contínuo aumento por toda a extensão do planeta: prófugos e pessoas em fuga da sua pátria interpelam os indivíduos e as coletividades, desafiando o modo tradicional de viver e, por vezes, transtornando o horizonte cultural e social com os quais se confrontam. Com frequência sempre maior, as vítimas da violência e da pobreza, abandonando as suas terras de origem, sofrem o ultraje dos traficantes de pessoas humanas na viagem rumo ao sonho dum futuro melhor. Se, entretanto, sobrevivem aos abusos e às adversidades, devem enfrentar realidades onde se aninham suspeitas e medos. Enfim, não raramente, embatem na falta de normativas claras e praticáveis que regulem a recepção e prevejam itinerários de integração a breve e a longo prazo, atendendo aos direitos e deveres de todos. Hoje, mais do que no passado, o Evangelho da misericórdia sacode as consciências, impede que nos habituemos ao sofrimento do outro e indica caminhos de resposta que se radicam nas virtudes teologais da fé, da esperança e da caridade, concretizando-se nas obras de misericórdia espiritual e corporal.

Na base desta constatação, quis que o Dia Mundial do Migrante e do Refugiado de 2016 fosse dedicado ao tema: «Os emigrantes e refugiados interpelam-nos. A resposta do Evangelho da misericórdia». Os fluxos migratórios constituem já uma realidade estrutural, e a primeira questão que se impõe refere-se à superação da fase de emergência para dar espaço a programas que tenham em conta as causas das migrações, das mudanças que se produzem e das consequências que imprimem novos rostos às sociedades e aos povos. Todos os dias, porém, as histórias dramáticas de milhões de homens e mulheres interpelam a comunidade internacional, testemunha de inaceitáveis crises humanitárias que surgem em muitas regiões do mundo. A indiferença e o silêncio abrem a estrada à cumplicidade, quando assistimos como expectadores às mortes por sufocamento, privações, violências e naufrágios. De grandes ou pequenas dimensões, sempre tragédias são; mesmo quando se perde uma única vida humana.

Os emigrantes são nossos irmãos e irmãs que procuram uma vida melhor longe da pobreza, da fome, da exploração e da injusta distribuição dos recursos do planeta, que deveriam ser divididos equitativamente entre todos. Porventura não é desejo de cada um melhorar as próprias condições de vida e obter um honesto e legítimo bem-estar que possa partilhar com os seus entes queridos?

Neste momento da história da humanidade, fortemente marcado pelas migrações, a questão da identidade não é uma questão de importância secundária. De fato, quem emigra é forçado a modificar certos aspectos que definem a sua pessoa e, mesmo sem querer, obriga a mudar também quem o acolhe. Como viver estas mudanças de modo que não se tornem obstáculo ao verdadeiro desenvolvimento, mas sejam ocasião para um autêntico crescimento humano, social e espiritual, respeitando e promovendo aqueles valores que tornam o homem cada vez mais homem no justo relacionamento com Deus, com os outros e com a criação?

De fato, a presença dos emigrantes e dos refugiados interpela seriamente as diferentes sociedades que os acolhem. Estas devem enfrentar fatos novos que podem aparecer imprudentes se não forem adequadamente motivados, geridos e regulados. Como fazer para que a integração se torne um enriquecimento mútuo, abra percursos positivos para as comunidades e previna o risco da discriminação, do racismo, do nacionalismo extremo ou da xenofobia?

A revelação bíblica encoraja a recepção do estrangeiro, motivando-a com a certeza de que, assim fazendo, abrem-se as portas a Deus e, no rosto do outro, manifestam-se os traços de Jesus Cristo. Muitas instituições, associações, movimentos, grupos comprometidos, organismos diocesanos, nacionais e internacionais experimentam o encanto e a alegria da festa do encontro, do intercâmbio e da solidariedade. Eles reconheceram a voz de Jesus Cristo: «Olha que Eu estou à porta e bato» (Ap 3, 20). E todavia não cessam de multiplicar-se também os debates sobre as condições e os limites que se devem pôr à recepção, não só nas políticas dos Estados, mas também nalgumas comunidades paroquiais que vêem ameaçada a tranquilidade tradicional.

Diante de tais questões, como pode a Igreja agir senão inspirando-se no exemplo e nas palavras de Jesus Cristo? A resposta do Evangelho é a misericórdia.

Em primeiro lugar, esta é dom de Deus Pai revelado no Filho: de fato, a misericórdia recebida de Deus suscita sentimentos de jubilosa gratidão pela esperança que nos abriu o mistério da redenção no sangue de Cristo. Depois, a misericórdia alimenta e robustece a solidariedade para com o próximo, enquanto exigência de resposta ao amor gratuito de Deus, que «foi derramado nos nossos corações pelo Espírito Santo» (Rm 5, 5). Aliás, cada um de nós é responsável pelo seu vizinho: somos guardiões dos nossos irmãos e irmãs, onde quer que vivam. O cultivo de bons contatos pessoais e a capacidade de superar preconceitos e medos são ingredientes essenciais para se promover a cultura do encontro, onde cada um esteja disposto não só a dar, mas também a receber dos outros. De fato, a hospitalidade vive do dar e receber.

Nesta perspectiva, é importante olhar para os emigrantes não somente com base na sua condição de regularidade ou irregularidade, mas sobretudo como pessoas que, tuteladas na sua dignidade, podem contribuir para o bem-estar e o progresso de todos, de modo particular quando assumem responsavelmente deveres com quem os acolhe, respeitando gratamente o património material e espiritual do país que os hospeda, obedecendo às suas leis e contribuindo para os seus encargos. Em todo o caso, não se podem reduzir as migrações à dimensão política e normativa, às implicações económicas e à mera coexistência de culturas diferentes no mesmo território. Estes aspectos são complementares da defesa e promoção da pessoa humana, da cultura do encontro dos povos e da unidade, onde o Evangelho da misericórdia inspira e estimula itinerários que renovam e transformam a humanidade inteira.

A Igreja coloca-se ao lado de todos aqueles que se esforçam por defender o direito de cada pessoa a viver com dignidade, exercendo antes de mais nada o direito a não emigrar a fim de contribuir para o desenvolvimento do país de origem. Esse processo deveria incluir, no seu primeiro nível, a necessidade de ajudar os países donde partem os emigrantes e prófugos. Assim se confirma que a solidariedade, a cooperação, a interdependência internacional e a distribuição equitativa dos bens da terra são elementos fundamentais para atuar, em profundidade e com eficácia, sobretudo nas áreas de partida dos fluxos migratórios, para que cessem aquelas carências que induzem as pessoas, de forma individual ou coletiva, a abandonar o seu próprio ambiente natural e cultural. Em todo o caso, é necessário esconjurar, se possível já na origem, as fugas dos prófugos e os êxodos impostos pela pobreza, a violência e as perseguições.

Sobre isto, é indispensável que a opinião pública seja informada de modo correto, até para prevenir medos injustificados e especulações sobre a pele dos emigrantes.

Ninguém pode fingir que não se sente interpelado pelas novas formas de escravidão geridas por organizações criminosas que vendem e compram homens, mulheres e crianças como trabalhadores forçados na construção civil, na agricultura, na pesca ou noutros âmbitos de mercado. Quantos menores são, ainda hoje, obrigados a alistar-se nas milícias que os transformam em meninos-soldados! Quantas pessoas são vítimas do tráfico de órgãos, da mendicidade forçada e da exploração sexual! Destes crimes aberrantes fogem os prófugos do nosso tempo, que interpelam a Igreja e a comunidade humana, para que também eles possam ver, na mão estendida de quem os acolhe, o rosto do Senhor, «o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação» (2 Cor 1, 3).

Queridos irmãos e irmãs emigrantes e refugiados! Na raiz do Evangelho da misericórdia, o encontro e a recepção do outro entrelaçam-se com o encontro e a recepção de Deus: acolher o outro é acolher a Deus em pessoa! Não deixeis que vos roubem a esperança e a alegria de viver que brotam da experiência da misericórdia de Deus, que se manifesta nas pessoas que encontrais ao longo dos vossos caminhos! Confio-vos à Virgem Maria, Mãe dos emigrantes e dos refugiados, e a São José, que viveram a amargura da emigração no Egito. À intercessão deles, confio também aqueles que dedicam energias, tempo e recursos ao cuidado, tanto pastoral como social, das migrações. De coração a todos concedo a Bênção Apostólica.

Vaticano, 12 de Setembro – Memória do Santíssimo Nome de Maria – do ano 2015.

Francisco

Fonte – CPT Nacional