Deputado denúncia ao TCU gastos milionários do TST com carros de luxo e sala VIP em aeroporto de R$ 1,5 milhão

O vice-líder da Oposição na Câmara, deputado federal Sanderson (PL-RS), entrou com uma ação no Tribunal de Contas da União (TCU) nesta terça-feira (12), para investigar a compra de 30 veículos de luxo pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), no valor de R$ 10,39 milhões. O parlamentar também questiona a contratação de uma sala VIP no Aeroporto de Brasília por R$ 1,5 milhão.

Como mostrou o Diário do Poder, o TST firmou um contrato de até R$1,5 milhão, válido por dois anos, para manter uma sala VIP exclusiva para seus ministros no Aeroporto Internacional de Brasília. O espaço reservado terá 44 metros quadrados e contará com piso de granito, copa, banheiros e paredes de gesso. Além da estrutura, o contrato inclui serviços como: atendimento personalizado por funcionários do aeroporto, transporte executivo até a aeronave e estacionamento privativo. Sanderson questiona a necessidade e a economicidade dessas despesas, especialmente diante de alternativas mais econômicas apresentadas pelo próprio TST. O deputado gaúcho também solicita a suspensão imediata dos contratos até a decisão final do TCU:

“Não podemos aceitar gastos excessivos e injustificados com dinheiro público, ainda mais em um momento de crise fiscal. É dever do TCU zelar pela correta aplicação dos recursos”.  E concluiu: “Recursos públicos devem ser utilizados com responsabilidade, eficiência e transparência, para que a população mantenha confiança nas instituições.”

Diário do Poder

Lula volta a atacar Trump e falar em escantear o dólar

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou nesta terça-feira (12) uma série de medidas e posicionamentos em entrevista ao programa O É da Coisa, da BandNews FM. Entre as principais ações, Lula informou que assinará nesta quarta-feira (13) uma medida provisória para criar uma linha de crédito de R$ 30 bilhões destinada a pequenas empresas brasileiras impactadas pelas tarifas impostas pelos Estados Unidos. Segundo ele, a iniciativa busca evitar prejuízos e abrir novos mercados para exportação.

Durante a entrevista, Lula rebateu informações divulgadas pelo governo norte-americano de que o Brasil teria déficit comercial com os Estados Unidos. O presidente afirmou que, ao considerar bens e serviços, o país acumulou superávit de cerca de US$ 400 bilhões nos últimos 15 anos. Ele também criticou a postura do presidente Donald Trump, que, na sua avaliação, age de forma “anormal” e com “complexo de superioridade”.

Lula acusou Trump de querer interferir nas eleições presidenciais brasileiras de 2026 e disse que o republicano poderia fazer campanha no país em apoio a Jair Bolsonaro. O presidente ressaltou que já perdeu três disputas eleitorais e que, nessas ocasiões, voltou para casa e se preparou para as seguintes, sem contestar o resultado. Ao comentar sobre o cenário eleitoral, Lula declarou que, caso decida se candidatar, não perderia a eleição de 2026. No entanto, afirmou que seu foco no momento é governar, pedindo que os eleitores façam uma comparação entre a situação atual e períodos anteriores antes de votar.

Na área econômica internacional, o presidente defendeu a discussão, no âmbito dos BRICS, da criação de uma moeda comum para transações comerciais entre os países do bloco, como forma de reduzir a dependência do dólar. Para Lula, negociar em moedas próprias ou regionais pode enfrentar resistência, mas é um passo importante para fortalecer a autonomia econômica. Outro ponto abordado foi a regulamentação das redes sociais. Lula disse que enviará nesta quarta-feira (13) ao Congresso Nacional uma proposta para estabelecer regras e responsabilidades nas plataformas digitais. A medida, segundo ele, visa proteger crianças, adolescentes e adultos contra crimes como bullying, pedofilia e disseminação de desinformação. O presidente citou a denúncia do influenciador Felca como exemplo da gravidade dos ataques virtuais.

As declarações de Lula mostram uma agenda que combina medidas emergenciais de apoio à economia com propostas estruturais para o comércio exterior, mudanças no sistema monetário internacional e maior controle sobre o ambiente digital, além de posicionamentos firmes no campo eleitoral e geopolítico.

Diário do Poder

Não há danos morais em divulgar que político é réu por improbidade administrativa

 Críticas políticas relacionadas a fatos de interesse geral não devem gerar condenação ao pagamento de indenização por danos morais, especialmente se a vítima for ré em diversas ações por improbidade administrativa. Postagem informou que João Doria era alvo de ação de improbidade administrativa na data em que ele se tornou réu. Essa conclusão é da 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça, que negou provimento ao recurso especial do ex-governador de São Paulo João Doria em ação movida por causa de uma postagem feita no Facebook. A pessoa processada fez uma página de apoio à candidatura de Márcio França ao governo de São Paulo nas eleições de 2018 — ano em que Doria foi eleito para o cargo.

Em abril, ela usou a página para divulgar uma foto de Doria com a legenda “Doria é réu no maior caso de corrupção da história de São Paulo !!!”. A postagem foi feita depois de o ex-prefeito de São Paulo se tornar réu em ação de improbidade administrativa relativa à parceria público-privada para a iluminação na cidade. Àquela altura, Doria já respondia a outros processos.

Dano nenhum

O Tribunal de Justiça de São Paulo entendeu que a publicação não excedeu o exercício da liberdade de expressão e afastou a necessidade de indenizar pelos danos morais. No recurso ao STJ, Doria reforçou os argumentos pela condenação, mas a 4ª Turma os rejeitou por unanimidade. Relator do recurso, o ministro João Otávio de Noronha apontou que não houve exagero, nem intenção de propagar informação indevida.

“Considerando que a notícia que consta da postagem foi amplamente divulgada na época e que o demandante era réu em várias ações de improbidade administrativa, ela não se qualifica como fake news”, apontou ele. O ministro aplicou a Súmula 7 do   STJ, pois considerou que rever as conclusões do TJ-SP sobre a evidência de ação dolosa ou culposa demandaria reexame de fatos e provas.

Fonte: CONJUR

 

 

 

Número de moradores de rua no Brasil dobra durante governo Lula

Levantamento aponta salto de 160 mil para 345 mil pessoas em situação de rua. Em dezembro de 2023, o governo federal anunciou o Plano “Ruas Visíveis”, com investimento previsto de R$1 bilhão para enfrentar a miséria urbana por meio da assistência social, segurança alimentar, habitação, saúde, trabalho, renda e um censo nacional. Na ocasião, estima-se que havia cerca de 160 mil moradores de rua no país. 

Contudo, dados do Observatório Brasileiro de Políticas com a População em Situação de Rua (UFMG) mostram que, em 2025, esse número saltou para aproximadamente 345 mil, um aumento de mais de 100% em pouco mais de um ano. O crescimento não foi uniforme, mais de 60% das pessoas nessa situação estão concentradas na região Sudeste, enquanto na Região Norte esse contingente representa menos de 5%.

No ranking estadual, São Paulo lidera com 146.940 moradores de rua, seguido por Rio de Janeiro (31.693), Minas Gerais (31.410), Bahia (15.045) e Paraná (13.854). A composição demográfica também revela que cerca de 85% são homens, 70% se declaram negros, há quase 10 mil crianças com menos de 17 anos e aproximadamente 32 mil idosos com mais de 60 anos.

Diário do Poder

O maior jornal do mundo mostra o “caos” no Brasil causado pelo ministro Alexandre de Moraes

Em reportagem publicada nesta segunda-feira (11), o jornal norte-americano The New York Times – considerado o maior do mundo – destacou que as tarifas de 50% aplicadas pelo presidente Donald Trump sobre produtos brasileiros têm aberto caminho para que grandes empresas de tecnologia dos Estados Unidos ampliem sua influência e negociem mudanças nas regras brasileiras que as afetam. Segundo o periódico, a medida não conseguiu evitar a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nem alterar seu julgamento por suposta tentativa de golpe de Estado, mas ofereceu às plataformas digitais sua melhor oportunidade em anos para dialogar com autoridades brasileiras, após um período de “controle rígido”. “As empresas, que vêm cortejando Trump agressivamente, de repente ganham nova influência nos corredores do poder no Brasil. 

Em um cenário de imposto de 50% sobre produtos brasileiros essenciais, as empresas estão sendo convidadas para reuniões com autoridades brasileiras e ministros do Supremo Tribunal Federal, enquanto novas regulamentações estão sendo elaboradas para tudo, desde a liberdade de expressão online até a inteligência artificial”, relatou o jornal. A reportagem também lembrou o confronto entre Elon Musk, dono da rede social X, e o ministro Alexandre de Moraes, listando críticas recebidas pelo magistrado:

“No Brasil, onde as memórias da ditadura militar ainda perduram, muitos elogiaram o ministro Moraes por enfrentar as poderosas empresas de tecnologia. Mas outros o acusaram de ir longe demais. Ele prendeu pessoas sem julgamento por ameaças feitas online, bloqueou veículos de notícias de postar conteúdo crítico a políticos e ordenou a remoção de contas populares de mídia social, ao mesmo tempo em que se recusou a explicar como elas ameaçavam a democracia. A cruzada do Brasil contra a desinformação atraiu a ira de Trump, que impôs tarifas pesadas e acusou o ministro Moraes de censura.”

Apesar das sanções, o NYT observa que Moraes não cedeu às pressões. Ainda assim, as tarifas teriam criado um ambiente mais favorável para que as big techs influenciem a elaboração de novas normas. Para o jornal, caso consigam moldar a regulação brasileira, isso representaria uma vitória estratégica, embora discreta, para Trump e seus aliados.

Jornal da Cidade Online

Pressionado, Alexandre de Moraes vai consultar a PGR e pode derrubar prisão domiciliar de Bolsonaro

Alexandre de Moraes já pressente o futuro que lhes espera. Está capenga e já percebeu isso, que vai ser responsabilizado pelas violências praticadas como magistrado e as perseguições impostas pelo exacerbado autoritarismo cruel, como o ditador do STF.  Instado a decidir sobre o pedido da defesa de Jair Bolsonaro para revogar a prisão domiciliar, vai consultar a PGR, afirma Malu Gaspar, colunista de o Globo. Ora, se pretende consultar a PGR, caso essa opine pela revogação, Moraes certamente irá seguir.

É o que fatalmente irá acontecer. O episódio então se encerra com Alexandre de Moraes ainda mais fraco, mas pelo menos atende a recomendação do Secretário de Estado dos EUA, que aceita debater o tarifaço de 50% com a liberdade plena do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.

 

EUA cercam familiares e ministros do STF entram em desespero com a Lei Magnitsky

Um clima de desespero parece ter tomado conta dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) em razão de notícias recentes advindas dos Estados Unidos. Fonte segura garante que o governo americano está fazendo um mapeamento de todos os escritórios de advocacia de familiares de ministros do STF. Entram nesse rol os filhos, esposas, parentes próximos e os institutos de ensino e pesquisa ligados aos magistrados.

Em meio ao agravamento das tensões diplomáticas entre Brasil e Estados Unidos, os ministros Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Cristiano Zanin se reuniram com grandes nomes do setor financeiro para entender o alcance das sanções impostas pelo governo Donald Trump no âmbito da Lei Global Magnitsky. Os magistrados teriam saído assombrados da reunião.

A conta chegou e o desespero toma conta do colegiado. Uma coisa é certa é que Alexandre de Moraes, praticou violências absurdas e perseguições diversas, com o respaldo de todos os ministros, que assumiram a total responsabilidade dos seus atos.

Jornal da Cidade Online

Empresário Sidney Oliveira, dono da Rede Ultrafarma é preso em operação contra corrupção em São Paulo

O empresário Sidney Oliveira, proprietário da Ultrafarma, foi preso nesta terça-feira (22) durante uma operação do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) que investiga um esquema de corrupção envolvendo auditores fiscais tributários da Secretaria da Fazenda do Estado. Na mesma operação, o diretor estatuário da rede Fast Shop, Mario Otávio Gomes, também foi preso. A Operação Ícaro, foi deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão aos Delitos Econômicos (GEDEC), e conta com o apoio da Polícia Militar. Nos autos da investigação, foi identificado que um grupo criminoso que favorecia empresas do varejo, em troca de propinas.

Outro mandado de prisão temporário contra um fiscal de tributos estadual, apontado como principal nome do esquema, foi cumprido. Os agentes estão cumprindo outros mandados de busca e apreensão em endereços ligados as empresas dos alvos. De acordo com a investigação, o fiscal de tributos manipulava contratos administrativos para quitação de créditos tributários às empresas, fazendo com que recebesse propina mensalmente por meio de uma empresa registrada em nome de sua mãe. O fiscal teria recebido mais de R$ 1 bilhão em propina. Os investigados devem responder pelos crimes de corrupção ativa e passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro. As investigações seguem em andamento.

Diário do Poder

Senador afirma que imagens do 8/01 que Flavio Dino disse terem sido apagadas, vão assombrar ele e Moraes

O senador Izalci Lucas em recente entrevista deu declarações que certamente devem ter causado verdadeiros calafrios nos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes e Flávio Dino. De acordo com o parlamentar, líder da oposição no Congresso Nacional, o ex-assessor do ministro Alexandre de Moraes, Eduardo Tagliaferro, tem as imagens do 8 de janeiro de 2023.

Sim, aquelas imagens que o então ministro da justiça Flavio Dino, se recusou a fornecer para a CPI, alegando que precisava de autorização do STF e que depois foi dito que teriam sido apagadas. Tagliaferro ficou com uma cópia. E o ex-assessor acaba de prometer uma verdadeira ‘bomba’ que será divulgada nos próximos dias por uma grande emissora internacional.

As imagens vão mostrar toda a realidade dos fatos, inclusive devem comprometer as forças de segurança com as facilidades proporcionadas para os cidadãos entrassem no Palácio do Planalto, como se fosse uma invasão criminosa orquestrada pela direita. A verdade começa a aparecer e todas as armações devem ser esclarecidas, inclusive as das eleições.

Jornal da Cidade Online

Jornal dos EUA acusa STF de golpe e Alexandre de Moraes de censurar críticos e prender oponentes no Brasil

Texto é assinado pela prestigiada colunista Mary Anastasia O’Graddy. O norte-americano Wall Street Journal, um dos mais influentes do mundo, publicou artigo editorial neste domingo (10), assinado pela colunista Mary Anastasia O’Grady, em que acusa o Supremo Tribunal Federal (STF) de aplicar um golpe de estado no Brasil e o ministro Alexandre de Moraes, principal instrumento dessas decisões, de estar “censurando críticos e prendendo oponentes sem nenhum controle político”. As acusações estão já no título da publicação, “Um golpe de Estado da Suprema Corte do Brasil”, e no subtítulo, onde se refere a censura e prisões políticas.

“A liberdade nas Américas enfrenta um grau de perigo nunca visto desde a Guerra Fria”, escreveu a colunista no artigo publicado no site do WSJ às 16h39 deste domingo, horário de Washington, que menciona vários fatos autoritários no continente, desde o coronel golpista Hugo Chávez, que implantou a ditadura na Venezuela. “O maior risco não é, como ocorreu nas décadas de 1970 e 1980, a repentina tomada do poder pelos militares”, lembra O’Grady. “Os ditadores do século XXI estão copiando Hugo Chávez, que consolidou seu governo tomando o controle das instituições democráticas enquanto era popular e depois prendeu seus oponentes ou os exilou.”

Ela também afirma que o presidente conservador de El Salvador, Nayib Bukele, “criou sua própria versão do chavismo”, demitindo e substituindo todos os membros da mais alta corte constitucional do país em 2021. “O devido processo legal, a liberdade de expressão e a liberdade de reunião não existem mais”, diz a colunista, observando que Bukele agora controla inclusive o tribunal eleitoral.

“Ainda não é tarde para salvar o Brasil” da ditadura

Mary Anastasia O’Grady pondera que “desenvolvimentos recentes oferecem esperança de que uma tomada de poder gradual, construída ao longo de seis anos, possa ser revertida”, disse referindo-se ao endurecimento do regime no Brasil.

“O problema em Brasília começou em 2019, quando o Supremo Tribunal Federal alegou ser vítima de calúnias e ameaças, invocando uma regra interna que lhe dava o poder de abrir ‘inquéritos’ secretos sobre supostos crimes contra seus membros”, disse a jornalista, que há anos acompanha de perto a situação política no País.

“Primeiro veio o ‘inquérito das fake news’, no qual a Corte se colocou simultaneamente como iniciadora, investigadora e julgadora — uma violação dos direitos constitucionais dos brasileiros, que têm direito a ver seus casos criminais julgados nos tribunais locais e estaduais, com acusações feitas por promotores locais e estaduais”, história.

“Alexandre de Moraes, conhecido por sua oposição ao então presidente Jair Bolsonaro, foi escolhido a dedo pelo então presidente do STF, José Antonio Dias Toffoli, para conduzir o inquérito, apesar de o sorteio aleatório ser a regra”, disse, demonstrando estar bem informada também sobre questões próprias do Supremo.

Omissão do Senado

O artigo no Wall Street Journal cita as violações à Lei diante da omissão do Senado Federal, que tem o papel constitucional de impor limites ao STF.  “Investigadores passaram a vigiar contas de redes sociais de pessoas politicamente incorretas, criminalizar suas opiniões e prendê-las preventivamente. Alguns juristas acusaram a Corte de violar a imparcialidade, a liberdade de expressão e o sistema adversarial de justiça. O Senado, no entanto, se omitiu diante do dever de disciplinar o tribunal.”

A descondenação de Lula

“A decisão do STF, em março de 2021, de anular a condenação por corrupção de 2017 do ex-presidente Luiz Inácio “Lula” da Silva — confirmada duas vezes em instâncias superiores — inflamou ainda mais a direita brasileira”, diz o artigo. “Os ‘deploráveis’ recorreram às redes sociais”, diz a jornal, e “a Corte tentou silenciá-los, mas alguns influenciadores estavam fora do país e fora do alcance dos ministros. Em julho de 2021, veio o “inquérito das milícias digitais”, mirando empresas de tecnologia e suas plataformas, obrigando-as a censurar conteúdo e desmonetizar brasileiros com opiniões consideradas inaceitáveis. O não cumprimento resultaria na proibição de operar no Brasil.

TSE exercendo papel político

Para O’Grady, “Moraes também presidiu o Tribunal Superior Eleitoral durante a eleição presidencial de 2022, que colocou Lula contra o então presidente Bolsonaro. O ministro tornou o tribunal significativamente mais político, monitorando e censurando discursos de partidos, candidatos e cidadãos com quem discordava.” Na conclusão do seu relato em que resume os acontecimentos dos últimos anos no Brasil, a articulista diz que, “quando Lula foi declarado vencedor, a polarização se agravou. Parte dos apoiadores de Bolsonaro se recusou a aceitar o resultado, pedindo intervenção militar e organizando protestos pacíficos em frente a quartéis por meses.”

Diário do Poder