O universo paralelo criado e sustentado pelo tráfico de drogas

“Quem tá no erro sabe

Cocaína no avião da FAB

Ninguém vai deter o poder

PHD em PHC, no país de FHC”

Essa é a letra de um rap lançado nos anos 2000, do rapper Sabotage – morto a tiros na madrugada de 24 de janeiro de 2003 em SP.

Ele era criativo, era vidente, ou ele sabia que os traficantes já haviam colocado conhecidos nos concursos da Força Aérea?

O tráfico não trabalha só com o “bandido do morro”, ele precisa dos químicos para refinar a droga; dos contadores para administrar tanto dinheiro que chega em pequenas quantidades por várias mãos; precisam de advogados para trabalharem e “fazer a liberdade cantar”; precisam de policiais para fazerem a contenção e de médicos e enfermeiros que cuidam dos ferimentos em caso de confronto com a polícia ou entre facções.

Eles não podem aparecer no hospital com um tiro de raspão, sem que haja um Boletim de ocorrência e também não podem mandar para o hospital um morador que foi condenado pelo tribunal do crime à levar um tiro na mão por ter cometido um delito na comunidade ou perdeu uma orelha por ouvir demais, ou parte da língua por falar demais, sem contar nos espancamentos das mulheres que ousam terminar a relação ou conversar com outro.

A esquerda sabe disso, mas prefere espalhar a ideia de que as instituições brasileiras são compostas de bandidos. Faz parte do plano de desmoralização do governo e das leis, promovendo a aceitação de que as coisas são como são, não adianta tentar mudar porque há bandidos dos dois lados.

O pior é saber que esse sistema é o que mais mata jovens (em ampla maioria, negros) no mundo, mas a cegueira ideológica é tanta que vimos negros compactuando com o plano de desmoralização das instituições e “moralização do tráfico”, sem saber que são eles as maiores vítimas na ponta final deste estilingue.

Há um universo paralelo criado e sustentado pelo crime, com um mercado de trabalho farto, comandado por bilionários que nem pisam nas favelas e neste exato momento, deve ter centenas estudando para passar em algum concurso a mando do tráfico.

Não é o militar que vira bandido, é o bandido que estuda para virar um militar. (O mesmo vale para qualquer outro profissional que aceite trabalhar para “A firma” a preço de ouro).

Raquel Brugnera

Pós Graduando em Comunicação Eleitoral, Estratégia e Marketing Político – Universidade Estácio de Sá –

Os 40 anos da Conferência de Puebla: Igreja a partir dos pobres

Se em 2018 celebramos as bodas de ouro, o cinquentenário da segunda Assembleia do Episcopado Latino-americano conhecida como Medellín, 2019 nos traz mais uma data celebrativa, a dos 40 anos da terceira Assembleia do Episcopado Latino-americano que, do lugar de sua realização no México é conhecida como Conferência de Puebla. Convocada pelo papa Paulo VI, confirmada por João Paulo I e sucessivamente por João Paulo II, que participou de sua abertura, realizou-se do dia 27 de janeiro ao dia 13 de fevereiro de 1979.

Na introdução do documento, resultado de intenso trabalho colegial, os bispos afirmam referindo-se a Puebla: “ela é acima de tudo um espírito: o espírito de uma Igreja que se projeta com renovado vigor a serviço de nossos povos cuja realização há de seguir o chamado de vida e transformação de quem colocou seu tabernáculo no coração de nossa própria história”.

Por essa razão, mais que um tratado de teologia, um discurso sistemático e metódico sobre a compreensão da fé, o documento de Puebla tem caráter pastoral, fonte de inspiração para a caminhada da Igreja na América Latina. O mesmo abre pistas, ilumina, denuncia e anuncia, e, sobretudo, incita à criatividade, ao prosseguimento do processo evangelizador indicado em Medellín dentro de suas limitações e preocupação com a ortodoxia, reflete, no seu todo, dez anos de prática de uma Igreja que se definiu pela libertação dos pobres. E justamente aqui se encontra a sua força e autoridade.

Importante em Puebla foi a sua preparação que teve a participação e o envolvimento das bases ao ponto que o resultado final é tudo o que dessa Assembleia esperavam os pobres da América Latina, os agentes de pastoral, os profetas e os teólogos. O documento contém propósitos e incentivos libertários, mas não fornece projetos nem procura detectar os movimentos históricos libertadores que estão em andamento na América Latina. Essa tarefa compete aos cristãos engajados, às Comunidades Eclesiais de Base, às Igrejas particulares.

Novo método

Um dado interessante que sobressai de Puebla é que em relação à vida da Igreja riscos existem. Eles, porém são uma dimensão da fé. A caminhada da fé está sempre envolta em obscuridade e penumbra: “agora vemos em espelho e de maneira confusa” (1Cor 13,12). E é correndo risco que se realiza a entrega pessoal a Deus e ao próximo.

Puebla inaugura e codifica um novo método teológico pastoral na América Latina baseado em três passos: Ver, Julgar, Agir. O documento se desdobra em cinco partes: visão pastoral da realidade da América Latina (primeira parte) – Ver; desígnio de Deus sobre a América Latina (segunda parte) – Julgar; a evangelização na Igreja da América Latina: comunhão e participação (terceira parte); a Igreja missionária a serviço da evangelização na América Latina (quarta parte); opções pastorais (quinta parte) – Agir.

Em tudo isso existe, porém um eixo articulador que perpassa todo o documento que é: a opção preferencial pelos pobres. Ela é o princípio articulador, a alma, o princípio a partir do qual devem ser examinadas e lidas a visão pastoral da realidade, a verdade integral sobre Jesus Cristo e sobre o homem, a Igreja, a evangelização. Neste contexto a pobreza não é a “evangélica”, mas a “anti-evangélica”, que é sinônimo de exploração de opressão, de situação desumana. Trata-se da pobreza de dimensão sociopolítica, isto é, generalizada e estrutural, produto de situações e estruturas econômicas sociais e políticas que dão origem a esse estado de pobreza, embora haja também outras causas da miséria. Eis porque os bispos não receiam afirmar que, na América Latina, “o melhor serviço ao irmão é a evangelização que o liberta das injustiças, o promove integralmente e o dispõe como filho de Deus”.

Por isso “a Igreja condena aqueles que tendem a reduzir os espaços da fé à vida pessoal ou familiar, excluindo a ordem profissional, econômica, social e política, como se o pecado, o amor, a oração e o perdão não tivessem aí relevância”. É por isso que a situação de miséria, marginalização, injustiça e corrupção, que fere o continente latino-americano, exige do Povo de Deus e de cada cristão um autêntico heroísmo no seu compromisso evangelizador, para que se possa superar tão grandes obstáculos.

A partir de Puebla, muda também o entendimento da Doutrina Social da Igreja que jamais tinha usado em relação ao capitalismo tons da mesma severidade demonstrada com relação ao marxismo e socialismo, e avança neste sentido ao descrever o estado de escandalosa pobreza da América Latina onde mostra que essa pobreza generalizada é gerada pelo sistema capitalista. Caracteriza-o como idolatria da riqueza, materialista e praticamente ateu, não receia em denominá-lo como “sistema de pecado”, e a realidade por ele implantada, como “injustiça institucionalizada”. Consequentemente substitui a tradicional linguagem desenvolvimentista e reformista pela linguagem libertadora.

E neste contexto surge a íntima relação entre a evangelização e a defesa dos direitos humanos, políticos e sociais, num continente que vive em “permanente violação da dignidade da pessoa”.

Evangelii Nuntiandi

De fundamental importância nesse momento tem sido a iluminação da Exortação Apostólica Evangelii Nuntiandi, o Evangelho ao Povo, expressão do Sínodo de 1974, onde o papa Paulo VI, afirma que a evangelização supõe o conhecimento da realidade e o compromisso do Povo de Deus para superar “a situação de miséria, marginalização, injustiça e corrupção, que fere o continente”. Isso leva a afirmar que, no social, no econômico, no político, existe, pois, um teológico implícito, uma referência ao Reino de Deus e à salvação. Enfim a encarnação se realiza historicamente num contexto sociopolítico de opressão.

Uma releitura e reapropriação de Puebla, não apenas como um fato celebrativo, mas como um caminho de país e continente latino-americano em âmbito sociopolítico eclesial, será uma ótima ferramenta para encarar o momento presente e viver com maior intensidade a Campanha da Fraternidade de 2019: “Fraternidade e políticas públicas” e o seu lema: “Serás libertado pelo direito e pela justiça” (Is 1, 27).

Gianfranco Graziola, imc, é missionário em São Paulo

Governador Flavio Dino calça as sandálias da humildade e vai ao encontro do ex-presidente José Sarney

A iniciativa do governador Flavio Dino em buscar um diálogo com o ex-presidente José Sarney é visto, como um importante sinal de que o dirigente do Executivo Estadual caminha para uma maturidade política, em que as divergências ideológicas não podem interferir nas pessoais, além de que o político hábil e inteligente é aquele que sabe transitar em todas as correntes partidárias com respeito e conhecimento, o que marcou toda a trajetória política do ex-presidente José Sarney, que até hoje é um dos homens bastante procurado para aconselhamentos e foi uma espécie de bombeiro nas grandes crises brasileiras.

Outrora teria havido iniciativa de políticos ligados ao ex-presidente em fazer a aproximação dos dois, mas surgiram muitas especulações em torno do fato e o resultado e que nada prosperou. O encontro de ontem realizado em Brasília foi marcado por bastante discrição, em que estavam presentes apenas políticos ligados a Flavio Dino e José Sarney. Os entendimentos foram feitos às portas fechadas entre os dois e foi visto como proveitoso, diante da cordialidade em que se despediram.

Na opinião dos políticos experientes e de visão progressista, os conflitos existentes até então, acabaram causando sérios prejuízos para o Maranhão, mas diante da iminência de entendimentos abertos, pode-se aspirar uma calmaria paroquiana e daqui para a frente, o que dizem os mais experientes: ‘Quem viver verá’, lembrando o saudoso deputado federal Lister Caldas.

 

Folha recua e atesta que não houve condutas ilícitas de Moro e procuradores em conversas vazadas

A Folha de São Paulo, parceira do crime com o The Intercept Brasil ao receber as mensagens hackeadas e não autentificadas supostamente atribuídas ao ministro da Justiça, Sérgio Moro, e procuradores da força-tarefa da Lava Jato, agora resolve voltar atrás após todo o sensacionalismo que colaborou em criar com o caso.

Em matéria publicada nesta quarta-feira (26), intitulada “O caso Lula“, o editoral afirma que as conversas não demonstram condutas ilícitas de Moro e dos procuradores.

“As conversas até aqui divulgadas não mostraram, de modo inquestionável, condutas ilícitas de Moro ou dos procuradores.

Considere-se ainda que o ex-presidente foi condenado por corrupção em três instâncias judiciais, que na essência só divergiram no tamanho das penas aplicadas.

Por fim, e não menos importante, ainda não se atestou a autenticidade das mensagens, que de resto talvez tenham sido obtidas de forma criminosa. Da ilegalidade dessa prova decorreria sua inutilidade do ponto de vista jurídico.” – diz a Folha.

A Folha colaborou com toda a tempestade em copo d’água para, depois, e na maior sem-vergonhice, dizer o óbvio.

Ministério Público Federal pede que TRF-4 aumente pena de Lula no caso do sítio de Atibaia

Um dia depois de o Supremo Tribunal Federal negar uma liminar para soltar o ex-presidente Lula, o Ministério Público Federal pediu aumento da pena de 12 anos e 11 meses de prisão do petista no caso do sítio de Atibaia. Em um parecer de 100 páginas enviado à 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, o procurador Maurício Gerum, que atua na “lava jato” em segunda instância, opinou pelo afastamento das preliminares e pelo desprovimento do recurso de Lula, que buscava a absolvição.

“Quanto aos motivos, a ganância é inerente ao tipo penal. O que no caso desborda da normalidade é o projeto de poder, que envolveu a manipulação da democracia por parte do réu Luiz Inácio. Para além de seus benefícios pessoais, usou do cargo máximo da nação para coordenar e dar suporte a um esquema que desvirtuou o sistema eleitoral, tudo a garantir que os partidos próximos ao governo fossem constantemente irrigados com dinheiro da Petrobras”, disse Mauricio Gerum, que também se referiu às obras no sítio de Atibaia como um “mesquinho interesse de fortuna pessoal” de Lula.

 

MPF quer aumentar a pena de Lula no caso do sítio de Atibaia; o processo já está tramitando em segunda instância

O ex-presidente foi condenado por crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A sentença foi proferida em fevereiro deste ano pela juíza Gabriela Hardt. Segundo o MPF, Lula recebeu cerca de R$ 1 milhão em propina através da reforma no sítio de Atibaia. Ele nega as acusações. A defesa enviou um recurso ao TRF-4 com 1.386 páginas. Nele, entre outros argumentos, os advogados dizem que Lula é vítima de uma caçada judicial com ares de perseguição política.

Já o procurador Maurício Gerum disse que não há, na “lava jato”, a pretensão de criminalizar a política. “Mas o que se viu neste processo não tem nada a ver com política ou conversas republicanas. Nada mais do que corrupção em favor de um partido e de seu principal nome com o objetivo de benefícios pessoais e de perpetuação no poder em troca das fraudes nos contratos da Petrobras”, completou.

Agora, o caso segue para o relator da “lava jato” no TRF-4, desembargador João Pedro Gebran Neto, proferir seu voto. Em seguida, passa pelo revisor, desembargador Leandro Paulsen. Ainda não há data para o julgamento na 8ª Turma, que pode acontecer ainda neste ano.

Fonte: Conjur

 

Repercutiu positivamente a movimentação dos Policiais Civis do Maranhão em defesa de direitos e dignidade

A movimentação dos Policiais Civis sob a coordenação do Sindicato dos Policiais Civis do Maranhão – Sinpol, em defesa de direitos e dignidade de uma categoria, que apenas na atual administração do governo Flavio Dino, mais de 50 agentes já perderam a vida sem terem o reconhecimento dos seus direitos e valorização da sua luta em prol da sociedade maranhense. O presidente do sindicato Elton Neves, destacou nos mais diversos momentos da movimentação de reflexão e busca incessante por direitos, que todos os esforços possíveis foram feitos junto a Secretaria de Estado da Segurança Pública e do Governo do Estado, em relação aos direitos nas questões inerentes ao reajuste salarial, progressões e as reposições inquestionáveis, mas infelizmente, além de serem ignorados, são criados novos mecanismos para a continuação do massacre imposto a categoria.

O dirigente sindical tem feito uma advertência à população para a agressiva redução do efetivo policial civil, sentindo-se hoje muitas dificuldades para funcionamento de dezenas de delegacias e no interior o caos é bem deplorável, sem condições pelo menos favoráveis para o exercício funcional, destaca Elton Neves.

As nossas movimentações reivindicatórias serão sempre marcadas pela organização pacífica, em que procuramos semear entendimentos através do diálogo aberto e transparente com o poder público e com a sociedade, no sentido de que ela possa entender a nossa luta e o compromisso que temos por ela. Embora com todas as dificuldades, os policiais civis estão sempre abertos e disponíveis para servir a população, afirmou o presidente Elton Neves, durante entrevista em que concedeu a imprensa em frente ao Palácio dos Leões, salientando que o seu posicionamento público é fruto de amplos debates da diretoria do Sinpol com todos os demais integrantes da classe.

Felipe Santa Cruz impõe a OAB a mais absoluta desmoralização de sua história

Conduzir uma entidade como a Ordem dos Advogados do Brasil com base em inconfessáveis interesses pessoais e em despudorado víeis ideológico não poderia apresentar bons resultados. De fato, transformou-se num desastre.

Felipe Santa Cruz está conseguindo desmoralizar completamente a entidade dos advogados.

A situação está se tornando intolerável e a insatisfação da classe é notória.

Também pudera, a OAB está abraçando bandeiras totalmente em confronto com os interesses da sociedade e do país. E, pior, em confronto com a legalidade.

Ademais, invariavelmente, a entidade tem tomado posições contraditórias, sempre movida pelo bel prazer de Santa Cruz.

Duas intervenções judiciais da entidade estão sendo bastante criticadas. O Mandado de Segurança impetrado para garantir o sigilo telefônico de Adelio Bispo de Oliveira e o Habeas Corpus proposto no Supremo Tribunal Federal em favor da JBS.

Em contrapartida, ante o crime praticado pelo pseudo jornalista americano Glenn Greenwald, a famigerada gestão de Felipe Santa Cruz, mesmo sem qualquer comprovação de veracidade das mensagens divulgadas e sem que se vislumbrasse qualquer ato ilícito, ‘exigiu’ o afastamento do Ministro Sérgio Moro e do Procurador Deltan Dallagnol.

A OAB sim, está desmoronando.

É uma pena!

Amanda Acosta

Articulista e repórter
amanda@jornaldacidadeonline.com.br

 

Cézar Bombeiro concede título de cidadão de São Luís ao filósofo José Ribamar Silva e construtor de consciências criticas

A Câmara Municipal de São Luís, em solenidade marcada para às 10 horas desta sexta-feira (28), realizará sessão solene para a outorga do Título de Cidadão de São Luís, por proposta do vereador Cézar Bombeiro, ao professor, filósofo, pedagogo e pesquisador José Ribamar Lima Silva.

A iniciativa do vereador Cézar Bombeiro é pautada em que o professor José Ribamar Lima Silva, embora seja natural do município de Pinheiro, ele cresceu e começou a desenvolver o seu cabedal de conhecimentos, em São Luís e com muito orgulho no bairro da Liberdade, quando chegou com 13 anos. Foi uma trajetória de luta e sofrimento, mas a perseverança foi mais forte e a determinação em vencer falou mais alto nos momentos mais angustiantes, em que a luta jamais admitiu perecer, diz o vereador.

José Ribamar Lima Silva fez de toda a sua trajetória dos cursos profissionalizantes, dos empregos conquistados para garantir a própria subsistência e da sua família, ensinamentos para a maturidade e paulatinamente já conquistou várias das suas aspirações e outras virão da sua identidade com a educação e os cidadãos que precisam dela. José Ribamar Lima Silva é mestre pela USP, doutorando pela UNICAMP e professor do IFMA, onde integra o grupo de pesquisa “História, Sociedade e Educação – o HISTEBR.

Jornalista Nêumanne acusa Gilmar Mendes. Ele sabia dos vazamentos e Zanin é uma espécie de “patrão” do ministro

O jornalista José Nêumanne Pinto – figura extremamente respeitada, editorialista e articulista do jornal Estadão, autor de 12 livros, Prêmio Esso do jornalismo brasileiro – tido como um profissional sério e corajoso, além de profundo conhecedor da política nacional, publicou um vídeo bombástico nesta terça-feira (25), em seu canal no YouTube.

Para o jornalista, Gilmar Mendes tinha conhecimento prévio sobre os vazamentos criminosos do jornalista Glenn Greenwald.

Mais grave ainda, é a afirmação de Nêumanne, que tudo isso faz parte de uma “estratagema da defesa do senhor Cristiano Zanin, que passou a ser uma espécie de ‘patrão’ de Gilmar Mendes”.

Os comentários do jornalista são estarrecedores e gravíssimos.

Otto Dantas

Articulista e Repórter
otto@jornaldacidadeonline.com.br

 

Kajuru relata “podres” de Gilmar Mendes e protocola requerimento para o ministro comparecer ao Senado

O senador Jorge Kajuru voltou novamente sua artilharia para o ministro Gilmar Mendes. Durante sessão realizada no Senado Federal, Kajuru anunciou o requerimento que acaba de protocolar, no sentido de que o magistrado do Supremo Tribunal Federal (STF), seja chamado a prestar esclarecimentos sobre casos rumorosos dos quais foi o principal protagonista.

O senador enumera todos os casos que envolvem Gilmar, segundo ele um interlocutor de políticos em situações com sentido republicanos questionáveis.

Fatos gravíssimos como conversas com Aécio Neves e o ex-governador de Mato Grosso Silval Barbosa, são mencionados.

Por fim, Kajuru anuncia que tem em mãos um e-mail com uma conversa entre Gilmar e um veículo de comunicação conhecido no Brasil, com conteúdo ‘sinistro’.

Veja o vídeo:

Amanda Acosta

Articulista e repórter
amanda@jornaldacidadeonline.com.br