IPEA aponta que o custo do abandono escolar por cada jovem é de R$ 372 mil

Com base em informações apresentadas por organismos internacionais e brasileiros, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou um levantamento com recomendações sobre o retorno às aulas no período da pandemia provocada pelo novo coronavírus. O objetivo do estudo é auxiliar gestores da educação que planejam a retomada das atividades presenciais nas escolas do Brasil.

“As principais recomendações estão no sentido do distanciamento social, o que vai requerer um menor número de alunos em sala de aula e, por consequência, a instituição do ensino híbrido, com uma parte dos alunos em sala e outra em casa. Ressalta-se também a importância da etiqueta respiratória, higiene das mãos, uso de máscaras, sanitização dos ambientes escolares, organização do horário de chegada, dos recreios e da saída, para evitar aglomerações”, explica o autor do levantamento, Luis Cláudio Kubota, pesquisador do Ipea.

Denominado Levantamento das Recomendações para a Volta às Aulas em Tempos de Covid-19, o compilado de dicas destaca informações do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), que indicam que “o fechamento das escolas decorrente da pandemia de Covid-19 representa um risco sem precedentes para a educação, a proteção e o bem-estar das crianças”.

“Existe uma grande preocupação de que o fechamento das escolas possa causar um aumento da evasão dos alunos. Só teremos uma dimensão desse problema quando houver a reabertura. Mas, o que pode ser feito preventivamente é acompanhar o quanto os alunos estão participando das aulas remotas. Se o aluno não participa dessas atividades, deve-se ligar a luz amarela, de atenção, e identificar por que isso ocorre”, opina Kubota

O economista lembra também que os impactos negativos do fechamento das escolas incluem ainda questões como a falta de acesso à alimentação oferecida pelas instituições e ao suporte psicossocial, além da ansiedade causada pela ausência de rotina escolar e de interação com colegas estudantes.

Ainda de acordo com o levantamento, pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) desenvolveram um manual de biossegurança para auxiliar as instituições de ensino do país na retomada das atividades. Neste documento, a sugestão é de que a reabertura ocorra apenas quando houver a redução sustentada do número de novos casos da Covid-19.

O entendimento é compartilhado pela Infectologista Joana D’arc, quando ela defende que o retorno às atividades presenciais no ambiente escolar só será, de fato, seguro, com uma baixa nos indicadores de casos da doença causada pelo novo coronavírus.

“Eu acredito que o risco de adoecimento e de piora do sistema público e do número de infectados vai aumentar significativamente. A gente sabe que é ruim a questão de as crianças e os adolescentes não estarem na escola, mas, infelizmente, retornar com os números ainda elevados é muito grave”, pontua.

Entre outras recomendações, a Fiocruz orienta sobre a adequação de procedimentos para higienização e desinfecção de todas áreas do espaço escolar; a destinação de uma área específica para o isolamento dos casos suspeitos da Covid-19 e a formação de equipe de trabalho para acompanhamento pedagógico e psicossocial para a comunidade escolar.

Desistência

Uma pesquisa coordenada pelo Conselho Nacional de Juventude (Conjuve) revela que 24% dos estudantes entrevistados, com idade entre 15 e18 anos, disseram que já pensaram em não voltar à escola após o isolamento social. A pesquisa ouviu com 24.161 jovens.

Informações divulgadas pelo Ipea, apontam que, no Brasil, o custo do abandono escolar corresponde a R$ 372 mil por jovem, o que representa R$ 214 bilhões ao ano. Segundo Luis Cláudio Kubota, o país tem a oportunidade de aprender com as experiências de outras nações e as recomendações de organismos internacionais, minimizando, na medida do possível, os efeitos do período de fechamento das escolas.

“No entanto, é importante lembrar que o Brasil é um país continental extremamente desigual, onde o acesso à rede de água tratada e esgoto varia assim como o acesso à internet e, claro, essas diferenças estão associadas a uma má distribuição de renda que torna a questão da abertura ainda mais complexa”, avalia.

Brasil 61

 

Não durou 15 dias o serviço da Caema e água voltou a ser desperdiçada na rua Arimateia Cisne no Monte Castelo

Não sei se é administração altamente deficiente ou irresponsável, ou ainda a existência de algum esquema para desvio de recursos públicos. A verdade é que serviços executados pela Caema para efetuar reparos em serviços de águas e esgotos, que proliferam pela cidade, as obras são altamente deficientes e geralmente são feitas por sucessivas vezes. A grande desconfiança de moradores de áreas em surgem os problemas, é que fica bem claro a existência de práticas criminosas que acabam por desviar recursos de impostos pagos pela população.

Em menos de 15 dias, um serviço de reparo de vazamento e naturalmente o desperdício de água potável tão necessária para milhares de consumidores de São Luís, voltou a ocorrer e agora com mais intensidade. A indignação dos moradores das artérias é fica bem evidente de que algo está errado na execução das obras. Existem locais em nossa capital em que é o problema é constante e mesmo com as denúncias, não há providências por parte do poder público e o Ministério Público, muitas vezes contundente para problemas de menor importância é indiferente para o dinheiro público que deve estar beneficiando alguém.

Fato idêntico está ocorrendo na rua Antonio Raiol, nas imediações do Mercado Central. Um vazamento de água resultou na abertura de uma vala, que dificultou por mais de 04 meses o trânsito de veículos no local. Depois de muitas cobranças e denúncias, a Caema decidiu efetuar o reparo de grande dimensão. Chegou a interditar a rua e máquinas pedadas foram deslocadas para o local para a conclusão da obra. Com menos de um mês, o problema retornou no mesmo local e o desperdício de água não é diário, em razão do racionamento em que o abastecimento é feito em dias alternados.  A prática vergonhosa da Caema precisa de um basta, uma vez que tudo leva a crer, é desvio de dinheiro público e com interessados dentro do contexto.

INSS começa a notificar 1,7 milhão de beneficiários com irregularidades no pente-fino

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começa a notificar, nesta semana, 1,7 milhão de segurados da autarquia que tiveram seus benefícios revisados administrativamente no pente-fino e apresentaram algum tipo de indício de irregularidade. Para essas pessoas, após procedimento, foi verificada a necessidade de reavaliação dos documentos que embasaram a concessão do benefício. No estado do Rio, serão enviadas 175.375 cartas de cumprimento de exigência, em menor número correspondências chegarão a segurados de todo o país, em que foi identificada a irregularidade.

Após o recebimento da carta, os beneficiários terão 60 dias para enviar a documentação solicitada, preferencialmente pelo Meu INSS. Caso o segurado não consiga fazer o envio da documentação pelo site ou aplicativo, a recomendação é para agendar o cumprimento destas exigências em uma agência do INSS próxima da residência. O segurado notificado que não apresentar a documentação no prazo de 60 dias poderá ter o benefício suspenso. E, após 30 dias da suspensão, se o beneficiário não fizer os procedimentos anteriormente citados, terá o benefício bloqueado.

O INSS também firmou parceria com os Correios para disponibilizar a carta de exigência de forma online no aplicativo dos Correios, serviço chamado de ‘Entrega Digital’. A solução amplia o acesso dos segurados às cartas e notificações oficiais enviadas pelo INSS. As cartas em formato digital estarão disponíveis na seção ‘Minhas Mensagens’ do aplicativo. Esta alternativa multicanal permite aos destinatários terem acesso às correspondências, mesmo diante de situações que impossibilitam a entrega da carta física, como endereço desatualizado.

Para o presidente do INSS, Leonardo Rolim, a parceria deverá agilizar a comunicação com o público-alvo do Instituto e assim, tornar mais célebre os trâmites de regularização e concessão de benefícios.

“A parceria com os Correios nos possibilitará uma comunicação efetiva com o beneficiário, especialmente com a disponibilização da carta em meio digital. Desta forma, o INSS espera receber com mais celeridade as documentações exigidas na carta de exigência, o que possibilitará uma resposta mais rápida ao cidadão e, consequentemente, a diminuição de possíveis fraudes e pagamentos indevidos”.

O presidente dos Correios, Floriano Peixoto, destaca que a empresa está comprometida em levar à sociedade as inovações digitais que se fazem necessárias para a evolução dos serviços públicos. “Especialmente em meio a esse momento de pandemia, o Entrega Digital vem simplificar a vida do cidadão, oferecendo a inovação que os novos tempos exigem”.

Como entregar os documentos pelo Meu INSS

1) Efetue o login no Meu INSS

2) Após acessar o sistema, solicite o serviço ‘Atualização de Dados de Benefício’, anexando cópia digitalizada dos seguintes documentos do titular do benefício, do procurador ou representante legal, se houver: CPF, RG, certidão de nascimento ou casamento, Titulo de Eleitor, Carteira de Trabalho e Previdência Social – CTPS, objetivando demonstrar a regularidade da manutenção do benefício.

Para efetuar o agendamento basta ligar para o telefone 135 e escolher a opção ‘Entrega de Documentos por Convocação’. O INSS não receberá o cumprimento de exigências sem agendamento prévio.

Como acessar o aplicativo dos Correios

1) Após baixar o aplicativo Correios no smartphone, é necessário fazer um breve cadastro. Para isso, basta digitar o CPF, incluir mais algumas informações pessoais e criar uma senha. A tela principal traz vários serviços como “Rastreamento de Objetos” e ‘Busca Agência’.

2) Em ‘Minhas Mensagens’, o usuário acessa a sua própria caixa de correspondência digital, na qual poderá verificar se foi notificado pelo INSS para entrega de documentação.

3) Esta funcionalidade já está disponível no aplicativo Correios em dispositivos Android e, em breve, também em sistema IOS.

Yahoo Notícias

Senador Weverton Rocha (PDT) defende a PEC da reeleição e o continuísmo do DEM no Congresso

Começou a tramitar no Senado a proposta de emenda à Constituição (PEC) que permite a reeleição de presidentes das Casas do Congresso, dando espaço para a recondução de Davi Alcolumbre (DEM-AP) e Rodrigo Maia (DEM-RJ) em 2021. Encabeçada pela senadora Rose de Freitas (Podemos-ES), a proposta reuniu o número mínimo de assinaturas dois dias depois de ser anunciada em Plenário.

A apresentação da proposta deve levar à expulsão da senadora Rosa pelo Podemos, dado que o partido fechou questão contra a reeleição, por entender que uma alteração na Constituição neste momento é casuística e atenta contra a alternância de poder. Insatisfeito com a presidência de Davi, o partido visa lançar nome próprio para a sucessão no pleito interno que será realizado em fevereiro do ano que vem.

Para que uma PEC comece a tramitar, são necessárias assinaturas de 1/3 dos senadores, ou seja, 27 assinaturas. Veja a lista dos signatários e acesse os perfis dos senadores no Radar do Congresso, ferramenta do Congresso em Foco que permite acompanhar a atuação dos representantes no Congresso Nacional:

  1. Rose de Freitas (Podemos-ES)
  2. Telmário Mota (Pros-RR)
  3. Antonio Anastasia (PSD-MG)
  4. Wellington Fagundes (PL-MT)
  5. Nelsinho Trad (PSD-MS)
  6. Marcelo Castro (MDB-PI)
  7. Jayme Campos (DEM-MT)
  8. Carlos Fávaro (PSD-MT)
  9. Marcos Rogério (DEM-RO)
  10. Omar Aziz (PSD-AM)
  11. Fabiano Contarato (Rede-ES)
  12. Rodrigo Pacheco (DEM-MG)
  13. Chico Rodrigues (DEM-RR)
  14. Lucas Barreto (PSD-AP)
  15. Ciro Nogueira (PP-PI)
  16. Carlos Viana (PSD-MG)
  17. Kátia Abreu (PP-TO)
  18. Zequinha Marinho (PSC-PA)
  19. Maria do Carmo Alves (DEM-SE)
  20. Elmano Férrer (PODEMOS-PI)
  21. Marcio Bittar (MDB-AC)
  22. Weverton (PDT-MA)
  23. Acir Gurgacz (PDT-RO)
  24. Vanderlan Cardoso (PSD-GO)
  25. Irajá (PSD-TO)
  26. Eduardo Gomes (MDB-TO)
  27. Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE)

Para ser aprovada, a PEC precisa dos votos de 49 senadores e 308 deputados, em dois turnos de votação em cada Casa. Na Câmara, a disputa está mais acirrada, dado que há pelo menos uma dúzia de nomes colocados para disputar a sucessão de Maia.

Congresso em Foco

Toffoli defende reforma administrativa e redução de salários de juízes, promotores e defensores públicos

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, afirmou nesta sexta-feira, 4, que é a favor da redução do salário de juízes, defensores públicos e promotores em carreira inicial. Na quinta-feira, 03, o governo de Jair Bolsonaro entregou a reforma administrativa ao Congresso. No entanto, excluiu os juízes das mudanças propostas.

Porém, Toffoli defendeu a aprovação de uma reforma do serviço público que preveja maior disparidade salarial entre magistrados de diferentes instâncias a fim de estimular os profissionais a melhorar o desempenho e objetivar reajustes ao decorrer da carreira. Ele realizou a declaração em coletiva de balanço da sua gestão à frente do STF e do CNJ (Conselho Nacional de Justiça). Toffoli deixará o posto no próximo dia 10, e dará espaço ao ministro Luiz Fux no comando do Supremo.

O salário dos integrantes do STF atualmente é o parâmetro para o vencimento dos juízes. Os ministros de tribunais superiores possuem remuneração equivalente a 95% em relação à do Supremo; desembargadores federais ganham 90% e estaduais 90,25%; juízes de primeiro grau recebem entre 80% e 85% do subsídio do STF. Logo, para Toffoli, essa determinação deixou todos com salários igualitários, o que não é adequado para ele.

“O que é necessário e já defendi publicamente é criar novas fases anteriores no início da carreira de magistrados, mas também de Ministério Público, defensores públicos, com subsídios menores até pra ter incentivo na promoção da carreira”, disse ele. Para o ministro qualquer mudança nesse sentido só poderia valer daqui em diante e não poderia afetar quem já ingressou no serviço público.

O ministro também fez uma defesa do atual salário dos ministros do STF, fixado em R$ 39,2 mil, e disse que o montante representa uma perda de 40% no valor de compra real do subsídio em relação a 2009. Além disso, o ministro também lembrou que ficou vencido ao votar no plenário da corte a favor do trecho da Lei de Responsabilidade Fiscal que previa o congelamento e corte salarial para casos de gestores que extrapolam o limite de gastos com pessoal.

“Eu acho e defendo que o Estado brasileiro, e aí não é governo A, B ou C, não é Congresso de hoje, de ontem ou de amanhã, tem todo direito de discutir esse tema e estabelecer parâmetros que sejam importantes para que o Estado possa ter atuação orçamentária que não privilegie segmentos e possa atender os mais vulneráveis”, disse.

Toffoli destacou a decisão do STF de eliminar o auxílio-moradia e comentou o trabalho à frente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para coibir salários que fugissem das normas legais.

Ascom CNJ                                              

 

Repercute encontro de Eduardo Braide e Cézar Bombeiro com os feirantes da Liberdade

Repercutiu positivamente a visita que o deputado federal Eduardo Braide, pré-candidato a prefeito de São Luís e o vereador Cézar Bombeiro fizeram aos feirantes do mercado do bairro da Liberdade. Trata-se de um centro de abastecimento de referência para  vários bairros de nossa capital, não apenas das áreas próximas, mas de inúmeras outras.

Os feirantes revelaram para Eduardo Braide, que Cézar Bombeiro teve aprovado pela Câmara Municipal projeto de lei, que obriga a prefeitura de São Luís a manter serviços de higiene básica nas feiras e mercados da capital, além da presença de equipes sanitárias como  prevenção ao covid-19, mas infelizmente a prefeitura não cumpre com as leis aprovadas pelo legislativo. Nós sabemos, em razão de que o vereador sempre procura nos dar satisfação e nos manter informados das suas ações. Salientaram que outra Lei de autoria de Cézar Bombeiro, que estabelece internet wifi nas feiras e mercados, infelizmente não são respeitados pelo prefeito Edivaldo Holanda Júnior.

As lideranças mostraram para Braide e Cézar Bombeiro, o considerável número de boxes que estão fechados, o que deu origem a que fiscais da Semapa negociarem inúmeros deles. Mesmo diante da prática de crimes, os infratores foram transferidos para outras feiras e mercados e muita gente está prejudicada. Destacaram que há necessidade de uma maior diversificação na comercialização e convencer as pessoas que têm bancas nas ruas, que venham para dentro do mercado com locais definidos para trabalhar. Falta ao mercado do bairro da Liberdade, uma maior atenção por parte do poder público, exemplificando que nada dos projetos de lei aprovados na Câmara Municipal por parte do vereador Cézar Bombeiro, que se constitui desrespeito ao povo. Não esconderam que as suas aspirações estão concentradas em ver Eduardo Braide como prefeito de São Luís para uma melhoria consideravel  não apenas o mercado da Liberdade, mas todas as feiras e mercados de São Luís, onde milhares de feirantes com a dedicação, o suor e a luta conseguem retirar o pão de cada dia.

Eduardo Braide, disse aos feirantes, que ele conhece a luta, o sofrimento e as aspirações de todos eles, que enfrentam dificuldades para sustentar as suas famílias. Tenho um importante projeto de socialização, apoio e valorização dos feirantes e tenho discutido inúmeras questões com a minha equipe e com o vereador Cézar Bombeiro, afirmou Braide.

Cézar Bombeiro que é uma presença constante no mercado, na ocasião foi convidado para participar de uma reunião com a categoria para ouvir de todos, sugestões de diversas ordens a serem encaminhas a Eduardo Braide.

 

Pesquisa Exame/Ideia aponta Bolsonaro vencedor para 2022. Flavio Dino é o último.

Uma nova pesquisa divulgada nesta sexta-feira (04), apontou o que todos já sabiam e o que a esquerda e a extrema-imprensa mais teme. O presidente da República, Jair Bolsonaro, hoje seria reeleito facilmente em todos os cenários eleitorais.

Este novo levantamento foi feito pela Exame/IDEIA. Na apuração, nomes como do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-ministro da Justiça Sérgio Moro e outros candidatos, foram colocado no confronto com Bolsonaro.

Confira os números da estimativa:

Jair Bolsonaro — 31%

Luiz Inácio Lula da Silva — 17%

Sérgio Moro — 13%

Não sabem — 7%

Branco/nulo — 7%

Ciro Gomes — 6%

Luciano Huck — 5%

Luiz Henrique Mandetta — 4%

João Doria — 3%

João Amoedo — 3%

Marina Silva — 2%

Flávio Dino — 1%

Outro — 1%

Fonte: Exame

Em um possível 2º turno, duas possibilidades foram pesquisadas: Jair Bolsonaro contra Lula e Jair Bolsonaro contra Moro. Vitória do atual presidente nas duas situações.

Fonte: Exame

No total, o levantamento foi realizado com 1.235 pessoas em todas as regiões do país, entre os dias 24 e 31 de agosto.

Fonte: Exame

 

Mais de 60% do dinheiro enviado para o combate a covid-19 foi roubado

Matéria especial produzida pela equipe da TV JCO em Brasília mostra os desvios escandalosos de verbas enviadas pelo governo federal para combater a pandemia de Covid-19.

Secretários de saúde, prefeitos, governadores, empresários, deputados, vereadores, muitos estão na mira das diversas operações da Polícia Federal, que ocorrem simultaneamente por todo o Brasil.

Confira este material imperdível, e veja que o governo Bolsonaro enviou fartas quantias de dinheiro para combater o vírus e suas consequências, porém, mais de 60% dos valores se perderam em um quebra-cabeça de corrupção, ganância e falta de escrúpulos, que os valorosos investigadores da PF estão tentando juntar por todo o país.

Confira algumas operações da PF em andamento para combater o Covidão:

Operação Cobiça Fatal – São Luís

Operação Reagente – Piauí

Operação Caligo – Teresina

Operação Serôdio – Sergipe

Operação Dúctil – Diversos estados

Operação Vírion – Roraima

Operação Apneia – Recife

 

Jornal da Cidade Online

Mais de 150 milhões de brasileiros dependem do SUS para tratamentos, diz o IBGE

Sete em cada dez brasileiros dependem exclusivamente do SUS (Sistema Único de Saúde) para atendimentos de saúde, revelou uma pesquisa divulgada nesta sexta-feira (4) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), referentes a 2019.

Esse número representa mais de 150 milhões de pessoas, ou seja, 74% da população têm no sistema público de saúde sua única possibilidade para atendimento hospitalar, tratamentos e outros serviços de saúde. No ano passado, portanto antes da crise causada pela pandemia do coronavírus, apenas 28,5% da população do país, ou 59,7 milhões de pessoas, possuíam algum plano de saúde, seja médico ou odontológico. Entre os que possuem apenas planos médicos, a proporção cai para 26%.

“As estimativas da Pesquisa Nacional de Saúde 2019 apontam, também, uma relação direta entre a cor ou raça e nível de instrução e a cobertura de plano de saúde, destacando-se, nesse sentido, as pessoas brancas ou com ensino superior com as maiores proporções de cobertura”, diz o IBGE.

Não houve mudança significativa nos dados em comparação à última pesquisa sobre o tema, publicada em 2013 pelo IBGE.  Na população com renda mais baixa, com rendimento mensal de até um quarto de salário mínimo (cerca de R$ 250), somente 2,2% tinham plano de saúde médico. Já na faixa de mais de cinco salários mínimos (mais de R$ 5 mil), 86,8% tinham plano.

Além disso, a pesquisa mostra a desigualdade entre as regiões do Brasil: Sudeste, Sul e Centro-Oeste registram maiores proporções de pessoas com planos de saúde, enquanto que Norte e Nordeste têm as menores proporções de cobertura dos planos de saúde complementar.

São Paulo e o Distrito Federal apresentam proporções de pessoas com planos médicos particulares muito acima da média nacional, sendo 38,4% e 37,4%, respectivamente.

Dentre as menores proporções, estão os estados do Maranhão (5%), Roraima (7,4%), Acre (8,3%) e Amapá (8,7%).

“A gente viu que [a proporção de planos de saúde] está diretamente relacionada com o rendimento das pessoas. O plano de saúde é um serviço de luxo, um serviço caro, e, quando a gente tem o SUS para atender, o plano não é a prioridade quando a pessoa tem de fazer escolhas”, diz a pesquisadora do IBGE Maria Lucia França Pontes Vieira, que é coordenadora de trabalho e regimento da pesquisa.

O IBGE também verificou que “quanto mais elevado o grau de instrução, maior também a cobertura de plano de saúde, variando, abruptamente, de 16,1% (sem instrução ou com ensino fundamental incompleto) a 67,6% (nível superior completo)”.

Saneamento básico e coleta de lixo

O levantamento também mostra a desigualdade nas regiões Norte e Nordeste em relação ao acesso ao saneamento e à coleta de lixo. De cada dez residências visitadas na região Norte, por exemplo, apenas duas têm rede geral de esgoto ou fossa séptica e banheiro exclusivo. Esse percentual é de 88,7% na região Sudeste.

Neste ano, o Congresso aprovou um novo marco do saneamento, que pretende universalizar o tratamento de esgoto e água até 2033 no Brasil.

“As questões de saneamento são vitais em relação à saúde, na questão das doenças, verminoses, endemias, da água que a pessoa está bebendo”, afirma Maria Lucia Vieira. “É fundamental para as questões de saúde da população que haja um planejamento. É uma obra de infraestrutura mais demorada, mais cara, que não vem avançando nos últimos anos”.

No caso da coleta de lixo, a desigualdade entre as regiões é semelhante, com as regiões Norte e Nordeste apresentando taxas menores que o restante do país. Os dados mostram que 97,1% dos domicílios tiveram coleta de lixo no Sudeste, em 2019. No Norte, 80,4% das residências tiveram coleta.

Yahoo Notícias

Flávio Dino terá que explicar gastos com dinheiro público para a revista Carta Capital

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Mino Carta sempre foram parceiros, amigos íntimos. Evidentemente, durante o regime lulopetista, a revista de Mino – Carta Capital – nadou de braçada. Ganhou muito dinheiro e enriqueceu. Agora, o novo” benfeitor” da revista é o governador Flavio Dino, do Maranhão.

Era pautado por Lula.

Com a posse de Bolsonaro, a fonte secou. Acabou o dinheiro fácil.

Presentemente, todos esses pseudojornalistas, que se chafurdaram na grana fácil da era PT, passam dificuldades. São absolutamente incompetentes para produzir sem as benesses do estado. Há poucos dias, dois veículos encerraram suas atividades. Os sites Conversa Afiada e o Nocaute desapareceram, por falta de financiamentos dos cofres públicos. Carta Capital caminha na mesma trilha.

Flávio Dino resolveu salvá-la.

Para tanto, arrancou dos cofres públicos do Maranhão, quase R$ 1 milhão de reais para gastar em “assinatura” da revista. Vejam só, uma revista pautada por Lula.

Por iniciativa da deputada Carla Zambelli, o governador Flavio Dino terá que se explicar, mediante ação judicial, principalmente que num período de plena pandemia do covid-19, fazer gastos de tal natureza pode ser demonstração de situação financeira privilegiada em relação às demais unidades da federação brasileira ou retirar dinheiro que poderia ser aplicado na compra de cestas básicas para os maranhenses. É muito importante observar que o Maranhão é o estado com o maior percentual de extrema pobreza no Brasil.

Jornal da Cidade Online