Igreja Pão da Vida chama o Povo de Deus para cuidar das pessoas que vivem nas ruas

A Igreja Pão da Vida é pioneira no cuidado e alimentação de pessoas em situação de rua, possui sede em Mossoró, tem como Pastor Presidente, o Sr. Francisco das Chagas Silva, e será representada em São Luís pelo casal Leônidas Martins Gomes da Silva e Arinezina Sanches Macedo da Silva. Esta igreja tem atuado há quase 7 anos nessa área, e é a primeira igreja a construir uma Clínica de Reabilitação Gratuita voltada a moradores de rua – CASA DO PAI, também situada na cidade de Mossoró/RN, cujo  modelo pretende reproduzir em todas as cidades em que instalar filial.

Atualmente, cumprindo a grande comissão de Jesus, descrita no Evangelho de João, versículos 19-20, que diz: “Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a guardar todas as coisas que tenho ordenado a vocês. E eis que estou com vocês todos os dias até o fim dos tempos”, a   Igreja tem se expandido pelo Brasil e pelo mundo, com filiais nas cidades de São Paulo, Blumenau, Salvador, bem como em países, como Espanha e Inglaterra, além de um grande alcance de ovelhas por meio da “Pão da Vida à distância”, em suas redes sociais, vide: https://www.youtube.com/@paodavidamossoro / https://lkt.bio/paodavida

É com esse espírito de fazer o “Ide de Jesus”, que o Ministério Pão da Vida está chegando em nossa cidade. Para tanto, faremos dois cultos de apresentação da Igreja, nos dias 21, às 18h, e 22 de outubro, às 9h, no auditório do Centro Pedagógico Paulo Freire da UFMA, localizado no Campus do Bacanga, o qual contará com a presença dos Pastores Presidentes, Chico Chagas e Jossanete Silva.

Neste dia será uma grande celebração em homenagem ao nosso EXCELSO DEUS.

 Fonte: Igreja Pão da Vida

 

Relatório paralelo da CPMI pede indiciamento de Lula, General G.Dias, Flavio Dino e mais três

A oposição acusa o presidente de deterioração de patrimônio público, dano qualificado e prevaricação Em quase 400 páginas, 16 parlamentares da oposição destrincharam um voto separado no relatório paralelo sobre a CPMI do 8 de janeiro. No documento, os políticos pediram o indiciamento de seis pessoas. O presidente Lula, o ministro Flávio Dino (Justiça e Segurança Pública) e o general Gonçalves Dias, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), estão entre os nomes citados. O relatório paralelo acusa Lula de cometer os crimes de deterioração de patrimônio público, dano qualificado e prevaricação. A oposição não leva a frente a ideia de tentativa de golpe de Estado dos vândalos, que invadiram as sedes dos Três Poderes, em Brasília, e diz que os atos de depredação aconteceram por uma “série de omissões por parte do governo petista”. 

Então, o presidente Lula seria o responsável final dos atos de depredação por ser presidente da República. No momento das invasões, o petista estava em Araraquara, em São Paulo.

“O pedido dessa viagem, encaminhado somente às 20:27 do dia 5/1/2023, previa que o deslocamento se daria entre os dias 6 e 8 de janeiro com a finalidade definida como ‘atividade privada” afirmou a oposição no relatório paralelo. 

“Se ele [Lula] tivesse agido conforme determina o arcabouço de atribuições legais, não abandonando a cidade e impondo, sem tergiversar, a proteção dos prédios públicos federais, certamente as invasões não teriam ocorrido ou os danos seriam minimizados” continuou a oposição no documento. 

A respeito de Dino, o voto separado da oposição pede seu indiciamento pelos crimes de dano qualificado, deterioração de patrimônio público, prevaricação, desobediência e abuso de autoridade.

O documento afirma que ficou “comprovado” que o ministro “sabia dos riscos de vandalismo e tinha à disposição à Forca Nacional de Segurança Pública, que ele deliberadamente optou por não utilizar”. 

O texto menciona ainda as imagens do 8 de janeiro do Palácio da Justiça, que não foram entregues ao colegiado.

Em relação a G. Dias, a oposição alega que o ex-ministro foi omisso por ter determinado que dois relatórios da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) fossem fraudados e por supostamente mentir em relação às imagens em que ele aparece apaisana no Planalto

“A omissão do ex-chefe do GSI foi evidente e preponderante para que a depredação se consumasse”, continuaram os parlamentares. “O GSI não formalizou nenhum pedido antecipado de aumento no efetivo da guarda do Planalto porque o seu ministro chefe escondeu de seus subordinados – de forma dolosa – os 11 alertas de inteligência que recebeu da Abin.” 

As outras três pessoas que a oposição pediu indiciamento foram Saulo Moura da Cunha, ex-diretor-adjunto da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Coronel Klepter Rosa Gonçalves, ex-comandante da Polícia Militar do Distrito Federal (PM-DF) e o Tenente-coronel Paulo José Ferreira de Souza Bezerra, ex-chefe interno do Departamento Operacional da PM-DF. 

Diário do Poder

 

OAB vai ao ministro Dias Toffoli para a liberação das imagens da briga de Alexandre de Moraes em Roma

A Comissão de Direitos e Prerrogativas da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) pediu ao ministro Dias Toffoli para rever a decisão que manteve as imagens da briga em Roma em sigilo. A OAB age em atendimento ao pedido feito pelo trio acusado de hostilizar o ministro Alexandre de Moraes.

Nesse sentido, a OAB se baseia no Estatuto da Advocacia em defesa das prerrogativas dos advogados, pois a defesa do trio (Roberto Mantovani Filho, Andreia Munarão e Alex Zanata) foi impedida de fazer seu trabalho por não ter acesso à íntegra das imagens enviadas pelas autoridades italianas para o STF.

É extremamente incompreensível e inaceitável que o STF esteja mantendo em sigilo essas imagens. A razão alegada pelo ministro Dias Toffoli não se sustenta. A justificativa dele de manter o sigilo sobre as imagens foi de que as filmagens expõem “inúmeras pessoas, incluindo menores de idade” que não teriam relação com o caso. Segundo a defesa dos acusados, essa justificativa não se sustenta “uma vez que o sigilo que foi tirado dos autos já devassou as imagens que, em tese, se pretendia preservar”.

Jornal da Cidade Online

Vereador Chaguinhas prega avaliação da saúde, educação e infraestrutura no pacto federativo

O vereador Francisco Chaguinhas (Podemos) foi à tribuna da Câmara Municipal de São Luís, para falar da sobrecarga de problemas próprios aos municípios a serem reavaliadas no pacto federativo previsto na Constituição Federal de 1988. “O que nós observamos é que há três grandes gargalos nos municípios: Saúde, Educação e Infraestrutura”, apontou o parlamentar na sessão ordinária desta terça-feira (17).

O primeiro gargalo, de acordo com o vereador, diz respeito aos atendimentos de saúde de urgência, que ficam por conta dos municípios. “Nem a União e nem o Estado assumem”, ressaltou, chamando a atenção para o fato de que hospitais da União e do Estados são responsáveis pelos atendimentos regulares agendados e de alta complexibilidade, o que lhes dá condições de funcionamento melhor. Enquanto aos municípios recaem a responsabilidade por todos os tipos de atendimentos emergenciais, incluindo os de maior complexibilidade.

O segundo gargalo, na opinião de Chaguinhas, é a educação infantil, pois é onde começa a formação do estudante. Para ele, é onde deve haver uma maior atenção, pois há crianças com os mais diversos problemas psicológicos e sociais. “O livro Cidades Inteligentes diz que o Estado não cuida a contento da Educação, porque entrega para os municípios. E observa-se falhas, mas ninguém vai atrás. As câmaras de vereadores ou as assembleias legislativas não fazem os levantamentos necessários e a União lava as mãos”, disse o parlamentar, lembrando que os recursos da União e dos Estados são originários dos municípios, que acumulam a maior parte das responsabilidades com a população.

Por fim, o vereador citou a infraestrutura das cidades, que crescem indiscriminadamente, criando áreas de risco. “É o caso em que as pessoas, empurradas pela urbanização, ocupam áreas que não são apropriadas – no Brasil já são 20 milhões”, falou Chaguinhas, acrescentando que esta é uma responsabilidade que não pode ficar somente com os municípios. Ele citou o bairro da Cidade Operária, que é um dos locais que precisa de reurbanização. “Quando o bairro surgiu, a questão da vazão da água era uma e, hoje, com a impermeabilização da área, a vazão das águas das chuvas quadruplicou, causando inundações frequentes no local”, exemplificou.

Chaguinhas disse que as câmaras de vereadores têm que buscar o debate com os poderes legislativos estaduais e federal, para sanar esses gargalos. “Vamos normatizar na Constituição Federal um pacto vertical de ações para os municípios”, conclamou.

Fonte: ASCOM – CMSL

 

 

 

Eliziane Gama cumpriu a indecente “missão” que lhe foi dada

A senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA), apresentou um relatório da CPMI do 8 de janeiro, que acusa o ex-presidente Jair Bolsonaro de ser o “verdadeiro autor, seja intelectual, seja moral, dos ataques perpetrados contra as instituições” naquela data. A senadora sugere que Bolsonaro seja indiciado por prática dolosa em crimes como associação criminosa, violência política, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado.

As penas somadas a esses crimes totalizam 29 anos. O relatório de Eliziane Gama argumenta que Bolsonaro “instrumentalizou não apenas órgãos, instituições e agentes públicos, mas também explorou a vulnerabilidade e a esperança de milhares de pessoas”. A senadora afirma ainda que Bolsonaro usou o aparato estatal para atingir seu objetivo principal, que era “corroer as instituições republicanas brasileiras até a sua total deterioração, a fim de ascender ao poder de forma autoritária e pretensamente perene”.

O relatório de Eliziane surpreendeu um total de ZERO pessoas…A “Missão” dela foi cumprida…

Quem revelou detalhes desta missão e mostrou, inclusive, as relações estreitas entre Eliziane Gama e Flávio Dino foi o recém lançado livro “08 de Janeiro – Segredos e Bastidores”.

A obra revela tudo aquilo que foi “escondido” do grande público…

Jornal da Cidade Online

 

Terrorismo do Hamas matou impiedosamente mulher de 90 anos, sobrevivente do Holocausto Nazista

Gina Smiatich, de 90 anos, sobreviveu ao Holocausto nazista. Entretanto, Israel acaba de confirmar que Gina, nascida na então Checoslováquia em 1933 e sobrevivente do campo de concentração estabelecido pelos nazistas na cidade de Terezín, perto de Praga, foi assassinada pelo Hamas no massacre de 7 de outubro em Israel. Gina Smiatich foi assassinada “a tiros” pelos terroristas, “a sangue frio”.

“Gina (90) sobreviveu ao Holocausto infligido pelos nazistas contra os judeus. Ela testemunhou, as atrocidades que ceifaram a vida de 6 milhões de judeus. Na semana passada, terroristas do Hamas invadiram a sua casa em Israel e mataram-na a tiros. Ela foi assassinada a sangue frio. Que sua memória seja uma bênção.”

O massacre de 7 de outubro foi o maior genocídio de judeus desde o Holocausto. Mas, em sua moral invertida, o PT acusou de “genocídio” a vítima do terror e inventou “sequestros de civis” cometidos por Israel. Gina não sobreviveu ao ‘Holocausto’ do Hamas.

A extrema-esquerda brasileira apoia o novo Holocausto. Quem é neonazista, afinal?

Jornal da Cidade Online

 

Jatinhos da FAB são usados 8 vezes ao dia. O ministério da Justiça, de Flavio Dino é o maior usuário

Entre 18 de setembro e 10 de outubro foram registrados 167 novos voos de autoridades nos jatinhos da Força Aérea Brasileira (FAB). Segundo dados da transparência da Aeronáutica, o total já subiu para 1.647 voos em 2023, sem contar viagens do presidente, e do vice. Os voos podem ser requisitados por ministros do governo Lula, presidentes da Câmara, do Senado e do Supremo Tribunal Federal, além dos comandantes das Forças Armadas. Em média, foram 8 voos por dia em 22 dias.

Ministério campeão

O Ministério da Justiça de Flávio Dino mantém a liderança na Esplanada do maior número de voos de jatinhos da FAB: 78 até agora, este ano.

Congresso voador

Apenas as presidências da Câmara dos Deputados (113) e do Senado (92) realizaram mais voos nos jatinhos da FAB.

Uber pra quê?

O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, que no primeiro governo Lula só usava aviões de carreira, usa e abusa de jatinhos: 47 viagens em 2023.

Diário do Poder

 

Desmatamento na Amazônia cresceu 51% em setembro

Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) apontam que o desmatamento na região amazônica cresceu 51,1% em relação a agosto. A plataforma TerraBrasilis registra 26,3 mil focos de destruição. Em agosto foram 17,4 mil focos. O Inpe considera desmatamento e queimada. Setembro já é o mês de maior devastação do ano e tem a sétima pior marca de toda a série histórica do instituto. O Pará segue como o Estado que mais desmatou, responde por 35,5% da devastação.

Triste ranking

O Amazonas recebe a prata no ranking de desmatamento, responde por 18,4% do total. Em terceiro está Mato Grosso, com 18,2%.

Recorde

Setembro também registra um lamentável recorde: foi o mês em que houve maior desmatamento de vegetação primária, com 10,4 mil focos.

Motosserra

Entre janeiro e agosto, foram registrados 29,8 mil focos de desmatamento, próximo aos 26,3 mil focos de setembro.

422,6 mil focos

A plataforma TerraBrasilis começou a registrar a destruição em agosto de 2019. Desde então, são 422.661 focos de desmatamento até agora.

Coluna do Claudio Humberto

 

Governo Lula rebatiza grupo terrorista Hamas de ‘movimento’

O contorcionismo ideológico do governo Lula e do PT rebatizou de “movimento” o grupo terrorista Hamas, apesar de haver executado três brasileiros – o gaúcho Ranani Glazer, de 24 anos, e as cariocas Bruna Valeanu, 24, e Karla Stelzer, 42, três dos 260 assassinados porque se divertiam em uma festa rave. Isso sem contar centenas de adolescentes e idosos, e até crianças, todos fuzilados ou sequestrados. Covardes, por serem terroristas, perseguiram e mataram apenas civis desarmados.

‘Soldados’ do mal

Políticos e jornalistas sob influência do governo Lula também chamam os terroristas do Hamas de “combatentes” e até mesmo de “soldados”.

Passando pano

No esforço de “passar pano” nos terroristas, até veículos de mídia no Brasil já nem mencionam o começo de tudo: as atrocidades do dia 7.

Tropa do ódio

Omitir as atrocidades do Hamas dez dias depois de cometidas é uma estratégia para escondê-las e retomar o discurso de ódio contra Israel.

Coluna do Claudio Humberto

 

Padres ameaçados de morte no Ceará cancelam missas

Bispo e padres decidiram não rezar missas ou ir a eventos na cidade

O bispo dom Ailton Menegussi e quatro padres foram ameaçados de morte na cidade de Tauá, no interior do Ceará. Por segurança eles escolheram evitar celebrar missas e eventos católicos na região. Segundo Géu, o pároco da comunidade, o bispo, e outros quatro sacerdotes da região, não compareceram à comunidade durante o ano por conta das supostas ameaças.

“Todos vocês já perceberam que esse ano, Dom Ailton não veio à Tauá, em nenhuma ocasião e queria também estar conosco nessa hora da festa. Não é novidade para a cidade e para o município, porque esta conversa é encontrada em toda esquina. Dom Ailton não vem à Tauá este ano, porque está ameaçado de morte aqui”, afirmou o padre durante o encerramento da Festa de Nossa Senhora do Rosário. 

“Então, por segurança e para evitar que a coisa se torne outro rumo, a prudência pede que ele [bispo] e os padres não venham. Nós passamos o ano inteiro sem dar uma só palavra acerca dessa situação. Mas chegou a hora de assumiremos publicamente essa situação”, completou.

A Secretaria da Segurança Pública afirmou em nota que, a Polícia Civil investiga a denúncia de ameaça contra os líderes religiosos. A prefeita de Tauá, Patrícia Aguiar, repudiou as ameaças e manifestou solidariedade aos religiosos em seu perfil do Instagram.

“Como prefeita de Tauá e cristã da Igreja Católica registro a minha inguinação pelas injustas ameaças feitas contra a vida do Bispo D. Ailton, da Diocese Crateús, e aos Padres Talles, Elton, Neto e Damásio, e, ao mesmo tempo, presto a mais absoluta solidariedade aos mesmos. Esperamos que a Justiça seja feita para ser combatido esses atos de extrema insensatez”, afirmou a gestora municipal.

Apesar da informação ser pública de ameaça ao bispo e aos padres, a CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, ainda não veio a público se manifestar em defesa dos ameaçados.

Diário do Poder