Anfavea advertiu governo Lula, que recursos para a compra de carros daria 01mês, contra uma previsão de 04

O programa do governo federal que prevê redução no preço cobrado pelos veículos novos deve acabar bem antes do previsto. Inicialmente, o governo Lula falava em duração de quatro meses, mas o incentivo deve terminar logo no primeiro mês, previsão feita com antecedência pela Anfavea

Em declaração ao “Conversa com o Presidente”, transmitido pelas redes sociais, o petista confirmou o fim precoce do programa.

Reduzimos um pouco o preço do carro. Você viu, eu estava vendo uma notícia hoje que, já vai durar um mês e vai acabar o programa

Antes mesmo do presidente falar sobre o prazo, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), por conhecer o mercado, antecipou antes do programa ser iniciado que a oferta de recursos, não teria a duração esperada pelo governo, terminando com pouco mais de um mês. A verdade é que o governo Lula, mais uma vez demonstra não conhecer a realidade do país, daí que com os seus sucessivos erros, frustra a população com descrédito.   

Diário do Poder

 

Presidente Paulo Victor promulga 10 leis de iniciativa do Legislativo Municipal

Elas são de iniciativa dos vereadores Chico Carvalho, Raimundo Penha, Concita Pinto e Coletivo Nós. “Todas as leis promulgadas têm ordem e forma específicas de qualidade, destreza, segurança, saúde e educação para a nossa população”, afirmou o presidente.

O presidente da Câmara Municipal de São Luís, Paulo Victor (PCdoB), promulgou nesta segunda-feira (12), dez leis de iniciativa dos vereadores Chico Carvalho (Avante), Raimundo Penha (PDT), Concita Pinto (PCdoB) e Coletivo Nós (PT). “Todas estas leis que estão sendo promulgadas têm ordem e forma específicas de qualidade, destreza, segurança, saúde e educação para a nossa população, afirmou o dirigente do legislativo municipal.

Foram promulgadas, a Lei nº 7.191/ 23, de autoria de Concita Pinto, assegura aos usuários com deficiência e idosos do transporte público coletivo da capital maranhense o direito de descerem fora do ponto de ônibus. Também da vereadora, a Lei nº 7.209/ 23 dispõe sobre a obrigatoriedade na rede pública de Saúde e da Educação Municipal a realização de exames, avaliação, identificação e rastreamento para diagnóstico precoce do Transtorno de Espectro Autista. Ainda de Concita, a Lei nº 7.299/23 dispõe sobre a reserva de, no mínimo, 5% das vagas de emprego na área da Construção Civil de obras públicas para pessoas do sexo feminino

De Chico Carvalho, a Lei nº 7.143/23 institui o Programa de Educação Antidrogas nas escolas de Rede Municipal de ensino, com a criação do selo Escola sem Droga. Outra do vereador promulgada nesta segunda-feira, a de nº 7.152/23 autoriza o Executivo Municipal a celebrar convênios com clínicas médicas, visando a implantação do programa “Meia consulta” junto a pacientes hipossuficientes. Ainda de iniciativa do parlamentar, a Lei nº 7.175/23, autoriza ao Executivo Municipal a instalação de detectores de metais nas escolas da Rede Pública.

Sob o nº 9.386/23, a Lei nº 9.386/23, de autoria do vereador Raimundo Penha, dispõe sobre a obrigatoriedade em hospitais e maternidades públicas e privadas, de prestarem orientação para primeiros socorros em caso engasgamento, aspiração de corpo estranho, asfixia e prevenção de morte súbita de recém-nascidos.

A Lei nº 7.390/23, do Coletivo Nós, considera de utilidade pública a Associação Desportiva Atletas do Futuro (ATLEF). Por fim, da mesma autoria, ainda foram promulgadas as leis de nº 7.387/23, que institui a Semana do Hip-hop Preto Goes e, a de nº 7.337/23, que inclui no calendário do município, no dia 21 de outubro, o Dia Municipal de Alimentação Escolar.

Fonte: Comunicação – CMSL

 

Trabalho infantil ainda é realidade no Brasil e no mundo

Relatório da OIT aponta que uma em cada 10 crianças e adolescentes está em situação de trabalho infantil

Hoje, 12 de junho, é o Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil. A data foi instituída pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) em 2002, com a apresentação do primeiro relatório global sobre o trabalho infantil na Conferência Anual do Trabalho.

No Brasil, o 12 de junho foi estabelecido como o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Infantil, pela Lei Nº 11.542/2007, com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre a importância de proteger os direitos das crianças e adolescentes e erradicar o problema no país. O trabalho infantil é proibido pela Constituição Federal Brasileira de 1988. Somente jovens com mais de 14 anos podem exercer algum tipo de atividade, na condição de aprendizes. Já o trabalho noturno é proibido para pessoa com menos de 18 anos, conforme prevê a legislação.

Entretanto, a questão ainda é uma realidade presente em diversas partes do mundo. A pobreza, a desigualdade social, a falta de conscientização, a dificuldade para fiscalizar e aplicar as leis efetivamente estão entre os desafios que atravancam a erradicação completa dessa prática.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 1,8 milhão de crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos estavam em situação de trabalho infantil, em 2019, sendo a maioria em condições insalubres. Já o relatório divulgado pela OIT em 2021 revela que, pela primeira vez, em 20 anos, houve uma estagnação na redução do número de crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil globalmente. O material constata que um em cada 10 jovens ao redor do mundo se encontra nessa circunstância.

Campanha nacional

Anualmente, o Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (Fnpeti) coordena mobilizações e campanhas, em parceria com os Fóruns Estaduais de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e Proteção ao Adolescente Trabalhador e suas entidades membros. A Justiça do Trabalho, o Ministério Público do Trabalho, o Ministério do Trabalho e Emprego e a OIT também participam.

Neste ano, o tema da campanha é “Proteger a infância é potencializar o futuro de crianças e adolescentes. Chega junto para acabar com o trabalho infantil”, com o intuito convocar a sociedade a lutar contra o trabalho infantil

Fonte: Fundacentro

Lula resolve escancarar o Brasil para mais ditadores de esquerda

“Lula recebeu Nicolás Maduro com tanta pompa que agora outros ditadores se sentiram à vontade pra receber tais honras. E tinha gente que achava que o tal golpe seria dado por Bolsonaro…” Esse comentário foi publicado nas redes sociais pelo senador Flávio Bolsonaro (PL/RJ), no momento em que tomou conhecimento da mais nova agenda de recepção a ditadores da latino-americanos, divulgada pelo Palácio do Planalto.

E qual não foi a surpresa, ao constatar que o descondenado petista, que ocupa a presidência, ignorou todos os protestos e críticas (da oposição, da própria base, da grande mídia e da esmagadora maioria da sociedade, incluindo os próprios eleitores) após a vergonhosa recepção ao narcoterrorista e ditador da Venezuela, Nicolás Maduro.

Pois, se não bastasse um, agora serão três governantes autoritários de esquerda a colocar os pés por aqui, de uma só vez, entre os dias 29 de junho e 2 de julho, no encontro do Foro de São Paulo (olha ele aí de volta!), em Brasília.

Além do próprio Maduro, são esperadas as presenças de Daniel Ortega, o ditador da Nicaragua que persegue cristãos, fecha igrejas, prende padres e expulsa freiras, e do governante comunista de Cuba, Miguel Diaz Canel, ‘herdeiro’ de uma ditadura sanguinária que já dura mais de 64 anos.

Será, talvez, o momento de maior vergonha na história recente do Brasil, manchado por sangue, torturas, fome e desespero. É bom ficar de olho para saber o que esses quatro estão tramando.

Jornal da Cidade Online

 

Jornalista da Globo propõe ‘golpe de Estado’ ao estilo venezuelano de Chávez e Maduro

“É hora de uma comissão exclusiva, externa ao Congresso, para uma reforma política”

“Se Lula ceder agora, vai ter de ceder o tempo todo; se preferir fazer do limão uma limonada, deve liderar uma real reforma política”. Esses são o título e a chamada da coluna da jornalista do Estadão e da Globo, Eliane Catanhêde, publicada na última quinta-feira (8).E os que entenderam que ela propõe que se realize uma reforma política por meio de uma comissão que não inclua a participação do Congresso Nacional, sim, entenderam corretamente. Catanhêde quer, em desrespeito ao que determina a Constituição Federal, que as mudanças nas regras políticas do país, envolvendo partidos, número de parlamentares, modelo de eleições, etc, sejam realizadas sem a participação daqueles que foram eleitos pelo povo, ou seja os próprios parlamentares.

A alegacão da jornalista, vejam só, é que Lula estaria em uma situação difícil de ‘quase ingovernabilidade’, ao ter que negociar com o parlamento e, mais especificamente, com o presidente da Câmara, deputado Arthur Lira:

“O presidente Lula está numa encruzilhada, ou melhor, em mais uma encruzilhada, porque ele precisa fazer, não uma reforma, mas uma mexida ministerial, cedendo os anéis para tentar salvar os dedos, o que é delicado e perigoso. Se demitir um ministro de sua escolha pessoal para entregar o cargo a um nome do presidente da Câmara, Arthur Lira, a conclusão será imediata: quem manda é Arthur Lira.”, escreve.

E prossegue, citando os casos das possíveis substituições ministeriais, como a de Daniela Carneiro (Turismo), esposa do prefeito de Belford Roxo (RJ), ambos suspeitíssimos de fortes ligações com a milícia do Rio de Janeiro e aos quais, segundo a jornalista, Lula deve ‘favores’. Ou de Juscelino Filho (Comunicações), aquele que teria sido indicado pelo senador Davi Alcolumbre (União Brasil/AP) e que ganhou destaque por utilizar aviões da FAB e estadias pagas com o dinheiro público para aproveitar finais de semana em leilões de cavalos. E, finalmente de Waldez Góes (Integração)

Para fugir da tal ‘encruzilhada que ela alega estar dificultando Lula de ‘acomodar um imenso leque partidário e transformar um apoio contábil em real’ (parece que já vimos isso antes, e não deu certo!) ela apresenta uma proposta que afirma ser de autoria do ex-ministro da Justiça de Lula, Tarso Genro:

“uma comissão externa ao Congresso, com notório saber jurídico e mandato exclusivo para refazer as regras políticas”.

Ora, ora… eis aí o tal ‘notório saber jurídico’, o mesmo utilizado para indicações do Supremo Tribunal Federal, que sequer exige, por exemplo, que um juiz máximo do país tenha a formação ou o diploma de bacharel em direito.

Pois o que Catanhêde propõe é muito similar o que o próprio governo Lula tem em mente, na criação dos ‘conselhos populares’ em diversas áreas para atuar junto ao governo na tomada de decisões. Algo que funcionou com Hugo Chávez na Venezuela, dando início a uma ditadura em que o congresso perdeu poder e, por consequência o  próprio povo, e que foi aperfeiçoado por Nicolás Maduro, que aparelhou esses conselhos ou ‘grupos externos’, tornando-os o modelo de governo a ser seguido e, obviamente, totalmente controlados por ele mesmo.

A jornalista da Globo, portanto, escancara a sua vontade de ‘Golpe de Estado’, porém disfarçado de uma nova modalidade de ‘democracia’, sem os deputados e senadores, para decidir o futuro de deputados e senadores.

“Se Lula ceder agora, vai ter de ceder o tempo todo. Se preferir fazer do limão uma limonada, deve liderar uma real reforma política, buscando um movimento que costuma funcionar bem: a pressão de fora (da sociedade), para não ficar refém da pressão de dentro (do Congresso) e recuperar a política. Antes que seja tarde demais. Se é que já não é.”, concluiu Eliane Catanhede.

Com a palavra o Congresso Nacional… que talvez devesse convidar (ou convocar) alguém para dar explicações em audiência pública (sem advogado… basta levar um defensor com ‘notável saber jurídico’)

Uélson Kalinovski

Jornalista desde 1996, com especialização em Ciência Política e mais de uma década de experiência na cobertura dos temas nacionais, em Brasília.

 

A prova cabal de que já vivemos sob um governo distópico e tirânico

Não há prova mais cabal de que vivemos sob um governo distópico e tirânico, do que o governante evitar aparições em público e, quando aparece, ou apenas seu nome é citado, a reação do povo é uma torrente de vaias e xingamentos.

Qual deveria ser a conduta de um governante correto, democrático e imbuído de seu papel de REPRESENTANTE DO POVO, diante de uma situação deste tipo? Procurar ouvir os anseios do povo, buscar o diálogo, ceder, negociar e demonstrar boa vontade em corrigir os rumos de seu governo. Essa insatisfação da maioria de nosso povo já se reflete no Congresso, com a instalação de 5 CPIs e pelo menos 6 pedidos de impeachment, em menos de 6 meses de gestão.

Qual tem sido a postura de nosso Executivo?

Prisão de manifestantes, censura nas redes sociais, cassação de opositores, distribuição recorde de verbas do orçamento secreto, em tentativa de compra de votos parlamentares, escândalos ministeriais, viagens internacionais intermináveis, formalizando acordos obscuros e o total desprezo à opinião pública.

Se esses não são os mesmos passos seguidos pela maioria das ditaduras, não tenho ideia sobre o que poderia ser.

Enquanto a economia derrete, os avanços autoritários prosseguem, investimentos desaparecem e as perseguições se intensificam, só nos resta continuarmos manifestando nossas insatisfações, independente das consequências, e aguardarmos que ocorra alguma resistência alimentada pelos grandes empresários nacionais, setores do Agro, religiosos e políticos.

Os “golpes” e “contragolpes” sempre são engendrados pelas elites detentoras do poder econômico e político. Militares são funcionários públicos, que obedecem às autoridades. Obedecerão àqueles que forem respaldados pela opinião pública, os grandes interesses econômicos e políticos.

A opinião pública já está manifesta. E os senhores empresários, líderes religiosos e políticos?

Se nada for feito, empresários não terão mais empresas, produtores não terão mais terras, religiosos perderão seus púlpitos e políticos não serão mais eleitos. Hora de acordar e agir, enquanto ainda é possível.

Pedro Possas. O autor é médico.

 

Ator Carlos Vereza manifesta indignação com exploração de crianças e religião em parada LGBT

Através de um vídeo, o ator Carlos Vereza, ex- Rede Globo revela toda a sua indignação com a exploração e a exposição de crianças nas paradas LGBTs, como a de São Paulo, realizada neste domingo (11), que tem chamado a atenção de muita gente pela utilização de crianças e já viraliza nas redes sociais com manifestações de indignação

Vereza, que é declaradamente conservador e cristão, bate forte em algumas imagens que foram divulgadas, como na foto em que duas crianças aparecem ao lado de um ‘estandarte’ com os dizeres: “Crianças trans existem”. Junto a elas, ao que parece, os pais ou responsáveis.

Carlos Vereza faz ainda uma dura crítica aos ataques à religião, com o abuso do uso de imagens cristãs, como a cruz, comumente utilizada com desrespeito e escárnio, pelos manifestantes.

“Vocês são uns covardes, e depois reclamam do preconceito”, diz o artista. Ele escancarou a covardia de grupos que se manifestam como defensores da agenda LGBT, que ao invés de expô-la ou defendê-la dentro dos princípios da lei e do direito, com dignidade e respeito preferem usar crianças e a religião como escudos, afirmou Carlos Vereza.

Fonte: Jornal da Cidade Online

 

Relatório da PF revela que a “Vaza Jato” é uma grande farsa

Promove-se um verdadeiro festival midiático para desacreditar a Lava Jato, através de ampla divulgação, apelidada de “Vaza Jato”, com o objetivo de anestesiar a opinião pública e preparar novas ações. Aproveitando a anestesia aplicada, anula-se a condenação do maior corrupto de nossa história, através de artifício de foro incompetente para o julgamento.

Juiz responsável pela Lava Jato é julgado “suspeito” pelos mesmos libertadores do corrupto. Vários indiciados e condenados pela Lava Jato são soltos.

Procurador da Lava Jato é cassado de seu mandato parlamentar e condenado a devolver quase 3 milhões de reais aos cofres públicos, utilizados em passagens e estadias a serviço da operação.

PF emite parecer sobre as mensagens hackeadas, afirmando não ser possível afirmar que são verdadeiras, nem mesmo que não foram adulteradas ou falsificadas.

O resultado deste trabalho da PF não tem nenhuma repercussão.

O ladrão a população sabe, quem é, assim como os que vêm favorecendo corruptos.

Pedro Possas. O autor é médico.

 

O Globo acusa manobras de Lula e lembra o escândalo do Mensalão

O veterano colunista do O Globo, Carlos Alberto Sardenberg, afirmou que o Governo Lula tá mais perdido que cego em tiroteio na sua busca por apoio tanto no Senado como na Câmara dos Deputados.

Sardenberg aponta que para ter um mínimo de ‘governabilidade’ Lula tem de comprar apoio no Congresso via distribuição de emendas e cargos.

Exatamente o que Lula faz isso desde 2003. Foi exatamente para isso que foi criado um gigantesco esquema de corrupção chamado “Mensalão” – escândalo que só veio à tona graças ao ex-deputado Roberto Jefferson que revelou, em junho de 2005, que o PT pagou a vários deputados 30 mil reais por mês para votar pela aprovação de projetos de interesse do partido na Câmara dos Deputados. Lula era o presidente à época.

Maioria Comprada

Com o sugestivo título “Maiorias Compradas” publicada no jornal O Globo neste sábado (10), Sardenberg opina que o governo Lula (PT) “está bem perdido” na busca de apoio no Congresso e, por isso, tem recorrido ao pior meio para formar maioria em projetos governistas, a distribuição de vantagens pessoais para os parlamentares em troca de apoio pontual aos projetos do Planalto.

Em seu texto, Sardenberg constata que o governo federal tem se mostrado desorientado em suas propostas e, por consequência, não consegue se estabelecer no Congresso. Para o colunista esse núcleo não precisa ser maioria no Congresso, uma solidez política suficiente para “atrair outros partidos e formar maiorias, ainda que caso a caso”:

“Partindo desses parâmetros, o governo Lula está bem perdido. Primeiro, porque não tem esse núcleo duro, nem no grupo de partidos que supostamente estão no governo, nem no próprio PT. Há divergências importantes em questões essenciais”, escreveu Sardenberg.

A exploração de petróleo no litoral do Amapá é um exemplo do desentrosamento da equipe de Lula pois tem sido alvo de disputas dentro do próprio governo e parece longe de um consenso.

“A Petrobras, controlada pelo PT, quer porque quer explorar o petróleo da Margem Equatorial, área do litoral que vai do Amapá até o Rio Grande do Norte, onde se estima haver uma fortuna de 15 bilhões de barris, um novo pré-sal. O Ibama, controlado pela ministra Marina Silva, da Rede, aliada do PT, negou licença para a exploração inicial de um poço no litoral do Amapá”, assinala o jornalista.

Segundo o colunista, o próprio Lula é dúbio sobre o tema. Por um lado, ele olha com cobiça para a exploração do petróleo, ao mesmo tempo o presidente tenta “mostrar ao mundo credenciais ambientalistas”.  A verdade é que o fantasma do Mensalão está voltando a assombrar Brasília.

Jornal da Cidade Online e o GLOBO

 

Desmatamento aumentou 83% no Cerrado em maio, em relação ao ano passado

O desmatamento no Cerrado já é 83% maior que o mesmo período do ano passado. Os dados são do Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), e foram compartilhados pelo próprio Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, do Governo Lula (PT).

A pasta petista afirma que 77,1% do desmatamento ocorreu em propriedades que possuem o Cadastro Ambiental Rural (CAR). O Ministério ainda não sabe dizer se a ação é ilegal ou não.

O terceiro mandato do atual presidente Lula (PT) pretende lançar até setembro deste ano o Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento e das Queimadas no Cerrado (PP Cerrado), um projeto similar ao que já está em prática na Amazônia e que preocupa produtores rurais porque as metas traçadas no texto dificultam ou impedem a realização do agronegócio.

O PT tem uma lista com 24 municípios que concentram cerca de 50% da derrubada do Cerrado. Eles estão distribuídos nos estados da Bahia, Maranhão, Piauí, Tocantins, Mato Grosso e Pará, onde haverá embargo remoto de propriedade, aplicação de multas e até cancelamento do registro de propriedade, se a área estiver inserida em terras indígenas ou unidades de conservação.

Jornal do Agro Online