Governo Lula pelo Itamaraty assume defesa de Alexandre de Moraes e o STF contra o governo Donald Trump

Pressionado por ministros do Supremo Tribunal Federal e por lideranças petistas, o governo Lula através do Itamaraty resolveu se posicionar contra o governo Donald Trump, acusando-o de distorcer o sentido das decisões do Supremo Tribunal Federal. A declaração é uma resposta direta a uma manifestação oficial do Departamento de Estado dos EUA, que classificou como “censura” as decisões do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, contra plataformas digitais.

O Governo Lula diz, na nota, que “rejeita, com firmeza, qualquer tentativa de politizar decisões judiciais” e reforça a independência dos poderes no Brasil. O Itamaraty afirma também que a liberdade de expressão no Brasil deve ser exercida em conformidade com as leis locais. A nota ainda fala que o Estado Brasileiro foi alvo de uma “orquestração antidemocrática baseada na desinformação em massa” e menciona a investigação em andamento sobre a suposta tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

Leia a íntegra da nota:

“O governo brasileiro recebe, com surpresa, a manifestação veiculada hoje pelo Departamento de Estado norte-americano a respeito de ação judicial movida por empresas privadas daquele país para eximirem-se do cumprimento de decisões da Suprema Corte brasileira.

O governo brasileiro rejeita, com firmeza, qualquer tentativa de politizar decisões judiciais e ressalta a importância do respeito ao princípio republicano da independência dos poderes, contemplado na Constituição Federal brasileira de 1988.

A manifestação do Departamento de Estado distorce o sentido das decisões do Supremo Tribunal Federal, cujos efeitos destinam-se a assegurar a aplicação, no território nacional, da legislação brasileira pertinente, inclusive a exigência da constituição de representantes legais a todas as empresas que atuam no Brasil. A liberdade de expressão, direito fundamental consagrado no sistema jurídico brasileiro, deve ser exercida, no Brasil, em consonância com os demais preceitos legais vigentes, sobretudo os de natureza criminal.

O Estado brasileiro e suas instituições republicanas foram alvo de uma orquestração antidemocrática baseada na desinformação em massa, divulgada em mídias sociais. Os fatos envolvendo a tentativa de golpe contra a soberania popular, após as eleições presidenciais de 2022, são objeto de ação em curso no Poder Judiciário brasileiro”.

Jornal da Cidade Online

‘Bonde de Lula’ ao funeral do Papa Francisco fez lembrar turma de penetras

Numerosa comitiva brasileira contrastou com as demais, pequenas, e com a simplicidade da cerimônia. O argentino Javier Milei chegou sozinho ao Vaticano, na sexta (25), para o início das despedidas do Papa Francisco. Desceu de um carro modesto e seguiu o protocolo. Essa discrição contrastou com a espalhafatosa comitiva batizada por peregrinos brasileiros do “bonde de Lula”. O petista parecia o sujeito que leva penetras a um evento onde só ele é convidado. O convite para o funeral é dirigido só a chefes de Estado e de Governo, por isso Milei estava sozinho e até a anfitriã, a premiê Giorgia Meloni. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Lula exagerou, até se ajoelhou, fez o sinal da cruz, e posou para fotos com as mãos postas, como se rezasse. Sempre há uma primeira vez. Dilma apareceu com expressão facial transfigurada, talvez em razão da morte do Papa ou por sua conhecida aversão a cerimônias religiosas. Assim como monarcas e chefes de governo respeitáveis, Donald Trump apareceu com a mulher, sempre elegante, e reduzidíssima comitiva.

Diário do Poder

 

Ministro Flavio Dino dá prazo para o Congresso detalhar procedimento de autoria de emendas ao Orçamento

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, deu prazo de dez dias úteis à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal para que informem como será registrada a autoria do congressista responsável por propor mudanças no planejamento orçamentário das emendas parlamentares de comissão e de bancada. Conforme o ministro, os formulários estabelecidos pelo Congresso para esse registro não trazem um campo específico para identificar o parlamentar que pedir a alteração, o que compromete a transparência e a rastreabilidade dos valores.

Na mesma decisão, Dino também determinou à Advocacia-Geral da União que explique, em dez dias, como será usado o Cadastro Integrado de Projetos de Investimento (Cipi), registro público que centraliza informações de projetos de investimento em infraestrutura. Nesse ponto, o objetivo é saber se o sistema é compatível com os dados sobre as emendas relacionadas a ações estruturantes. A AGU também deverá esclarecer como será o procedimento para avaliar a ocorrência dos chamados “impedimentos de ordem técnica”, que impedem a execução de emendas.

A decisão foi tomada após manifestações de entidades admitidas como interessadas na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental 854. As informações apontam incompatibilidades entre a execução do orçamento de 2024 e decisões já proferidas pela corte quanto à transparência do dinheiro destinado via emendas parlamentares.

Segundo as entidades, a Resolução 001/2025, aprovada pelo Congresso em fevereiro, não exige a identificação do autor final das emendas de comissões, uma vez que cabe aos líderes partidários fazer as indicações. A normativa alterou a Resolução 001/2006 para se adequar à Lei Complementar 210/2024 (que trata da proposição e da execução de emendas parlamentares na lei orçamentária anual) e às decisões do STF. Ela foi elaborada a partir da homologação do plano de trabalho conjunto dos Poderes Legislativo e Executivo, visando dar maior transparência e rastreabilidade às emendas parlamentares.

Inconsistências

Outro ponto de inconsistência apresentado pelas entidades diz respeito ao Cadastro Integrado de Projetos de Investimento. Segundo elas, é impossível verificar se as emendas de bancada se referem a projetos e ações constantes no Cipi, pois não há conexão entre a base de dados do cadastro e as informações das emendas. Além disso, o cadastro não apresenta a classificação funcional programática de cada obra ou projeto, o que dificulta a identificação do destino dos recursos públicos.

Diante dessas manifestações, o ministro determinou que sejam disponibilizados no site do Comitê de Admissibilidade de Emendas (CAE) os registros de suas reuniões e todos os documentos produzidos, de forma acessível à sociedade. Também determinou que os Poderes Executivo e Legislativo cumpram integralmente o compromisso de convalidar as chamadas “emendas de comissão” do orçamento de 2024, conforme estabelecido no plano de trabalho conjunto homologado pelo Supremo. 

Com informações da assessoria de imprensa do STF.

 

Pedido afastamento de Alexandre de Moraes para “zelar pela própria saúde mental” é protocolado no STF

O advogado Paulo Faria, defensor do ex-deputado Daniel Silveira, acionou o STF para afastar o ministro Alexandre de Moraes do cargo. Segundo Faria, o afastamento seria necessário para que Moraes pudesse “zelar pela própria saúde mental”. O advogado alegou que o ministro teria adotado “comportamentos inadequados e ilegais”, além de protagonizar “violações recorrentes à legislação, perseguições veladas, falta de empatia e explosões de temperamento”.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, no entanto, entendeu que o pedido não reunia condições para avançar. De acordo com sua decisão, a solicitação de Faria seria de “difícil compreensão”. “A petição inicial não apresenta elementos que permitam a clara identificação da controvérsia, nem vem acompanhada de provas que justifiquem as alegações”, escreveu o ministro na decisão assinada na quarta-feira, 23. Ele ainda ressaltou que o caso se enquadra na Súmula nº 606 do STF, segundo a qual não cabe habeas corpus originário no Tribunal Pleno contra decisões de Turma ou do próprio Plenário.

Contestação a Alexandre de Moraes

Paulo Faria também argumentou que atos de Alexandre de Moraes teriam provocado “incidentes diplomáticos” com países estrangeiros, citando episódios como a suspensão do X (antigo Twitter) no Brasil em agosto passado, o que teria repercutido nos Estados Unidos, e uma recente negativa de deportação de um traficante para a Espanha.

O advogado ainda destacou críticas publicadas pela revista britânica The Economist, que, segundo ele, “escancararam o autoritarismo” de Moraes em diversas reportagens na última semana. Em suas palavras, comportamentos motivados por “impulso”, sem respaldo jurídico, e atitudes marcadas por “implicância”, “birra” ou até “sadismo” não deveriam ser tolerados no STF. Faria defende que o ministro seja submetido a avaliação médica independente para verificar eventuais desvios de conduta.

Jornal da Cidade Online

 

O Estadão em contundente editorial desmente o ministro Luís Roberto Barroso, presidente do STF e CNJ

O jornal O Estado de S. Paulo publicou neste sábado (26) um editorial contundente que desmentiu as declarações recentes do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, à revista britânica The Economist. No texto, o Estadão acusa Barroso de propagar “falácias” e afirma que “o ministro faria melhor se optasse pelo silêncio”.

“Assim como fez anteriormente com este jornal [Estadão], Luís Roberto Barroso, presidente do STF, decidiu contestar as críticas emitidas pela tradicional publicação britânica à Corte. Teria sido mais prudente, contudo, permanecer em silêncio”, registra o editorial.

The Economist trouxe à tona, em sua publicação, a tese de que “A Suprema Corte do Brasil está sob julgamento”, acompanhada de uma matéria que retratava “o juiz que governaria a internet”, em referência ao ministro Alexandre de Moraes. Segundo análise do Estadão, a revista apontou três graves riscos: a queda na qualidade das decisões do Supremo em função da ampliação de seus poderes, o desgaste na confiança pública e a ameaça às liberdades fundamentais.

O editorial brasileiro acrescenta que a crítica à autoconcessão de amplos poderes ao STF, à margem da Constituição, é um tema recorrente entre analistas políticos de boa-fé. “Essas advertências já foram inúmeras vezes relatadas nesta página, assim como por comentaristas comprometidos com a democracia e o bom funcionamento das instituições. Infelizmente, sem efeito”, lamenta o jornal.

De forma categórica, o Estadão acusa Barroso de falsear a realidade e prejudicar não apenas a própria imagem, mas a do Supremo Tribunal Federal como um todo. “Com argumentos repletos de desvios, sofismas e até inverdades, Barroso tentou refutar os pontos levantados pela The Economist. No entanto, ao fazê-lo, apenas reafirmou os problemas expostos. Tentou desqualificar a publicação, mas terminou por desmoralizar a si próprio e a Corte que dirige”, diz o texto.

O editorial também destaca práticas autoritárias atribuídas ao ministro Alexandre de Moraes, respaldadas pelos demais ministros do STF, incluindo Barroso, que, como presidente da instituição, deveria atuar com maior rigor jurídico. “Barroso sustenta que os réus dos eventos de 8 de janeiro estão sendo julgados segundo o devido processo legal. Contudo, muitos desses acusados, entre eles o ex-presidente Jair Bolsonaro, sequer deveriam ser processados pela Suprema Corte. Estão sendo, única e exclusivamente, porque o STF adaptou sua jurisprudência de forma casuística, violando princípios constitucionais como o do foro privilegiado.”

O artigo prossegue ensinando, de maneira didática, o que seria esperado de um magistrado com reconhecido saber jurídico, apontando a arbitrariedade nas decisões de Moraes sobre o bloqueio de perfis nas redes sociais. “A crítica da revista à suspensão de contas de bolsonaristas no X foi precisa, pois tal ato configura censura. Em sua réplica, Barroso afirma tratar-se de ‘remoção de conteúdo’. Ora, suspender a conta inteira é algo bem mais grave do que apenas remover publicações. Um fato que deveria ser óbvio para o presidente da mais alta instância do Judiciário nacional.”

O texto não economiza em apontar os indícios de parcialidade dentro do Supremo, trazendo à luz questionamentos sobre o julgamento de Bolsonaro e seus aliados. “The Economist levantou uma dúvida legítima: por que o julgamento de Bolsonaro se dará numa das turmas do STF, e não no plenário? A preocupação aumenta ao se considerar que, entre os cinco ministros da turma, três poderiam ser considerados suspeitos: Alexandre de Moraes, apontado como vítima do suposto golpe; Flávio Dino, ex-ministro da Justiça de Lula; e Cristiano Zanin, ex-advogado do atual presidente.”

Utilizando ironia, o Estadão evidencia as inconsistências na argumentação de Barroso. “Para o ministro, o julgamento nas turmas seria a prática regular. Contudo, no caso do mensalão, o julgamento ocorreu no plenário. A regra que não deveria ser alterada é a do foro privilegiado, mas, em se tratando do STF, prevalece a ‘excepcionalidade’.”

O ponto final da crítica é reservado para o episódio envolvendo a declaração de Barroso sobre o bolsonarismo, quando o ministro alegou ter sido mal interpretado. “A revista apontou que Barroso teria dito que ‘nós derrotamos Bolsonaro’. O ministro contestou, afirmando que a frase correta seria ‘nós derrotamos o bolsonarismo’. Apesar da diferença, o vídeo da ocasião é claro ao revelar a postura de Barroso, cuja conduta é incompatível com a imparcialidade exigida de um magistrado.”

Encerrando o editorial, o Estadão reforça a percepção de descrédito que hoje paira sobre a Suprema Corte e seu presidente, destacando uma passagem final da resposta de Barroso à revista. “Basta ler o parágrafo derradeiro da nota do ministro, onde acusa The Economist de se alinhar ‘à narrativa dos que tentaram o golpe de Estado’, para perceber que, para o presidente do STF, os acusados já estão condenados, antes mesmo do julgamento.”

Jornal da Cidade Online

 

A decisão dolosa de Alexandre de Moraes que custará muito caro ao STF e até mesmo a esquerda repudia

Matheus Leitão, colunista da Veja e filho da jornalista da Globo Miriam Leitão, publicou um artigo com a seguinte manchete:

“O erro de Alexandre de Moraes que vai custar muito caro ao STF”

Mesmo sendo assumidamente de esquerda, o colunista não conseguiu esconder que a intimação de Jair Bolsonaro em uma UTI após a sétima cirurgia em decorrência da facada na eleição de 2018 “é um dos atos mais abjetos do Supremo Tribunal Federal nos últimos anos”. “Aliás, não lembro de nada tão indigno desde que cubro a corte como jornalista em Brasília. É também de pouca inteligência em meio ao processo mais importante da história do STF”, escreveu.

Matheus ainda vai além:

“Nesse caso, há ainda um agravante: o Código de Processo Penal proíbe a citação de indivíduos em estado grave de saúde. Alguém tem dúvida de que Bolsonaro enfrenta novamente uma situação delicada envolvendo sua condição física? O STF não conhece o código penal brasileiro? […]

Qual é o problema de esperar que o ex-presidente esteja melhor, talvez até em casa para receber essa intimação? Isso vai atrasar vinte, trinta dias do processo que seja, mas evita a cena lamentável do oficial de Justiça na UTI. Bolsonaro teve piora no quadro de saúde, com a pressão subindo fortemente no momento da intimação, algo divulgado pelo próprio hospital.”

Alexandre de Moraes cometeu seu pior erro…

Jornal da Cidade Online

Enttidades investigadas por rombo bilionário no INSS foram recebidas 15 vezes no governo Lula

O esquema corrupto está se evidenciando e implicando diretamente o governo Lula. Sim, eles voltaram a cena do crime. O rombo bilionário no INSS parece ter sido tramado dentro do governo petista.

O site Poder 360 revela o seguinte:

“Representantes dos ministérios da Previdência Social, do Desenvolvimento Social e do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) se reuniram pelo menos 15 vezes desde o início do governo Lula (PT) com organizações investigadas por desviar R$ 6,3 bilhões de aposentadorias.

Foram 8 encontros em 2023, 5 em 2024 e 2 em 2025.”

E o que é pior:

“Os ministros Carlos Lupi (Previdência) e Wellington Dias (Desenvolvimento Social) e o agora ex-presidente do INSS Alessandro Stefanutto estiveram em 8 desses encontros com entidades investigadas.”

Parece que rolou propina…

Alguém duvida?

Jornal da Cidade Online

Trump sobe o tom contra o Brasil nas relações comerciais com os EUA

Em entrevista à revista Time, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a expor a desigualdade nas relações comerciais entre os EUA e países que se beneficiam de altas tarifas sobre produtos americanos. Dessa vez, Trump subiu o tom ao falar do Brasil. “Veja, foi isso que a China fez conosco. Eles nos cobram 100%. Se você olhar para a Índia, ela cobra entre 100% e 150%. Se você olhar para o Brasil, se olhar para muitos, muitos países, eles cobram – é assim que sobrevivem. É assim que ficaram ricos”, declarou o presidente, sem meias palavras.

A crítica de Trump toca num ponto sensível: por décadas, países em desenvolvimento usaram barreiras comerciais para proteger indústrias locais, ao mesmo tempo em que se aproveitaram do livre acesso ao mercado americano. Agora, sob a liderança de um presidente disposto a reequilibrar essa balança, os Estados Unidos têm adotado uma postura mais firme e pragmática.

Para Trump, a estratégia de impor tarifas a produtos estrangeiros tem sido um “tremendo sucesso”. Ele destaca o crescimento da produção industrial americana e o aumento na arrecadação federal como sinais claros da eficácia dessa política. “Não há tarifas se eles fabricarem os produtos aqui. Isso é um sucesso tremendo. Estamos arrecadando bilhões e bilhões de dólares — dinheiro que nunca tínhamos arrecadado antes”, reforçou. Mesmo pressionado sobre os prazos para firmar acordos com os países afetados, Trump manteve o tom confiante e indicou que as negociações estão em andamento.

“Fechei 200 acordos. Estamos nos reunindo com a China. Estamos indo bem com todos. Mas, no fim das contas, fui eu quem fechou todos os acordos”, afirmou.

Jornal da Cidade Online

 

Surge na Europa, levante contra Alexandre de Moraes e sanções estão sendo discutidas no Parlamento Europeu

O deputado polonês Dominik Tarczynski, membro do Parlamento Europeu, apresentou um projeto de resolução que propõe a aplicação de sanções ao ministro Alexandre de Moraes nos países que integram a União Europeia. A iniciativa foi motivada após Moraes enviar um oficial de Justiça para intimar o ex-presidente Jair Bolsonaro enquanto ele se encontrava internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no Hospital DF Star, em Brasília.

“Acabei de assistir ao vídeo do presidente Bolsonaro no hospital sendo visitado por um oficial de Justiça. Isso é inadmissível. A atitude do ministro Alexandre de Moraes, da Suprema Corte, ultrapassa os limites aceitáveis. Por essa razão, decidi agir. A União Europeia precisa responder imediatamente”, declarou Tarczynski.

O parlamentar europeu, ao detalhar sua proposta, afirmou:

“Vou apresentar um projeto de resolução para implementar sanções contra Moraes aqui na Europa. Cresci sob o regime comunista na Polônia e sei reconhecer práticas autoritárias. As ações desse juiz refletem puro comunismo. Eles buscam eliminar seus adversários políticos. Precisamos proteger os direitos humanos e defender a verdadeira democracia. É nosso dever combater o avanço comunista”.

Tarczynski reforçou a solidariedade internacional:

“Brasileiros, vocês não estão sozinhos. A comunidade internacional está se mobilizando. O que acontece com a família Bolsonaro é apenas um exemplo. Observem o que tentaram fazer com Donald Trump nos Estados Unidos: tentaram assassiná-lo, prenderem-no. A perseguição contra conservadores é um fenômeno global”.

O deputado ainda fez referência a outros líderes conservadores:

“Vejam o caso de Javier Milei na Argentina, tentaram eliminá-lo. Por isso, nós, da comunidade conservadora, devemos permanecer unidos. Temos que lutar juntos e nos proteger. No Parlamento Europeu, nos manteremos ao lado da família Bolsonaro, em defesa da democracia e dos direitos humanos. A proposta de resolução para sancionar Moraes é urgente. A hora de agir é agora”, concluiu.

Está mais do que claro que sanções a Alexandre de Moraes podem ser o ponto de partida para colocar um fim em toda a cruel perseguição que atinge o Brasil.

Jornal da Cidade Online

Após recusar ministério, deputado Pedro Lucas oferece mais uma desagradável surpresa para Lula

O deputado Pedro Lucas (MA), líder do União Brasil na Câmara, que recusou ser ministro das Comunicações, evitou adiantar sobre um eventual apoio à reeleição de Lula em 2026. Para o deputado, “o União Brasil é um partido formal, plural, formado por várias tendências”. Pedro Lucas, também declarou que o partido tem várias visões diferentes sobre 2026.

 “A gente tem que discutir 2026 em 2026. A gente precisa se fortalecer nos estados para quando chegar em 2026 pleitear coisas maiores, uma (candidatura) majoritária ou uma vice, ou uma composição, ou fazer uma grande bancada de senadores e de deputados.” De acordo com o líder da sigla, a federação com o PP terá no comando o presidente do União Brasil, Antonio Rueda, que terá um mandato até dezembro de 2026, o que deixaria o partido com influência nas eleições do ano que vem.

Jornal da Cidade Online