Gasto Brasil – Gastômetro: Ferramenta de monitoramento de gastos públicos foi lançada em São Paulo

Iniciativa da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil será lançada na Associação Comercial de São Paulo. Nesta quarta-feira (23), a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) e a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) lançam oficialmente o Gasto Brasil, uma nova ferramenta para acompanhamento, em tempo real, dos gastos públicos nas esferas federal, estadual e municipal. O evento será realizado às 14h, no histórico Pateo do Collegio, localizado no centro da capital paulista.

O Gasto Brasil funcionará por meio de um painel eletrônico de LED instalado na fachada do edifício da ACSP, que exibirá os valores atualizados dos gastos do governo. A proposta é dar mais transparência à aplicação dos recursos públicos e estimular a conscientização da sociedade sobre o impacto desses valores no cotidiano dos brasileiros.

A iniciativa segue os passos do já conhecido Impostômetro, lançado há 20 anos pela ACSP durante a gestão de Afif Domingos, com Cotait como vice-presidente. O Impostômetro mostra, em tempo real, a arrecadação de impostos feita pelos governos federal, estaduais e municipais. Agora, com o Gasto Brasil, será possível a população comparar os montantes arrecadados com os gastos realizados.

BRASIL 61

Câmara poderá suspender processo penal em curso no STF contra o deputado Alexandre Ramagem

O recurso proposto pelo Partido Liberal (PL) para suspender processo no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ), já tem definido o seu relator na Câmara dos Deputados. O deputado federal Alfredo Gaspar (União-AL), aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ), é o escolhido. O requerimento está na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara e precisa ser aprovado no colegiado antes de seguir ao plenário.

O entendimento do PL é que, se a ação for suspensa, os demais réus da mesma denúncia também poderão ser beneficiados, incluindo Bolsonaro. Para pedir a suspensão, os advogados do partido citam o artigo 53 da Constituição, que trata da imunidade. O texto prevê que assim que a denúncia contra um parlamentar for recebida, o Supremo deverá avisar ao Legislativo, que decidirá sobre o andamento da ação ou a sustação dela.

Jornal da Cidade Online

PF nas ruas em 13 Estados e o DF com 211 mandados de desvios de R$ 6,3 bilhões de beneficiários do INSS

Investigação com a CGU gerou megaoperação para prender e afastar servidores e bloquear mais de R$ 1 bilhão em bens. Um esquema nacional com entidades que descontaram R$ 6,3 bilhões de aposentados e pensionistas do INSS desde 2019 levou às ruas de 13 estados e do Distrito Federal quase 800 agentes da Polícia Federal (PF) e da Controladoria-Geral da União (CGU), nesta quarta (23). A Operação Sem Desconto foi deflagrada para prender e afastar seis servidores suspeitos, sequestrar R$ 1 bilhão em bens e cumprir 211 mandados de busca e apreensão.

A megaoperação combate seis tipos de crimes cometidos por entidades que faziam descontos associativos não autorizados em aposentadorias e pensões de brasileiros. E ocorre no Distrito Federal e nos estados de Alagoas, Amazonas, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, São Paulo e Sergipe.

“As investigações identificaram a existência de irregularidades relacionadas aos descontos de mensalidades associativas aplicados sobre os benefícios previdenciários, principalmente aposentadorias e pensões, concedidos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Até o momento, as entidades cobraram de aposentados e pensionistas o valor estimado de R$ 6,3 bilhões, no período entre 2019 e 2024”, detalharam a PF e a CGU.

Os alvos da Operação Sem Desconto podem responder pelos crimes de corrupção ativa, passiva, violação de sigilo funcional, falsificação de documento, organização criminosa e lavagem de capitais.

Diário do Poder

 

Oposição critica captação de R$ 2 bilhões da Lei Rouanet para atores de Lula e o PT. ‘Deboche com os brasileiros’

Em apenas 4 meses de 2025, o Ministério da Cultura autorizou captação de quase R$2 bilhões para a medida. O vice-líder da Oposição na Câmara, deputado federal Sanderson, afirmou que essa ação é ‘um tapa na cara da população’, que tem negados direitos à saúde, educação, moradia e enfrentamento a fome Parlamentares de Oposição criticaram o fato de que em apenas quatro meses deste ano, o Ministério da Cultura autorizou captação de quase R$2 bilhões via Lei Rouanet. A informação que foi divulgada em primeira mão pela Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder, gerou reações de diversos parlamentares.

O deputado federal Sanderson (PL-RS), primeiro vice-líder da Oposição na Câmara, afirmou que enquanto o povo brasileiro mendiga osso para fazer sopa e alimentar a família, artistas aliados ao governo Lula recebem milhões para fazerem o L.

“É ou não é um tapa na cara da população? Dinheiro público alimentando cachês milionários, enquanto milhões de brasileiros vivem na miséria e lutam por dignidade. A prioridade tem que ser o povo, e não a elite cultural do PT”, criticou.

O outro vice-líder da Oposição na Câmara, deputado federal Rodrigo Valadares (União-SE) afirmou que a Lei Rouanet virou cabide de emprego para quem elogia e é subserviente ao governo do Lula e da extravagante Janja.

 “Essa distribuição bilionária da Lei Rouanet é uma afronta à dignidade de quem disputa por comida, e até enfrenta a fila do osso como sobrevivência. Cadê a justiça social que o Lula tanto promete? Discurso vazio. Estamos cansados de ver os recursos do povo indo para bancar a vida de luxo de artistas que fazem campanha política. O povo quer comida no prato, não propaganda ideológica”, disparou.

Já o deputado federal Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP), destacou que: “a Lei Rouanet virou megafone ideológico bancado pelo pagador de impostos”.

Jornal da Cidade Online

Deputado Pedro Lucas constrange Lula. Aceitou o Ministério das Comunicações, depois recusou

O Palácio do Planalto ainda avalia como tratar a saia justa que virou a oferta do Ministério das Comunicações ao União Brasil. O indicado pelo partido, deputado federal Pedro Lucas (MA), enrolou quase duas semanas para responder ao convite de Lula para, finalmente, recusar o posto. O nome do parlamentar chegou a ser confirmado por Lula no início do mês, mas Pedro Lucas pediu até o fim do feriado de Páscoa para dar uma resposta definitiva.

Eventual transferência do deputado para a Esplanada deflagrou um racha na bancada do União Brasil na Câmara. O cotado para o posto era o ex-ministro de Lula Juscelino Filho, que deixou o ministério após ser denunciado pela Procuradoria-Geral da República por desvios de emenda. Parte da bancada se rebelou contra a movimentação e o partido travou a negociação pelo ministério. Apesar da recusa de Pedro Lucas, o União Brasil ainda trata o Ministério das Comunicações como feudo da sigla e pretende indicar um nome para comandar a pasta.

Veja abaixo a nota do presidente do União Brasil, Antonio Rueda

O União Brasil recebeu com apreço e respeito o convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao considerar o deputado Pedro Lucas Fernandes para a condução do Ministério das Comunicações. Trata-se de um reconhecimento não apenas à trajetória do parlamentar, mas também à relevância institucional do partido no cenário político nacional. Agradecemos a confiança do presidente da República e reiteramos nossa disposição para o diálogo republicano e a construção conjunta de soluções que fortaleçam o Brasil.

Após uma avaliação cuidadosa, e em consonância com a bancada federal, o deputado Pedro Lucas optou por permanecer à frente da liderança do União Brasil na Câmara, posição estratégica para o partido diante da complexidade da agenda legislativa que se apresenta. Essa decisão, tomada com maturidade e responsabilidade, não representa qualquer desacordo — muito menos constrangimento — entre o partido e o governo federal. Ao contrário: reflete o compromisso com a estabilidade política e a coerência na condução das nossas prioridades parlamentares.

O União Brasil, ciente da importância da pasta das Comunicações, indicará um novo nome técnico para avaliação do presidente da República. Seguimos firmes em nosso propósito de atuar com equilíbrio, respeito institucional e espírito público, sempre em favor do interesse nacional.

Antonio Rueda
Presidente Nacional do União Brasil

 

Em espetáculo de cartas marcadas, STF toma decisão contra 06 acusados do “Núcleo 2” do 8 de janeiro

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu nesta terça-feira, 22, a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) que atribui a “gerência” do suposto plano de golpe a seis auxiliares que fizeram parte do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Com a decisão, o grupo vai responder a um processo penal por cinco crimes – organização criminosa armada, golpe de estado, tentativa de abolição violenta do estado democrático, deterioração de patrimônio tombado e dano qualificado contra o patrimônio da União.

O deputado federal Marcel van Hatten publicou em suas redes sociais:

“O que presenciei hoje no Supremo Tribunal Federal não foi um julgamento, foi um espetáculo de cartas marcadas. Preliminares ignoradas, votos enfileirados como se a decisão já estivesse pronta antes mesmo do início da sessão.

O STF age como tribunal revolucionário, sem respeito ao rito, à lei ou à Constituição. E o mais grave: não há controle, não há freios. O Senado, que tem a responsabilidade de fiscalizar, permanece omisso diante de tantos abusos. Enquanto isso, brasileiros se tornam réus sem ao menos conseguirem apresentar suas defesas e, dificilmente, serão ouvidas ao longo desse processo. O único caminho diante dessa escalada autoritária é o impeachment — e já passou da hora.”

Jornal da Cidade Online

Advogado pede ao STF afastamento de Alexandre de Moraes por saúde mental, com condutas e ações ilegais

Um pedido inusitado, mas que parece ser bem fundamentado e repleto de ponderações que fazem enorme sentido. O advogado Paulo Faria, que atua na defesa do ex-deputado Daniel Silveira, atravessou uma petição no Supremo Tribunal Federal pedindo o afastamento do ministro Alexandre de Moraes para “cuidar da saúde mental”. O documento afirma que Moraes tem tido “condutas inapropriadas e desprovidas de legalidade, além de práticas de violações sistemáticas a leis, perseguições implícitas, ausência de empatia com o próximo e atitudes explosivas”. Ainda conforme Faria, as decisões de Moraes têm gerado “incidentes diplomáticos” com outros países, entre eles, Estados Unidos, com a suspensão do X, e Espanha, em virtude de o juiz do STF ter negado a deportação de um traficante.

E prossegue o advogado:

“Até o progressista britânico The Economist vem desnudando as condutas autoritárias de Moraes, em mais de dez reportagens, nos últimos cinco dias”, observou o advogado de Daniel Silveira, na petição enviada ao presidente do STF, Luís Roberto Barroso. “Atuações por ‘impulso’ e, claramente, sem amparo legal por muitos percebida, nítida ‘implicância’, ‘birra’, ‘desejo pessoal’ ou, possivelmente, ‘sadismo’ não podem ser aceitas nesta honrosa Suprema Corte. Inúmeros são os atos praticados pelo aludido ministro que precisam ser avaliados por médico/equipe médica especialista imparcial, e que poderá ser diagnosticada a transcendência do normal.”

Jornal da Cidade Online

Lula prepara “comitiva” com políticos e cardápio da anistia, para o funeral do Papa às custas do dinheiro público

Lula e Janja decidiram ir ao Vaticano para acompanhar o funeral do Papa Francisco, que morreu nesta segunda-feira (21). O velório começa na quarta-feira (23) e o sepultamento está previsto para o nono dia do passamento do Sumo Pontífice.

Para integrar a comitiva, a princípio serão convidados os presidentes do STF, do Senado e da Câmara dos Deputados, o que faria da viagem, uma importante oportunidade política para Lula tentar convencer o deputado Hugo Mota e o senador Davi Alcolumbre, para não pautarem o Projeto de Lei sobre a anistia. O projeto tem número de votos suficientes para votação em urgência e ainda pressão de vários partidos, atualmente com quase 300 votos pela aprovação.

Também deve fazer parte da comitiva presidencial, os convidados da primeira dama Janja Lula da Silva, que deve ser orientada, que a cerimônia do sepultamento do Papa Francisco não será local de ostentação e muito menos de manifestações inconvenientes.

Fonte: AFD

Crise judiciária e diplomática criada por Alexandre de Moraes é desrespeito e desequilíbrio do ministro do STF

A decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de interpelar judicial e diretamente a embaixada da Espanha após o país negar a extradição do jornalista Oswaldo Eustáquio, demonstra que o ministro não tem o equilíbrio necessário para integrar nossa Suprema Corte. A atitude de Moraes extrapola todos os limites jurídicos, políticos e diplomáticos. Na diplomacia há certos protocolos a serem cumpridos nas relações entre os países, e que, por lei e pelos costumes, devem ser conduzidos pelo órgão competente, que, no Brasil, é o Ministério das Relações Exteriores.

A notificação enviada por Moraes para a embaixada da Espanha deveria ter sido encaminhada para o Itamaraty, que é quem deve tratar do tema com o governo espanhol. A notificação de Moraes foi feita após ele suspender a extradição de um cidadão búlgaro detido no Brasil a pedido do governo espanhol, Vasil Georgiev Vasilev, acusado de tráfico de drogas naquele país. Na decisão Moraes alega “reciprocidade” como forma de resposta à recusa da Espanha em entregar o blogueiro bolsonarista. O ministro alegou quebra do princípio da reciprocidade por parte da Espanha e exigiu explicações formais da embaixada espanhola em Brasília. A comunicação direta entre o STF e as representações diplomáticas estrangeiras não faz parte das normas consagradas na diplomacia brasileira. Moraes ficou possesso com a decisão da Espanha de que “A extradição deve ser declarada improcedente por estarmos diante de condutas com uma evidente conexão e motivação política, pois são realizadas no contexto de uma série de ações coletivas de grupos partidários de Bolsonaro, ex-presidente da República Federativa do Brasil, e de oposição ao atual presidente, Lula da Silva”.

O jornalista tem dois mandados de prisão preventiva no Brasi determinados pelo STF por ameaça, perseguição, incitação ao crime, associação criminosa e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito. Ele se mudou para a Espanha em 2023 e, desde então, é considerado foragido. A reação de Moraes de suspender a extradição do traficante búlgaro até que a Espanha comprove, em cinco dias a partir da última terça-feira (15), a existência de reciprocidade no cumprimento do tratado bilateral de extradição firmado com o Brasil em 1988 foi quase um ultimato. Caso não haja comprovação, o pedido de extradição do búlgaro poderá ser indeferido de forma definitiva. Até lá, Moraes determinou que o traficante fique em prisão domiciliar com uso de tornozeleira eletrônica.

A valentia de Moraes foi tanta que o próprio governo Lula achou que a decisão lhe causou um certo embaraço diplomático. Moraes determinou que o governo espanhol, por meio de sua embaixada, apresente informações que comprovem os motivos da rejeição da extradição do blogueiro, além de solicitar que a embaixadora espanhola “preste informações em cinco dias, comprovando o requisito da reciprocidade, em especial do caso citado anteriormente”.

A decisão de Moraes levou os deputados do Novo a apresentarem um requerimento direcionado ao ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, pedindo explicações sobre a decisão do ministro que suspendeu a extradição do cidadão búlgaro condenado por tráfico de drogas na Espanha. O requerimento diz que há uma preocupação com a interferência do Judiciário em assuntos de competência do Executivo, principalmente nas relações exteriores. Os parlamentares ressaltam também “a necessidade de proteger as boas relações bilaterais com um dos principais parceiros do Brasil na União Europeia”, classificando a atuação do STF como “potencialmente danosa” à diplomacia brasileira.

Para justificar suas atitudes Moraes costuma dizer que o referendo do colegiado do STF às suas decisões mostram que elas estão bem fundamentadas. O problema é saber qual delas, pois a maioria de suas decisões é de cunho monocrático, sem aprovação do colegiado, de modo que só podem ser averiguadas individualmente, caso por caso. Seus colegas, reservadamente, têm criticado as decisões de Moraes, alegando, inclusive, que elas estão passando dos limites. O problema é que todos, sem exceção, temem contrariá-lo, pois ele, sozinho, decide pelo Supremo e pelo Brasil.

Jornal da Cidade Online

Projeto ‘Autoridade Climática’ mofa na Câmara: Nem o governo se interessa em aprovar para a COP – 30

A sete meses da COP-30, Lula (PT) tem tudo para chegar ao evento com mais uma promessa não cumprida: “autoridade climática”, geringonça destinada a dividir o poder com o Ministério do Meio Ambiente e Ibama, não corre o risco de sair do papel. Sua criação exige a figura jurídica da emergência climática, como diz a ministra Marina Silva, mas, com o desinteresse do próprio governo, o projeto mofa. O texto de 2020 dormita desde 2021 na Comissão do Meio Ambiente da Câmara.

Projeto ioiô

Entre idas e vindas, a relatoria precisou ser escolhida três vezes, até que parou na deputada Socorro Neri (PP-AC), mas só em 2023.

Sono profundo

Em junho do ano passado, a deputada até apresentou relatório pela aprovação, mas pediu de volta quatro dias depois e a tramitação morreu.

Ativista da lorota

Lula prometeu criar o cargo na eleição de 2022, reforçou a lorota na posse de Marina e reiterou em Manaus, na seca do Amazonas (2024).

Ideia de jerico

No início do governo, Lula ensaiou nomear Simone Tebet a autoridade climática, à revelia de Marina Silva, que não gostou. Nem ninguém.

Coluna do Claudio Humberto