Especialistas advertem que liberar FGTS pode fazer a inflação disparar

A decisão de Lula (PT) de injetar R$12 bilhões na economia liberando o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), objetiva estimular o consumo, que o Banco Central luta exatamente para desestimular, e por isso deve fazer disparar a inflação, segundo os especialistas. Werton Oliveira, da Ekonomy Consultoria Econômica, confirma o risco na alta da inflação e prevê que isso pode fazer o BC alongar o ciclo de alta da taxa de juros, passando os 15%, algo que não acontece desde 2006”.

Oferta e demanda simples

Oliveira explica que mais dinheiro circulando pode aumentar a demanda por bens e serviços, pressionando preços, caso a oferta não cresça.

Qualidade do gasto

Segundo João Fossaluzza, da EXP Empresarial, o efeito inflacionário dependerá da velocidade e destino do gasto pelos beneficiados.

Inflação de alimentos

Há risco elevado de que a liberação desses recursos pressione ainda mais a inflação, especialmente nos itens alimentícios, diz Fossaluzza.

Salários corroídos

Os especialistas concordam que o FGTS liberado pode aliviar famílias endividadas, mas a inflação corrói o poder de compra dos salários.

Coluna do Claudio Humberto

HIPOCRISIA: hi.po.cri.si.a

  1. Característica do que é hipócrita; falsidade, dissimulação.
  2. Ato ou efeito de fingir, de dissimular os verdadeiros sentimentos, intenções; fingimento, falsidade.

Etimologia: Do grego, hupókrisis, que significa “encenar”, “interpretar” ou “fingir”.

Existe privilégio maior do que poder reescrever a história, ditar as notícias, moldar pensamentos?

É este o imenso privilégio da “Elite Intelectual”; aquela que jura combater privilégios; aquela que diz que bilionários devem acabar, menos o Walter Salles. Esse pode! A vitória de “Ainda Estou Aqui” como Melhor Filme Estrangeiro, comemorada como uma final de Copa do Mundo pela Beautiful People Tupiniquim, descortinou mais uma vez a hipocrisia e o absoluto descolamento da realidade da canhota nacional. É surreal, é insano. Não esquecem do passado. Aliás, são apegadas à uma versão completamente distorcida deste; contada por “intelectuais”, professores, jornalistas e até criminosos (que às vezes são a mesma pessoa). Mas não conseguem enxergar o presente, ou simplesmente fecham os olhos.

Nem na Passeata dos Cem Mil, em 1968, auge da tão temida “Ditadura Militar” foram presas mais de 1000 pessoas por uma manifestação. Desde a “redemocratização”, isso é impensável. Em 2017, o MST ateou fogo em Ministérios, feriu quase 50 pessoas e NINGUÉM ficou preso. Agora, temos centenas de PRESOS POLÍTICOS.

E não me venham com história de “Tentativa de Golpe”. Estamos falando de aposentadas, caminhoneiros e cabeleireiras. Gente que estava indignada com o terceiro mandato de um cara condenado em 3 instâncias por corrupção e liberado em uma única canetada de um juiz amigo. Qual o poder dessas pessoas para realizarem um Golpe de Estado?

No máximo, cometeram dano ao patrimônio público, previsto no Art. 163 do Código Penal, com pena de 06 meses a 03 anos. Ou seja, devido ao pouco tempo de reclusão, é abrangido pela lei 9099 e esta fica convertida em penas alternativas. Longe, MUITO LONGE, dos 17 anos de prisão decretados pelo supremo-ultra-master-super-mega-juiz-mistro-comandante geral do Brasil. Além do lado ideológico, qual é a diferença entre Clezão e Wladmir Herzog? Por que a morte de um é ignorada, enquanto a de outro figura nos livros de história?

Por que para assassinos, assaltantes e sequestradores, membros de movimentos de guerrilha armada, deveria haver “Anistia Ampla, Geral e Irrestrita”, mas para donas de casa e aposentados “Anistia é o C@ralh0”?

Por que se recusam a olhar para os presos políticos, os injustiçados e oprimidos que AINDA ESTÃO AQUI?

Felipe Fiamenghi

O Brasil não é para amadores

 

O aumento disparado nos preços dos alimentos e os equívocos do governo Lula, observa o jurista Ives Gandra

                                                                                                              Jurista Ives Gandra Martins

Creio que o Presidente Lula, que foi um presidente pragmático em seus dois primeiros mandatos, talvez por influência de sua esposa, tornou-se um presidente ideológico de extrema esquerda, neste seu terceiro mandato, cometendo, na minha avaliação de modesto advogado de província, alguns equívocos que poderão tornar o ano de 2025 um ano de pesadelos para o Brasil. O primeiro dos equívocos é aquele da política econômica que teima em seguir, semelhante àquela que levou a presidente Dilma ao impeachment, de gastar o que não tem, elevando consideravelmente a dívida pública, descompassando as contas do Governo, propiciando o aumento da inflação e a dramática desvalorização do real.

O país entrou na ciranda inflacionária, com o estouro do teto máximo da meta de inflação em 2024, ou seja, 4,84% quando a meta, em sua tolerância máxima era de 4,50%, gerando um círculo vicioso de aumento de juros, fuga de recursos – tivemos uma das maiores saídas de dólares do país -, redução de investimentos e imprevisibilidade de possível reversão deste processo pela resistência de cortes de despesas que são feitas, em parte, sem recursos próprios.

Em 2024, os preços dos alimentos e bebidas aumentaram 7,69%, o que é superior à inflação geral do país, que foi de 4,83%. A disparada nos preços dos alimentos afetou principalmente os mais pobres, que gastam uma maior parte da sua renda com a alimentação. Entramos no denominado fenômeno econômico da “dominância fiscal”, em que nem mesmo uma rígida política monetária é capaz de sustar a inflação.

A previsão, portanto, com esta mentalidade presidencial, a qual o Ministro Fernando Haddad não consegue alterar, é de que teremos mais fugas de capitais, resistência dos bancos estrangeiros em sugerir investimentos no país, elevação da inflação, com a possibilidade de ocorrer o triste fenômeno da estagflação, ou seja, estagnação desenvolvimentista e inflação.

Ronal Coase e Douglas North, dois prêmios Nobel de Economia, em seus escritos do século passado, entendiam que, sem segurança jurídica, não há possibilidade de prosperar a economia de mercado.

O segundo equívoco de seu governo é, portanto, trazer a Suprema Corte para apoiá-lo, já que 7 dos 11 Ministros foram indicados por seu Partido, ou seja, por ele ou a Presidente Dilma. Há um protagonismo maior do Pretório Excelso a favor do Presidente Lula, com invasões de competência do Poder Legislativo e hospedando pautas presidenciais, como de regulação das redes sociais, marco temporal, narrativas golpistas, etc, o que gera uma insegurança jurídica que intranquiliza parte considerável da população.

Não sem razão, como demonstraram pesquisas realizadas no início do ano, publicadas em vários jornais, a credibilidade do STF, na avaliação entre “bom” e “ótimo”, caiu de 32% para 12% na opinião pública. Isto representa que 88% do povo brasileiro não considera a Corte nem ótima, nem boa, razão pela qual se compreende porque, pela primeira vez, seus Ministros são obrigados a sair à rua com muitos seguranças.

Lembro-me, nos 43 anos de Simpósios de Direito Tributário que coordenei no Centro de Extensão Universitária, que saia com Ministros como Moreira Alves, Oscar Corrêa, Carlos Mário Velloso, Cezar Peluso sem necessidade de qualquer segurança, muitas vezes levando-os em meu carro às suas residências ou hotéis sem acompanhamento de ninguém. Mais do que isto. Nos restaurantes todos que os viam diziam com admiração e reverência “Lá vem um Ministro do STF”. É que, à época, nem legislavam, nem interferiam na administração pública, sendo tão somente juízes encarregados de administrar a justiça, no máximo como legisladores negativos, dizendo se uma lei era ou não inconstitucional, mas não legislando, até porque a Constituição os proíbe de fazê-lo por força dos artigos 49, inciso XI e 103, §2º.

À evidência, minhas divergências doutrinárias com os eminentes Ministros do STF não mudam minha admiração pelos seus méritos de grandes juristas e de idoneidade moral inquestionável. Sou apenas um professor universitário de província, mas como cidadão com o direito de expor minha inteligência sobre a Constituição e sobre o Direito, num país em que a liberdade de Cátedra continua ainda sendo permitida. O terceiro equívoco, a meu ver, que dificultará o crescimento do país reside em não pretender seguir seu discurso de posse de pacificação nacional, mas, ao contrário, continuar com narrativas conflitivas, mantendo o clima “Eu contra eles” e não “Nós pelo Brasil”.

Como antigo professor da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército por 33 anos e emérito – título outorgado ainda em 1994 -, disse durante todo o segundo semestre de 2022 que o risco de golpe de Estado era zero, multiplicado por zero, dividido por zero, somado a zero. É que o curso onde lecionei desde 1990, foi criado em 1989 para aqueles coronéis dentre os quais seriam escolhidos os generais ao fim de cada ano, para que fossem, todos eles, escravos da Constituição.

Sabia, portanto, que nunca, nunca dariam um golpe de Estado. À evidência, 8 de janeiro foi uma baderna em que um grupo desarmando e sem líderes jamais poderia dar um golpe de Estado. Nunca houve, na história do mundo, um golpe de Estado sem armas e sem Forças Armadas. Foi semelhante à baderna que o PT e o MST fizeram no Governo Temer, invadindo e destruindo dependências do Congresso Nacional, nem o STF nem o Governo tendo-os punido como golpistas.

Manter a narrativa, dois anos depois, na Praça dos Três Poderes esvaziada de povo e repleta de autoridades e servidores, é não querer a pacificação, mas pretender continuar alimentando a polarização. É de se lembrar que o discurso em “defesa da democracia”, que quer dizer governo do povo, não teve povo na comemoração. A manutenção desta polarização alimentada pelo Governo, não faz bem ao Brasil.

O quarto e último ponto – não abordo outros pelo tamanho do artigo – diz respeito à palavra de presidentes. Um presidente deve ter a liturgia do cargo, como tiveram Fernando Henrique e Michel Temer. Cada palavra em público que diz tem reflexos na Economia, na Política e no Exterior.

Ora, o presidente Lula não tem cautela no que diz. Quando fala em economia criticando o mercado e os livros de economia, não pretendendo cortar gastos, nem controlar as contas públicas, afeta imediatamente o câmbio, a inflação e a confiança no país. Quando manda uma embaixadora à posse do fraudulento ditador Maduro, está avalizando uma ditadura sangrenta. Quando diz que Dilma sofreu um golpe desmoraliza seu Ministro da Justiça, que foi o presidente do procedimento de impeachment, com aprovação do Congresso Nacional e previsão constitucional. O mesmo ao declarar que o Presidente Temer não foi eleito e não poderia estar na Presidência, quando sua posse seguiu rigorosamente a Constituição.

E assim, outros deslizes como comparar o amor à democracia ao amor à amante e não à esposa, desmoraliza a Instituição do casamento, equiparando este amor a uma traição conjugal e, certamente, desagradando sua esposa e todas as mulheres, menos as amantes. São algumas reflexões que trago, na esperança de que o Presidente Lula deixe de ser candidato ou sindicalista, quando podia dizer o que quisesse, e lembre que é o Presidente do Brasil, em razão do qual todos os brasileiros e eu desejaríamos quês seu Governo desse certo e não mostrasse sinais de problemas que poderão afetar toda a Nação em seu futuro.

Ives Gandra da Silva Martins é professor emérito das universidades Mackenzie, Unip, Unifieo, UniFMU, do Ciee/O Estado de São Paulo, das Escolas de Comando e Estado-Maior do Exército (Eceme), Superior de Guerra (ESG) e da Magistratura do Tribunal Regional Federal – 1ª Região

 

Atraso em pagamento de FGTS é falta grave e gera rescisão indireta, decide o TRT

Ainda que pontual, o atraso no pagamento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) caracteriza falta grave da empresa e leva à ruptura do vínculo de emprego por sua culpa exclusiva. Com esse entendimento, a 8ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS), converteu o pedido de demissão de uma trabalhadora em rescisão indireta (em que a empresa comete um erro grave que impede a continuidade da relação de emprego).

A mulher foi admitida em fevereiro de 2024 e deixou a empresa em julho do mesmo ano. Durante o período, não recebeu o valor do FGTS correspondente a fevereiro. Quando pediu demissão, ela procurou a Justiça para pedir indenizações trabalhistas.

Sua defesa alegou que, de acordo com o artigo 483 da CLT, o empregado pode considerar rescindido o contrato e pedir as indenizações devidas quando o empregador deixar de cumprir com as obrigações. Em primeira instância, o juiz entendeu que a falha no pagamento de apenas um mês não caracterizava uma infração grave. A mulher recorreu ao TRT-4, que converteu seu pedido de demissão em rescisão indireta e condenou a empresa a pagar as verbas rescisórias.

“Ora, a obrigação de recolhimento mensal do FGTS, embora acessória, constitui importante dever derivado da relação de trabalho, na medida em que determina e assegura a reserva necessária ao trabalhador quando perde o emprego, devendo estar disponível a todo momento, já que pode ser destinado à aquisição de casa própria ou mesmo à utilização em situações específicas, previstas em lei, o que não pode ficar ao arbítrio do empregador”, escreveu o desembargador Marcelo José Ferlin D’Ambroso, relator do caso.

“Neste contexto, não resta dúvida de que a conduta do empregador violou a fidúcia necessária à continuidade do pacto laboral, pois é seu dever efetuar os depósitos do FGTS. Destarte, a falta de recolhimento caracteriza falta grave praticada pelo empregador, nos termos do artigo 483, ‘d’, da CLT, o que enseja a ruptura do vínculo por culpa exclusiva da empresa.”

Fonte: CONJUR

 

O recado direto de Donald Trump a Lula da Silva

Em seu histórico discurso na noite da última terça, Donald Trump falou sobre a “guerra comercial” que iniciou esta semana, incluindo tarifas de 25% sobre o México e o Canadá, e mais 10% sobre as importações chinesas.

“As tarifas são sobre tornar os EUA ricos novamente e tornar os EUA grandes novamente”, disse Trump. “E está acontecendo. E vai acontecer bem rápido. Haverá uma pequena perturbação, mas estamos bem com isso. Não será muito.”

Trump fez uma menção ao Brasil:

“Em média, a União Europeia, China, Brasil, Índia, México, Canadá e inúmeras outras nações nos cobram tarifas muito mais altas do que cobramos deles, o que é extremamente injusto”. Trump disse que tarifas recíprocas aos parceiros comerciais dos EUA entrarão em vigor em 2 de abril.

“No dia 2 de abril, entram em vigor tarifas recíprocas, e qualquer tarifa que nos impuserem, nós também imporemos a eles… qualquer imposto que nos cobrarem, nós os taxaremos. Se usarem barreiras não monetárias para nos manter fora de seus mercados, então usaremos barreiras não monetárias para mantê-los fora do nosso mercado”.

Um aviso claro e direto ao petista Lula. Não tem conversa! Lula será obrigado a rever as tarifas.

Jornal da Cidade Online

 

Política, futebol, mentiras e discurso de ódio

                                                                                                                                   Percival Puggina

Poucas situações tão ridículas quanto o esquerdista radical se apresentar em versão trans, mãos limpas, unhas feitas, voz de monge e vestes alvas, a condenar discursos de ódio e notícias falsas. Sustenta, em tom solene, que a mentira [alheia] põe em risco a democracia e a boa política.

A carreta da história vivida me traz lembranças do bandido Fidel Castro durante visita oficial aos Estados Unidos em 1959, imagem de “mocinho”, afirmando à imprensa mundial que o movimento revolucionário cubano não era comunista. Semanas antes, ao entrar vitorioso em Havana, afirmara às mães cubanas que, por sua causa, “nunca iriam chorar”. Dias depois, os fuzis começavam a espoucar no “paredón” revolucionário. Fidel e a esquerda pedagógica brasileira, aprenderam de Lênin, Goebbels e Stalin: com a verdade, os totalitarismos não dão um passo. Hoje, mentem para nossos estudantes nas salas de aula do Brasil.

Não quero fulanizar o texto. Mas todos sabem o quanto é incomum encontrar fiapo de verdade em qualquer afirmação que Lula faça. Uma das consequências dessa condição de existência política é a introdução no vocabulário corrente das palavras “narrativa” e “fake news”. O relato histórico sempre conviveu com a diversidade de interpretações. Narrativa é outra coisa: é a adulteração do fato. Foi o que Lula, entre afagos, recomendou ao amigo Maduro – lembram? – que criasse a sua “narrativa”. E o venezuelano fez isso mesmo: enfiando a faixa no próprio peito, mentiu que ganhou a eleição perdida. A mentira é frequentadora assídua do embate político. A esquerda, porém, tem nisso uma longa história e disseminada escola. Na prática nacional, o vocábulo “fake news” entrou para o vocabulário brasileiro como forma de criminalizar a mentira (quando não a simples opinião) proveniente da direita porque só a esquerda tem os poderes para oficializar “verdades”. Ficou claro, agora?

Não é diferente com o “discurso de ódio”. Quanto ódio nasceu do fracionamento social causado pelas políticas e estratégias identitárias abraçadas pela esquerda! E quanta censura foi imposta colando etiquetas sanções de “discurso de ódio” contra meras e legítimas expressões humanas de indignação em relação aos excessos do Estado!

“E o futebol do título do artigo?”, perguntará o leitor atento. Pois então… Você já percebeu como são incomuns a mentira e o discurso de ódio no jornalismo futebolístico? Sabe por quê? Porque a comunicação é livre por todos os meios disponíveis, o interesse popular pelos temas é grande, os fatos da bola circulam amplamente e não existe censura nem sigilos de cem anos para preservar mentiras, gerar suspeitas e jogar no acostamento a carreta da história. Pense nisso. Poucas situações tão ridículas quanto o esquerdista radical se apresentar em versão trans, mãos limpas, unhas feitas, voz de monge e vestes alvas, a condenar discursos de ódio e notícias falsas. Sustenta, em tom solene, que a mentira [alheia] põe em risco a democracia e a boa política.

A carreta da história vivida me traz lembranças do bandido Fidel Castro durante visita oficial aos Estados Unidos em 1959, imagem de “mocinho”, afirmando à imprensa mundial que o movimento revolucionário cubano não era comunista. Semanas antes, ao entrar vitorioso em Havana, afirmara às mães cubanas que, por sua causa, “nunca iriam chorar”. Dias depois, os fuzis começavam a espoucar no “paredón” revolucionário. Fidel e a esquerda pedagógica brasileira, aprenderam de Lênin, Goebbels e Stalin: com a verdade, os totalitarismos não dão um passo. Hoje, mentem para nossos estudantes nas salas de aula do Brasil.

Não quero fulanizar o texto. Mas todos sabem o quanto é incomum encontrar fiapo de verdade em qualquer afirmação que Lula faça. Uma das consequências dessa condição de existência política é a introdução no vocabulário corrente das palavras “narrativa” e “fake news”. O relato histórico sempre conviveu com a diversidade de interpretações. Narrativa é outra coisa: é a adulteração do fato. Foi o que Lula, entre afagos, recomendou ao amigo Maduro – lembram? – que criasse a sua “narrativa”. E o venezuelano fez isso mesmo: enfiando a faixa no próprio peito, mentiu que ganhou a eleição perdida. A mentira é frequentadora assídua do embate político. A esquerda, porém, tem nisso uma longa história e disseminada escola. Na prática nacional, o vocábulo “fake news” entrou para o vocabulário brasileiro como forma de criminalizar a mentira (quando não a simples opinião) proveniente da direita porque só a esquerda tem os poderes para oficializar “verdades”. Ficou claro, agora? Não é diferente com o “discurso de ódio”. Quanto ódio nasceu do fracionamento social causado pelas políticas e estratégias identitárias abraçadas pela esquerda! E quanta censura foi imposta colando etiquetas sanções de “discurso de ódio” contra meras e legítimas expressões humanas de indignação em relação aos excessos do Estado!

“E o futebol do título do artigo?”, perguntará o leitor atento. Pois então… Você já percebeu como são incomuns a mentira e o discurso de ódio no jornalismo futebolístico? Sabe por quê? Porque a comunicação é livre por todos os meios disponíveis, o interesse popular pelos temas é grande, os fatos da bola circulam amplamente e não existe censura nem sigilos de cem anos para preservar mentiras, gerar suspeitas e jogar no acostamento a carreta da história. Pense nisso.

Percival Puggina é arquiteto, empresário, escritor, titular do site Liberais e Conservadores (www.puggina.org)

 

Senadores trabalharam 1 dia e já foram ressarcidos em ‘despesas’ de R$2,7 milhões dos pagadores de impostos

O Senado teve só um único dia de trabalho nos dois primeiros meses de 2025, mas senadores já conseguiram drenar para seus bolsos mais de R$2,7 milhões em “ressarcimento de despesas” por meio da “Cota para Exercício da Atividade Parlamentar, o “cotão”, malandragem criada para turbinar os salários de suas excelências. O ano legislativo nem começou, não há projetos aprovados, nem mesmo o Orçamento de 2025, mas eles obtiveram ressarcimento de R$763,4 mil em despesas com… gasolina.

Adoram viajar

Só em passagens foram R$300,1 mil este ano. O líder do governo Lula, Randolfe Rodrigues (PT-AP) gastou R$54,1 mil por nossa conta.

Minha imagem primeiro

A “divulgação da atividade parlamentar”, gastos com propaganda dos senadores, assessorias, gráficas etc, custaram exatos R$437.339,03.

Jeitinho

O cotão parlamentar (entre R$26,3 mil e R$55,4 mil por mês, a depender do Estado do senador) banca contas diversas, do cafezinho a aluguéis.

Muito mais gasto

O salário dos senadores, ajustado este mês, é de R$46,3 mil, além de terem outros R$133,1 mil por mês para pagar assessores do gabinete.

Coluna do Claudio Humberto

No discurso no parlamento dos EUA, Donald Trump chama OMS de corrupta e Acordo de Paris de ridículo

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez seu primeiro discurso de balanço no parlamento americano, após 43 dias de governo, quando chamou Acordo de Paris de “ridículo” e a Organização Mundial da Saúde (OMS) de “corrupta”. Trump também destacou o fim da “tirania da chamada ‘diversidade, equidade e inclusão’ em todo o governo federal e no setor privado e forças militares”, assim como mencionou haver retirado o “veneno da teoria de raças” em seu país. O presidente acusou o Acordo de Paris de tentar “frear” o aumento da temperatura provocada pelo aquecimento global, da Organização Mundial de Saúde e do Conselho de Direitos Humanos da ONU (Organização das Nações Unidas).

Presente ao local, o empresário Elon Musk, que faz sucesso com seu trabalho de investigação e descoberta de gastos bilionários dos impostos dos americanos com itens absurdos, foi bastante aplaudido pela maioria republicana e hostilizado pela minoria democrata, derrotada nas urnas.

“Eu retorno a esta Câmara para relatar que o impulso da América voltou”, disse Trump. “Nosso espírito voltou, nosso orgulho voltou, nossa confiança voltou”.

Após berrar insultos ao presidente americano, um deputado do Texas, de oposição, foi expulso do plenário, mas Trump não conteve a ironia ao observar ouros parlamentares segurando cartazes contra ele: “Olho para os democratas na minha frente e percebo que não há absolutamente nada que eu possa dizer para fazê-los felizes ou ficarem de pé, sorrir ou aplaudir”.

Trump também não esqueceu seu antecessor Joe Biden, a quem classificou de pior presidente da História americana e acusou de facilitar a invasão ilegal de criminosos no país: “Havia centenas de milhares de travessias ilegais por mês, incluindo assassinos, traficantes, membros de gangues e pessoas de hospícios e asilos para loucos. Eles eram liberados para nosso país”.

Diário do Poder

Guitarrista Tony Belloto, da banda Titãs se afasta do grupo, para cirurgia e retirada de um tumor no pâncreas

O guitarrista Tony Bellotto, integrante da banda Titãs, anunciou que deixará temporariamente os palcos para passar por uma cirurgia após a descoberta de um tumor no pâncreas em um exame de rotina. Apesar do afastamento, o músico garantiu que pretende retornar às atividades assim que estiver recuperado. Durante esse período, a banda seguirá com sua agenda de shows e contará com Alexandre de Orio como substituto temporário de Bellotto. Em um vídeo publicado nas redes sociais, o guitarrista tranquilizou os fãs e demonstrou confiança no tratamento. Tony Belloto é casado com a atriz Malu Mader.

“Durante esse período, vou me afastar temporariamente dos palcos, mas os Titãs seguem com a agenda planejada, acompanhados pelo músico Alexandre de Orio. Quando me recuperar, vou retornar aos shows e às minhas atividades profissionais.”

“Desde já eu quero agradecer os pensamentos, palavras e mensagens de apoio e de carinho, e pedir que vocês não sofram, sem drama. Eu estou tranquilo e confiante, enfrentando tudo com coragem e dignidade.”

Na mensagem aos fãs, Bellotto citou como inspiração seu colega de banda Branco Mello, que passou recentemente por um tratamento contra um tumor na amígdala e conseguiu retornar aos palcos em agosto do ano passado. “Inspirado pelo nosso querido Branco Mello, que enfrentou tratamentos difíceis e agora está aí, tocando, cantando e se divertindo nos shows. É isso, nos vemos em breve!”

Os Titãs também divulgaram um comunicado reforçando que o guitarrista se afastará para cuidar da saúde, mas que estará de volta assim que possível: “Assim que se recuperar, Tony retomará suas atividades profissionais. Os Titãs agradecem o carinho e o apoio de todos.”

Jornal da Cidade Online

 

Senado tem custo bilionário ao pagador de impostos, mas só trabalhou um dia este ano de 2025

Ano começou há dois meses, mas os senadores só trabalharam um dia. O pagador de impostos já bancou mais de R$733 bilhões em tributos federais, estaduais e municipais este ano, de acordo com o impostômetro da Associação Comercial de São Paulo, mas, enquanto isso, no Senado, houve apenas um dia de trabalho. E não inclui a eleição para os novos presidentes e integrantes das mesas diretoras das casas do Congresso, realizada no sábado 1º de fevereiro, como determina a Constituição. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O plenário do Senado realizou só uma sessão deliberativa, dia 19. No dia 20, fez sessão para comemorar aniversário de uma consultoria. A Câmara realizou em fevereiro seis sessões deliberativas presenciais, para votação de projetos pouco relevantes, e cinco “semipresenciais”. O destaque do mês foi o rateio de cargos no Senado e na Câmara, onde o ano só irá começar na próxima terça (11), após o feriadão do Carnaval

Diário do Poder