Ação do Ministério Público Federal levou à condenação pela justiça o ex-prefeito de Santo Antônio dos Lopes, Euzébio Napoleão

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A Justiça Federal condenou o ex-prefeito Eusébio Napoleão, de Santo Antonio dos Lopes por improbidades.

Euzébio Napoleão Mendonça deixou de prestar contas de recursos transferidos à prefeitura durante sua gestão

                   A Justiça Federal condenou Euzébio Napoleão Mendonça, após ação civil pública por ato de improbidade administrativa proposta pelo Ministério Público Federal no Maranhão (MPF/MA). O ex-prefeito deixou de prestar contas de recursos transferidos à prefeitura por força de convênios firmados junto ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (Fnde).

                    De acordo com o MPF/MA, Euzébio Napoleão deixou de cumprir suas obrigações como gestor municipal, ou seja, não prestou contas de recursos repassados ao município através dos Convênios 93.373/98, 93.372/98, 42.637/98 e 91.478/98 celebrados com o FNDE.

                    Segundo o juiz federal da 13º Vara, o ex-prefeito se omitiu da obrigação de comprovar a aplicação regular dos recursos públicos, motivo pelo qual foi notificado pelo Fnde para promover a devolução do valor. “Ante a ausência de resposta do acusado, foi instaurada a Tomada de Contas Especial, que culminou na sua condenação”, afirmou.

                    Diante disso, a Justiça Federal condenou Euzébio Napoleão Mendonça ao pagamento de multa civil equivalente a 10 vezes o valor da última remuneração no cargo de prefeito. Além disso, pelo prazo de três anos, foi proibido de contratar o poder público, receber incentivos ou benefícios fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócia majoritária.

                   A Justiça também determinou a suspensão dos direitos políticos do ex-prefeito pelo prazo de três anos. Número do processo para consulta Justiça Federal : 2009.37.00.000597-6

Assessoria de Comunicação
Procuradoria da República no Maranhão

Papa Francisco define o tema do Sínodo dos Bispos para a Pan-Amazônia em 2019

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O Papa Francisco estabeleceu que a assembleia especial do Sínodo dos Bispos para a Pan-amazônia, programada para outubro de 2019, terá como tema: “Amazônia: novos caminhos para a Igreja e por uma ecologia integral”. A notícia foi divulgada nesta quinta-feira (08/03) no VaticanNews. Além do tema foram divulgados os nomes dos membros do Conselho pré-sinodal, nomeados pelo Pontífice, que irá colaborar com a Secretaria Geral na preparação desta assembleia.

                    Entre eles, cinco brasileiros foram nomeados: o cardeal Cláudio Hummes, arcebispo emérito de São Paulo e presidente da Rede Eclesial Pan-Amazônica (Repam), o arcebispo de Porto Velho (RO), dom Roque Paloschi, o bispo de Juína (MT), dom Neri José Tondello, o prelado emérito do Xingu (PA), dom Erwin Kräutler e a assessora da Comissão Episcopal Pastoral para a Amazônia, irmã Maria Irene Lopes que terá o papel de representar a Confederação Latino-Americana e Caribenha de Religiosos e Religiosas (CLAR) no conselho.

                      Para o arcebispo emérito de São Paulo, cardeal Cláudio Hummes, presidente da Rede Eclesial Pan-Amazônica (REPAM), o tema anunciado pelo papa é muito bonito, abrangente e interpelativo. “O desejo do papa, expresso no tema, fala de novos caminhos para a Igreja e a Amazônia”. Para o cardeal, a indicação dos nomes ao Conselho pré-sinodal é um passo determinante no processo do Sínodo 2019.  “Foram nomeados representantes de 9 países que englobam a região Amazônica. Isto dará uma qualificação especial porque vai favorecer que as aspirações das igrejas e dos povos da região sejam ouvidas”, disse.

                      A irmã Maria Irene recebeu a notícia de sua nomeação com alegria. “Eu quero ser a voz de todas as pessoas da Amazônia e principalmente das mulheres”. Segundo ela, o sínodo quer dar voz a todas as pessoas que estão nas bases (quilombolas, indígenas, ribeirinhos, etc) e nas cidades que integram a Amazônia Legal, bioma que abrange 60% do território brasileiro.  “Nós seremos porta vozes destas pessoas no Conselho pré-sinodal”, concluiu.

Membros do Conselho pré-Sinodal nomeados pelo papa Francisco

1. Cardeal Cláudio HUMMES, O.F.M., arcebispo emérito de São Paulo (Brasil), presidente da Rede Eclesial Pan-Amazônica (REPAM).
2. Cardeal Peter Kodwo Appiah TURKSON, Prefeito do Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral.
3. Cardeal Carlos AGUIAR RETES, Arcebispo de Cidade do México (México).
4. Dom Pedro Ricardo BARRETO JIMENO, S.I., Arcebispo de Huancayo (Peru), vice-presidente da REPAM.
5. Dom Paul Richard GALLAGHER, Secretário das Relações com os Estados.
6. Dom Edmundo Ponciano VALENZUELA MELLID, Arcebispo de Assunção (Paraguai).
7. Dom Roque PALOSCHI, Arcebispo de Porto Velho, Rondônia (Brasil).
8. Dom Oscar Vicente OJEA, Bispo de San Isidro, Presidente da Conferência Episcopal Argentina.
9. Dom Neri José TONDELLO, Bispo de Juína, Mato Grosso (Brasil).
10. Dom Karel Martinus CHOENNIE, Bispo de Paramaribo (Suriname).
11. Dom Erwin KRÄUTLER, C.PP.S., Prelado emérito do Xingu, Pará (Brasil).
12. Dom José Ángel DIVASSÓN CILVETI, S.D.B., vigário apostólico emérito de Puerto Ayacucho (Venezuela).
13. Dom Rafael COB GARCÍA, vigário apostólico de Puyo (Equador).
14. Dom Eugenio COTER, vigário apostólico de Pando (Bolívia).
15. Dom Joaquín Humberto PINZÓN GÜIZA, I.M.C., vigário apostólico de Puerto Leguízamo-Solano (Colômbia).
16. Dom David MARTÍNEZ DE AGUIRRE GUINEA, O.P., vigário apostólico de Puerto Maldonado (Peru).
17. Irmã María Irene LOPES DOS SANTOS, S.C.M.S.T.B.G., Delegada da Confederação Latino-Americana e Caribenha de Religiosos e Religiosas (CLAR).
18. Sr. Mauricio LÓPEZ, secretário executivo da REPAM (Equador).

Com informações da Vatican News

Fórum de Defesa das Carreiras do Poder Executivo tenta diálogo mais uma vez com Flávio Dino

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  Vale lembrar que esse mesmo pedido já foi protocolado na Casa Civil por duas vezes – em junho de 2016 e março de 2017.

                      Em mais uma tentativa de diálogo com o governador Flávio Dino, o Fórum de Defesa das Carreiras do Poder Executivo encaminhou, novamente, ofício ao Governo do Estado reiterando o agendamento de uma reunião para tratar sobre a implantação da segunda etapa do Plano Geral de Carreiras e Cargos (PGCE), bem como a reabertura para os mais de 04 mil servidores que, por algum motivo, deixaram de aderir ao PGCE. Lembrando também, que esse mesmo pedido já foi protocolado na Casa Civil por duas vezes – em junho de 2016 e março de 2017. No entanto, nenhum deles foi respondido e o Governo do Estado segue calado quanto a política salarial de valorização dos servidores públicos estaduais.

                    “Em todos os ofícios que encaminhamos apresentamos um estudo de viabilidade da instituição da segunda etapa do PGCE. Um estudo feito com responsabilidade, pelo consultor do Senado e ex-secretário de Estado da Gestão e Previdência e ex-secretário do Panejamento, Fábio Gondim, que, inclusive, foi responsável pela implantação exitosa da primeira etapa do PGCE. Tivemos o cuidado e a responsabilidade de apresentar uma proposta que não inviabilizasse a gestão do governador Flávio Dino”, ressalta Cleinaldo Bil Lopes, presidente do SINTSEP e coordenador do Fórum de Defesa das Carreiras do Poder Executivo.

                   Encaminhamos, novamente, o mesmo estudo de viabilidade do PGCE apresentado no ano passado, haja vista que suas tabelas de vencimentos se estendem até 2019, bem como o Projeto de Lei. Sugerimos, também, um prazo de no máximo 10 dias como indicativo para confirmação da reunião.

                   “Esperamos que, desta vez, o governador Flávio Dino tenha sensibilidade de ver a real situação dos servidores públicos do Maranhão, que a cada dia que passam vêm o seu poder de compra reduzido, entrando para o quarto ano sem reajuste salarial”, finaliza Cleinaldo Bil Lopes.

Fonte: SINTSEP

Decreto pode elevar para até 40% percentual de etanol na gasolina

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Equipe econômica resiste ao índice, pois estima perda de R$ 4 bi em arrecadação por ano.

                  No momento em que o governo tenta buscar formas de reduzir o preço da gasolina, Michel Temer prepara um decreto que, na prática, poderá provocará aumento gradual de até R$ 0,06 por litro.

A medida pode vir com a regulamentação do programa de biocombustíveis (RenovaBio). Sancionada no fim de 2017, a nova política para o setor prevê a redução de poluentes em derivados de petróleo (como a gasolina) e o aumento da participação de combustíveis menos nocivos ao ambiente, como o etanol.

                  Hoje, cada litro de gasolina já tem 27% de álcool anidro. Com o decreto, o índice de mistura subirá escalonadamente até 30%, em 2022, e 40%, em 2030, se Temer mantiver os números aprovados pelo Congresso.

Fonte: Folha de Sâo Paulo

Juiz de Brasília manda soltar o corruptor politico Joesley Batista da J&F

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Joesley Batista é um dos maiores corruptores no Brasil e enriqueceu com desvios bilionários do BNDES e com um quadrilha de políticos.

O executivo do grupo J&F, Joesley Batista, deixou a Superintendência da Polícia Federal em SP. O juiz Marcus Vinícius Reis Bastos, da 12ª Vara Federal do Distrito Federal, determinou nesta sexta-feira (09) a soltura do empresário Joesley Batista, um dos donos do grupo J&F, que cumpria prisão preventiva desde setembro do ano passado.

            Na decisão, o magistrado apontou que, atualmente, não estão demonstrados os “requisitos para a prisão cautelar”. O executivo Ricardo Saud, preso com Joesley, também foi libertado pelo juiz federal. O determinou que ambos devem entregar os seus passaportes e comparecer a todos os atos do processo, além de manter seus endereços atualizados.

            “A decisão está publicada e estamos aguardando o alvará de soltura”, disse o advogado Ariel Barazzetti Weber, que defende Joesley. “Com os trâmites correndo normalmente, [será solto] ainda hoje. Não tem previsão [de horário]. Vai depender muito dos trâmites.”

             Sobre o teor da decisão, o advogado disse que foi “muito ponderada”. “Corretíssima, muito acertada, muito ponderada. Foi concedida a liberdade mediante a entrega do passaporte”, disse.

               Ex-diretor de Relações Institucionais do grupo J&F, Ricardo Saud (à dir.), também foi solto  Joesley e Saud foram alvos de mandados de prisão temporária expedidos pelo ministro Luiz Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal), a pedido da PGR (Procuradoria-Geral da República).

              A prisão dos dois delatores foi determinada em (08), de setembro do ano passado pelo ministro Fachin. A ordem inicialmente era temporária e depois foi convertida em preventiva, quando não há prazo para terminar.

               A decisão de Fachin atendeu a pedido do então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que pediu que o ministro rescinda o acordo de colaboração premiada dos dois delatores, o que ainda não ocorreu.

              A decisão de rescindir foi tomada depois de a PGR descobrir novas gravações, e Janot determinar investigação para apurar a omissão de informações no acordo de colaboração premiada firmado por três dos sete delatores da JBS. A conclusão da Procuradoria foi que Joesley Batista e Ricardo Saud descumpriram cláusulas do acordo ao omitirem fatos criminosos relevantes que poderiam levar a investigações contra o senador Ciro Nogueira (PP-PI) e contra o ex-procurador Marcello Miller.

Fonte: UOL Noticias

Seriam de R$ 12 milhões as emendas do deputado Zé Carlos do PT para o Governo do Maranhão que não foram licitadas

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  O deputado federal Zé Carlos do PT é mais um politico que teria sido vítima de traição do governador Flavio Dino. Ele teria feito um acordo com o dirigente do Executivo Estadual, pelo qual  destinaria 12 milhões de reais das suas emendas para o Governo do Estado e teria como retorno um importante avanço nas suas bases eleitorais e seria contemplado com outras.

                  Diante dos entendimentos, o deputado federal fez um amplo remanejamento em suas emendas e garantiu os valores acertados com o governador. Segundo os comentários existentes é que Flavio Dino não fez a licitação das emendas, deixando o deputado Zé Carlos em dificuldades, diante da possibilidade de perder as emendas e ter um prejuízo politico sério, que poderá comprometer a sua própria reeleição.

                  Dentro do grupo dos deputados federais que o Palácio dos Leões pretende eleger, com o Márcio Jerry, sendo o grande timoneiro, o nome do deputado federal Zé Carlos não consta da relação.

                  Uma das razões pelas quais o deputado federal Zé Carlos é defensor de candidatura própria do PT ao governo do estado, seria decorrente de que Flavio Dino não honra compromisso, o que pode ser visto constantemente, tendo como as últimas demonstrações que vieram a público, os casos dos deputados federais Waldir Maranhão e José Reinaldo Tavares.

Zé Inácio poderia propor debate nas universidades sobre “Corrupção no INCRA”

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O deputado Zé Inácio (PT) apresentou, nesta quinta-feira (08), no plenário da Assembleia Legislativa do Maranhão, proposição aos reitores Nair Portela (Universidade Federal do Maranhão), Gustavo Pereira da Costa (Universidade Estadual do Maranhão), Elizabeth Nunes Fernandes (Universidade Estadual do Maranhão do Sul) e Roberto Brandão (Instituto Federal do Maranhão) solicitando que seja ofertada a disciplina “O golpe de 2016 e o futuro da democracia no Brasil” na carga-horária dos cursos de Ciências Sociais das respectivas instituições. O parlamentar poderia também ter sugerido amplo debate nas instituições sobre a “Corrupção do INCRA”, uma vez que disciplina é muito mais do que ele pensa. Elas precisam de estudos, referenciais científicos, pesquisas, além de amplos questionamentos por especialistas, o que não é necessário em debates.

              O deputado Zé Inácio teve uma grande oportunidade para sugerir aos reitores, um amplo debate no contexto universitário, sobre a corrupção na Superintendência Regional do INCRA no Maranhão, que causou sérios prejuízos às comunidades rurais do Estado, concorrendo para o aumento da miséria no meio rural, atingindo milhares de trabalhadores e trabalhadoras rurais, principalmente quilombolas e povos indígenas, os quais foram excluídos em decorrência do desvio de recursos públicos. Os universitários podem perfeitamente fazer importantes pesquisas e colher informações na Justiça Federal em que ex-superintendentes são réus por improbidades administrativas envolvendo grandes somas que deveriam ser aplicadas em favor da população rural do Maranhão. Garanto que o debate terá uma grande importância, uma vez que ele poderá desnudar a corrupção deslavada praticada no INCRA,  inclusive nomes dos envolvidos.

         “Esses temas fazem parte da nossa história e precisam ser discutidos e trabalhados, a partir do conceito de democracia e democratização no país, bem como o processo que destituiu o governo da presidente Dilma Rousseff e instituiu o governo golpista de Michel Temer”,  disse Zé Inácio.

A disciplina tratará sobre a ditadura, o pós-golpe de 1964, o surgimento do PT, a deposição da presidente Dilma Rousseff e analisará o governo presidido por Michel Temer. “Investigando o que sua agenda de retrocesso aos direitos e restrição às liberdades diz sobre a relação entre as desigualdades sociais e o sistema político no Brasil”, continuou o deputado.

A disciplina já está sendo oferecida no Instituto de Ciência Política (IPOL) da Universidade de Brasília/UNB e na Universidade Estadual de Campinas, além das universidades estaduais da Paraíba, Bahia e Amazonas. E já demonstraram interesse a Universidade Federal de Sergipe (UFS), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Universidade Federal de São João Del-Rei (UFSJ), Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), além da USP.

Ministério Público Federal propõe ação civil pública contra o Governo do Maranhão por não divulgar informações sobre o câncer de mama

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É obrigação do poder público estadual fazer o monitoramento do Sismama

  O Estado do Maranhão deixou de divulgar informações sobre o
monitoramento do câncer de mama no seu sistema oficial, o Sismama,
causando uma série de deficiências à população e ao monitoramento do
Programa Nacional de Controle do Câncer de Mama

O Ministério Público Federal (MPF/MA) propôs ação civil pública, com
pedido de liminar, contra a União e o Estado do Maranhão por conta da
inobservância da organização e disponibilização de dados no Sistema de
Informação do Controle de Câncer de Mama (Sismama).

O Sismama é o sistema de informações oficial do Estado do Maranhão, que
tem como objetivo melhorar a qualidade das informações possibilitando
aos gestores o monitoramento do Programa Nacional de Controle de Câncer
de Mama. O sistema seria composto por dois módulos, um prestador de
serviço (mamografia e laboratório e um de registro de informações de
seguimento (investigação diagnóstica e tratamento proposto). O papel da
União nesse sistema é atualizar a Base Nacional por meio do DATASUS no
site http://siscam.datasus.gov.br/.

Porém, o MPF, por meio da 1ª Câmara de Coordenação e Revisão, iniciou
ação para levantamento de informações sobre realização de exames e
outros dados relacionados à saúde da mulher e não os encontrou no Estado
do Maranhão; verificou-se a inexistência de informações coordenadas em
um banco de dados centralizado e, ainda, informações destualizadas no
site do Datasus, sem os devidos informes sobre o Sismama.

Segundo o MPF, a ausência desses dados implica na falta do direito
fundamental, que é o do acesso à informações de saúde, isso afasta o
público alvo da realização do exame e dificulta a criação de novos
dados para observação. Outra consequência consiste na possível
camuflagem de deficiências na realização do exame, visto que não há o
devido gerenciamento das ações.

Na ação, o MPF requer, por parte do Estado do Maranhão. o levantamento
de informações e consolidação dos dados municipais referentes ao
procedimento de mamografia e coordenar os dados de modo a organizar as
filas de atendimento. A União deve atualizar, por meio do Datasus, a
Base de Dados Nacional do Sismama a partir dos dados transferidos pelo
Estado do Maranhão.

Assessoria de Comunicação
Procuradoria da República no Maranhão

TJMA publica edital para inscrição de advogados para vaga de juiz suplente no Tribunal Regional Eleitoral

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Vaga de juiz suplente para o TRE-MA está desocupada desde o ano de 2015.

                 Foi publicado no Diário da Justiça eletrônico (DJe) nesta sexta-feira (9), o Edital IMJT-GP nº 01/2018, que abre as inscrições para advogados concorrerem à vaga de juiz suplente do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA). O Tribunal de Justiça do Maranhão publica o edital com base no Ofício nº 2363/2017 do TRE e seguirá a Resolução GP nº 19/2018, que dispõe das regras para a inscrição.

                A vaga de juiz suplente na categoria jurista está desocupada desde 2015, quando o advogado Eduardo José Leal Moreira, que a ocupava, foi empossado como juiz efetivo na categoria jurista. Uma lista com três advogados indicados chegou a ser definida no TJMA, porém, após diversos recursos baseados em nepotismo, foi anulada, devendo então uma nova lista ser definida.

               O prazo para as inscrições é de cinco dias, a contar da próxima segunda-feira (12). O encerramento ocorre às 18h da sexta-feira (16). O pedido deve ser protocolado junto ao Protocolo Administrativo do TJMA, mediante apresentação dos seguintes documentos: certidão atualizada da Seção da OAB em que o advogado estiver inscrito (com data de inscrição definitiva, ocorrência de sanção disciplinar e do histórico de impedimentos e licenças, se existentes); certidões atualizadas da Justiça Federal, Estadual ou do Distrito Federal e Eleitoral (crimes eleitorais e filiação partidária); documentos comprobatórios do exercício da advocacia; e currículo.

             Para concorrer à vaga, o advogado precisa comprovar 10 anos de prática profissional, consecutivos ou não. Qualquer relação de parentesco com membro da Corte Judiciária estadual ou eleitoral precisa ser indicada no momento da inscrição. Não são aceitos pedidos por telefone, e-mail ou fax.

 Assessoria de Comunicação do TJMA

Justiça concede a dependente de presidiário direito ao auxílio-reclusão desde a data do nascimento

              Juízo da 8ª vara Federal de Curitiba/PR considerou risco de dano em razão da natureza alimentar do benefício. O juiz Federal substituto Erico Sanches Ferreira dos Santos, da 8ª vara Federal de Curitiba/PR, determinou que o INSS pague o auxílio-reclusão ao dependente de um segurado que está preso desde 2014. Ao deferir liminar, magistrado ordenou a concessão do benefício desde a data de nascimento do dependente.

         aldir

O dependente nasceu dois meses após a prisão do segurado. Após pedido de concessão do auxílio-reclusão junto ao INSS, o benefício foi negado. Em razão disso, o dependente – menor de idade – ingressou na Justiça, junto com sua responsável, pleiteando o deferimento do pedido feito ao instituto.

            Ao analisar o caso, o juiz Federal substituto Erico Sanches Ferreira dos Santos pontuou que o artigo 201 da CF/88 dispõe sobre o direito de dependentes de segurados de baixa renda ao recebimento de auxílio-reclusão.

            O magistrado considerou ainda a natureza alimentar do benefício, e o perigo que sua não concessão poderia acarretar ao dependente do beneficiário. Em razão disso, deferiu tutela de urgência para determinar que INSS conceda o auxílio-reclusão ao dependente desde sua data de nascimento.

             “Concedo a antecipação dos efeitos da tutela (artigo 300, CPC), pois a cognição exauriente exacerba a verossimilhança da alegação e o risco de dano emerge da natureza alimentar do benefício necessário para a sobrevivência da parte autora.”

Fonte: Migalhas