Cézar Bombeiro: 13 de maio é data de reflexão, indignação e protestos para os negros

O vereador Cézar Bombeiro, que tem se constituído como o vereador defensor dos direitos, da dignidade e luta contra as desigualdades dos negros, disse hoje, que 13 de maio, data da libertação dos escravos no Brasil, deve ser momento de reflexão e protestos para acender no coração dos negros a chama de enfrentamento as desigualdades e  a perversa discriminação, que continua viva no contexto da sociedade e que precisa de enfrentamento .

Cézar Bombeiro que tem uma luta perseverante, e que no parlamento sempre toma posições e até radicais se for preciso em defesa dos negros, destaca que é no dia 20 de novembro, data comemorativa  da Consciência Negra,  em muitas explosões de coração vêm a público, mas necessário se torna, que uma chama forte esteja sempre acesa dentro dos corações dos negros, com vistas a que as conquistas de espaços dentro da sociedade sejam bem mais crescentes.  Ele acentua que necessário se torna que mulheres e homens negros, não abdiquem da luta, em que necessário se torna a inserção cada vez maior dentro da política partidária com a determinação de vitórias, afirmou o vereador.

CNJ veta participação do juiz Douglas Martins em lives político-partidárias com candidatos

O corregedor nacional de Justiça, ministro Humberto Martins, determinou, em caráter liminar, que o juiz Douglas de Melo Martins, titular da Vara de Interesses Difusos e Coletivos da Comarca de São Luís (MA), abstenha-se de participar de debates virtuais públicos que possuam conotação político-partidária, com ou sem a presença de políticos maranhenses e/ou de pessoas que, publicamente, pleiteiam se eleger ou se reeleger nas eleições de 2020, nos termos do artigo 25 do Regimento Interno do Conselho Nacional de Justiça.

A decisão liminar foi tomada nesta terça-feira (12/5) nos autos de reclamação disciplinar formulada pelo senador Roberto Coelho Rocha (PSDB-MA) contra o magistrado. Segundo Roberto Rocha, o juiz “vem se submetendo a superexposição midiática ao lado de políticos maranhenses, participando de diversos eventos promovidos por estes, já tendo atuado em diversas lives propiciadas e agendado a sua participação em outra que ainda vai ocorrer”.

Preservação
Em sua decisão, o ministro Humberto Martins destacou que observou, em todos os folders eletrônicos de divulgação das lives que tiveram a participação do juiz Douglas Martins, o logotipo característico do parlamentar ou do pré-candidato que promoveu e coparticipou do encontro virtual (com símbolos e cores de partidos políticos), vinculando essa atividade virtual à militância política ou à atividade político-partidária.

Dessa forma, segundo o ministro, o magistrado, por estar investido de jurisdição e possuir o mister precípuo de julgar, tem o dever de resguardar sua imparcialidade, sua impessoalidade e preservar para que suas decisões judiciais, sua imagem e a própria imagem do Poder Judiciário como um todo, não sejam atreladas a interesses político-partidários de qualquer natureza.

“Na hipótese, entendo que a participação do juiz Douglas de Melo Martins, em debates ao vivo (lives) promovidos por políticos do estado do Maranhão, pré-candidatos a eleição ou reeleição, para discutir decisão judicial e temas de notório cunho político-partidário ou reveladora de atividade de militância política pode ensejar, em tese, conduta que viole deveres e vedações inerentes à magistratura”, afirmou o corregedor nacional.

O ministro Humberto Martins determinou ainda a expedição de Carta de Ordem ao presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão para que promova a intimação pessoal do magistrado, a fim de que, querendo, apresente defesa prévia, no prazo de 15 dias.

 Com informações da assessoria de imprensa do CNJ.

 

 

STF anula decisão do TJMA sobre a suspensão de ICMS e ISS em São Luís

Na crise do coronavírus, não cabe ao Judiciário decidir quem deve ou não pagar impostos ou quais políticas públicas devem ser adotadas. Com esse entendimento, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, anulou decisões que haviam suspendido a cobrança de ICMS e ISS — em São Luís e Aracaju, respectivamente.

No caso da capital maranhense, o Tribunal de Justiça suspendeu, por seis meses, a cobrança de ICMS a uma empresa. Toffoli afirmou que a decisão pode gerar grave dano à ordem público-administrativa e econômica de São Luís.

“Não se ignora que a situação de pandemia, ora vivenciada, impôs drásticas alterações na rotina de todos, atingindo a normalidade do funcionamento de muitas empresas e do próprio Estado, em suas diversas áreas de atuação. Mas, exatamente em função da gravidade da situação, exige-se a tomada de medidas coordenadas e voltadas ao bem comum, não se podendo privilegiar determinado segmento da atividade econômica, em detrimento de outro, ou mesmo do próprio Estado, a quem incumbe, precipuamente, combater os nefastos efeitos decorrentes dessa pandemia”, apontou.

De acordo com o ministro, cabe ao Executivo e ao Legislativo decidir que políticas públicas — incluindo tributárias — devem ser adotadas no momento. E o Judiciário só deve intervir em caso de ilegalidade ou inconstitucionalidade.

Segundo Toffoli, a suspensão de ICMS não pode ser determinada de forma isolada pela Justiça, sem uma análise de seus impactos no orçamento municipal. Até porque uma decisão do tipo pode ser repetida em inúmeros processos, esvaziando os cofres públicos em um momento em que é preciso ter recursos para combater a epidemia.

Fonte: CONJUR

 

Acordo entre MP e governos e lockdown é prorrogado no Maranhão

                              Duração do lockdown no Maranhão foi prorrogada após acordo com o MP

O governo maranhense, o Ministério Público estadual e municípios da ilha de São Luís chegaram a um acordo para prorrogar a duração do lockdown (bloqueio total das atividades) em audiência de conciliação conduzida pelo juiz Douglas de Melo Martins, da Vara de Interesses Difusos e Coletivos da Comarca da Ilha de São Luís.

Na audiência, as autoridades apresentaram um panorama sobre a situação atual frente à epidemia de Covid-19. O MP, por sua vez, reiterou a importância da juntada das informações prestadas pelos entes ao processo e o magistrado apresentou propostas para conciliação.

Ficou acertado entre as partes que o lockdown será prorrogado até o próximo domingo (17/5) e que as autoridades irão informar constantemente o MP, por meio de boletins, sobre dados referentes à diminuição do fluxo de pessoas e veículos no período pós-lockdown.

As autoridades terão que disponibilizar também informações sobre ocupação dos leitos públicos e privados e sobre efetivo de fiscalização e assistência à saúde. Os dados deverão ser encaminhados diretamente ao e-mail do Gabinete do Procurador-geral de Justiça.

“No meio a tantos conflitos entre entes da federação, em um ato de extrema sensatez o Ministério Público, o Estado do Maranhão e os municípios da ilha de São Luís, atingidos pelo lockdown, resolveram, por acordo, prorrogar os efeitos das medidas até o próximo domingo (17/5). Prevaleceu o bom senso na atuação de todos os envolvidos. Agora, resta saber quando e quais medidas serão adotadas para tentar, gradualmente, restabelecer a normalidade das atividades das pessoas e empresas nesses municípios , sem por em risco a vida humana”, comentou o advogado maranhense Ulisses Souza.

Fonte: Conjur

Senado aprova projeto que prioriza teste de covid-19 em profissionais de saúde

O Plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (12), por unanimidade, o projeto que prioriza a testagem de profissionais que atuam no combate à covid-19 e estão em contato direto com pessoas contaminadas, como trabalhadores de saúde e segurança pública e agentes funerários. A matéria foi relatada pela senadora Zenaide Maia (Pros-RN). Como foi alterada no Senado, ela terá de retornar à análise dos deputados.

Atentando a pedidos de vários senadores, a relatora incluiu outros profissionais no rol de categorias aprovado pela Câmara, como os fonoaudiólogos e profissionais envolvidos nos processos de reabilitação, os médicos-veterinários e os aeronautas, aeroviários e controladores de voos.

O projeto também determina que o poder público e os empregadores ou contratantes fornecerão aos profissionais, gratuitamente, equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “É fato que a pandemia causada pelo novo coronavírus vem expondo a riscos significativos de contraíram a doença e evoluírem de forma letal os profissionais que atuam em contato com pessoas com covid-19, sobretudo médicos e enfermeiros”, escreveu a relatora.

A presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Simone Tebet (MDB-MS), elogiou a medida, mas criticou a necessidade de análise pelo Congresso, por considerar que ela poderia ter sido implementada de modo mais rápido, via ato do Poder Executivo.

“É espantoso ter que impor uma legislação para algo que, por ato normativo do ministério, se poderia exigir, que é garantir que os soldados que vão para essa guerra tenham as armas necessárias. O Senado faz o papel de gestor nesse aspecto, fazendo uma lei que caberia ao Executivo que em um único ato poderia determinar as regras mínimas para proteger esses heróis do combate à pandemia”, disse Tebet.

Congresso em Foco

Senadores aprovam suspensão de pagamentos do Fies durante a calamidade

Por unanimidade, os senadores aprovaram nesta terça-feira (12) o projeto que suspende os pagamentos devidos por estudantes ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) durante o período de vigência do estado de calamidade pública decorrente da covid-19. O texto original, do deputado Denis Bezerra (PSB-CE), suspendia os pagamentos ao Fies por 60 dias, mas o prazo foi estendido pelos senadores até 31 de dezembro de 2020.

Serão contemplados tanto estudantes adimplentes quanto os inadimplentes que estejam com parcelas em atraso por, no máximo, 180 dias (seis meses). Antes de ser remetido à sanção presidencial,o texto vai retornar à Câmara dos Deputados, que pode referendar ou rejeitar as modificações feitas pelo Senado.

Relatado pelo senador Dário Berger (MDB-SC), o objetivo do texto é estimular as renegociações de dívidas estudantis. Os estudantes poderão liquidar integralmente os débitos, até o fim de 2020, em parcela única com redução total dos encargos, ou optar pelo parcelamento. Se a opção for pela divisão em até 145 parcelas, haverá redução de 40% dos encargos. Se o estudante optar por parcelar em até 175 vezes, terá diminuição de 25% do ônus. Nos dois casos, o vencimento é a partir de janeiro de 2021.

Os senadores incluíram uma nova alternativa de liquidação: pagamento em 4 parcelas semestrais, até 31 de dezembro de 2022, ou em 24 parcelas mensais, com redução de 60% dos encargos, com vencimento a partir de 31 de março de 2021.

O texto do Senado reduziu o aporte que a União fará ao Fundo Garantidor do Fies (FG-Fies), que tem por função garantir o crédito do Fies. Os deputados haviam estipulado que o valor passaria dos atuais R$ 3 bilhões para R$ 5,5 bilhões. Acatando emenda do líder do governo, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), o Senado reduziu esse valor para R$ 4,5 bilhões.

Profissionais de saúde que atuam no combate à pandemia no âmbito do SUS terão ampliação do prazo para requerer o abatimento de 1% do saldo devedor. O período passará de um mês para seis meses. Também foi incluída a possibilidade de suspensão do contrato caso a matrícula do estudante não seja efetivada, nos contratos firmados a partir de 2018. Segundo o Ministério da Educação (MEC), mais de 900 mil estudantes estão com atrasos superiores a 360 dias na fase de amortização do financiamento.

Esforço concentrado

Amanhã (13), o Congresso Nacional vai realizar sessão conjunta para votar projetos de crédito extraordinário e o reajuste salarial para policiais e bombeiros do DF. Na quinta-feira (14), o Senado volta a se reunir para votar a suspensão de reajustes de preços de medicamentos e de planos e de saúde e outras três matérias.

Congresso em Foco

 

Profissionais de saúde começam a demonstrar transtornos mentais pelo desgaste na pandemia

Em meio ao caos na saúde mundial, provocado pelo coronavírus, os profissionais de saúde que estão atuando na linha de frente começam a precisar de ajuda e cuidados para uma dor impossível de enxergar, mas que ataca mente e alma por não terem condições de salvar todas as vidas que chegam diariamente às unidades de saúde.

Em meio ao caos na saúde mundial, provocado pelo coronavírus, os profissionais de saúde que estão atuando na linha de frente começam a precisar de ajuda e cuidados para uma dor impossível de enxergar, mas que ataca mente e alma por não terem condições de salvar todas as vidas que chegam diariamente às unidades de saúde.

Por isso, em parceria com a Associação Brasileira de Psiquiatria, o Ministério da Saúde está realizando pesquisas para avaliar a “Influência da Covid-19 na Saúde Mental”, desses profissionais. Uma dessas pesquisas está avaliando os 377 profissionais que estão em Manaus, o estado com situação mais crítica do país. Segundo a secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Mayra Pinheiro, um resultado preliminar demonstra que parte desses profissionais já estão apresentando algum tipo de transtorno mental.

“Nesse grupo de Manaus que inclui médicos, fisioterapeutas, farmacêuticos e biomédicos, nós temos 6% de profissionais com sinais de depressão e ansiedade. Isso mostra que cada vez mais, precisamos ter um cuidado amiúde com os nossos profissionais para que eles estejam aptos a enfrentar a pandemia de forma muito mais importante do que nós, porque eles estão diretamente no enfrentamento da doença e precisam, sim, de suporte emocional para continuar atuando.”

De acordo com a secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Mayra Pinheiro, é necessário começar a elaborar políticas públicas para cuidar da saúde mental dos profissionais de saúde que estão atuando no combate ao coronavírus.

“Para esse grupo, colocamos à disposição, atendimento psiquiátrico presencial ou em teleatendimento durante todo o período em que eles estão enfrentando a pandemia. Mas a pesquisa tem como objetivo maior, detectar os agravos de saúde mental na nossa população de profissionais de saúde e que possamos ter na agenda de governo, após a pandemia, políticas públicas voltadas ao cuidado específico com a saúde mental desses profissionais.”

No total, mais de 200 mil profissionais de saúde já responderam a uma das três pesquisas que o Ministério da Saúde está promovendo. Além disso, a estratégia do ministério na forma de repassar as informações, são feitas de maneira a apresentar dados sérios mas que não estimulem o medo na sociedade e, assim, evitar pânico e o desenvolvimento de transtornos mentais na população brasileira.

Agência do Rádio MAIS 

 

 

IBGE divulga dados sobre a realidade da saúde no Maranhão

 O IBGE divulgou a distribuição de leitos de UTIs (unidades de terapia intensiva), respiradores, médicos e enfermeiros nos municípios maranhenses. Os dados têm por referência dezembro de 2019 e foram gerados em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para contribuir com as ações de enfrentamento à Covid-19. As informações estão disponíveis para consulta em mapas interativos do hotsite covid19.ibge.gov.br.

O levantamento partiu do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde 2019 (DataSUS), que reúne as redes pública e privada, e das Informações de Deslocamento para Serviços de Saúde 2018, cujos dados foram antecipados pelo IBGE.

Maranhão tem 08 leitos de UTI para cada 100 mil habitantes

O Maranhão possuía, no ano passado, um dos menores índices de leito de UTI por habitantes do país. Esse indicador registrava 8 leitos por 100 mil habitantes no estado, o mesmo índice verificado no Pará e no Tocantins.

Os números eram superiores apenas aos de Roraima, que apresentou índice de 4 leitos de UTI, o menor do país; do Amapá e do Acre, com 5 leitos; e no Amazonas e no Piauí, com 7. Já a Unidade da Federação que registrou o maior número de leitos de UTI, fundamentais para o atendimento de pacientes graves com Covid-19, foi o Distrito Federal, com 30 leitos por 100 mil habitantes.

A capital São Luís apresentou índice de 32 leitos por 100 mil habitantes. O município de Imperatriz, com 40 leitos, registrou o maior índice do estado. Dos 217 municípios maranhenses, 206 não possuíam leitos de UTI, em dezembro de 2019.

Número de respirador por habitante é o segundo mais baixo do país

O cruzamento de dados também revela a distribuição de respiradores, equipamentos que realizam ventilação mecânica em pacientes com dificuldades respiratórias graves, nas unidades de saúde do país.

O Maranhão possui um dos índices mais baixos, com 13 respiradores por 100 mil habitantes. O Piauí apresentou o mesmo índice (13). O índice dos dois estados só é maior que o registrado no Amapá (10). Distrito Federal lidera, com

63 respiradores por 100 mil hab No estado, apenas 65 municípios dispunham desse equipamento. Os outros 152 municípios maranhenses não possuíam respiradores. São Luís apresentou índice de 48 respiradores por 100 mil habitantes, o maior do estado. O mesmo índice foi registrado nos municípios de Matões do Norte e Turiaçu.

Maranhão tem o menor índice de médico por habitantes

Os dados mostram que os estados com menos médicos estavam concentrados nas regiões Norte e no Nordeste do Brasil. Em 2019, o Maranhão e o Pará registraram os menores indicadores, 81 e 85 médicos por 100 mil habitantes, respectivamente. O Distrito Federal possuía a melhor distribuição de médicos do país, com 338 profissionais por 100 mil habitantes.

O maior índice, dentre as cidades maranhenses, foi registrado na capital, com 206 médicos por 100 mil habitantes; seguido por Imperatriz, com 183.

Distribuição de Enfermeiros

No indicador enfermeiro por habitante, o Maranhão também figura entre as Unidades da Federação com os números mais baixos. O Estado tem o 6º menor índice do país: 106 enfermeiros por 100 mil habitantes.

O Pará tem o menor índice de enfermeiros: 76. Em seguida estão Alagoas e Goiás, com 101, Sergipe com 102, e Amazonas com 103 profissionais por 100 mil habitantes. A existência de profissionais de enfermagem proporcionalmente ao tamanho da população é maior no Distrito Federal. São 198 profissionais por 100 mil habitantes. 

Já, dentre os municípios do Maranhão, o maior índice foi verificado em São Luís (216), seguido por Presidente Dutra (213) e Imperatriz (184). Presidente Médici, com 14 enfermeiros por 100 mil habitantes, apresentou o índice mais baixo do estado.

 Supervisão de Disseminação de Informações

 

 

Claro Net não presta serviço de qualidade a consumidor e a Ouvidoria se omite as reclamações

Estou entre os primeiros clientes da Net na área do bairro Vinhais, que depois se associou a Claro. Todos os problemas que tive quanto a questão de serviços, eram tratados com seriedade, respeito e prazo dentro do período combinado. Depois de terem conseguido uma boa fatia do mercado e se consolidado, a Net desapareceu, ficando apenas a Claro.

Como um dos consumidores antigo, afirmo que a Claro se tornou uma empresa deficiente e até irresponsável para com os seus clientes, destacando apenas o meu caso, diante dos inúmeros que conheço. Há três semanas o meu sinal de internet está precário, chegando a não atingir a velocidade de um mega, quando no meu contrato pago 15 megas.

As reclamações de outrora que eram recebidas com respeito e tratamento correto, observando os direitos do consumidor, deu espaço para a esculhambação quando você recorre ao telefone e recebe a orientação de se dirigir ao site e nele, com a exceção de segunda via de conta, os problemas são estressantes.

A Ouvidoria que sempre exercia uma função de resolver efetivamente os problemas levados ao seu conhecimento pelos consumidores, também se tornou referência de esculhambação. Hoje (12) liguei três vezes para o número 0800 7010 180 e me encaminharam para um atendente que simplesmente não se dignou em me atender, me fazendo perder mais de uma hora nas três oportunidades que tentei resolver o meu problema.

Diante da péssima qualidade do atendimento feito pela Claro, que me cerceia o direito de cobrar por serviços da sua responsabilidade e da acentuada ineficiência da Ouvidoria e dos prejuízos que me têm causados, vou buscar a reparação no juizado do consumidor, uma vez que tentar fazer a Claro assumiu a sua responsabilidade está difícil.

O presente registro que faço aqui é para que outros consumidores, muitos dos quais lesados como eu em seus direitos, para que busquem o remédio no juizado do consumidor, destacando os prejuízos para que eles sejam ressarcidos. Quando os problemas iguais ao que relato aqui, é bom o consumidor atentar que é chegado o momento de mudança.

 

O vídeo do Planalto é devastador. Parlamentares e Sérgio Moro pedem a divulgação

O escritório do advogado do ex-ministro da Justiça Sérgio Moro pediu que o vídeo da reunião ministerial ocorrida em 22 de abril seja divulgado. Segundo nota assinada pelo advogado Rodrigo Sánchez Rios, o vídeo confirma integralmente as declarações de Moro na entrevista coletiva de 24 de abril e no depoimento prestado à Polícia Federal em 2 de maio.

Moro tinha afirmado que o presidente Jair Bolsonaro teria tentado interferir politicamente na Polícia Federal, pedindo, inclusive, troca na Superintendência do órgão no Rio de Janeiro. A suspeita é de que Bolsonaro teria feito esta cobrança a fim de proteger sua família de investigações em curso. Segundo o ex-ministro, a acusação poderia ser corroborada pelo vídeo do encontro ministerial ocorrido na semana em que ele deixou o governo.

“Assistimos hoje ao vídeo da reunião interministerial ocorrida em 22 de abril. O material confirma integralmente as declarações do ex-ministro Sérgio Moro na entrevista coletiva de 24 de abril e no depoimento prestado à PF em 2 de maio. É de extrema relevância e interesse público que a íntegra desse vídeo venha à tona. Ela não possui menção a nenhum tema sensível à segurança nacional”, diz a nota da defesa de Moro.

As primeiras reações ao vídeo geraram uma pressão pela divulgação do material também no Congresso Nacional. O senador Randolfe Rodrigues pediu formalmente o fim do sigilo da gravação. O deputado Marcelo Freixo também foi ao Supremo com o  mesmo objetivo.

O vídeo foi exibido nesta terça-feira (12) na sede da PF em Brasília, ocasião em que Moro, integrantes do governo federal e da Procuradoria-Geral da República (PGR) estiveram presentes.

Caberá ao relator do inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Celso de Mello, decidir se o sigilo do vídeo será quebrado. Por enquanto, ele apenas permitiu que as partes envolvidas tivessem acesso ao material, sem possibilidade de cópia ou reprodução.

A Advocacia-Geral da União (AGU) tentou recorrer ao Supremo para que o governo não precisasse divulgar o vídeo, sob a justificativa de que ele conteria temas sensíveis à segurança nacional. O presidente Bolsonaro resiste em divulgar o material. Há rumores de que Bolsonaro e ministros tenham feito críticas ao próprio Supremo, ao Congresso e à China durante a mesma reunião.

Congresso em Foco