“Em nome do tribunal”, Gilmar chora e homenageia o advogado de Lula

Fui ao Twitter e me deparei com um vídeo de Gilmar Mendes CHORANDO em homenagem a Cristiano Zanin, o advogado de Lula, pelo excelente trabalho que realizou.

Detalhe: estava-se diante de um caso no qual se discutia se havia ou não parcialidade do julgador de 1ª instância…

Sério. O direito, no Brasil, morreu.

Sigo na minha advocacia, pois isso é a única coisa que sei fazer, mas não nutro mais qualquer tipo de expectativa com a profissão.

25 anos depois, o ideal que me movia – de querer fazer justiça, provocando os juízes a aplicarem a lei aos casos concretos – não existe mais.

 Guillermo Federico Piacesi Ramos

Advogado e escritor.

 

Ministro Nunes Marques manda claro recado a Gilmar: “Não temo ninguém, apenas a Deus”

Após Gilmar Mendes “discursar” e criticar, por mais de uma hora, o também ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Kássio Nunes Marques, o magistrado recebeu o direito à fala e rebateu as acusações do agressor.

Muito mais lúcido e objetivo na retórica, Nunes Marques não mencionou as insinuações de que seria um “juiz covarde” por ter votado contra a suspeição de Sergio Moro e, categórico, afirmou:

“Se eu tivesse algo a ensinar de direito a vocês, iriam até me apelidar de professor de Deus. Meu contributo é o silêncio. Não vou fazer réplica ou tréplica. E o meu silêncio é de respeito aos votos divergentes, aos que pensam de forma diferente e sem nenhuma intenção de desqualificar nenhum dos argumentos lançados por Vossas Excelências. Quem me conhece sabe que não me inibo com nada e que não temo ninguém nesse plano. Sou temente apenas a Deus”, afirmou, silenciando a tribuna.

O ministro indicado por Bolsonaro encerrou a resposta, sinalizando sobre o tom de menosprezo com que Gilmar Mendes tratou seu estado de origem, o Piauí, ao dizer que “isto [o voto de Nunes Marques] não é garantismo nem aqui, nem no Piauí”.

“Quando vossa excelência diz que o ‘garantismo’ não é nem aqui, nem no Piauí, pode ser interpretado como uma forma de menosprezar um Estado pequeno. Queria fazer esse registro e apresentar escusa se, eventualmente, no meu voto ofendi a forma de pensar dos senhores. Apenas retratei a minha forma de pensar”, disse, educadamente Marques.

Jornal da Cidade Online

 

Deputado Daniel Silveira levará o seu caso no STF a Tribunal Internacional

Em entrevista ao Programa da Jovem Pan, “Pingos nos Is”, o deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ) falou sobre a prisão domiciliar imposta pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes e explicou que não tentou subverter a ordem democrática.

Silveira afirmou que levará o seu caso a um tribunal internacional e negou ter defendido o Ato Institucional número 5, adotado no governo militar.

“Como a Suprema Corte, aqui, no Brasil, é a última instância e, claramente, se você processar algum ministro, eles não vão declarar que podem ser processados (…) Fica um pouco complicado de você levar à frente. Alguns têm dito que o STF tem se tornado um tribunal de exceção. E eu não concordo (…) O que acontece é que, se você não levar isso para fora e mostrar que tentaram me acusar, que eu subverti a ordem democrática. Logo eu (…) Não faz sentido algum (…) Em momento algum eu defendi o AI-5. E o que eles fizeram comigo foi muito pior que o AI-5”, explicou.

Daniel Silveira apontou que decisões – como as do ministro Alexandre de Moraes – subvertem “a ordem democrática”.

“O que subverte a ordem democrática são decisões como essas, que atacam direto à Constituição. Não ao Daniel Silveira, mas aos milhões de pessoas (…) Com certeza, é uma coisa um tanto absurda. Então, eu preciso levar para uma Corte Internacional, sim, para ser discutida, porque isso subverte a ordem democrática”, finalizou.

Em fevereiro, o parlamentar amigo do deputado, Carlos Jordy (PSL-RJ), já havia adiantando que a defesa de Silveira apelaria para cortes internacionais. O congressista foi preso em 16 de fevereiro – por crime de opinião – por ter publicado um vídeo com críticas aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

“O artigo 53 foi rasgado na íntegra. Tanto na questão da imunidade parlamentar quanto na impossibilidade na prisão de um deputado salvo em flagrante de crime inafiançável, o que não houve”, defendeu Jordy.

Jornal da Cidade Online

 

Quem está mentindo sobre a covid-19? O Governo do Maranhão ou o Jornal Nacional

O Jornal Nacional da Rede Globo, que tem se destacado pelo enorme desserviço e manipulação de informações, nos últimos dias, quando o avanço da pandemia da covid-19 no Maranhão. Nas suas duas últimas edições vem apontado que a pandemia está em estabilidade no Maranhão, saindo do vermelho é quando está em alta e passando para amarelo é quando entra na estabilidade, significa a redução de contaminações, internações hospitalares e óbitos.

A verdade é totalmente diferente da realidade que estamos enfrentando,  como os casos do município de Balsas na iminência de um colapso com a superlotação de enfermarias e leitos de UTI e muitos pacientes aguardando leito. Em Imperatriz a situação é um pouco diferente, mas com riscos sérios e em São Luís, o problema é bastante avançado, observando-se outros graves problemas em inúmeros municípios de diversas regiões maranhenses.

Apesar do Governo do Estado manter certo silêncio sobre as variantes, de acordo com advertências da Fiocruz e vários infectologistas e epidemiologistas maranhenses, elas estão tomando ampla dimensão no Estado. Apesar dos constantes aumentos de leitos e com restrições bem determinantes para alguns segmentos e facilitadoras para outras, os casos ganham destaque e os riscos maiores de mutações do vírus avançam, além de que já ultrapassa os 96% as ocupações de leitos específicos para a doença na capital.

Diante de uma realidade séria e que vem tomando proporções graves, a informação que se tenta passar para o próprio Maranhão e a população brasileira é que aqui a pandemia está sob controle total e logo entrará no processo de redução, o que não corresponde a verdade no momento, bastando registrar que nas últimas 24 horas foram registradas 39 mortes no Estado.

O mapa do Jornal Nacional registra que ele é totalmente baseado em informações das Secretarias de Saúde dos Estados, as quais são enviadas pelos Governos dos Estados ao Consórcio de Veículos, que por sua as encaminham para divulgação. Diante desses princípios, subtende-se que há uma grande distância entre o que diz o Jornal Nacional a realidade dos fatos. Necessário se torna uma correção em respeito a verdade com o esclarecimento sobre quem está mentindo, se é o Governo do Maranhão ou o Jornal Nacional.

Fonte: AFD

 

 

Ministério da Saúde não foi ingênuo como o Consórcio de Governadores que pagou e não recebeu respiradores

A Polícia Federal já teria identificado alguns integrantes de uma quadrilha que tentou vender 200 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 ao Ministério da Saúde e que queria receber R$ 270 milhões adiantados para a entrega do primeiro lote. Gestores do Ministério da Saúde identificaram imediatamente a quadrilha e pelo menos seis elementos conseguiram fugir, mas alguns já teriam sido identificados pela Polícia Federal.

Se não são da mesma quadrilha, pelo menos tentaram utilizar o modus operandi aplicado ao Consórcio de Governadores do Nordeste, quando conseguiram receber adiantado vários milhões de reais para a compra de respiradores. Os bandidos embolsaram o dinheiro e até hoje os governadores vivem a esperança e o sonho de ter o dinheiro de volta.

Para um grupo de governadores formado por políticos hábeis e acostumados a levar no papo eleitores, patrocinadores de campanhas e promessas feitas e não honradas, teriam sido motivados a se mostrarem ingênuos e foram levados no bico pelos bandidos. Os milhões de reais que foram levados pela quadrilha, eram recursos destinados pelo governo federal para a aplicação no enfrentamento a covid-19, de maneira transparente e lícita. Daí é que alguns governadores são investigados e que já teriam sido chamados à responsabilidade de devolver o dinheiro público.

Para inúmeros críticos, os governadores não foram ingênuos e muito menos preocupados com a saúde e a vida do povo, diante de uma motivação, que os teria tirado da racionalidade, para praticar irregularidade de tal dimensão, com entrega de dinheiro adiantado.

Fonte: AFD

 

Já se passaram 180 dias do maior calote aplicado no Brasil sob a conivência do ministro Luiz Fux

Nesta quarta-feira, 24, completaram 180 dias do maior calote aplicado no Brasill, com anuência e cumplicidade do ministro Luiz Fux, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Em 24 de setembro de 2020, Fux, através de uma decisão autoritária, reverteu uma ordem de bloqueio contra o Banco Itaú, em processo que transitou em julgado na justiça do Pará, na condição de Corregedor do CNJ (cargo que ocupou interinamente logo que assumiu a presidência do Conselho).

O caso, que à primeira vista parece ser uma decisão rotineira, na verdade trata-se de um dos maiores golpes aplicados em um acionista pelo Banco Itaú, que se recusa a pagar o valor real de um lote de ações bilionário. R$ 2,09 bilhões para ser mais exato.

O caso começou a ser julgado 18 anos atrás, e o banco vem agindo de má-fé desde o início. Primeiro alegou que havia pago pelas ações, depois alegou ‘ter se enganado’, e queria pagar um valor ínfimo pelo lote. Perícias foram feitas, a Comissão de Valores Mobiliários e até o Banco Central já reconheceram a legitimidade dos papéis. Mas o Itaú, como ‘bom malandro’, preferiu fazer um jabuti subir na árvore, e para isso contou a com a ajuda de Luiz Fux.

Não cabe ao Conselho Nacional de Justiça rever decisões judiciais, pelo simples fato que lá não é instância recursal. Até os jabutis sabem disso, mas Fux preferiu reverter essa lógica para favorecer o maior grupo financeiro privado do país. E pior, a decisão de Fux foi tomada sobre falsos argumentos apresentados pelos advogados do banco.

Para que Fux pudesse interferir no processo, os advogados acusaram a juíza de ter sido ‘parcial’ em sua decisão contra o banco. A juíza Rosana Lúcia de Canelas Bastos, assumiu o processo por redistribuição após o juiz titular dar-se por impedido. Após inteirar-se do processo, que estava em fase de execução, ela determinou o bloqueio judicial para sanar a dívida. Os advogados do Itaú alegam que ela ‘deveria ter comunicado o banco antecipadamente’ e Fux aceitou.

É curioso notar Fux considerando uma juíza ‘parcial’ em uma ação de direito privado, que não tem nenhum impacto relevante, a não ser para os envolvidos, enquanto acredita na ‘imparcialidade’  de Sérgio Moro…mas isso é outro caso, vamos voltar ao Itaú.

Os advogados do banco foram além no ‘pacote de mentiras’. Para justificar ‘urgência’ na decisão autoritária de Fux, eles disseram que foram impedidos de acessar os autos do processo, sendo que eles não tinham procuração para acessar o processo que tramita sob segredo de justiça a pedido do Itaú, e não contaram que o advogado que representa o banco, no Pará, e estava habilitado, viu, fotografou e encaminhou as peças aos seus colegas, portanto, mentiram.

Mas eles precisavam de mais alguma coisa, e resolveram acusar a magistrada de estar ‘levantando os valores bloqueados’ da conta judicial. Outra mentira, e quem desmente os advogados é o próprio Itaú e o CNJ. O banco alega que entre os dias 17 a 25 de setembro ocorreu um erro em sua plataforma que impediu, neste período, que fosse efetivado qualquer bloqueio judicial. Os advogados sabiam disso, eles estavam com a juíza quando ela acessou o SISBAJUD e deu de cara com uma tela mostrando zero reais.

Os conspiracionistas podem até alegar que o ministro teria tido alguma recompensa para ajudar esse ‘jabuti’ a subir em uma árvore, mas há que se considerar que Fux mantém uma estreita ligação com o Itaú e a XP Investimentos há bastante tempo. O mínimo que o ministro deveria ter feito, era declarar-se impedido em atuar numa reclamação dessa natureza. Chama mais a atenção o fato de Fux ter ignorado todas as atribuições do CNJ, assassinar o que restava da segurança jurídica e enlamear a toga em uma ação tão bizarra.

Fux levou sua decisão ao Plenário do CNJ em 6 de outubro, e ao ser confrontado com voto divergente, e alertado que sua conduta era imprópria e colocava o sistema em perigo, ele não pautou mais o caso. A juíza segue sob suspeição e o banco segue com o calote bilionário.

Fonte: Painel Político

 

“A esquerda descobriu como governar o Brasil… Governa pelo Judiciário”, registra jornalista

Gustavo Victorino, um respeitado jornalista e apresentador do Rio de Grande do Sul, foi o convidado especial do Jornal da Noite de terça-feira (23), na TV JCO.

Em uma conversa franca, ele falou sobre as dificuldades que o país enfrenta no momento.

“A esquerda descobriu como governar o Brasil… Governa pelo Judiciário. Isso veio se consolidando, veio dos tribunais superiores desceu para os tribunais estaduais e está hoje na mão, inclusive, de magistrados monocráticos”.

Ou seja, a menos que algo muito forte aconteça, que algo muito significativo aconteça, infelizmente, o nosso país, o país que eu sonhei, está se perdendo na sua ideologia, está rasgando a meritocracia, rasgando suas leis e, aos poucos, estamos sendo entregues a corruptos e a comunistas”, ressaltou.

Fonte: TV JCO

Deputado aciona MP para confiscar vacinas compradas por empresários de Minas sem repassar ao SUS

O deputado federal Alexandre Padilha (PT-SP) acionou o Ministério Público de Minas Gerais pedindo o confisco de vacinas contra a Covid-19 compradas por políticos e empresários mineiros e que não foram repassadas ao SUS.

Empresários compraram vacinas e não repassaram ao SUS como determina a lei. Por meio de suas redes sociais, o parlamentar se mostrou indignado com a vacinação paralela promovida por políticos e empresários ligados ao setor de transportes. Conforme reportagem da revista Piauí, o grupo e seus familiares já tinham tomado a primeira das duas doses da vacina Pfizer contra Covid-19, em Belo Horizonte.

Ainda segundo a publicação, o grupo, composto por 50 pessoas, deveria receber a segunda dose em 30 dias. As vacinas custaram R$ 600 para cada pessoa. Os organizadores da vacinação paralela seriam os irmãos Rômulo e Robson Lessa, donos da viação Saritur.

“São criminosos. Cometeram crime contra a vida, contra as regras sanitárias de uso de vacinas, contra a lei que obriga doar 100% para o SUS etc”, escreveu o parlamentar no Twitter.

Foi aprovado recentemente uma lei (14.125) que autoriza a compra de vacinas por particulares. O texto, contudo, determina que todas essas vacinas sejam doadas ao SUS até que os grupos de risco estejam imunizados.

Fonte: CONJUR

Covid-19 em alta no Maranhão no mapa da Globo aparece em estabilidade

Os registros de covid-19 no Maranhão assumem proporções bem elevadas, dentre eles estão até ontem no mês de março, de 421 mortes causadas pela doença. A cidade de Balsas, na região Sul do Estado está em situação de calamidade pública e se não houver uma intervenção determinada do Governo do Estado há risco de colapso. Em Imperatriz a situação está no mesmo caminho e se aproxima dos 100% da ocupação de leitos de UTI.

Em São Luís, apesar dos sucessivos aumentos de leitos de enfermarias e UTI, as ocupações chegam próximo dos 96% e somente nas últimas 24 horas, foram registradas 39 mortes causadas pela covid-19 no Maranhão.

Diante de uma realidade séria e bastante preocupante com o acentuado número de mortes, o mapa da rede Globo (Jornal Nacional), que informa a situação de cada Estado, quanto a doença, o Maranhão, inesperadamente saiu do vermelho, que são os casos da doença em alta e passou para o amarelo que destaca estabilidade, o que significa controle, quando a verdade aqui o problema é grave e que precisa de medidas urgentes para reduzir os casos de contaminações.

Em São Luís, são cada vez mais os casos de filas de bancos com plenas aglomerações e muita gente sem máscaras e a fiscalização é totalmente indiferente, assim como na rua Grande, ensejando a indignação de donos de bares e restaurantes fechados e fiscalizados, os acham que na visão dos órgãos sanitários seriam eles os vilões das contaminações. De todos os problemas, o poder público se mostra bem impotente para enfrenta-lo é o transporte coletivo. O número de ônibus colocados para servir a população é reduzido e concorre para aglomerações e riscos para avanços da doença nos terminais, nas paradas e dentro dos coletivos com superlotações e muitos passageiros com máscaras no pescoço decorrente do forte calor. Com absoluta certeza, inúmeros passageiros são contaminados e levam a covid-19 para as suas casas e a partir daí há o efeito dominó.

A verdade é que o problema pode ser mais sério e acentuado, e se torna necessário revelar que o mapa da covid-19 divulgado pela rede Globo é decorrente de informações das Secretarias Estaduais de Saúde encaminhadas para o Consórcio de Veículos, do qual a rede Globo e dezenas de outros órgãos de imprensa fazem parte. Especificamente, no caso do Maranhão a realidade é totalmente diferente da informação.

Um fato que precisa ser registrado como informação é que a Fiocruz vem acompanhando toda a situação nos Estados, e o Maranhão é quem mais atrasa para fazer o registro de óbitos. Se o Governo do Maranhão atentasse para as advertências feitas pela Fiocruz e por vários infectologistas e epidemiologistas, principalmente de São Luís, os riscos e avanços da doença com certeza, seriam bem menores.

Fonte: AFD

 

 

 

Bares e restaurantes vistos como vilões de aglomerações sofrerão grande quebradeira em São Luís

          A indicação das autoridades sanitárias de que bares e restaurantes são os grandes responsáveis por aglomerações e disseminadores da contaminação da covid-19, leva a categoria comercial a viver a iminência de uma grande quebradeira. Quem não tiver suporte extra e se arriscar com empréstimos neste período da pandemia, também não deve escapar de perdas incalculáveis. É uma realidade que está entre as mais sérias dos que estão vivendo dificuldades e que não têm a mínima sinalização do que será o amanhã.

Na primeira onda da covid-19, donos de bares e restaurantes demitiram mais de mil empregados e não conseguiram se reabilitar para honrar compromissos financeiros, quando novamente são vistos como responsáveis por aglomerações e contaminadores do vírus. Estive, ontem conversando com alguns proprietários de bares e restaurantes, os quais se mostram bastante indignados com as autoridades sanitárias, que simplesmente apontaram para eles como a causa principal de expansão da doença.

Eles salientam que as autoridades sanitárias e o governo não estão com a visão sensata para verem a rua Grande sempre cheia, as filas de bancos em que não há a mínima prevenção, nos terminais e paradas de coletivos e os ônibus circulando lotados, em que grande parte das pessoas estão sem mascaras. Agora se imputar aos bares e restaurantes responsabilidades maiores e diferenciadas não são corretas.

Um pequeno restaurante com capital giro da renda diária, em que a perda de um dia de  vendas desestrutura o negócio e o auxílio do governo do Estado de mil reais não dá para pagar o salário de um. A verdade é muito dura, uma vez que com a perda de renda da maioria da  clientela, já vinham operando praticamente no vermelho, esperando por uma melhora, quando são surpreendidos com a dura restrição.

Pelo que se informa nos últimos dias já seriam mais de 5 mil demissões em bares e restaurantes e um número considerável dos estabelecimentos não voltará a funcionar por falta de condições dos seus proprietários. Lamentável sob todos os aspectos é que tem crescido o número de pessoas passando fome e que precisam sair em busca do sustento das suas famílias, serem aconselhadas a ficar em casa pelo Governo do Estado, que não lhes dá um pão para matar a fome da família. É muita crueldade e tripudiar com a miséria alheia, me afirmou um pequeno empresário.

Fonte; AFD