Senador derruba “narrativa” desmascara governadores e causa alvoroço na CPI

O senador Marcos Rogério, numa fantástica revelação, está desenvolvendo um trabalho incansável e elogiável para derrubar a narrativa falaciosa que estão tentando imputar, na CPI da Covid, ao Governo do presidente Jair Bolsonaro.

Na manhã desta quinta-feira, 20, o senador desmascarou novamente os ataques contra o presidente.

Para o desespero da “turminha” defensora da “CPI circense”, Marcos Rogério mostrou – baseado nos próprios argumentos da narrativa para incriminar Bolsonaro – quem seriam os tais “culpados”.

Entre eles, João Doria (PSDB), Wellington Dias (PT), Flávio Dino (PCdoB), Rui Costa (PT), Hélder Barbalho (MDB) e inclusive Renan Filho (MDB), filho do relator da CPI, Renan Calheiros.

Aos gritos, logo aparecem os “advogados” dos governadores. Em suas redes sociais, Marcos Rogério escreveu:

“A verdade incomoda muito! A exibição de um vídeo na CPI da Pandemia deixou bem clara a hipocrisia da oposição, que persegue o presidente Bolsonaro por apoiar a cloroquina, mas isenta os governadores que não só apoiam, mas compraram e distribuíram.”

Jornal da Cidade Online

 

Governo recebe alertas de nova onda da pandemia, e área técnica da Saúde teme piora

  • Governo Bolsonaro recebeu alertas sobre a chegada de uma nova onda da pandemia de covid-19
  • Ministério da Saúde teme avanço da doença e falta de insumos, como seringas para a vacinação
  • Imunização segue em ritmo lento

O governo federal vem recebendo alertas sobre a chegada de uma nova onda da pandemia de Covid-19 de secretários de estados e municípios.

Segundo gestores do SUS (Sistema Único de Saúde) que participam das discussões, o ministro Marcelo Queiroga (Saúde) afirma ter preocupação sobre o cenário da crise sanitária, mas publicamente minimiza o risco de alta no curto prazo. Em documentos internos, a Saúde reconhece que é incerta a evolução da doença.

“Não estamos vislumbrando isso nesse momento. A maneira adequada de se evitar terceira onda é avançar na campanha de vacinação”, disse o ministro nesta sexta-feira (21).

Ele afirmou que alguns estados e municípios já notaram “pressão sobre o sistema de saúde”. “Isso se reflete pela abertura que foi concedida nesses estados.”

O presidente do Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde) e secretário no Maranhão, Carlos Lula afirma que teria alertado o ministro Queiroga, nesta semana, sobre possível alta da doença. Para Lula, o recrudescimento da pandemia pode ser superior aos anteriores. “A gente já parte de um patamar muito alto”, disse o secretário.

Segundo ele, o SUS não tem estoque suficiente de insumos essenciais, como kits de intubação, e está perto do limite da expansão de leitos. Nesta sexta, o Brasil registrou 2.136 mortes pela doença e 77.598 novos casos, totalizando 446.527 óbitos e 15.976.156 pessoas infectadas durante a crise sanitária.

Folhapress

 

 

Variante indiana identificada no Maranhão não deve superar a amazônica no Brasil

Virologista acredita que, devido as características moleculares, a variante não vai se sobrepor a amazônica, que já predomina aqui. A variante indiana chegou ao Brasil com os tripulantes de navio vindo da Malásia.

A partir do momento em que o governo do Maranhão, na última quinta-feira (20), confirmou os primeiros casos de covid-19 a partir da variante indiana, o sinal de alerta ficou ainda mais forte entre os brasileiros. Surgiram preocupações como: será que vai acontecer como na Índia? Será que se espalhará como a cepa amazônica, que começou em Manaus e já é predominante no Brasil?

O virologista José Eduardo Levi, professor Instituto de Medicina Tropical da USP e chefe da Unidade de Biologia Molecular dos laboratórios Dasa, não acredita que essa nova variante consiga prevalecer sobre a P.1, como é chamada a cepa brasileira.

“Eu, particularmente, não tenho a percepção de que a cepa indiana vai sobrepor a P.1. Principalmente pelas características moleculares, acredito que ela não conseguiria se espalhar tanto, porque não creio que ela deslocaria a variante de Manaus”, diz ele.

E, completa: “Não dá para dizer que a cepa daqui é mais forte. Porque o experimento para descobrir seria soltar as duas e ver qual se sobrepõe, o que não tem sentido. Mas, de acordo com as mutações apresentadas pela indiana, acho a nossa mais transmissível”, alerta Levi.

Mesmo depois de a OMS (Organização Mundial da Saúde) definir a variante indiana como preocupante, ela não é apontada por especialistas como a principal causa de a Índia ter se tornado o epicentro da pandemia no mundo. Uma vez que a variação do Reino Unido ainda é predominante naquele país.

O virologista compara o surgimento da variação da Índia no Brasil ao aparecimento da britânica em dezembro de 2020, por aqui. “A variante inglesa é predominante no mundo Ocidental. Mas, de acordo com dados que temos no Laboratório Dasa, ela chegou ao Brasil em dezembro, e claramente foi sobrepujada pela amazônica. O nosso entendimento é que ela não cresceu como nos outros lugares do mundo, porque tínhamos o espaço ocupado pela P.1. Acredito que o fenômeno será igual com a variante indiana”, conta Levi.

Como não deixar espalhar a variante indiana no Brasil?

Os seis infectados pela variante indiana estavam no navio MV Shandong da Zhi. A embarcação saiu da Malásia, em 27 de março, passou pela Cidade do Cabo, na África do Sul, onde embarcaram 24 tripulantes.

O destino era o Porto da Madeira, em São Luís. Mas, um tripulante indiano, de 54 anos, sentiu os sintomas da covid-19 em 4 de maio e, no dia 15, foi confirmada a infecção, provocada pela variante indiana. Atualmente, a embarcação está parada a 35 km da capital do Maranhão e todos seguem a bordo cumprindo quarentena.

O pesquisador deixa claro que, independentemente da variante ser mais transmissível ou não do que a brasileira, a preocupação com o contágio deve existir e alguns cuidados devem ser seguidos.

“Ninguém que estiver no navio pode descer sem fazer o exame de PCR. Todos que tiveram contato com as pessoas infectadas ou que estiveram próximas desses doentes precisam ser testadas e acompanhadas”, alerta o virologista.

Além disso, ele diz ser aconselhável fazer vigilância genômica na cidade. “Seria importante que fosse feita uma vigilância genômica nas amostras dos novos casos de São Luís. A intenção é ver se a variação pegou no lugar. O ideal é acompanhar nos próximos 30 dias uma fração dos casos da cidade”, observa o especialista.

O governo federal e os estaduais estudam a possibilidade de criar barreiras sanitárias com a Índia e com São Luís. José Eduardo Levi diz que pode ser positivo, mas lembra que algumas medidas eficazes já deveriam ter sido implantadas.

“O controle de aeroportos é fundamental e já poderia estar sendo feito. Tanto em voos domésticos, quanto internacionais, os passageiros deveriam fazer PCR para embarcar. A pessoa faz o exame no lugar de origem, deu negativo, viaja e apresenta quando chegar no destino. Se tiver algum sintoma ou suspeita, faz PCR e toma os devidos cuidados”, ressalta o professor da USP.

E finaliza: “Convém intensificar os cuidados dos voos da Índia, mas, minha percepção não importa muito em relação à variante indiana. Quem tem de se preocupar é quem vai receber viajantes do Brasil, que tem uma variante mais contagiosa”, completa.

Fonte: R7

 

Pfizer pede à Anvisa para ampliar tempo de armazenamento de vacina contra Covid em refrigerador comum

A Pfizer protocolou nesta sexta-feira (21) um pedido à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para ampliar o prazo de armazenamento da sua vacina contra Covid em temperaturas de 2ºC a 8ºC -o equivalente a um refrigerador comum.

O pedido, que pode facilitar o armazenamento da vacina no país, ocorre após a empresa obter autorização semelhante da agência europeia e em outros países.

Atualmente, segundo a Anvisa, o texto aprovado em bula da vacina da Pfizer diz que o imunizante, após ser descongelado, pode ser armazenado por até cinco dias em temperatura entre 2ºC e 8ºC. “Com o pedido, este período poderá ser estendido”, informa a agência. O órgão não informou qual seria o novo prazo de armazenamento. Na Europa, o prazo aprovado foi de 31 dias.

A alteração foi aprovada após estudos sobre a estabilidade do fármaco depois de retirado dos ultras congeladores –vacinas que usam a nova tecnologia chamada de mRNA, como a da Pfizer e a da Moderna, precisam de temperaturas muito baixas, de entre -40ºC a -70°C, para se conservarem no longo prazo.

Atualmente, o Ministério da Saúde tem contratos para obter 200 milhões de doses de vacinas da Pfizer. Os acordos foram fechados após meses de negativas a propostas da empresa.

A coordenadora do Programa Nacional de Imunizações, Francieli Fontana, diz que a mudança no prazo de armazenamento em refrigerador comum, caso autorizada pela Anvisa, pode ampliar a distribuição da vacina no país, que iniciou neste mês de forma restrita às capitais.

Dados da pasta apontam que 1.190 municípios já conseguem fazer a vacinação em até cinco dias. “Com essa ampliação de 31 dias, podemos capilarizar ainda mais essa estratégia”, disse.

Em nota, a Anvisa explica que, para definir as condições de conservação de uma vacina, costuma avaliar os estudos de estabilidade desenvolvidos pelo laboratório. A previsão da agência é que a avaliação seja concluída até a próxima semana.

Folhapress

 

Maranhão é um dos 08 Estados com crescimento de Síndrome Respiratória Grave, diz a Fiocruz

Os Estados são: Amazonas, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Paraná, Tocantins e Rio de Janeiro, além do Distrito Federal

Oito estados apresentam crescimento de síndrome respiratória grave, segundo boletim Info Gripe da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) divulgado nesta sexta-feira (21). A incidência de doenças respiratórias, que, em casos graves, leva à hospitalização ou à morte se deve, em grande parte a infecções de covid-19, ressalta a fundação.

Os estados são Amazonas, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Paraná, Tocantins e Rio de Janeiro, além de Distrito Federal. A análise se refere ao período de 9 a 15 de maio.

O boletim aponta “indícios de interrupção da tendência de queda” na Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe e São Paulo. Já Minas Gerais e Piauí demonstram tendência de estabilização.

Mesmo com redução ou estabilidade de casos, os números ainda são muito altos, conforme destaca a Fiocruz. “É importante ter redução sustentada de número de casos para uma recomposição do sistema de saúde, inclusive com vistas a reduzir a taxa de ocupação de leitos”, afirmou o pesquisador Marcelo Gomes, coordenador do Info Gripe, por meio de nota.

“Diversos desses estados ainda estão com valores similares ou até mesmo superiores aos picos observados ao longo de 2020. Tais estimativas reforçam a importância da cautela em relação a medidas de flexibilização das recomendações de distanciamento para redução da transmissão de covid-19, enquanto a tendência de queda não tiver sido mantida por tempo suficiente para que o número de novos casos atinja valores significativamente baixos”, completou Gomes.

A Fiocruz frisou o risco da retomada de atividades, que pode levar à interrupção da queda de casos ainda em um patamar fora do cenário de segurança, destacando que o pico de casos neste ano foi superior ao pico no ano passado em diversos estados. “Tal situação, caso ocorra, não apenas manterá o número de hospitalizações e óbitos em patamares altos como também manterá a taxa de ocupação hospitalar em níveis preocupantes, impactando todos os atendimentos, não apenas aos relacionadas à síndromes respiratórias e covid-19”, relata o boletim.

Entre as capitais, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Manaus, Palmas e Porto Alegre sinalizam tendência de crescimento de casos a longo prazo.

Fonte: R7

 

STF avalia suspensão de concurso da PF marcado para este domingo

Votação será encerrada às 23h59 de hoje. É a primeira vez que o STF realiza sessão virtual extraordinária com duração de um dia.

O presidente do STF, ministro Luiz Fux, convocou, para esta sexta-feira, 21, sessão virtual extraordinária do plenário para examinar um pedido de suspensão da prova do concurso para provimento de cargos na Polícia Federal, marcada para o próximo domingo, 23. O relator, ministro Edson Fachin, votou no sentido de suspender a realização das provas. Alexandre de Moraes e Dias Toffoli votaram pela manutenção do certame.

A sessão virtual termina às 23h59 de hoje, 21. É a primeira vez que o STF realiza uma sessão virtual com duração de um dia.

Contágio

Na reclamação, a candidata argumenta que, apesar dos altíssimos índices de contágios, infecções e mortes pela covid-19 em todo o país e da edição de alguns decretos locais restritivos, foi determinada a continuidade do certame, com a convocação para a realização das provas. Segundo ela, a determinação afronta as decisões do STF em duas ações (ADIns 6.341 e 4.102) e na ADPF 672, em que foi explicitada a competência dos entes federativos para tomar medidas com o objetivo de conter a pandemia.

Voto do relator

Ministro Fachin compreendeu, em juízo de cognição sumária, que o ato reclamado ofende o decidido nos processos paradigmas.

Para S. Exa., a realização de provas implicará o deslocamento e a concentração de concursandos em municípios ou Estados que estão adotando medidas restritivas em atenção às evidências científicas sanitárias, sob o risco de colapso dos seus sistemas de saúde.

“Havendo este Supremo Tribunal Federal reconhecido a legitimidade dessas medidas restritivas, desde que amparadas em evidências científicas, não pode a União, sem informar ou contrastar essas mesmas evidências, impor a realização das provas e a ofensa aos decretos locais, havendo razões e recomendações das autoridades sanitárias que amparam as restrições locais.”

Divergência

Ministro Alexandre de Moraes abriu divergência por entender que inexiste fumus boni iuris apto a afastar a autonomia da União em realizar concursos para provimento de cargos próprios, especialmente dirigidos a atividades essenciais, ainda que o certame se realize no território de municípios com regras de restrição gerais impostas por força da contenção da pandemia.

“Assim, verifica-se que a União Federal e a banca realizadora do certame não estão alheias à situação da pandemia, tanto que o ato reclamado contém previsões expressas no edital a respeito dos cuidados e da segurança dos candidatos nos locais de realização das provas, a fim de evitar a transmissão do coronavírus.”

Fonte: Migalhas

 

Renan Calheiros rejeita investigar governadores acusados de corrupção no Covidão. “Não é prioridade”

A CPI da Covid-19 recebeu do Procurador-Geral da República (PGR), Augusto Aras, informações sobre inquéritos contra cinco governadores e a má gestão de recursos federais destinados ao combate à pandemia do coronavírus. Os investigados, até o momento, são Rui Costa (PT-BA), Romeu Zema (Novo-MG), Hélder Barbalho (MDB-PA), João Dória (PSDB-SP) e Wilson Lima (PSC-AM).

Questionado sobre a ausência de manifestação do colegiado sobre o que vai acontecer a esses gestores, o relator da Comissão Parlamentar de Inquérito, Renan Calheiros (MDB-AL), disse as investigações vão acontecer, “mas não agora”.

“Alguns fatos que já estão sendo investigados pelo Ministério Público e pela Polícia Federal. Não vamos fazer uma dupla investigação. Esses fatos não são prioritários na Comissão Parlamentar de Inquérito. Nós vamos investigar tudo que for necessário, mas dentro de um roteiro óbvio e da competência do Senado Federal”, despistou ele, que tem filho governador no Estado de Alagoas, Renan Calheiros Filho (MDB-AL).

E completou afirmando que a CPI é necessária quando um determinado assunto não é investigado devidamente. Para Renan, não é o caso de Estados que, segundo ele, já estão sendo investigados pelo Ministério Público.

O senador Marcos Rogério (DEM-RO) discorda da desculpa dada por Renan e revela que existe uma articulação na CPI para blindar governadores e prefeitos e culpar o presidente da República, Jair Bolsonaro.

“Nós temos documentos com raio dos repasses aos Estados, o que foi feito com esse recurso, qual foi o resultado produzido com essa gestão, e se foi satisfatório, se não foi satisfatório. As apurações da Polícia Federal, nós tivemos 51 operações até outubro do ano passado, em 18 Estados da Federação, com suspeita de corrupção, cheira mal isso”, desabafou, defendendo a necessidade de que as investigações sejam aprofundadas.

Marcos Rogério acredita que, nas próximas semanas, a CPI da Covid-19 deve rastrear o dinheiro que foi repassado aos Estados e lembrou que já existem dois depoimentos agendados: as oitivas do atual e do ex-secretário de Saúde do Amazonas. A situação crítica em que ficou o Estado da Região Norte foi muito debatida entre os senadores durante os depoimentos da CPI.

“Não vamos fazer uma dupla investigação”, finalizou.

Fonte: JPNews

 

Engenheiro diz que sistema eleitoral brasileiro não permite detecção de fraudes

O engenheiro Amílcar Brunazo Filho disse a deputados nesta quinta (20) que o sistema eleitoral do Brasil não tem transparência suficiente para permitir a detecção de fraudes.

“Veja bem, eu não estou dizendo aqui em nenhum momento que [houve] fraudes. O que eu vou afirmar e tentar demonstrar rapidamente aqui, não há muito tempo, é que o sistema não tem transparência suficiente para permitir a detecção de fraudes”, disse, à Comissão da PEC do Voto Impresso na Câmara.

“[Dizem] que o boletim de urna serve para fazer auditoria da urna – não serve. O boletim de urna serve para fazer auditoria da totalização. Auditoria da urna tem que ser feita com os dados de entrada, que seriam os votos dados pelos eleitores e que a urna não gera. Então o boletim de urna não serve para fazer auditoria, ao contrário do que o TSE afirma, afirma, afirma e reafirma”.

Os boletins de urna são impressos em cada seção eleitoral ao fim do domingo de votação, e mostram quantos votos cada candidato teve. De manhã cedo, os mesários imprimem a zerésima, que é um documento que mostra que cada candidato começou o dia com zero voto.

O Antagonista

 

Pazuello na CPI: “Antes da pandemia, o Brasil já sofria com o vírus da corrupção e da impunidade”

O General Eduardo Pazuello deu uma tremenda lição nos “lobos” da CPI da Covid. Em depoimento, o ex-ministro rompeu o silêncio e subiu o tom!

Segundo o general, o vírus da “corrupção” e da “impunidade” fizeram o Brasil sofrer muito antes da pandemia de Covid-19.

“Antes da pandemia, o Brasil sofria com outros dois vírus: o da corrupção e da impunidade, ainda bastante presentes e que também matam milhões de brasileiros todos os dias”, afirmou Pazuello.

E disse mais:

“A pandemia serviu para escancarar uma realidade bastante conhecida na Saúde Pública: a superlotação; leitos nos corredores; falta de medicamentos; falta de insumos; equipamentos e profissionais insuficientes; profissionais da área da Saúde desvalorizados e, algumas vezes, desmotivados. São problemas que se arrastam há décadas, resultado de anos de negligência, de inoperância e de desvios de recursos públicos em todas as áreas.”

As afirmações de Pazuello causaram desconfortos a vários senadores e quem passou recibo pela inquietação foi Renan Calheiros, que mesmo com processos no STF, recebeu aval da maior corte de justiça do país para se manter relator da CPI.

Jornal da Cidade Online

 

União Química desiste de realizar testes da Sputnik V no Brasil

Segundo a Anvisa, a farmacêutica perdeu o prazo para enviar as informações necessárias para a autorização e optou por desistir

Segundo a Anvisa, a desistência não tem relação e não impacta no pedido de uso emergencial

A União Química Farmacêutica, representante da Sputnik V no Brasil, desistiu de desenvolver os estudos clínicos da vacina no país, conforme nota divulgada nesta quinta-feira (20) pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

O pedido de autorização para que o imunizante fosse testado em humanos foi enviado no dia 31 de dezembro, mas a empresa perdeu o prazo de 120 dias para atender às exigências da Anvisa e optou por desistir do processo.

“O laboratório não respondeu o pedido de exigência feito pela Anvisa para a apresentação do protocolo clínico de pesquisa da vacina Sputnik V no Brasil e optou pelo pedido de desistência”, diz a nota.

A desistência não diz respeito ao pedido de uso emergencial, que se trata de um processo diferente de autorização. Por causa da pandemia, a Anvisa flexibilizou as normas para a autorização emergencial e deixou de exigir que os estudos clínicos de fase 3 fossem realizados no Brasil.

Fonte: R7