CPI da Covid vai convocar governadores e aliados de Bolsonaro. Queiroga e Pazuello deporão novamente

Senadores da CPI da Covid aprovaram a convocação de nove governadores. Pedidos miram estados já investigados pela PF. Pazuello e Queiroga também serão ouvidos novamente pela CPI

Senadores da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid no Senado aprovaram, nesta quarta-feira (26), a convocação de governadores e ex-governadores sobre supostas irregularidades na destinação de recursos federais para enfrentamento da pandemia do novo coronavírus. Os pedidos miram estados já investigados pela Polícia Federal.

Confira a lista:

  • Wilson Lima, do Amazonas
  • Ibaneis Rocha, do Distrito Federal
  • Waldez Góes, do Amapá
  • Helder Barbalho, do Pará
  • Marcos Rocha, de Rondônia
  • Antonio Denarium, de Roraima
  • Carlois Moisés, de Santa Catarina
  • Mauro Carlesse, de Tocantins
  • Wellington Dias, do Piauí

O ex-governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel (PSC) foi afastado do cargo por suspeitas de integrar organização criminosa que praticou irregularidades na área da saúde do estado.

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), também foi convocado a depor na CPI da Covid. Os senadores receberam relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) que apura irregularidades no uso da verba da União pelo Governo do Distrito Federal na pandemia.

Os senadores aprovaram ainda os seguintes requerimentos de convocação:

  • Marcelo Queiroga, ministro da Saúde
  • Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde
  • Arthur Weintraub, ex-assessor do presidente Jair Bolsonaro
  • Carlos Wizard, empresário que atuou no Ministério da Saúde
  • Paulo Baraúna, representante da White Martins
  • Luana Araújo, ex-secretária do Ministério da Saúde
  • Filipe Martins, assessor da Presidência da República
  • Marcos Eraldo Arnoud Marques (Markinhos Show), assessor especial no Ministério da Saúde
  • Tércio Arnaud Tomaz, Assessor Especial da Presidência da República

Fonte: Yahoo Notícias

A realidade dos riscos de contaminação com a covid, de usuários de coletivos no terminal da Cohama

Enquanto as providências ficarem concentradas nos discursos evasivos, que não levam a nada e muito pelo contrário mostram uma autêntica omissão e banalização à vida de milhares de pessoas usuárias dos transportes coletivos, as autoridades não vêm os riscos cada vez bem maiores com as aglomerações, que assustam o povo sofrido, com surgimentos de novas cepas.

O terminal da Cohama é um dos indicadores de que o Sistema de Transporte Coletivo de São Luís, precisa de decisões políticas e técnicas e não de paliativas e muito menos de empirismo. A população vem sofrendo de há muito com serviços de péssima qualidade e com a pandemia o problema passou a ser bem maior, em razão de que não há distanciamento entre as pessoas como prevenção, em razão da falta de espaço e as aglomerações fazem parte do dia a dia.

As medidas anunciadas como se fossem a solução do grave problema, demostraram que o poder público está totalmente distanciado da realidade. Há necessidade de estudos técnicos e não apenas fazer festa com ônibus de empresários, enquanto os usuários, as maiores vítimas continuam a sofrer nos terminais, nas paradas e dentro dos coletivos com riscos mais acentuados, de que podem estar levando o vírus para dentro das suas casas e para as suas comunidades.

A verdade é que os governos municipal e estadual não demonstram maiores interesses em enfrentar as aglomerações no setor do transporte coletivo, uma vez que reconhecem que a problemática precisa de decisões bem acentuadas e como sempre são cortejados pelo empresariado, acaba sobrando para o lado mais fraco e como muitos dos excluídos dizem, para os “Zés Ruelas”.

Fonte: AFD

 

STF revoga liminar de crédito de R$ 635,5 milhões para o Governo do Maranhão pagar precatórios

O Supremo Tribunal Federal, por maioria de votos, negou mandado de segurança e revogou liminar que determinava à União a abertura de linha de crédito especial ao Governo do Maranhão destinada ao pagamento de precatórios. De acordo com a decisão do Plenário, na sessão virtual encerrada no último dia 14, o refinanciamento das dívidas por esse meio é uma medida de caráter subsidiário, cabível apenas quando esgotadas as demais alternativas e destinada ao pagamento dos saldos remanescentes de precatórios a pagar, o não foi o caso do governo Flavio Dino.

  No MS, o estado apontava omissão da Presidência da República por não determinar a abertura da linha de crédito especial prevista na Emenda Constitucional (EC) 99/2017, que fixou a data de 31/12/2024 como termo final para pagamento das dívidas judiciais sujeitas ao regime especial de precatórios.

Segundo o ente federado, a emenda expressamente determinou que a linha de crédito fosse aberta em até seis meses contados de sua entrada em vigor (14/12/2017). Mas, segundo alegou, a União se mantém “inerte, silente e omissa”, e nenhum estado se beneficiou do empréstimo subsidiado. O Maranhão pedia a abertura de linha de crédito de R$ 623,5 milhões, valor apontado como necessário para a total satisfação da dívida de precatórios até 2024.

Já a União sustentou que o artigo 101, parágrafo 4º, do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT), incluído pela EC 99/2017, impõe aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios o uso preferencial de recursos orçamentários próprios para pagamento de precatórios, e, apenas subsidiariamente, uma sequência de fontes alternativas, a ser empregada de forma acessória e complementar.

Para a União, a linha de crédito requerida no mandado de segurança deve ser entendida como a última fonte de recursos. Em junho de 2019, o relator, ministro Marco Aurélio, concedeu parcialmente a liminar, determinando à União a abertura de linha de crédito especial para quitação do estoque de precatórios do Maranhão formado até 25/3/2015.

Caráter subsidiário
No julgamento do mérito, no entanto, prevaleceu o voto do ministro Luís Roberto Barroso. Segundo ele, o regime disciplinado no artigo 101 do ADCT assentou que o débito de precatórios deve ser pago preferencialmente com recursos orçamentários próprios, e, subsidiariamente, com verbas advindas das fontes adicionais de receita indicadas, no caso de os recursos próprios serem insuficientes.

Barroso observou que o regime especial de pagamento prevê instrumentos adicionais, como estoques de depósitos judiciais e administrativos, empréstimos contraídos no mercado privado e saldo de depósitos para pagamento de precatórios e requisições de pequeno valor realizados pelo ente federativo. Segundo ele, o uso das linhas de crédito está atrelado ao financiamento dos saldos remanescentes de precatórios, ou seja, do montante não coberto pelas fontes de receita anteriores.

O ministro lembrou que esse tem sido o entendimento adotado pela Corte em diversas decisões em que foram indeferidos pedidos liminares ou negados mandados de segurança com base no mesmo dispositivo constitucional.

Recursos próprios
No caso dos autos, Barroso verificou que o Maranhão não demonstrou o exaurimento dos recursos oriundos do orçamento e das fontes adicionais de receita na quitação dos débitos de precatórios. Segundo decisão do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão (TJ-MA) sobre o plano de pagamento de precatórios apresentado pelo estado, ainda não houve o uso das fontes adicionais de receita para a satisfação dos débitos em questão, o que inviabiliza a contração do empréstimo.

Por fim, o ministro explicou que, apesar de o dispositivo do ADCT ter sido revogado pela Emenda Constitucional 109/2021, é necessária a análise do mérito do mandado de segurança e a revogação da liminar, diante dos efeitos produzidos. Seguiram integralmente o voto as ministras Cármen Lúcia e Rosa Weber e os ministros Nunes Marques, Luiz Fux e Ricardo Lewandowski.

Os ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Alexandre de Moraes também votaram pela negativa do mandado de segurança, mas mantinham os financiamentos já autorizados, tendo em vista os valores já desembolsados pela União e o empréstimo em curso. Ficaram vencidos os ministros Marco Aurélio e Edson Fachin, que deferiam parcialmente o pedido nos termos explicitados na liminar.

Com informações da assessoria do STF.

 

“Foi estabelecida guerra sem tréguas para desalojar o presidente eleito em 2018”, detona Paulo Alceu

O jornalista Paulo Alceu comentou, durante o programa ND Notícias, a gritante disparidade entre os números apontados pelas pesquisas de opinião recentemente divulgadas e os movimentos de apoio ao presidente Jair Bolsonaro.

“Aquele mar de verde e amarelo ovacionando o presidente da República que, segundo a última amostragem, sofre elevados índices de rejeição, levanta dúvidas sobre a honestidade dos percentuais do Datafolha. Permite, inclusive, acreditar que são números manipulados e construídos com outros interesses”, apontou ele.

Paulo Alceu defendeu, ainda, a imparcialidade que deveria ser adotada pela imprensa:

“E não se trata, aqui, de defender Bolsonaro como, os cabecinhas pequenas entram nessa discussão, são fatos. Fatos reais. Foi estabelecida uma guerra sem tréguas para desalojar o presidente eleito em 2018”, comentou ele.

E fez questão de citar, ainda, o modo como a oposição vem enfrentando esse embate:

“É mais do que legítimo os que defendem Lula. Cada qual defende o que acredita e, de repente, até pratica. Não tiveram ministros da toga imperial ‘descondenando’ o ex-presidente? Mas a maneira como querem se impor na volta ao poder revela, isso sim, uma espécie de desespero em confronto com os fatos e a verdade”.

Jornal da Cidade Online

Senador escancara verdade sobre CPI: “A gente vê a gana do relator em querer um crime na marra”

Na última segunda-feira (24), o senador Jorginho Mello deu entrevista ao vivo no programa CNN Novo Dia, da CNN Brasil, e acabou falando aquilo que muitos da “grande mídia” preferiam não ouvir:

“A CPI é um ambiente nervoso. A gente vê a gana do relator em querer um crime na marra. Não pode ser assim. É por isso que ela perde a credibilidade em certos momentos. O que não pode é você estar de boca torta para tudo que falam, tudo que responde é mentira”, apontou ele.

Ao falar sobre a repercussão do depoimento do general Eduardo Pazuello, Mello elogiou a postura do ex-ministro da Saúde:

“Ele [Pazuello] falou, não se omitiu em absolutamente nada, foi um depoimento bom. É por isso que a oposição está freneticamente tentando criar fatos, fazer uma narrativa que mentiu, que é o fim do mundo, porque é uma das pessoas mais importantes, que é o ministro [da Saúde] que ficou mais tempo no governo nesse período de pandemia”, comentou o senador.

O parlamentar lembrou, ainda, que a função da CPI é apurar a responsabilidade na gestão dos recursos para o enfrentamento à pandemia, e não fazer política:

“A sociedade precisa saber quem é que meteu a mão no baleiro, quem é que desviou dinheiro. Tem que cuidar da pandemia, mas tem que ter responsabilidade com os recursos. Os recursos foram encaminhados. O que eu não quero e eu não concordo é que ela seja um palanque político para alguém que estava no ostracismo, na cinza, que não tem credibilidade para ficar apontando o dedo para ninguém. O Brasil conhece, está querendo ser o salvador da pátria, isso não pode acontecer e está acontecendo.”, pontuou ele.

Jornal da Cidade Online

 

Cézar Bombeiro e segmentos comunitários refletem hoje os 103 anos do bairro da Liberdade

A perda do mandato de vereador, fez o grande líder comunitário Cézar Bombeiro se apaixonar ainda mais e lutar pelo seu bairro da Liberdade, que mesmo no período em que tinha mandato, nunca se afastou das suas origens. Se não estivéssemos enfrentando a pandemia do coronavírus, os 103 anos do bairro da Liberdade estavam em plena alegria e muita euforia participativa com todos os segmentos comunitários, disse ele hoje, que a data é para uma ampla reflexão para que todos possam refletir sobre o que fazer pela Liberdade, afirmou. Por conta dos sérios problemas causados pela epidemia do covid-19, que tem tirado centenas de vidas em nossa capital e seguindo as orientações sanitárias das autoridades, o aniversário dos 102 e agora dos 103 anos bairro da Liberdade não foram festejados, mas as comemorações maiores estão dentro dos corações de todo o povo que tem orgulho e ama o bairro da Liberdade. É de autoria do vereador Cézar Bombeiro a Lei 6.250/2017, aprovada pela Câmara Municipal que define o dia 25 de Março, como data comemorativa da Fundação do Bairro da Liberdade.

A história do bairro da Liberdade tem as suas origens como Sitio Itamaracá e depois nas décadas 1920/1930 passou a ser chamado Campina do Matadouro, quando começaram a surgir as primeiras ocupações de maioria negra descendentes de quilombolas e comunidades rurais da Baixada Maranhense. Eles foram atraídos por parentes que já viviam há muitos anos no local.

Foi a partir da instalação do Matadouro Modelo no local, como estratégia para receber gado para abate, vindos por embarcações de pequeno porte pelo rio Anil e pela ferrovia São Luís-Teresina. O local ganhou uma grande movimentação. e não demorou muito para o bairro da Liberdade surgir como uma erupção, entre os bairros da Fé em Deus, Monte Castelo, Canto da Fabril, Diamante Camboa, como comunidade de origem negra com efervescência, em busca da ocupação do seu lugar dentro do contexto da sociedade com um grande potencial cultural e altamente criativo

O nome da Liberdade recebido pelo bairro foi através da Lei Municipal nº 1.749, de 17 de maio do prefeito Epitácio Cafeteira, que definiu o nome da comunidade, quando já eram bem fortes e influentes as manifestações culturais afro-brasileiras com destaque para a ampla diversidade, cada vez mais crescentes com o surgimento de grandes e importantes lideranças com destaques nos âmbitos municipal, estadual, nacional e internacional.

                    Lutar por direitos e dever de todos nós

O vereador Cézar Bombeiro, desde menino com os seus irmãos veio morar no bairro da Liberdade, há mais de 40 anos e passou a gostar do local, tendo adotado a comunidade e por ela foi adotado. O resultado é que conseguiu a sua formação acadêmica e posteriormente ingressou no serviço público mediante concurso. Decidiu realmente viver no bairro e daí pra frente, constituiu família e até hoje vive dentro do contexto de luta por direitos e dignidade da população do bairro da Liberdade, sem nunca ter se afastado dela.

Por muitos anos, como líder comunitário e muitos abnegados, a luta foi a marca principal de todos, embora com dificuldades. Os ecos da organização comunitária, na realidade motivava muita gente, que decidiu se incorporar à luta. Embora a presença do poder público fosse muito pequena, a luta crescia e tomou dimensões bem amplas e passou a incomodar os poderes constituídos.

Foi com o incentivo e o importante apoio de todos os segmentos culturais e comunitários, que Cézar Bombeiro ingressou na política. A sua perseverança e dos seus amigos comunitários, lhes proporcionou a eleição a vereador e o exercício de um mandato identificado com os interesses coletivos, dando amplo destaque para o bairro da Liberdade e os demais integrantes da área, em que estão a Fé em Deus, Camboa, Canto da Fabril, Vila Passos, Diamante, Monte Castelo e Alemanha. Todos estão dentro do contexto, mas sem deixar de defender e lutar por direitos de todos os demais bairros da nossa capital.

             Sempre acreditei que as transformações passam pela educação

Cézar Bombeiro, muito antes de ser político, movido por princípios e exemplos de seus pais, que os ensinaram, que com a educação, as pessoas mudam as comunidades, constroem cidadania e sabem defender direitos, dignidade humana e lutas por conquistas. Dentro desse contexto tenho recebido importantes apoios da comunidade e dos segmentos comunitários do bairro da Liberdade, com uma ampla observação de que a comunidade é detentora de um rico e forte potencial cultural, com amplas tendências de crescimentos todos nós juntos podemos fazer sempre muito mais diz Cézar Bombeiro com manifestação de intensa alegria, na comemoração dos 103 anos de criação do bairro da Liberdade.

O grande diferencial do vereador é que as reivindicações das comunidades que integram a Liberdade, são debatidas e geralmente acabam dentro do contexto educacional. A primeira Escola de Música do bairro da Liberdade, que se chama o coronel Carlos Augusto Castro Lopes foi uma conquista muito grande e compromisso assumido pelo vereador Cézar Bombeiro. Ela vem crescendo e no prédio onde está instalada já houve duas ampliações e outras e tornarão necessárias.

A criação da primeira Biblioteca Comunitária João Damasceno Corrêa Moreira é um grande marco da comunidade, pelo importante espaço que abriu para crianças, jovens, adultos e todas as pessoas que gostam de ler, além de se constituir em espaço para eventos com motivações literárias e produções artísticas. O nome foi escolhido pela comunidade para homenagear um dos grandes advogados do Maranhão e que tinha o orgulho de morar no bairro da Liberdade.

Como a educação é o fator principal dos compromissos do vereador e da comunidade a luta vem aos poucos. Cursos profissionalizantes, de preparação ao exame vestibular e o verdadeiro enfrentamento ao analfabetismo digital, que impede o acesso das pessoas ao mercado de trabalho, dentro de pouco tempo mudará consideravelmente a realidade da comunidade. O esporte e a cultura com orientação amplamente para a educação, vêm alcançando grande progresso e com motivação para crianças e jovens.

A Regularização Fundiária

Cézar Bombeiro, muito antes de se tornar político, e como membro da organização comunitária da Liberdade, sempre pautou a sua luta pela regularização fundiária das áreas da União, que vão desde a Camboa, passando pela Liberdade, Fé em Deus, Monte Castelo, Alemanha e Vila Palmeira. Existem alguns avanços junto a Superintendência do Patrimônio da União em São Luís. Fora do parlamento continua a sua luta e com aliados da comunidade, os quais acreditam que o sonho vai se transformar em realidade.

Cézar Bombeiro lembra, quando do exercício do seu mandato de vereador teve importantes demandas feitas à Prefeitura de São Luís, voltadas para a melhoria da infraestrutura básica do bairro, mas infelizmente esbarraram  na inoperância  da Prefeitura de São Luís, que além de preterir os requerimentos do então vereador, puniu  todas as comunidades que formam a Liberdade, o que demonstrou claramente que o executivo municipal e mais precisamente o ex-prefeito Edivaldo Holanda Junior penalizou de maneira cruel e até sórdida, a população de todo o bairro.

Não foram apenas as minhas emendas, mas também do deputado Eduardo Braide. Já realizamos audiências públicas na Câmara Municipal sobre galerias e valas para o bairro e a indiferença da administração pública do município e mais precisamente do prefeito Edivaldo Holanda Júnior, pode ser perfeitamente interpretada como discriminação. O mais importante é que com o decisivo apoio das comunidades que integram a Liberdade continuamos perseverantes na luta em defesa do bairro e de toda a sua gente, destaca Cézar Bombeiro, ressaltando, que hoje, mesmo sem mandato contínua com a sua luta cada vez mais forte e determinada e que o bairro da Liberdade é mundialmente vitorioso no esporte pelos seus filhos, que embora vindos de uma comunidade pobre e até discriminada, mostraram mundo afora, que pobreza não diminui as pessoas e muito pelo contrário a elevam-na com princípios, valores, educação e conquistas com muita superação e dignidade, e assim vão surgindo novos cidadãos e cidadãs, que constroem e transformam a história do bairro da Liberdade, afirmou Cézar Bombeiro.

Fonte: AFD

 

 

 

 

Taxa de transmissão da covid sobe no Brasil, segundo Universidade de Londres

Universidade de Londres divulgou levantamento nesta terça, país estava em queda desde a última semana de abril

A taxa de transmissão da covid-19 subiu nesta semana no Brasil de 0,91 para 1,02, de acordo com levantamento divulgado nesta terça-feira (25), pelo Imperial College de Londres. Os números do país estavam em queda desde a última semana de abril.

O dado representa que cada pessoa infectada transmite a doença para 102 pessoas. Na semana anterior, um doente passava a covid para 91 saudáveis. Quando a taxa de transmissão está acima de 1, significa que a pandemia não está controlada no país.

O levantamento da universidade do Reino Unido também projeta que o Brasil deve registrar mais de 14.600 óbitos por covid-19 nesta semana. Na anterior, foram registradas 13.681 mortes pela infecção.

O aumento acontece três semanas após o relaxamento das medidas de restrição social feito pelos governos estaduais e municipais na semana que antecedeu o Dia das Mães, acentuou o Imperial College de Londres.

Fonte: R7

 

CPI da Covid: “Identificamos muitos casos de corrupção em Estados e municípios”, afirma ministro da CGU

O ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Wagner Rosário, participou do programa “Direto ao Ponto”, da Jovem Pan, nesta segunda-feira (24), e desabafou sobre o teatro montado em torno da CPI da Covid-19.

Rosário explicou sobre a fiscalização que a União faz em torno dos gastos de Estados e municípios no enfrentamento da disseminação do coronavírus, desde que a pandemia começou, em março de 2020. O ministro revelou que muitos casos de corrupção foram encontrados e que é necessário que a CPI também trate desses desvios.

“Em uma reunião, selecionamos 278 ‘entes federados’ que seriam acompanhados: capitais, seis ministérios, todos os estados, municípios acima de 500 mil habitantes e etc. A partir daí, colocamos uma equipe em cada Estado acompanhando todas as compras feitas pela Covid-19 e, em alguns locais, tinham uma transparência melhor, outros nem tanto. Então, montamos um grupo que registrava tudo o que saía e comparamos preços. Fizemos esse levantamento que resultou em 53 operações que fizemos junto com a polícia”, apontou.

“Sabemos que o SUS tem uma organização tripartite, então toda essa pandemia tem que ser tocada dentro dessas competências. Me parece que o foco da CPI tem sido muito a gestão federal, mas nós sabemos que não é simples, envolve muita gente. Nós identificamos muitos casos de corrupção em estados e municípios, então a população quer que olhe os problemas no total”, completou o ministro.

A Controladoria ainda não conseguiu identificar valores totais de todos os desvios e nem previsão de que irão retornar aos cofres públicos. Mas, a estimativa é a de que o prejuízo esteja, atualmente, na casa dos R$ 160 milhões. A CGU comprovou, até o momento, que R$ 40 milhões foram mesmo desviados, mas há possibilidade desse valor aumentar muito com as novas investigações.

Em seu depoimento, durante a CPI, o ex-Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, informou que o órgão de controle teria orientado o governo a não assinar o contrato com a farmacêutica Pfizer na compra das vacinas contra o coronavírus. Sobre o tema, Rosário explicou como funcionou as conversas entre a CGU e o governo.

“Emitimos um parecer no dia 3 de março 2021 que analisava riscos do contrato e algumas cláusulas que eram sigilosas e que preocupavam o governo como um todo. Como cláusulas de pagamento de garantias que a empresa não seria responsabilizada, alguns cláusulas (da Janssen) que tratavam de majoração dos preços; caso houvesse modificações. Então, isso tudo fomos colocando os problemas e medidas de mitigação desses riscos. O nosso parecer apontava os riscos, então deixamos claro que existiam esses problemas; mas se tomados essas medidas os contratos poderiam ser assinados”, contou.

Rosário desmentiu reportagem do Estado de S. Paulo que inventou um orçamento paralelo do presidente Jair Bolsonaro, no valor de R$ 3 bilhões em emendas do Orçamento Federal a alguns parlamentares e também para compra de tratores e outros maquinários superfaturados.

“A peça orçamentária é única. Secreto é algo escondido e se os valores estão lá, ele não é secreto. A primeira mentira da reportagem é essa. Depois diz que o orçamento secreto foi direcionado para a compra de tratores superfaturados e não diz qual foi o trator superfaturado ou quanto foi pago. O ministro Marinho disse ‘CGU olhem para mim se os tratores adquiridos pelo meu ministério estão superfaturados’. Vamos verificar isso. O problema da reportagem é que já diz que é um esquema de corrupção, mas não aponta provas. Isso precisa ser investigado”, avisou.

.Fonte: JPNews

 

Tomás filho de Bruno Covas relata últimos momentos com o pai: “Ele foi muito guerreiro”

  • Bruno Covas morreu, vítima de complicações de um câncer, no último dia 16
  • Seu filho, Tomás, de 15 anos, contou que o pai foi um “guerreiro” na luta contra a doença
  • O prefeito de São Paulo teria, ainda, esperado a aceitação da família antes de partir

Tomás Covas perdeu o pai, Bruno, no último dia 16. O prefeito de São Paulo não resistiu às complicações de um câncer na cárdia e morreu após uma longa batalha, mas não sem lutar como um “guerreiro”, conforme explicou o garoto de apenas 15 anos.

“Ele foi muito guerreiro. Batalhou muito. Sempre com coragem de enfrentar a doença. A gente sentia a vontade que ele tinha. O sorriso no rosto no dia a dia”, declarou em entrevista exibida pelo Fantástico, da TV Globo, no último domingo.

Tomás desmentiu informações divulgadas na imprensa de que Bruno Covas estivesse frágil e chorando muito na frente dos médicos em seus últimos dias de vida. “Era totalmente o contrário o clima no hospital”, garantiu.

O prefeito da capital paulista descobriu o câncer em outubro de 2019. Na época, já foi diagnosticada uma metástase. Após um ano e meio de luta, ele teve o óbito confirmado às 8h20 do último dia 16, no Hospital Sírio-Libanês, onde estava internado. Tomás relatou que seu pai pareceu esperar a aceitação da família antes de partir.

“Tive a sensação de que ele esperou eu aceitar, conversar com ele sobre isso, para ele ir tranquilo. A gente ficou do lado dele, abraçou ele e falou para ele descansar”, disse. “Fui a última pessoa que conversou com ele consciente. Não fazia a menor ideia de que seria a última conversa. Foi breve. ‘Boa sorte na prova’.”

A amizade, o companheirismo, a identidade entre pai e filho foi marcante com o registro de um amor sólido entre os dois. Eles marcaram profundamente o povo brasileiro e milhares de pessoas sofreram com Bruno Covas partindo para o Reino da Glória e Tomás unido com o pai até os seus últimos minutos de vida.

Fonte: Yahoo Notícias

Governo fechará acordo para produzir vacina com 100% de autonomia: “A expectativa é 1º de junho”, diz Queiroga

Está agendado para o dia 1º de junho a transferência de tecnologia da vacina de Oxford/AstraZeneca. A afirmação é do Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, nesta segunda-feira (24).

A confirmação de que o contrato será firmado é uma excelente notícia para o Governo Bolsonaro; visto que o Gestão Federal tem sido vítima de críticas da “mídia do ódio” em virtude de insumos que, supostamente, não teriam chegado ao Brasil, impedindo que a produção das vacinas contra a Covid-19 continuasse no país.

Na semana passada, Marcelo Queiroga já havia adiantado que o contrato estava prestes a ser firmado.

“A expectativa é dia 1º de junho. Queremos assinar esse contrato com o nosso presidente da República. Ele foi um incentivador dessa proposta de transferência de tecnologia por acreditar que é fundamental o desenvolvimento do Complexo Industrial da Saúde. A gente está organizando com o cerimonial do Palácio do Planalto”, informou.

A transferência vai permitir que a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) tenha autonomia para produzir o imunizante contra o coronavírus no Brasil com total independência. Atualmente, a vacina é feita com Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) importado da China; o que deixa o Brasil em situação desconfortável à espera de confirmação do governo asiático.

Para acelerar a fabricação em território brasileiro, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) realizou, em abril, uma vistoria nas instalações onde o IFA nacional será produzido. A certificação das condições técnico-operacionais do laboratório Bio-Manguinhos/Fiocruz foi concedida. O laboratório quer entregar 100 milhões de doses entre julho e dezembro.

Fonte: Metrópoles