Especulações sobre internação hospitalar de Edivaldo Holanda Jr, fez crescer a sua campanha

A internação hospitalar do candidato a governador Edivaldo Holanda Junior, acometido de um problema de passagem de cálculo renal, deu origem a especulações de adversários na disputa eleitoral para inúmeros comentários nas redes sociais, dentre eles, o de que estaria articulando uma saída para a renúncia da sua candidatura em troca de apoio a uma outra.

Edivaldo Holanda Junior, com a serenidade que lhes é inerente, entendeu que o seu crescimento eleitoral em São Luís está incomodando interesses escusos, e que tudo não passava de articulação com vistas a confundir a população e mais precisamente os seus eleitores. O ex-prefeito de São Luís fez através das redes sociais e no horário político, os necessários esclarecimentos, destacando que a sua candidatura está cada vez mais comprometida com os interesses do povo de São Luís e do Maranhão.

O que tem incomodado os adversários do ex-prefeito Edivaldo Holanda Junior é a receptividade cada maior e mais intensa do apoio popular, com a observação de que na capital ela é bem acentuada. Por onde passa, fica cada vez mais forte o seu carisma, o respeito e a admiração do povo, que continua o tratando como se ainda fosse, prefeito e com inúmeros pedidos, dentre eles, o transporte coletivo e os atendimentos a saúde, principalmente nas marcações de consultas, em que as pessoas sofrem discriminações, principalmente as idosas.

Depois de ter saído do hospital e seguindo algumas recomendações médicas, Edivaldo Holanda Junior retomou a sua campanha em São Luís e retorna imediatamente ao interior do Estado.

A verdade é que os seus opositores na tentativa de prejudicar a sua campanha, acabaram contribuindo decisivamente para o crescimento dela. Não será surpresa alguma, se Edivaldo Holanda Junior tiver uma votação bem expressiva em São Luís, afinal de contas, ele ainda é muito admirado e respeitado pela população ludovicense.

Fonte: AFD

 

 

 

 

 

Alexandre de Moraes recusa reconhecer abuso cometido e o perigo que ele representa para a democracia, diz jornal

Um fortíssimo editorial foi publicado nesta sexta-feira (16) pelo jornal Gazeta do Povo. Na opinião do tradicional jornal paranaense, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ‘se agarra ao erro e insiste no arbítrio’.

Eis o texto:

“Diante da oportunidade de fazer a coisa certa pela primeira vez em muitos dias, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, não hesitou e se abraçou com ainda mais afinco ao erro – e não um erro qualquer, mas o puro arbítrio, que nega a mesmíssima democracia que se alega proteger. Alegando questões de prazos processuais, Moraes levou apenas algumas horas para negar um pedido feito nesta sexta-feira pela Procuradoria-Geral da República (PGR), para que as investigações contra oito empresários, motivada pela divulgação de conversas privadas entre eles em um grupo de WhatsApp, fosse arquivada.

No agravo regimental, a vice-procuradora-geral Lindôra Araújo explicou todos os erros que fazem desta investigação uma aberração jurídica completa, digna de totalitarismos. Ao lado de irregularidades que já fazem parte do roteiro dos inquéritos abusivos que correm no Supremo, como o fato de os investigados não terem prerrogativa de foro, a investigação contra os empresários representou um novo grau de violação das garantias individuais ao estabelecer uma “polícia de pensamento de regimes autoritários”. A expressão não é gratuita – pelo contrário, é totalmente justificada, já que o grupo de empresários foi submetido a medidas extremas, chegando até mesmo ao bloqueio de contas bancárias, apenas porque alguns deles (mais especificamente, três dos oito investigados) manifestaram sua opinião sobre um golpe no Brasil, sem que suas palavras constituíssem nem apologia, nem incentivo, muito menos qualquer tipo de articulação para que tal ruptura ocorresse.

Alexandre de Moraes se recusa terminantemente a reconhecer o abuso cometido e o perigo que ele representa para a democracia

O fim do sigilo sobre a operação contra os empresários mostrou que, além das conversas tornadas públicas por um jornalista que passara meses integrando o mesmo grupo de WhatsApp, não havia nada mais que pudesse justificar a continuação das investigações, muito menos a prática da “pescaria probatória” da qual se passou a suspeitar fortemente quando surgiu a informação de que haveria conversas dos empresários com o procurador-geral Augusto Aras. Ao que tudo indica, uma vez de posse dos celulares, os investigadores passaram a vasculhar mesmo aquilo que não tinha conexão alguma com a conversa que originou toda a perseguição, na tentativa de encontrar algo que incriminasse o grupo.

A bem da verdade, Moraes nem precisaria admitir explicitamente que cometera “inconstitucionalidades e ilegalidades” ou “flagrante constrangimento ilegal”, para citar expressões usadas pela vice-procuradora-geral; ou que instituíra no Brasil a criminalização ampla, geral e irrestrita de opiniões; ou que inventara o ‘crime de cogitação’, em que se investiga um cidadão por simplesmente considerar a possibilidade de tomar determinada atitude, ainda que desista muito antes de transformá-la em realidade. Teria bastado acatar qualquer outra alegação para encerrar a perseguição aos empresários. Em vez disso, o ministro se recusa terminantemente a reconhecer o abuso cometido e o perigo que ele representa para a democracia – e esta cegueira é a mais benigna das hipóteses, pois seria ainda mais absurdo que, percebendo ter atropelado completamente garantias constitucionais, Moraes julgasse necessário mantê-los para não demonstrar fraqueza ou não dar argumentos a seus críticos e a um Poder Executivo contra o qual ele considera estar em guerra.

Após a negativa do ministro, Lindôra Araújo afirmou que buscará levar o caso ao plenário do Supremo, que poderá colocar um fim neste enredo digno de distopia orwelliana – embora todas as decisões colegiadas envolvendo os inquéritos das fake news, dos “atos antidemocráticos” e das ‘milícias digitais’ não nos permitam ter muitas esperanças. Ainda mais se parte significativa da sociedade civil organizada e da opinião pública seguir adormecida. São inúmeros os brasileiros atentos a este apagão de liberdades promovido pelo Supremo, mas entidades importantes e formadores de opinião, muitos dos quais assinaram manifestos recentes com alarde, estão calados diante deste ataque real à nossa democracia – isso quando não o apoiam ou aplaudem. Como afirmamos neste espaço dias atrás, citando Francisco de Goya, este ‘sono da razão produz monstros’ – no caso, produz déspotas ‘esclarecidos’ que se julgam acima da Constituição que um dia juraram defender.”

Fonte: Jornal da Cidade Online

 

Fazendeiro desafia a Segurança Pública do Maranhão e ameaça famílias de Quilombo em Santa Inês

No período de 01 a 05 de setembro deste ano, mais de 1 km de extensão de vegetação nativa, que deveria ser protegida, foi desmatada ilegalmente dentro do território quilombola Onça no município de Santa Inês – MA.

O desmatamento ocorreu com o uso de trator de esteira e correntões, a mando do  fazendeiro identificado como Franciano Oliveira Sousa, promovendo a derrubada de diversas árvores nativas da região, especialmente palmeiras de babaçu espécie fundamental para o sustento das 60 famílias que vivem no quilombo e que tem sua derrubada expressamente proibida, através da Lei do Babaçu Livre . Acionado pelos quilombolas, o Ministério Público do Estado requisitou a presença da polícia no local, que apreendeu um trator de esteira, após verificar o crime ambiental. Mesmo com a atuação do MP-MA, nos dias seguintes, homens a mando do desafiador fazendeiro voltaram ao território e fincaram estacas e cercaram áreas que estão dentro limite do quilombo, reforçando o clima de tensão e medo entre as famílias do quilombo.

Na manhã do dia 15/09 ocorreu uma nova invasão nas áreas de plantação da comunidade, com destruição de roças de melancias. A ação audaciosa é uma mostra que o fazendeiro não teme a justiça, e tem deixado bem evidente de que tem proteção política, o que elevou tensão e insegurança que os quilombolas têm vivido naquela localidade, haja vista, a decisão seja de resistir e proteger território e a natureza.

A retomada do território pelas crianças quilombolas 

Na manhã do 13.09, porém, dezenas de crianças do quilombo decidiram proteger a terra em que nasceram seus avós, tapando os buracos com suas próprias mãos. Iniciaram elas mesmas a retomada do território, como uma brincadeira de quem nasce e cresce lutando. Agora, a comunidade exige que as instituições atuem na proteção do quilombo, das ameaças e violências que a comunidade vem enfrentando. Se não houver uma ação imediata por parte das autoridades e mais precisamente da Justiça e do Sistema de Segurança Pública, poderá fazer o registro de luta e morte, haja vista que os quilombolas garantem que vão resistir com as suas famílias.

CPT Nacional 

 

Lula não foi absolvido e nem inocentado das condenações na Lava Jato

A maior mentira do ex-presidiário Luiz Inácio Lula da Silva foi magistralmente desmentida no programa eleitoral do PL, nesta quinta-feira (15). Lula tenta incutir na mentalidade das pessoas que teria sido absolvido e inocentado de seus inúmeros crimes.

Mentira deslavada!

Lula só está solto e candidato a presidente em razão de um ‘erro de CEP’. O ministro Edson Fachin, repentinamente, entendeu que a vara de Curitiba não tinha competência para julgar os casos da Lava Jato envolvendo o ex-presidente porque os atos julgados não aconteceram no Paraná. À época, Lula era presidente e estava em Brasília — assim, a competência para julgar o caso seria do Distrito Federal.

Fachin não julgou o mérito. Não disse que Lula é inocente ou culpado. Afirmou apenas que ele deve ser julgado pelo juízo do Distrito Federal, e não pela vara que julgou os casos da Lava Jato.

Ou seja, o petista se tornou elegível novamente porque seu processo voltou à estaca zero: por não ter sido condenado por um colegiado, ele deixou de ser enquadrado pela Lei da Ficha Limpa e assim está em condições jurídicas de concorrer a qualquer cargo público, como um cidadão comum. Filigrana jurídica é o nome disso, feita meramente para tornar elegível o meliante.

Diante disso, a mentira de Lula foi desmascarada.

Jornal da Cidade Online

 

Flávio Dino foge de debates por temer as verdades sobre as mentiras que semeia ao povo do Maranhão

O ex-governador, Flávio Dino (PSB), faltou aos debates realizados pelas emissoras do Maranhão. O debate promovido pelo portal Imirante à noite de ontem (quinta-feira), mesmo tendo confirmado a presença, não compareceu e nem mesmo justificou sua ausência.

Flavio Dino que sempre se mostra como o dono do conhecimento e da verdade, a princípio não teria como recusar um amplo debate com os demais candidatos ao Senado da República, mesmo diante de uma campanha em que dá amplos destaques para as decantadas ações desenvolvidas pela sua administração.

Como o candidato ao senado vem exagerando com exacerbadas mentiras em sua campanha, teria enorme dificuldades para enfrentar os seus opositores bastante informados, principalmente sobre as questões políticas, sociais e econômicas do Estado, hoje o mais pobre e miserável de todo o Brasil. Observando-se claramente, que a extrema pobreza da miséria e da fome se acentuou nos seus 7 anos e 06 meses da sua administração. Com certeza seria questionado sobre a aplicação dos recursos federais destinados para o enfrentamento a pandemia em que o Governo do Estado não comprou uma dose de vacina e desviou 10 milhões de reais em uma farsa de compra de respiradores, que resultou na entrega do dinheiro e os equipamentos não entregues. Pela prática de um crime vergonhosos, tanto ele com o seu secretário Carlos Lula.

O vexame para o todo poderoso Flavio Dino é que a cadeira destinada para ele no debate foi mostrada por várias vezes, caracterizando a sua fuga. Quem procede como ele, não merece o respeito e muito menos ser representante do povo, levando-se em conta, que suscita dúvidas sobre o seu futuro como legislador. Atualmente estamos vendo o autoritário e arrogante Flavio Dino, tentando se passar como semeador da paz e do amor, numa afronta aos maranhenses.

O ex-governador Flavio Dino deu ampla munição aos candidatos ao senado, Antônia Cariongo, Ivo Nogueira, Roberto Rocha e Saulo Arcangeli, os quais lamentarem a sua ausência e não economizaram críticas ao ex-governador, que por ironia sempre procura desafiar a tudo e a todos e a sua arrogância e autoritarismo exacerbado deu lugar a um fujão por temer a verdade sobre a fome, a miséria, a extrema pobreza e outros importantes questionamentos em que teria dificuldades para pelo menos argumentar.

O Imirante, afinal de contas, acabou prestando um importante serviço ao Povo do Maranhão, sobre um político que sabe apenas falar e lhes falta discernimento e respeito aos debates políticos e enfrentamento a verdade.

Fonte: AFD   

 

 

Por falta de fiscalização da SMTT, panes e incêndios em coletivos é uma realidade vergonhosa em São Luís

O transporte coletivo em São Luís é cada vez mais deficiente, principalmente quanto a prestação de serviços com uma frota cada vez mais velha, o que causa diariamente as conhecidas panes mecânicas, em que os passageiros são deixados em ruas e avenidas a própria sorte para chegar ao trabalho e os estudantes as escolas. Como o desrespeito aos usuários é muito pouco, começam a ser mais frequentes os casos de incêndios de coletivos.

Para uma cidade, onde a frota é bem deficiente, cada coletivo em pane e os que pegam fogo, o serviço precário fica mais comprometido, haja vista que os empresários é quem realmente impõe às regras para atender a demanda, da maneira que entendem. O negócio é tão vergonhoso e totalmente prejudicial aos usuários, mesmo com os milhões de reais de subsídios pagos mensalmente pela Prefeitura de São Luís, sem qualquer retorno, como direito de ir e vir aos passageiros.

Desde o ano passado, a Câmara Municipal de São Luís criou uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar o serviço de transporte coletivo na capital. Foram criadas inúmeras expectativas e o que teve de vereador oportunista procurando aparecer, o resultado era o esperado pela população. A CPI, nasceu quase morta e os empresários com a força que detêm continuarão impondo suas regras e querendo mais subsídios sem dar um mínimo de retorno ao sofrido povo de São Luís.

O que fica cada vez mais claro é que a SMTT demonstra ser uma instituição omissa e sem qualquer preocupação em fazer a devida e responsável fiscalização com a aplicação das sanções penais aos infratores. Todos os dias usuários denunciam através da mídia, o tratamento indigno que lhes são dados pelas empresas de transportes coletivos, mas de pouco ou nada adianta. Estão esperando apenas a realização das eleições para que empresários e rodoviários sempre articulados, iniciem movimentos para aumento de passagens e mais dinheiro da Prefeitura de São Luís como subsídio, sem que tenham qualquer compromisso de retorno, pelo menos com redução das panes diárias. A zona rural é a mais humilhada pelas autoridades e pelo visto vai continuar gritando e cobrando por coletivos, mas infelizmente são ignorados e acalentados com a famosa política compensatória, em que não têm ônibus, mas têm asfalto, que não resiste a um inverno, mesmo com informação, de que se trata de produto de qualidade. Infelizmente. A verdade, diante da realidade, causa indignação, diante da total esculhambação do tratamento dado pelo Poder Público ao Povo.

Fonte: AFD

 

 

 

Ferry José Humberto com rachaduras é risco iminente para centenas de vidas

Do Blog de Jeisael.com

A embarcação apresenta várias rachaduras e pode colapsar em meio à baía de São Marcos. Na manhã desta quarta-feira (14), passou a circular um vídeo nas redes sociais que mostram rachaduras verticais ao longo da lateral do ferry José Humberto.

A fissura, bastante perceptível nas imagens, já tem um cordão de solda oxidado coberto com tinta, o que mostra ser, portanto, um defeito antigo que já passou por tentativa de reparo sem sucesso.

É possível ainda ver que a estrutura está completamente descolada, com as partes se movimentando, a rachadura abrindo e fechando, causando ruídos e estalos durante a viagem, conforme a embarcação navega e se contorce.

                    Não é exagero alertar que a embarcação oferece risco real aos usuários e pode, dentro de um grau maior ou menor de possibilidades, colapsar em meio à baía, levando-se em observação com descrições de usuários, sobre a existência de outras rachaduras e dos riscos iminentes de acidente de grave proporção com responsabilidades definidas do Governo do Estado, Capitania dos Portos, Ministério Público e outras instituições por omissão.

 

STF forma maioria para a suspensão da lei do piso da enfermagem

Ministro Gilmar Mendes seguiu o voto de Luís Roberto Barroso que suspende os efeitos da lei por risco de demissões em massa

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria pela suspensão da lei que instituiu um piso salarial nacional para profissionais da enfermagem. Com o voto do ministro Gilmar Mendes, a Corte se posicionou com o placar de 6 a 3 a favor da decisão do relator Luís Roberto Barroso que suspendeu, por 60 dias, os efeitos da lei em que enfermeiros passariam a receber um salário mínimo inicial de R$ 4.750, em serviços de saúde públicos e privados. A liminar de Barroso atendeu a uma ação ajuizada pela Confederação Nacional de Saúde, Hospitais e Estabelecimentos e Serviços (CNSaúde).

De acordo com a liminar, a lei que estabelece o piso foi suspensa até que sejam esclarecidos os impactos da medida sobre a situação financeira de estados e municípios. A decisão cobra apuração dos riscos financeiros e à empregabilidade da categoria, tendo em vista as alegações de que pode haver demissões em massa. Além disso, há a preocupação com a qualidade dos serviços, pelo risco alegado de fechamento de leitos e de redução nos quadros de enfermeiros e técnicos.

Em seu voto, Gilmar Mendes afirmou que a aprovação do piso prejudicaria os setores público e privado e que entidades filantrópicas, como as santas casas, não seriam beneficiadas nem mesmo por desoneração da folha pelo governo, pois já possuem incentivos fiscais. O magistrado apontou o risco de demissões no setor privado, em razão dos custos. “Também chamo a atenção para que se leve na devida conta que políticas como a do caso presente geram consequências nefastas no setor privado que frontalmente vulneram o princípio da segurança jurídica: externalidades negativas como o muito provável aumento de demissões de profissionais da enfermagem”, escreveu Gilmar.

Além do ministro Gilmar, acompanharam o relator Luís Roberto Barroso, os ministros Ricardo Lewandowski, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Cármen Lúcia. O julgamento no plenário virtual do STF começou na última sexta-feira (9), e os magistrados têm até esta sexta (16) para apresentar seus votos.

Fonte: R7

 

Alexandre de Moraes recua e manda desbloquear contas bancárias de empresários

Empresários investigados pelo STF por troca de mensagens em grupo de WhatsApp têm acesso ao próprio dinheiro restabelecido

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes decidiu, nesta quinta-feira (15), permitir o desbloqueio das contas bancárias de empresários alvos de investigação por troca de mensagens no WhatsApp.

Há duas semanas, o ministro havia ordenado o bloqueio das contas bancárias por supostos “indícios de atuação para fornecer recursos para o alcance de objetivos escusos nos atos ocorridos durante o último feriado nacional de Independência do Brasil”.

Nenhum ato terrorista ou sequer violento foi registrado em todo o Brasil durante o 7 de setembro, mas segundo Moraes havia a “possibilidade de utilização de recursos para o financiamento de atos ilícitos e antidemocráticos”.

Também foi determinada há duas semanas a quebra do sigilo bancário dos empresários, o que Alexandre de Moraes lembrou para justificar o desbloqueio das contas: “Em razão da passagem do feriado de 7/9/2022 e da efetivação do afastamento dos sigilos bancários dos investigados, medida que possibilitará o aprofundamento da investigação e verificação de eventual financiamento de atos criminosos, não se configura mais necessária a manutenção do bloqueio dos ativos financeiros das pessoas nominadas”.

Diário do Poder

Candidato no DF diz que cargo vitalício faz do STF ‘paraíso para déspota’

Desembargador aposentado quer Senado no controle institucional do STF

O candidato à vaga do Distrito Federal no Senado, Carlos Rodrigues (PSD), afirmou nesta terça-feira (13) que com ministros permanecendo até 37 anos no poder, o Supremo Tribunal Federal (STF) se transformou no “paraíso para qualquer déspota”.

Desembargador aposentado do Tribunal de Justiça do DF e Territórios, Carlos Rodrigues defende o controle institucional do STF pelo Senado e mudanças nos critérios de escolha dos ministros e na fixação de mandato.

O magistrado – que fez essas declarações durante entrevista à rádio BandNews FM Brasília – considera que os ministros do STF deveriam ter mandato máximo de oito anos, como os senadores.

Para Carlos Rodrigues, é preciso garantir a observância do sistema de freios e contrapesos, a fim de impedir a instabilidade e até a ruptura institucional.

Ele também defende que o Senado processe os inúmeros pedidos de impeachment apresentados por senadores contra ministros do STF. Para ele, o que não pode é o Senado manter esses requerimentos engavetados.

O desembargador lembra que processar os pedidos de impeachment não significa que os ministros sejam culpados, mas avalia ser necessário verificar as alegações dos seus autores.

“O Senado tem se comportado de maneira omissa em relação ao Supremo”, afirmou Carlos Rodrigues.

Diário do Poder