Lula recusa convite de Putin para ir à Rússia, após drible de Zelensky

Presidente brasileiro disse não poder ir ao Fórum Internacional Econômico em São Petersburgo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recusou, nesta sexta-feira (26), ao convite feito pelo presidente da Rússia, Vladimir Putin, para receber o brasileiro em seu país, durante o Fórum Econômico Internacional de São Petersburgo, marcado para julho. A recusa foi comunicada em conversa por telefone, entre os presidentes.

A negativa de Lula acontece dias após o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, driblar a tentativa frustrada do petista de iniciar uma negociação de um acordo de paz para a guerra causada pela invasão russa ao território ucraniano, em fevereiro de 2022.

Zelensky “deu bolo” em Lula durante a cúpula do G7, no último fim de semana, no Japão, sob alegação de “dificuldade de conciliação de agendas”, mesmo estando a 200 metros de Lula. E ironizou o “desencontro”, afirmando que o brasileiro deveria ter ficado desapontado, por não tratarem sobre a invasão russa à Ucrânia. Uma referência clara às reiteradas declarações de Lula sobre a suposta necessidade de o presidente ucraniano abrir mão de reagir à violenta invasão ao seu país, para buscar conciliação e negociação de paz com Putin, que segue matando no país invadido.

Ao negar o convite de Putin, o presidente brasileiro reafirma estar disposto a negociar a paz entre a Rússia e a Ucrânia

“Conversei agora por telefone com o presidente da Rússia, Vladimir Putin. Agradeci a um convite para ir ao Fórum Econômico Internacional de São Petersburgo, e respondi que não posso ir a Rússia nesse momento, mas reiterei a disposição do Brasil, junto com a Índia, Indonésia e China, de conversar com ambos os lados do conflito em busca da paz”, escreveu Lula, pelo Twittter.

No Japão, diante da presença de Zelensky, Lula afirmou que o Brasil se alinha à Carta das Nações Unidas, ao repudiar veementemente o uso da força como meio de resolver disputas. “Condenamos a violação da integridade territorial da Ucrânia. Ao mesmo tempo, a cada dia em que os combates prosseguem, aumentam o sofrimento humano, a perda de vidas e a destruição de lares. Tenho repetido quase à exaustão que é preciso falar da paz”, declarou Lula, na cúpula do G7. O Fórum Econômico Internacional de São Petersburgo acontece entre os dias 14 e 17 de julho, neste ano.

Coluna do Claudio Humberto

 

Lula defende a exploração de petróleo na foz do Amazonas e Marina Silva será desprestigiada

A turma de Marina Silva (Meio Ambiente) acha que Davi Alcolumbre (União-AP) agiu para enfraquecer seu ministério. Ele preside a Comissão Mista da medida provisória que cujo substitutivo esvaziaria a pasta. A goleada de 15×3 na comissão, com votos governistas, faz o entorno radical ONGs e ambientalistas radicais insistir para que Marina fique “entrincheirada” no veto à exploração de reservas estimadas em 10 bilhões de barris de petróleo, que pode reverter a pobreza da região.

Bases falsas

Alcolumbre se aliou a Randolfe Rodrigues, também senador do Amapá, contra o veto do Ibama, que seria baseado em dados e pesquisas falsos.

Novo eldorado

A exploração pela Petrobras, nessa área a 500km da foz do rio Amazonas, deve atrair investimentos internacionais e gerar empregos.

Quem é embaixador

Coube ao ministro Alexandre Silveira (Minas e Energia) mandar o recado a Marina: ele diz que Lula é o verdadeiro embaixador ambiental do Brasil.

Bilhete premiado

Lula recebe Marina nesta sexta (26) para deixar claro que não pode abrir mão desse verdadeiro bilhete premiado para a região e seu governo. A expectativa é de que com os sucessivos desgastes sofridos pela Ministra do Meio Ambiente, a sua permanência no cargo é praticamente impossível.

Coluna do Claudio Humberto

 

Vereador Francisco Chaguinhas debate melhorias para o Jardim São Cristóvão com secretário da Semosp

Parlamentar solicitou instalação de Feira Livre, no final da Rua Bom Jesus; a entrega do Posto de Saúde, a Requalificação Asfáltica do bairro e outras melhorias solicitadas pela comunidade através do vereador.

O 1º vice-presidente da Câmara Municipal de São Luís, vereador Francisco Chaguinhas (Podemos) se reuniu, nesta quinta-feira (25), com o secretário David Col Debella, titular da Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (Semosp), com o objetivo de discutir três importantes investimentos para o Jardim São Cristóvão I.

Na reunião, com a participação de representantes do bairro, o parlamentar solicitou a Feira Livre, no final da Rua Bom Jesus, reiterando um requerimento de sua autoria; a entrega do Posto de Saúde e a Requalificação Asfáltica da comunidade.

De acordo com Chaguinhas, foi um encontro muito produtivo e satisfatório com a certeza de que a operacionalização das obras públicas seguirá dentro do que foi questionado, com a importante observação da manifestação do titular da Semosp, de que todas serão de imediato atendidas.

“Tivemos uma conversa muito produtiva e satisfatória com a certeza de que o setor de obras públicas está bem gerenciado, registrou Chaguinhas

“O secretário foi muito receptível em analisar para atender as demandas e se comprometeu a nos ajudar e a comunidade do São Cristóvão, dentro do que for possível. Acredito que, em breve, teremos boas notícias para nossas comunidades”, concluiu o primeiro vice-presidente da Câmara Municipal.

Fonte: Comunicação CMSL

Deputado registra a hipocrisia da “tropa de choque” de Lula no primeiro dia da CPMI

Brasília pegou fogo com a abertura da CPMI do 8 de janeiro, com a base do governo tentando dominar a comissão, da mesma forma que fizeram na CPI do Circo, como ficou conhecida a CPI da Covid. Mas, o deputado federal André Fernandes (PL-CE) estava lá para desmontar a esquerda, arrancando a máscara da hipocrisia.

A senadora Eliziane Gama, relatora da CPMI, falou que nunca se viu, desde o regime militar, algo como o que aconteceu no dia 8 de janeiro em Brasília. Pois André Fernandes refrescou a memória da senadora que, por sinal, é amiga de longa data de Flavio Dino, ministro da Justiça…

“Talvez ela tenha esquecido o que aconteceu em 2017, quando vândalos invadiram o Congresso Nacional, quebraram ministérios, feriram policiais. Naquela época, o então presidente, Michel Temer assinou GLO. 

E hoje, essas pessoas que dizem que foi uma tentativa de golpe [o ocorrido em Brasília em janeiro de 2023], naquela época reagiram, não ao que seria um ‘golpe’, mas sim contra a atitude de Michel Temer, tentando defender os poderes. Algumas postagens ainda estão nas redes sociais!”, revelou.

Jornal da Cidade Online

Sem fluência em inglês regra para o cargo, Jorge Viana retorna ao comando da Apex Brasil por decisão do TRF1

O desembargador Marcos Augusto de Sousa, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), suspendeu a decisão da juíza Diana Wanderlei, da 5ª Seção Judiciária do Distrito Federal, que havia anulado a posse do atual presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimento (ApexBrasil), o ex-senador e ex-governador do Acre Jorge Viana, por ele não falar inglês.

Na decisão, o desembargador acolheu o argumento da Advocacia-Geral da União de que o afastamento de Viana da presidência da autarquia poderia gerar prejuízo ao setor.

“Nessa linha, vê-se que a União trouxe ao processo o último relatório de gestão da Apex, referente ao ano de 2022, a revelar que tais atividades repercutem diretamente em diferentes setores da economia nacional, tais como o comércio por atacado, a fabricação de produtos alimentícios, entre outros, os quais também restariam prejudicados com a manutenção da decisão atacada, de onde se extrai também o risco de lesão à economia”, assinalou o magistrado, sem questionar a regra da fluência em inglês.

O afastamento de Viana foi provocado por ação popular de autoria do senador Flávio Bolsonaro (PL). Ele alegou que a nomeação do ex-governador foi irregular por ele não possuir fluência em inglês, e questionou a suspensão dessa norma estatutária pela atual direção da entidade.

Fonte: CONJUR

 

Congresso instala CPMI do 8 de janeiro, presidida pelo deputado Arthur Maia

Comissão que investiga ataques aos poderes terá como relatora a senadora Eliziane Gama

O Congresso Nacional finalmente instalou, na manhã desta quinta-feira (25), a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) criada para investigar os ataques de 8 de janeiro que destruíram sedes dos Poderes da República, visando destituir o presidente Lula (PT). Como antecipou a Coluna Cláudio Humberto, o colegiado iniciou com a eleição do presidente da CPMI, o deputado Arthur Maia (União-BA).

A relatora da comissão será a senadora Eliziane Gama (PSD-MA), que fará o relatório final da investigação que envolverá 32 parlamentares titulares, dos quais 16 senadores e 16 deputados, e o mesmo número de suplentes. O vice-presidente da CPMI será o senador Cid Gomes (PDT-CE), em sua primeira experiência em comissão de inquérito. E o segundo vice-presidente é o senador Magno Malta (PL-ES).

Ao assumir a presidência da CPMI do 8 de janeiro, Arthur Maia destacou a obrigação de o Congresso Nacional fazer uma investigação sobre o que de fato aconteceu nos ataques aos poderes da República. O deputado afirmou estar ciente de que já existe investigação em curso e avançada nas instituições. Bem como de que há narrativas a serem elucidadas, tanto a de que tudo seria resultado de uma orquestração maior para instalar golpe contra democracia, como a de que houve facilitação.

“Esta comissão estará prestando um trabalho à democracia. Porque não é razoável que nada disso seja investigado. A diferença é que a investigação nesta comissão será em praça pública, aberta, democrática e transparente, como é a natureza do poder Legislativo. A porta arrombada e cabe a nós saber a razão por que esta porta foi arrombada”, disse Arthur Maia, em sua primeira fala como presidente da CPMI do 8 de janeiro.

A primeira reunião de instalação da CPMI criada em abril foi presidida pelo senador Otto Alencar (PSD-BA), parlamentar de maior idade entre os integrantes.

A investigação deve durar 180 dias sua investigação sobre atos de ação e omissão que resultaram na prisão de mais de mil acusados de crimes contra a democracia, a Constituição e as sedes dos Três Poderes da República, na capital federal, Brasília (DF).

Diário do Poder

 

Marina Silva colhe frutos amargos por ter inimigos à direita e à esquerda

Ministério do Meio Ambiente sofreu desmonte e teve poderes esvaziados em MP que reestrutura o organograma do governo

Neste governo, não há figura em situação mais difícil e constrangedora que Marina Silva. Em menos de seis meses desde a posse, tornou-se alvo preferencial de críticas vindas de petistas ortodoxos, aliados pragmáticos e, obviamente, dos contêineres de inimigos que soube acumular em suas décadas de luta contra o agronegócio e a favor de um ambientalismo que a fez abandonar o Ministério do Meio Ambiente, em 2008.

Desta vez, o desenho do isolamento de Marina não tem os mesmos traços de 15 anos atrás — quando sua saída foi vista como um enfraquecimento do governo Lula, desmascarado em seus falsos compromissos ambientais. Nem há condições objetivas (nem dignas) para que a ministra peça demissão neste momento, pois sabe que sairá menor do que entrou – minúscula, na verdade –, politicamente anulada e sem como se arrepender do apoio de primeira hora (importantíssimo) que ofereceu a Lula desde setembro de 2022.

Marina se tornou uma ministra sem poder após o esvaziamento (quase um desmonte) na pasta do Meio Ambiente levada a cabo pela Congresso com a medida provisória que reestrutura o organograma do atual governo, numa vitória impiedosa dos setores conservadores do Legislativo federal.

Para Marina, sobra de espólio o indiscutível respeito que desfruta entre ambientalistas e ONGs internacionais. Mas, logo ali na frente, a ministra sabe que terá de se preparar para mais uma provável derrota, que nada tem a ver com o “ogronegócio”, expressão pouco hábil com que ela se refere aos poderosos produtores rurais que não rezam pela mesma cartilha do globalismo verde.

Pois é essa mesma lógica mais radical capitaneada por Marina que não admite a fortemente encaminhada questão de explorar um campo com potencial de 14 bilhões de barris de petróleo a 175 quilômetros da costa do Amapá. O Ibama já negou a licença ambiental para a chamada bacia da foz do Amazonas. Essa é questão de vida ou morte para os ambientalistas brasileiros e a audiência estrangeira que acompanha Marina.

Para quem conhece o método que Lula adota na hora de salvar o próprio pescoço e entregar a cabeça de fiéis escudeiros, é jogo jogado. Com tantos problemas e tantos inimigos, não é fácil ser Marina Silva. Na verdade, nunca foi.

Fonte: R7

 

Ministro Gilmar Mendes suspende julgamento sobre o piso da enfermagem

Ministro pediu vista do processo que avaliava se manteria ou não a decisão que liberou o pagamento do piso salarial da categoria

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu vista (mais tempo para análise) e suspendeu o julgamento que avaliava se manteria ou não a decisão que liberou o pagamento do piso salarial da enfermagem. No último dia 15, o relator do processo, ministro Luís Roberto Barroso, autorizou o pagamento do piso, e a decisão seguiu para o plenário virtual da Corte. De acordo com as regras do STF, o ministro deve devolver o processo em até 90 dias

Na decisão, Barroso afirmou que os valores deveriam ser pagos por estados, municípios e autarquias somente nos limites dos recursos repassados pela União. Já no caso dos profissionais da iniciativa privada, Barroso sugeriu a possibilidade de negociação coletiva. A decisão do ministro se deu em uma ação apresentada pela Confederação   de Saúde, Hospitais e Estabelecimentos e Serviços (CNSaúde).

Lei sancionada

No último dia 12, o governo federal sancionou a lei que libera R$ 7,3 bilhões para o pagamento do piso nacional de enfermagem. O projeto foi aprovado pelo Congresso Nacional em abril e destina recursos ao Ministério da Saúde, que repassará os valores a estados e municípios.

A lei prevê o pagamento de R$ 4.750 a enfermeiros, R$ 3.325 a técnicos de enfermagem e R$ 2.375 a auxiliares de enfermagem e parteiras. O piso foi instituído em 2022 a partir da aprovação de um projeto de lei no Congresso Nacional, posteriormente sancionado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Fonte: R7

 

‘Pai dos pobres’, Lula torrou R$1,3 milhão com luxo em Londres

A gastança do presidente Lula e da primeira-dama Janja em Londres, para a cerimônia de coroação do rei Charles III, revela-se ainda mais escandalosa que as estimativas iniciais. Os gatos alcançaram uma cifra milionária: exatos R$1.331.395,82 (Veja no Portal da Transparência).  Apesar de Lula só ir ao local em 5 de maio, a comitiva do casal presidencial reservou 57 quartos, entre 26 de abril e 09 de maio, no luxuoso JW Marriot Grosvenor House London Hotel. Uma diária no suntuoso hotel pode chegar a R$ 95 mil.

Veja os números do esbanjamento de Lula em Londres usando dinheiro público.

Veja bem

À época, sem ter como explicar a gastança, a assessoria de Lula alegou “razões de segurança” para reservar um andar inteiro do hotel.

Adora luxo

A fama do casal ostentação se espalha. Janja já ganhou o apelido de “Esbanja”, com destaque para sua bolsa de R$21 mil da grife Celine.

Coisa de xeique

Nesse passeio a Londres, Lula gastou R$135.783,25 “extras” alugando duas salas de reuniões que, segundo assessores, nem foram utilizadas.

Dizer o quê?

A coluna procurou obter explicações do Palácio do Planalto, que jura prezar pela transparência, mas foi inútil. O espaço segue aberto.

Coluna do Claudio Humberto

 

Ex-sócio de Cerveró, réu confesso e condenado na Lava Jato, volta a chefiar jurídico da Petrobras

O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, nomeou o advogado Marcelo de Oliveira Mello, ex-sócio de Nestor Cerveró, para liderar o departamento jurídico da estatal. Cerveró é réu confesso na operação Lava Jato e foi condenado a mais de 27 anos de prisão por corrupção na Petrobras e lavagem de dinheiro recebido como propina, mas, em razão dos acordos de delação premiada, acabou obtendo o benefício de seis anos de prisão domiciliar.

A indicação, que aconteceu na última sexta-feira, 19, causou controvérsia e repercutiu mal dentro da estatal. Eles eram sócios em uma offshore pertencente ao ex-diretor internacional da estatal e réu confesso.

Esse não é o primeiro trabalho de Mello na Petrobras. O advogado trabalhou na estatal entre 1987 e 2004, tendo atuado no departamento jurídico da Braspetro, extinta subsidiária da petroleira, e também na gerência da área jurídica de Assuntos Internacionais da própria Petrobras.

Em 2015, Mello admitiu à Polícia Federal que ajudou Cerveró, ex-diretor da Área Internacional da Petrobras, a abrir uma filial da empresa Jolmey, usada, segundo as investigações da Lava Jato, para lavagem de dinheiro.

A Petrobras afirma que todos os candidatos a cargos de gestão na empresa devem cumprir os requisitos profissionais, técnicos e de integridade necessários para exercer a função. Sob o comando do novo governo, a estatal alega que os nomes selecionados atendem aos critérios éticos e morais exigidos pela empresa. Segundo o jornal O Globo, a companhia confirmou que o “processo de ingresso está em andamento” e que “possui um robusto sistema de avaliação para ingressos dos seus executivos”.

O ex-juiz da Lava Jato e senador Sergio Moro (União-PR) disse que irá reagir a essa possível contratação. “Essa notícia é tão surpreendente que imaginei, em um primeiro momento, ser fake news. Mas aí lembrei que no Brasil do avesso do governo Lula esse é o novo normal. No Senado, vamos reagir”, escreveu, em seu perfil no Twitter.

Diário do Poder