Zelenski, presidente da Ucrânia, vê Lula irrelevante para mediar fim da guerra com a Rússia

Ucraniano diz que irrelevância do petista fica ainda mais clara com Trump. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, declarou que o “trem do Brasil passou”, ao atestar a irrelevância do papel atual do presidente Lula (PT), nas negociações pelo fim da guerra dos ucranianos contra a invasão de seu território pela Rússia. A fala foi feita para a TV Globo, durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça.

A nova crítica do ucraniano ao presidente do Brasil também minimiza a relevância de Lula diante do novo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. E acontece oito meses após Zelensky concluir que Lula priorizava uma aliança do governo do Brasil com sua agressora, a Rússia. Há quatro meses, o presidente da Ucrânia duvidou do real interesse de uma “proposta de paz” sugerida pelo brasileiro e pela China, que pressionava por diálogo entre os países em guerra.

“Hoje eu acho que o trem do Brasil, para ser sincero, passou. Falei com Lula, nos encontramos e pedi que ele fosse um parceiro para acabar com a guerra, etc. Agora ele não é mais um ‘player’. Ele também não será um ‘player’ para Trump”, disse o presidente ucraniano.

Diário do Poder

Justiça do Estado de Washington suspende decreto de Trump sobre cidadania dos filhos de imigrantes

Um juiz federal de Seattle, no estado de Washington, bloqueou nesta quinta-feira (23), um decreto do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que proíbe o direito à cidadania para filhos de imigrantes em situação irregular ou com status de permanência temporário. A medida vai contra a 14ª emenda da Constituição, que atesta que qualquer pessoa nascida em território americano é uma cidadã do país.

A decisão ocorre após 22 estados governados por políticos do Partido Democrata entrarem na Justiça contra a ordem executiva, assinada na segunda-feira, durante a posse do republicano, alegando sua inconstitucionalidade. As queixas citam ainda uma decisão da Suprema Corte dos EUA de 1898, que determinou que crianças nascidas de pais não cidadãos têm direito à cidadania americana.

O juiz John Coughenour, a pedido de quatro estados liderados por democratas, emitiu uma ordem de restrição temporária impedindo o governo de aplicar a ordem executiva, que o presidente republicano assinou na segunda-feira, seu primeiro dia no cargo.

“Esta é uma ordem flagrantemente inconstitucional”, disse Coughenour a um advogado do Departamento de Justiça americano, que defendia a ordem de Trump. A procuradora-geral assistente do estado de Washington, Lane Polozola, também afirmou durante audiência em Seattle: “Sob esta ordem, bebês nascidos hoje não contam como cidadãos dos Estados Unidos”.

Jornal da Cidade Online

OAB questiona normas do CNJ que afetam a prática da advocacia

O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil questiona no Conselho Nacional de Justiça três normativas que, segundo a entidade, ameaçam o exercício da advocacia. Foram protocoladas três petições assinadas pelo presidente da OAB Nacional, Beto Simonetti, que tratam da prerrogativa de sustentação oral síncrona nas sessões de julgamento nos processos submetidos ao plenário virtual; da manutenção dos dez dias para início da contagem do prazo judicial nas intimações efetivas por meio dos portais de processos eletrônicos; e do respeito à legislação estadual sobre advocacia dativa. 

Sustentação oral

A OAB Nacional pede a suspensão dos efeitos de parte da Resolução 591/2024, que limita a prerrogativa da advocacia de se opor ao julgamento em plenário virtual e de realizar sustentações orais síncronas à sessão de julgamento colegiada.

“A prorrogativa de sustentação oral no momento do julgamento garante a plena e efetiva atuação da advocacia, estimulando o debate entre os julgadores, aprimorando o contraditório e viabilizando decisões melhor fundamentadas. Privar o advogado do direito de debater oralmente a causa representa, sem dúvida, limitação ao direito de defesa e do amplo.”

Prazo prévio de dez dias

A OAB Nacional requer a manutenção do prazo legal de dez dias para leitura das intimações eletrônicas, conforme a Lei 11.419/2006, e a reconsideração da supressão desse prazo pelo § 3º do art. 11 da Resolução CNJ 455/2022.

Conforme ofício do CFOAB, “a supressão desse prazo representaria um retrocesso para a advocacia, aumentando a carga de trabalho e retirando uma facilidade sem qualquer justificativa razoável. Tal prática, além de não ser causa de morosidade processual, já conta com o respaldo de mecanismos automáticos para leitura de intimações após o prazo legal”. Caso o pedido não seja acolhido, a Ordem requer a suspensão da aplicação do dispositivo até o julgamento definitivo do Pedido de Providências n. 0000560-97.2022.2.00.0000, iniciado em maio de 2023.

Advocacia dativa

Por fim, o CFOAB requer a manutenção das legislações estaduais que disciplinam a advocacia dativa. A entidade argumenta que a imposição de critério único enfraquece a autonomia dos estados, destacando a eficácia dos modelos locais que já estão funcionando e a necessidade de respeitar especificidades regionais. 

“A Constituição Federal assegura autonomia aos estados para legislar sobre temas de interesse regional, bem como competência concorrente para tratar de assuntos como assistência jurídica e organização judiciária, nos quais se incluiu a advocacia dativa. Nesse contexto, as leis estaduais criadas para regulamentar a advocacia dativa e a prestação de assistência jurídica gratuita, com vistas a atender às necessidades específicas de cada estado, devem ser preservadas”, afirma trecho do documento.

Fonte: CONJUR

‘Alcolumbre é subserviente ao STF e ao jogo partidário’, diz o senador Eduardo Girão

Parlamentar defende o voto aberto na eleição à Presidência do Senado que ocorre em 1º de fevereiro. O senador Eduardo Girão (Novo-CE) afirmou que o senador Davi Alcolumbre (União-AP) foi subserviente ao Supremo Tribunal Federal (STF) e que o parlamentar atrapalhou a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A declaração ocorre após Girão, que é candidato à Presidência do Senado, defender voto aberto nas eleições da Casa, que ocorrem no dia 1º de fevereiro. Alcolumbre é o candidato apoiado pelo presidente Lula (PT) e pelo atual presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

“Alcolumbre, com todo o respeito, não dá. A gente já viu a postura do Alcolumbre no próprio governo Bolsonaro, e não foi bom para o Brasil. Naquele momento, ele atrapalhou o governo Bolsonaro e, muitas vezes, foi subserviente ao STF. Foi subserviente ali ao jogo de partido que até hoje existe de emendas parlamentares”, criticou Girão em entrevista à rádio Auri Verde Brasil.

O Parlamentar acredita que o voto aberto pode “fazer a diferença” na disputa.

“Por que a gente não trabalha para o voto aberto, para que cada senador mostre o seu voto na eleição no dia 1º de fevereiro, que o Brasil vai parar para assistir? A gente pode desequilibrar essa eleição, desse jogo bruto que realmente é muito trabalhado nos bastidores, pró Davi Alcolumbre, pelo Centrão, pelo PT. E a gente precisa deixar claro quem está apoiando Davi Alcolumbre, inclusive o governo Lula, que está apoiando fortemente. Eu digo para vocês: o voto aberto vai fazer a diferença”, ponderou.

Diário do Poder

 

Ministro Flavio Dino determinou 30 dias para União e Estados apresentarem medidas contra incêndios

O magistrado também convocou uma audiência para 13 de março. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, determinou que o governo federal e os 10 estados das regiões da Amazônia e do Pantanal apresentem, em até 30 dias, planos emergenciais de conscientização contra incêndios. As medidas devem incluir campanhas educativas, publicidade e mobilização social e devem incluir a Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo. No despacho, o magistrado aponta dados recentes do MapBiomas que apontam o aumento de queimadas em 2024. 

Flavio Dino determinou ainda que informações atualizadas sobre investigações policiais e sanções administrativas relativas a incêndios florestais ilícitos de 2024 sejam enviadas ao STF no prazo de 15 dias úteis. O ministro também convocou uma audiência para 13 de março para discutir as medidas já implementadas e os planos emergenciais para conter o avanço das queimadas em 2025. As regiões da Amazônia e do Pantanal abrangem os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Rondônia, Roraima, Pará, Maranhão, Tocantins, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Diário do Poder

Decisão de Trump atinge o Brasil em cheio, ao anistiar os presos que invadiram o Capitólio

Dezenas de manifestantes presos nos atos do 08 de janeiro continuam sofrendo na prisão, mas há esperança que essa situação seja finalmente revertida, principalmente agora, com a volta de Donald Trump, foi o que alertou o deputado federal Rodolfo Nogueira (PL-MS): “A eleição de Trump é uma vitória para o conservadorismo e para as liberdades. 

Ele deu um passo histórico, ao anistiar mais de 1.500 presos políticos detidos por conta da invasão do Capitólio, mostrando que é possível superar divisões e buscar a unidade nacional. A meu ver, a decisão de Trump dá força novamente para o PL da Anistia avançar aqui no Congresso Nacional”, frisou. 

Gilmar Mendes acredita que a tensão deve arrefecer com a chegada de Trump à Casa Branca. Será mesmo? Será que realmente “não há nenhum temor” por parte de Alexandre de Moraes? Congressistas norte-americanos já discutem possíveis retaliações econômicas contra o Brasil. Medidas dessa natureza poderiam atingir setores-chave da economia brasileira, gerando preocupações sobre os desdobramentos da decisão no plano global.

Ações recentes, como a prisão de opositores políticos, o bloqueio de redes sociais e o controle sobre discursos políticos, têm sido apontadas como ameaças à democracia. Especialistas alertam que essas atitudes não apenas comprometem a credibilidade do Brasil no cenário global, mas também minam sua estabilidade interna.

Donald Trump, segundo fontes próximas ao presidente-eleito, considera algumas decisões do STF uma afronta diplomática séria. Há sinais de que sanções contra o Brasil estão sendo analisadas, tanto como forma de pressionar o governo brasileiro quanto para reafirmar o compromisso de Trump com a liberdade política de aliados estratégicos.

Jornal da Cidade Online

Acreditem? Projeto aumenta pena para desvios de recursos públicos da educação, saúde e seguridade social

Crime poderá ter pena mínima de 4 anos e máxima de 16 anos de prisão, além de multa.

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal aprovou, em dezembro, o Projeto de Lei (PL) 1.038/2024, que aumenta as penas para o desvio de recursos públicos destinados à educação, saúde e seguridade social. A proposta, de autoria do senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO), agora segue para análise na Câmara dos Deputados. O objetivo da proposta é garantir maior transparência e responsabilidade no trato de bens e valores públicos, especialmente aqueles destinados a setores essenciais para a sociedade. Ao reforçar o combate a esse tipo de crime, o projeto busca proteger a população mais carente, que depende diretamente do funcionamento adequado desses serviços.

O crime de peculato, previsto no artigo 312 do Código Penal, acontece quando um funcionário público se aproveita do cargo para desviar, furtar ou se apropriar de dinheiro ou bens públicos. Quando isso envolve áreas como educação, saúde ou seguridade social, o impacto é ainda maior, já que esses setores atendem diretamente às necessidades básicas da população.

Com a proposta, os casos envolvendo essas áreas passarão a ser considerados “peculato qualificado”. A pena mínima subirá de 2 para 4 anos de prisão, e a máxima passará de 12 para 16 anos, além de multa. O projeto também amplia a punição para prefeitos, vereadores e outros agentes públicos que cometerem esse tipo de crime, alterando o Decreto-Lei nº 201, de 1967.

Diário do Poder

 

 

A impopularidade e o efeito Trump, leva Lula a cogitar não concorrer à reeleição em 2026.

Lula afirmou aos ministros em reunião, um dia após a posse de Donald Trump, que sua decisão de disputar a eleição de 2026, dependerá da “vontade de Deus”. Haja hipocrisia. Na realidade, o petista está pressentindo uma fragorosa derrota. Pesquisas já apontam o ex-presidente Jair Bolsonaro na liderança da corrida eleitoral. Mesmo que não concorra, Bolsonaro será um cabo eleitoral extremamente forte e decisivo.

Quanto a Lula, impopularidade crescente, revolta popular, economia em declínio e a recente vitória de Donald Trump, dão a nítida impressão de que ele “sentiu”. Nesse quadro sinistro para o petista, surge um apelido curioso. Pablo Marçal é o autor do novo codinome de Lula.  

 “Luiz Biden”, em referência ao ex-presidente dos EUA Joe Biden (Partido Democrata), de 82 anos. Segundo Marçal, o petista, de 79 anos, deve desistir da corrida presidencial em 2026, assim como o democrata em 2024. Ao responder qual seria o apelido de Lula nos debates de 2026, o empresário respondeu: “Ele não vai disputar, não. Ele vai fazer igual o Biden. Não é, Luiz Biden?”.

Jornal da Cidade Online

 

Com dinheiro fácil do pagador de impostos, deputados torram R$29 milhões em combustíveis

Impiedosos com o pagador de impostos, deputados federais não economizaram em combustíveis em 2024 e nos empurraram R$28,8 milhões goela abaixo para movimentar os carrões em que suas excelências desfilam em Brasília e em seus Estados. Quem mais gastou foi o deputado Gerlen Diniz (PP-AC), R$112,5 mil, depois Lázaro Botelho (PP-TO) e Meire Serafim (União-AC), R$112,1 mil; João Carlos Bacelar (PL-BA), R$105,9 mil e Paulo Magalhães (PSDB-BA) R$105,5 mil.

Gastam mesmo

Dez deputados torraram mais de R$100 mil. Só esta dezena deixou os donos de postos de combustíveis mais ricos em R$1.057.353,66.

Comparativo

Líder de Lula na Câmara, José Guimarães (PT-CE) empurrou R$71,7 mil em notas. O líder da oposição, Filipe Barros (PL-PR), R$20,7 mil.

PT x PL

Apesar da bancada menor que a do PL (70×95 deputados), os petistas gastaram R$3,9 milhões. Mais que os liberais (R$ 3,6 milhões).

Diário do Poder

 

Repercute favoravelmente o perdão de Donald Trump aos manifestantes presos por invasão ao Capitólio

Manifestantes envolvidos na invasão ao Capitólio dos Estados Unidos, em 6 de janeiro de 2021, começaram a ser libertados nesta terça-feira (21), após o presidente Donald Trump emitir um perdão coletivo aos participantes do ato. A medida, anunciada nesta segunda-feira (20), cumpre uma promessa de campanha de Trump e beneficia cerca de 1,5 mil pessoas.

Entre os que tiveram as penas reduzidas estão Stewart Rhodes, líder do grupo Oath Keepers, e Ethan Nordean, vinculado aos Proud Boys. A ordem também exige que o Departamento de Justiça e o Escritório de Prisões emitam imediatamente os certificados de perdão e libertem os detidos. Além disso, Trump instruiu o novo procurador-geral a buscar a anulação de acusações pendentes contra os indivíduos relacionados aos eventos daquele dia. Durante sua campanha, Trump garantiu que revisaria todos os casos ligados ao episódio, que marcou um momento de grande tensão na política americana.

Ações iniciais de Trump incluem perdões e revogações

Ao reassumir a presidência, Trump assinou uma série de decretos e memorandos que chamaram atenção pela abrangência e impacto. Entre eles, destaca-se a polêmica decisão de renomear o Golfo do México como “Golfo da América”.

Trump também reafirmou a saída dos Estados Unidos da Organização Mundial da Saúde (OMS), alegando prejuízos financeiros à nação. Outras ordens incluem o bloqueio de pedidos de asilo na fronteira e o fim do direito à cidadania por nascimento no país.

Adicionalmente, Trump ordenou que o procurador-geral não tomasse ações para retirar o TikTok do mercado americano, revertendo políticas anteriores. Ele também assinou 80 revogações de medidas adotadas pelo governo de Joe Biden, incluindo ordens executivas e memorandos que influenciam áreas como imigração, saúde pública e segurança nacional.

As ações de Trump continuam gerando debates intensos nos Estados Unidos e no exterior, marcando o início de um mandato que promete manter o republicano no centro das atenções políticas globais.

Jornal da Cidade Online