O STF cruel: Idosa presa desde 8 de janeiro de 2023 vive dopada sem atendimento médico à espera da morte

A idosa Adalgiza Maria Dourado, de 65 anos, presa desde 8 de janeiro de 2023, corre risco real de morte dentro da Penitenciária Feminina do Distrito Federal, conhecida como Colmeia. Com graves problemas de saúde, incluindo arritmia cardíaca, depressão profunda e pensamentos suicidas, Dona Adalgiza está há meses sem o mínimo atendimento médico adequado, mesmo com ordens judiciais autorizando exames desde outubro de 2024. Condenada a 16 anos e meio de prisão por associação criminosa e tentativa de golpe de Estado, ela assiste à própria vida desmoronar, isolada em uma cela superlotada com outras nove detentas. Segundo relatos de seu advogado Luiz Felipe Cunha, está dopada 24 horas por dia com medicamentos fortes, sem acompanhamento psiquiátrico, sem tratamento médico para sua arritmia e mergulhada em um estado de depressão severa. Exames médicos autorizados judicialmente desde o final de 2024 nunca foram realizados, agravando ainda mais sua saúde.

Apesar de sucessivos pedidos de prisão domiciliar — respaldados por sua condição de idosa e pelas normas internacionais de direitos humanos — a Justiça brasileira negou seis vezes esse direito. Pior: a Vara de Execuções Penais do DF, que inicialmente analisava o caso, teve sua competência retirada por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, concentrando em seu gabinete o destino da senhora Adalgiza.

Diante da omissão do Estado, a defesa acionou a Organização dos Estados Americanos (OEA) e a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), denunciando o que classifica como uma grave violação dos direitos humanos. O documento enviado à OEA exige medidas urgentes, apuração internacional da conduta do STF e o fim imediato do que consideram uma pena de morte velada.

Se nada for feito com urgência, o Brasil poderá ser responsabilizado internacionalmente pela morte de uma cidadã indefesa — cujo único “crime” foi levantar a bandeira do país.

Karina Michelin. Jornalista.

 

Maioria dos deputados e senadores acha que o STF extrapola atribuições e se intromete no parlamento

Levantamento do Ranking dos Políticos divulgado nesta segunda-feira (31/03), mostra que a avaliação positiva da atuação dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) caiu entre os deputados. Foi de 33,3% em fevereiro de 2024, para 20,7% em março de 2025. Enquanto a avaliação negativa se manteve em alta e subiu um ponto percentual (54,9% para 55,9%). Já a percepção dos senadores foi oposta, pois a avaliação positiva do STF subiu na Casa Revisora. Foi de 33,3% em fevereiro de 2024 para 42,3% em março de 2025. A percepção negativa no Senado sobre os ministros do STF caiu 4,4%, de 42,9% para 38,5%. Veja abaixo: O levantamento mostrou ainda que oito em cada 10 parlamentares acreditam que a Suprema Corte está invadindo as competências do Poder Legislativo. Na Câmara, 48,6% dos deputados acreditam que o Supremo invade as competências do Congresso usualmente; e 31,6% afirmaram que a invasão ocorre ocasionalmente. Para Luan Sperandio, diretor de operações da instituição, a pesquisa é reflexo de episódios que ocorreram ao longo do ano passado e desse ano.

“De lá para cá tivemos alguns conflitos entre esses dois Poderes, como por exemplo, embates em relação a dois temas que se tornaram Ações Diretas de Inconstitucionalidade, que foram: a MP da reoneração da folha, que foi relatada pelo ministro Cristiano Zanin; e, mais recentemente, a maior transparência nas emendas parlamentares, que foi relatada pelo ministro Flávio Dino. Além disso, desde 2023 o Supremo tem conduzido o julgamento dos atos de 8 de janeiro, o que inclui o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro”, destacou Sperandio.

Metodologia

Para conduzir a pesquisa, foi empregado um questionário estruturado, distribuído entre 111 deputados federais de 18 diferentes partidos e 26 senadores de 11 partidos, respeitando o critério da proporcionalidade partidária. A coleta de dados ocorreu entre os dias 19 e 20 de março, sendo entrevistados exclusivamente os próprios parlamentares pessoalmente ou por contato telefônico por entrevistadores treinados pela equipe do Ranking dos Políticos.

Diário do Poder

 

O Maranhão recebeu do Fundeb R$ 315 milhões como a terceira parcela para o exercício de 2025

O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) liberou a terceira parcela de 2025 referente ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). O valor chega a R$ 3,4 bilhões, e é proveniente da contribuição federal. Os recursos – destinados a estados, Distrito Federal e aos municípios brasileiros, são repassados nas modalidades Valor Anual por Aluno (Vaaf), Valor Anual Total por Aluno (Vaat) e Valor Aluno Ano Resultado (Vaar).  

Em janeiro, foram liberados R$ 11 bilhões de complementação da União ao fundo. Desse total, R$ 2,8 bilhões foram relativos ao repasse da 1ª parcela deste ano, enquanto R$ 8,2 bilhões eram referentes à 13ª e última parcela de 2024. Já em fevereiro, a segunda parcela somava um total de R$ 3,1 bilhões. Com esta parcela de março, o valor total acumulado no ano chega a R$ 17,5 bilhões. Segundo o especialista em orçamento público, Cesar Lima, do valor total, estados e municípios podem destinar até 70% para pagamento de pessoal. Porém o restante, ou seja, 30%, devem ser investidos na área da educação.

“São recursos, que poderão ser utilizados por esses entes, tanto para pagamento de professores quanto para investimento na educação, com compra de material didático, material pedagógico, capacitação de professores. É um dinheiro que faz muita diferença na educação de estados e municípios”, destaca. 

De acordo com a Portaria Interministerial MEC/MF nº 14, de 27 de dezembro de 2024, o cronograma de desembolso da complementação da União VAAF ao Fundeb 2025 ficou definido da seguinte forma em relação aos valores por estado:

  • ALAGOAS: R$ 56.482.833,50
  • AMAZONAS: R$ 111.139.172,31
  • BAHIA: R$ 325.360.281,66
  • CEARÁ: R$ 287.550.034,91
  • MARANHÃO: R$ 314.824.369,69
  • PARÁ: R$ 298.438.485,25
  • PARAÍBA: R$ 29.668.101,73
  • PERNAMBUCO: R$ 77.953.484,99
  • PIAUÍ: R$ 89.041.212,87
  • RIO DE JANEIRO: R$ 23.723.333,47

A complementação da União para este ano está prevista em R$ 56,5 bilhões. O valor deve beneficiar 1.859 entes federativos na modalidade Vaaf, 2.358 na modalidade Vaat e 2.837 na modalidade Vaar. Essas quantias serão repassadas em parcelas mensais de janeiro de 2025 a janeiro de 2026. Os depósitos serão feitos até o último dia útil de cada mês.  

O Fundeb

De acordo com o Ministério da Educação, o Fundeb foi instituído em 2020 como instrumento permanente de financiamento da educação pública. Trata-se de um Fundo especial, de natureza contábil e de âmbito estadual. Os recursos são formados por impostos e por transferências dos estados, Distrito Federal e municípios vinculados à educação. Os valores que compõem o Fundo são redistribuídos para aplicação exclusiva na manutenção e no desenvolvimento da educação básica pública, assim como na valorização dos profissionais da educação. Isso ocorre Independentemente da fonte de origem dos valores. 

BRASIL 61

Clube Militar lança nota forte, cita STF e relembra reação do Congresso na Revolução Militar

Hoje, 31 de março de 2025, simboliza 61 anos do início da Revolução Militar que marcou o país no século passado. Em memória da data, o Clube Militar lançou uma forte nota citando as ações do Congresso Nacional e revelando o que aconteceu com o STF.

Leia a nota na íntegra:

A Nação e suas instituições

O 31 de março permanece na História como acontecimento determinante para a evolução do Brasil. A história de um povo não se resume à evolução das suas instituições, mas é sempre por elas e pelo seu funcionamento, que se afere o grau de desenvolvimento desse povo. Deflagrada para evitar que o Brasil se decompusesse na anarquia, na corrupção e na guerra civil, a Revolução de 1964, uma vez cumprido seu papel reformador, pôde restaurar a normalidade democrática porque respeitou, preservou e consolidou as instituições do País.

Foi o Congresso que depôs João Goulart segundo o próprio rito, com a participação do STF, instalando uma presidência em exercício. Foi o Congresso que elegeu Castello Branco para Presidente da República, concedendo-lhe 361 (trezentos e sessenta e um) votos, 3 (três) a Juarez Távora e 2 (dois) a Gaspar Dutra. Foi o Congresso, com uma Câmara de Deputados onde três quintos dos seus integrantes pertenciam à base do antigo Presidente da República, que aprovou mais de 700 (setecentas) leis, 11 (onze) emendas constitucionais, 312 (trezentos e doze) decretos-leis e 19.259 (dezenove mil duzentos e cinquenta e nove) decretos até 1967, despertando de uma letargia de quase vinte anos para participar do esforço de reformas de que o País necessitava. E foi esse Congresso que, convocado pela Câmara de Deputados, trabalhou ingentemente, de dezembro de 1966 a janeiro de 1967, no projeto e nas 884 (oitocentas e oitenta e quatro) emendas, desdobradas em 1.800 (mil e oitocentas) modificações, muitas da oposição, que resultaram no texto da nova Constituição, a primeira das instituições.

Em 1964, o STF permaneceu intocado, sendo visitado pelo presidente Castello Branco no segundo dia de seu mandato. Os tribunais exerciam normalmente suas atribuições e a imprensa era livre o bastante para criticar o projeto de lei do governo, cuja aprovação pelo Congresso, com modificações, festejada pela própria imprensa, resultou na Lei de Liberdade de Manifestação do Pensamento e da Informação, nº 5.250, de 9 de fevereiro de 1967, em vigor até 2009.

A representação e a soberania popular foram reforçadas com o Código Eleitoral de 1965, pelo qual as mulheres se igualaram aos homens em suas obrigações eleitorais; ordenaram-se os procedimentos de voto no exterior e de propaganda gratuita no rádio e na TV; e aumentou-se a transparência do processo eleitoral, com a criação da fiscalização das mesas receptoras pelos partidos políticos. Sob esse código se realizaram as eleições de 1966, 1968, 1969, 1970, 1972, 1974, 1976, 1978, 1982 e 1985, as quais sufragaram, pelo voto direto sempre, senadores, deputados federais e estaduais, prefeitos e vereadores, e pelo voto indireto, os executivos federal e estadual, até 1982, quando as eleições de governadores e vice-governadores voltaram a ser pelo voto direto, como foram em 1965.

Foi essa institucionalidade, o compromisso com a estrutura legal, que, em 1968, permitiu ao País enfrentar a violência revolucionária com discricionariedade sem arbítrio, a linha moral que distingue a justiça da opressão, da perseguição e da revanche. E tal qual o fio de Ariadne, foi essa institucionalidade que se desenvolveu para guiar a normalização da vida política do País, desde a abolição das medidas de exceção até a anistia, culminando na inauguração, em 1985, de um novo regime, pela primeira vez na História do Brasil, sem golpe de estado.

O Brasil, durante esse período da História marcado por enormes desafios, instabilidade e ameaças à paz, avançou em todos os campos. E se o fez foi porque se fortaleceu institucionalmente, condição indispensável à segurança jurídica, à paz social e à mobilização dos agentes econômicos, os fatores que permitiram que o País vivesse o ciclo de maior crescimento sustentado e desenvolvimento integral da sua História, com apoio e participação da sociedade civil.

A rememoração da Revolução de 31 de março de 1964 reitera o compromisso dos Clubes Naval, Militar e de Aeronáutica com o Brasil e a sua democracia, o farol que guiou os veteranos aqui reunidos ao longo de suas carreiras a serviço da Pátria. E lembra que não há Nação sem instituições e que elas devem atender às demandas para as quais foram criadas, acima de interesses, partidos e ideologias, em prol de todos os brasileiros.”

João Alfredo Prado Mota de Faria – Almirante de Esquadra (Ref.) – Presidente do Clube Naval

Sérgio Tavares Carneiro – General de Brigada (R1) – Presidente do Clube Militar

Marco Antônio Carvalho Perez – Major Brigadeiro do Ar (Ref.) – Presidente do Clube da Aeronáutica

 

Governo Lula é derrotado em ação contra o jurista Tiago Pavinatto sobre Flavio Dino no Complexo da Maré no RJ

Em decisão que marcou uma derrota para a Procuradoria Nacional de Defesa da Democracia (PNDD), criada pelo governo Lula, o juiz Eduardo Rocha Penteado, da 14ª Vara Federal Cível do Distrito Federal, extinguiu o processo movido contra o jurista, jornalista e colunista Tiago Pavinatto. A ação buscava a condenação do comunicador e jurista por suposta propagação de informações falsas sobre a visita do então ministro Flávio Dino ao Complexo da Maré. Criada em janeiro de 2023, a PNDD, vinculada à Advocacia-Geral da União (AGU), vem sendo criticada por sua atuação considerada por muitos como um instrumento de intimidação judicial contra vozes dissidentes — uma prática conhecida internacionalmente como SLAPP (Strategic Lawsuits Against Public Participation), comum em regimes que tentam cercear a liberdade de imprensa e o direito à crítica.

Na ação protocolada em 26 de junho de 2023, o órgão do governo solicitava não apenas o pagamento de R$ 300 mil por supostos danos morais coletivos, como também exigia que Pavinatto publicasse um vídeo em suas redes sociais se retratando por declarações feitas sobre a visita institucional de Dino. A medida foi duramente criticada por setores da sociedade civil e defensores da liberdade de expressão, que associaram a atuação da PNDD ao fictício “Ministério da Verdade” descrito na distopia “1984”, de George Orwell.

Na decisão, o juiz Rocha Penteado rejeitou os pedidos da AGU, destacando que os direitos fundamentais — especialmente os ligados à liberdade de expressão e à informação — são prerrogativas do cidadão frente ao Estado, e não o contrário.

“Tais direitos correspondem a prerrogativas que historicamente pertencem aos indivíduos, e, em sua essência, são exercidos e oponíveis pelo cidadão em face do Estado, jamais o contrário”, afirmou o magistrado em seu parecer.

Jornal da Cidade Online

Deputados americanos pedem oficialmente o uso da severa lei Magnitsky contra Alexandre de Moraes

Os deputados Maria Elvira Salazar e Rich McCormick enviaram uma carta ao presidente Donald Trump pedindo que ele puna o ministro Alexandre de Moraes (STF) do Brasil, com a Lei Magnitsky.

Essa lei é extremamente severa, pois proíbe a entrada dos sancionados em solo norte-americano e impede transações financeiras com empresas e cidadãos dos EUA. A iniciativa foi inicialmente cogitada pelo empresário Elon Musk. Agora conta com um pedido público de parlamentares americanos.

Trump irá se manifestar e sua decisão parece previsível. Vamos aguardar. As expectativas são grandes, principalmente entre as vítimas inocentes do todo poderoso e arbitrário ministro do STF.

Jornal da Cidade Online

 

Mais um escândalo no Governo Lula: Em 03 cidades têm mais bolsistas do Pé-de-Meia, do que estudantes

Não poderia ser diferente em se tratando do PT e Lula. O programa ‘Pé-de-Meia’ já aponta sérios indícios de corrupção.

Matéria de André Shalders no Estadão diz o seguinte:

 “Uma das principais apostas do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o Programa Pé-de-Meia tem mais beneficiários do que alunos matriculados na rede pública em pelo menos três cidades, localizadas na Bahia, no Pará e em Minas Gerais. O programa também chega a contemplar mais de 90% dos alunos de ensino médio em pelo menos 15 cidades de cinco Estados. Além disso, há casos de beneficiários que aparentam ter renda acima da permitida pela regra do programa que paga bolsa para alunos mais carentes.

O MEC afirma que a responsabilidade pelas informações prestadas é das Secretarias estaduais de Educação. A pasta disse ainda que trabalha com os Estados para corrigir eventuais problemas.” Sim, eles voltaram à cena do crime.

Jornal da Cidade Online

Flavio Dino, o breve! O “suicídio jurídico”.

O integrante mais recente do STF cometeu “suicídio jurídico” e dificilmente escapará de um julgamento no Senado por flagrante crime de responsabilidade, já em 2027.  

Lei 1.079/1950:

Art. 39. São crimes de responsabilidade dos Ministros do Supremo Tribunal Federal:

2 – Proferir julgamento, quando, por lei, seja suspeito na causa;

São evidentes as suspeições de Moraes e Zanin, mas Dino supera a todos pelo cinismo.

Seu crime é tão óbvio, que apenas o rei Salomão, em seus provérbios, explica a absurda presença no julgamento de Anderson Torres, Ministro da Justiça que o precedeu, de Jair Bolsonaro (notório adversário político) e de todos os acusados que, evidentemente, o arrolarão como testemunha, por seu protagonismo no dia 08 de janeiro, quando agiu com negligência, no mínimo culposa: 

“Em vindo a soberba, sobrevém a desonra (Pv 11:2a).

Gerson Gomes. Jornalista.

 

Lula volta a ofender as mulheres e defende Janja, que esbanja gastança com dinheiro do pagador de impostos

Lula é incorrigível. Com demonstrações constantes de machismo e misoginia. Neste sábado (28) mais uma vez ele demonstrou essas suas péssimas qualidades. Para defender a gastança e as viagens desnecessárias de Janja, às custas dos pagadores de impostos, Lula ofendeu as mulheres ‘donas de casa’.

E, para piorar, garantiu que Janja vai continuar fazendo o que quiser, com o dinheiro do pagador de impostos.

“A mulher do presidente Lula não nasceu para ser dona de casa. Ela vai estar aonde ela quiser, vai falar o que ela quiser e vai andar pra onde ela quiser. É assim que eu acho que é o papel da mulher”, disse ele.

Faltou-lhe o princípio da seriedade e transparência, para registrar que o dinheiro esbanjado por ela é do povo, que deveria ser empregado em favor da saúde, educação e de muita gente que está passando, vítimas do engodo e da mentira da promessa da picanha feita por Lula, em campanha.

Jornal da Cidade Online

Alexandre de Moraes mentiu em plena sessão do STF, sobre decreto de Donald Trump

Alexandre de Moraes disse que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), citou o sistema eleitoral do Brasil como “um modelo de sucesso”. O ministro disse ainda que a “lisura das urnas eletrônicas” é, hoje, “defendida até pelo governo norte-americano”. A declaração foi feita na quarta-feira (26), quando proferia o voto acatando a denúncia da PGR (Procuradoria Geral da República) para tornar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) réu.

“O presidente norte-americano Donald Trump alterou a legislação por ato executivo – equivalente ao nosso decreto autônomo – para melhorar as eleições. […] O Brasil é citado expressamente como modelo de sucesso pelo presidente norte-americano. Enquanto isso, aqui, houve toda uma preparação para colocar em dúvida as urnas eletrônicas. E a Abin, sob a gestão de seu então diretor-geral, participou desse movimento”, disse o ministro.

Na realidade, Trump assinou na terça-feira (25) um decreto que altera as regras eleitorais dos EUA. No entanto, não há defesa da lisura das eleições ou das urnas eletrônicas brasileiras, como citado por Moraes. O Brasil é mencionado como um país que consegue identificar os eleitores por meio de um banco de dados biométricos.

No site da Casa Branca, uma nota com as mudanças determinadas por Trump cita o Brasil no seguinte trecho:

“Apesar de ter sido pioneiro no autogoverno, os Estados Unidos agora falham em aplicar proteções eleitorais básicas e necessárias que são adotadas por nações modernas e desenvolvidas, bem como por aquelas ainda em desenvolvimento. Índia e Brasil, por exemplo, estão vinculando a identificação dos eleitores a um banco de dados biométrico, enquanto os Estados Unidos, em grande parte, dependem da autodeclaração de cidadania”.

Jornal da Cidade Online