As fotos mostram como é feito o estelionato politico do Asfalto na Rua aos candidatos do Palácio La Ravardiere

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É cada vez mais vergonhoso o estelionato politico praticado pela Prefeitura de São Luís em favor dos candidatos a cargos eletivos que têm o sinal verde do Palácio La Ravardiere. Repetindo o que foi feito para a reeleição do prefeito Edivaldo Holanda Júnior à época com o Mais Asfalto e com o Asfalto na Rua.

As ações são tão mesquinhas, que em muitas ocasiões o pessoal que executa as obras revela para as comunidades, que as ordens da Secretaria de Obras do Município dizruas e bairros de interesses  do político apaniguado que está recebendo o apoio do prefeito. Um exemplo bem recente ocorreu nos bairros do Retiro de Natal e Vila Passos. O líder comunitário Roberval Tavares procurou ochefe de obra as razões pelas quais aproximadamente quase dez ruas deixaram de receber a camada asfáltica, apesar de estarem em situação mais precária de outras beneficiadas, recebeu como resposta que elas não constavam da relação da SEMOSP.

Gente, o que vem se fazendo de maneira acintosa é corrupção e claramente compra de votos e assim são feitas as manipulações com a total e irrestrita omissão, covardia ou até mesmo conluio com as autoridades a quem caberia a responsabilidade de fiscalizar as irregularidades. Falam que existe um Movimento de Combate a Corrupção no Maranhão, eu simplesmente não acredito, mas se realmente existe, não deve ser sério e muito transparente que não esteja vendo o que vem sendo feito na cidade de São Luís e em vários municípios do Estado.

 O asfalto do engodo e o abandono do centro histórico

O líder comunitário Roberval Tavares nas fotos que estão acima mostra de como o serviço é executado. O pessoal chega com as máquinas e em seguida os caminhões chegam com o asfalto que é jogado por cima de tudo que está nas ruas e assim é feita a pavimentação.                Agora é esperar pelas primeiras chuvas do inverno que virão depois das eleições, para que as pessoas tenham realmente a plena consciência de que mais uma vez podem ter sido vítimas do estelionato do asfalto, a não ser que não haja o troco do voto.  Afinal de contas o asfalto vem do dinheiro do povo com os elevados impostos que todos pagam.

Enquanto isso inúmeras ruas do centro histórico de São Luís estão completamente abandonadas. O mais doloroso ou vergonhoso é que são poucos os que reclamam e assim a corrupção vai prosperando.

 

Todos os dias 32 pessoas cometem suicídio no Brasil e o Senado quer debater a prevenção

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O aumento do número de suicídios no Brasil, suas possíveis causas e quais políticas públicas são necessárias para reverter esse quadro serão debatidos na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). O pedido para a audiência pública, feito pela presidente do colegiado, senadora Regina Sousa (PT-PI), foi aprovado no último dia 7, mas a data para a sua realização ainda não foi marcada.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), quase um milhão de pessoas se suicidam por ano no planeta, número maior do que as vidas perdidas em guerras. Regina Sousa atestou a gravidade do assunto na justificativa para realização da audiência.

— É uma questão séria, porque tem a ver com saúde pública também. É a questão da depressão que, normalmente, é o caminho [que leva ao suicídio]. E a depressão ainda não é muito vista como uma doença que tem de ter a atenção da saúde pública deste país — defendeu.

De acordo com a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), 90% dos casos de suicídio são preveníveis, por estarem associados a algum tipo de transtorno mental, como a depressão.

Dados

Regina mencionou estudo dos pesquisadores Daiane Borges Machado e Darci Neves dos Santos, da Universidade Federal da Bahia (UFBA), com dados sobre a mortalidade brasileira entre os anos de 2000 e 2012. Em 1980, a taxa de suicídio era de 4,4 por 100 mil habitantes. Em 2000, chegou a 4,9 por 100 mil; passou para 5,7 em 2006 e chegou a 6,2 em 2012.

O suicídio é a terceira causa de óbito por fatores externos identificados, com 6,8% dos casos, atrás somente dos homicídios (36,4%) e das mortes relacionados ao trânsito (29,3%). No entanto, a mortalidade por suicídio no Brasil pode ser ainda maior, já que há subnotificação decorrente do estigma social do suicida, o que favorece a omissão de casos, esclareceu o estudo.

As pessoas que mais cometeram suicídio foram as menos escolarizadas, com até sete anos de estudo (77,5% do total em 2000 e 63% em 2012), e os indígenas, cujas taxas de suicídios por 100 mil habitantes saltaram de 8,6 em 2000 para 14,4 em 2012. Foram 132% mais casos em relação à população geral, frisou Regina.

Os números também são alarmantes entre os homens maiores de 60 anos: em 2012, a mortalidade foi de 8 para cada 100 mil habitantes. No entanto, o maior crescimento na mortalidade tem ocorrido entre os adultos de 25 a 59 anos e os jovens de 10 a 24 anos, 22,7% e 21,8% de aumento, respectivamente, diz a pesquisa.

A mortalidade geral mais elevada se encontra na região Sul (9,8 por 100 mil habitantes) e o maior crescimento percentual, no Nordeste (72,4%). Ainda de acordo com o estudo da UFBA, os três principais meios para o cometimento de suicídio no Brasil são enforcamento, lesões por armas de fogo e autointoxicação por pesticidas, totalizando 79,6% dos casos.

É possível salvar vidas

A reportagem especial “Prevenção do suicídio: é preciso falar. É possível salvar vidas”, da Rádio Senado, abordou o assunto em 2017. A matéria mostrou como identificar atitudes de quem pode estar pensando em acabar com a própria vida e traz a opinião de especialistas sobre como prevenir o mal e o que tem sido feito pelo Estado para evitar as mortes.

Segundo a reportagem, a cada dia 32 pessoas cometem suicídio no Brasil. O país ocupa o oitavo lugar em número de mortes desse tipo no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).A matéria foi premiada com o Microfone de Prata na Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em abril do ano passado.

Agência Senado

Multas a caminhoneiros grevistas não serão perdoadas, diz o Ministro do STF Alexandre de Moraes

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, descartou a possibilidade de perdoar as multas que aplicou a quem participou da “greve dos caminhoneiros” em maio. “Quem obstruiu e foi multado tem sua responsabilidade”, disse o ministro, em audiência pública nesta segunda-feira (20/8). Depois da audiência, a advogada-geral da União, Grace Mendonça, convocou os grevistas para nova tentativa de conciliação, no dia 29 de agosto.

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“Quem foi multado tem sua responsabilidade”, diz Alexandre de Moraes, sobre “greve dos caminheiros”.

Alexandre de Moraes é o relator dos processos em que o governo pediu que o Supremo aplicasse multas a quem impôs paralisações ilegais durante a “greve”. Ele aplicou multas de R$ 714 milhões a 151 empresas. As multas foram suspensas para que empresas e governo possam negociar. Na audiência desta segunda, o ministro prorrogou o prazo para pagamento por mais 14 dias.

No encontro do dia 29, será discutida a possibilidade de revisão dos valores das multas previstas em ação ajuizada pela AGU para desbloqueio das rodovias federais durante a greve da categoria.

De acordo com o ministro Alexandre, todos têm direito a fazer greve, “mas sempre respeitando o direito de toda a sociedade”. “A paralisação gerou problemas ao país em virtude do excesso. Não foi a primeira, nem será a última manifestação de caminhoneiros. O direito de manifestação de greve é para todos. O que podemos é discutir a impossibilidade de bloqueios totais, de bloqueio de acostamento, de impedir a livre circulação dos demais”, disse o ministro

Na ocasião, o ministro afirmou também que manterá por mais 14 dias a suspensão de multas aplicadas a 151 empresas. Uma nova audiência deve ser realizada no STF após este período. Até lá, os mais de R$ 715 milhões em multas aplicadas a 151 empresas flagradas descumprindo a ordem de desobstrução de vias e entornos durante a paralisação continuam suspensas.

Fonte: CONJUR

 

Cármen Lúcia e Raquel Dogde cantam “Não deixe o samba morrer” com Alcione

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A ministra Cármen Lúcia, presidente do STF, e a Procuradora-Geral da República Raquel Dodge, uniram-se à cantora Alcione para interpretar o clássico “Não deixe o samba morrer”. O momento ocorreu no seminário Elas por elas, promovido nesta segunda-feira, 20, pelo CNJ, no prédio do STF.

O evento debateu o papel da mulher no poder estatal e na sociedade e o avanço nas conquistas de gênero. Além do trio, também participaram, entre outras, a ministra Laurita Vaz, do STJ, a ministra do STM Elizabeth Guimarães Teixeira Roxa, advogada-Geral da União Grace Barbosa, a presidente da rede Magazine Luiza Luiza Helena Trajano e a presidente da Rede Sarah de Hospitais Lucia Braga.

“Não tem como medir o prazer de estar na companhia dessas mulheres incríveis”, afirmou a Marrom em sua conta oficial no Instagram.

Fonte: Migalhas

 

Católicos Irlandeses vão cobrar do Papa Francisco puniçãoaos religiosos envolvidos em abusos sexuais

A poucos dias da chegada do Papa Francisco à Irlanda, crescem as críticas e os apelos no país para que o Vaticano seja mais determinado na sua resposta aos vários escândalos de abusos sexuais de crianças e jovens.

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O Vaticano está a ser pressionado a ter uma atitude mais determinada LUSA/CIRO

Quando o Papa Francisco chegar à Irlanda para uma visita oficial de dois dias, no próximo fim-de-semana, não deverá ter à sua espera gigantescos protestos contra o escândalo de abusos sexuais na Igreja Católica da Pensilvânia, revelado na semana passada. Mas as críticas e os alertas de algumas personalidades políticas e religiosas, como a de uma ex-Presidente e o arcebispo de Dublin, indicam que o ambiente não será tão favorável como o da visita do Papa João Paulo II, há 39 anos.

Este sábado, o responsável pela arquidiocese da capital irlandesa, Diarmuid Martin, comentou a forma como o Vaticano tem reagido publicamente aos sucessivos escândalos de abusos sexuais na Igreja Católica. E a frase em destaque foi tão curta como forte: “Não basta pedir desculpa.”

Sobre o que espera ouvir do Papa Francisco, nos dias 25 e 26, o arcebispo de Dublin preferiu fazer uma referência ao contexto em que essa visita vai acontecer: “É uma visita curta mas intensa, com muitas expectativas, felicidade e entusiasmo, mas também marcada por muita ansiedade sobre a nossa Igreja Católica, na Irlanda e em todo o mundo, e sobre o futuro da Igreja”, disse o arcebispo, citado pelo Irish Times.

Diarmuid Martin não se referiu ao caso concreto dos abusos sexuais na Pensilvânia, onde uma investigação de um grande júri, revelada na passada terça-feira, descobriu um padrão de abusos em seis das oito dioceses do estado norte-americano ao longo de décadas – foram identificados mais de 300 “padres predadores”, como lhes chamou o procurador-geral da Pensilvânia, e mais de mil vítimas entre a década de 1940 e o início dos anos 2000.

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“Pedir desculpa não é suficiente”, disse o arcebispo de Dublin Diarmuid Martin CathalMcNaughton/REUTERS

O arcebispo de Dublin deixou um aviso à forma como o caso tem sido tratado pelo Vaticano: “Precisamos de uma Igreja com confiança, não a confiança da popularidade ou a arrogância, mas sim a confiança de homens e mulheres cativados pela mensagem de Jesus.”

Desde que o escândalo na Pensilvânia foi revelado, o Vaticano pronunciou-se apenas uma vez, na quinta-feira, através do porta-voz do Papa Francisco, Greg Burke: “Os abusos descritos no relatório são censuráveis em termos criminais e morais. A Igreja tem de aprender lições duras com o seu passado, e tanto os abusadores como quem permitiu que os abusos acontecessem devem ser responsabilizados.”

A ex-Presidente irlandesa Mary McAleese, uma católica praticante conhecida pelas suas opiniões progressistas sobre temas como o casamento de padres, a homossexualidade e o aborto, também comentou a visita do Papa Francisco. E as suas declarações foram mais directas e contundentes do que as do arcebispo de Dublin – McAleese disse que esperava mais do Papa e criticou o seu “modo de pensar”.

Diferente, mas não muito

“Acreditei que este Papa era diferente porque ele disse que ia ser diferente. Disseram-nos que quando ele estava na Argentina costumava insistir na necessidade de se denunciar os casos de padres que cometiam crimes contra crianças”, disse a ex-Presidente irlandesa, citada pelo Irish Times.

Fonte: UOL Noticias

Mais de 700 candidatos usarão patentes ou cargo policial como nome na urna

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São pelo menos 19 patentes e cargos relacionados às forças militares e armadas que fazem parte dos nomes de urnas dos candidatos

Sargento, soldado, coronel, tenente, delegado… Pelo menos 746 postulantes às eleições deste ano carregarão consigo para as urnas as instituições às quais estão ou foram vinculados. Mais de um quarto deles (199) vai concorrer pelo PSL, do deputado e presidenciável Jair Bolsonaro. Levantamento do Congresso em Foco mostra que pelo menos 19 patentes e cargos relacionados a forças policiais, militares e armadas serão utilizados por candidatos nas eleições de outubro.

O levantamento aponta que a maioria desses candidatos com patente no nome vai concorrer a vagas nos legislativos estaduais e federal em 23 estados e no Distrito Federal. São 430 postulantes a deputado estadual, 19 a distrital e 262 a federal. Na lista, porém, aparecem oito candidatos a governador, oito a vice, um a presidente, o Cabo Daciolo (Patriota), e um a vice-presidente, o General Mourão (PRTB), que faz chapa com Bolsonaro.

Candidato à reeleição e correligionário de Bolsonaro, o deputado Delegado Waldir (GO) afirma que o presidenciável “puxa” o movimento das patentes para seu partido. Como este site mostrou mais cedo, o número de candidatos pela sigla disparou com a candidatura do capitão do Exército. “Mas não basta ter patente, tem de ter serviço para mostrar”, disse o goiano. Com 1.260 nomes, o PSL é a legenda com maior número de candidaturas no geral.

Para o deputado Major Olimpio (SP), também do PSL, a patente tem, sim, peso nas urnas. “A questão da segurança pública tem prioridade pela tragédia que é para todo o povo brasileiro”, disse à reportagem. Para ele, a população tem buscado nas forças policiais referências para levar para a política. O parlamentar foi o responsável por articular as candidaturas de militares no PSL, e afirmou estar feliz com o resultado no número de candidatos.

Puxado por Bolsonaro, PSL dispara e lidera número de candidatos em 2018

Nem todos levam a patente ou a instituição à qual pertence no nome, como o próprio Bolsonaro, um capitão da reserva do Exército. O TSE indica em seu site que 889 pessoas declararam à Corte eleitoral serem membros das instituições militares (bombeiros, policiais e militares reformados) neste ano. Entre eles, o próprio presidenciável. O número é quase idêntico ao de 2014, quando 888 pessoas se autodeclararam militares.

Fonte: Congresso em Foco

 

A total inoperância dos poderes constituídos leva a população à desobediência civil

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As constantes interdições na BR – 135 pela população de várias comunidades rurais de São Luís, não são simples protestos. A permanente ausência dos poderes constituídos em cada uma delas, que sentem seus direitos e dignidade altamente negados, ultrapassou todos os limites, principalmente quando a corrupção prospera e eles têm consciência de que estão sendo tripudiados.

O clientelismo exacerbado é uma maneira vergonhosa utilizada por políticos e instituições públicas e privadas, com o objetivo exclusivo de transformar as pessoas e comunidades em massa de manobra através de serviços que deveriam ser garantidos como direitos, já dá sinais de estagnação. A população mostra que cansou e que está à beira da explosão.

Todas as comunidades localizadas na área da BR- 135 até Pedrinhas

vivem em plena miséria, sem educação, saúde, saneamento básico, o grave problema do transporte coletivo, sempre pedindo como se não tivessem direitos e as migalhas lhes sendo jogadas com estratégia para diminuir as tensões.

As pessoas hoje têm consciência e sabem que são portadoras de direitos que lhes são assegurados pela Constituição, e que não precisam choramingar a políticos corruptos para terem os seus direitos garantidos.

Inúmeras dessas comunidades estão se organizando e não se surpreendam se novos movimentos e de dimensões bem maiores vierem a ser registrados, principalmente pelas pressões para que elas se tornem massas de manobras.

As pessoas pobres são informadas da corrupção, das roubalheiras na saúde e na educação, dos desvios de recursos públicos e mais precisamente do conhecido estelionato politico, quando gestores e políticos se juntam criminosamente para tentar enganar as pessoas simples trabalhadoras que labutam todos os dias para tirar da terra com muito suor o pão de cada dia. Uma estradinha aqui, um posto de saúde reformado ali, uma escola reformada aqui e cestas básicas, são ofertas do período eleitoral para a troca com o voto.

 

O troco sem o voto

 

Há poucos dias tive oportunidade de observar à distância, mas bem atento as conversas de feirantes no Mercado Central. Eles diziam que estão aguardando a visita do prefeito, do governador e de outros políticos. Não vamos criar problemas, muito pelo contrário devemos pedir para que eles resolvam problemas emergenciais de todos nós. Não vamos aceitar os chamados bilhetes para tratarmos de questões em órgãos públicos, hospitais e marcações de consultas. Vamos pedir para que eles comprem o que é emergencial para todos nós. Depois de recebermos, claro que iremos agradecer.

O final da conversa é que eles lembraram o saudoso radialista Jairzinho da Silva, dizendo que no momento do voto é que se dá o troco, não votando em nenhum deles, Se eles sempre nos enganam não custa nada em fazer valer o troco, argumentaram vários deles.

 

 

Cabo Campos é presidente da Comissão de Segurança Pública da Assembleia e impune na agressão a esposa

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O deputado estadual Cabo Campos dificilmente renovará o seu mandato, não apenas pela covarde agressão à sua esposa Maria José Brandão Marques Campos, mas pela sua medíocre atuação parlamentar executada pela elevada subserviência ao Palácio dos Leões, traindo inclusive os seus colegas militares, que chegaram até a apostar em suas propostas de luta em defesa dos direitos e da dignidade dos militares.

O Cabo Campos pelo menos mostrou força e ela pode ser perfeitamente observada. Apesar das contundentes provas contra ele, pelas agressões covardes à sua esposa, a denuncia que se encontra na Comissão de Ética, não deverá ser apreciada pelo plenário, uma vez que não se surpreendam se ela for arquivada. Ela está com a deputada Graça Paz, integrante de uma subcomissão de ética para tratar especificamente do caso.

Para ratificar que o Cabo Campos é respeitado dentro do parlamento estadual é que, apesar das graves acusações que pesam sobre a sua pessoa de violência doméstica, ele é o presidente da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa do Estado, com o integral apoio dos seus 41 pares.

Dentro do parlamento estadual é dado com certo, que caso ele não consiga renovar o seu mandato, com certeza será o pastor capelão da Assembleia Legislativa do Estado. As especulações realmente devem ficar apenas no campo, uma vez que não se acredita que o futuro parlamento seja tão ardente defensor da violência doméstica para chegar ao extremo de desconhecer a Lei Maria da Penha.

Para as pessoas que clamam todos os dias por Segurança Pública é bom lembrar que ela é tratada com bastante descaso pelos deputados estaduais que estão em todos os municípios maranhenses e bairros de São Luís pedindo votos para a renovação dos seus mandatos. Não duvidem que se o Cabo Campos chegar ao seu bairro, na sua rua e na porta de sua casa pedindo votos, identificando-se como deputado e presidente da Comissão de Segurança Pública da Assembleia.

 

Justiça Federal determina à CAEMA melhor tratamento de esgotos na estação do Jaracaty

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A Estação de Tratamento de Esgoto do Jaracaty precisa realizar serviços de qualidade

A decisão foi decorrente de ação do Ministério Público Federal, diante de relatórios que indicam o tratamento inadequado dos efluentes na ETE Jaracaty, que causou poluição em rios e praias de São Luís

O Ministério Público Federal (MPF) no Maranhão conseguiu, na Justiça Federal, que a Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema) faça o tratamento adequado dos efluentes da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Jaracaty, em obediência às condições, padrões e exigências ambientais, segundo a regulamentação do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).

Desde 2011, relatórios técnicos sobre vistoria realizada no entorno da ETE Jaracaty, produzidos em conjunto pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais (Sema) e pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semman), evidenciaram que havia lançamento de esgoto in natura em corpos hídricos, em decorrência de tubulação rompida ou a própria falta de tratamento completo dos efluentes.

A Semman, em 2012, realizou um novo relatório que concluiu que o funcionamento da ETE estava inadequado. A partir das análises laboratoriais, ficou claro que a o sistema não reduzia de forma satisfatória a contaminação bacteriana, não removia adequadamente nutrientes tóxicos e possuía possível falha na etapa secundária de tratamento.

De acordo com o MPF, as vistorias demonstram que a omissão da Caema em fazer funcionar de forma adequada a estação de esgoto teve como consequência o lançamento de esgoto in natura, que constitui uma das maiores causas da poluição do Rio Anil e das praias costeiras de São Luís.

Diante disso, a Justiça Federal determinou que a Caemaassegure tratamento adequado dos efluentes da ETE Jaracaty em obediência às condições, padrões e exigências ambientais, estabelecidos na Resolução Conama n.357/2005. A Caema deve também realizar o monitoramento da qualidade de efluentes da ETE e, ainda, pagar indenização por danos insuscetíveis de recuperação in natura. O número do processo para consulta na Justiça Federal é 0028595.16.2011.4.01.3700

 
Assessoria de Comunicação

Ministério Público Federal

 

Deixar de pagar água e luz vira ‘estratégia’ para os endividados

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Inadimplência nas contas de água e luz serão maiores em relação a telefonia móvel.

Em um momento de aperto, o brasileiro está deixando de pagar principalmente as contas básicas, como as de água e luz. O calote nesses débitos subiu 7,6% nos 12 meses encerrados em julho, segundo o SPC Brasil. No mesmo período, as dívidas bancárias –como cheque especial, empréstimos pessoais e cartão de crédito –subiram 6,9%.

A decisão sobre qual conta atrasar, segundo o SPC e a Serasa Brasil, está ligada ao fato de que os juros, nas contas de água e luz, serem bem mais baixos do que os cobrados em débitos ligados a instituições financeiras.

Além dos juros mais baixos, o reajuste das contas básicas superou –e muito– a inflação. Enquanto o IPCA, principal índice de inflação, subiu 4,48% nos 12 meses acumulados até julho, a inflação da energia elétrica medida pelo IBGE subiu 18,02%.

Dessa forma, o Brasil formou uma legião de “equilibristas” de contas, de acordo com a economista-chefe do SPC, Marcela Kawauti. “O jeito é manter algumas contas em dia, enquanto o orçamento está apertado.”

É justamente isso o que tem feito a viúva Rita A., de 52 anos, que pediu para ter a identidade preservada. Em alguns meses, a conta de luz é a eleita para ser paga depois; em outros, os boletos do condomínio ou do telefone ficam na gaveta.A situação ficou mais complicada há poucos meses, quando uma carta de cobrança chegou com a informação de que ela devia cerca de R$ 9.000 do financiamento de seu apartamento.

“Meu filho estava na faculdade e precisou sair do trabalho para poder estagiar, então deixei de pagar as parcelas do imóvel e só voltei a pagar quando ele já estava formado e trabalhando. Agora, tenho tentado pagar uma das parcelas atrasadas e uma das atuais por mês.”

Causa

Para GireffeContini, gerente do Serasa Consumidor, o desemprego é a principal variável que eleva o total de inadimplentes no País. A taxa de desemprego no segundo trimestre ficou em 12,4%, segundo o IBGE.No fim do primeiro trimestre, um trabalhador da Grande São Paulo levava quase um ano procurando emprego, em média, aponta a Fundação Seade e o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Segundo a economista Juliana Inhasz, do Insper, a inadimplência acaba se tornando crônica pelos altos juros. Desta forma, as prestações atrasadas acabam explodindo de valor.

As informações são do jornal “O Estado de S. Paulo”.