OAB, CREA, CRM, os demais conselhos, as anuidades e a liberdade que todos deveriam ter para trabalhar

Sabe quantos advogados temos no Brasil? Uma pesquisa de 2018 revelou um milhão! Anuidade da OAB é mil reais em média. Faz a conta ai: 1 milhão vezes mil reais por ano, dá quanto?

Sabe quantos médicos existem no Brasil? Dados de 2018 mostram 452 mil médicos. Anuidade de R$ 800,00 em média. Faz a conta: 452.000 x 800,00, dá quanto?

E de engenharia e agronomia as anuidades do CONFEA podem variar de 500,00 para pessoa física e 4 mil reais para pessoa jurídica, segundo o site oficial e são mais de 1 milhão e 600 mil profissionais na área.

Aí vai lá Paulo Guedes e propõe a PEC 108 onde DESOBRIGA os profissionais de se inscreverem em seus respectivos conselhos.

LIBERALISMO econômico é isso…LIBERDADE!

DESBUROCRATIZAÇÃO, LIVRE COMÉRCIO E LIVRE CONCORRÊNCIA.

Essa é a roda capitalista que move o mundo…

O problema do Brasil é a dependência que as instituições criam sob os cidadãos, por isso veremos uma disputa complicada para o governo, com os grupos que giram BILHÕES em anuidades de cada profissional – que é proibido de exercer sua profissão caso não esteja registrado em seu conselho.

Raquel Brugnera

Pós Graduando em Comunicação Eleitoral, Estratégia e Marketing Político – Universidade Estácio de Sá – RJ.

 

Decretada prisão preventiva de (03) servidores do TJMA acusados de fraudes em precatórios

Apesar da fraude envolver pessoas do TJMA identificadas a presas, a advertência de possíveis práticas criminosas foi feita pelo próprio Poder Judiciário

O Tribunal de Justiça do Maranhão vem a público informar que, na manhã desta segunda-feira (15/07/2019), três servidores do Poder Judiciário do Maranhão – dois efetivos e um terceirizado – lotados na Coordenadoria de Precatórios do Tribunal, foram alvo de mandados de prisão preventiva decretada pelo Juízo da 1ª Vara Criminal da Comarca da Ilha de São Luís.

A investigação criminal foi iniciada após requisição do Presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão, Desembargador José Joaquim Figueiredo dos Anjos, em face de denúncias apresentadas perante a própria Coordenadoria de Precatórios, recebidas pelo Juiz Auxiliar da Presidência, coordenador da gestão de precatórios, André Bogéa.

A investigação criminal – que resultou nas prisões dos três servidores – foi desenvolvida pelo Ministério Público Estadual e pela Polícia Civil do Maranhão, com autorização judicial.

As ações desenvolvidas fazem parte de um conjunto de medidas que visam não apenas garantir a correta utilização dos recursos públicos destinados ao pagamento de precatórios, como também zelar pela proteção dos direitos dos respectivos credores, muitos dos quais idosos e portadores de doenças graves.

As condutas dos três servidores já vinham sendo monitoradas pelo Tribunal de Justiça do Maranhão, por meio da Coordenadoria de Precatórios, com o que se logrou prevenir prejuízos aos cofres públicos.

Importante ainda esclarecer que, a ordem cronológica e as listas de pagamentos dos entes públicos devedores de precatórios persistem intactas, imunes a quaisquer interferências ilícitas, vez que são confeccionadas segundo protocolo único do Tribunal de Justiça, inacessível aos servidores em questão.

O Tribunal de Justiça do Maranhão reafirma seu inarredável compromisso de bem desempenhar suas atribuições constitucionais, sempre voltado à moralidade, legalidade, impessoalidade, publicidade e eficiência, conforme o art. 37, caput, da Constituição Federal.

A persecução criminal se desenvolverá aos cuidados das autoridades públicas constituídas e respeitando as diretrizes do devido processo legal e da ampla defesa. A presente nota foi distribuída pelo Tribunal de Justiça.

TJMA havia chamado a atenção da população dos riscos de fraudes

Há poucos dias o Tribunal de Justiça do Maranhão divulgou uma nota importante, fazendo observações sobre os riscos de pessoas que têm direito a precatórios serem vítimas de fraudes, principalmente nos casos de idosos. O TJMA, ao fazer a informação foi bastante detalhada quanto as possíveis praticas que poderiam ser utilizadas por bandidos.

Para surpresa geral, estavam dentro do próprio TJMA, elementos inescrupulosos, entre eles, os servidores efetivos Daniel Andrade Freitas e Tiago Silva Oliveira e o terceirizado Tiago Rafael de Oliveira, os quais repassavam informações privilegiadas mediante recompensa ao elemento Wendel Dorneles de Moraes, que por sua vez fazia articulações para aplicar golpes em pessoas que tinham precatório a receber.

Vereador Cézar Bombeiro pede informações ao Prefeito de São Luís e ao Secretário da SMTT sobre o VLT

O vereador Cézar Bombeiro encaminhou requerimento à mesa diretora da Câmara Municipal de São Luís, pedindo que depois de apreciação pelo plenário seja solicitado ao Prefeito de São Luís e ao Secretário da SMTT, informações acerca do VLT – Veículo Leve sobre Trilhos, especialmente sobre a sua guarda, conservação, gastos com aluguel de local para mantê-lo sem riscos , os valores mensais do quanto é gasto e o total dos últimos seis anos e se há alguma definição sobre qual a destinação a ser dada ao VLT.

O VLT foi adquirido pelo ex-prefeito João Castelo como trunfo da sua campanha à reeleição com a promessa de instalação em São Luís, do primeiro transporte de massa. Derrotado nas eleições o ex-prefeito João Castelo deixou o VLT e os valores a serem pagos pelo vencedor do pleito, o então o prefeito Edivaldo Holanda Júnior.

A princípio o atual prefeito chegou a especular a instalação de uma linha de transporte de massa entre o Anjo da Guarda e o Terminal da Praia Grande, mas tudo não passou de mais um dos inúmeros blefes do dirigente municipal. Durante muito tempo o VLT ficou abandonado no Terminal da Praia Grande para depois ser vendido como sucata, o que chegou a ser especulado. Por decisão da justiça, a prefeitura de São Luís foi obrigada a garantir a conservação do VLT até que seja encontrada uma destinação.

O vereador Cézar Bombeiro destaca que Veículos Leves sobre Trilhos têm resolvido problemas sérios de transporte de massa de várias cidades brasileiras. O Rio de Janeiro tem o transporte do centro histórico e de vários bairros feitos por VLTs, que inclusive operam até ao aeroporto Santos Dumont. O Museu do Amanhã tem considerável número de visitantes devido o VLT deixar as pessoas bem na porta e nos finais de semana, o local deu origem a atrações culturais diversas.

Cézar Bombeiro lamentou, que São Luís ainda não mereceu a devida e necessária atenção para a necessidade de um transporte de massa, que diante da atual realidade, a grande alternativa pode ser o VLT. Até como informação necessária para a população, precisamos saber exatamente quanto custou o VLT, quanto já foi gasto para mantê-lo sob guarda e o que o Poder Público pretende dar a sua destinação. Lamentável sob todos os aspectos é que a população de São Luís, tem necessidade de urgente de um transporte de massa, uma vez que os serviços atuais são de precários a péssimos, afirmou o vereador.

PT instituiu a propina de “recompensa”, diz ex-diretor da Petrobras

Em seu mais recente depoimento, perante o juiz Luiz Antonio Bonat, na 13a Vara Federal Criminal de Curitiba, o ex-diretor de serviços da Petrobras, Renato Duque, fez uma revelação aterrorizante, que denota o grau de promiscuidade da corrupção que atingiu a empresa durante as gestões do PT.

O então tesoureiro João Vaccari Neto instituiu a ‘recompensa’, oferecida para aqueles que prestaram serviço sujo ao partido, mas não estavam no ‘bolo’ da divisão da propina.

Duque recebeu R$ 1,5 milhão como ‘recompensa’ por não ter “emperrado” os contratos envolvendo a Torre de Pituba, sede da Petrobras em Salvador, superfaturada em cerca de R$ 1 bilhão.

Veja o que disse o ex-diretor da Petrobras sobre esse episódio:

“Quando a diretoria aprova a locação, conversando novamente com o Vaccari, ele me disse que não achava justo, razoável, que eu não levasse nenhuma vantagem no negócio”, disse Duque. E complementou com a revelação:

“Ele (Vaccari) falou: ‘Olha, eu não acho justo, porque você sempre ajudou o partido, você não fez com que o processo emperrasse’. Eu aceitei, falei: ‘Aceito, você está querendo me oferecer um milhão e meio, dinheiro que iria pro PT, eu aceito’.

Sem dúvida, uma gorda recompensa.

Jornal da Cidade Online

 

Deputado Adriano Sarney – Pedaladas e Apropriações do Governo do Maranhão

Adriano Sarney vem desnudando o governo Flavio Dino

Da Série Estado Quebrado – Pedaladas e Apropriações

Em mais um artigo desta série, relatarei com números oficiais o drama vivido pelo governo do estado do Maranhão. Por falta de dinheiro, os comunistas se apropriaram de um dos maiores vetores da nossa economia, o Porto do Itaqui.

Ao invés de atuar em ações pragmáticas de avanços operacionais e comerciais, preocupam-se em maquiar apresentações de resultados financeiros com o objetivo de mostrar que realizam uma gestão eficiente, mas na prática o que assistimos é outra realidade.

Enquanto isso, toda a produção dos estados do Tocantins e do Mato Grosso, que deveria ser escoada pelo Itaqui, está indo diretamente para o porto Vila do Conde, em Barcarena, no Pará. Porque não foram construídos os berços que expandiriam a capacidade de operação do nosso Porto. E sabem porquê?  Foram aproximadamente 150 milhões de reais desviados do convenio federal, por saques indevidos para suprir a irresponsabilidade e desequilíbrio das contas públicas do estado.

Diante disso, a Câmara dos Deputados atendeu um pedido do deputado Edilázio Junior, que propôs uma vistoria da Comissão de Fiscalização e Controle por ¨sérias acusações, dentre as quais, apropriação indevida de recursos do Porto do Itaqui, em flagrante descumprimento às cláusulas contratuais firmadas e por serem objeto de processos administrativos e judiciais¨.

O pedido do Deputado foi acatado pela Câmara Federal, embasado nos seguintes argumentos: desrespeitar o convenio firmado com o governo federal, apropriar-se de recursos oriundos do Porto do Itaqui sem respaldo legal, à revelia de ordens já emitidas, infringindo as leis e por se negar a fornecer informações aos órgãos competentes, tal como a ANTAQ.

De tão graves as acusações, tramita em âmbito judicial, a ação popular nº 1003590-28.2018.4.01.3700, na 3ª Vara Federal, pedindo a revogação dos atos administrativos que reduziu o capital social da EMAP e de transferências irregulares para o Tesouro Estadual.

De acordo com a denúncia, a Emap só poderia fazer aumento de capital com recursos repassados pelo Tesouro do Estado, haja vista que as receitas portuárias não são próprias, apenas administradas, assim como os lucros apurados nos finais de cada exercício financeiro. Estes são recursos da União, não do Estado.

Por outro lado, a Advocacia Geral da União (AGU) diz que nem a Emap e o Governo do Maranhão poderiam dar destinação diversa aos recursos obtidos na exploração (nem aos ganhos financeiros deles decorrentes), sob pena de incorrerem em grave violação do convênio de delegação, bem assim da Lei que viabilizou a descentralização dos portos.

A Justiça Federal já proibiu nova retirada de recursos da receita portuária e agora estão discutindo como farão a devolução desses recursos. Segundo informações, além da gestão estadual, as tratativas contam com a participação da AGU.

Ao admitir a retirada dos valores e ao negociar com o governo federal, os comunistas querem afastar qualquer probabilidade de responder por improbidade administrativa, impedindo mais um escândalo a nível nacional do governo Flávio Dino. Com isso, cai por terra o argumento antes defendido de que não havia efetuado qualquer tipo de saque da Emap.

Assim sendo, o que realmente interessa aos maranhenses é a eficiência e o crescimento deste tesouro prospectado há cerca de 50 anos. O que interessa é que esteja nas mãos da melhor gestão, seja ela estadual ou federal.

Continuarei cumprindo com o meu papel de fiscalizar os atos do governo para impedir que mais irregularidades sejam cometidas, e principalmente para evitar que o Porto do Itaqui, que gera receita para o Maranhão, tenha a sua operação prejudicada.

Adriano Sarney

Deputado Estadual, Economista com pós-graduação pela Université Paris (Sorbonne, França) e em Gestão pela Universidade Harvard.

 

Vice-Presidente Mourão defende reforma política após a conclusão da Previdência

Mourão defende reforma política após a conclusão da Previdência

O vice-presidente Hamilton Mourão defendeu hoje (15), que, após aprovação da reforma da Previdência, o próximo passo do Congresso deve ser a reforma política. De acordo com Mourão, o Brasil não tem um sistema político e isso é difícil de conceber tal a fragmentação partidária.

“Hoje, lá dentro do Congresso, na Câmara dos Deputados, temos 26 partidos representados, apenas dois partidos têm mais de 50 deputados, em torno de sete têm entre 30 e 40 e o restante são partidos com dez ou oito deputados, então, é extremamente fragmentado o nosso Congresso, não é fácil lidar com isso aí. Os partidos deixaram de representar o pensamento da sociedade como um todo. Acho que todos aqui entendem perfeitamente que o ideal é que tivéssemos cinco partidos, quando muito sete, que representassem as diferentes espécies de pensamento que temos dentro da nossa sociedade”, disse ao participar da abertura do II Rio Money Forum, na Fundação Getulio Vargas (FGV).

O vice-presidente defende o sistema político com voto distrital, que ,para ele, seria também uma forma de baratear as eleições. “É a minha opinião para a eleição ficar mais barata”.

Problemas

Mourão disse que o governo Bolsonaro assumiu tendo que atacar dois grandes problemas da economia brasileira, que são a questão fiscal e a agenda de produtividade. “Na questão fiscal, teve que buscar o equilíbrio. Então, qual era a primeira coisa para buscar o equilíbrio fiscal? A reforma da Previdência. Felizmente ela está encaminhada. Não da forma como nós, governo, gostaríamos, mas existe um velho aforismo no meio militar que diz que o ótimo é inimigo do bom. Então, vamos ter uma reforma boa, não uma ótima. Daqui a cinco, seis anos, nós vamos estar novamente discutindo isso aí. Agora, não poderíamos passar por cima disso aí de forma nenhuma, senão a garotada que está aqui ia trabalhar até o fim da sua vida”, disse.

Para o vice-presidente, a reforma da Previdência não é a solução dos problemas, mas a abertura para resolver a questão fiscal e a retomada da economia. “É como se o Brasil estivesse dentro de uma garrafa e o gargalo é a reforma da Previdência. Temos que sair por esse gargalo para que se crie um ambiente de estabilidade, e estabilidade gera confiança. É isso que está sendo buscado”.

Mourão acrescentou que outra forma de resolver o desnível fiscal é a venda de estatais. “Se a empresa está dando prejuízo, e o governo não tem condição de arcar com aquilo, tem que vender. Então, vamos privatizar aquilo que deve ser privatizado”, disse, ressaltando ainda que não haverá contratações.

“Não vamos contratar ninguém pelos próximos anos. Vamos fazer uma diminuição do tamanho do Estado, de forma branda. A medida que as pessoas forem se aposentando não vamos contratar ninguém até que a gente consiga equilibrar as nossas contas”.

Produtividade

Mourão defendeu uma agenda de produtividade, que passa pela infraestrutura do país. “Nós temos uma das mais baixas produtividades do mundo. Temos uma infraestrutura que parou no tempo. Grande parte do que temos hoje foi construído no tempo do governo militar, depois não se construiu mais nada. Nossas estradas, tudo mundo sabe como elas são, ferrovias sumiram, portos, aeroportos. Nós temos navegação de cabotagem. Temos um litoral de 7.500 quilômetros cheios de portos e transportamos uma carga do Rio Grande do Sul para o Rio Grande do Norte em lombo de caminhão. Essa nossa infraestrutura tem que ser melhorada”, defendeu.

O vice-presidente defendeu também a reforma tributária. “Temos uma um sistema tributário caótico. Estamos pagando hoje 32%, 33% do PIB de impostos. Isso penaliza os mais pobres. Porque os impostos incidem na comida e na bebida. A turma mais pobre é que sofre com essa carga. Temos que organizar o sistema, porque há uma quantidade de impostos”, disse, lembrando que há diferentes propostas na Câmara e no Senado, além da defendida pelo governo.

Fonte: UOL Noticias

Meu B.O. é bíblia e oração, diz padre Marcelo Rossi após ser empurrado em missa

O padre Marcelo Rossi disse hoje que “está ótimo” após ter sido empurrado por uma mulher enquanto celebrava uma missa ontem no interior de São Paulo. Ele também explicou por que não registrou ocorrência contra a agressora: “ontem, eu fiz B.O. [boletim de ocorrência]. Padre que, B.O.? ‘Bíblia e oração'”. “Esse é o melhor boletim de ocorrência”, brincou Rossi. O padre também disse que sua delegacia é “a capela”.

Para o sacerdote, o que aconteceu em Cachoeira Paulista (SP) –cidade a cerca de 200 quilômetros da capital paulista– “foi um milagre”. “Não bati a cabeça. Todos sabem que tenho um problema na coluna. Não tocou a coluna. Machucou muito a perna, mas tudo consertado”, disse em vídeo publicado em sua página no YouTube nesta manhã.

“Eu tive a experiência do milagre da mãe”. Para o padre, Nossa Senhora o protegeu contra o “inimigo”. “Tudo que aconteceu, se o inimigo está furioso, vai ficar mais ainda”, falou o religioso. “A mãezinha me segurou”.

Rossi disse que “14 de julho de 2019 jamais será esquecido” e prometeu participar novamente do evento PHN (Por Hoje Não Vou mais Pecar), promovido pela comunidade católica Canção Nova, no ano que vem. “Tive uma força para me reerguer, continuar. E vou continuar. Aqui estou, para glória de Jesus”.

Ontem, a mulher que empurrou o sacerdote em uma missa em Cachoeira Paulista (SP) disse, na saída da delegacia onde prestou depoimento, que o ocorrido foi algo entre ela e o padre. “Entre eu e ele, entre eu e ele.” O delegado responsável pelo registro da ocorrência, Daniel Castro, disse que, no depoimento, ela afirmou que a intenção era se aproximar para conversar com o padre e não de agredi-lo. A mulher, que teve o nome preservado, disse sofrer de transtorno bipolar e fazer tratamento psiquiátrico.

 

 

Padre Marcelo Rossi disse ter sido “milagre” ficar sem maiores lesões após ser empurrado de palco.  De acordo com Castro, ela deu “declarações desencontradas”. “Ela falou que queria entrar para conversar com ele e que se assustou na hora que viu os seguranças correndo atrás dela. É a versão dela, mas quem vê as imagens vê que não tem nada disso [seguranças correndo atrás dela]. Ela entrou correndo, se assustou e empurrou ele num momento em que meio que surtou, perdeu o controle, mas que não tinha intenção nenhuma, que queria só conversar com ele.”

Segundo a Polícia Civil, se o padre Marcelo Rossi não apresentar queixa contra a mulher em até seis meses, o caso será arquivado. Inicialmente, o religioso optou por não fazer um boletim de ocorrência contra ela. A mulher vai permanecer em liberdade. O caso vai para a polícia em Cachoeira Paulista.

Fonte: UOL Noticias

 

Serviço de qualidade que soluciona problemas é oferecido pela OI no 7º Juizado Especial Cível do Ceuma

Muitas já foram, outras continuam e dificilmente não vamos escapar de ter aborrecimentos em razão de serviços quer sejam públicos ou privados, muitas vezes deixam de corresponder expectativas e descontroles nos cumprimentos de contratos. Foi por uma razão idêntica a que menciono, que bastante indignado procurei ingressar em juízo contra a OI. Dois parentes próximos, depois de serem cientificados da minha revolta e da decisão de buscar a reparação na justiça, me aconselharam a primeiramente conversar com a senhora Rosemary Castro, proposta da Operadora OI, no Juizado Especial Cível do Ceuma, no Renascença.

Os dois me adiantaram que os problemas que enfrentaram eram bem mais acentuados em comparação com o meu e conseguiram através do conhecido Expressinho da OI, resolver todas as pendências e ainda tiveram oportunidade de conhecer uma senhora atenciosa e competente, além de um diálogo fácil e bem fluente.

Foi com a recomendação acima citada, que eu também tive o privilégio de conhecer a senhora Rose, como é mais conhecida, além de ter uma preocupação acentuada de justificar e até defender a empresa a qual presta importantes serviços e assim vai mostrando que a OI, a exemplo das demais operadoras enfrentam problemas e muitas vezes causam insatisfação ao consumidor, mas a devida observância diferenciada dela, é que a OI tem procurado dar soluções para a satisfação do cliente.

O presente registro faço, em decorrência da senhora Rosemary Castro, pelo menos umas três vezes ter solucionado problemas em que eu questionava a OI. Em dois deles, embora não tivesse razão totalmente, mas evitamos desentendimentos e com ação judicial.

O país das inversões lógicas, onde bandido tenta emparedar autoridade

O Brasil é mesmo um país sui generis. É o país da contradição e das grandes inversões. Psicodélico mesmo. É o país onde o bandido empareda o mocinho e força este a se explicar diariamente ante a Nação. Não creio que exista outra cultura tão permissiva, tão invertida e tão pervertida no mundo.

Já vimos isto na CCJ da Câmara, onde investigados – ou até já processados – que se escondem atrás do mandato parlamentar que lhes garante impunidade, atacam um Ministro que vai explicar a reforma da Previdência e outro, ex-magistrado, que vai defender-se de informações obtidas criminosamente – que na realidade nada contém de comprometedoras – mas que servem para fazer muito barulho, levantar falsas suspeitas e ofender a honra de quem tem honra. É o país em que o rabo sacode o cachorro.

A Foice de São Paulo, já foi um veículo sério e, na época, era atacada pela esquerdopress e pelos seguidores da seita que tem como messias o Prisioneiro de Curitiba, o ‘Capo di tutti i Capi’, o ‘Princeps Corruptorum’, o Grande Canalha, Luiz Lula da Silva.

Na época, a então Folha de São Paulo se jactava de ser um “saco de gatos” (sic), publicando artigos de todos os credos, desde Sarney ao mais escancarado comunista, seguindo uma filosofia frouxa implantada por Otavio Frias Filho.

Aquela ideia de Frias era (e é) muito bonita, porque associada à liberdade individual do staff do jornal. Chega a emocionar mas, se posta em prática, pode ser perigosa. Ela me lembra o fascínio que as doutrinas de esquerda (comunismo, lulopetismo, etc.) exercem sobre os jovens (já exerceram sobre mim) porque falam em igualdade, direitos ilimitados, sem essa coisa aborrecida de se exigir responsabilidade e trabalho duro, de se ouvir que direitos custam dinheiro (muito dinheiro) e que dinheiro não dá em árvores, que não existe refeição grátis, que alguém (o contribuinte) sempre paga as contas, etc. Alguém escreveu:

“Se você nunca foi socialista até os vinte anos, você não tem coração. Se você continua socialista após os trinta anos, você não tem cérebro.”

Doutrinas de esquerda, bem como o princípio jornalístico de Frias Filho são utopias e, como tais, dão sempre erradas se aplicadas à prática.

Dispenso-me de falar sobre os desastres produzidos pelas doutrinas de esquerda: União Soviética de Lenin e Stalin, Leste Europeu, DDR de Erich Honecker, China de Mao, Camboja do genocida Pol Pot, Venezuela de Chaves e Maduro, Brasil de Lula e Dilma, etc.

Eu prefiro jornal com linha editorial clara e corpo de redatores afinado com aquela linha editorial. O “saco de gatos” de Frias Filho foi uma porta dos fundos por onde entrou a esquerdalha que hoje aparelha aquele que já foi um excelente jornal, que eu assino (Ainda! Até onde assinarei é pergunta que me acode diariamente) há mais de trinta anos.

Hoje a Folha de São Paulo virou Foice de São Paulo e tem como colaborador principal um marginal do jornalismo político, o comunista americano Glenn Greenwald. E ela, a Folha, nem se peja reconhecer esta associação com o marginal jornalista. Diz a primeira página deste domingo (14) da Folha, tentando incriminar o Procurador Chefe da Lava Jato, Deltan DAllagnol: “O chefe da força-tarefa da Lava Jato, Deltan Dallagnol, MONTOU um plano para lucrar com palestras decorrentes do prestígio da operação, apontam mensagens obtidas pelo The Intercept e analisadas COM a Folha. As mensagens não foram analisadas PELA Folha, mas COM a Folha. A Folha com o The Intercept, do marginal comunista norte-americano.

A redação foi feita para propositadamente desviar o eventual espirito analítico do leitor. Por exemplo o texto diz que Dallagnol “montou” um plano … Só para ao final deixar claro que nem Dallagnol, nem Pozzobon montaram plano algum.

Ah, mas olhem a manchete da matéria sem-vergonha: “Deltan fez plano de lucrar com a imagem de Lava Jato”. Fez nada! Se ouve uma conversa, ela teve sentido inverso do que afirma a matéria. Ademais, uma coisa é uma conversa, outra coisa é um ato concreto de “fazer” um plano, o que nunca houve. Se existe este plano, por que a Foice não o mostrou?

Segundo Augusto Nunes, do alto de sua enorme experiência jornalística, 70% das pessoas leem apenas a manchete e é com isto que a Foice de São Paulo conta, em sua campanha torpe, associada a um jornalista torpe, para denegrir a imagem e a honra de pessoas que combatem crime e criminosos.

Manchetes tendenciosas, escritas na esperança de que o leitor fique apenas nela e não leia o texto todo. Esta é, hoje, a maior especialidade da Foice de São Paulo.

Por oportuno, destaco duas matérias esclarecedoras sobre a questão, /1/, /2/ (veja no final)

Quem procura denegrir a honra de pessoas que combatem o crime é porque é a favor do crime e dos criminosos: no caso, sabemos bem quem é o criminoso favorecido pela campanha da Foice de São Paulo e do The Intercept: O Prisioneiro de Curitiba, o ‘Capo di tutti i Capi’, o ‘Princeps Corruptorum’, o criador e gerente do maior esquema de corrupção da história das democracias ocidentais: Lula. O pretenso beneficiário desta campanha sórdida da Foice de São Paulo, associada a Gleen Greenwald, é o político que, no governo de um país, criou a Corrupção de Estado.

À Foice de São Paulo e a Gleen Greenwald aplica-se como uma luva o ditado latino: “Asinus asinum fricat”, ou um burro se coça em outro burro.

Só que não falo de burros, falo de homens sem escrúpulos, difamadores da honra de quem combate crime e criminosos, em favor de um bandido condenado em três instâncias e preso merecidamente pelos crimes que cometeu.

José J. de Espíndola

Engenheiro Mecânico pela UFRGS. Mestre em Ciências em Engenharia pela PUC-Rio. Doutor (Ph.D.) pelo Institute of Sound and Vibration Research (ISVR) da Universidade de Southampton, Inglaterra. Doutor Honoris Causa da UFPR.

 

SINTSEP promoverá debate sobre temas de interesse e ações judiciais da categoria em Grajaú

O SINTSEP convida todos os servidores públicos estaduais do município de Grajaú e região para participar de uma reunião, na próxima terça-feira (16), que tratará de temas importantes, como Reforma da Previdência e informações sobre os processos que o sindicato tem na Justiça, a exemplo dos 21,7%, URV e 5,14%.

O evento acontecerá no Auditório Central do Cidadão (Grota Luz), Centro, a partir das 8h30. Informações e inscrições pelo telefone (98) 98898-5895 (Whatsapp)

Fonte: SINTSEP Imprensa