As bobagens de Janja na China, irritaram Xi Jinping e a 1ª dama Peng Liyuan. Mais um dos inúmeros vexames

A companheira de Lula não sabe realmente se comportar decentemente. Na China, Janja conseguiu irritar até mesmo o presidente chinês, Xi Jinping, e a primeira-dama, Peng Liyuan, causando um constrangimento enorme. Durante o encontro entre a delegação brasileira e Xi Jinping, Janja desandou a falar sobre os efeitos prejudiciais da rede social TikTok, uma plataforma chinesa. Janja disse que a plataforma chinesa favoreceria a direita no Brasil.

Xi foi curto e grosso e disse que o Brasil tem todo o poder de regular e até banir o uso da rede social no país.

Além de Xi, a primeira-dama da China, Peng Liyuan, também teria ficado irritada. O assunto é extremamente delicado no país, visto que o TikTok está no centro de um debate nos Estados Unidos, onde o governo busca obrigar a venda da participação da empresa chinesa para companhia americana.

Jornal da Cidade Online

Consulta pública do TCU sobre a segurança das pontes no país, 314 foram mal avaliadas

Em praticamente três meses, foram enviadas 485 contribuições de cidadãos. Ocorrência de acidentes por falta de manutenção, além de rachaduras, buracos, falta de sinalização e vias mal iluminadas. Esses são alguns dos problemas apontados em consulta pública promovida pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para avaliar a qualidade e segurança das pontes federais do Brasil. De acordo com o órgão, a consulta pública, que terminou no dia 30 de abril, levou em conta a percepção dos próprios usuários. Em praticamente três meses, foram enviadas 485 contribuições de cidadãos. 

Ao todo, foram avaliadas 365 pontes rodoviárias das três esferas de governo, em diferentes estados e municípios. Do total, 314 foram mal avaliadas, 43 receberam avaliações neutras e oito tiveram contribuições positivas. De acordo com o levantamento realizado pelo órgão, os cidadãos também registraram outros casos críticos, como, por exemplo, falta de calçada para pedestres e ciclovias; pontes antigas, com defeitos aparentes e reparos superficiais, além de estruturas caídas que não foram reconstruídas.

Participação do cidadão

Essas análises foram apresentadas em um questionário, disponível na página do Tribunal. Por meio desse instrumento, os usuários puderam relatar aspectos relacionados à conservação das pontes, como iluminação, sinalização, largura das vias e a presença de rachaduras, entre outros pontos. Em nota, o TCU informou que os dados relacionados às rodovias federais serão incluídos às informações técnicas obtidas do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). 

Na prática, os resultados servirão para auxiliar auditoria do TCU a respeito da gestão de manutenção da malha rodoviária federal. A previsão é de que esta iniciativa tenha início em junho deste ano. A fiscalização deverá abranger tanto rodovias administradas diretamente pela União quanto trechos concedidos à iniciativa privada. Já em relação às pontes estaduais ou municipais, os dados serão apresentados aos tribunais de contas locais para que avaliem as providências necessárias. A consulta pública sobre as pontes federais foi lançada em fevereiro de 2025. Essa avaliação dos cidadãos será somada à análise técnica dos auditores que atuam sobre a malha rodoviária do país.

BRASIL 61

Organização internacional vinculada a ONU reconhece violações de direitos humanos por Alexandre de Moraes

O senador Marcos do Val (Podemos-ES) declarou que, nesta semana, a União Interparlamentar (UIP), organização internacional sediada na Suíça e vinculada à Organização das Nações Unidas (ONU), reconheceu de forma unânime violações de direitos humanos cometidas contra ele pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo o senador, a entidade identificou práticas como perseguição política, ausência de devido processo legal e obstrução ao exercício do mandato parlamentar.

“Essas não são alegações feitas por mim ou por aliados, são violações reconhecidas por uma organização internacional independente, composta por mais de 170 parlamentos pelo mundo afora. A UIP deixou claro que a ação promovida pelo ministro Alexandre de Moraes, como o confisco arbitrário do meu passaporte diplomático, o bloqueio injustificado das minhas redes sociais, a retenção do meu salário e até a busca e apreensão na minha residência sem fundamentos, caracterizaram perseguição política”, afirmou.

Segundo o parlamentar, o relatório será encaminhado ao Conselho de Direitos Humanos da ONU, ao Conselho de Segurança das Nações Unidas e ao Tribunal Penal Internacional. Ele também informou que a Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA) abriu processo formal contra o Estado brasileiro com base na denúncia apresentada por ele. Marcos do Val acrescentou que, diante das constatações, a UIP enviará uma comissão especial ao Brasil para verificar a situação. 

“O caso brasileiro agora extrapola nossas fronteiras, e as denúncias viraram um alerta global. O mundo passará a observar, porque a UIP tornará público o que está acontecendo com um senador da República e com a democracia no Brasil. Falo pelo princípio da imunidade parlamentar, pela liberdade de opinião de todos os senadores, deputados, vereadores e até pelo cidadão do Brasil inteiro, que não pode mais viver sob ameaça de perseguição. Meu embate não é contra indivíduos, mas contra práticas autoritárias”, declarou.

Jornal da Cidade Online

Escândalos no INSS e na CBF são ‘retrato do Brasil da corrupção de hoje’

O senador Eduardo Girão (Novo-CE) voltou a cobrar a instalação de uma comissão parlamentar de inquérito para apurar os desvios no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O senador ressaltou que cerca de quatro milhões de aposentados foram lesados por descontos promovidos por sindicatos e associações de forma irregular, segundo estimativa do próprio INSS. O prejuízo, que já chega a R$ 6 bilhões, pode alcançar a marca de R$ 90 bilhões quando considerados também empréstimos consignados liberados de forma fraudulenta.

Girão atribuiu ao ex-ministro da Previdência, Carlos Lupi, omissão quanto às irregularidades, e também implicou o novo titular do cargo, Wolney Queiroz.

“Ao que tudo indica, [houve] tráfico de influência de um governo que já sabia, porque o ministro Carlos Lupi, que saiu, já sabia há algum tempo disso. Agora entra ministro novo, Wolney Queiroz, que é o seu secretário-executivo imediato, que participou de reuniões com essas entidades que estão sob suspeita. Esse escândalo acaba de tomar maiores proporções”, declarou.

O senador também pediu apoio para a instalação de uma CPI para investigar a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) por suspeitas de irregularidades envolvendo contratos com o Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), fundado pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

“A CBF é o retrato do Brasil. Quero pedir aos senadores que assinem essa CPI da CBF, porque eu vou explicar a gravidade do que está aqui. Além de tudo que já se conhece de irregularidades envolvendo o contrato do IDP, mais um forte agravante está na grande mídia: duas vice-presidências da CBF estariam sendo colocadas à disposição para a indicação de nomes por parte de ministros do STF. Estima-se que seriam R$ 200 mil de salário”, disse.

Jornal da Cidade Online

Janja terá que explicar o inexplicável: Como gastar o dinheiro público com ostentações

A Justiça Federal em Brasília aceitou o trâmite de uma ação popular movida pelo vereador Guilherme Kilter (Novo) e pelo advogado Jeffrey Chiquini, que questiona a legalidade e os custos das viagens internacionais realizadas por Rosângela Lula da Silva, a Janja, primeira-dama do Brasil. A ação alega que tais deslocamentos, autorizados por decretos presidenciais, não têm respaldo jurídico claro e geram despesas excessivas ao Tesouro Nacional.

Segundo os autores da ação, Janja não ocupa cargo público formal, o que torna, em sua avaliação, indevida a utilização de verbas públicas para custear passagens, hospedagens e o uso de aeronaves oficiais em seus compromissos fora do país. A ação cita especificamente viagens a Nova York (março de 2024), Roma (fevereiro e abril de 2025), Paris (março de 2025), além de Moscou e São Petersburgo (ambas em maio de 2025).

O questionamento gira em torno do uso da estrutura estatal para finalidades que, segundo os autores, não apresentam justificativa legal ou funcional que justifique a presença da primeira-dama como representante oficial do Brasil. Eles argumentam que os gastos decorrentes dessas viagens são incompatíveis com os princípios de economicidade e legalidade que regem a administração pública. A aceitação da ação pela Justiça Federal não significa ainda que haja julgamento de mérito, mas permite que o caso seja analisado com base nas provas e argumentos apresentados. A

Advocacia-Geral da União (AGU) deve ser notificada para apresentar manifestação sobre os fatos.

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Ministro Flavio Dino comete “crime de responsabilidade” e pedido de impeachment será protocolado no Senado

“Em uma aula magna realizada no Maranhão sobre “STF e harmonia entre os poderes”, Flávio Dino sugeriu os nomes dos candidatos para a chapa de Governador e Vice do Estado. Para não dizer que estou “criando caso”, o atual Governador do Estado publicou uma nota dizendo que “Esse não é momento de disputa política”. Ou seja, Dino, está interferindo diretamente na disputa política do Maranhão enquanto Ministro do STF, cometendo assim, crime de responsabilidade.

Diante disso, entrarei imediatamente com um pedido de impeachment no Senado e no Conselho Nacional de Justiça. O judiciário deve ser imparcial, não um comitê eleitoral,” disse o deputado Nikolas Ferreira.

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A mídia que calou para a corrupção vergonhosa dos respiradores é a mesma que silencia a fraude do INSS

O senador Eduardo Girão (Novo-CE) cobrou a punição de envolvidos no desvio de recursos públicos na compra de respiradores para doentes de covid-19. O parlamentar citou notícias recentes sobre o andamento das investigações e lembrou que, por várias vezes, inclusive durante a CPI da Pandemia, denunciou o caso, pedindo a responsabilização do Consórcio Nordeste pela contratação, sem licitação, de uma empresa de produtos à base de maconha para fornecer os respiradores, que não foram entregues. Segundo Girão, na época uma parte expressiva da grande mídia ignorou deliberadamente o escândalo, contribuindo para o interesse da maioria dos parlamentares, “que era fazer da CPI um mero palanque eleitoreiro por antecipação”.

No entanto, apesar da “blindagem”, agora o caso vem à tona, afirmou.

 “Foi tudo armado para desgastar o governo [de Jair Bolsonaro]. Nem a mídia fez o trabalho dela. Eu denunciei de manhã, de tarde e de noite o calote da maconha e fiz de tudo para que fosse investigado. Blindaram os governadores e prefeitos dos escândalos de corrupção. A maioria dos membros da CPI, ligados ao PT e a partidos aliados, fez o tempo todo uma blindagem total, porque os desvios envolviam diretamente os governadores dos estados do Nordeste, com destaque para o coordenador do consórcio, Rui Costa, na época governador da Bahia e até hoje mantido como ministro da Casa Civil.”

Para Girão, o desvio é tão escandaloso quanto a fraude do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), e ambos os casos “demonstram o modus operandi do Governo Lula”.

“É um caso tão grave quanto a bilionária fraude do INSS, que rouba o dinheiro de milhões de aposentados que recebem um salário mínimo para sobreviver; está todo mundo escandalizado com isso. No caso dos desvios do Consórcio Nordeste, o dinheiro para compra de respiradores era destinado a salvar vidas de pessoas que estavam morrendo por falta de ar, mas evaporou esse dinheiro, foi desviado. E até hoje nós temos a impunidade. Agora está aparecendo, mas falta punir exemplarmente quem fez acontecer essa tragédia pela inversão de valores que vivemos no Brasil.”

O senador também defendeu, no pronunciamento, a abertura imediata de uma CPI mista no Congresso para investigar os descontos não autorizados nos pagamentos de aposentados e pensionistas do INSS. Ele afirmou ainda que o esquema pode ser muito maior, envolvendo empréstimos consignados.

“A cada dia são reveladas mais sérias irregularidades. O esquema foi se ampliando rapidamente em todo o país, chegando, inclusive, à promoção de fraudes em empréstimos consignados. Vocês pensavam que eram R$ 6 bilhões? Nada! Isso pode ultrapassar R$ 100 bilhões se você pegar o crédito consignado. Um em cada quatro empréstimos era questionado como irregular. Ou seja: nunca foram autorizados pelos beneficiários”, afirmou.

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Magno Malta ao STF sobre governador da Bahia pregar a morte de Bolsonaro e seguidores “Vão dar 48 horas?”

O senador Magno Malta (PL-ES) criticou a declaração do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, que teria sugerido que eleitores de Jair Bolsonaro fossem “jogados numa vala”. O senador questionou o silêncio do Supremo Tribunal Federal (STF) diante da fala [do governador] e comparou a repercussão com a que teria ocorrido caso a declaração partisse de membros da oposição. 

“Encerro o meu discurso me dirigindo ao Governador da Bahia, que disse que Jair Bolsonaro e todos aqueles que votaram em Bolsonaro têm que ser jogados numa pá carregadeira dentro da vala. Isso é um termo usado por vagabundo, Sr. Presidente. Isso é termo usado por malandro, por matador. Isso é termo usado por assassino.

Agora a minha pergunta ao Supremo. Senhores ‘supremáveis’, deuses do Olimpo, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, o Sr. Barroso, vocês vão dar quantas horas, quantos dias para o Jerônimo se explicar sobre este discurso, sobre a matança do Brasil? 

‘Jogar na vala todos aqueles…’ 

Eu sei que vocês gostam disso, porque o Barroso já disse que nós somos manés. Para jogar os manés na vala, vão dar 48 horas?”

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Depois da greve, agora é a debandada de chefias na Receita Federal e o governo Lula se perde cada vez mais

O governo além de se deparar diuturnamente com inúmeras denúncias de corrupção, agora também começa a enfrentar sérias dificuldades na gestão da máquina pública. Um exemplo é que está ocorrendo na Receita Federal. Na última sexta-feira (9), ao menos 14 coordenadores e chefes de divisão da Coordenação Geral de Tributação (Cosit) decidiram pedir demissão. As funções estão subordinadas à Subsecretaria de Tributação.

As saídas têm como um dos possíveis efeitos atrasar a implantação técnica da reforma tributária. Há receio de que também afetem auditorias fiscais estratégicas e análise de regimes especiais e benefícios tributários. A Cosit tem como algumas de suas atribuições definir a interpretação oficial da legislação tributária federal, emitir soluções de consulta, pareceres e consolidar a jurisprudência administrativa.

Auditores avaliam essa debandada como a “maior crise de governança da história recente” da Receita Federal.

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Ministro Flavio Dino se despe da toga do STF para dar pitacos na política do Maranhão e sinaliza embate

O ministro Flavio Dino governou o Maranhão por oito longos anos. Depois, virou ministro de Lula, sumiu com as imagens do 8 de janeiro e foi ungido a ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Virou ministro, mas não atua como magistrado. É um político de toga.

Para tanto, veja o relato publicado no site O Antagonista:

“Em uma palestra realizada na sexta-feira última, 09, para um centro universitário privado, o ministro do STF Flávio Dino fez uma ‘indicação’ para uma futura chapa na disputa pelo governo do Estado do Maranhão nas eleições de 2026. Ao discursar para o curso de Direito da UNDB, Dino fez acenos tanto ao atual vice-governador do Maranhão, Felipe Camarão (PT), como apontou a professora Teresa Helena Barros como um bom quadro para uma chama majoritária A professora é de família tradicional e ligada à política da cidade de Lago da Pedra, na região central do Estado.

‘É uma alegria te ver [na palestra], Felipe, e em nome dessa amizade quero te dar uma sugestão: ponha a Teresa de vice-governadora porque vai ficar imbatível, a mulher é popular, viu?’, afirmou Dino. A fala de Flavio Dino, apesar do tom descontraído, não passou desapercebida por adversários que viram no gesto o primeiro aceno público do ex-governador do Maranhão a Camarão. Desde o ano passado, Dino e Carlos Brandão (PSB) romperam publicamente. Brandão já demonstrou que pretende lançar para a sua sucessão o atual secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão.”

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