Diretoria do Sinpol-MA faz balanço da atuação sindical

A luta da Diretoria do Sinpol em prol de uma categoria mais valorizada foi intensa. Foram três anos de atividades, exigindo, de cada um dos diretores, esforço, dedicação e compromisso. Dizemos “cada um dos diretores” porque é importante reforçar que cada um deixou a sua contribuição, fosse idealizando, sugerindo, fiscalizando, sempre dispostos ao bom combate, em prol da representatividade da categoria Policial Civil.

Agora encerrada a gestão, é possível conferir os resultados.

O nosso Brasão ficou mais moderno.

Transferimos a SEDE para um espaço com melhor estrutura, acesso à internet, e de fácil localização, ficando próximo à Secretaria de Segurança Pública, terminal rodoviário, aeroporto, garagem da Secretaria e entrada da cidade.

Adquirimos um VEÍCULO DUSTER, zero quilômetro, mais adequado às demandas sindicais para a capital e interior.

Promovemos dois ENCONTROS DE DELEGADOS SINDICAIS com o objetivo de estreitar os laços e dar voz aos policiais civis do interior do estado. Como resultado das reuniões, foi elaborada a minuta do Estatuto do SINPOL, a qual encontra-se disponível na área restrita do site da Entidade.

Profissionalizamos o SETOR FINANCEIRO do Sindicato, garantindo tecnicidade e TRANSPARÊNCIA.

Regularizamos o corpo de funcionários do Sinpol-MA.

Criamos o HOTEL DE PASSAGEM que, atualmente, conta com 02 vagas para hospedagens.  Mais de 70 policiais civis já utilizaram o hotel de trânsito. Fizemos parcerias também com outros sindicatos de policiais civis de outros estados e compartilhamos da solidariedade na utilização de seus respectivos hotéis de passagem, de modo que diversos policiais civis do Maranhão também se hospedaram em estados como MS, DF, CE, PE, PI.

Ampliamos nossa REDE DE COMUNICAÇÃO, modernizando o site institucional, criando perfis nas redes sociais do Facebook (2.108 seguidores), Instagram (2.444 seguidores), sempre buscando a interação do desenvolvimento da atividade sindical com a sociedade.

Atuação do Departamento Jurídico do Sindicato: percorremos mais de 74.200 km, distribuídos entre 45 cidades, pelo interior do estado. Foram realizados mais de 3 mil atendimentos, somente na sede administrativa, além dos acompanhamentos de audiências da Corregedoria e Judiciais (capital e interior), sempre em defesa do sindicalizado.

Atendimento Odontológico. Mais de 3.300 sindicalizados foram atendidos no Consultório Odontológico conveniado.

Filiação. De 2017 a 2019, 263 policiais civis se sindicalizaram. Atualmente, somos 1.774 filiados.

Desde que a Chapa “Renovação” tomou posse, em 2017, vivemos um triênio marcado pela luta e resgate da dignidade do policial civil, haja vista não ter havido a prometida valorização. Foram dadas diversas entrevistas a emissoras de tv, programas de rádio, desenvolvimento de campanhas com vídeos institucionais, outdoors, além de utilização do site institucional, redes sociais e mobilizações na porta da Delegacia Geral e caminhada com a categoria até ao Palácio dos Leões, sempre demonstrando a necessidade de valorização da categoria policial civil. A gestão comandou, ainda, pela primeira vez na história do sindicato, em 2018, o movimento “Polícia Legal” que apontava, entre outras diretrizes, “não fazer qualquer ação demasiadamente contrária à atribuição legal”. A mobilização chamou atenção, também, para a enorme disparidade salarial existente entre as categorias da Polícia Civil, além de orientar a categoria sobre os seus direitos e deveres no dia-a-dia da atividade profissional.

Carteirinha do filiado. Compramos o equipamento e disponibilizamos todo o material necessário para a confecção das Carteiras de Identificação dos Sindicalizados. A produção das carteiras teve início no dia 04/11/2019, na sede do Sinpol-MA.

No cenário nacional, a diretoria atuou firmemente em favor da APOSENTADORIA do Policial Civil, inclusive, promovendo audiências públicas na Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão, além de ter atuado também no PROJETO DE LEI ORGÂNICA NACIONAL DA POLÍCIA CIVIL – PLONPC, projeto este já apresentado à Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa do Maranhão e ao Secretário de Segurança Pública.

Questões salariais. Diálogo direto e permanente com o Governo do Estado. Ao todo, foram mais de vinte reuniões, nas quais foram apresentadas duas propostas: uma de READEQUAÇÃO SALARIAL e outra de mudança na POLÍTICA DE ESCALONAMENTO PROGRESSIVO dos nossos salários.  Além disso, os últimos três anos foram marcados pelo trabalho conjunto e alinhado com outras entidades representativas da categoria como a COBRAPOL, FEIPOL-NE,  sindicatos da área de Segurança e outros da base estadual.

Lutas, mobilizações, desafios e muito trabalho, foram a marca desta gestão, em tempos extremamente difíceis na atuação de um sindicalismo moderno, em que não se tem mais o instrumento da greve. Uma gestão marcada pelo signo da seriedade, da democracia, da transparência e da criatividade. A luta sindical é contínua. Uma nova gestão assumirá no dia 06 de janeiro 2020. Desejamos sucesso à nova Diretoria e que dê continuidade a representatividade e busca pela valorização da categoria Polícia Civil.

Ascom – Sinpol

 

Ghosn fugiu do Japão após empresa de segurança interromper monitoramento, dizem fontes

– O ex-chefe da Nissan Carlos Ghosn deixou sua residência em Tóquio após a empresa privada de segurança contratada pela Nissan parar de monitorá-lo, disseram três fontes com conhecimento do assunto à Reuters, neste sábado.

Ghosn tornou-se um fugitivo internacional após revelar, na terça-feira, que havia fugido para o Líbano para escapar do que chama de “manipulado” sistema judiciário do Japão, onde ele é denunciado por supostos crimes financeiros.

A Nissan havia contratado uma empresa de segurança privada para observar Ghosn, que estava solto sob fiança e esperando julgamento, para checar se ele se encontraria com pessoas envolvidas no caso, disseram três fontes.

Mas seus advogados disseram à empresa de segurança que parasse de monitorá-lo, porque seria uma violação dos seus direitos humanos, e Ghosn planejava entrar com uma queixa contra a empresa, disseram as fontes.

A empresa de segurança interrompeu a vigilância em 29 de dezembro, disseram as fontes.

Um de seus advogados, Junichiro Hironaka, afirmou a repórteres em novembro que eles estavam considerando passos para evitar perseguição a Ghosn.

Um porta-voz da Nissan recusou-se a comentar.

A emissora pública japonesa NHK, citando fontes da investigação, afirmou que uma câmera de vigilância colocada pelas autoridades na casa de Ghosn mostrou-o saindo sozinho por volta do meio-dia de domingo e não o mostrou retornando.

Não está claro como Ghosn, que tem cidadania francesa, brasileira e libanesa, foi capaz de orquestrar sua saída do Japão. Ele entrou no Líbano legalmente com um passaporte francês, uma fonte disse à Reuters.

Uma operadora turca de aviões privados afirmou na sexta-feira que Ghosn usou uma das suas naves ilegalmente em sua saída do Japão, com um funcionário falsificando registros de locação para excluir o seu nome dos documentos.

Ghosn tem dito que falará publicamente sobre sua fuga em 8 de janeiro.

Takashi Takano, que também é um dos advogados de Ghosn, escreveu em seu blog, no sábado, que se sentiu irritado e traído quando ficou sabendo da fuga de Ghosn do Japão, mas que sentiu certa compreensão.

“Fui traído. Mas não foi Carlos Ghosn quem me traiu”, escreveu em seu blog.

Takano disse que Ghosn não podia se comunicar com sua esposa Carole sem permissão e que o ex-chefe da Nissan também estava preocupado com as chances de ser julgado de maneira justa.

Em 24 de dezembro, Ghosn e sua esposa realizaram uma ligação por vídeo de uma hora, que exigiu a presença de um advogado, e falaram sobre seus filhos, parentes e amigos, escreveu Takano. Takano estava presente na ligação.

Poucas pessoas poderiam fugir como Ghosn, mas, se tivessem os recursos e os contatos, certamente poderiam tentar ou pelo menos considerar a tentativa, escreveu Takano.

Ghosn foi detido pela primeira vez em Tóquio, em novembro de 2018, pouco depois de seu avião privado aterrissar no aeroporto. Ele enfrenta quatro denúncias – que ele rejeita – incluindo ocultação de renda e enriquecimento por meio de pagamentos a concessionárias no Oriente Médio.

Agência Reuters

 

Maioria dos bancos isentará cobrança da tarifa do cheque especial que começará a valer nesta segunda

Novas regras sobre cheque especial entram em vigor nesta segunda-feira (6). Uma das resoluções editadas pelo Banco Central, em novembro passado, autoriza os bancos a cobrarem pelo limite de crédito disponibilizado no cheque especial.

Entram em vigor nesta segunda-feira (6) as novas regras sobre cheque especial. Uma das resoluções editadas pelo Banco Central, em novembro passado, autoriza os bancos a cobrarem pelo limite de crédito disponibilizado no cheque especial.

Clientes que utilizarem até R$ 500 no cheque especial não serão cobrados. Quem exceder o valor de R$ 500, será cobrado pelo banco com a tarifa de 0,25%. A cobrança da tarifa deve ser efetuada no máximo uma vez por mês. As regras valem para os novos contratos e para quem tem cheque especial, a cobrança ocorrerá em 1º de junho.

Segundo o portal Exame, entre os cinco maiores bancos do país, quatro confirmaram que irão isentar a cobrança dos clientes. Dos bancos privados, o Itaú afirmou que não irá cobrar a taxa do cheque especial e disse que qualquer eventual alteração na política de cobrança será comunicada com a antecedência nos canais adequados.

Já o Bradesco não cobrará a taxa até junho deste ano. Nos próximos meses, a instituição avaliará se será cobrada alguma tarifa e de que forma será aplicada, se for o caso. O Santander foi o único a não responder a solicitação do portal.

Entre os bancos públicos, o Banco do Brasil informou ter optado pela isenção ao longo de 2020 tanto dos atuais como nos novos clientes, enquanto a Caixa disse que não fará a cobrança neste momento, embora esteja avaliando os impactos trazidos pela nova resolução do Banco Central e que qualquer alteração será comunicada.

Entre os bancos digitais, o C6 Bank também isentará os seus clientes da tarifa de cheque especial.

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) enviou na última quinta-feira um ofício ao presidente do Banco do Central, Roberto Campos Neto, em que pedia a revogação das novas regras sobre cheque especial.

Na avaliação da OAB, a resolução é “inconstitucional” e “ilegal”, uma vez que o consumidor não pode ser obrigado a concordar “com uma cláusula que seja abusiva ou com uma obrigação que não seja devida”. O documento destacou que o direito do consumidor “afasta a imposição de cláusulas abusivas ou que representem um ônus desproporcional”.

Ainda segundo a OAB, a cobrança da tarifa coloca o consumidor em uma situação de desvantagem exagerada, ao arcar com um gravame por algo de que não usufruiu, o que desequilibra a relação contratual.

Além da cobrança de tarifa para quem utilizar o cheque especial, o Banco Central também limitou a cobrança de até 8% ao mês nos juros dos cheques especial. A medida também passará a valer a partir da próxima segunda-feira.

De acordo com a instituição, o objetivo é tornar o cheque especial mais eficiente e menos regressivo (menos prejudicial para a população mais pobre). Para a autoridade monetária, as mudanças no cheque especial corrigirão falhas de mercado nessa modalidade de crédito.

Yahoo Finanças

 

Sérgio Moro diz que críticos atribuem queda da criminalidade ao “Mago Merlim”

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, ironizou neste sábado (4) declarações de que a queda nas taxas de criminalidade não é de responsabilidade do governo de Jair Bolsonaro.

Sem citar nomes, o ex-juiz acusa os críticos de trabalharem em administrações anteriores a de Bolsonaro no governo federal.

“Crimes caíram em todo o país em percentuais sem precedentes históricos em 2019. Leio de alguns ‘especialistas’ em segurança pública que o governo federal não tem nada a ver com isso. Dos mesmos que compunham ou assessoravam os Governos anteriores quando os crimes só cresciam”, escreveu no Twitter ao compartilhar vídeo divulgado pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.

Para descredibilizar as declarações dos críticos, o ministro da Justiça afirmou que a queda dos índices pode ter relação com o mago Merlim, ser mitológico criado por contos galeses do século XII.

“Se quiserem atribuir a queda ao Mago Merlin, não tem problema. Os criminosos, sem diálogos cabulosos, sabem porque os crimes caem. Trabalhamos para melhorar a vida das pessoas e o que importa é que os crimes continuem caindo”, disse.

Congresso em Foco

 

Coragem para recomeçar

Carlos Nina*

As pessoas costumam fazer planos para o Ano Novo, para acertar mais e errar menos. São promessas feitas sinceramente por uns, determinados a viabilizar projetos e alcançar objetivos. Outros, as fazem por hábito. Porém, desconfiados de que não conseguirão. Estes já começam vencidos pelo desânimo.

Recomeçar não é fácil. Exige disposição, honestidade e coragem: primeiro para reconhecer os erros e, depois, para efetivamente mudar hábitos, condutas e até conceitos e/ou valores.

Essa decisão não deveria esperar cada passagem de ano, mas ser permanente, diária, para se estar vigilante sobre se o que fazemos é prejudicial para alguém ou se poderíamos estar fazendo algo em benefício do próximo. Esta, presumo, deveria ser a conduta humana, característica que distingue o ser humano dos demais animais.

Entretanto, não raro vê-se animais irracionais terem atitudes protetivas e solidárias enquanto humanos agem como feras selvagens ou serpentes, lesionando e matando seus semelhantes, com requintes de crueldade, e os lesando e matando solertemente através da corrupção. Não tratamos destes, mas daqueles que efetivamente querem ser pessoas melhores.

Mas não é fácil recomeçar. Nem para os cristãos. Não basta ser batizado, crismado, ir à missa, pagar dízimos, dar esmolas, confessar, comungar. É muito mais do que isso. É desafio permanente.

No livro O cristão desafiado (São Paulo, Loyola, 1991) o padre  maranhense João Mohana põe o leitor no epicentro do conflito entre a fé e a  realidade, o que somos, o que gostaríamos de ser e o que deveríamos ser. Mas abre uma janela para aliviar angústias e dar novas chances, quer no dia 1º de janeiro de cada no ano, quer a cada instante da vida de qualquer pessoa: é da natureza humana a possibilidade de errar, bem como de recomeçar, na mesma quantidade infinita da resposta de Jesus a Pedro sobre o perdão – Setenta vezes sete.

Recomeçar não é privilégio de cristão. É um desafio para o ser humano. É uma opção permanente que se inicia a cada nascer do sol. Dessa decisão vai resultar o exemplo que queremos, dar, o mundo que queremos construir e deixar para as gerações futuras.

Mohana, que mostra a janela para o recomeço, não alivia, porém, quanto a esse dilema shakespeariano para o cristão e enfatiza: “O ideal de Jesus com respeito ao ser humano é alto. (…) “Embora seja extremamente compreensivo com a fraqueza humana (…), Jesus é exigente com a responsabilidade daqueles que se comprometem com ele com o projeto dele. (…) Decorre dessa postura de Jesus a virtude de recomeçar.”

As circunstâncias do mundo atual, os conflitos que se têm visto no tempo/espaço, podem ser obstáculos ou estímulos para enfrentar os desafios da humanidade. A ambição e a vaidade desmedidas são um verdadeiro suicídio coletivo. Ainda assim a decisão é pessoal, cotidiana, permanente. Estamos dispostos a recomeçar? Agir para o bem ou para o mal? Essa decisão, consciente, não tem como evitar esse maniqueísmo.

O que queremos e o que faremos para isso em 2020?

*Advogado e jornalista.

 

Professora pediu fraldas como presente de aniversário para doar a crianças portadoras do câncer do Aldenora Belo

Alice Dino, a professora Magnólia Vieira, o vereador Cézar Bombeiro, o mestre Rui de Jesus e o professor de música André Ramos

Uma ação solidária e fraterna e digna de exemplo a ser seguido. A professora Maria Magnólia Gomes Vieira, ao decidir festejar o seu aniversário, convidou amigos e parentes e pediu a todos, que ao invés de lhes darem presentes levassem fraldas descartáveis para crianças, mas não explicou a sua motivação e mais precisamente a decisão do gesto de servir ao próximo. Nas comemorações do natalício ela revelou aos presentes o gesto de grandeza. Pediu aos presentes que ajudem o Hospital Aldenora Belo que é o único hospital de referência no tratamento do câncer no Maranhão. Registrou que ele é talvez a única instituição filantrópica no Estado em que não se vê qualquer especulação que venha afetar a sua honorabilidade e salientou que se cada cidadão, e ser humano fizer um pouco pelo próximo que sofre com a doença maligna, estaremos construindo o Reino de Deus, afirmou a professora Maria Magnólia Gomes Vieira.

Para fazer a entrega das fraldas, a professora que reside no bairro da Liberdade, convidou o vereador Cézar Bombeiro, que recentemente encaminhou para o Hospital Aldenora Belo, uma emenda parlamentar impositiva de R$ 200.000, além dos amigos Rui Jorge de Jesus, mestre de embarcação de cabotagem e o compositor e professor de música André Ramos. As fraldas foram entregues a Alice Dino, coordenadora da Casa de Apoio Erosilda Mota, que recebe crianças e familiares pobres de todo o Estado, que sem condições recebem na casa, hospedagem e acompanhamento digno para o tratamento médico durante o período em que se fizer necessário.

Cézar Bombeiro com a sua sensibilidade solidária, registrou na ocasião, que com a contribuição de um grupo bem considerável de vereadores da Câmara Municipal de São Luís, aproximadamente mais de R$ 3,5 milhões em emendas parlamentares impositivas foram destinadas ao Hospital Aldenora Belo.

Advogado narra a “epopeia” da roubalheira petista e texto viraliza

A falta do senso das proporções é exatamente o mesmo que falta de inteligência moral.

O Movimento pela Ética na Política de 1992 nasceu de um grupo de pessoas, que se reunia na UFRJ. Eram sindicalistas, universitários, militantes de partidos, pessoal das ONGs e dos direitos humanos. Dando “nome aos bois”, tínhamos desde ex-Presidente da OAB até Lula, Herbert de Souza (o Betinho), Marilena Chaui, José Dirceu, Genoino, Frei Betto, tutti quanti. Mas quem realmente coordenou o processo que culminou no impeachment de Fernando Collor foi o PT.

A “Campanha pela Ética”, liderada pelo PT, dava a genérica impressão de estar lutando pela “ética” no sentido geral e corrente, isto é, pelo bem e pela decência, combatendo todo e qualquer elemento corrupto na administração pública, firmando-se como paladino da honestidade nacional. As provas de corrupção no governo de Fernando Collor, suscitando fartas demonstrações de indignação moral, tornou a ficção do Movimento verossímil, permitindo que o moralismo atávico dos brasileiros fosse imediatamente canalizado para o colo da esquerda.

Mas será que o ilustre Partido dos Trabalhadores, cujos principais membros encontram-se atualmente condenados pela Justiça por inúmeros crimes, estava mesmo defendendo a “ética” relacionada à honestidade, moralidade, etc.? Evidentemente que não. Eles defendiam o “Estado Ético”, nada mais, politizando a “ética” e colocando à luta de classes acima do bem e do mal, o que, num futuro bem próximo, inverteria totalmente aquilo que pregavam.

Bem, a partir desse Movimento, o PT assumiu o papel de representante da probidade pública e social, impulsionando cada vez mais a campanha pela “ética” e “cidadania”, ascendendo, assim, à condição quase sacerdotal de condutor moral da nação.

No fim, toda a farsa da “ética” terminou por ser usada como instrumento para a “longa viagem da esquerda – do PT, para dentro do aparelho de Estado”. Pois bem, e depois? A ética foi finalmente implantada no Brasil, expurgando os “ratos que roem nossa bandeira nacional” e vivemos felizes para sempre? Como desgraça pouca é bobagem, descobrimos que, frente ao que estava porvir, o Brasil até que era bem ético.

Desde janeiro de 2003 a gestão petista e seus asseclas conviveram e apoiaram casos de corrupção no Brasil, que, resumidamente, totalizam 4.880 dias de escândalos, somando mais de R$ 47 bilhões. Da posse de Lula ao afastamento de Dilma, em maio de 2016, os escândalos políticos e casos de corrupção sempre estiveram presentes.

Logo nos primeiros seis meses de gestão, o PT enfrentou a CPI do Banestado que envolvia dinheiro enviado ilegalmente para paraísos fiscais. Na época, o deputado José Mentor foi acusado de sabotar a CPI para proteger os petistas. Também em junho de 2003 veio à tona o esquema de corrupção no DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte) com desvio de R$ 32,3 milhões de recursos destinados à construção de estradas. O alvo das denúncias foi o ministro dos Transportes, Anderson Adauto.

Ainda em 2003, agora em setembro, outro escândalo. A ministra de Lula na Secretaria de Assistência e Promoção Social, Benedita da Silva, usou recursos públicos para custear passagens e hospedagens para Argentina e Nova Iorque, em compromissos pessoais. Ao todo, foram R$ 19 mil.

No início de 2004 surgiram as primeiras evidências do esquema do mensalão, maior escândalo do primeiro mandato de Lula. O mensalão era a propina que o governo pagava, com dinheiro público, a parlamentares para votar a favor das propostas petistas no Congresso. Segundo o STF, o articulador do mensalão foi José Dirceu, ministro da Casa Civil de Lula.

Em 2005, no mês de julho, tivemos outros grandes escândalos, agora envolvendo o ministro Romero Jucá (Previdência) que fez empréstimos de R$ 18 milhões de bancos públicos usando como garantia sete fazendas que não existiam. Na mesma época, estourou o esquema de corrupção apurado na CPI dos Bingos, que detectou um desvio superior a R$ 7 milhões de dinheiro público para políticos e empresários.

Para finalizar o primeiro mandato de Lula e da esquerda no poder, tivemos em 2006 o caso de corrupção de Luis Gushiken, ministro de Comunicações, com respingos do mensalão e também da CPI que investigou o desvio de R$ 11 milhões nos fundos de pensões de funcionários públicos.

A cenoura de burro das esperanças moralizantes da década de 90, que simulava “passar o Brasil a limpo”, mostrou-se um verdadeiro “Cavalo de Tróia”, cuja única preocupação era tomar o poder e fazer crescer o “Novo Príncipe” (ou o Partido, para Antônio Gramsci) por todos os meios amorais, imorais, mentirosos, cínicos, corruptos possíveis. Mas uma grande parcela do povo brasileiro resolveu validar, pelo voto, todos os escândalos petistas, reelegendo Lula. O inverossímil aconteceu!

Previsivelmente, em 2007, Lula iniciou o seu segundo mandato, após a reeleição, com novas suspeitas de corrupção. Na pasta do Trabalho, sob o comando do aliado Carlos Lupi, foi descoberta uma fraude envolvendo ONGs e fundos destinados a programas para desempregados que somaram R$ 18 milhões em desvios.

No ano de 2008, a ministra da Igualdade Racial, Matilde Ribeiro, teve que deixar o cargo depois que descobriram gastos indevidos com cartões corporativos do governo no valor de R$ 171 mil. A denúncia levou a investigações de outras despesas ilegais do alto escalão petista.

Para serem beneficiadas com incentivos fiscais, em 2009, montadoras pagaram até R$ 36 milhões em propinas para o governo petista editar a medida provisória número 471. O esquema gerou um prejuízo de R$ 1,3 bilhões em impostos.

Bem, como diz o ditado popular “errar uma vez é humano, duas é burrice, na terceira você não tem vergonha na cara”. Mesmo frente aos escabrosos e contínuos escândalos de corrupção, julgados ao vivo e a cores, com larga divulgação pelos meios de comunicação, uma parcela de brasileiros manteve o PT no poder. Para mim, isso não só significou validar o que passou, mas também, implicitamente, autorizar sua continuidade.

E foi isso que Dilma Rousseff fez. Em 2013, o líder do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia, foi acusado de envolvimento em fraudes de licitações que chegaram a R$ 1 bilhão. O dinheiro foi enviado para empresas que financiaram a campanha do PT. O final da história nós já conhecemos, a “Lava Jato” desnudou o rei petista e mandou para a cadeia toda a companheirada, responsável pelo maior esquema de corrupção e manutenção de poder da história brasileira, tornando-nos oficialmente uma cleptocracia.

O PT corrompeu com a autoridade moral de quem, ao arrogar-se os méritos de um futuro hipotético, já está absolvido de todos os delitos do presente; roubou com a tranquilidade e o destemor de quem pode usar licitamente de todos os meios, já que é o senhor absoluto de todos os fins. É o Partido Ético, sempre exaltado e defendido por uma parcela de brasileiros. A verdade se transformou em mentira e a mentira em verdade.

O sucesso da revolução cultural do PT foi tão avassalador que – mesmo cientes de toda mentira, corrupção e imoralidade praticada pela esquerda -, a parcela de brasileiros apoiadora dessa aberração política passa de sua cegueira voluntária a sacerdote da “ética na política” para acusar e julgar seus opositores, equiparando “rachadinhas” de gabinete com a corrupção da própria democracia e implantação de uma hegemonia totalitária. Porca miséria!

(Texto de Lucas Gandolfe. Advogado e Jornalista)

 

Fogo, morte e devastação na Austrália e o silêncio dos hipócritas

Onde foi parar a preocupação ambiental do ator, da menina, do religioso ou do presidente francês?

Enquanto crepita o fogo na Austrália, gerando uma devastação ambiental de enormes proporções, no mundo só se ouve o silêncio covarde das entidades e pessoas que promoveram um enorme escarcéu a respeito das queimadas da Amazônia.

O papa se cala e distribui tapas.

Na França, o ex banqueiro Macron igualmente se cala, às voltas com a própria incompetência em resolver os problemas financeiros de seu país.

Por aí, a anã do presépio esquerdista, Greta, mais preocupada em produzir foto falseta jogada em trens, não dá sequer um pio.

Os leonardosdicaprio também estão bem quietinhos, afinal, quem é que liga para coalas morrendo?

O que importa mesmo são as girafas, na Amazônia ou na Austrália.

E a destruição de um presidente que odeiam, Jair Bolsonaro.

Ecologistas da Universidade de Sidney calculam que cerca de 480 milhões de animais – mamíferos, répteis e pássaros – já morreram nos incêndios no país desde setembro. É uma catástrofe ambiental. 4 milhões de hectares foram consumidos pelas chamas, milhares de pessoas estão desabrigadas, sem suas casas, e 17 mortes foram confirmadas.

Um dos tristes resultados dessa calamidade é a extinção de 30% da população de coalas no Estado de Nova Gales do Sul, mais atingido pelo fogo. A população, mobilizada, ajuda como pode a salvar os animais.

Não há como não enxergar as proporções desse desastre. Só fechando os olhos… e o coração… como fazem os ilustres citados acima.

Não existe maneira, também, de não se estabelecer uma relação – e reflexão – entre o ocorrido na Amazônia, com a gritaria desproporcional desses hipócritas, e o silêncio sepulcral dos mesmos em relação à tragédia australiana.

O presidente Bolsonaro, ao vivo nas redes sociais declarou que irá oferecer ajuda ao povo australiano, que é o que se espera de um estadista. Quanto ao papa, anões, atores e outros hipócritas, cangurus, coalas e australianos agradecem.

Por nada.

*Alegarão alguns que esses ilustres hipócritas não podem se dedicar a resolver todas as mazelas de nosso pobre planeta.

Faz sentido.

Só se dedicam ao que lhes interessa, não é mesmo?

 Conheça o blog do autor: https://www.marcoangeli.com.br/

 

Assassinatos de dois terceirizados do Complexo Penitenciário de Pedrinhas é sinal de riscos sérios

Em menos de uma semana dois auxiliares penitenciários terceirizados do Sistema Penitenciário Estadual foram assassinados e de acordo com informações, o modus operandi dos assassinos foi de execução. O primeiro crime foi no dia 29 de dezembro na Vila Mauro Fecury e o outro ocorreu na manhã de hoje em frente a agência do Banco do Brasil, no bairro da Cohab. Apesar do silêncio da Secretaria de Administração Penitenciária, inúmeros problemas vêm ocorrendo com reflexos bem negativos dentro do sistema. No mês de novembro, a morte de dois bandidos de uma facção em confronto com a polícia, acabou originando conflito entre familiares de presos de facções que residem em torno do Complexo Penitenciário de Pedrinhas. Naquela ocasião, atearam fogo em uma casa de familiares de membros de uma facção e o problema não  teve maior repercussão pela intervenção da Polícia Rodoviária Federal. São inúmeros os conflitos entre as famílias de presos de facções e acabam interferindo dentro das unidades prisionais pela proximidade e as facilidades que sempre encontram para manter contatos para mandarem celulares, drogas e bebidas.

Como questão de segurança, levando-se em conta também que as áreas ocupadas com casas pelos familiares de presos não são de propriedades deles, todos já deveriam ter sido retirados do local e a área passar a ser de segurança penitenciária. Não é de hoje que os auxiliares penitenciários são vistos pelos presos como pessoas bem vulneráveis, e através  deles é que conseguem algumas vantagens. Outro fator sério é que quando os temporários se recusam a participar do esquema armado pelas facções dentro das unidades prisionais, também correm o risco de sofrerem represálias, diante das possibilidades deles fazerem denúncias. Os presos de facções, quase todos de longas experiências, não se arriscam a tentar cooptar um agente penitenciário concursado, em razão de que dificilmente terão êxito, além de sofrerem sanções penais através procedimentos administrativos internos.

Recentemente por facilidades criadas pela própria administração das unidades prisionais, um detento fugiu pela porta da frente. Outra questão séria  e que precisa ser extirpada  de dentro das unidades é a sistemática organização dos grupos de facções , que embora seja negada, mas têm mobilidade dentro das unidades.

O problema sério é que o Governo do Estado não admite pelo menos a possibilidade de realizar concurso público pelo fator determinante de que o concursado recebe uma série de vantagens estabelecidas por lei, que são negadas aos terceirizados, daí é que hoje eles recebem salários menores  de 50% dos concursados. Apesar de haver recomendação do DEPEN para o concurso público e que se tornará imprescindível com a criação da Polícia Penal, que vai precisar da regulamentação pelo Governo Maranhão que pelo visto pode demorar.

Um problema sério que é muito criticado e evitado pelos agentes penitenciários concursados, são os auxiliares andarem fardados pelas ruas e mais precisamente em comunidades, o que os coloca com maior visibilidade para as facções. É comum se vê inúmeros deles nas ruas e até mesmo  em praia, além de  que alguns que gostam de fazer exibicionismo, agora com a Polícia Penal.

A verdade é que as duas execuções registradas em menos de uma semana, precisa com urgência ser investigado e com absoluta certeza, os dois assassinatos partiram de ordens emanadas de dentro das unidades prisionais. Há necessidade de investigação efetiva com a participação determinada da polícia civil, antes que problemas maiores possam ser registrados nos presídios e desencadear conflitos internos.

Enquanto o poder público não entender que com a superlotação das unidades prisionais não há ressocialização de preso algum, e que acabe com vergonhosa farsa , sempre mostrada por grupos isolados, os problemas continuam se avolumando até a explosão. Recentemente  uma entidade comunitária ligada a SEAP realizou uma feijoada em benefício de presos em progressão de pena, acabou demonstrando que os problemas dentro do sistema são muito maiores do que se imagina.

 

 

Reportagem inédita revela história sobre o crime que assombra o PT há quase duas décadas

Um ex-amigo íntimo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva resolveu falar. Durante 25 anos o fazendeiro Valter Sâmara foi muito próximo do petista.

Em 2018 ele mandou que um emissário procurasse a Operação Lava Jato. Pretendia colaborar.

No repertório apresentado aos investigadores, estavam fatos envolvendo o tríplex de Guarujá, a compra do segundo apartamento em São Bernardo do Campo e o assassinato de Celso Daniel, em janeiro de 2002.

Em excelente trabalho de reportagem da Revista Crusoé, Valter Sâmara revelou fatos inéditos vinculados à morte de Celso Daniel.

Tais fatos, ele pretendia contar para a Lava Jato, mas um episódio criminoso cometido contra familiares, fez com que recuasse.

Narra a Crusoé:

“Passava das cinco horas da tarde quando dois homens, um deles de boina e bengala, desceram de um Spacefox preto em frente a uma loja de roupas de grife em um bairro residencial de Ponta Grossa, no interior do Paraná. Era quinta-feira, 26 de abril de 2018, e a rua estava calma, como de costume. Armada, a dupla rendeu duas pessoas logo na entrada e anunciou o assalto. Outros dois comparsas chegaram em seguida para invadir a casa que fica nos fundos do mesmo imóvel, fazendo 11 reféns, entre eles uma idosa e uma criança. Mas em vez de dinheiro e objetos de valor, os bandidos queriam ‘os documentos do PT’. As vítimas foram amarradas, amordaçadas e agredidas, enquanto parte da quadrilha quebrava as paredes atrás de um cofre onde o material poderia estar escondido. Após mais de uma hora de terror e destruição, o bando não achou nada e fugiu levando apenas carteiras, celulares, bijuterias e algumas peças da loja. Apesar da explícita conotação política, a Polícia Civil do estado concluiu, poucos meses depois, que o caso foi um típico crime comum, contra o patrimônio, sem indiciar ou prender ninguém.”

Porém, a soltura do petista encorajou Valter Sâmara a quebrar o silêncio.

Eis o relato do fazendeiro:

Sâmara conta que, em abril de 2002, três meses após o assassinato de Celso Daniel, recebeu uma fita cassete com a gravação de uma conversa entre Gilberto Carvalho e Miriam Belchior, que eram secretários da administração petista na cidade do ABC. Ele diz que obteve o material das mãos de um antigo amigo, Álvaro Lopes, um lobista conhecido nos corredores do poder de Brasília. que, à época, segundo o fazendeiro, atuava como emissário do então deputado Michel Temer, ex-presidente da Câmara.

Na conversa, relata Sâmara, Carvalho pede para Miriam continuar de luto pela morte de Celso Daniel, com quem foi casada por dez anos antes do sequestro e assassinato dele. E diz à então secretária municipal de Habitação e Inclusão Social de Santo André para guardar por mais alguns dias uma misteriosa encomenda que ele iria retirar em outra ocasião — o fazendeiro diz acreditar que, pelos termos da conversa, os dois tratavam de dinheiro. O conteúdo da fita impressionou Sâmara. Na mesma semana, ele foi a São Paulo mostrar a gravação a Lula, no apartamento do petista em São Bernardo. ‘Fiquei bem preocupado quando ele disse que era uma montagem. Eu tinha ouvido a fita e falei que não, aquilo não era montagem nenhuma’, diz o fazendeiro. Ele conta ter deixado a gravação com o petista. À época, Lula já rodava o país em pré-campanha na sua quarta e, desta vez, vitoriosa tentativa de chegar ao Planalto.

O áudio ouvido por Sâmara chama a atenção por dois fatos importantes: 1) ao contrário dos grampos feitos pela PF, cujas cópias chegaram a ser apresentadas na CPI dos Bingos em 2005, a gravação contida na fita cassete, segundo ele, não era de uma ligação telefônica, mas produto de uma escuta ambiental, o que indica tratar-se de áudio inédito; 2) a conversa fazia alusão à arrecadação ilícita de dinheiro na Prefeitura de Santo André, um suposto esquema nunca comprovado, mas que converge com a acusação feita pelos irmãos de Celso Daniel, João Francisco e Bruno Daniel, contra Gilberto Carvalho, de que o então secretário e futuro chefe de gabinete de Lula coletava propinas provenientes de um esquema de corrupção municipal, para entregá-las a José Dirceu, à época o presidente nacional do PT.

Para Sâmara, o assassinato de Celso Daniel foi um crime político, ao contrário do que concluiu a polícia de São Paulo em duas investigações segundo as quais o ex-prefeito petista foi vítima de um sequestro seguido de morte por uma quadrilha da favela Pantanal. Pela tese do ex-amigo de Lula, também defendida pelos irmãos do petista, o ex-prefeito era conivente com os desvios de dinheiro para o partido, mas teria reagido contra o enriquecimento ilícito pessoal de aliados e empresários amigos do setor de transportes. “Ninguém até hoje teve interesse em descobrir os fatos verdadeiros sobre isso”, afirma Sâmara. O fazendeiro acredita que os bandidos que invadiram a casa de sua irmã em abril de 2018 estavam atrás da fita cassete que ele diz ter deixado com Lula em 2002. Sâmara jura que não ficou com nenhuma cópia da gravação.

A gravação ouvida pelo ex-amigo de Lula nunca chegou ao conhecimento das autoridades que investigaram a morte de Celso Daniel. O promotor que apurou o caso, Roberto Wider Filho, diz que o áudio, se ainda existir, pode contribuir para iluminar a história do crime.

Jornal da Cidade Online