Obra e interdição da Jerônimo de Albuquerque e um inferno no trânsito é do Governo do Estado

Como as obras públicas na capital, sempre causam prejuízos  e geralmente praticadas pela prefeitura de São Luís, a da avenida Jerônimo de Albuquerque, recebi a informação inicial de que seria da prefeitura de São Luís, mas posteriormente houve o  esclarecimento que é do Governo do Estado e que está ligada ao moroso serviço de alargamento da mencionada avenida é que vem sendo feita a vários meses a passos de cágados, dando origens a constantes interdições parciais.

Quanto a questão das chuvas e os problemas que surgirão nas obras que vêm sendo feitas em São Luís, em que a maioria delas não merecem qualquer tipo de fiscalização e o desperdício de recursos públicos é questão de pouco tempo. A obra da Jerônimo de Albuquerque, executada pelo Governo do Estado é a mesma esculhambação por falta de fiscalização, dando origem a desperdício de recurso público, que infelizmente não merecem a atenção dos órgãos de controle e assim é que o dinheiro do povo vai pelo ralo beneficiando empreiteiras de aliados.

A verdade é que a dupla de gestores Flavio Dino e Edivaldo Holanda Junior sem qualquer discernimento, demonstra a cada dia não ter, um mínimo de compromisso com o povo de São Luís. Infelizmente, durante os períodos eleitorais, eles tentam com metamorfoses em seus discursos mostrar uma realidade que não existe. A verdade volta a tona, exatamente quando estamos com uma eleição a ser realizada dentro de poucos dias e os eleitores conscientes, sabem que é o momento de dar o troco, principalmente com a existência de uma cooperativa de candidatos do Palácio dos Leões para tentar ludibriar o povo.

 

Presidente da Anvisa: “Não somos parceiros de nenhum laboratório”

O presidente da Anvisa Antonio Barra, mandou um duro recado nesta terça-feira (10), que precisa ser ouvido e entendido por uma parte da imprensa e por alguns políticos.

Antonio Barra Torres esclareceu que a Anvisa é ‘fiscal’ dos institutos e desenvolvedores. Não é parceira de nenhum laboratório. Enfatizou que todas as decisões serão tomadas de forma técnica, sem qualquer tipo de interferência.

“A imagem que coloco para os senhores é a imagem do árbitro. É o juiz. É aquele que pesa o que foi feito certo e o que foi feito ao arrepio da norma. E emite o seu juízo de valor”.

 Jornal da Cidade Online

Primeiras chuvas mostram serviços porcos da prefeitura de São Luís e desperdício de recursos públicos

  O prefeito Edivaldo Holanda Junior tem mostrado a sua elevada capacidade em desperdiçar recursos públicos, ao mesmo tempo em que favorece empreiteiras com contratos sem qualquer licitação pública. As primeiras chuvas que começaram a cair em nossa capital desde ontem e se estendeu à madrugada de hoje (11), resultaram na revelação pública de como se desperdiça de maneira irresponsável o dinheiro público para favorecer interesses escusos.

Desde a semana passada na avenida Jeronimo de Albuquerque e mais precisamente na entrada de acesso ao bairro do Bequimão, máquinas pesadas vinham fazendo escavações no local, que seriam para obras de drenagem. A compactação depois da colocação dos canos de concretos, foram feitas precariamente e de maneira irresponsável, pratica já conhecida das obras da prefeitura de São Luís e que sempre resultam em acidentes e obstruções no trânsito.

Às primeiras horas da manhã, um coletivo ao trafegar pelo local, ficou preso na péssima compactação do solo feita pela empreiteira. Não afundou mais, em decorrência da carroceria ter ficado sustentada numa área em que não foi escavada pelas máquinas pesadas da empreiteira municipal.

Foi instalado o caos no trânsito, que já é precário nos dias em que empreiteiras do governo do estado trabalham no alargamento de avenida Jerônimo de Albuquerque e hoje é muito maior e com graves prejuízos para  trabalhadores e trabalhadoras que trafegam em coletivos. Com a intensificação das chuvas, com certeza outras obras e mazelas da administração municipal virão a público. É mais uma realidade do governo de todos eles.

 

Mesmo com sujeiras e ofensas à honra de Eduardo Braide, o povo vai é com ele para a vitória

Muita gente está estarrecida com as vergonhosas acusações imputadas pelos cooperativados do governador Flavio Dino contra o deputado federal e candidato a prefeito de São Luís, Eduardo Braide. O interessante dentro da perversa armação vomitada para atingir  Braide, a revolta e a indignação vem do povo e desgasta cada vez mais, aqueles que estão no poder e ainda não conseguiram por falta de capacidade, competência, transparência e os seus naturais interesses escusos, que os impedem de atender os as necessidades e direitos da população.

Quando a Justiça Eleitoral fez uma ampla campanha de combate ao fake news, foi feito um apelo aos gestores públicos e aos políticos, no sentido de que combatessem essas práticas lesivas ao processo eleitoral democrático e transparente, com a importante observação de que haja respeito aos princípios democráticos e mais precisamente o respeito a vontade do eleitor.

Esperava-se de que pelo menos, houvesse um mínimo de respeito a dignidade e a honra das pessoas e se criassem oportunidade de civilidade como exemplos para os jovens que transitam pelas redes sociais e nos veículos de comunicação e que são eleitores.

A verdade é que o povo de São Luís cansou da corrupção e dos desmandos praticados na administração da Prefeitura de São Luís, inclusive o desvio de verbas destinadas pelo governo federal para tratamento das pessoas infectadas pela covid-19.

O Governador do Estado até hoje, ainda não prestou contas ao povo do Maranhão, do mais de R$ 5 milhões de reais que pagou para uma empresa comprar respiradores, pagando adiantado e nunca recebeu os aparelhos e nem o dinheiro. Cadê a seriedade e a transparência?

Diante dos fatos e de uma realidade escura, o que se esperar de pessoas, que tentam buscar mais poder e não administração voltada para os interesses coletivos. Há poucos dias relatei aqui o caso da Maternidade Maria do Amparo, o que o governador Flavio Dino e o prefeito Edivaldo Holanda Junior, fizeram com o fechamento dela, simplesmente tiraram o direito de mais de 200 mulheres mensalmente terem o direito de dar a luz aos seus filhos em uma casa de saúde simples com atendimentos dignos e carinhosos.

O prefeito Edivaldo Holanda Junior transformou o Sistema Municipal de Saúde, num verdadeiro antro de corrupção, que mereceu duas ações da Polícia Federal e outras com certeza virão. A bem da verdade, ainda existe um processo na Polícia Federal sobre desvio milionário de recursos público da saúde estadual.

O que estamos vendo agora, é um desespero exacerbado com iminente mudança na administração da prefeitura de São Luís e ainda mais pela perda de interesses escusos e manipulações diversas para favorecimentos ilícitos.

Hoje, o vereador Cézar Bombeiro e candidato à reeleição e apoiador de Eduardo Braide e Esmênia Miranda, disse que o carisma de Braide e a vontade popular vão falar mais alto, diante do sentimento de mudança para que a cidade de São Luís consiga ser colocada no caminho do desenvolvimento e trabalhe efetivamente em prol da população, daí é que Braide e Esmênia são as esperanças do povo sofrido de São Luís.

 

 

Ciganas assediam mulheres que transitam pela Phanteon para ler mãos mediante pagamento

Sem máscaras e em grupos, algumas mulheres que se dizem ciganas, se tornaram uma séria ameaça e bastante incomodo, para senhoras e senhoritas que transitam pela praça do Phanteon. Elas de maneira agressiva e desrespeitosa puxam as pessoas pelo braço e muitas vezes pelas bolsas, para que se submetam a vigarice delas em ler as mãos mediante um pagamento nunca inferior a R$ 10. Nenhuma usa máscara e se tornam verdadeiras ameaças para as mulheres que transitam pelo local, concorrendo para impedir o direito das cidadãs de irem e vir.

Mesmo se dizendo ciganas e queiram fazer leituras de mãos, a rua não é local adequado, além de que as senhoras e senhoritas  que transitam pelo local não podem ser abordadas de maneira inadequadas e agressivas mediante serem seguras pelos braços e outras até com retenção pelas suas bolsas. Isso é violência em plena via pública, praticada por mulheres sem máscaras e que se intitulam ciganas, mas pelo visto se trata de vigaristas, procurando explorar as pessoas, mediante opressão feita publicamente.

A qualquer momento poderá haver conflitos, uma vez que hoje um senhor que vinha caminhando um pouco atrás da sua esposa foi surpreendido pela maneira desrespeitosa com que a esposa foi abordada e imediatamente interviu e o grupo delas recuou. Fatos de maiores proporções podem vir a ser registrados. Quando isso acontecer é que as autoridades vão querer adotar as providências que se se fazem necessárias, principalmente dos riscos que elas representam sem máscaras e o direito das senhoras e senhoritas têm de transitar pelas ruas e logradouros com a devida liberdade e sem importunos.

 

 

MPF vai investigar 250 candidatos no Maranhão por possíveis práticas de estelionato

A lista encaminhada pelo TCU à PRE apresenta 250 candidatos que supostamente teriam recebido o auxílio emergencial. O Ministério Público Federal (MPF),vai investigar possíveis práticas de estelionato cometidos por 250 candidatos no Maranhão. O relatório encaminhado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) à Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) no Maranhão aponta que o patrimônio declarado pelos candidatos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é igual ou superior a 300 mil reais e que supostamente teriam recebido o Auxílio Emergencial do governo federal.

O documento foi encaminhado para distribuição entre os ofícios criminais da Procuradoria da República no Maranhão (PR/MA) a fim de que seja investigada a situação de cada candidato e apuradas eventuais práticas de estelionato.

Segundo o Procurador Regional Eleitoral, Juraci Guimarães Júnior, “a ética e a moralidade dos candidatos é pressuposto para o exercício de mandato eletivo. No Maranhão, inúmeros candidatos foram identificados por supostamente terem recebido auxílio federal emergencial da pandemia, embora tivessem patrimônio incompatível. Dessa forma, é fundamental a investigação para apurar a responsabilidade pela prática de estelionato”, disse.

Assessoria de Comunicação
Ministério Público Federal no Maranhão

 

Lula virou um estorvo para a esquerda brasileira

Lula não é o presidente do PT, mas age como tal. Enquanto setores importantes do partido queriam que o PT abrisse mão de candidaturas em capitais e grandes municípios, apoiando ou participando como candidatos a vice em coligações com legendas de esquerda, como o PSB, o PDT e o PSOL, Lula foi contra a ideia.

Segundo informações, a prioridade de Lula nas eleições municipais de 2020 sequer seria eleger algum de seus candidatos, mas lançar o maior número possível de candidatos à prefeito, com o intuito de defender o ‘legado’ da sigla, assim como a ‘biografia’ e os feitos de seu líder, além de utilizar o espaço eleitoral para criticar o governo federal.

Apesar de ser uma estratégia para tentar recuperar a imagem do ex-presidente, a tática não tem causado o efeito desejado e, como efeito colateral, gerou revolta dentro do próprio partido, onde muitos já consideram o afastamento de Lula da vida política como solução para o mau momento que o PT vive.

“O Lula hoje é o nosso caudilho. Nenhuma decisão das alianças políticas passa sem a autorização dele. É uma subserviência total. O PT é governado quase que por um papa. Enquanto isso continuar assim, as derrotas continuarão no horizonte”, diz um integrante do partido que preferiu não ter o nome divulgado.

Há cerca de dois meses, Lula reuniu-se com Ciro Gomes, encontro que só foi divulgado recentemente.

O assunto teria sido uma possível aliança entre os dois políticos de esquerda para as eleições de 2022, visando uma chapa mais forte para fazer oposição ao presidente Jair Bolsonaro. Porém, segundo os próprios partidários, essa é uma possibilidade quase nula, visto que seria necessário Lula abrir mão da cabeça da chapa, concorrendo como vice de Ciro, o que seus próprios colegas acham impossível, já que o ex-presidente não estaria disposto a abrir mão do protagonismo em qualquer situação, muito menos em uma eleição presidencial.

O detalhe é que o próprio Ciro, totalmente desgastado, parece ser outro estorvo.

De quelauer forma, esse posicionamento exclusivista de Lula, que acaba sendo seguido pelo partido, acaba gerando revolta, também, nos líderes dos demais partidos de esquerda, que enxergam nesse egoísmo um descaso em prol de um egocentrismo partidário.

“A posição do PT sempre foi de exclusivismo. Nestes anos de democracia, nos momentos cruciais, o PT não ficou com o país, ficou com ele próprio e com as suas conveniências”, afirma Carlos Siqueira, presidente do PSB. “Há uma visão autoritária e exclusivista que acha que só o PT pode ser o representante da esquerda, que acha que fora da igreja não há salvação. Que igreja é essa?”, pergunta Siqueira.

Outros líderes defendem que Lula abra mão da candidatura à presidência para apoiar outro candidato de esquerda.

“Seria um gesto de extrema grandeza”, afirma Carlos Lupi, presidente do PDT. Ele, no entanto, não acredita nessa possibilidade. “Acho pouquíssimo provável o PT apoiar alguém que não seja um deles. Eu não luto mais. Já vieram me dizer que eu estou dividindo. Eu não estou dividindo nada, estou constatando. Se houve alguma eleição em que eles apoiaram alguém de outro partido em alguma cidade importante do planeta, me fala”, diz Lupi.

Apesar de ser ainda um político popular em alguns nichos, Lula é um ex-presidiário, condenado a 26 anos de prisão, articulador e beneficiário de um dos maiores esquemas de corrupção já descobertos em nosso país. Isso não será esquecido facilmente pelos eleitores. Basta lembrar a repercussão que tiveram suas visitas ao Rio Grande do Sul após sair da cadeia, em 2018. Foi recebido com vaias e xingamentos em Bagé, Santana do Livramento, São Borja e Santa Maria.

Apesar de toda a assessoria jurídica e dos recursos que podem até anular os processos contra o ex-presidente, os crimes revelados na Operação Lava-Jato não desaparecerão. As consequências podem não ser jurídicas, mas com certeza as consequências políticas já estão acontecendo.

Para muitos, o tempo de Lula já acabou. Só falta ele mesmo perceber.

 Fonte: Revista Veja

 

Sem atendimento digno a CEF cria PDV para demitir mais 7,2 mil bancários

A Caixa Econômica Federal deve perder mais 7,2 mil empregados até o final deste ano. Esta é a estimativa do próprio banco com o novo Programa de Desligamento Voluntário (PDV), cujo período de adesão começa nesta segunda-feira (9) e vai até o próximo dia 20.

Nos últimos seis anos, a estatal perdeu aproximadamente 17 mil bancários em todo o país. A empresa, que chegou a ter 101 mil trabalhadores em 2014, conta atualmente com cerca de 84 mil empregados. Confirmada a estimativa para este PDV, a perda de 7,2 mil profissionais, apenas com este programa, representará mais de 40% do total de desligamentos entre 2014 e este ano (17 mil).

“Especialmente nesta pandemia, estamos vendo a importância do banco público para o país”, destaca o presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae), Sérgio Takemoto, ao observar que a estatal é responsável pelo pagamento do auxílio emergencial e de outros benefícios sociais para mais de 100 milhões de pessoas (o que equivale à metade da população brasileira), além da concessão de crédito para diferentes perfis de empreendedores, duramente afetados pela crise econômica. “Os empregados da Caixa fizeram e continuam fazendo um trabalho essencial ao Brasil, mostrando que o banco é imprescindível. A falta de trabalhadores agrava não só a jornada diária dos bancários como também pode comprometer a qualidade da assistência à sociedade”, acrescenta.

O lançamento deste novo PDV é consequência da reforma da previdência, consolidada pela Emenda Constitucional 103. De acordo com a Caixa, os empregados que aderirem ao programa serão desligados entre os dias 23 deste mês e 31 de dezembro, com direito a um incentivo financeiro equivalente a 9,5 Remunerações Base (RB). “O banco tem que respeitar a decisão de quem tiver direito legal de continuar trabalhando. O empregado é que tem de analisar e decidir qual é o melhor momento dele se aposentar, conforme a lei”, alerta o presidente da Fenae. “Não pode haver pressão da empresa sobre o bancário que tem direito de continuar trabalhando”, completa Takemoto.

Menos bancários

Este ano, por determinação judicial, a Caixa contratou aproximadamente 300 aprovados no concurso de 2014. Contudo, o número está longe de ser o ideal, segundo apontam a Fenae e outras entidades representativas da categoria. Em razão do alto déficit de pessoal, a Federação e o movimento sindical atuam para que mais concursados de 2014 sejam convocados.

“As contratações são necessárias para a recomposição do quadro de empregados e para que a Caixa possa oferecer um atendimento ainda melhor à população, considerando o tamanho da demanda do banco”, defende Sérgio Takemoto.

No Acordo Coletivo de Trabalho 2014/2015, a direção da Caixa Econômica — por força de decisão da Justiça — se comprometeu a realizar duas mil contratações. Os 300 novos bancários foram convocados no último mês de maio para atuarem no Norte e no Nordeste. As outras regiões ainda aguardam o atendimento das reivindicações para o aumento do quadro de pessoal.

Além da falta de empregados, o banco ainda fechou 713 postos de trabalho, em doze meses, de acordo com dados da Caixa Econômica relativos ao 1º trimestre deste ano. “Esses enxugamentos produzem impacto direto na ponta: os bancários com sobrecarga de trabalho e a população sofrendo com as filas registradas no pagamento do auxílio e de outros benefícios, por exemplo”, ressalta o presidente da Fenae.

PDV

Ficaram de fora deste PDV os bancários alcançados pela Emenda Constitucional 103 nos termos da normatiza “RH 229”. Entre eles, os trabalhadores que se aposentaram entre 13 de novembro de 2019 e 5 de novembro deste ano e aqueles com 75 anos ou mais de idade.

No entendimento da coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/Caixa), Fabiana Uehara Proscholdt, os maiores de 75 anos não deveriam ser excluídos do programa. “Isto porque não existe uma lei complementar que trate especificamente sobre o assunto”, afirma. A Caixa Econômica Federal é a principal operadora e financiadora de políticas públicas sociais, além de geradora de emprego, renda e desenvolvimento para o país. Além das agências, lotéricas e correspondentes bancários espalhados por todo o país, a Caixa chega à população de locais remotos por meio de unidades-caminhão e agências-barco.

Congresso em Foco

A estatal oferece as menores taxas para a compra da casa própria e facilita o acesso a benefícios diversos para os trabalhadores, taxas acessíveis às parcelas mais carentes da população e recursos para o Financiamento Estudantil (Fies), entre outros.

Cerca de 70% do crédito habitacional é feito pela Caixa Econômica e 90% dos financiamentos para pessoas de baixa renda estão na Caixa. Além de moradias populares — como as do programa Minha Casa Minha Vida — o banco público também investe na agricultura familiar e nas micro e pequenas empresas.

 

Viu algo errado na campanha eleitoral? Saiba como denunciar pelo app do TSE

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) possui uma plataforma que permite aos cidadãos denunciar irregularidades em campanhas eleitorais. Com o nome Pardal, o aplicativo tem como objetivo facilitar o trabalho de apuração por parte do MPE (Ministério Público Eleitoral) e dos TREs (Tribunais Regionais Eleitorais). Você pode utilizá-lo para denúncias sobre irregularidades em:

  • propaganda eleitoral;
  • compra de votos;
  • uso da máquina pública;
  • crimes eleitorais;
  • doações e gastos eleitorais;
  • problemas no ato de votar, em especial qualquer irregularidade encontrada no funcionamento da urna eletrônica (defeito, mau funcionamento, etc.).

Este ano o app foi atualizado para que, além da foto, o cidadão também envie um relatório informando qual a irregularidade a ser apurada. Para denúncias não relacionadas às propagandas eleitorais, o app oferece um link específico para que as irregularidades sejam enviadas ao Ministério Público Eleitoral de cada unidade da Federação.

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O aplicativo ainda disponibiliza informações, separadas por categorias, para que os cidadãos fiquem a par de tudo que é permitido ou não por lei durante as propagandas eleitorais. Entre elas, alto-falantes e amplificadores de som, vias públicas, distribuição de material gráfico e crimes relativos à propaganda eleitoral.

Dessa forma, o eleitor consegue conferir se aquilo que deseja denunciar é uma irregularidade.

Além disso, o Pardal permite que o usuário acompanhe a denúncia realizada usando o número de protocolo gerado, tanto na versão web quanto em smartphones.

As denúncias só podem ser realizadas pelo aplicativo em smartphones. Vale lembrar que a plataforma não permite denúncias em anonimato. Portanto, se usado de má fé, o usuário será responsabilizado pelo ato e sujeito a todas as penalidades cabíveis.

Para denúncias de propaganda eleitoral irregular, é preciso inserir o CEP do local que se encontra a irregularidade e preencher os dados relacionados. Feito isso, será solicitado a eleição, no caso deste ano, são as “Eleições Municipais 2020”, e o objeto da denúncia – Partido, Coligação e Candidato – e, por fim, deverá o informar quem está sendo denunciado.

TSE

 

Anvisa suspende testes da CoronaVac por ‘evento adverso grave’

At the press conference on July 21, 2020 in Sao Paulo, Brazil , Governor João Doria (PSDB) announces the beginning of the testing of the Chinese vaccine CORONAVAC in Brazilian volunteers at Hospital das Clínicas? SP. 20 thousand doses of the vaccine were destined for the Butantã Institute to fight the pandemic of the New Coronavirus (Covid19), according to the Government of São Paulo the forecast to make the vaccine available to the population should occur in the beginning of 2021. In the photo, Doria shows the vaccine . (Photo: Aloisio Mauricio/Fotoarena/Sipa USA)(Sipa via AP Images)

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou na noite desta segunda-feira (09) a suspensão temporária do ensaio clínico da CoronaVac, vacina contra o coronavírus produzida pela empresa chinesa SinoVac e testada pelo Instituto Butatan, por causa de um “evento adverso grande”.

Em comunicado, a Anvisa informou que foi notificada do “evento adverso grande” no dia 29 de outubro. Com isso, os testes estão temporariamente suspensos e nenhum novo voluntário poderá receber a vacina.

De acordo com as normas da Anvisa, são considerados “eventos adversos grandes”: morte, evento adverso potencialmente fatal, incapacidade ou invalidez persistente, internação hospitalar do paciente, anomalia congênita ou defeito de nascimento, qualquer suspeita de transmissão de agente infeccioso por meio de um dispositivo médico e evento clinicamente significante.

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