‘Incompetência do governo Lula causou recorde de mortes por dengue’, diz deputado

Brasil registrou um total de 6.484.890 casos prováveis e aproximadamente 6 mil mortes em decorrência da dengue em 2024. O deputado federal Osmar Terra (MDB-RS) criticou o número de mortes em decorrência por dengue que bateu recorde em 2024. Dados do Ministério da Saúde mostram que o Brasil registrou um total de 6.484.890 casos prováveis de dengue e 5.972 mortes provocadas pela doença. Há ainda 908 óbitos em investigação. Osmar, que além de deputado é médico e foi secretário de Saúde do Rio Grande do Sul por oito anos, classificou o resultado como “incompetência” do governo Lula (PT) e do Ministério da Saúde, chefiado pela ministra Nísia Trindade.

“O governo Lula bateu recorde de mortes por dengue no Brasil, mesmo tendo uma vacina, a Odenga, eficaz para todos os quatro sorotipos da doença. A vacina já foi testada por seis anos. Desde março de 2023, a vacina estava autorizada pela Anvisa. A incompetência do Ministério da Saúde, sob Nísia Trindade, vacinou menos de 1% da população, resultando nessa tragédia e nesse triste recorde”, lamentou o parlamentar.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera que taxas acima de 300 por 100 mil já indicam epidemia. Em 2023, foram registrados 1,3 milhão de casos prováveis da doença, com 1.179 mortes confirmadas ao longo do ano. O aumento de casos em 2024 é 400% maior em relação ao ano anterior. “O caso da dengue o desafio é ter a vacina, já testada por seis anos e autorizada desde março de 2023 pela ANVISA… O Ministério da Saúde vacinou menos de 1% da população, por falta da vacina. E a dengue no Brasil bateu o record mundial de casos e mortes”, concluiu Osmar.

Diário do Poder

Depois de Paulo Pimenta, a próxima vítima de Lula a ser defenestrada do governo será Alexandre Padilha

A saída de Paulo Pimenta da Secretaria de Comunicação foi a primeira mudança no naco petista de poder na Esplanada. Na mudança ministerial mais ampla que se avizinha, prevista para o próximo mês, o PT deve ser o partido mais atingido pelas trocas promovidas pelo presidente Lula. Hoje, a conversa gira entorno da saída do petista Alexandre Padilha da pasta de Relações Institucionais, que deve seguir o mesmo caminho de Paulo Pimenta, afinal de contas, os parceiros de outrora do presidente, se tornaram descartáveis, diante dos seus insaciáveis interesses políticos.

Fome de poder

Findada a eleição, o PSD reivindica mais poder no governo. Um nome do partido é sondado para tirar Padilha da articulação política do Planalto.

O cotado

O nome mais forte para o lugar de Padilha é o de outro ministro: o pernambucano Silvio Costa Filho, do Republicanos.

Currículo

Silvinho, como é conhecido, foi quem articulou encontro de Hugo Motta (Rep-PB), provável futuro presidente da Câmara, com Lula.

Olho em 2026

Em véspera de ano eleitoral, Lula quer menos dor de cabeça com o Congresso, daí o plano de entregar a articulação para o centrão.

Coluna do Claudio Humberto

 

Bolsonaro é convidado de Donald Trump para sua posse. Seu passaporte está retido com Alexandre de Moraes

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) utilizou sua conta no X nesta quarta-feira (8) para confirmar que recebeu convite oficial para a posse do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, marcada para o dia 20 de janeiro.  “Muito honrado em receber do presidente dos EUA Donald Trump convite para a sua posse e de seu vice-presidente no próximo dia 20 de janeiro”, escreveu Bolsonaro.

Bolsonaro informou que seu advogado, Paulo Bueno, protocolou um ofício solicitando ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, a devolução de seu passaporte, apreendido em fevereiro de 2024, no âmbito do inquérito sobre a participação nos atos de 8 de janeiro.

Essa não é a primeira vez que a defesa de Bolsonaro solicita a liberação do passaporte. O pedido já foi negado por Alexandre de Moraes em outras ocasiões, sob o argumento de que o documento é necessário para garantir a efetividade das investigações em curso. A nova solicitação, desta vez, tem o peso de estar associada a Donald Trump. A expectativa é sobre se o ministro Alexandre de Moraes negará a devolução?

Jornal da Cidade Online

Senador Magno Malta contra a proibição de Alexandre de Moraes, sobre apoio aos atos de 8 de janeiro

Em entrevista ao vivo na Rádio Auri Verde Brasil nesta segunda-feira (6), o senador Magno Malta (PL-ES) respondeu com contundência às declarações do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo Malta, Moraes teria proibido manifestações que pudessem ser interpretadas como apoio aos atos de 8 de janeiro. O senador criticou a postura do magistrado, afirmando que não se intimidará com as ameaças.

“Medo eu conheço de ouvir falar, eu nunca fui apresentado. No dia 8, ministro, eu estarei me manifestando. E eu tenho todo o direito, na finada Constituição que vocês enterraram. Não existe crime de opinião”, declarou Malta durante a entrevista. Ele também levantou questões sobre o impacto das ações judiciais relacionadas aos eventos de 8 de janeiro, mencionando prisões e restrições que considera injustas.

“A família de Clezão não pode chorar a morte dele no dia 8, ministro? A família de Daniel Silveira não pode chorar? Nós não podemos lamentar, dia 8, as prisões que foram feitas indevidamente […] pessoas com síndrome de Down, com câncer. (…) Eu vou me manifestar sim, ministro. Eu não tenho medo dos seus arroubos,” afirmou o senador.

Durante sua fala, Malta reforçou a crítica ao que chamou de “ditadura da toga”, acusando o STF de restringir direitos constitucionais. Ele destacou que continuará a expressar suas opiniões, mesmo diante das ações de Alexandre de Moraes.

“O senhor chegou num ponto a ameaçar todo mundo. A mim, não vai acovardar”, concluiu o parlamentar

Jornal da Cidade Online

Vereador de São Paulo faz apelo à atriz Fernanda Torres, vencedora do Globo de Ouro, em defesa da democracia

O vereador de São Paulo, Adrilles Jorge comentou o fato da atriz Fernanda Torres, ter ganho o Globo de Ouro pelo filme “Não Estou Aqui.” “O filme é bom e retrata o sofrimento de uma família que teve seu pai torturado e morto e desaparecido durante a ditadura militar.

Pois bem: o Brasil hoje VIVE uma ditadura em que pessoas são censuradas, perseguidas, presas sem o devido processo legal. Mas nem o diretor nem nenhum dos atores do filme dizem isso. Ao contrário: dizem que o Brasil esteve “perto de cair novamente numa ditadura, inclusive o autor do livro em que se baseia o filme é um fã desta mesma ditadura – talvez porque seja uma ditadura que privilegie a esquerda que apoia.

Mas, nem todos os atores apoiam a ditadura de hoje.

Não sei se seria o caso da atriz Fernanda Torres, registra o vereador, mas ela poderia dizer que no Brasil de hoje EXISTE uma ditadura no país. Mas provavelmente não dirá. Porque hoje o grosso da classe artística apoia esta ditadura. Poucos por razões ideológicas e uma maioria por interesses bem expressivos e bastante vergonhosos.

Jornal da Cidade Online

Deputados criticam ‘manobra’ de Lula. Com os atos do 8 de janeiro, desviar a atenção do povo da crise brasileira

Deputados federais de oposição criticaram nesta terça-feira (7) o ato simbólico que o governo Lula (PT) prepara para esta quarta-feira (8), onde será relembrado os dois anos dos ataques às sedes dos Três Poderes, em Brasília, no dia 8 de janeiro de 2023. Desde o início da gestão, o petista e aliados têm mantido o episódio no centro do debate público, frequentemente associando parlamentares da oposição. Na visão dos congressistas, a estratégia do governo Lula é desviar a atenção de problemas urgentes do país, como a crise econômica e o aumento da violência, ao mesmo tempo em que alimenta um discurso de polarização.

O deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS) afirmou que o governo Lula utiliza o 8 de janeiro como um instrumento de “palanque político”.

“Dois anos se passaram, e o que vemos é o uso do 8 de janeiro para justificar excessos autoritários e criminalizar adversários políticos. O Brasil precisa de pacificação, e isso só será possível com anistia ampla para quem não praticou violência ou depredação. Não podemos seguir divididos por um governo que prefere culpar a oposição a assumir suas responsabilidades. Lula precisa parar de fazer palanque político com o 8 de janeiro”, afirmou.

Para o deputado Rodrigo Valadares (União-SE), o governo Lula mantém o 8 de janeiro como uma cortina de fumaça para esconder a “incompetência”.

“Enquanto o governo gasta energia em reabrir feridas, brasileiros enfrentam desemprego, fome e violência nas ruas. Essa narrativa exaustiva não resolve os problemas do país. O que precisamos é de união, e a anistia seria uma resposta concreta para pacificar o Brasil”, criticou.

Já a deputada Silvia Waiãpi (PL-AP) destacou a importância de “virar a página” do 8 de janeiro.

“O Brasil está estagnado por um governo que vive do passado e explora um episódio trágico para manipular narrativas e dividir a sociedade. Precisamos olhar para frente, e a anistia é o primeiro passo para encerrar esse ciclo de perseguição política”, ponderou.

O deputado Sanderson (PL-RS) também enfatizou que o uso político do 8 de janeiro pelo governo só agrava a instabilidade.

“Lula utiliza esse episódio como uma ferramenta para consolidar seu projeto de poder, demonizando a direita e calando vozes de oposição. A anistia não é apenas um gesto de clemência, mas uma necessidade para o Brasil reencontrar o caminho do diálogo e da reconciliação”, destacou.

Diário do Poder

8 de janeiro: Um incompreensível apagão nos informes da Abin

O dia 8 de janeiro de 2023 ficou marcado por ataques num domingo às sedes dos Três Poderes, em Brasília, um evento que levantou sérias questões sobre falhas na comunicação de inteligência e o papel da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Relatórios apontam que a Abin emitiu ao menos 33 alertas de inteligência entre os dias 2 e 8 de janeiro, sinalizando a possibilidade de atos violentos. No entanto, a na disseminação dessas informações, frequentemente compartilhadas via aplicativos como WhatsApp, comprometeu a eficácia da coordenação entre os órgãos de segurança.

Em depoimento à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), o ex-diretor da Abin, Saulo Moura da Cunha, admitiu que a percepção de risco aumentou significativamente entre os dias 6 e 7 de janeiro, à medida que mais ônibus com manifestantes chegavam à capital federal. Apesar disso, as informações foram devidamente repassadas às forças de segurança responsáveis pela proteção das instituições (Escudo), o resultado foi diferente do planejamento que muitos classificaram como um verdadeiro “apagão” de inteligência.

Uma questão central gira em torno da proximidade do acampamento de manifestantes, localizado a poucos quilômetros do centro de inteligência do Exército. Apesar da visibilidade da mobilização e do potencial de violência associado à concentração de pessoas, tanto a Abin quanto os setores de inteligência da Polícia Legislativa do Senado e da Câmara e da Policia Federal aparentaram falhar na coordenação de esforços para impedir a escalada dos ataques.

Outro ponto controverso envolve a destruição ou ocultação de imagens das câmeras de segurança que poderiam esclarecer aspectos cruciais dos acontecimentos. Quando a Justiça brasileira recuperar plenamente os registros supostamente apagados, será possível avançar nas investigações e compreender se o caos foi resultado de falhas operacionais ou de uma estratégia deliberada para transformar os ataques em capital político.

Se comprovado que o apagão de informes foi proposital, isso pode sugerir uma facilitação estratégica do desastre, ampliando o debate sobre as responsabilidades de quem deveria proteger a ordem e resguardar as instituições democráticas. Essa hipótese, cada vez mais explorada por analistas políticos, coloca em xeque a autonomia e a credibilidade dos órgãos de inteligência e segurança do Brasil.

Os eventos de 8 de janeiro não apenas expuseram vulnerabilidades institucionais, mas também alimentaram narrativas políticas. A exploração do ocorrido como ferramenta de fortalecimento político por determinados grupos evidencia que as consequências vão além do campo jurídico, impactando diretamente o tecido democrático do país.

Quando a verdade finalmente vier à tona, ela poderá ser desconfortável, mas será essencial para que o Brasil retome o equilíbrio entre os Poderes e evite que episódios como o de janeiro de 2023 se repitam. Até lá, paira a dúvida: as falhas da inteligência foram negligência ou cálculo? A resposta a essa pergunta é crucial para o futuro da democracia no Brasil.

Carlos Arouck

Policial federal. É formado em Direito e Administração de Empresas.

 

Lula demite Paulo Pimenta da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

O presidente Lula comunicou a demissão de Paulo Pimenta da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom). Uma reunião sacramentou a demissão do ministro, que será oficializada nesta quarta-feira, após o ato para lembrar os dois anos dos atos de 8 de janeiro, segundo informa o jornal O Globo.

Lula até que tentou manter Paulo Pimenta na estrutura de governo, mas mostrou-se um elemento criador de problema, inclusive exorbitando da própria competência com autoritarismo e inevitáveis consequências, pesando também sobre ele acusações de negociatas na Secom.

Tentando se livrar dele, o presidente o colocou como o representante direto do Palácio do Planalto, no período da crise séria no Rio Grande do Sul, levando em conta ser gaúcho e deputado federal. Não demorou muito para criar conflitos, sendo um deles, o de querer se sobrepor ao governador do Rio Grande do Sul, como uma espécie de interventor, o que o levou a ser defenestrado.

A situação de Paulo Pimenta chegou a um estágio, em que o próprio PT, deu entender que ele se tornara um estranho no ninho petista. A sua demissão que vinha constantemente adiada, foi sacramentada nesta terça-feira, com o ato de exoneração a ser publicado na quarta-feira (08). Algumas tentativas para que ele deixasse o cargo, quando da reforma administrativa, não foi aceito pelo presidente.

Jornal da Cidade Online

 

 

Alexandre de Moraes bateu recorde em 2024 com 103 pedidos contra suas relatorias em processos no STF

Dos 107 pedidos encaminhados ao STF, aparece em segundo lugar o ministro Flavio Dino com 04.

O Supremo Tribunal Federal (STF) registrou um recorde histórico no ano de 2024 no que diz respeito ao número de arguições de impedimento para afastar ministros da relatoria de processos. No total foram 107 pedidos, dos quais 103 tiveram como alvo do ministro Alexandre de Moraes. De acordo com informações do jornal O Globo, das 103 solicitações contra Moraes, 101 já foram negadas. Entre os autores dos pedidos está o ex-ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), entretanto, a maior parte partiu de réus do 8 de janeiro.

Cabe ao presidente da Corte, ministro Luís Roberto Barroso a decidir acatar ou não o pedido de afastamento. Em caso negativo, o autor da arguição pode entrar com um recurso, que será avaliado pelo plenário, excetuando o ministro que é alvo da solicitação. Os quatro pedidos de afastamento de relator que restam miram o ministro Flávio Dino.

Alexandre de Moraes acumula a maior parte dos inquéritos criminais que tramitam no STF atualmente, mantendo sob sua relatoria 21 das 37 investigações em questão. Os dados foram recolhidos pelo painel Corte Aberta e não incluem os inquéritos que estão sob sigilo.

Jornal da Cidade Online

O INMET emitiu alerta de chuvas intensas e ventanias de até 100km do Amazonas ao Maranhão

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de chuvas intensas para uma faixa que vai do Amazonas ao Maranhão, cobrindo também regiões do Pará e do Tocantins. Estão previstas chuvas de até 100 milímetros (mm) ao dia e ventanias que podem chegar a 100 quilômetros por hora (km/h). Há risco de falta de energia elétrica, quedas de árvores, alagamentos e descargas elétricas.

Além disso, chuvas mais brandas devem atingir boa parte do país. Cerca de 1,5 mil municípios de 13 estados e o Distrito Federal devem registrar chuvas de até 55 mm/hora, com ventos intensos, mas baixo risco de ocorrências. O alerta de nível amarelo, que representa perigo potencial, cobre todo o estado do Espírito Santo e do Tocantins e quase a totalidade dos municípios do Amazonas, Pará, de Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais. Também deve chover no norte de Rondônia e no sul de Roraima, no sudoeste do Maranhão e do Piauí, na região oeste e no extremo-sul da Bahia e no Norte do Rio de Janeiro.

O Inmet recomenda que a população evite usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada durante as tempestades. Em caso de rajadas de vento, também não se deve buscar abrigo debaixo de árvores, nem estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda. Também é importante seguir as orientações da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros de cada local.

Jornal da Cidade Online