Janja em nome do governo, repreende cobrança do piso da enfermagem

Primeira-dama participou de live com a ministra da Saúde, Nísia Trindade

A primeira-dama Janja, mais uma vez, deu sinais de que manda e desmanda no governo do maridão Lula. São constantes as reclamações veladas sobre o comportamento de Janja, que regula agenda do presidente e até passa pito em ministros e assessores. Desta vez, a bronca de Janja não foi nada velada. A primeira-dama perdeu a paciência com a cobrança de internautas que querem o pagamento do piso da enfermagem.

Em uma live realizada com Janja e a ministra da Saúde, Nísia Trindade, internautas pediram informações sobre o início do pagamento do piso. No fim da transmissão, a primeira-dama contrariou orientação da assessoria e repreendeu o público.

Eu só vou dar um toque para o pessoal que está falando da enfermagem, da enfermagem. Eu acho que, se tem um governo que respeita o SUS e respeita todos os profissionais do SUS, médicos, enfermeiros, atendentes de enfermagem, todo mundo que trabalha na área da saúde, é o presidente Lula é esse governo. Não caio nesse… a gente sabe que tem muito pessoal aí querendo semear o ódio e a discórdia, mas, se a gente tem o governo que respeita realmente os profissionais do SUS e todos os profissionais da área da saúde é esse governo”, disse.

Sem detalhes sobre quando começará a distribuição do benefício, Janja falou pelo governo e disse apenas que o pagamento “vai acontecer”.

Como o presidente Lula diz, é isso mesmo, estão aqui, estão acompanhando, estão cobrando. Cadê o piso? É isso aí. Vai acontecer, muita calma nessa hora gente. Tem um país enorme para reconstruir”, disse.

Diário do Poder

Crimes virtuais: O estelionato vai ultrapassar os 2 milhões de ocorrências em 2023

Ocorrências passaram de 1,8 milhão em 2022, com crescimento de 326,3% em quatro anos, aponta Anuário Brasileiro de Segurança Pública

Obter vantagem ilícita em razão de prejuízo alheio por meio de fraude, ou seja, alguém oferece uma boa oportunidade e pede algo simbólico em troca. Uma oportunidade atraente, mas que leva às pessoas a caírem em diferentes tipos de golpes. Os estelionatos cresceram ao longo dos últimos anos pela facilidade com a qual esse crime é praticado. Só em 2022, foram mais de 1,8 milhão de ocorrências, o que significa um crescimento de 326,3% em quatro anos nessa modalidade, aponta a 17ª edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública. 

Para o advogado criminalista Bruno Feldens, o relatório é uma importante ferramenta de análise da criminalidade do país. O especialista alerta para o crime de estelionato na modalidade cibernética, o chamado golpe virtual. “Isso se dá por conta do incremento que nós tivemos a partir da pandemia do uso da tecnologia para fazer tudo em nossas vidas. Os estelionatários se adaptaram a esse novo estilo de vida, mas a premissa continua a mesma: o oferecimento de uma vantagem boa em troca de uma contraprestação pequena. Isso parece ser uma coisa muito boa e as pessoas acabam caindo nos golpes”, pontua.

O advogado especialista em direito criminal, Guilherme Almeida, revela que o estelionato eletrônico tem se tornado cada vez mais comum. “A genialidade vai se atualizando ao longo do tempo. Antigamente, tinham aqueles estelionatos de bilhetes premiados, onde uma pessoa encontrava outra na rua e oferecia um bilhete premiado e a outra pessoa quando ia na lotérica não encontrava nada. Atualmente, há uma atualização. Os criminosos conseguem os dados de uma determinada pessoa e começam a praticar tentativas de estelionatos, às vezes contra a própria família, pelo WhatsApp. Esse é um dos crimes que mais cresce”, detalha.

De acordo com o anuário, 208 golpes por hora estabelecem o estelionato como “o crime da moda”. O funcionário público Otavio Augusto Nascimento foi uma dessas vítimas. “Eu tive meu cartão clonado por mais de uma vez, tive que fazer boletim de ocorrência, cancelar o cartão no banco, fiquei um tempo sem cartão e isso causou um transtorno pra mim. Tive que aguardar mais de uma semana para fazer um cartão novo, contestar compras junto ao banco que foram realizadas pelos estelionatários. É uma situação muito ruim”, conta.

A fim de evitar situações como a de Otavio Augusto, Feldens sinaliza que existem diferentes golpes de estelionato. “Dentre os golpes mais comuns, tem o golpe do falso empréstimo, o golpe do PIX, o boleto falso, são golpes em que as pessoas precisam estar atentas. Existem quadrilhas com empresas de fachadas com aparência de uma empresa correta onde a pessoa acaba caindo no golpe do falso empréstimo, por exemplo.” Ele acrescenta que é importante que a vítima procure uma delegacia de polícia para relatar o ocorrido para que as autoridades iniciem o processo de investigação.

Falha na segurança

Advogado especialista em direito criminal, Guilherme de Almeida considera que o anuário demonstra “uma falha na segurança pública”. “Acredito que, hoje, tanto as polícias militares como as polícias civis, têm uma dificuldade financeira, não há uma remuneração digna, uma eficiência com relação a aparatos para que a polícia possa trabalhar, seja no dia a dia ou até mesmo em delegacias onde você apresenta uma defasagem. Falta treinamento para ter um combate mais efetivo. O anuário só demonstra que há uma falha da segurança pública. Não digo nem falha com relação à criminalidade em si, mas falha do Estado para com a polícia, para que a polícia também exerça essa efetividade contra a criminalidade”, acredita.

Na opinião do advogado criminalista Bruno Feldens, reduzir esse tipo de crime passa pela maior proteção de dados. “Há quadrilhas que têm acesso a banco de dados de plataformas do governo como o INSS que aliciam novas vítimas a partir desses dados, oferecendo, por exemplo, o falso empréstimo”. Segundo o especialista, é necessário ter uma boa segurança cibernética para proteger os dados, principalmente das redes sociais. “Muitas pessoas perdem as suas contas, têm as contas hackeadas. E os estelionatários se passam por elas e aplicam golpes. [É necessário] Ter uma proteção de dados mais forte nesse sentido para evitar esse tipo de crime”, complementa.

Feldens destaca que falta aparelhamento das polícias investigativas e das polícias judiciárias para promover a investigação dos crimes. “Muitas vezes, a vítima faz o registro de ocorrência, leva ao conhecimento do fato à polícia. Só que aquilo vira uma pilha de inquéritos e o inquérito vai pra lá, vai pra cá, por falta de pessoas para dar seguimento a investigação”. Ele observa que, em muitos desses crimes, a polícia não tem efetivo para fazer esse tipo de investigação. “O desafio é incrementar e aumentar a quantidade de policiais que vão investigar e dar seguimento às investigações e, de fato, levar os criminosos a responderem o processo e por ventura, serem condenados e cumprirem suas penas”, salienta.

O Anuário Brasileiro de Segurança Pública indica que houve também aumento nos casos de roubos e furtos de celulares. Só em 2022 foram registrados mais de 999 mil ocorrências, com crescimento de 16,6% em relação ao ano anterior. O número de estupros registrado foi de 74.930, o maior da série histórica da publicação. A taxa cresceu 8,2% em relação a 2021. Houve ainda registro de 74.061 desaparecimentos, o que representa crescimento de 12,9% na comparação com o ano anterior.

Já a taxa de mortes violentas intencionais (MVI) caiu 2,4%. No Sul e no Centro-Oeste, esse índice cresceu 3,4% e 0,8%, respectivamente. Diversos tipos de roubo apresentaram queda: a instituições financeiras, estabelecimentos comerciais, residências, de cargas e de transeuntes. Já o número de pessoas registradas como CACs (caçadores, atiradores esportivos e colecionadores) foi multiplicado por sete vezes em relação a 2018: 783.385.

BRASIL 61

 

Escolha de ativista gera sério temor de manipulação nos indicadores do IBGE

É vista com desconfiança até no governo a escolha do petista “religioso” Marcio Pochmann para presidir o IBGE, que apura indicadores sensíveis da economia, como o índice de inflação IPCA, PIB, pesquisas sociais, emprego/desemprego etc. A oposição teme manipulação de números por razões ideológicas. A falta de dados confiáveis afasta investidores como ocorreu na Argentina de Cristina Kirchner, musa de Lula: incapaz de derrubar a inflação e reduzir a dívida, “aparelhou” o Indec, o IBGE de lá, e passou a manipular e fraudar indicadores econômicos. Foi desastroso.

Crime e castigo

O governo Kirchner foi acusado de fraudar o desempenho da inflação, por exemplo. Ajudou a destruir a economia e a reputação do Indec.

Triunfo do grotesco

Enquanto institutos independentes davam 19,6% de inflação, o Indec de Kirchner apontava “8,7%”. Desandou: hoje, a inflação é de 100% ao mês.

Risco de calote

Porchmann, o obtuso, atacou o Pix, imitado até nos EUA, porque foi obra do governo anterior. Sua mente confusa vê “passo na via neocolonial”.

Sem perigo de dar certo

O “desenvolvimentista” Porchmann é adepto da maluquice, da qual Lula foi contaminado, de que o governo deve ter licença para gastar, gastar…

Coluna do Claudio Humberto

 

MARANHÃO – ADESÃO À INDEPENDÊNCIA

                                                                        Professor Jacques Medeiros                

Com a proclamação da Independência do Brasil, no dia 07 de setembro de 1822, na província do Maranhão o grito de “Independência ou Morte” dado por D. Pedro I, não ecoou com muito agrado como em outros pontos do país, talvez pelo grande número de lusitanos, que dominavam a vida econômica do Maranhão.

Com o fim de coadjuvar os esforços dos maranhenses ansiosos de aderirem a este movimento patriótico, no dia 26 de julho do ano seguinte perto da ponta da Coroa de Sotovento, próximo à barra, ao mando de Lord Cockrane, foi fundeada a nau Pedro Primeiro, que de imediato comunicou por um ofício a D. Agostinho Antonio de Faria, comandante das forças portuguesas, propondo-lhe meios brandos e honrosos para que se proclamasse a Independência sem efusão de sangue.

No dia seguinte foi à junta governativa recebida a bordo, pelo Lord Cockrane e então ele fez sentir a conveniência de proclamar-se a Independência logo no outro dia, pelo que convocou uma Câmara Geral para as dez horas da manhã no palácio do governo. No dia designado, 28 de julho, procederam-se o ato grandioso, principiando às 11 horas da manhã e encerrando depois do meio dia (História da Independência do Maranhão).

Foi a bandeira portuguesa arriada pelo Tenente Greenfell, e içada a brasileira, já decretada em 18 de setembro de 1822. Tanto Cockrane, como Greenfell, eram piratas mercenários que prestaram serviços ao Maranhão e Pará, através de suas astúcias e renderam a junta governativa maranhense com a ameaça de que tinham uma grande esquadra; e foi assim a palavra e o verbo quem venceu no norte do Brasil; não foram as forças que obedeciam ao Cockrane, pois as costas do Brasil são tão extensas que o império não poderia jamais ser bloqueada pela maior esquadra do mundo.

A Assembleia Provincial pela Lei nº 11 de 06 de maio de 1835 declarou feriado o dia 28 de julho. A lei Estadual 2.457, que trata sobre o feriado é de 1964(governo Newton Belo), mas até 2014, o feriado era pouco conhecido, tanto que a iniciativa privada não alterava a rotina.

A partir de 2015, passou a ser fiscalizado (governo Dino) pelas autoridades competentes e este feriado não ficou mais restrito apenas às repartições públicas. Já em Caxias somente no dia 31 de julho, celebrou-se uma convenção entre os sitiantes, comandados entre outros, pelo bravo Major Salvador Cardoso de Oliveira e João da Costa Alecrim e os sitiados sob o comando do Major português João José da Cunha Fidié, e no dia seguinte 1º de agosto as forças independentes entravam vitoriosas em Caxias.

Vale ressaltar nós maranhenses, sabedores que somos que as lutas contra a independência do Brasil, foram mais sangrentas na Bahia e no Maranhão, mas a Bahia foi penúltima resistência vencida em 02 de julho de 1823, e os baianos hoje comemoram o 02 de julho como se fosse a última resistência com grandes comemorações sobre. liberdade do elo português

É preciso que os historiadores maranhenses mostrem aos baianos, que a última resistência a sucumbir, foi no Maranhão, que pouca importância dar atualmente ao acontecimento, o que não acontece em Caxias, onde o termo Oficial de Adesão do Maranhão à Independência do Brasil foi assinado no dia 07 de agosto de 1823.

* Médico Veterinário, Jacques Medeiros é Professor Emérito da UEMA e ex-Reitor. Membro efetivo da ACL e do IHGC.

Artigo do saudoso Jacques Medeiros publicado neste blog no dia 28 de julho de 2019 e que republicamos em homenagem ao extinto professor, historiador, educador e acima de tudo, foi um grande ser humano.

Fonte: AFD

 

 

Quando a porta da casa dos avós se fecha

Acho que um dos momentos mais tristes da nossa vida é quando a porta da casa dos avós se fecha para sempre, ou seja, quando essa porta se fecha, encerramos os encontros com todos os membros da família, que em ocasiões especiais quando se reúnem, exaltam os sobrenomes, como se fosse uma família real, e, sempre carregados pelo amor dos avós, como uma bandeira, eles (os avós) são culpados e cúmplices de tudo.

Quando fechamos a casa dos avós, também terminamos as tardes felizes com tios, primos, netos, sobrinhos, pais, irmãos e até recém-casados que se apaixonam pelo ambiente que ali se respira. Não precisa nem sair de casa, estar na casa dos avós é o que toda família precisa para ser feliz.

As reuniões de Natal, regadas com o cheiro a tinta fresca, que cada ano que chega, pensamos “…e se essa for a última vez”? É difícil aceitar que isso tenha um prazo, que um dia tudo ficará coberto de poeira e o riso será uma lembrança longínqua de tempos talvez melhores.

O ano passa enquanto você espera por esses momentos, e sem perceber, passamos de crianças abrindo presentes, a sentarmos ao lado dos adultos na mesma mesa, brincando do almoço, e do aperitivo para o jantar, porque o tempo da família não passa e o aperitivo é sagrado.

A casa dos avós está sempre cheia de cadeiras, nunca se sabe se um primo vai trazer namorada, porque aqui todos são bem-vindos. Sempre haverá uma garrafa térmica com café, ou alguém disposto a fazê-lo.

Você cumprimenta as pessoas que passam pela porta, mesmo que sejam estranhas, porque as pessoas na rua dos seus avós são o seu povo, eles são a sua cidade.

Fechar a casa dos avós é dizer adeus às canções com a avó e aos conselhos do avô, ao dinheiro que te dão secretamente dos teus pais como se fosse uma ilegalidade, chorar de rir por qualquer bobagem, ou chorar a dor daqueles que partiram cedo demais. É dizer adeus à emoção de chegar à cozinha e descobrir as panelas, e saborear a “comida da nona, vó, …”.

Portanto, se você tiver a oportunidade de bater na porta dessa casa e alguém abrir para você por dentro, aproveite sempre que puder, porque ver seus avós ou seus velhos, ficarão sentados, esperando para lhe dar um beijo.

Da Redação do Jornal da Cidade Online

Imagens do caso Alexandre de Moraes e a família Mantovani não chegam e frustram o ministro Flavio Dino

Envio das imagens depende de autorização da Justiça da Itália

A Polícia Federal ainda não recebeu as imagens do aeroporto de Roma, na Itália, com registros sobre a confusão envolvendo o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, e o casal Roberto Mantovani e Andreia Munarão. O ministro da Justiça, Flávio Dino, informou que as imagens deveriam chegar ao Brasil até a última sexta-feira (17), o que não ocorreu até hoje, cinco dias depois do previsto. Para que as imagens sejam enviadas, é necessária uma autorização do judiciário italiano.

As versões de Moraes e Mantovani sobre a confusão são diferentes. Moraes diz que houve agressão física e verbal e que houve motivação política no suposto ataque. Já o casal Mantovani alega que houve uma discussão por suposta “furada de fila”, sem ligação com política.

Há ainda necessidade de esclarecimentos sobre a suposta agressão ao filho do ministro, negada pelo casal. A defesa dos Mantovani disse que há um registro em imagens de ofensas que teriam sido disparadas por Moraes contra a família.

Jornal da Cidade Online

 

Última a saber: nomeação no IBGE mostra total desprestígio da ministra Simone Tebet

Novo presidente do IBGE, subordinado à pasta de Simone Tebet, foi anunciado sem o conhecimento da ministra

A ministra do Planejamento, Simone Tebet, foi vítima de “bola nas costas” do Palácio do Planalto. Nesta quarta-feira (26), o ministro da Secretaria de Comunicação Social, Paulo Pimenta, anunciou Marcio Pochmann como novo presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O problema é que Tebet, titular da pasta que o IBGE é vinculado, não sabia da nomeação.

Pouco antes do anúncio de Pochmann, Simone afirmou que o governo sequer havia tratado sobre o assunto e muito menos havia falado disso com o presidente Lula.

Seria um desrespeito com um presidente que está no IBGE e tem um ciclo que não se encerrou”, disse ao se referir ao atual chefe interino do IBGE, Cimar Azeredo, que conta com a simpatia da ministra.

A estadia de Simone Tebet no governo federal é marcada por polêmica, desgaste e sinais de evidente desprestígio. Já na costura para encaixar a ex-candidata ao Planalto, Tebet sofreu fritura por parte do PT, que não queria Simone em uma pasta com destaque. A pretensão inicial da atual chefe do Planejamento era ocupar o Ministério do Desenvolvimento Social.

Minada pelo PT na pasta, que exigiu Wellington Dias como “ministro do Bolsa Família”, Tebet quase foi parar no Ministério do Meio Ambiente. Mais uma vez desgastada dentro do próprio governo, com notícias plantadas associando Tebet ao agronegócio, como se isso anulasse a capacidade de gerir a pasta do Meio Ambiente; Tebet perdeu o posto para Marina Silva.

Após muita discussão dentro do governo, Simone Tebet foi alocada no Ministério do Planejamento, com poder esvaziado e trabalhando quase que tutelada pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, também do PT. Além do desgaste, Simone precisou de mais de 200 dias de governo para ser recebida em audiência privada de trabalho pelo chefe, o presidente Lula. O primeiro encontro dos dois ocorreu na última segunda-feira (24), conforme registro da agenda oficial do presidente.

Diário do Poder

 

A ascensão perigosa do ministro Flavio Dino sobre a Polícia Federal”, alerta advogado

O advogado Marco Antonio Costa revela grande preocupação com o ambiente jurídico, marcado pelo ativismo judicial ainda mais intenso depois da eleição de Lula e seus ‘companheiros’: “Eu vejo uma ascensão perigosíssima do Flavio Dino sobre a Polícia Federal, junto com o ambiente judiciário que está completamente tomado por ativistas. 

Eu vejo um tempo péssimo para o estado de direito no Brasil. A gente já vive num estado de exceção, e parece que isso tende a piorar, se não começar no parlamento uma resistência da oposição, junto com parlamentares do Centrão, para frear esse abuso reiterado da máquina, essa utilização deslavada da máquina pública para fins ideológicos. 

Mas eu não sinto essa temperatura vindo da oposição. Eu vejo poucos parlamentares se mobilizando para tentar frear o que está acontecendo no poder judiciário. Se eles não agirem rápido, o trator comunista vai passar por cima da gente e, depois do ponto de não retorno, você não consegue tomar atitudes efetivas contra o estado de exceção que será instaurado”, ressaltou o advogado em entrevista ao canal Fator Político BR. 

Jornal da Cidade Online

 

Para garantir governabilidade, Lula dará mais ministérios e emendas parlamentares ao Centrão

Segundo auxiliares, Lula está decidido a dar mais ministérios no governo a partidos do Centrão, mas não quer fazer mudanças sob pressão e deve garantir também mais emendas parlamentares

Auxiliares e aliados próximos de Lula preveem que a reforma ministerial que ampliará o espaço do Centrão no governo deve demorar mais um tempo para ser concretizada. Quem conversou com o presidente nos últimos dias afirma que ele já tomou a decisão de dar mais ministérios para o grupo, mas pretende esperar o processo ser “naturalizado” para efetivar as trocas.

Segundo petistas, Lula não quer fazer mudanças “sob pressão”. Além disso, o presidente avalia que a naturalização do processo ajudará a tornar as trocas ministeriais “menos traumáticas”. “Lula tem o tempo dele. Especialmente para demitir e nomear gente, ele vai até o último segundo”, ressaltou à coluna um influente ministro petista do governo.

Para ilustrar o “tempo de Lula”, auxiliares citam o exemplo recente da mudança no Ministério do Turismo. Mesmo decidido, Lula demorou quase um mês para trocar Daniela Carneiro por Celso Sabino. Com base nesse diagnóstico, alguns petistas e ministros já preveem que a entrada do PP e dos Republicanos no governo pode acabar ficando para setembro. Até agora, Lula sequer conversou com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), principal fiador da entrada das duas siglas no governo. A conversa só deve acontecer no início de agosto.

Coluna do Igor Gadelha – Metrópoles

Maranhão está entre os 16 governos estaduais ‘lulistas,’ que lideram criminalidade

Dados do Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública revelam um dado significativo: das 50 cidades mais violentas do Brasil, 34 estão concentradas em Estados governados por aliados do presidente Lula. Nos Estados sob gestão direta do PT estão 17 das cidades mais violentas. Aqueles controlados pelo PSB do ministro Flávio Dino (Justiça e Segurança) a 2ª pior no ranking, somam 8 das 50 mais violentas. Estados sob controle do MDB totalizam 7 cidades de maior criminalidade.

São Paulo de fora

São Paulo, estado com maior número de registro de armas, não tem nenhuma cidade no ranking das 50 mais violentas.

O que eles fizeram

Governada pelo PT há 15 anos, a Bahia tem 11 das 20 cidades mais violentas. E ocupa as quatro primeiras posições do ranking tenebroso.

Amapá, presente

Estado com menos armas registradas e maior índice de mortes violentas, o Amapá tem duas cidades no ranking onde o crime reina absoluto.

Os 16 Estados Lulistas mais violentos

Os Estados mais violentos: Norte (AM, AP, MA, PA e RO), Nordeste (BA, CE, PB, PE, PI, RN e SE), Centro-Oeste (MT), Sul (RS e PR) e claro, RJ.

Coluna do Claudio Humberto