Contra o concurso público deputados do Palácio dos Leões aprovam Medida Provisória para contratos temporários no Sistema Penitenciário

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Deputados da base do governo aprovam Medida Provisória para a contratação de agentes temporários  para o Sistema Penitenciário. Eles são explorados por não  recebem adicional noturno e nem insalubridade e correm o risco diário de serem assassinados por não terem porte de armas. O legislativo e o executivo se identificam perfeitamente contra o concurso público, apesar da existência de 56 mil vagas no Maranhão. De acordo com a Organização Internacional do Trabalho, os empregos que oferecem mais riscos à vida dos trabalhadores são: O de agente penitenciário e minerador.

            Apesar do Governo do Estado ter uma disponibilidade de 56 mil vagas para diversos cargos na administração pública, o governador Flavio Dino tem dado preferência para os contratos provisórios em diversos setores, privilegiando empresas e proporcionando a exploração da mão de obra dos maranhenses.

            No caso específico do Sistema Penitenciário, os agentes penitenciários terceirizados, apesar de passarem por um seletivo e serem submetidos a treinamentos, inclusive com armas leves e pesadas, quando entram no exercício profissional não têm direito a adicional noturno e nem a insalubridade e os salários representam a metade de um agente penitenciário concursado.

             O Sindicato dos Servidores Públicos do Sistema Penitenciário do Maranhão – SINDSPEM, defende  concurso público para acabar com as diferenças dentro do Sistema Penitenciário, principalmente que reconhece que a maioria dos atuais temporários têm condições de serem aprovados. Lamente também, que os temporários em exercício trabalho nas unidades prisionais pode usar armas laves e pesadas, mas como não são concursados não têm direito ao porte de arma. O resultado é que alguns já foram assassinados por bandidos, que sabem que eles não andam armados e outros correm risco de vida todos os dias. (editoria do blog)

A Assembleia Legislativa aprovou, na sessão desta quarta-feira (13), com votos contrários da oposição, a Medida Provisória 241 de autoria do Poder Executivo que permite a contratação temporária de servidores no âmbito da administração penitenciária estadual. Os deputados Welinton do Curso (PP) e Sousa Neto () fizeram encaminhamentos contrários à aprovação da MP.

O primeiro a tratar do assunto foi o deputado Sousa Neto, que fez críticas ao número de Medidas Provisórias já baixadas neste ano pelo governador Flávio Dino (PCdoB), nove. Ele disse que a Medida Provisória n.º 241, que fala sobre a contratação por tempo determinado de pessoal para atender necessidade temporária, excepcional e de interesse público no âmbito da administração Penitenciária estadual, não foi discutida dentro das comissões técnicas. De acordo com o parlamentar, com a MP o governo permite a contração sem concurso público.

Wellington do Curso criticou também o número de Medidas Provisórias assinadas pelo governador em 2017 e a contração temporária. “A nossa Constituição Federal, no artigo 37, a constituição pública, direta e indireta, de qualquer dos Poderes da União, do Estado, dos municípios, é regida e obedecerá aos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. E a investidura em cargo público ou emprego depende da aprovação prévia de concurso público. Então vejam, não sou eu que estou dizendo, é a Constituição Federal do nosso País, que é bem clara que, para a investidura em cargo público, há a necessidade de concurso público”, afirmou.

Fonte: Agência Assembleia

 

Senado aprova em primeiro turno a PEC que transforma agente penitenciário em policial

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O presidente do Senado, Eunício Oliveira, ao lado do senador Cássio Cunha Lima, autor da PEC que transforma agentes penitenciários em policiais penais

            O Senado aprovou nesta quarta-feira (13), em primeiro turno, por unanimidade, a criação das polícias penais federal, estaduais e distrital. Com isso, os agentes penitenciários passam a ter os direitos inerentes à carreira policial. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 14/2016 ainda terá que passar por três sessões de discussão antes da votação em segundo turno. Depois, se aprovada, seguirá para a Câmara dos Deputados.

            Do senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), a PEC acrescenta essas polícias ao rol dos órgãos do sistema de segurança pública, e determina como competência dessas novas instâncias a segurança dos estabelecimentos penais e a escolta de presos. A intenção, diz o autor, além de igualar os direitos de agentes penitenciários e policiais, é liberar as polícias civis e militares das atividades de guarda e escolta de presos.

               O texto foi aprovado com alterações feitas pelo relator na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), senador Hélio José (PMDB-DF). Entre as mudanças está a troca da expressão “polícia penitenciária” para “polícia penal”. Na avaliação do senador, a expressão anterior limitaria seu âmbito a uma das espécies de unidade prisional, as penitenciárias, e seria incompatível com a fiscalização do cumprimento da pena nos casos de liberdade condicional ou penas alternativas.

              Para o senador Reguffe (sem partido-DF), a PEC valoriza os agentes penitenciários, que, apesar de ocuparem uma função tão importante, muitas vezes não têm sua atividade valorizada. A aprovação, afirmou, beneficia não só os agentes, mas toda a sociedade.

              — A aprovação fará com que policiais que hoje fazem a custódia de presos passem a fazer o policiamento nas ruas, passem a proteger a população nas ruas — afirmou. José Medeiros (PSD-MT) que é policial rodoviário federal, comemorou a aprovação e disse que, com o texto, os agentes deixarão de ser tratados como uma sub-polícia e terão as condições de exercer seu trabalho.

               — Eles vão ser policiais de fato e de direito e a partir de agora o Estado brasileiro vai ter quem mande nos presídios porque, hoje, quem manda são as facções.

Estados

                 O substitutivo também vincula cada polícia penal ao respectivo órgão administrador do sistema penal da unidade federativa a que pertencerem e estabelece que as polícias penais serão formadas pelos atuais  agentes  penitenciários e por novos servidores admitidos por concurso público.

                 O senador Aécio Neves (PSDB-MG) destacou que essa regra evitará problemas no Pacto Federativo. Ele disse considerar que o texto tira do limbo os agentes penitenciários e que, com a criação da nova carreira, contorna-se um problema em discussão na Reforma Previdenciária. Os que os agentes passarão a ter a aposentadoria especial dos policiais.

                — É um projeto simples, mas atende a um objetivo importante de uma categoria cada vez mais essencial à segurança tanto do sistema prisional quanto da sociedade brasileira.

                A senadora Lúcia Vânia (PSB-GO) aproveitou a aprovação da PEC para homenagear o agente penitenciário Valdson Cardoso de Oliveira, que foi morto no início da semana em uma rebelião no Centro de Prisão Provisória de Luziânia (GO), no Entorno de Brasília. A senadora reafirmou o respeito pelo trabalho de todos os agentes penitenciários.

Agência Senado

Há pelo menos 04 dias, um cano da rede de distribuição de água da CAEMA desperdiça o produto na rua 28 de Julho

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O registro foi feito à tarde de ontem, por solicitação de moradores, os quais relataram que já havia feito diversos comunicados à empresa pedindo providências, mas infelizmente as respostas sempre ficavam no futuro. O buraco decorrente da água e dos veículos que transitam pelo local tem crescido bastante e logo veículos pequenos poderão ficar na vala que vem se formando.

             O lamentável sob todos os aspectos é o  grande desperdício de água potável, que com certeza faz falta para muita gente nesta cidade, principalmente em algumas comunidades, em que o abastecimento é praticamente inexistente, apesar das constantes promessas governamentais, dentre as quais a duplicação da rede do Italuis. O interessante é que constantemente o abastecimento fica bastante comprometido com o rompimento da adutora no Campo de Perizes. O problema maior é que muitos consumidores não recebem água, mas são cobrados a pagar valores absurdos, que pode ser visto como extorsão.

             A verdade é que a Caema, utiliza um artificio mesquinho para explorar consumidores, não fazendo leituras dos registros e impondo metragem à revelia, naturalmente para cobrir os constantes furtos de água, principalmente por pessoas donas de lava jato e os desperdícios que são denunciados todos os dias decorrente da falta de manutenção da rede de distribuição do produto.

Aprovada pelo Senado a regulamentação das atividades de agente de saúde e de combate a endemias

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   O Plenário do Senado aprovou por unanimidade, nesta quarta-feira (13), Projeto de Lei da Câmara (PLC) 56/2017, que regulamenta a atuação dos agentes comunitários de saúde e agentes de combate a endemias. Como houve mudanças feitas pela relatora, senadora Marta Suplicy (PMDB-SP), na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), o texto ainda voltará para análise dos deputados.

                 O projeto define atribuições, nível de qualificação e condições de trabalho dos agentes. Pela proposição, ficou definida em 40 horas a jornada das duas categorias, dividida em 30 horas semanais para as atividades externas de visita domiciliar e outras ações de campo e mais dez horas semanais para atividades de planejamento e avaliação das ações.

                  Conforme o projeto, para exercer a profissão, tanto os agentes de saúde quanto os de combate a endemias deverão concluir curso técnico de formação inicial, com carga horária mínima de 40 horas (a serem oferecidos pelas prefeituras) e ter ensino médio completo. Para quem já está trabalhando, não será exigido o ensino médio. E para os que já estavam exercendo suas funções em 5 de outubro de 2006, não será exigido o ensino fundamental.

Também foi prevista uma indenização de transporte para o trabalhador que realizar despesas com locomoção para o exercício de suas atividades.

Mudanças

                 A iniciativa do projeto foi do deputado Raimundo Gomes de Matos (PSDB-CE), mas o texto aprovado na Câmara foi o substitutivo do deputado Valtenir Pereira (PMDB-MT). Na CAS, a senadora Marta Suplicy também apresentou alterações com nove emendas.

                Uma das novidades foi a explicitação das ações dos agentes com a incorporação de atividades como aferição da pressão arterial e da glicemia capilar, aplicação de vacinas e a possibilidade de fazer curativos.

                 Outra mudança foi em relação ao ponto que diz ser função privativa dos agentes a realização de visitas domiciliares rotineiras, casa a casa, na busca de pessoas com sintomas de doenças, visando a encaminhá-las para tratamento. A relatora lembrou que isso poderia impedir que tal prática fosse exercida por outros profissionais da área de saúde, como médicos e enfermeiros.

                 Alteração feita no Senado também permite que o agente more longe da comunidade na qual atende (caso resida em casa própria). Também foi retirada do texto a obrigação imposta aos entes federados de organizar curso técnicos com carga horária de 1.200 horas.

Lei Ruth Brilhante

                   A relatora também aceitou sugestões de senadores para batizar o projeto com o nome da goiana Ruth Brilhante, falecida este ano, que eralíder dos agentes comunitários de saúde e presidente de entidade nacional, engajada na luta por melhoria de condições de trabalho para esses profissionais.

                  Vários senadores também destacaram a batalha da categoria nos últimos 20 anos pela regulamentação da atividade. Ronaldo Caiado (DEM-GO), Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), José Serra (PSDB-SP), Regina Sousa (PT-PI), Eduardo Amorim (PSDB-SE) e Waldemir Moka (PMDB-MS), entre outros,ressaltaram ainda o papel dos agentes de saúde na prevenção e no diagnóstico precoce de doenças como o diabetes e o acidente vascular cerebral (AVC), que podem levar à morte.

                  O trabalho de combate à desnutrição infantil e o acompanhamento de gestantes, nas comunidades mais pobres e distantes, além da contribuição dos agentes de combate a endemias como dengue e malária, também foram apontados pelos senadores como fundamentais para a saúde pública e aliados importantes dos profissionais médicos.

Agência Senado

Ministério Público do Trabalho e Policia Rodoviária Federal resgataram 20 trabalhadores escravizados em Vargem Grande

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A Policia Rodoviária Federal e o Ministério Público do Trabalho coletaram importantes provas contra os autores da escravidão humana.

Todos são cearenses e atuavam na extração de cera de carnaúba

           Em ação conjunta com outros órgãos, o Ministério Público do Trabalho (MPT) participou do resgate de 20 pessoas em situação análoga à de escravo, em Vargem Grande (MA). Os empregados atuavam na extração da cera de carnaúba e foram flagrados, na quarta-feira (13), em situação degradante, sem acesso à água potável, dormindo em redes ao relento, sem acesso a sanitários e sem carteira de trabalho assinada.

               A operação começou na segunda-feira (11) e ainda não foi concluída, já que o empregador da mão de obra escrava ainda não foi identificado. De acordo com o procurador do MPT que integra a equipe, Estanislau Tallon Bozi, os 20 homens resgatados estão hospedados em um hotel de Vargem Grande e ainda não receberam as verbas rescisórias. Ao contrário do que foi noticiado, ele confirma que ninguém foi preso até o momento.

                Além do MPT, participam da operação o Ministério do Trabalho, Ministério Público Federal, Polícia Rodoviária Federal e Defensoria Pública da União. Trata-se de um trabalho do Grupo Móvel Nacional, responsável pelo resgate de trabalhadores em situação semelhante à escravidão em todo o país.

               Informações preliminares confirmam que os trabalhadores são naturais das cidades de Granja e Martinópolis, no Ceará, que também fazem parte da rota de municípios produtores de cera de carnaúba. O empregador que explorava os 20 homens será investigado pelo MPT no Maranhão, podendo, inclusive, ser processado na Justiça do Trabalho e pagar indenização por dano moral coletivo.

Combate ao trabalho escravo no Maranhão

               Atualmente, o MPT-MA conduz 52 investigações dentro da temática do trabalho escravo em todo o estado. O órgão possui 65 ações civis públicas ativas na Justiça do Trabalho e acompanha o cumprimento de 72 termos de ajuste de conduta, que foram assinados pelos exploradores de mão de obra escrava em território maranhense.

         Segundo o Ministério do Trabalho, de 1995 a 2015, foram libertadas 3.242 pessoas de situação semelhante à de escravo em todo o Maranhão. O estado é o maior fornecedor de mão de obra escrava do Brasil, já que 23% dos resgatados do país são maranhenses.

            As principais atividades econômicas que exploram o trabalho escravo no estado são: agricultura, pecuária, extrativismo vegetal e construção civil. Sobre o perfil dos resgatados, 95% são homens, 33% analfabetos, 39% estudaram até o quinto ano e 83% têm entre 18 e 44 anos.

          Palmeira nobre

                A carnaúba é considerada uma palmeira nobre, explorada nos estados do Ceará, Piauí e Maranhão. A cera produzida a partir da palha seca é usada na produção de chips, cabos e outros componentes de celulares e computadores. China e Estados Unidos estão entre os principais mercados de destino dessa matéria-prima.

Fonte: Ascom MTP

Janot decide rescindir acordo de delação com Joesley e Saud e pede a preventiva deles

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  Joesley Batista aparece de cabelo raspado após ser preso

            O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, decidiu rescindir o acordo de colaboração dos delatores da JBS Joesley Batista e Ricardo Saud e oferecer denúncia contra eles por obstrução de Justiça. Joesley e Saud estão presos provisoriamente na carceragem da Polícia Federal em Brasília.

            A decisão consta dos documentos nos quais Janot apresenta ao STF (Supremo Tribunal Federal) uma segunda denúncia contra o presidente Michel Temer (PMDB), desta vez pelos crimes de organização criminosa e obstrução de Justiça. A denúncia tem como bases principais as delações premiadas de executivos da JBS e do corretor de valores Lúcio Funaro, apontado como operador do PMDB.

             Segundo a Procuradoria, o presidente Michel Temer (PMDB) incentivou Joesley Batista a pagar, por meio de Ricardo Saud, vantagens a Roberta Funaro, irmã de Lúcio Funaro. Posteriormente, Funaro firmou um acordo de colaboração que serviu como base para a denúncia.

           “Com relação à organização criminosa, os fatos praticados pelos ora denunciados remontam à atual gestão do presidente da República Michel Temer. Nesse sentido, há fatos envolvendo diretamente o presidente na cobrança de propina a executivos da J&F, que ensejaram o oferecimento da denúncia encartada nos autos 4517/STF”, afirma.

Janot pediu ao Supremo que as acusações contra Joesley e Ricardo Saud sejam desmembradas e enviadas à primeira instância da Justiça Federal no Paraná.

            No texto, Janot afirma que uma parte das provas que dão sustentação às denúncias foi obtida a partir dos acordos de colaboração firmados com Joesley Batista e Ricardo Saud e devidamente homologados pelo Supremo Tribunal Federal.

            “Contudo, em razão de fatos novos, foi instaurado Procedimento de Revisão acerca destes ajustes firmados e o Procurador-Geral da República concluiu que houve omissão deliberada, por parte dos referidos colaboradores, de fatos ilícitos que deveriam ter sido apresentados por ocasião da assinatura dos acordos Em razão disso, houve rescisão destes Ajustes, mas isso não limita a utilização das provas por eles apresentadas”, diz o texto da denúncia.

             Além de Temer, são acusados os ex-deputados Eduardo Cunha, Rodrigo Rocha Loures e Henrique Alves, o ex-ministro Geddel Vieira Lima e os atuais ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco, todos do PMDB.

               A apresentação da denúncia é um dos últimos atos de Rodrigo Janot à frente da PGR (Procuradoria Geral da República). Ele deixará o cargo na segunda-feira (17), quando será oficialmente substituído por Raquel Dodge.

               No dia 1º de julho, o procurador havia afirmado que mesmo no final do mandato, continuaria ofertando denúncias se as investigações conduzidas assim exigissem. “Enquanto houver bambu, lá vai flecha”, respondeu sobre durante evento sobre como pretendia atuar até 17 de setembro à frente da PGR.

Fonte: UOL Noticias

Homem que salvou vidas em incêndio criminoso vem sendo abandonado pelo Governo do Estado até nos remédios

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  O governador Flavio Dino conseguiu proporcionar indignação profunda a milhares de famílias maranhenses, ao dar um tratamento de indiferença e desrespeito ao trabalhador Márcio Ronny da Silva Nunes. Ele é uma das referências e exemplo de amor ao próximo, quando do incêndio de um coletivo na Vila Sarney comandado por bandidos, em que estava, conseguiu escapar ileso, mas ao ver três pessoas em risco, dentre as quais uma criança. Movido pelo sentimento solidário e fraterno retornou ao coletivo em chamas e conseguiu retirar as pessoas, mas sofreu queimaduras em quase 70% da superfície do corpo.

                  A sua atitude corajosa e da luta pela vida dos seus próximos mereceram o reconhecimento solidário não apenas dos maranhenses, mas de todo o Brasil e sua imagem foi bastante trabalhada na promoção do Governo do Estado, que e imediato lhe ofertou oportunidades para tratamento de saúde e chegou a apoiá-lo para a subsistência da família, uma vez que além da esposa e ele tem cinco filhos.

                  A informação que veio a público esta semana pela TV Mirante, com declarações do próprio Márcio Ronny, ele enfrenta dificuldades para continuar o seu tratamento em Goiânia, não recebe roupas especiais e o mais grave é que lhes é negado o indispensável remédio de consumo diário. Segundo ele, na Secretaria de Estado da Saúde é tratado com desrespeito sendo empurrado para um e para outro, como estivesse mendigando. Registrou que no inicio do tratamento quando viajava para Goiânia recebia uma ajuda de custo de 30 reais por diária, que geralmente chegam até 10 dias para consultas e outros acompanhamentos. Depois a Secretaria de Estado da Saúde, achando que era muito, decidiu estabelecer o valor de 214 reais para o período de consultas, criando-lhes sérios problemas de como se alimentar e locomover na capital de Goiás.

                   Márcio Ronny, que subsiste atualmente graças a caridade de amigos e pessoas solidárias, vive um verdadeiro desespero e teme que não possa dar continuidade ao seu tratamento pelo tratamento indigno que lhes vem sendo dado pela Secretaria de Estado da Saúde. O interessante é que na Pasta da Saúde, em que estão denuncias de roubalheiras do dinheiro público da saúde e não duvidem se o que deveria ser repassado por direito para o Márcio Ronny não entrou na caçapa do esquema.

                   A verdade é que um governo que faz aluguéis camaradas, paga enorme salário para dona de restaurante não trabalhar e o caso do IDEC, em que milhões de reais que deveriam ser aplicados na deficiente saúde do Estado, foi parar nos bolsos de apaniguados do Executivo Estadual. Márcio Ronny deve procurar a Defensoria Pública e a Comissão de Direitos Humanos da OAB do Maranhão para pedir socorro.

                   Se governador Flavio Dino buscava a indignação popular com desrespeito a dignidade humana de uma pessoa, que chegou a ser utilizada para promoção da administração pública, conseguiu sem maiores dificuldades.

SINTSEP manifesta repúdio contra o Governo do Estado pela retirada de recursos do FEPA

              O Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público do Estado do Maranhão – SINTSEP/MA vem manifestar repúdio à decisão do governador Flávio Dino, em retirar os recursos da Previdência dos servidores para atender outros órgãos do Governo do Estado.

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  A atitude representa total desprezo ao equilíbrio das contas previdenciárias e é uma afronta ao artigo 12, inciso IV, da Lei Complementar Estadual nº 40, e artigos 1º, inciso III, e 6º, inciso V, da Lei Federal 9.717/98, a qual veda a utilização de recursos do fundo da previdência para outros fins que não aqueles de caráter previdenciário.

             O Sindicato entende que os recursos destinados à previdência dos servidores públicos não podem ser remanejados para outras secretarias, haja vista que tais recursos pertencem às receitas do fundo nos termos definidos pela Lei Complementar 40.

             Portanto, a decisão do governo soa mais como um atentado à capacidade de pagamento das obrigações previdenciárias futuras da previdência aos servidores públicos.

STJ pede apuração urgente de fatos citados em matéria da Veja sobre compra de decisões judiciais da corte de justiça pela JBS

Revista divulgou conversas que sugerem a compra de decisões em Tribunais Superiores.

                 Nesta terça-feira, 12, a presidência do STJ expediu ofício à PGR, solicitando a apuração, com urgência, do noticiado nesta semana pela revista Veja, que divulgou reportagem com supostas mensagens trocadas via WhatsApp entre o diretor jurídico e uma advogada da JBS. As conversas sugerem a compra de decisões em Tribunais Superiores e citam os ministros João Otávio de Noronha, Mauro Campbell e Napoleão Nunes Maia.

              “A sociedade não pode conviver com qualquer tipo de dúvida sobre a honra e a isenção de membros do Superior Tribunal de Justiça, cuja respeitabilidade é premissa inarredável para o pleno exercício da jurisdição.”

            aldir

  Na sessão desta terça-feira, os ministros da 4ª turma do STJ manifestaram solidariedade aos ministros da Corte citados na matéria.

              O ministro Antonio Carlos Ferreira afirmou que não é a primeira vez que a revista Veja age desta forma, “jogando ao vento insinuações sem o mínimo de investigação e sem qualquer prova”, o que causa “grandes danos às instituições, aos ministros da Corte e a todos seus familiares.”

             “A jurisprudência deste tribunal é muita rica em precedentes que asseguram a liberdade de imprensa como um dos atributos do estado de Direito. Não existe democracia sem imprensa livre e independente, mas isso não autoriza a prática de abusos pela imprensa.”

Mais cedo, na sessão do CNJ, o ministro João Otávio de Noronha também refutou as acusações publicadas pela revista. “A Veja é assim corrupta, de denegrir a imagem alheia, irresponsável.

Veja abaixo a nota da presidência do STJ:

              “Diante da matéria publicada pela revista Veja de 13 de setembro de 2017, que aponta o suposto envolvimento de ministros do Superior Tribunal de Justiça em fatos considerados graves, que atingem a dignidade e a honradez do Tribunal e de seus membros, esta Presidência expediu, nesta data, ofício à Procuradoria-Geral da República, solicitando a apuração, com urgência, do noticiado, de tudo dando ciência à Presidência do Supremo Tribunal Federal.A sociedade não pode conviver com qualquer tipo de dúvida sobre a honra e a isenção de membros do Superior Tribunal de Justiça, cuja respeitabilidade é premissa inarredável para o pleno exercício da jurisdição.”

Fonte: Migalhas

Wesley Batista foi preso. Ele o irmão Joesley que já está preso tiveram preventivas decretadas

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O executivo é investigado em inquérito sobre manipulação do mercado financeiro.

               A PF prendeu nessa quarta-feira, 13, o irmão do empresário Joesley Batista, o Wesley, também dono da JBS. A ordem foi expedida pela 6ª vara Criminal da JF/SP.

              A prisão foi decorrente da a 2ª fase da operação Tendão de Aquiles, denominada acerto de contas. A JBS, seus controladores e outras empresas do grupo são investigados por uso indevido de informações privilegiadas em transações no mercado financeiro ocorridas entre abril e maio de 2017, quando houve a divulgação de informações relacionadas a acordo de colaboração premiada firmado.

Tendão de Aquiles

              A 1ª fase da operação foi deflagrada em 9 de junho, quando foram cumpridos três mandados de busca e apreensão e quatro mandados de condução coercitiva.

             A investigação apura a realização de ordens de venda de ações de emissão da JBS na bolsa de valores, entre 24 de abril e 17 de maio, por sua controladora, a empresa FB Participações S/A, e a compra dessas ações, em mercado, por parte da empresa JBS, manipulando o mercado e fazendo com que seus acionistas absorvessem parte do prejuízo decorrente da baixa das ações.

Além disso, a operação investiga também a intensa compra de contratos de derivativos de dólares entre 28 de abril e 17 de maio por parte da JBS em desacordo com a movimentação usual da empresa, gerando ganhos decorrentes da alta da moeda norte-americana após o dia 17.

             Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão preventiva contra os dirigentes das empresas JBS e FB Participações. O irmão de Wesley, Joesley, que já está preso desde domingo, também foi alvo de mandado de prisão expedido pela 6ª vara Federal Criminal de SP nesta mesma ação.

Fonte: Migalhas