Ministério Público recomenda anulação do processo licitatório de concurso para a prefeitura e câmara de Riachão

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A Promotoria de Justiça da Comarca de Riachão expediu Recomendação, em 19 de dezembro, ao prefeito Crisógono Rodrigues Vieira e ao presidente da Câmara de Vereadores, Aruilton Paz Gomes, para que seja declarada a nulidade do processo licitatório, na modalidade pregão, que iniciou o concurso público para o Executivo e Legislativo municipais.

Foi recomendada também a anulação do contrato firmado com o Instituto de Estudos Pesquisas e Desenvolvimento Municipal (IEPDM), incluindo a declaração de nulidade do Edital nº 1/2016, que autorizou a abertura do certame.

A recomendação pede igualmente a imediata devolução dos valores arrecadados com as inscrições, que iniciaram no dia 13 de dezembro, com previsão de encerramento em 28 do mesmo mês.

Todas as medidas devem ser tomadas no prazo de cinco dias. A manifestação ministerial foi expedida pelo promotor de justiça Adoniran Souza Guimarães.

IRREGULARIDADES

Consta no documento que o objeto contratual – realização de concursos públicos – por se tratar de serviço de natureza intelectual, não se enquadra no conceito de serviço comum, requisito básico para a adoção da modalidade pregão.

A Lei nº 10.520/02 estabelece em seu artigo 1º que o processo licitatório na modalidade pregão, cuja seleção é feita pelo menor preço, somente poderá ser utilizado para serviços comuns.

A seleção do processo licitatório para realização de concursos públicos requer como referências a melhor técnica ou técnica e preço, conforme prevê o artigo 46 da Lei Nº 8.666/93 (Lei de Licitações).O município de Riachão fica localizado a 827 km de São Luís.

Fonte: CCOM-MPMA

Justiça determina que governo volte a divulgar “lista suja” da escravidão

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A Justiça do Trabalho determinou, nesta segunda (19), que o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, e o governo federal voltem a publicar – em até 30 dias – o cadastro de empregadores que tenham submetidos pessoas à condição análoga à de escravo – conhecido como a ”lista suja do trabalho escravo”. A decisão, de caráter liminar, atendeu a uma ação civil pública movida pelo Ministério Público do Trabalho, que denunciou a omissão do poder público.

A divulgação da ”lista suja” foi suspensa em dezembro de 2014, quando o ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal, atendeu a um pedido de liminar de uma associação de incorporadoras imobiliárias que questionava a constitucionalidade da lista. Contudo, após a publicação de uma nova portaria interministerial (número 4, de 11 de maio de 2016), com mudanças em critérios de entrada e saída do cadastro, a ministra Cármen Lúcia levantou a proibição. Desde então, o ministério poderia divulgar uma nova atualização da lista, mas não o fez.

Criada em 2003 pelo governo federal, a ”lista suja” é considerada pelas Nações Unidas um dos principais instrumentos de combate ao trabalho escravo no Brasil e apresentada como um exemplo global por garantir transparência à sociedade e um mecanismo para que empresas coloquem em prática políticas de responsabilidade social.

Rubens Curado Silveira, juiz da 11a Vara do Trabalho de Brasília, afirmou em sua decisão que ”há mais de uma década, esse cadastro vem se destacando entre as medidas relevantes no enfrentamento do tema, em perfeito alinhamento aos princípios constitucionais da publicidade e da transparência”. O não cumprimento impõe multa diária de R$ 10 mil, entre outras medidas cabíveis.

Também citou no embasamento da liminar concedida a recente condenação do Estado brasileiro na Corte Interamericana de Direitos Humanos por não ter agido para prevenir a submissão de trabalhadores à escravidão pela fazenda Brasil Verde, localizada no Pará, nem na garantia de Justiça às vítimas (ler mais sobre isso aqui).

”Esse foi o primeiro caso decidido pela CIDH [Corte Interamericana] sobre escravidão e tráfico de pessoas, o que acabou por colocar a República Federativa do Brasil no ”banco dos réus” do plano internacional. Nesse cenário, revela-se ainda mais preocupante a omissão atacada, pois sinaliza um retrocesso injustificado no trato do tema em uma quadra da história em que o Estado brasileiro deveria, em resposta à condenação que lhe foi imposta, redobrar os esforços em busca da extinção definitiva do trabalho escravo em seu território, o que pressupõe a adoção de todas as medidas de ‘caráter jurídico, político, administrativo e cultural’ necessárias, a abarcar a publicação, tal como previsto na referida Portaria, do Cadastro de Empregadores”, afirmou o juiz na liminar.

De acordo com o procurador do Trabalho Tiago Cavalcanti, que está à frente da Coordenadoria Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo do Ministério Público do Trabalho e foi responsável pela ação civil pública que levou à liminar, ela foi o último recurso possível. ”A obrigação do Ministério do Trabalho em divulgar os nomes dos empregadores que exploram o trabalho escravo decorre de compromissos assumidos pela República Federativa do Brasil em âmbito internacional, os quais impedem retrocessos nos passos já trilhados em prol da erradicação da escravidão contemporânea”, afirma.

”É uma política de Estado que independe de valores ideológicos e partidários, não podendo haver solução de continuidade. Além do mais, a Lei de Acesso à Informação determina expressamente que a Administração dê ampla divulgação ao resultado de inspeções e auditorias, de modo que a negligência do Ministério do Trabalho representa uma ilegalidade em si.” O número da ação civil pública é 0001704-55.2016.5.10.0011.

Coincidentemente, também foi publicada, nesta segunda (19), no Diário Oficial da União, a portaria 1429, de 16 de dezembro, assinada pelo ministro Ronaldo Nogueira, instituindo um grupo de trabalho para discutir novas regras sobre o cadastro de empregados responsabilizados por trabalho escravo. O grupo contará com órgãos do próprio ministério, com outras áreas do governo federal, como a Casa Civil e a Advocacia Geral da União, entre outros, e com o Ministério Público do Trabalho, representações patronais e sindicais.

STF proíbe, STF autoriza – Em meio ao plantão do recesso de final de ano de 2014, o Supremo Tribunal Federal garantiu uma liminar à Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) suspendendo a ”lista suja” do trabalho escravo – o cadastro de empregadores flagrados com esse tipo de mão de obra. A entidade questionou a constitucionalidade do cadastro, afirmando, entre outros argumentos, que a inclusão na lista suja era realizada sem o direito de defesa dos autuados.

Os nomes permaneciam na ”lista suja” por, pelo menos, dois anos, período durante o qual o empregador deveria fazer as correções necessárias para que o problema não voltasse a acontecer e quitasse as pendências com o poder público. O cadastro, criado em 2003, era um dos principais instrumentos no combate a esse crime, e citado como referência mundial pelas Nações Unidas.

Em sua decisão, Cármen Lúcia afirmou que a Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) número 5.209, proposta pela Abrainc, perdeu o objeto após a publicação de portaria interministerial que resolveu – segundo ela – questionamentos feitos sobre a lista.

”Não se há de desconhecer que os pontos questionados na peça inicial da ação foram sanados na Portaria superveniente e revogadora daquela outra pelo que também por isso não se sustentaria eventual argumento quanto ao indevido seguimento da presente ação”, avaliou a ministra, hoje presidente do STF.

A portaria interministerial número 4, de 11 de maio de 2016, que recriou o cadastro de empregadores flagrados com mão de obra análoga à de escravo, foi assinada no apagar das luzes do governo Dilma Rousseff. Nela, foram aprimorados os critérios de entrada e saída de empregadores. A inclusão na ”lista suja” passará a depender da aplicação de um auto de infração específico para condições análogas às de escravo. Até agora, a caracterização poderia ocorrer também através de um conjunto de autos de infração, demonstrando a existência de trabalho forçado, servidão por dívida, condições degradantes de trabalho e jornada exaustiva – o que deve facilitar a defesa dos empregadores.

Ao mesmo tempo, foi criada a possibilidade de uma ”porta de saída”. Até agora, o empregador inserido no cadastro permanecia por, pelo menos, dois anos, e sua saída – após esse prazo – dependia da regularização de sua situação junto ao Ministério do Trabalho e da melhoria das condições no seu estabelecimento.

A partir da nova portaria, o empregador que assinar um Termo de Ajustamento de Conduta ou acordo judicial com o governo federal, adotando uma série de condicionantes, permanecerá em uma espécie de ”área de observação” do cadastro, com as empresas flagradas, mas que estão atuando na melhoria de seu negócio. Essa área também será divulgada. Cumprindo as exigências, poderão pedir sua exclusão dela partir de um ano. E, se descumprirem o acordo, serão retiradas da observação e remetidas à lista principal.

Na sua decisão, Rubens Curado Silveira determinou que o governo federal ofereça a possibilidade de acordo a todos os empregadores que forem ser relacionados na nova lista. O juiz marcou audiência para tentativa de conciliação entre as partes para o dia 24 de janeiro de 2017.

Direito à informação – Durante a suspensão da lista, este blog solicitou e divulgou, em parceria com a Repórter Brasil e o Instituto do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo, que reúne empresas para combater esse crime, um conteúdo muito próximo da ”lista suja” caso ela estivesse em vigor.

Considerando que a ”lista suja” nada mais é do que uma relação dos casos em que o poder público caracterizou trabalho análogo ao de escravo e nos quais os empregadores tiveram direito à defesa administrativa em primeira e segunda instâncias  e que a sociedade tem o direito de conhecer os atos do poder público, foi demandado – com base nos artigos 10, 11 e 12 da Lei de Acesso à Informação (12.527/2012) – que obriga quaisquer órgãos do governo a fornecer informações públicas – e no artigo 5º da Constituição Federal de 1988 – que o governo brasileiro enviasse um conteúdo próximo do que seria divulgado pela lista. Novas solicitações foram feitas a cada seis meses, prazo de atualização da ”lista suja” original, e o resultado por amplamente divulgado.

Tanto a portaria antiga quanto a nova portaria que regulamentam a ”lista suja” não obrigam o setor empresarial a tomar qualquer ação, apenas garantia transparência. São apenas fontes de informação a respeito de fiscalizações do poder público.

A sociedade brasileira depende de informações oficiais e seguras sobre as atividades do Ministério do Trabalho na fiscalização e combate ao trabalho escravo contemporâneo no Brasil. Informação livre é fundamental para que as empresas e outras instituições desenvolvam suas políticas de gerenciamento de riscos e de responsabilidade social corporativa.

Transparência é fundamental para que o mercado funcione a contento. Se uma empresa não informa seus passivos trabalhistas, sociais e ambientais, sonega informação relevante que pode ser ponderada por um investidor, um financiador ou um parceiro comercial na hora de fazer negócios.

Por conta da divulgação desse conteúdo, este blog sofreu processos judiciais, inclusive criminais, visando à censura do nome de empregadores envolvidos com trabalho análogo ao de escravo de acordo com o governo federal.

UOL Noticias

Por determinação judicial 510 presos do Sistema Penitenciário são liberados para o Natal em Família.

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Dentro dos princípios emanados da Lei das Execuções Penais, a juíza Ana Maria Almeida Vieira, titular da Vara das Execuções Penais autorizou que 510 detentos do Sistema Penitenciário do Estado, sejam liberados para passar o natal com as suas famílias. Eles começaram a deixar as unidades prisionais da capital a partir de hoje (20) e devem retornar no dia 29 até às 18 horas.

O número de 510 presos que foram beneficiados com a liberdade provisória é quase 40% maior em relação ao número do natal do ano passado, que foi de apenas 291 detentos, dos quais 56 não retornaram. As expectativas das autoridades é que haja uma redução no número e naturalmente percentual dos presos que não retornam, tendo como justificativa a melhoria do tratamento que atualmente recebem.  Este ano deixaram de retornar ao presidio 36 internos que saíram para passar o dia das mães em família, 56 no dia dos pais e 34 no dia das crianças. Muitos dos ganharam a liberdade provisória foram para o interior do Estado.

Ao ser diplomado o vereador Cézar Bombeiro reiterou luta em defesa dos interesses coletivos do povo de São Luís

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O vereador Cézar Bombeiro (PSD), bastante emocionado depois de ser diplomado, em solenidade realizada no Centro de Convenções Pedro Neiva de Santana, voltou a reiterar o seu compromisso de luta em defesa dos interesses da população de São Luís. O único acordo que fiz para chegar ao legislativo foi com diversos segmentos comunitários, com quem tenho o dever de lutar pelas suas aspirações coletivas.

A missão no legislativo municipal é para somar com os demais vereadores para a realização de um trabalho sério e digno e que possamos somar esforços para atender os direitos constitucionais da população, principalmente nos aspectos do saneamento básico, do transporte coletivo, da saúde e da educação, bastante precários em nossa capital. Não prego desentendimentos, mas a luta que defendo é a da soma de esforços para que as coisas aconteçam, em todos segmentos dos serviços públicos que acabei de citar, afirmou Cézar Bombeiro. À solenidade de diplomação, o vereador se fez acompanhar da sua esposa Débora, os filhos Cézar e Vitor e os irmãos Cleinaldo, Claudiene e Sérgio.

Vereadores eleitos para a Câmara Municipal de São Luís foram diplomados pela Justiça Eleitoral

Além dos 31 parlamentares, foram diplomados o prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT), o vice dele, Júlio Pinheiro (PCdoB) e os dois suplentes de cada uma das coligações e partidos políticos que disputaram a eleição em outubro.

SÃO LUÍS – Na tarde desta segunda-feira (19), em solenidade no Centro de Convenções Pedro Neiva de Santana, no bairro Cohafuma, o Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) diplomou o prefeito eleito Edivaldo Holanda Júnior (PDT) e o seu vice, Júlio Pinheiro (PCdoB), além dos 31 vereadores que vão compor a próxima legislatura da Câmara Municipal.

O documento entregue pela Justiça Eleitoral habilita os diplomados a tomarem posse no dia 1º de janeiro de 2017. Além do prefeito, do vice e dos vereadores, foram diplomados os suplentes de cada uma das coligações e partidos políticos que disputaram a eleição em outubro.

Após a solenidade de diplomação, vários vereadores concederam entrevista à imprensa e falaram da expectativa para o inicio da 18ª Legislatura da Câmara Municipal de São Luís.

O presidente da Casa, vereador Astro de Ogum (PR), falou dos desafios que os parlamentares eleitos tiveram que percorrer até a diplomação. Ogum destacou ainda o diálogo entre os poderes e reiterou que seu compromisso é sempre o melhor pela cidade.

 — Este dia representa muito para todos os parlamentares escolhidos pelo povo. É gratificante, para um político, chegar até aqui em um momento em que nós fomos diplomados sem nenhuma pendência, sem nada que venha a denegrir a imagem de qualquer um dos vereadores. Agora o que importa é trabalhar por São Luís e esse é o eixo do nosso trabalho — disse.

Reeleito para o segundo mandato, o vereador Pedro Lucas (PTB), reafirmou que seu mandato continuará com a mesma visão específica, mas com uma responsabilidade maior.

— A responsabilidade depositada pelo voto aumenta ainda mais o nosso compromisso, mas apesar das dificuldades, pretendemos continuar atuando com a mesma visão específica que desempenhamos este primeiro mandato — prometeu.

O vereador Francisco Chaguinhas (PP) que também foi reeleito e vai para o terceiro mandato consecutivo, agradeceu a Deus e ao povo pelo reconhecimento popular e revelou que pretende atuar na oposição ao governo reeleito, por entender que quem impõe esta condição ao parlamentar é o povo, ao escolher nas urnas uma proposta.

 — O sentimento hoje é de gratidão a Deus e ao povo pelo reconhecimento popular. O povo no reelegeu para o terceiro mandato e nos colocou como oposição ao governo reeleito. Quem impôs esta condição foi o povo, ao escolher nas urnas uma proposta — argumentou.

 EXPECTATIVA DOS NOVATOS  

Parlamentares novatos também revelaram a grande expectativa para a próxima legislatura que inicia a partir de fevereiro do ano que vem. O vereador Sá Marques (PHS) falou da oportunidade de atuar no parlamento Municipal.

— Pretendo exercer o meu mandato para honrar todos os compromissos assumidos na campanha. Pretendo atuar de forma mais ética  possível de que esse País tanto necessita — destacou Sá Marques.

Já o vereador Nato Júnior (PP) disse que pretende honrar o compromisso com o povo ludovicense no Parlamento e espera estar à altura do que a cidade precisa.

— Chego com a responsabilidade de honrar o compromisso com o povo ludovicense, que me elegeu para representar os interesses do município no Parlamento, e espero estar à altura do que a cidade precisa — pontuou.

 DIPLOMAÇÃO ENCERRA PROCESSO

Com a diplomação, o Tribunal encerrou o processo eleitoral, declarando oficialmente o nome do prefeito, do vice-prefeito, dos vereadores exercerão os próximos mandatos, além dos suplentes.

O presidente do TRE-MA, desembargador Lourival Serejo, conduziu a cerimônia ao lado da Promotora de Justiça, Sebastiana de Cássia Araújo; do Presidente da OAB-MA, Thiago Diaz, além do prefeito Edivaldo Holanda; do presidente da Câmara, Astro de Ogum, dentre outros.  Lourival Serejo ressaltou a finalização do processo eleitoral.

— Este é um momento importante para o TRE, pois há mais de um ano planejamos esta eleição. Realizamos visitas em vários pontos da capital examinando os problemas que sempre persistem durante os processos eleitorais. Esta foi uma das eleições mais tranquilas. Ainda bem que chegamos a este momento com bastante êxito — comemorou o presidente do Tribunal.

 CONFIRA A LISTA DIPLOMADOS:

 Prefeito
Edivaldo Holanda Júnior (PDT)

Vice
Júlio Pinheiro (PCdoB)

 VEREADORES E SUPLENTES 

Unidos por São Luís (PRTB/ PTN/ REDE)

 Eleitos
Genival Alves (PRTB)
Silvino Abreu (PRTB)

Suplente
Basileu (PRTB)

 Coragem Para fazer (PMDB/ PRP)

 Eleito
Afonso Manoel (PRP)

Suplente
Sebastião Albuquerque (PRP)

 Partido Social Democrático (PSD)

 Eleito
César Bombeiro (PSD)

Suplente
Jean Mary (PSD)

 Partido Social Liberal (PSL)

 Eleitos
Chico Carvalho (PSL)
Pereirinha (PSL)

Suplente
Dr. Ubirajara (PSL)

 Por Amor a São Luís 1 (PP/ PSB)

 Eleitos
Nato Júnior (PP)

Estevão Aragão(PSB)
Francisco Chaguinhas (PP)

Suplente
Nelsinho (PSB)

 Juntos para seguir em frente (PDT/ DEM/ PR/ PROS)

 Eleitos
Osmar Filho (PDT)
Astro de Ogum (PR)

Pavão Filho (PDT)
Raimundo Penha (PDT)
Marquinhos (DEM)
Beto Castro (PROS)
Aldir Júnior (PR)
Ivaldo Rodrigues (PDT)

Suplente
Paulo Victor (PROS)

 O Trabalho continua (PTC/ PT)

 Eleitos
Honorato Fernandes (PT)
Edmilson Jansen (PTC)

Suplente
Antônio Garcez (PTC)

 Partido Humanista da Solidariedade (PHS)

 Eleitos
Professor Sá Marques (PHS)

Edson Gaguinho (PHS)

Suplente
Dr. Cosmo (PHS)

 Juntos para seguir em frente 1 (PTB/ PEN)

 Eleitos
Pedro Lucas Fernandes (PTB)
Marcial Lima (PEN)
Concita Pinto (PEN)

Suplente
Joãozinho Freitas (PTB)

 São Luís de Todos Nós (PCdoB/ PSC)

 Eleitos
Marcelo Poeta (PCdoB)
Fátima Araújo (PCdoB)
Bárbara Soeiro (PSC)
Ricardo Diniz (PCdoB)

Suplente
Rommeo Amin (PCdoB)

 São Luís de Verdade 2 (PSDB/PPS/ PSDC)

 Eleitos
Dr. Gutemberg (PSDB)
Umbelino Júnior (PPS)
Josué Pinheiro (PSDB)

Suplente
Armando Costa (PSDC)

Recesso forense: de 20 de dezembro a 06 de janeiro justiça funciona em regime de plantão

A partir desta terça-feira (20), o Poder Judiciário do Maranhão tem seu expediente suspenso – judicial e administrativo –, funcionando apenas o plantão judicial, tanto em 1º, quanto em 2º Grau. O recesso forense segue até o dia 6 de janeiro de 2017 (sexta-feira) e as atividades normalizam-se no dia 9 de janeiro de 2017 (segunda-feira). Os prazos, audiências e julgamentos serão retomados apenas a partir do 21 janeiro.

O recesso forense é disciplinado pela Resolução GP nº 67/2016 e pela Portaria Conjunta nº 21/2016, baseadas na Resolução nº 244/2016 do Conselho Nacional de Justiça e no artigo 220 do Código de Processo Civil.

PLANTÃO – No 2º Grau, o plantão é dividido entre os desembargadores que compõem a mesa diretora do Tribunal de Justiça do Maranhão. Do dia 20 ao dia 25 de dezembro, estará no plantão o presidente da Corte, desembargador Cleones Carvalho Cunha. Do dia 26 de dezembro ao dia 3 de janeiro de 2017, a corregedora-geral Anildes Chaves Cruz assume o plantão. E do dia 4 de janeiro ao dia 6 de janeiro de 2017, a vice-presidente do TJ, desembargadora Maria das Graças Duarte Mendes é que aprecia os casos urgentes – pedidos de habeas corpus, mandados de segurança, medidas cautelares (por motivo de grave risco à vida e à saúde das pessoas), decretação de prisão provisória, entre outros – novos e relativos a processos em curso.

O regime de plantão durante o recesso forense é de sobreaviso e apreciará, exclusivamente, demandas de recursos físicos, não havendo movimentação em processos do sistema PJe.

Antes de dirigir-se ao local de atendimento do plantão, é necessário entrar em contato com os servidores plantonistas, que – além das providências necessárias ao cumprimento de qualquer decisão determinada na ação – são os responsáveis pelo processamento e encaminhamento das ações ao desembargador de plantão.O telefone celular disponibilizado para o plantão é: (98) 98815-8344.

Assessoria de Comunicação do TJMA

Judiciário estabelece novas normas para transferência de presos para Apac’s

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O Poder Judiciário do Maranhão, em portaria conjunta nº. 202016, estabeleceu novas normas a serem cumpridas na transferência de presos para as Associações de Proteção e Assistência aos Condenados (Apac´s) no Estado. O documento é assinado pelo presidente do TJMA, desembargador Cleones Cunha, a corregedora-geral da Justiça, desembargadora Anildes Cruz e o coordenador da Unidade de Monitoramento, Acompanhamento, Aperfeiçoamento e Fiscalização do Sistema Carcerário (UMF), desembargador Froz Sobrinho.

De acordo com a portaria, o preso condenado à pena privativa de liberdade – nos regimes fechado, semiaberto e aberto, independentemente da duração da reprimenda e do crime cometido – poderá ser transferido para as Apac´s, por meio de ato motivado do juiz da execução, ouvidos o Ministério Público e a administração penitenciária, seguindo as condições de manifestar, por escrito, interesse em ser transferido e propósito de ajustar-se às regras das APAC´s, tendo vínculos familiares e sociais na comarca, comprovados no curso do processo ou através de sindicância realizada pelo serviço social judicial ou, se inexistente esse, pelos oficiais de Justiça do juízo.

O requisito que diz respeito aos vínculos familiares e sociais poderá ser dispensado em relação ao preso oriundo de outras regiões que tenha sido condenado por crime cometido na comarca e cuja transferência para seu local de origem seja inviável. Já o preso que tenha sido condenado em comarca diversa daquela em que reside sua família poderá ser transferido para esta, desde que comprovados os vínculos familiares e a residência na mesma há pelo menos um ano.

Ficou estabelecido que a transferência do condenado para o sistema das Apac´s será realizada após a manifestação de interesse do preso, rigorosamente de acordo com a ordem cronológica de condenação, a ser aferida em lista organizada pelo escrivão judicial e fiscalizada pelo juiz e pelo promotor de Justiça das execuções penais.

A Apac também poderá solicitar ao juízo da execução o retorno ao sistema prisional oficial do preso que demonstre, com o seu comportamento, pela reiteração e gravidade de faltas, a não adaptação ao método apaqueano ou ausência de propósito de adequação.

MARANHÃO – O TJMA, desde de 2010, por intermédio da Unidade de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário, vem incentivando a criação de uma nova forma de ressocialização de presos, através das Apac’s.

Atualmente, implantação do método apaqueano vem se expandindo em diversos municípios do Estado, com a criação de novas unidades nas comarcas e municípios maranhenses, com o objetivo contribuir para a humanização de execução das penas privativas de liberdade no Maranhão.

Assessoria de Comunicação do TJMA

A morte de Jota Alves é uma perda irreparável para o jornalismo do Maranhão

          aldir

Foi com profundo pesar que recebi a noticia do passamento do jornalista José Faustino dos Santos Alves, através do colega e amigo jornalista Florisvaldo Sousa. Dos meus 49 anos de jornalismo profissional  tive o privilégio de ter trabalhado 10 anos lado de J. Alves e outros importantes amigos na Rádio e TV Difusora.

            Era um profissional da mais elevada responsabilidade e altamente questionador, o que o colocava no centro de grandes discussões e debates sobre o contexto esportivo do Maranhão. Apesar de integrante da equipe esportiva da emissora, sua atuação em diversos outros segmentos do jornalismo foram as suas marcas principais e o fazia com muita seriedade, determinação e amor à profissão. Tinha uma grande sintonia com o jornalista Mauro Bezerra, diretor de jornalismo e era um grande cobrador de pautas e qualquer que surgisse, para ele não havia nem dia e hora para o exercício profissional.

             Lembro-me muito de Jota Alves, que antes de ingressar na Rádio e TV Difusora, trabalhou com o empresário de Moacir Neves, como locutor de um veículo de propaganda, que por muitos anos foi uma espécie de referência em nossa. Moacir Neves à época morava no Parque 15 de Novembro, ao lado da avenida Beira-Mar. Jota Alves por muito tempo se constituiu em atração para as crianças das imediações que gostavam de vê-lo falar e receber dele muitos acenos. A sua história tem muito a ver não apenas com o futebol profissional, mas com o esporte amador, que tinha nele como um grande incentivador.

Soube construir a sua história de vida e profissional com muito  trabalho digno e dedicação exemplar, tornando-se um dos jornalistas respeitados não só no Maranhão, mas em outros Estados, quando no exercício do jornalismo fez transmissões esportivas e de outros importantes eventos.

Jota Alves faleceu hoje no hospital Aldenora Belo, onde se encontrava internado para tratamento de um câncer e não resistiu a doença maligna. O corpo de Jota Alves está sendo velado na Pax União, na rua Grande, no centro da cidade e o sepultamento está marcado para amanhã no cemitério do São Pantaleão. A ACLEM, através do seu presidente Tércio Dominici expressou publicamente a solidariedade da categoria aos familiares e amigos de Jota Alves e muita gente recebeu a informação do seu passamento  com profundo pesar.

 

Papa Francisco envia mensagem para arquidiocese e familiares de dom Paulo Evaristo Arns

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Pontífice lamentou a morte do cardeal que tanto se dedicou aos mais pobres e concedeu uma bênção apostólica

                  O papa Francisco, através de uma mensagem enviada ao arcebispo de São Paulo (SP), cardeal Odilo Pedro Scherer, lamentou a morte do arcebispo emérito de São Paulo, cardeal Paulo Evaristo Arns. “É com grande pesar que exprimo ao bispo e aos seus auxiliares, as comunidades religiosas, fieis e aos familiares meus pêsames pela morte deste pastor que no seu ministério eclesial se revelou autêntica testemunha do Evangelho no meio do seu povo a todos apontando a senda da verdade na caridade e do serviço à comunidade em permanente atenção pelos mais desfavorecidos”, escreveu o papa. O pontífice concedeu também à comunidade arquidiocesana e à Igreja no Brasil uma benção apostólica.

                  O cardeal Paulo Evaristo Arns faleceu nesta quarta-feira, dia 14 de dezembro, em São Paulo. O prelado estava internado na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Santa Catarina, na capital paulista, onde recebia os cuidados médicos. No documento, o secretário de Estado do Vaticano, cardeal Pietro Parolin, também manifestou suas condolências. “Tendo sabido do falecimento desejo testemunhar minhas condolências a vossa eminência e toda essa comunidade que ele apascentou durante quase 30 anos procurando manter alto o farol da fé no caminho dos homens e sempre preocupado em realizar com fidelidade as orientações conciliares na edificação e consolidação da Igreja”, diz o cardeal Pietro.

Foto: Ansa

 

Ministério Público realiza audiência pública em Carutapera para discutir a séria falta de água na cidade

          A Promotoria de Justiça da Comarca de Carutapera promoveu, na última quarta-feira, 15, no Salão do Apostolado da Oração, uma audiência pública para discutir a constante falta de água nos bairros Aparecida e Santa Rita do referido município.

        Participaram da reunião o promotor de justiça Luciano Ramos Canavarro Costa, titular da comarca, o prefeito eleito André Dourado, representantes do Executivo e Legislativo municipais, além de moradores dos bairros afetados pelo problema.

         Os moradores do bairro Aparecida informaram que há um poço –  construído dentro do terreno da escola da Vila Dourado – que abastece a maior parte do bairro e que alguns moradores são beneficiados por ligações clandestinas.

         Situação semelhante vivem os residentes do bairro Santa Rita: o poço do bairro fica localizado dentro do quintal da escola Oralinda Freitas e não é suficiente para fornecer água para a população. Na área, também há ligações clandestinas.

Na audiência, foi lembrado que já houve reunião na Promotoria de Justiça, com a presença do prefeito Amim Quemel, em que fora firmado compromisso de sanar a falta de água, mas os problemas continuaram.

PROVIDÊNCIAS

O vereador eleito José Carlos apresentou cópias de ofícios enviados à Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema), solicitando a realização de audiência pública para discutir o problema. O prefeito eleito André Dourado disse que serão necessárias ações imediatas para resolver a demanda e que tomará medidas logo que for empossado.

Ficou acordado que a prefeitura realizará imediatamente uma vistoria nos bairros para detectar e coibir as ligações clandestinas. A fiscalização deverá ser feita por servidores municipais, voluntários da comunidade (devidamente cadastrados) e, se necessário, representantes do Ministério Público e da Delegacia de Polícia.

Após a fiscalização e levantamento das possíveis ações resolutivas, um relatório deverá ser encaminhado ao MPMA, no prazo máximo de 15 dias, com o detalhamento das providências a serem tomadas.

Na ocasião, o promotor de justiça Luciano Canavarro sugeriu a criação de uma associação de moradores com o intuito de promover o uso racional da água e evitar o desperdício, outro problema relatado por alguns moradores.

“A audiência públicarevela-se como um poderoso instrumento de solução extrajudicial para estes litígios”, concluiu Luciano Canavarro.O município de Carutapera fica localizado a 560 km de São Luís.

 Fonte – CCOM-MPMA