O Retrato da Cidade

        aldir

  O tradicional relógio da praça João Lisboa está há vários anos parado, quebrado e abandonado. Bem visível a todos os gestores públicos e parlamentares municipais, estaduais e federais,  mesmo assim não conseguiu despertar a atenção de nenhum deles, apesar de um dos símbolos de referência da nossa capital.

          Hoje estive conversando com algumas pessoas que contemplavam a praça  João Lisboa, da sacada da Igreja do Carmo. Daqui temos um retrato perfeito do abandono  em que se encontra a nossa querida São Luís. A praça destruída, prédios abandonados e os riscos da violência, não permite que as pessoas transitem constantemente pelo local. Afirmou um casal de maranhense residentes em outro estado e que estão de visita à terra natal. O relógio é uma lembrança antiga, assim como o abrigo, a sede do Lítero, os Correios e o movimento intenso de pessoas, afinal de contas aqui era o centro de tudo, inclusive com várias agências bancárias. O sentimento que a gente sente é que o relógio parado é o retrato fiel da inércia do dirigente municipal de São Luís e nos causa uma indignação para não voltar mais ao torrão natal, me disse o casal.

 

Câmara de vereadores de São Luís aprova requerimento que beneficia agricultores da zona rural

Durante sessão ordinária nesta quarta-feira (17), o plenário da Câmara Municipal de São Luís aprovou, por unanimidade, requerimento que visa qualificar e ampliar a produtividade dos pequenos produtores da zona rural de São Luís, por meio de palestras e cursos técnicos gratuitos, que deverão ser promovidos pela Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Pesca e Abastecimento (Semapa).

O requerimento foi encaminhado pelo vereador Roberto Rocha Júnior (PSB), e pretende beneficiar centenas de pequenos produtores, que têm na agricultura familiar a sua única fonte de renda. Entre os cursos de capacitação sugeridos pelo parlamentar, está o de montagem de sistema de irrigação, que irá ensinar aos agricultores, entre outras coisas, sobre as vantagens do uso consciente e racional da água na irrigação da produção.

O requerimento sugere ainda que todos os cursos e palestras oferecidos sejam estendidos aos filhos dos agricultores, para capacitá-los para um melhor manejo e aperfeiçoamento das atividades relacionadas à agricultura familiar.

A agricultura familiar é responsável pela maior parte dos alimentos que chegam às nossas mesas hoje. Portanto, temos que criar políticas públicas e investir cada vez mais na qualificação desses agricultores, e de toda a sua família, por meio de cursos e palestras que ensinem novas técnicas de produção sustentável. Com isso, eles irão valorizar ainda mais o trabalho do campo, melhorando as condições de vida de todos que moram na zona rural”, disse Roberto Rocha Júnior, autor da proposição.

Fonte – Diret – Comunicação – CMSL

 

Câmara de vereadores de São Luís aprova requerimento que beneficia agricultores da zona rural

                  Durante sessão ordinária nesta quarta-feira (17), o plenário da Câmara Municipal de São Luís aprovou, por unanimidade, requerimento que visa qualificar e ampliar a produtividade dos pequenos produtores da zona rural de São Luís, por meio de palestras e cursos técnicos gratuitos, que deverão ser promovidos pela Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Pesca e Abastecimento (Semapa).

                O requerimento foi encaminhado pelo vereador Roberto Rocha Júnior (PSB), e pretende beneficiar centenas de pequenos produtores, que têm na agricultura familiar a sua única fonte de renda. Entre os cursos de capacitação sugeridos pelo parlamentar, está o de montagem de sistema de irrigação, que irá ensinar aos agricultores, entre outras coisas, sobre as vantagens do uso consciente e racional da água na irrigação da produção.

                  O requerimento sugere ainda que todos os cursos e palestras oferecidos sejam estendidos aos filhos dos agricultores, para capacitá-los para um melhor manejo e aperfeiçoamento das atividades relacionadas à agricultura familiar.

                  “A agricultura familiar é responsável pela maior parte dos alimentos que chegam às nossas mesas hoje. Portanto, temos que criar políticas públicas e investir cada vez mais na qualificação desses agricultores, e de toda a sua família, por meio de cursos e palestras que ensinem novas técnicas de produção sustentável. Com isso, eles irão valorizar ainda mais o trabalho do campo, melhorando as condições de vida de todos que moram na zona rural”, disse Roberto Rocha Júnior, autor da proposição.

Fonte – Diret – Comunicação – CMSL

 

Aprovado projeto que restringe o sal em mesas de bares e restaurantes de Porto Alegre

         A Câmara Municipal de Porto Alegre aprovou na tarde desta segunda-feira (15) o projeto de lei que institui o Programa Menos Sal, Mais Saúde e a Semana Menos Sal, Mais Saúde na Capital. O objetivo da proposta, apresentada pelo vereador Delegado Cleiton (PDT), é promover campanhas permanentes para conscientizar os servidores públicos municipais, os alunos da rede municipal de ensino e a população em geral sobre os efeitos nocivos do consumo e do uso excessivo de sal na alimentação.

A reportagem foi publicada por Sul21

Os vereadores aprovaram também a Emenda nº 01, de autoria da vereadora Sofia Cavedon (PT), que inclui artigo determinando que os estabelecimentos não mais colocarão recipientes com sal sobre as mesas em bares, restaurantes e similares, incluindo cantinas localizadas em hospitais, centros de saúde e escolas.

O sal só será fornecido se o cliente solicitar. A emenda, porém, não prevê punições aos estabelecimentos que continuarem disponibilizando o produto nas mesas. “O objetivo da emenda é diminuir a exposição dos consumidores ao consumo inadequado de sal”, explica Sofia.

Cleiton sugere que a Semana Menos Sal, Mais Saúde seja realizada anualmente no período de 20 a 26 de abril, oferecendo ações de medição da pressão arterial, distribuição de panfletos e realização de palestras por especialistas das áreas de saúde e nutrição.

Fonte – IHUSINOS

Noite de cão em Colinas com morte, explosão de caixas eletrônicos de banco e reféns. A violência assume proporções graves

          aldir

  A noite de cão registrada ontem (15) na cidade de Colinas, distante 495 km da capital, foi mais uma referência de que a bandidagem está cada vez mais organizada, contando com armamento pesado de última geração, bem informada e ataca com a absoluta certeza de êxito diante da fragilidade do aparelho de segurança nos municípios maranhenses. Todo o Sistema de Segurança do Maranhão sabe que os anos de eleições são marcados pelo elevado número de assaltos a bancos, explosões de caixas eletrônicos e a grandes estabelecimentos comerciais que movimentam elevadas somas diariamente..

            O crime está cada vez mais organizado e a realidade é que existem consórcios de quadrilhas com respaldos em várias unidades da federação. O que tem faltado para os estados na qualificação de policiais, de armamento moderno e de ponta, de estratégias de ação, tem sobrado para os diversos grupos de criminosos que estão instalados no Maranhão. Os assaltantes se organizam de tal forma, que na fuga levam reféns logo liberados e espalham cédulas na rota de fuga para atrair curiosos e atrapalhar as ações policiais.

            Hoje conversei com algumas pessoas de Colinas e a informação é que a cidade está apavorada e a comoção é muito grande com a morte da jovem Shislene Araújo, empregada de uma clinica da deputada estadual Nina Melo, que foi morta atingida por um tiro desferido de uma arma de grosso calibre. As pessoas na cidade têm consciência de que embora tenham sido uma média de 15 homens com três veículos e armamento pesado e chegando de surpresa, a diferença entre os criminosos e a policia, é bem favorável aos bandidos, que inclusive poderiam ter explodido outros prédios da cidade como intimidação.

            Plano emergencial de segurança para todo o Estado

         Hoje a população maranhense vive uma realidade totalmente diferente da semeada pelo governo através da mídia, com a hipocrisia de que está havendo a redução da violência, quando a realidade ela é bem crescente. O ano passado, quando em menos de um mês bandidos assaltaram duas agências bancárias e uma dos Correios, no município de Monção, cheguei a admitir, que o governo tomaria consciência de que a realidade era muito mais grave do que pensavam. O caso de Colinas é bem diferente, uma vez que a cidade conta com um batalhão de   pelo menos 50 homens e por falta de logísticas de armamento, transporte e pessoal bem treinado e atualizado, não tem condições para um enfrentamento e se for vai sofrer baixas.

      Este ano já foram 17 explosões e assaltos e bancos no Estado e como estamos em ano eleitoral, a tendência é que hoje um crescimento bem acentuado em relação ao exercício passado. Aqui não quero de maneira nenhuma criticar o Secretário de Segurança Pública e o Comandante Geral da Policia Militar, uma vez que o problema é de responsabilidade do governo, que tem o dever de garantir a segurança, a ordem e o direito constitucional do cidadão de ir e vir e a proteção do seu patrimônio, uma vez que sempre é sufocado pelas cobranças de impostos.

      A população de Colinas deveria se organizar através dos seus segmentos da sociedade civil e fazer movimentos para cobrar do Governo do Estado, que pelo menos dê condições de trabalho dignas para os policiais militares e civis, veículos e armamento para que possam desenvolver planejamento que os possibilitem a ações preventivas.

                 O sério problema social com as ausências de bancos

      As explosões de caixas eletrônicos em diversos municípios maranhenses e a destruição das agências bancárias tèm criado problemas sociais bem sérios, e que o poder público está indiferente a eles. As pessoas que recebem benefícios da assistência continuada, bolsa família, aposentadoria, pensões, servidores públicos estaduais, municipais e comerciantes passam a enfrentar sérios problemas. Para realizarem operações financeiras que não possam ser feitas pelos Correios ou outro estabelecimento de crédito, no caso em que haja outro, terão que se deslocar para outras cidades custeando despesas, que refletem nas suas rendas. Alguns bancos resistem em reconstruir agências, devido não haver a garantia da segurança pública, muito embora todas as agências sejam garantidas por seguros.

     Infelizmente, com a exceção do Sindicato dos Bancários do Maranhão, que tem demonstrado muita preocupação com os bancários, que são sem dúvidas vítimas da violência exacerbada. Muitos sofrem traumas, que não conseguem retornar ao trabalho, outros deixam o emprego e grande vive com assistência médica continua.

     Diante dos fatos: A quem cabe a responsabilidade maior de enfrentar a violência?

A NET desafia o Procon-MA e faz novo aumento nas contas de assinantes

        aldir

A operadora de telefonia  e serviços de internet e televisão a cabo, no mês de janeiro aumentou em 10% o valor das contas dos seus assinantes, o que gerou  muita indignação e mereceu até um posicionamento do Procon do Maranhão, que teria solicitado esclarecimentos para a operadora, conforme foi tornado público pelo órgão de defesa do consumidor.

         Inesperadamente, e sem ter pedido qualquer serviço adicional, como assinante fui surpreendido com um novo reajuste, desta feita  exclusivamente no serviço de televisão a cabo, haja vista que tenho assinatura de um combo com telefonia fixa, internet e tv. Enttei em contato com a Net, e eles me informaram que o reajuste de janeiro foi determinado por eles e o de fevereiro foi por autorização do governo.  Procurei saber as razões pelas quais a aplicação do reajuste apenas para a tv, não souberam me explicar, daí a razão de ter que recorrer ao Procon, uma vez que uma assinatura  que em dezembro era de CR$ 115,80 passou em janeiro para CR$ 127,48 e em fevereiro para CR$ 138,73, o que na realidade configura um reajuste abusivo e até explorador de mais de 20%.

         A NET  é uma operadora de telefonia que está na vala comum das demais operadoras pelos deficientes serviços prestados aos seus assinantes e tem sido bastante acionada com denúncias no Procon e nos Juizados dos Consumidores, em que consumidores buscam  direitos, principalmente de prejuízos e danos morais causados pela precariedade dos serviços prestados.

Saneamento básico: Se a terra é nossa casa comum, a obrigação de não sujá-la também é…

              aldir

Esgoto a céu aberto na cidade de São Luís é uma realidade para a proliferação de doenças e constantes convites para criadouros do aedes  eagypti

  “Para o direito brotar como fonte e a justiça como riacho que não seca, como Amós inspira a Campanha da Fraternidade deste ano, ao saneamento básico de respeito à terra, à agua, à flora e à fauna, à toda a natureza e seu meio-ambiente, enfim, um outro saneamento, esse ético-político, talvez se constitua até em condição prévia”, escreve Jacques Távora Alfonsin, procurador aposentado do estado do Rio Grande do Sul e membro da ONG ACesso, Cidadania e Direitos Humanos.

Eis o artigo.

       O saneamento básico é daquelas condições de vida digna por si só comprobatório da indivisibilidade e da interdependência dos direitos humanos sociais, especialmente o da saúde e o da moradia. Condição de vida e bem-estar de qualquer ser humano, a universalidade da sua extensão e reconhecimento garantido a toda a terra e a toda a gente não pode sofrer limitação ditada, por exemplo, pelo grau do poder econômico de quem quer que seja.

       A oportunidade dessa lembrança foi valorizada em nota do jornal Estado de São Paulo, deste 15 de fevereiro. Sob o título “A urgência do saneamento”, ele chama a atenção para a iniciativa da CNBB em “lembrar na Campanha da Fraternidade deste ano, que não é possível alcançar a almejada justiça social se o país não resolver urgentemente suas graves deficiências na área de saneamento básico. A mensagem, transmitida pelo papa Francisco, é que “o acesso à água potável e ao esgotamento sanitário é condição necessária para a superação da injustiça social e para a erradicação da fome”.

      Objetivos dessa dimensão impõem ser debatidos e estudados, com propostas de solução também independentes de posicionamentos ideológicos, classes sociais, religiões, conveniências de mercado ou de outra natureza qualquer.

Por isso mesmo, a Campanha da Fraternidade deste ano não é de iniciativa exclusiva da CNBB, como o jornal parece ter esquecido. Ela é ecumênica, conta com a adesão expressa de cinco Igrejas integrantes do CONIC (Conselho Nacional das Igrejas Cristãs) e o próprio tema escolhido “Casa Comum, nossa responsabilidade” (edições CNBB, CONIC, Brasilia, 2015), ter-se abrigado sob lema retirado do profeta Amós (5,24), de leitura e respeito também comuns para elas:

“Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça como riacho que não seca”.

Parte da análise do texto base da Campanha sobre a situação do direito ao saneamento básico no Brasil, é dedicada a dados estatísticos de quanto a nossa realidade carece desse serviço público e de como o nosso costumeiro atraso em implantá-lo, para só agir depois de catástrofes, compromete a saúde da população, gera doenças e morte. Assim como acontece com outros direitos, moradia e alimentação, por exemplo, também o saneamento básico reflete os efeitos dramáticos da nossa desigualdade social:

“Basta uma volta pelas cidades para constatar a diferenciação entre os bairros, tanto no que diz respeito às caraterísticas urbanísticas, à infraestrutura, á conservação dos espaços e aos equipamentos e serviços públicos, quanto ao perfil da população. Os mais pobres são justamente os que gastam proporcionalmente mais com o transporte diário, têm mais problemas de saúde por conta da falta de saneamento e são penalizados com escolas de baixa qualidade. Dos domicílios em bairros precários, 76% têm problemas de qualidade de construção e dos serviços básicos, como saneamento e iluminação. Os indicadores que refletem mais explicitamente as desigualdades nas condições de vida são os relacionados ao saneamento básico. O problema do empobrecimento não é exclusivo das cidades. Também no meio rural existem locais com péssimas condições de moradia. Muitos moradores não têm documento de identidade, 16% são analfabetos e 83% têm escolaridade limitada ao Ensino Fundamental ou Médio.” (p.21).

Como a história não cansa de repetir, os efeitos dessa ausência de prestação de serviço devida como direito de todas/os, acabam vitimando as pessoas mais fracas, pobres e indefesas, exatamente as indicadas na Constituição Federal e na maioria das leis, como as merecedoras da maior atenção e respeito:

“As crianças são as mais atingidas pela falta de saneamento básico. Substâncias tóxicas e bactérias provocam alergias respiratórias, nasais, intestinais e de pele, que vão permanecer com essa criança por muito tempo. As crianças mais afetadas são aquelas que têm entre 0 e 5 anos. A universalização do acesso à coleta de esgoto e água tratada teria uma redução de 6,8% no atraso escolar dos alunos que vivem em regiões sem saneamento, segundo o estudo do ITB e do CEBDS (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável). A diferença de aproveitamento escolar entre crianças que têm e que não têm acesso ao saneamento básico pode chegar a 18%. FGV (Fundação Getulio Vargas)” (p.33).

Para o direito brotar como fonte e a justiça como riacho que não seca, como Amós inspira a Campanha da Fraternidade deste ano, ao saneamento básico de respeito à terra, à agua, à flora e à fauna, à toda a natureza e seu meio-ambiente, enfim, um outro saneamento, esse ético-político, talvez se constitua até em condição prévia.

Para nascer pura, a fonte do direito não pode brotar da terra, poluída pela imposição de um bem como esse ser reduzido a mercadoria, e para a justiça fazer-se valer como riacho que não seca? Nenhum dique de dinheiro pode desviar o seu curso para chegar a quantas/os estão sedentos dela.

Fonte – IHUSINOS

Poluição do ar causa 5,5 milhões de mortes por ano

aldir

Em muitos municípios maranhenses a poluição industrial é responsável por muitas doenças e as autoridades simplesmente se omitem.

Mais de 5,5 milhões de pessoas estão morrendo de forma prematura no mundo todo ano como resultado da poluição do ar, segundo dados de uma nova pesquisa.Os pesquisadores de vários países afirmam que a maioria das mortes está ocorrendo na China e Índia, economias que estão se desenvolvendo rapidamente.

A reportagem é de Jonathan Amos, publicada por BBC Brasil,

                   E a principal causa da poluição do ar é a emissão de pequenas partículas a partir de usinas de energia, fábricas, veículos e da queima de carvão e madeira.

Os dados foram reunidos como parte do projeto chamado Global Burden of Disease (“Peso Global das Doenças”, em tradução livre).

Os cientistas envolvidos na iniciativa disseram que as estatísticas mostram o que alguns países ainda precisam fazer para melhorar o ar que seus cidadãos respiram.

“Em Pequim ou Nova Déli em um dia de muita poluição do ar o número de partículas pode ser maior do que 300 microgramas por metro cúbico. O número deveria ser em torno de 25 ou 35 microgramas”, disse Dan Greenbaum, do Instituto Health Effects, de Boston, nos Estados Unidos.

Respirar estas partículas líquidas ou sólidas pode aumentar o risco de doenças cardíacas, derrame, problemas respiratórios e até câncer.

E, enquanto os países desenvolvidos já progrediram muito no combate à poluição atmosférica nas últimas décadas, o número de pessoas que morrem devido à baixa qualidade do ar nos países em desenvolvimento ainda está aumentando.

Segundo o estudo a poluição atmosférica causa mais mortes do que outros fatores de risco como desnutrição, obesidade, alcoolismo, abuso de drogas e sexo sem proteção.

O projeto Global Burden of Disease afirma que é o quarto maior risco, atrás apenas da pressão alta, dieta inadequada e fumo.

Idosos

Na China acredita-se que ocorram 1,6 milhão de mortes por ano; na Índia são cerca de 1,3 milhão. Estes números são de 2013, o ano mais recente em que as estatísticas estão disponíveis.

No entanto, as principais fontes de poluição são diferentes nos dois países.

Na China as partículas são emitidas principalmente na queima de carvão. O projeto calcula que apenas esta fonte é responsável por mais de 360 mil mortes por ano.

Na Índia, o problema é a queima de material orgânico como esterco e restos de colheitas

E mesmo já tendo metas para diminuir a combustão de carvão e as emissões no futuro, a China poderá ter problemas para diminuir o número de mortes pois sua população está envelhecendo e estes cidadãos são naturalmente mais vulneráveis a doenças associadas à baixa qualidade do ar.

“Acreditamos que há uma necessidade urgente de políticas mais agressivas para reduzir as emissões da combustão de carvão e outros setores”, afirmou o pesquisador do projeto Qiao Ma, que também é doutorando na Universidade Tsinghua, em Pequim.

Na Índia o problema é a prática da queima de madeira, esterco, restos das colheitas e outros materiais. Geralmente esta queima é feita para cozinhar e aquecer ambientes.

Esta “poluição dentro de casa” causa muitos mais mortes do que a “poluição ao ar livre”.

Analisando as tendências econômicas mais amplas na Índia a equipe de pesquisadores afirmou que o país corre o risco de ter uma qualidade do ar ainda pior no futuro.

“Apesar da proposta de controle de emissões há um crescimento significativo na demanda por eletricidade e também na produção industrial”, afirmou Chandra Venkataraman, do Instituto Indiano de Tecnologia em Mumbai.

“Então, até 2050, este crescimento ofusca os controles de emissões (em nossas projeções) e vai levar a um aumento nas emissões de poluentes atmosféricos em 2050 na Índia.”

Benefícios

Michael Brauer, da Univerisdade de British Columbia, no Canadá, afirmou que as estatísicas deveriam fazer com que os governos pensassem melhor sobre o alcance de suas políticas contra a poluição.

“O truque aqui é não precisar de 50 ou 60 anos que foram necessários nos países de alta renda e realmente acelerar o processo; e é justamente aí que pensamos que estas estatísticas vem a calhar”, disse o pesquisador à BBC.

“Nos Estados Unidos sabemos que para cada dólar gasto em melhoramentos (no combate à) poluição atmosférica, ganhamos entre US$ 4 e US$ 30 em benefícios em termos de redução dos impactos na saúde”, acrescentou.

A equipe de pesquisadores apresentou os resultados do estudo na reunião anual da Associação Americana para o Progresso da Ciência.

Fonte – IHUSINOS

Reiterada recuperação completa da estrada que liga São Luís a São José de Ribamar

               Depois de ter reiteradas por diversas vezes proposições de sua autoria sendo a última no dia 02 de outubro do ano passado, no sentido de conseguir a recuperação da estrada que liga São Luís a São José de Ribamar,o vereador José Joaquim (PSDB) retornou o pedido nesta segunda-feira, (15), por meio da indicação 001/2016. A proposição aprovada pelo plenário solicita que seja encaminhada ao governador Flávio Dino e à Secretaria de Estado de Infraestrutura “elaboração e execução pelo governo do Estado de projeto para a recuperação total da MA 201, que liga São Luís a São José de Ribamar”, esclarece.

Na sua proposta ele pede “inclusive com pavimentação, a execução de todas as obras de drenagem, revisão do canteiro central, reexame e implantação de sinalização vertical e horizontal semafórica, onde se fizer necessário”. Ele sugere ainda: “especial atenção para a execução do projeto executivo que está sob a responsabilidade da Prefeitura de São Luís e que integra a Forquilha e o Maiobão o que possibilitaria a melhoria no tráfego e trânsito pelos usuários daquele espaço urbano”, completa.

José Joaquim acrescenta também “projetos de engenharia que vêm desde a rotatória do aeroporto com acesso a Avenida dos Franceses; da rotatória da Igreja do São Cristóvão à Avenida Santos Dumont, e rotatória da Forquilhinha, assim como é conhecida, que dá acesso a Maioba e Maiobão, e esta última integra a MA 201 – São Luís/São José de Ribamar”.

Considerando a importância de sua solicitação, José Joaquim entende que sejam encaminhadas cópias de sua solicitação aos prefeitos Edivaldo Holanda Junior e Gil Cutrim e aos secretários municipais Canindé Barros, de Transporte, e Antonio Araújo, de Obras e Serviços Públicos, e para  ser dado ciência ao Governo do Estado, no sentido de estudar viabilizar parcerias com as prefeituras de São Luís e de São José de Ribamar”, para que este conjunto de obras e intervenções venha a ser realizado, inclusive até em forma de parcerias com todos que possam ser envolvidos”, finalizou.

 

Fonte – Diret – Comunicação – CMSL

Coronel Ivaldo Barbosa pede uma politica de amparo imediato às famílias dos policiais mortos em cumprimento de missões

       aldir

Ao ser entrevistado no programa do jornalista e advogado Moreira Serra Júnior, da TV Cidade e veiculado na manhã de ontem, o coronel Ivaldo Barbosa defendeu salários dignos para os militares, destacando que todos precisam morar e sustentar as suas famílias com dignidade e proporcionar uma educação próxima da boa qualidade para os seus filhos. Hoje, a realidade mostra que a maioria em suas folgas presta serviços de segurança por necessidade para diminuir as dificuldades de dentro de casa. O programa teve uma elevada repercussão, diante de uma realidade que nunca foi debatida com determinação.

        O coronel Ivaldo Barbosa afirmou a Moreira Serra Júnior, que o mais triste, vergonhoso e humilhante para as famílias dos militares mortos em missões, é que eles passam por bom período vivendo de caixinhas e doações de colegas do extinto. Não existe qualquer tipo de amparo a essas famílias, uma vez que o militar morto, no mês seguinte é retirado da folha do soldo da PM e fica a esperar pelos procedimentos com vistas a pensão, que em muitas chega até um ano para a concessão. O militar é também um servidor público, assim como os policiais civis e os agentes penitenciários, que colocam as suas vidas diariamente em risco como instrumento de da ordem e da segurança pública. Questionado por Moreira Serra, o coronel Ivaldo Barbosa, disse que precisamos com urgência encontrar meios eficazes e até mesmo uma lei, que venha dar uma basta a humilhação. Vocês já pensaram, a família perde o pai, vem a dor inimaginável e em seguida a humilhação para a subsistência. É dolorido disse o coronel Ivaldo Barbosa, relatando que existem casos da destruição total da família.

     O jornalista e advogado Moreira Serra Júnior mostrando-se solidário com o posicionamento do coronel Ivaldo Barbosa, fez um convite ao cabo Campos, deputado estadual eleito pelos militares para ir ao programa para debater o assunto, como atual presidente da Comissão de Segurança Pública do Legislativo Estadual, e para falar sobre quais os projetos que tem feito  em prol da categoria.