STF veta reeleições ilimitadas em mais cinco assembleias legislativas, inclusive no Maranhão

Por meio do Plenário Virtual, o Supremo Tribunal Federal julgou procedentes cinco Ações Diretas de Inconstitucionalidades (ADIs) e declarou a inconstitucionalidade da reeleição ilimitada de membros das mesas diretoras de mais cinco assembleias legislativas. O mesmo entendimento já tinha sido firmado no julgamento conjunto de outras três ações.

Dessa vez, nas ADIs 6.720, 6.721 e 6.722, propostas pelo procurador-geral da República, Augusto Aras, o colegiado fixou o entendimento de que são inconstitucionais as normas editadas pelos estados de Alagoas, Rio de Janeiro e Rondônia, que permitiam indefinidamente a reeleição de deputados estaduais membros das mesas diretoras.

Nas ações enviadas ao Supremo, o procurador-geral sustentou que a possibilidade de reeleição “ad aeternum” dos dirigentes do Poder Legislativo estadual é incompatível com os princípios democrático e republicano. Ele lembrou que o artigo 57, parágrafo 4º, da Constituição Federal, impede que integrantes da mesa diretora de cada uma das casas legislativas do Congresso Nacional sejam reconduzidos, para o mesmo cargo, na eleição imediatamente subsequente.

Prevaleceu o entendimento do relator, ministro Luís Roberto Barroso, que foi acompanhado por Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Rosa Weber, Dias Toffoli, Luiz Fux, Luiz Edson Fachin e Nunes Marques. Ficaram vencidos Ricardo Lewandowski e Cármen Lúcia.

Ao final, o Plenário do Supremo fixou as seguintes teses: “1. O art. 57, § 4º, da CF, não é norma de reprodução obrigatória por parte dos Estados-membros. 2. É inconstitucional a reeleição em número ilimitado, para mandatos consecutivos, dos membros das Mesas Diretoras das Assembleias Legislativas Estaduais para os mesmos cargos que ocupam, sendo-lhes permitida uma única recondução”.

Já na ADI 6.706, Aras questionou o artigo 92, inciso I, da Constituição do Estado do Pará e, por consequência, o artigo 9º do Regimento Interno da Assembleia Legislativa daquela unidade da Federação. Os dispositivos permitiam a reeleição dos membros da mesa diretora da Assembleia Legislativa na mesma legislatura, sem qualquer limite quanto a sucessivas reconduções.

Nesse caso, o Supremo determinou que os dispositivos questionados sejam interpretados conforme a Constituição Federal, no sentido de possibilitar uma única reeleição sucessiva aos mesmos cargos da mesa diretora, acompanhando o entendimento do relator, ministro Alexandre de Moraes. Ficaram vencidos, novamente, Lewandowski e Cármen Lúcia.

Por fim, nas ADIs 6.699, proposta pelo MPF, e 6.685, pelo Partido Republicano da Ordem Social (Pros), o dispositivo impugnado foi o parágrafo 3º do artigo 29 da Constituição do Estado do Maranhão, cujo teor também previa a reeleição sem limites dos membros da mesa diretora da casa legislativa.

Por maioria, vencidos novamente Lewandowski e Cármen Lúcia, o Plenário do STF julgou procedentes as ações e também fixou interpretação conforme a Constituição, no sentido de possibilitar uma única reeleição sucessiva aos mesmos cargos da mesa diretora da Assembleia Legislativa maranhense.

O julgamento de outras sete ações sobre o mesmo tema foi suspenso por novo pedido de vista do ministro Gilmar Mendes. Há, ainda, outra ação equivalente, mas tratando da Câmara Legislativa do Distrito Federal, mas o relator, ministro Nunes Marques, ainda não liberou para julgamento.

Com informações da assessoria de imprensa do MPF.

 

STF reafirma entendimento sobre progressão de pena em crime hediondo

Ministros concluíram que o pacote anticrime não tratou do tema e, portanto, deve ser usado o percentual de 40% de cumprimento da pena para progressão de regime.

O STF reafirmou o entendimento de que o percentual a ser aplicado para a progressão de regime de condenado por crime hediondo ou equiparado, sem morte, que seja reincidente por crime comum é de 40%. A decisão se deu no ARE 1.327.963, que teve repercussão geral reconhecida (Tema 1.169) e mérito julgado no plenário virtual.

No caso concreto, trata-se de um condenado por tráfico de drogas que já tinha sido apenado pelo crime de furto. O TJ/SP determinou o cumprimento da fração de 60% da pena para a obtenção da progressão de regime.

O STJ retificou o cálculo para 40%, previsto no artigo 112, inciso V, da lei de execução penal. Contra essa decisão, o MPF apresentou o ARE ao Supremo.

Progressão

Em sua manifestação pelo reconhecimento da repercussão geral e pela reafirmação da jurisprudência, o relator, ministro Gilmar Mendes, explicou que o pacote anticrime (lei 13.964/19) alterou o artigo 112 da LEP em relação à progressão de regime de condenados, prevendo três situações relevantes.

Uma é o caso de primário condenado por crime hediondo (40% para progressão); outra é referente aos primários condenados por crime hediondo ou equiparado, com resultado morte ou em posição de comando da organização criminosa (50% para progressão); por fim, a hipótese de reincidente específico na prática de crime hediondo, ou seja, pessoa condenada reiteradamente por crime hediondo (60% para progressão).

Omissão

No entanto, a lei não trata da situação de pessoa condenada anteriormente por crime não hediondo e, em seguida, por crime hediondo, ou seja, reincidente não específico. Não havendo previsão exata na norma, impõe-se a sua interpretação tendo em vista a primazia da posição mais favorável à defesa (no caso, 40%).

De acordo como o relator, a CF (artigo 5º, incisos XXXIX e XL) estabelece que não há crime sem lei anterior que o defina nem pena sem prévia imposição legal e que a lei penal não retroagirá, salvo para beneficiar o réu.

 “Trata-se de postura inerente ao respeito da isonomia e da presunção de inocência, de modo que eventual tratamento mais benéfico concedido pelo Estado deve ser generalizado a todas as pessoas a quem possa ser aplicado.”

Tese

A tese fixada no julgamento foi a seguinte: “Tendo em vista a legalidade e a taxatividade da norma penal (artigo 5º, XXXIX, CF), a alteração promovida pela Lei 13.964/2019 no artigo 112 da LEP não autoriza a incidência do percentual de 60% (inciso VII) aos condenados reincidentes não específicos para o fim de progressão de regime. Diante da omissão legislativa, impõe-se a analogia in bonam partem, para aplicação, inclusive retroativa, do inciso V do artigo 112 da LEP (lapso temporal de 40%) ao condenado por crime hediondo ou equiparado sem resultado morte reincidente não específico.”

A decisão quanto ao reconhecimento da repercussão geral foi unânime. Já no mérito, a manifestação do relator, negando provimento ao RE do Ministério Público Federal e reafirmando a jurisprudência, foi seguida por maioria, vencido o presidente do STF, ministro Luiz Fux.

Fonte: Migalhas

Flavio Dino demite profissionais da saúde da luta contra a pandemia sem os direitos trabalhistas

O comunismo no Maranhão é cada vez mais perverso e excludente. O povo que está escapando da pandemia vai morrer de fome, com o avanço da extrema pobreza em todo o Estado. Os bolsões de miséria tomam proporções sérias e nem duvidem que as mortes causadas pela fome sejam atestadas por covid

Denúncias afirmam que servidores do Hospital de Cuidados Intensivos (HCI) estão sendo demitidos sem aviso prévio e sem receber direitos trabalhistas. Inaugurado em abril de 2020, o Hospital de Cuidados Intensivos (HCI) foi a primeira unidade exclusiva para assistência a pacientes com o novo coronavírus no Maranhão. Apesar do espetáculo midiático de enaltecimento dos profissionais que atuaram na linha de frente do combate a pandemia, denunciais revelam que centenas de enfermeiros e médicos, tratados como “heróis” em um passado recente pelo governador, estão sendo demitidos sem aviso prévio e sem receber suas rescisões contratuais devidamente.

O HCI

Cerca de 2 mil pessoas formaram o destacamento que enfrentou a pandemia no HCI. Muitos deles sendo obrigados a deixar as famílias e vivendo em turnos que se dividiam entre a solidão e o trabalho. Muitos médicos e enfermeiros, para proteger a família, passaram semanas isolados. A importância do trabalho desses profissionais no HCI é revelada pelos números. Com apenas três meses de funcionamento, o hospital já havia tratado de 807 pacientes e realizado mais de 52 mil exames de imagem e laboratoriais.

Em várias ocasiões o governador Flávio Dino enalteceu publicamente os “heróis” da saúde. Inclusive o governo produziu várias homenagens. Uma delas em uma paredão na avenida Litorânea.

DESCARTADOS

Passado por mais de um ano após a inauguração do HCI, os “heróis” da guerra contra a pandemia estão sendo descartados pelo governo. A diminuição do número de casos de Covid-19 está resultando na desativação gradativa do HCI para o tratamento exclusivo de casos da pandemia. Os profissionais entendem a necessidade dessa mudança.

“Sabemos que houve uma diminuição da necessidade de mão-de-obra. Todos aceitamos de forma natural a situação”, disse uma das enfermeiras que procuraram o blog para fazer a denúncia. Apesar de aceitarem as demissões, os profissionais da saúde reclamam do processo como a situação está sendo tocada pelo governo do estado. Segundo as denúncias, muitos médicos e enfermeiros estão sendo demitidos sem aviso prévio e sem receber a integralidade de seus direitos trabalhistas. “Tem gente que ficou sabendo que seria demitida na véspera e até hoje não recebeu os direitos”, afirmou uma enfermeira.

Fonte: Blog do Linhares

 

Arthur Lira culpa governadores por combustíveis mais caros

Segundo o presidente da Câmara, alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) precisa ser fixa

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), disse que a principal razão para a alta no preço dos combustíveis é o valor do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), cobrado em cada um dos estados do país nas operações de comercialização dos produtos derivados de petróleo.

As afirmações do deputado foram feitas nesta terça-feira (28), quando ele participou de uma solenidade do governo federal em Alagoas em alusão aos mil dias de gestão do presidente Jair Bolsonaro.

Durante o evento, o deputado pediu mais compreensão por parte dos governadores para que eles reduzam as alíquotas do ICMS que incidem sobre a venda da gasolina, do óleo diesel e do etanol hidratado, em especial por causa do anúncio da Petrobras, também nesta terça, de um aumento de R$ 0,25 no preço do litro do diesel entregue às distribuidoras, que passa a vigorar a partir de quarta-feira (29).

Lira teme que, com esse reajuste, o ICMS cobrado nos estados também aumente, o que vai deixar o combustível ainda mais caro. “Ninguém aguenta mais dólar alto, combustível [alto]. E sabe o que é que faz o combustível ficar caro? São os impostos estaduais. Os governadores têm que se sensibilizar”, opinou Lira.

“O governo federal já está abrindo mão dos seus impostos. Dois governadores, do Rio Grande do Sul e de Mato Grosso, estão baixando impostos e outros também têm que acompanhar, dar a sua cota de sacrifício, porque estão arrecadando muito neste período de pandemia. As arrecadações subiram, e não é justo que o mais humilde pague a conta para manter a arrecadação crescente”, acrescentou o presidente da Câmara.

Além disso, o deputado informou que o plenário da Câmara deve votar um projeto de lei nas próximas semanas que propõe que a base de cálculo do ICMS da gasolina, do óleo diesel e do etanol hidratado, nos casos de substituição tributária, passe a ser determinada considerando o volume de combustível comercializado nos postos multiplicado por uma alíquota a ser definida por lei estadual.

A proposta, de autoria do deputado Emanuel Pinheiro Neto (PTB-MT), estabelece que, quando o valor da venda final for menor que o preço presumido, o imposto também deverá ser menor. Por isso, de acordo com o parlamentar, o ICMS deve incidir sobre o valor real da venda do combustível.

O objetivo do projeto é impedir a cobrança de tributos superiores aos devidos, reduzindo o imposto pago pelo consumidor, e fazer com que a eventual desatualização dos valores passe a beneficiar o contribuinte e o consumidor, em vez de prejudicá-los.

“O Congresso vai debater o projeto que trata do ICMS, para que ele tenha valor fixo e não fique vulnerável aos aumentos do dólar ou do petróleo, porque esses a gente não controla. Se a gente botar um valor fixo de ICMS, o governo do estado vai continuar recebendo o dinheiro dele, mas não vai receber mais do que a gasolina que é vendida nas refinarias para os postos”, disse Lira.

Fonte: R7

 

 

Congresso promulga PEC da reforma eleitoral e novas regras já valem em 2022

O Congresso Nacional promulgou nesta terça-feira (28/9) a  PEC da reforma eleitoral (PEC 28/2021) que altera regras eleitorais. O texto havia sido aprovado no último dia 22 de setembro. As alterações precisavam ser promulgadas até o dia 2 de outubro para que pudessem ser aplicadas nas eleições de 2022.

A PEC rejeita a possibilidade de volta das coligações nas eleições proporcionais e mantém dispositivos para promover a candidatura de mais mulheres e pessoas negras.

O novo regramento também altera o dia da posse do presidente da República (para 5 de janeiro) e dos governadores (para 6 de janeiro). Atualmente as posses do presidente e dos governadores ocorrem no dia 1º de janeiro. Essa regra só valerá a partir de janeiro de 2027.

A emenda também determina que os deputados federais, estaduais e distritais que saírem do partido pelo qual foram eleitos só não irão perder o mandato se a legenda concordar com a saída.

Por fim, a PEC estabeleceu regras para a realização de consultas populares sobre questões locais, que devem ser feitas junto com as eleições municipais. Essas consultas deverão ser aprovadas pelas câmaras municipais e encaminhadas à Justiça Eleitoral em até 90 dias antes das eleições. Os candidatos não poderão se manifestar sobre o objeto dessas consultas em propaganda gratuita de rádio e televisão.

Com informações da Agência Senado.

 

Senado vota projeto que torna CPF único número de identificação

O Senado aprovou nesta terça-feira (28), em votação simbólica, o projeto de lei que estabelece que o Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) será o “número único e suficiente” para identificação do cidadão em todos os bancos de dados do poder público. O relator do projeto, senador Esperidião Amin (PP-SC), acatou duas emendas apresentadas ao texto e, com a mudança, o texto retorna à Câmara dos Deputados para nova análise.

Amim explicou que o projeto não invalida os demais documentos de identificação. “O objetivo da proposição é estabelecer um único número ao cidadão para que ele possa ter acesso aos seus prontuários no SUS [Sistema Único de Saúde]; aos sistemas de assistência e previdência social, tais como Bolsa Família, Benefício de Prestação Continuada e registros no INSS; às informações fiscais e tributárias; ao exercício das obrigações políticas, como alistamento eleitoral e voto”, disse.

Pelo texto aprovado no Senado, o número de inscrição no CPF deverá constar nos cadastros e nos documentos de órgãos públicos, no registro civil de pessoas naturais ou nos conselhos profissionais, como certidões de nascimento, casamento ou óbito; no Documento Nacional de Identificação (DNI); no Número de Identificação do Trabalhador (NIT); no registro no Programa de Integração Social (PIS) ou no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep); no Cartão Nacional de Saúde; no título de eleitor; na Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS); na Carteira Nacional de Habilitação (CNH); no certificado militar; na carteira profissional; e em “outros certificados de registro e números de inscrição existentes em bases de dados públicas federais, estaduais, distritais e municipais”.

Os novos documentos emitidos ou reemitidos por órgãos públicos ou por conselhos profissionais terão como número de identificação o mesmo número de inscrição no CPF. O projeto determina que, para ter acesso a informações e serviços, para o exercício de direitos e obrigações ou para a obtenção de benefícios perante os órgãos e as entidades federais, estaduais, distritais e municipais ou serviços públicos delegados, o cidadão terá que apresentar apenas o CPF, ou outro documento que contenha o número de seu CPF, “dispensada a apresentação de qualquer outro documento”. O mesmo valerá para cadastros, formulários, sistemas e outros instrumentos exigidos dos usuários para a prestação de serviço público.

O relator retirou do texto, ao acatar emenda de senadores, a previsão de que estados, municípios e Distrito Federal poderiam exigir outros números do cidadão em casos excepcionais.

* Com informações da Agência Senado

 

MPF ajuíza ação contra Ibama por omissão na fiscalização do transporte de madeira no Maranhão

O órgão ambiental encerrou parceria com a PRF e passou a atribuir a competência da fiscalização à Sema.

O Ministério Público Federal (MPF) no Maranhão ajuizou ação civil pública na Justiça Federal contra o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) por omissão administrativa na fiscalização do transporte de madeira nas rodovias maranhenses. A superintendência do Instituto alegou falta de pessoal e de recursos para manter esta atividade e encerrou sua parceria com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), direcionando, ainda, a atribuição fiscalizatória para a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais (Sema), mas o MPF entende que a competência é do Ibama e pede na justiça o restabelecimento dos serviços de fiscalização do órgão ambiental federal.

De acordo com a ação, o MPF recebeu duas representações, informando que o Ibama deixara de formalizar as medidas de controle ambiental, mesmo nos casos em que a Polícia Rodoviária Federal realizava as apreensões de madeira nas rodovias maranhenses. A PRF apreendeu 76 carretas transportando madeira irregular em todo o estado somente em 2020, totalizando 3 mil metros cúbicos.

Nas informações apresentadas, o Ibama alegou que as cargas irregulares de madeira são apreendidas nos postos da PRF, que aciona o Ibama e o Estado do Maranhão para autuarem, por entenderem que seriam de competência tanto estadual quanto federal. Entretanto, o órgão ambiental federal afirmou que não participou de qualquer das abordagens iniciais relativas às apreensões efetuadas.

Em resposta ao MPF, a superintendência do Ibama justificou falta de pessoal e de recursos para realizar a fiscalização das rodovias e informou que, por este motivo, havia encerrado sua parceria com a Polícia Rodoviária Federal para esta atividade. Além disso, o órgão ambiental alegou que a gestão florestal e a fiscalização do transporte interestadual e intermunicipal seriam de competência fiscalizatória estadual, mas que, no período de 1 de janeiro a 7 de maio de 2021, aplicou 22 autos de infração por transporte irregular, após lavratura pela PRF, e outros 15 que ainda não teriam sido consolidados.

No entanto, para o procurador da República Alexandre Soares, autor da ação, as respostas apresentadas pelo Ibama indicam a adoção de conduta omissiva, que extrapola a possibilidade de escolha administrativa do órgão. “Ao alegar que a fiscalização do transporte de madeira deve ser feita pelo poder estadual, o Ibama está contrariando sua finalidade de criação e o núcleo básico de suas competências, que incluem a proteção e fiscalização dos bens de interesse da União ou provenientes de suas áreas, como madeiras extraídas irregularmente de Terras Indígenas. O Ibama tem o dever legal de fiscalizar o comércio e a circulação interestadual de produtos ambientais”, afirmou.

Segundo o MPF, o Maranhão possui diversas terras indígenas que devem ser protegidas pela União, mediante ação do Ibama, entre elas as situadas na região oeste do estado, próximas à fronteira com o Pará, como Alto Turiaçu, Awá, Caru e Arariboia. Essas terras contêm as espécies florestais de maior valor econômico, por serem espécies consideradas como “madeira de lei”, que possuem grande porte e são apreciadas pelas suas qualidades para a construção civil e indústria moveleira.

Ainda na Amazônia Legal Maranhense encontram-se Terras Indígenas na região mais central do estado, como a Canabrava/Guajajara, Porquinhos, Canela, dentre outras, cujas madeiras, que possuem características mais próximas de espécies do cerrado, são utilizadas pela indústria moveleira, para produção de estacas e, sobretudo, para produção de carvão vegetal em larga escala.

Dessa forma, o MPF pede à Justiça Federal que determine, em caráter liminar, que o Ibama restabeleça seus serviços de fiscalização de transporte de produtos e subprodutos florestais nas rodovias maranhenses, no prazo de 15 dias, especialmente, nas vias já identificadas pela autarquia como pontos de circulação de madeira nos polos madeireiros clandestinos ou procedente de estados da região Norte, mediante cooperação com outros órgãos, como a Polícia Rodoviária Federal ou estaduais.

Além disso, para a comprovação do cumprimento da medida, foi solicitado que o Ibama encaminhe ao MPF eventuais autos de infração lavrados, atos de cooperação firmados, designação de equipes, ordens de realização de operações e relatório sintético das medidas de polícia realizadas, com periodicidade bimestral ou o seu envio diretamente à Procuradoria da República no Maranhão. Em caso de descumprimento, foi pedida a aplicação de multa diária de R$ 50 mil ao órgão ambiental.

Assessoria de Comunicação
Ministério Público Federal no Maranhão

 

 

Empréstimos não solicitados fazem reclamações dispararem nos Procons

O Procon-SP viu aumentar em 156% as reclamações relacionadas a crédito consignado. Até agosto deste ano foram registradas 6.542 queixas, contra 6.502 em todo o ano passado. Quando comparados os mesmos períodos (janeiro a agosto de 2020 e 2021), o número quase que triplicou. Dentro do contexto é que em todos os Procons do país, o problema tomou dimensão séria e preocupante para as autoridades.

A maior parte dos consumidores que chega ao órgão de defesa do consumidor do país e com maior intensidade no paulista, são reclamações de que não pediu ou não autorizou o empréstimo e que, apesar de ter questionado a situação com o banco ou instituição financeira que concedeu o valor, não conseguiu solucionar o problema. Em muitos casos, o problema só é constatado quando as primeiras parcelas começam a ser descontadas da conta. Também de 2019 para 2020 foi observada uma alta nas queixas: de 2.505 para 6.502, um aumento de quase 160%.

“Depositar valores na conta do consumidor sem autorização é uma prática abusiva. O primeiro passo que deve ser adotado é formalizar uma reclamação com a instituição que concedeu o empréstimo, em seguida entrar em contato com o Procon de sua cidade”, explica Fernando Capez, diretor executivo do Procon-SP.

O consumidor que passar por esse problema pode procurar os Procons e em SP nos postos de atendimento pessoal e nos postos do Poupatempo paulista.

O Código de Defesa do Consumidor proíbe o envio de produtos ou serviços para o consumidor sem sua solicitação; de acordo com lei, nos casos em que isso ocorre, o item passa a ser equiparado a amostra grátis. O CDC também determina que valores cobrados indevidamente do consumidor devem ser restituídos em dobro.

“Quando uma instituição financeira coloca na conta do cidadão um valor sem que ele tenha pedido, este valor pode ser considerado uma amostra grátis. E, portanto, não deverá ser cobrado. Além disso, quaisquer juros ou encargos que venham a ser cobrados terão que ser devolvidos em dobro, conforme previsão legal”, defende Capez.

“As empresas que estão depositando valores nas contas de aposentados e pensionistas sem a devida autorização devem ficar alertas, pois o Procon-SP irá aplicar os artigos 39 e 42 do Código de Defesa do Consumidor e elas terão que arcar com a perda do valor depositado e com a devolução em dobro de todos os juros e encargos cobrados. O consumidor deve procurar o Procon-SP para garantir os seus direitos”, avisa Capez.

Crédito Consignado
O crédito consignado é concedido por meio de empréstimo pessoal ou cartão de crédito e o desconto das parcelas acontece direto no salário ou benefício mensal; o principal atrativo são as taxas de juros menores que nas modalidades tradicionais de crédito, como cheque especial, crédito direto ao consumidor e cartão de crédito.

Existe uma modalidade de crédito consignado voltada especificamente a quem recebe benefícios de aposentadoria ou pensão por morte pagos pela Previdência Social e o órgão que estabelece as regras para os bancos e financeiras que oferecem esse tipo de crédito é o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Com informações da assessoria do Procon-SP.

 

Demitiram a “Liberdade de Opinião”: A verdade sobre a demissão de Alexandre Garcia

Você ficará perplexo ao saber o que realmente motivou a demissão de Alexandre Garcia do quadro de jornalismo da CNN! Esse gaúcho de Cachoeira do Sul – RS é um ícone do jornalismo Brasileiro, atuou por muitos anos na extinta TV Manchete, no Jornal do Brasil e por mais de 30 foi diretor de jornalismo em Brasília na rede Globo, na qual pediu demissão em dezembro de 2018, coincidentemente após a eleição de Jair Bolsonaro.

Mas nessa última sexta (24) o caso se inverteu, pois foi a CNN que o demitiu, pois Alexandre Garcia “ousou” ter a liberdade de dar sua opinião dentro do programa “Liberdade de Opinião”, que absurdo não? Ironia a parte, esse episódio, que soma a tantos outros, só revela a vil realidade da extrema imprensa brasileira, desacreditada, repulsiva e militante ideológica, pois se alguém ousar a falar a verdade ou ainda exercer a “Liberdade de Opinião” será cancelado, calado, amordaçado e difamado.

Mas não poderíamos esperar algo diferente de uma empresa que pertence a um lobista do ramo das empreiteiras, Rubens Menin e dono da MRV, construtora que por muitos anos “mamou” nos governos Lula e Dilma, a MRV ganhou muito dinheiro principalmente com o programa “Minha Casa Minha Vida” e o “casamento” PT & Construtoras todo mundo sabe a resultante.

Parece que a construtora MRV, do lobista Rubens Menin, também dono da CNN, segue o padrão Comunista Chinês Trabalhista, pois já foi autuada por 6 vezes pelo crime de trabalho ESCRAVO, condição análoga à escravidão, mas com certeza essa notícia não foi veiculada pela CNN.

Os absurdos não cessam por aí, pois paradoxalmente as suas atitudes a CNN emitiu uma nota, sem pé e nem cabeça, comunicando a demissão desse titã do jornalismo por emitir sua opinião, segue a nota:

“A CNN Brasil comunica que rescindiu o contrato com o jornalista Alexandre Garcia nesta sexta-feira (24). A decisão foi tomada após o comentarista reiterar a defesa do tratamento (não vou escrever para não ser bloqueado) contra a CVD19 com o uso de medicamentos sem eficácia comprovada. O quadro “Liberdade de Opinião” continuará na programação da emissora, dentro do jornal “Novo Dia”. A CNN Brasil reforça seu compromisso com os fatos e a pluralidade de opiniões, pilares da democracia e do bom jornalismo.”

Se não fosse algo tão repulsivo, seria a melhor piada do ano, pois a CNN demitir um jornalista por emitir sua opinião, em um programa chamado “Liberdade de Opinião” e logo em seguida dizer que “reforça seu compromisso com os fatos e a pluralidade de opiniões”, esse é o modus operandi da esquerda.

A difamação e perseguição sobre esse nobre jornalista não é de hoje, pois o mesmo sempre teve a coragem de falar a verdade, exemplifico o caso ocorrido na favela do Jacarezinho, onde durante uma operação da Polícia Civil do RJ contra o tráfico de drogas, resultou na lamentável morte de um policial civil, André Farias, mas teve o êxito de eliminar 24 criminosos.

Alexandre Garcia emitiu a seguinte opinião:

“Exitosa, bem planejada e realizou bem os seus objetivos. Não houve dano colateral. Foram mortas pessoas que escravizam a população. Eu não padeço de bandidolatria”

É lógico que a Extrema Imprensa massacrou Alexandre Garcia por dizer a verdade, pois falar a verdade é um pecado mortal para a mídia comunista a qual a CNN é uma das expoentes.

A sigla CNN é Cable News Network, que em português significa Rede de Notícias a Cabo, porém seria mais adequado dizer: Communist News Network, Rede de Notícias Comunista, pois comunistas odeiam a verdade, são contra a liberdade de opinião e idolatram bandidos.

Registro que essa demissão deve servir de motivo de orgulho para Alexandre Garcia, por dizer a verdade e desmascarar de forma cabal a podridão da Extrema Imprensa merece mais uma medalha, foi heroico e isso também revela a grandeza desse jornalista, ele sozinho é maior que a CNN, vejam o número de inscritos que a CNN tem em seu canal do youtube e comparem com o número de inscritos que Garcia tem SOZINHO!

Para encerrar, invoco que prestigiem esse grande jornalista seguindo o seu canal no youtube, ele merece todo nosso respeito e audiência; ao contrário a empresa que o demitiu, merece todo o desprezo, a CNN é inimiga da verdade, portanto inimiga de todos os brasileiros de bem!

Bosco Foz

Jornalista, Gestor Público, Proprietário do canal Bosco Foz.

 

Paulo Vitor na presidência da câmara será arma de Flavio Dino contra Eduardo Braide

A tentativa é do Palácio dos Leões em articulações com vereadores para eleger em abril próximo o vereador Paulo Vitor (PCdoB), como presidente da Câmara Municipal de São Luís. É público que o governador Flavio Dino, nunca engoliu a derrota da sua cooperativa de candidatos a prefeito de São Luís, tanto no primeiro como no segundo turno e a questão fugiu totalmente do campo ideológico para o pessoal e daí é que dirigente do executivo estadual não perde oportunidades para alfinetar o prefeito. Recentemente, quando do importante trabalho desenvolvido pela prefeitura de São Luís na vacinação, que inclusive ganhou destaque nacional, o governador tentou postergar repasses de vacinas para a Secretaria Municipal de Saúde.

Paulo Vitor tem sob o seu comando uns 10 vereadores, que também rezam na cartilha do secretário Márcio Jerry e assim se comprometem a trabalhar junto a outros colegas para aumentar o número de adeptos em favor da candidatura de Paulo Vitor.

Com um discurso mansinho e bem conhecido, Paulo Vitor prega um trabalho de parceria com o prefeito Eduardo Braide, caso venha ser eleito, destacando que o seu propósito é o desenvolvimento de São Luís, quando na verdade ele é um instrumento de Flavio Dino, que tem avidez de se vingar de Eduardo Braide pelas derrotas impostas à sua cooperativa de candidatos à prefeitura de São Luís. Com Paulo Vitor no legislativo municipal todas as possíveis e impossíveis dificuldades e atropelos ao executivo municipal serão pautas diárias, afinal de contas, o cara é o instrumento para cumprir ordens de Flavio Dino, isso se por acaso ele seja candidato e remotamente venha a vencer.

Fonte: AFD