General nega a entrega de relatório parcial das eleições ao ministro Alexandre de Moraes

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Alexandre de Moraes, deu 48 horas para o Ministério da Defesa apresentar cópia de uma eventual auditoria em urnas usadas no primeiro turno das eleições.

Nesta quarta-feira (19), o Ministro da Defesa, General Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, comunicou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que entregará um relatório sobre o sistema eletrônico de votação somente após o término do processo eleitoral.

De acordo com um documento entregue a Moraes, a emissão de um relatório parcial, baseado em fragmentos de informação, pode “resultar-se inconsistente com as conclusões finais do trabalho, razão pela qual não foi emitido”.

As Forças Armadas citam a resolução 23.673/2021 e dizem que a norma não estabelece elaboração e divulgação de relatórios sobre as etapas acompanhadas por entidades fiscalizadoras.

O texto ainda informa que as despesas do relatório se restringem a pagamentos de diárias e passagens, custeadas com recursos do Ministério da Defesa.

Jornal da Cidade Online

A pedido do PT, TSE proíbe Jovem Pan de falar das condenações de Lula

Decisões do TSE impedem a emissora de falar sobre condenações do petista, e o corregedor-geral da Justiça Eleitoral ordenou investigação sobre a cobertura eleitoral da Jovem Pan

Decisões do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que proíbem jornalistas e comentaristas do grupo Jovem Pan de Comunicação de se manifestar livremente sobre Luiz Inácio Lula da Silva, o candidato à Presidência pelo Partido dos Trabalhadores, além de um pedido de investigação do ministro Benedito Gonçalves, corregedor-geral da Justiça Eleitoral, contra a cobertura da corrida eleitoral feita pelo grupo vêm afetando o trabalho da emissora.

Em editorial publicado na tarde desta quarta (19), a Jovem Pan sinalizou aos seus espectadores que repudia as decisões impostas pelo TSE, mas que vai obedecer às decisões tomadas pelas cortes da Justiça. A emissora chama atenção para o fato de que “justamente aqueles que deveriam ser um dos pilares mais sólidos da defesa da democracia estão hoje atuando para enfraquecê-la e fazem isso por meio da relativização dos conceitos de liberdade de imprensa e de expressão, promovendo o cerceamento da livre circulação de conteúdos jornalísticos, ideias e opiniões” (confira a íntegra do editorial abaixo).

A Jovem Pan está proibida de falar sobre as condenações sofridas pelo candidato petista na Justiça em todas as suas transmissões no rádio, na TV e nas plataformas digitais e tem seus profissionais cerceados de exercer a liberdade de expressão e de imprensa, sob pena de multa, desmonetização de suas plataformas e inserção de conteúdos produzidos pela campanha petista em sua programação.

As proibições impostas à Jovem Pan pela Justiça Eleitoral motivaram uma nota de repúdio da Abratel (Associação Brasileira de Rádio e Televisão). A entidade, que se disse preocupada com os atos que atingem o trabalho da livre imprensa, acredita que “a recente decisão que impede o trabalho de divulgação e respeito à linha editorial de veículo de comunicação profissional, sediado no Brasil e regulado pela legislação brasileira atinge a todo o setor de Radiodifusão”.

A Abert (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão) também se manifestou contra a situação vivida pela Jovem Pan em nota divulgada nesta quarta, em que “considera preocupante a escalada de decisões judiciais que interferem na programação das emissoras, com o cerceamento da livre circulação de conteúdos jornalísticos, ideias e opiniões”.

Leia a íntegra do editorial da Jovem Pan contra as decisões da Justiça Eleitoral:

“A Jovem Pan, com 80 anos de história na vida e no jornalismo brasileiro, sempre se pautou em defesa das liberdades de expressão e de imprensa, promovendo o livre debate de ideias entre seus contratados e convidados em todos os programas da emissora no rádio, na TV e em suas plataformas da Internet.

Os princípios básicos do Estado Democrático de Direito sempre nos nortearam na nossa luta e na contribuição, como veículo de comunicação, para a construção e a manutenção da sagrada democracia brasileira, sobre a qual não tergiversamos, não abrimos mão e nos manteremos na pronta defesa — incluindo a obediência às decisões das cortes de Justiça.

O que causa espanto, preocupação e é motivo de grande indignação é que justamente aqueles que deveriam ser um dos pilares mais sólidos da defesa da democracia estão hoje atuando para enfraquecê-la e fazem isso por meio da relativização dos conceitos de liberdade de imprensa e de expressão, promovendo o cerceamento da livre circulação de conteúdos jornalísticos, ideias e opiniões, como enfatizou a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão.

O Tribunal Superior Eleitoral, ao arrepio do princípio democrático de liberdade de imprensa, da previsão expressa na Constituição de impossibilidade de censura e da livre atividade de imprensa, bem como da decisão do STF no julgamento da ADPF 130, que, igualmente proíbe qualquer forma de censura e obstáculo para a atividade jornalística, determinou que alguns fatos não sejam tratados pela Jovem Pan e seus profissionais, seja de modo informativo ou crítico.

Não há outra forma de encarar a questão: a Jovem Pan está, desde a última segunda-feira, sob censura instituída pelo Tribunal Superior Eleitoral.

Não podemos, em nossa programação — no rádio, na TV e nas plataformas digitais —, falar sobre os fatos envolvendo a condenação do candidato petista Luiz Inácio Lula da Silva. Não importa o contexto, a determinação do Tribunal é para que esses assuntos não sejam tratados na programação jornalística da emissora.

Censura.

É preciso lembrar que a atuação do TSE afeta não só a Jovem Pan e seus profissionais, mas todos os veículos de imprensa, em qualquer meio, que estão intimidados. Justo agora, no momento em que a imprensa livre é mais necessária do que nunca.

Enquanto as ameaças às liberdades de expressão e de imprensa estão se concretizando como forma de tolher as nossas liberdades como cidadãos deste país, reforçamos e enfatizamos nosso compromisso inalienável com o Brasil. 

Acreditamos no Judiciário e nos demais Poderes da República e nos termos da Constituição Federal de 1988, a constituição cidadã, defendemos os princípios democráticos da liberdade de expressão e de imprensa e o fazemos mais veemente repúdio à censura.”

Fonte: R7

Deputado afirma que o Brasil está sob censura do TSE com protecionismo para o corrupto Lula

O deputado Marcel van Hattem fez possivelmente um dos mais fortes discursos da história da Câmara dos Deputados. Com coragem, disse verdades sobre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e fez desafios aos ministros de nossas cortes superiores.

Em suas redes sociais, o parlamentar ainda publicou o seguinte texto:

“O Brasil está sob censura! O TSE está atuando como um Tribunal CENSOR Eleitoral, decidindo o que se pode ou não se pode dizer. Lula foi condenado por corrupção, cumpriu pena por quase dois anos e só foi solto porque o STF anulou de forma vergonhosa seu processo. Ele JAMAIS foi inocentado. Mas a Jovem Pan se viu obrigada a orientar seus profissionais a não utilizarem palavras como ex-presidiário, descondenado, ladrão, corrupto e chefe de organização criminosa.

A decisão da emissora ocorre após investigação aberta a pedido do PT contra a Jovem Pan e o TSE conceder direitos de resposta a Lula.

É uma ameaça deslavada!

Nossa democracia está sendo ameaçada por um Tribunal, e pelo Partido dos Trabalhadores: até agora, pelo menos 37 pedidos de Lula foram atendidos pelo TSE para remoção de supostas fake news e apenas seis de Bolsonaro. É evidente o desequilíbrio, o partidarismo e a parcialidade da Corte Eleitoral a favor do PT!

Nossa democracia está sendo ameaçada desde já pelo TSE, pelo Supremo e pelo PT. Lula e os petistas querem subjugar o Brasil à sua ideologia, à corrupção e aos seus desmandos.

Não podemos deixar isso acontecer! o próximo dia 30, nas urnas, temos de dizer NÃO a Lula, ao PT e aos desmandos do Judiciário brasileiro!”.

Fonte: Jornal da Cidade Online

 

Refinaria Premium em Bacabeira foi o maior estelionato político e fonte de corrupção no Maranhão

29 de janeiro de 2015Decidi republicar a presente matéria de 29 de janeiro de 2015, diante de mais uma das inúmeras mentiras propaladas pelo candidato Lula Silva, sendo agora, sobre a ilusória Refinaria Premium, anunciada pelos que estão na foto e outros ausentes. Apesar de ter consumido mais de R$ 2 bilhões, nem a terraplanagem foi concluída e dizem que muitos milhões foram parar no ralo da corrupção. A verdade é que inventaram uma paralisação e posteriormente o silêncio respondeu pelo abandono da obra, como mais uma corrupção vergonhosa no currículo de Lula e outros que costumam comer recursos públicos pelas beiradas.

Quando as empreiteiras começaram a deixar o canteiro de obras da tão decantada politicamente refinaria Premium, no município de Bacabeira, na área metropolitana de São Luís, a justificativa da classe política e mais precisamente do grupo Sarney, era que o projeto havia sido adiado com previsão de retomada em 2016. Em 2013, sinais de corrupção nas obras de terraplanagem se tornavam mais visíveis, com a morosidade e algumas máquinas no local para impressionar. Ao abandonarem o canteiro, muitas empresas contratadas por empreiteiras se mandaram e causaram sérios prejuízos ao comércio local e outros fornecedores, inclusive pequenos vendedores de refeições.

O discurso político para impressionar veio com a informação de adiamento das obras e os esforços concentrados da governadora Roseana Sarney, do ministro Edison Lobão, dos senadores José Sarney, Edinho Lobão e João Alberto para o reinício da construção em 2014, ano eleitoral, inclusive de que haviam sido consolidados entendimentos com a presidente Dilma Rousseff e a presidente Graça Foster, da Petrobrás.

A partir da prisão do doleiro Alberto Yousseff e todo o novelo que passou a ser desenrolado com a corrupção deslavada na Petrobrás, que hoje está em 88 bilhões de dólares, os discursos desapareceram e os defensores da refinaria Premium passaram a viver fortes tensões.

Como as investigações do Petrolão devem chegar ao Maranhão, em razão de que as obras de terraplanagem da sonhada refinaria estavam orçadas em 750 milhões de reais e apesar de ainda faltar muito para a conclusão, teriam sido gastos 2,5 bilhões de reais, o que corresponde a mais de 300% do valor inicial, mesmo com os ajustes dos chamados aditivos. Entendo que a ex-governadora Roseana Sarney, o ministro Edison Lobão, o senador José Sarney, o candidato a governador Edinho Lobão e Gastão Vieira, candidato ao senado e ambos derrotados têm a obrigação de fazer esclarecimentos bem objetivos ao povo do Maranhão, para os fracassos, uma vez que foram geradas muitas expectativas. Muitos pais de famílias fizeram investimentos nos filhos com cursos profissionalizantes, a construção civil fez projeções grandes e hoje temos ofertas de imóveis bem acentuadas sem falarmos na especulação imobiliária que avançou em Bacabeira e nos municípios próximos, causando prejuízos incalculáveis aos oportunistas.

Agora é esperar as investigações para apurar as responsabilidades em torno das obras de terraplanagem calculadas em 750 milhões de reais, e consumiu dos cofres públicos, 2,5 bilhões de reais e nem concluídas foram.

Fonte: AFD

 

Alexandre de Moraes estica a corda pressionando Forças Armadas e fixa prazo de 48 horas

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, determinou que o Ministério da Defesa apresente em 48 horas os documentos existentes sobre qualquer eventual auditoria de urnas eletrônicas conduzida pela pasta.

Apesar de assinada em 11 de outubro, a decisão foi publicada somente no fim da tarde de ontem (17) pelo presidente do TSE, e o prazo dado por ele começa a contar hoje (18), esclareceu o TSE.

Moraes proferiu a decisão no âmbito de uma representação do partido Rede, apresentada ainda em maio e que buscava barrar, por exemplo, a utilização de recursos públicos na contratação de auditoria particular sobre as urnas pelo Ministério da Defesa. A representação da legenda foi feita originalmente contra o presidente Jair Bolsonaro, que tenta a reeleição. A sigla acionou o TSE após uma live em redes sociais em que o mandatário mencionou a contratação de auditoria nas urnas pelos militares. A Rede alegou que as Forças Armadas estariam sendo “instrumentalizadas” para desacreditar o processo eleitoral.

O presidente do TSE escreveu que o pedido da Rede perdeu o objeto ante as eleições já em curso, mas que resolveu proferir nova decisão no processo diante de recentes “notícias de realização de auditoria das urnas pelas Forças Armadas, mediante entrega de relatório ao candidato à reeleição”.

Para Moraes, tais notícias “parecem demonstrar a intenção de satisfazer a vontade eleitoral manifestada pelo Chefe do Executivo, podendo caracterizar, em tese, desvio de finalidade e abuso de poder”.

Caso o Ministério da Defesa tenha de fato conduzido alguma auditoria sobre as urnas, o ministro determinou ainda que a pasta apresente a fonte de recursos utilizada. Moraes deu também cinco dias para que Bolsonaro apresente defesa no processo.

Jornal da Cidade Online

 

O desrespeito e sofrimento diário ao usuário de transporte coletivo de São Luís

O serviço de transporte coletivo em São Luís está entre os piores do país, que proporciona sofrimentos diários e terríveis para usuários e muito mais, quando ele é idoso, deficiente e mais acentuado se for cadeirante. Dentro do contexto estão mulheres e crianças. Todos têm negados os seus direitos de ir e vir com dignidade, através um serviço de transporte coletivo altamente deficiente e da vergonhosa omissão do executivo e do legislativo municipal.

Uma imagem que vem ficando cada vez mais visível em nossa capital, são coletivos com panes em ruas e avenidas da cidade, sem falarmos nos ônibus velhos, que colocam em risco muitas vidas todos os dias. É uma realidade que causa revolta popular, decorrente de que a Prefeitura de São Luís desembolsa mensalmente milhões de reais para empresas como subsídio para serviços inexistentes e que a cada dia vai ficando pior. Hoje (18), estive conversando com uma trabalhadora que mora no bairro da Ribeira. Ela conseguiu adentrar a um coletivo velho por volta das seis horas, sendo que nas imediações da área do aeroporto, o ônibus apresentou o costumeiro pane, tendo ela depois de 40 minutos, sido colocada em outro coletivo, que depois do viaduto da Cohama, na avenida Jerônimo de Albuquerque, teve um dos pneus carecas furado. Para se dirigir ao local de trabalho, ela pegou outro coletivo e pagou outra passagem e conseguiu chegar por volta das 10 horas. Relatos idênticos são feitos constantemente e para o Executivo Municipal, a indiferença é resposta natural para população sofrida e iludida com as promessas que ficam na revolta.

A verdade é que o Poder Público dá demonstrações constantes de impotência para o enfrentamento aos empresários e submete a população a sofrimentos diários, justamente aqueles que acreditaram em promessas, que jamais vão se concretizar, uma vez que a metade do mandato está chegando.

SMTT é uma espécie de órgão decorativo, não fiscaliza nada e tudo concernente as suas atribuições, realmente seguem à revelia. Recentemente, um elemento adentrou ao terminal da Cohama com um veículo e começou a fazer manobras arriscadas e capotou com o carro e se desconhece qualquer providência, diante dos riscos a que ficaram expostas centenas de pessoas que estavam no local. Quanto aos coletivos a inoperância é simplesmente bem maior e mais vergonhosa.

                              Cadê a Câmara Municipal de São Luís

A Câmara Municipal criou a CPI do Transporte Coletivo, fazendo muita divulgação que seria ela seria importante para abrir a caixa preta dos negócios que envolvem o Sistema do Transporte Coletivo de São Luís. Os vereadores fizeram muita zoada, criaram discussões com sucessivas audiências públicas e o resultado é que teriam enviado as conclusões para o Ministério Público. Com absoluta certeza não vai a lugar algum, principalmente que envolve questões milionárias relacionada a licitação dos transportes coletivos. Lamentável é que o legislativo municipal a exemplo do executivo demonstram claramente não ter um mínimo de compromisso para com a população, se omitindo vergonhosamente aos interesses coletivos. A população fez 64% de mudança na Assembleia Legislativa do Estado e a próxima vítima será a Câmara Municipal de São Luís.

As previsões políticas é que a partir do início de 2023, será deflagrado o processo das eleições municipais, e pelo visto muitas mudanças serão inevitáveis, que deve atingir principalmente os políticos autoritários, os enganadores que não honram compromissos com o povo, os oportunistas e os que se acham dono do poder.

Fonte: AFD

TSE impede a PF de investigar pesquisas eleitorais em que Bancos gastam milhões

Impedida de investigar empresas de pesquisas pelo ministro Alexandre de Moraes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a Polícia Federal não poderá ajudar a desvendar o misterioso interesse de bancos e corretoras de investimentos na contratação de pesquisas eleitorais. Gastam milhões. Isso tem despertado suspeitas de experientes parlamentares como o líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR), convencido de que se trata de “um negócio bilionário”.

Suspeita sólida

Ricardo Barros acha que pesquisas eleitorais podem ter sido usadas para influenciar votos e também para afetar o comportamento da Bolsa.

Olha a dinheirama

A corretora e banco Genial gastou com a novata Quaest quase R$2,6 milhões (R$2.585.831,61) somente em setembro e outubro.

Pesquisa para quê?

O banco de investimentos BTG Pactual, cujo dono é ligado a Lula, pagou R$1 milhão (R$1.031.662,64) à empresa FSB por pesquisas eleitorais.

Dinheiro não falta

A XP Investimentos gastou R$168 mil com duas pesquisas do Ipespe e o Banco Modal R$907 mil por 14 pesquisas da Futura Inteligência.

Coluna do Claudio Humberto

 

 

Câmara de Mediação e Arbitragem do Rotary São Luís Praia Grande com mais conciliadores

Rodrigo Bezerra, Carlos Nina, Sílvia Dino e Darlon Guimarães

O presidente do Rotary Club São Luís Praia Grande, Carlos Nina, está implementando a ampliação do quadro de conciliadores, mediadores e árbitros da Câmara de Mediação e Arbitragem criada no clube no início de sua gestão, em julho deste ano. A reunião contou com a presença do professor e empresário Darlon Frazão Guimarães, vice-presidente do Clube, e Silvia Jorge Dino, tesoureira e próxima presidente do RI SLZ Praia Grande.

Passaram a integrar os quadros da CMA do Rotary o advogado Rodrigo de Barros Bezerra, com quem Carlos Nina já havia criado uma Câmara no Grêmio Lítero Português, e mais Marcio Basílio Pereira, Sthella Marques Balata e Tammy Rabelo Aroucha, portadores do certificado do Curso de Formação de Conciliadores e/ou Mediadores Judiciais, promovido pela Escola Superior da Magistratura do Estado do Maranhão.

Para os dirigentes do RC Praia Grande, além da disponibilidade da Câmara no Rotary para a solução alternativa de conflitos, um dos objetivos do Clube é difundir a prática, levando informação à comunidade, para que as pessoas que se vejam diante de um conflito tentem, antes de partir para um embate judicial, resolver a pendência de forma conciliada, negociada, mediada ou, finalmente, através da arbitragem. A CMA do Rotary é um caminho, disse Nina.

Nina informou que a Câmara de Mediação e Arbitragem do Rotary São Luís Praia Grande pode ser acessada pelo site viaconsensual.com.br. O interessado cadastra-se, se já não estiver cadastrado, informa os dados de seu caso e a questão será encaminhada para solução consensual, totalmente de forma virtual. Se for necessária audiência presencial, será agendada em consenso e realizada na sede do Clube, na Ponta d´Areia.

Fonte: Rotary São Luís Praia Grande

 

 

 

16 partidos não terão fundo e propaganda após fracasso nas urnas

Somente 12 atingiram votação prevista em lei, e os demais ficarão quatro anos sem dinheiro público e propaganda gratuita

Apenas 12 dos 28 partidos e federações que disputaram as eleições deste ano conseguiram alcançar a cláusula de desempenho fixada pela Emenda Constitucional 97, de 2017. Durante os próximos quatro anos, somente essas 12 legendas vão poder receber dinheiro do Fundo Partidário e usar o tempo de propaganda gratuita de rádio e televisão. O balanço foi divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Atingiram a cláusula de barreira as federações PT/PCdoB/PV, PSDB/Cidadania e Psol/Rede, além dos partidos MDB, PDT, PL, Podemos, PP, PSB, PSD, Republicanos e União. Dos 16 partidos que não alcançaram a meta, sete até conseguiram eleger deputados federais. Mas o número não foi suficiente para alcançar o critério de desempenho fixado pela legislação. São eles: Avante, PSC, Solidariedade, Patriota, PTB, Novo e Pros. Os demais — Agir, DC, PCB, PCO, PMB, PMN, PRTB, PSTU e UP — sequer tiveram parlamentares eleitos.

De acordo com a Emenda Constitucional 97, só podem ter acesso aos recursos do Fundo Partidário e à propaganda gratuita no rádio e na televisão os partidos políticos que alcançarem um dos seguintes critérios de desempenho:

      eleição de pelo menos 11 deputados federais, distribuídos em pelo menos 9 unidades da Federação; ou

       obtenção de, no mínimo, 2% dos votos válidos nas eleições para a Câmara dos Deputados, distribuídos em pelo menos 9 unidades da Federação, com um mínimo de 1% dos votos válidos em cada um deles.

Os 16 partidos que não atingiram a cláusula de barreira continuam a existir, embora não recebam mais suporte financeiro de origem pública a partir de fevereiro de 2023. Para evitar essa restrição, eles têm algumas alternativas: podem recorrer a fusão, incorporação ou federação com legendas que obtiveram melhor desempenho nas urnas.

A cláusula de desempenho passou a ser aplicada a partir das eleições gerais de 2018 e será reajustada de forma escalonada em todos os pleitos federais até atingir o ápice nas eleições gerais de 2030. Na ocasião, só terão direito a recursos do Fundo Partidário e ao tempo de rádio e televisão os partidos políticos que:

  • elejam pelo menos 15 deputados federais, distribuídos em pelo menos um terço das unidades da Federação; ou
  • obtenham, nas eleições para a Câmara dos Deputados, no mínimo 3% dos votos válidos, distribuídos em pelo menos um terço das unidades da Federação, com um mínimo de 2% dos votos válidos em cada uma delas.

No Senado

O critério para a cláusula de barreira não leva em conta o resultado das eleições para o Senado, mas apenas o desempenho obtido pela legenda na composição da Câmara dos Deputados. Apesar disso, as limitações impostas pela Emenda Constitucional 97 se aplicam ao funcionamento de todo o partido.

“Se não atinge a cláusula de desempenho, as implicações são para a sobrevivência do partido como um todo. Se uma legenda não alcança a cláusula e decide não se fundir ou não se incorporar a outra, isso tem implicações. Nas próximas eleições, não vai ter tempo de rádio e TV, nem dinheiro do Fundo Partidário para pagar o aluguel da sede ou para comprar passagens para os dirigentes. O partido vai ter que se virar com outros recursos”, explica Clay Souza e Teles, consultor legislativo do Senado na área de direito constitucional, administrativo, eleitoral e processo legislativo.

Diário do Poder

 

Pará acumula 5.440 denúncias de abusos e tráfico de crianças e adolescentes

Ao longo de seis anos, entre 2016 e 2022, foram registradas mais de 5.440 denúncias de abuso sexual e/ou tráfico de crianças somente no Estado do Pará, segundo levantamento realizado pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, encaminhado ao Ministério Público Federal (MPF). O levantamento reforça afirmações da ex-titular da pasta e senadora eleita Damares Alves (Rep-DF), durante culto em Goiânia, quando ela até relatou detalhes dos abusos denunciados.

Proteção às vítimas

As denúncias são encaminhadas aos órgãos que compõem a rede de política pública de proteção à vítima de violação de direitos humanos.

55 mil órgãos

Atualmente, as denúncias são levadas a 55 mil órgãos assistenciais e de persecução penal, como conselhos tutelares, polícia e Ministério Público.

Detalhes considerados

O encaminhamento de denúncias leva em conta o tipo da violação, o público e a idade dos afetados, além do local de ocorrência do fato.

Pedindo mais prazo

Como o MPF fixou prazo de apenas três dias para o levantamento, o ministério pedirá mais prazo para detalhar cada caso.

Coluna do Claudio Humberto