Mais 05 presos fogem da Penitenciária de Timon, com sinais de facilidades e a exploração de mão de obra

A fuga de presos de uma Penitenciária de Timon foi semelhante a tantas outras marcadas por sinais de facilidades, que infelizmente não apuradas devidamente, ainda mais que toda a estrutura da administração da unidade penal vem sendo mantida inalterada. De há muito, servidores da penitenciária denunciam desmandos, relatam facilidades e exploração de mão de obra no trabalho de produção de bloquetes de cimentos, o que inclusive foi levado ao conhecimento do Ministério Público do Trabalho, mas infelizmente de nada adiantou e a direção do Sistema Penitenciário do Maranhão continua como um dos maiores produtores e fornecedor do artefato de cimento para dezenas de municípios do Estado, explorando presos e muitos chegam próximo à exaustão.

As fugas do último sábado, em que 05 presos escaparam depois de serrarem as grades das janelas de um setor do presídio e depois não tiveram maiores dificuldades para escapar. Já houve casos em que por falta de vigilância, vários presos que estavam no trabalho de fazer bloquetes, terem escapado fugindo a pés e o alarme foi dado depois de várias horas. O caso de um caminhão estacionado dentro do pátio do presidio com a chave na ignição, que proporcionou a que dois presos acionaram o veículo, conseguindo arrebentar o portão e escaparam sem maiores problemas.

As denúncias de ordens de perseguição na unidade a servidores públicos, são fatores que influenciam diretamente na administração, mas a direção da Secretaria de Administração Penitenciária trata o problema com muita indiferença e os casos de fugas e mortes prosperam dentro dos presídios de Timon, sendo um dos fatores a exploração desumana dos presos.

Fonte: AFD    

 

Ricardo Cappelli ex-UNE, interventor de Lula foi do PCdoB

Braço direito de Flávio Dino, Cappelli foi filiado ao PCdoB

O interventor federal que ficará responsável pela segurança pública do Distrito Federal, Ricardo Garcia Cappelli, é o secretário-executivo do Ministério da Justiça. Cappelli presidiu a União Nacional dos Estudantes, entre 1997 e 1999 e é braço direito do ministro Flávio Dino (Justiça).

O agora interventor federal também era filiado ao Partido Comunista do Brasil (PCdoB), mas deixou a sigla após desfiliação de Dino, que migrou para o PSB.

Cappelli também articulou a vinda do ditador cubano Fidel Castro ao Brasil. Na ocasião, em 1999, o ditador discursou em um congresso da UNE em Belo Horizonte, Minas Gerais.

A intervenção federal na Segurança Pública do Distrito Federal foi decretada neste domingo (08) pelo presidente Lula após quebradeira na capital federal em manifestação contra o petista.

Diário do Poder

 

Flavio Dino falhou na articulação das forças de segurança em Brasília

Várias autoridades devem explicações por subestimarem o potencial de vandalismo nas manifestações de Brasília, neste domingo (8). Mas é Flávio Dino quem comanda nada menos que o Ministério da Justiça e Segurança Pública. E foi ele quem anunciou na véspera, sábado, que caberia à Força Nacional de Segurança a tarefa de impedir o protesto bolsonarista na Esplanada dos Ministérios, dispensando na prática a experiente Polícia Militar do Distrito Federal, uma das melhores do País.

Sem direito a ingenuidade

Na melhor hipótese, Dino foi ingênuo ao subestimar os protestos três semanas depois de bolsonaristas terem tentado invadir a Polícia Federal.

Confiando no ‘inimigo’

Para petistas, Dino foi ingênuo ao confiar nas providências de Anderson Torres, ex-ministro de Bolsonaro, para garantir segurança na Esplanada.

Críticas surgem no PT

As críticas no PT não demoraram. O deputado Washington Quaquá (RJ) responsabilizou Dino e até José Múcio (Defesa) pelo vandalismo.

Acusação de inoperância

Quaquá diz que os ministros da Justiça e Defesa não agiram para impedir os fatos. “Dino e Múcio foram inoperantes”, acusou.

Coluna do Claudio Humberto

 

Ministro Alexandre de Moraes determina o afastamento de Ibaneis Rocha do Governo do DF

Ministro do STF determinou que o governador fique afastado do cargo por 90 dias

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou que o governador do Distrito Federal seja afastado do cargo por, pelo menos, 90 dias. A decisão foi divulgada por volta de 0h desta segunda-feira (9), horas após manifestantes invadirem as sedes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e provocarem diversos atos de vandalismo.

“Absolutamente nada justifica a omissão e conivência do Secretário de Segurança Pública e do Governador do Distrito Federal com criminosos que, previamente, anunciaram que praticariam atos violentos contra os Poderes constituídos”, diz a decisão de Moraes.

Com a decisão, Ibaneis precisa deixar o cargo imediatamente, assim que for oficialmente notificado. Quem assume é a vice-governadora do DF, Celina Leão (PP). O R7 tenta contato com o governador do DF. 

O atual secretário de Segurança do DF e ex-ministro da Justiça, Anderson Torres, é acusado de não ter planejado a segurança da capital federal para evitar as depredações deste domingo. Após os atos de vandalismo, o governador Ibaneis Rocha anunciou que vai mandar exonerar Torres, que está fora do Brasil de férias.

Na decisão, Moraes também determina que os acampamentos de manifestantes que não aceitam o resultado da eleição deste ano, que deu a vitória a Luiz Inácio Lula da Silva sejam desmobilizados e dissolvidos em até 24 horas.

Fonte: R7

 

Invasões em Brasília foram planejadas publicamente, mas forças de segurança não abortaram ofensiva

– A invasão das sedes dos Três Poderes por elementos que pedem um golpe contra Luiz Inácio Lula da Silva vinha sendo planejada há pelo menos duas semanas em grupos no aplicativo Telegram e até em redes abertas como o Twitter –ainda assim, não houve efetiva ação das forças de segurança para abortar a ofensiva.

Mensagens encontradas pela Reuters ao longo da semana mostravam locais de concentração em várias cidades, de onde sairiam ônibus fretados para Brasília, com a intenção de trazer bolsonaristas para a capital e ocupar a Esplanada dos Ministérios e invadir os prédios públicos.

Um “comunicado” foi publicado em vários grupos de Telegram convocando para uma “tomada de poder pelo próprio povo”, em frente ao Congresso, nos dias 7 e 8 de janeiro. Mensagens anteriores também faziam referência a 6 de janeiro, a data em que há 2 anos apoiadores de Donald Trump invadiram o Capitólio em protesto contra diplomação de Joe Biden –Trump é uma referência para Jair Bolsonaro e seus seguidores.

Nos grupos, a ordem era agir em três frente: fechar distribuidoras de combustíveis, sitiar Brasília e, quem não pudesse ir para a capital federal, mantivesse os acampamentos na frente dos quartéis –desde a eleição, grupos permanecem diante de instalações das Forças Armadas pelo país, incluindo Brasília, pedindo uma ilegal intervenção militar contra Lula.

Apesar da movimentação clara dos manifestantes pró-golpe, nada foi feito pela segurança do Distrito Federal para impedir a entrada de dezenas de ônibus em Brasília. A Esplanada dos Ministérios foi fechada para trânsito com grades, mas praticamente não havia policiamento. As grades foram facilmente derrubadas.

No início da tarde, quando começaram a chegar os invasores, o grupo numeroso que descia pelo eixo monumental em direção a Esplanada foi acompanhado por policiais militares, que não impediram a entrada.

Apesar da declaração à Reuters do governador do Distrito Federal Ibaneis Rocha de que teria colocado na rua todas as forças policiais, o Batalhão de Operações Especiais (BOPE) só chegou a Esplanada mais de duas horas depois dos invasores terem ocupado os três palácios.

Com a crise instalada, Ibaneis demitiu Anderson Torres, o ex-ministro da Justiça de Bolsonaro que havia sido acomodado no comando da Segurança do DF. Depois, a Advocacia Geral da União (AGU) pediu a prisão de Torres, que, segundo o portal no UOL, está nos EUA.

A caça de responsáveis pelas falhas de segurança não devem se circunscrever ao Distrito Federal, onde Lula decretou intervenção federal. O presidente sugeriu em seu discurso que também pretende buscar as omissões nas forças sob comando do novíssimo governo federal.

No guarda-chuva do governo federal, está a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e também a Polícia Federal, sob o comando de Flávio Dino no Ministério da Justiça, duas corporações oficialmente independentes, mas que estiveram sob pesada influência bolsonarista nos últimos anos. “A Polícia do Distrito Federal tem muita tecnologia, tem experiência em controle de distúrbios civis”, disse Renato Sérgio de Lima, presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e professor da FGV, para quem a corporação tinha todas as condições de ter evitado o desfecho violento.

“Aconteceu por uma falha. Uma falha de diálogo entre todos os envolvidos. Aconteceu por problemas no planejamento, análise de riscos, por informações truncadas das inteligências e, eventualmente, por descoordenação entre Ministério da Justiça, Ministério da Defesa, Governo do Distrito Federal, Polícia Militar”, analisou.

Lima afirma que a tarefa nos próximos dias será separar o que foi erro, das omissões e do que foi “deliberadamente pensado”. Segundo ele, não se trata apenas de um problema de hierarquia, mas também de base, porque vê na atuação falha das forças de segurança um sintoma do grau de contaminação ideológica das polícias pelo bolsonarismo.

“Pesquisa do Fórum (Brasileiro de Segurança) mostrou que 42% dos policiais militares interagiam em ambientes bolsonarizados radicais, que defendiam exatamente o que aconteceu”, diz Lima, com afirma que a reforma das polícias deve voltar à pauta.

FINANCIAMENTO

Outra frente que deve crescer nos próximos dias é a investigação sobre financiamento dos atos deste domingo. Lula mencionou isso no discurso. O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, à frente de um inquérito que há dois anos investiga os chamados atos antidemocráticos ligados a bolsonaristas, disse no Twitter que os culpados pelos atos “serão responsabilizados, assim como os financiadores, instigadores” e agentes públicos “anteriores e atuais” envolvidos.

Em uma das mensagens no Telegram vistas pela Reuters, os bolsonaristas que pedem golpe convocavam o maior número possível de pessoas para ir a Brasília e davam contatos por celular de pessoas que estariam organizando ônibus. Os articuladores do movimento golpista convocaram, ainda, Caçadores, atiradores e Colecionadores (CACs) para ir à capital e também para distribuidoras de combustíveis para “dar suporte”.

“Nós somos a sociedade civil organizada e nosso mote é disciplina, hierarquia, organização, trabalho árduo e duro, principalmente a união”, era uma das mensagens distribuídas.

Uma das convocações deixou claro que tudo seria pago para que os bolsonaristas radicais fossem para Brasília.

“Pessoas que tenham disponibilidade para ir a Brasília de ônibus, sairá no domingo e volta na quinta-feira. Tudo pago. Água, café, almoço, Janta… Lá ficará acampado no Planalto. Por favor nos ajudem a divulgar e conseguir patriotas”, dizia a convocatória.

As mensagens ocuparam também o Twitter, abertamente. Em uma tentativa de disfarçar a movimentação nas redes abertas, os manifestantes mudaram a palavra “Selva” –usada como um grito de guerra por militares– para “Selma”, e o movimento de invasão da capital federal era chamada de “festa da Selma”.

Agência REUTERS (Reportagem de Lisandra Paraguassu. Edição de Flávia Marreiro)

 

Após invasões, Lula decreta intervenção federal no Governo do Distrito Federal

Manifestantes invadiram as sedes dos Três Poderes em Brasília, neste domingo (8), e políticos pedem intervenção federal

Após as invasões nas sedes dos Três Poderes em Brasília, na tarde deste domingo (8), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) editou um decreto para decretar intervenção federal no Governo do Distrito Federal até o dia 31 de janeiro. O objetivo da intervenção é “pôr termo a grave comprometimento da ordem pública” no Estado no Distrito Federal, marcada por atos de violência e invasão de prédios públicos. A medida será coordenada pelo interventor Ricardo Garcia Cappelli, atual secretário-executivo do Ministério da Justiça.

De acordo com o decreto, o interventor fica subordinado ao presidente da República e não está sujeito às normas distritais que conflitarem com as medidas necessárias à execução da intervenção. Em pronunciamento, Lula afirmou que houve “falta de segurança” e que as pessoas autoras dos crimes serão “encontradas” e “punidas”.

“Esses vândalos, que podemos chamar de fascistas, fanáticos fizeram o que nunca foi feito na história desse país”, disse o presidente. “Não tem precedente na história do nosso país. Essa gente terá que ser punida. Vamos descobrir os financiamentos desses vândalos que foram a Brasília. Vamos descobrir todos eles e pagarão com a força da lei esse gesto de irresponsabilidade”, completou.

Manifestantes que não aceitam a vitória de Lula nas eleições de 2022 furaram bloqueio da Polícia Militar do Distrito Federal e invadiram, na tarde deste domingo (8), os prédios do Congresso Nacional, do Palácio do Planalto e do Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília.

Vídeos publicados nas redes sociais mostram o momento em que os manifestantes subiram a rampa do Congresso Nacional e invadiram a parte superior, onde ficam as cúpulas do Senado Federal e da Câmara dos Deputados, além do Salão Verde, localizado dentro do edifício.

Depois, o grupo tentou invadir, com sucesso, o Palácio do Planalto, sede da Presidência da República, local onde o presidente da República despacha, em Brasília. O petista não está na capital federal neste momento e, sim, em Araraquara, para visita ao município do interior paulista após os estragos causados pelas chuvas.

Manifestantes invadiram, ainda, o edifício do STF. No local, vidros foram quebrados e objetos destruídos nas dependências da Corte. Imagens divulgadas nas redes sociais mostram inicialmente que a porta em que o ministro Alexandre de Moraes utiliza para guardar a toga foi arrancada.

Após as invasões, partidos políticos e parlamentares informaram que vão acionar o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Procuradoria-Geral da República (PGR) com pedido de intervenção federal no Governo do Distrito Federal. Um dos pedidos terá a autoria da presidente do PT, Gleisi Hoffmann, e do líder do governo no Congresso Nacional, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

Fonte: Agência REUTERS

 

Após invasão do Planalto, Congresso e STF, o PT pede ao PGR intervenção na segurança pública do DF

Após invasão por bolsonaristas radicais do Palácio do Planalto, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF), o PT anunciou que vai entrar com um pedido à Procuradoria-Geral da República de intervenção federal na Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal.

“Atenção! Eu e a presidente do PT @gleisi estamos agora representando ao procurador-geral da República (Augusto Aras) para que seja decretada intervenção na Segurança Pública do DF”, disse o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), em sua conta no Twitter.

Procurada, a assessoria da PGR não respondeu de imediato a pedido de comentário. Radicais invadiram as sedes dos três principais Poderes da República. Nos bastidores, segundo fontes, autoridades articulam uma reação para a retirada dos invasores, insatisfeitos com a assunção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Agência REUTERS

 

 

Manifestantes furaramm bloqueio da PM e invadiram o Congresso Nacional

Atos que ocorrem neste domingo (8) não foram cadastrados junto à Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal

Manifestantes furaram o bloqueio, feito na Esplanada dos Ministérios pela Polícia Militar do Distrito Federal, na tarde deste domingo (8), e invadiram o Congresso Nacional, em Brasília. Os atos são organizados por eleitores que não aceitam a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de 2022.

Vídeos publicados nas redes sociais mostram o momento em que os manifestantes subiram a rampa do Congresso Nacional e invadiram a parte superior, onde ficam as cúpulas do Senado Federal e da Câmara dos Deputados, além do Salão Verde, localizado dentro do edifício. Uma bandeira com as cores verde e amarela foi estendida no local. As imagens detalham também a reação dos policiais com bombas.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública informou que o ministro Flávio Dino está em Brasília “acompanhando a situação ao mesmo tempo que mantém diálogo com o GDF”. Já o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), presidente do Congresso Nacional, contou que falou por telefone com o governador Ibaneis Rocha (DF), que lhe informou que “que está concentrando os esforços de todo o aparato policial no sentido de controlar a situação”.

Ex-ministro da Justiça e chefe da Segurança Pública do Distrito Federal, Anderson Torres avaliou as cenas de invasão como “lamentáveis”. O secretário informou ter determinado ao setor de operações da SSP-DF “providências imediatas para o restabelecimento da ordem no centro de Brasília”.

A área central de Brasília foi interditada no último sábado (7) após a chegada de vários ônibus com apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Manifestações antidemocráticas estão sendo convocadas por meio das redes sociais e de grupos de aplicativo, como WhatsApp e Telegram.

Diante de ameaças de manifestações violentas e da chegada a Brasília de caravanas contrárias ao resultado das eleições presidenciais, o governo federal autorizou o uso da Força Nacional na capital federal entre sábado (7) e segunda-feira (9). O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, assinou uma portaria com o aval.

Parte da tropa já está na Esplanada dos Ministérios. Mais cedo, também pelas redes sociais, Dino afirmou que articula junto à Polícia Federal, à Polícia Rodoviária Federal, ao governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), e ao ministro da Defesa, José Múcio, medidas para coibir e penalizar atos antidemocráticos.

SSP não foi informada

Ao R7, a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal informou que os atos não foram cadastrados junto à pasta. No entanto, “os atos públicos previstos para este final de semana foram identificados previamente e estavam sendo monitorados”.

O monitoramento é feito de maneira integrada entre as forças e outros 29 órgãos. Há um protocolo para que uma manifestação popular ou um evento ocorra em área pública, com o objetivo de garantir a segurança da população por meio do planejamento operacional.

Fonte: R7

 

Morre Roberto Dinamite, maior ídolo da história do Vasco

Morreu neste domingo, aos 68 anos, Roberto Dinamite, maior ídolo e artilheiro da história do Vasco da Gama. O ex-atacante lutava contra um câncer. Dinamite, que também foi deputado estadual pelo MDB por cinco mandatos, marcou 708 gols pelo Gigante da Colina. Além disso, ostenta até hoje o título de maior artilheiro da história do Campeonato Brasileiro, com 190 gols, e do Carioca, com 279 gols.

Além disso, é o maior artilheiro da história de São Januário, com 184 tentos anotados. Roberto Dinamite disputou 1.110 jogos com a camisa do Vasco entre 1971 e 1989, outro recorde. Com o Vasco, Roberto conquistou um Campeonato Brasileiro (1974) e cinco Campeonatos Cariocas (1977, 1982, 1987, 1988 e 1992).

Em uma de suas atuações mais brilhantes, em 1980 (depois de uma breve passagem pelo Barcelona), num Maracanã com 100 mil pessoas, ele marcou todos os gols da vitória do Vasco por 5 a 2 contra o Corinthians.

Dinamite também teve breves passagens pela Portuguesa, em 1989, e pelo Campo Grande, em 1991, antes de retornar ao clube carioca para encerrar a carreira em fevereiro de 1993, num amistoso entre Vasco e La Coruña, da Espanha, no Maracanã. Naquele dia, outro momento histórico: Zico, ídolo máximo do rival Flamengo, vestiu a camisa do Gigante da Colina para homenagear o amigo.

Roberto Dinamite foi eleito presidente do clube em 2008 e logo teve lidar com o primeiro rebaixamento da história do clube, uma mancha histórica. No ano seguinte a equipe ganhou a Série B do Brasileirão. Em 2011 conseguiu o inédito título da Copa do Brasil. Em 2013 o clube caiu outra vez para a Segunda Divisão, e Roberto encerrou seu segundo mandato como presidente do Vasco um ano depois.

Fonte: Yahoo Notícias

 

A prefeitura de São Luís precisa ter respeito ao povo de São Luís no serviço de transporte coletivo

O prefeito Eduardo Braide iniciou a caminhada para o terceiro ano do seu mandato, e não conseguiu melhorar o serviço de transporte coletivo da capital, cada vez mais deficiente e sem um mínimo de qualidade. Em relação a administração anterior ficou bem pior, principalmente que não havia panes mecânicas diárias em coletivos nos mais diversos pontos da cidade. Mesmo com subsídios para as empresas com recursos municipais e agora com dinheiro federal para atender demandas de idosos, nada reflete positivamente nos serviços, e a realidade é que os usuários continuam tendo sofrimentos cotidianos com ônibus velhos, sujos, bancos depreciados e uma verdadeira esculhambação, agora com riscos maiores, diante de coletivos pegando fogo em plena operação, o que infelizmente não é visível para a fiscalização da prefeitura de São Luís.

Os clamores da população são diários através das emissoras de rádio e televisão, em que a indignação é bem acentuada. No caso das pessoas cadeirantes, que enfrentam a falta acentuada de coletivos, com a maioria sem elevadores para embarque, acaba concorrendo para a exclusão dos portadores de necessidades especiais ao direito de ir e vir, concorrendo a que muitos tenham negada a garantia de exercitar a própria cidadania.

Outro fator muito sério é que em inúmeras comunidades, o tráfego de coletivos velhos é bastante difícil, diante das buraqueiras, que muitas vezes impedem os coletivos de irem aos pontos finais das linhas, levando a que usuários tenham que se deslocar aos locais em que os motoristas estabelecem como ponto final. Os problemas se tornam revoltantes, quando muitas mães com filhos em cadeiras de rodas que precisam ir a atendimentos médicos. Se não houver a solidariedade de passageiros que carregam as pessoas para dentro dos ônibus e posteriormente as cadeiras seria muito difícil levar crianças e adultos doentes ao médico.

A falta de respeito e de um mínimo de compromisso da prefeitura de São Luís é vergonhosa, levando-se em conta a indiferença para a problemática. Se nos dois primeiros anos da atual administração municipal, a questão séria e de direito do transporte coletivo não foi tratada com a devida e necessária responsabilidade, daqui para frente, tudo tende a piorar. São Luís caminhando para uma população de 1,5 milhão de habitantes, ainda não se vê pelo menos discussões sobre transporte de massa. A verdade é que a omissão do poder público tanto os gestores e os responsáveis pela fiscalização, demonstram uma espécie de parceria imoral e hipócrita, que visa unicamente desrespeitar direitos e até punir os que pedem, gritam e chegam a chorar para que os seus anseios por transporte coletivo sejam ouvidos em busca de ao menos um paliativo, que não seja tão excludente e esculhambado como o atual.

Fonte: AFD