Título de Cidadão Ludovicense a José Generoso da Silva também homenageou o Aldenora Belo

                                      José Generoso e esposa Fabíola com familiares

A outorga do Título de Cidadão Ludovicense pela Câmara Municipal de São Luís ao professor José Generoso da Silva, diretor administrativo do Hospital Aldenora Belo, está entre os que mereceram destaque em vários segmentos sociais da nossa cidade e rendeu reconhecimento a vereadora Concita Pinto, autora da proposta aprovada por unanimidade pela Câmara Municipal de São Luís

                                   Jota Pinto, Antonio Dino Tavares, José Generoso e Concita Pinto

O professor José Generoso é natural de São José do Rio Preto (SP). Em 1992, mudou-se para a cidade de São Luís, ingressando como diretor administrativo do Hospital Aldenora Bello, função que exerce até hoje. Em 2004, passou a integrar também o corpo docente do Centro de Ensino Universitário do Maranhão (CEUMA), há 15 anos e integra o Conselho Municipal de Saúde.

José Generoso da Silva tem 46 anos da sua vida dedicados ao trabalho na área da saúde, dos quais 30 como diretor do Hospital Aldenora Bello. Muita gente que conhece Dona Enide Dino e José Generoso, diz que ele é uma perfeita identidade dela na administração do hospital, no trato com as pessoas doentes, principalmente aquelas mais pobres e necessitadas. A simplicidade e maneira educada com todos que o conhecem e os que têm contato pela primeira vez, já o fez merecedor de reconhecimentos públicos, como um feito pelo jornalista e advogado Moreira Serra Jr, que pessoas como Generoso, são raras em que o nome é fielmente incorporado pelo grande ser humano que ele é, durante um dos programas Tribuna da Cidadania, na TV Cidade. As palavras de Moreira Serra Jr foram ratificadas por mim e pelo jornalista e advogado Carlos Nina, que também fazíamos o programa.

Antonio Dino Tavares, vice-presidente da Fundação Antonio Dino, presente à solenidade, destacou que, Jose Generoso da Silva, como diretor administrativo do Hospital Aldenora é uma referência importante para todos os funcionários, em que estão médicos, enfermeiros, assistentes sociais e outros profissionais e da mesma maneira afetiva é dedicada aos pacientes, que muitas vezes não encontram palavras para se manifestar, dando vez ao coração com as lágrimas, afirmou o vice-presidente da Fundação.

O momento mais difícil para José Generoso da Silva foi quando, após receber o título, teve que se manifestar, começando com o agradecimento a vereadora Concita Pinto, salientando que a sua responsabilidade e compromisso com o próximo passarão a ser ainda mais solidário e fraterno. José Generoso da Silva agradeceu a todos os vereadores da Câmara Municipal de São Luís pela honraria estendida aos mais de 30 mil pacientes atendidos mensalmente pela Fundação Antonio Dino e a todos os servidores da instituição.

                                          Generoso ladeado pela esposa Fabíola e a filha Ana Carolina

“O Aldenora Bello não tem por objetivo ganhar dinheiro. Ele foi construído com a finalidade de atender a população carente. Esse é o nosso papel e é por isso que estamos lá todos os dias cuidando das pessoas. É uma grande honra receber reconhecimento pelos serviços prestados a esta cidade. É uma honra me tornar um filho de São Luís, um cidadão ludovicense e continuar trabalhando e lutando em favor e defesa desta cidade que recebeu de braços abertos e que a tenho como mais um torrão natal,” declarou o professor Generoso.

À solenidade realizada no plenário da Câmara Municipal de São Luís, estiveram presentes, autoridades, dentre as quais o professor e juiz federal Alberto Tavares e o deputado Jota Pinto, amigos e familiares do homenageado.

Fonte: AFD

 

Petistas ‘fritam’ José Múcio e poupam Flávio Dino, que sabia de tudo

Petistas fazem vistas grossas ao desempenho do ministro Flávio Dino (Justiça), chefão da Força Nacional e da Polícia Federal, e centram fogo em José Múcio Monteiro, titular da Defesa, pelo vandalismo em Brasília. Depois de vazarem a falsa renúncia de Múcio, criticam o Batalhão da Guarda Presidencial por “falha grave” na defesa do Palácio do Planalto. O batalhão é do Exército, portanto, ligado ao Ministério da Defesa. Já Dino, tem sido acusado de não adotar providências, apesar de ter sido avisado do risco de badernaço.

Mágoa antiga

José Múcio não é querido por petistas, que não perdoam o irretocável voto dele, então ministro do TCU, condenando as pedaladas de Dilma.

Vale tudo

No tiroteio contra Múcio, petistas dizem que ele “cozinhou” manifestantes na porta dos quarteis. Mas o direito à manifestação é constitucional.

Mais culpados

A guarda é coordenada pelo GSI, que não tem boas memórias da gestão petista. Dilma o defenestrou em 2015, tendo Temer o reativado em 2016.

Estabilidade

Lula, que precisa mais do ministro do que o ministro dele, diz que Múcio fica. Não deve mudar a Esplanada até a reunião dos 100 dias de governo.

Coluna do Claudio Humberto

 

Advogados apontam 17 crimes de responsabilidade em pedido de impeachment de Alexandre de Moraes

Autores advertem o Senado que engavetar petições de impeachment configura crime de prevaricação

O pedido de impeachment protocolado no Senado por seis advogados contra Alexandre de Moraes sustenta que, com suas decisões, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) praticou, em pelo menos 17 ocasiões, atos que podem se configurar como crime de responsabilidade, passível de perda do cargo público. A petição, que se soma a dezenas de outras, ignoradas pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, é assinada pelos advogados Daniel Luis Nascimento Moura, Paulo César Rodrigues de Faria, Lúcia Erika de Oliveira Barreto, Paulo Fernando Alves Maffioletti, Cíntia de Jesus Aires e Marco Aurélio Bacelar de Souza.

Eles lembram que, “ao que parece, o denunciado, em tese, persegue politicamente aqueles que não se coadunam com sua forma de enxergar as coisas (ou os fatos).”

Além de representarem pela abertura de processo de impeachment de Moraes, os autores lembram à Mesa do Senado, que engavetou dezenas de pedidos de impeachment semelhantes, que “retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício”, como pautar e votar o pedido de impeachment, se configura como “crime de prevaricação”.

Decisões abusivas

Os advogados mencionam decisões que consideram abusivas como o bloqueio de contas bancárias e quebra de sigilo bancário de pessoas e telefônico de empresas e pessoas que apoiaram os protestos contra a eleição do presidente Lula realizados em rodovias e na frente de quartéis do Exército; a suspensão de perfis em redes sociais de empresários, políticos e cidadãos comuns; prisões e ordens arbitrárias; abertura de inquéritos em desacordo com a legislação, como o das fake news e o que apura a suposta existência de “milícias digitais”; a violação de imunidades parlamentares e outras decisões de Moraes adotadas ao longo dos últimos meses.

Afirmam na petição, os advogados, que a conduta de Moraes “causou e ainda causa enorme insegurança jurídica, instabilidade nas instituições e vulnerabilidade dos direitos e garantias fundamentais dos cidadãos brasileiros”.

Eles sustentam que a atuação de Moraes “desmerece a toga que lhe foi outorgada” ao assumir o cargo, depois da indicação do ex-presidente Michel Temer, em 2018.

A quebra do sigilo bancário e o bloqueio de contas de quem apoiou os protestos “referem-se — em tese — a tratamento desumano, degradante, sem fundamento dentro da Constituição Federal, pois ferem direitos e garantias fundamentais de aplicação imediata”, entendem os advogados no documento

Afronta à Constituição

Os autores do pedido de impeachment alegam também Moraes afrontou a Constituição, ao impedir a livre manifestação de pensamento, bloqueando perfis em redes sociais, e o direito de reunião pacífica e sem armas, ao deferir medidas contra os manifestantes.

Os advogados também citam a prisão do líder indígena Serere Xavente, as recentes ordens de prisão do jornalista Oswaldo Eustáquio e do humorista Bismarck Fugazza e a suspensão das redes sociais de diversos parlamentes, incluindo o mais votado do país, Nikolas Ferreira (PL-MG).

“Diversos brasileiros, ao escreverem em suas redes sociais seus pensamentos, tiveram em suas residências visitas de policiais federais, a mando do denunciado [Alexandre de Moraes], chegando, em certos casos, a sofrerem busca e apreensão, banimento de redes sociais ou até mesmo prisão”, escreveram. “O motivo ensejador da ordem? Falarem o que pensam, e esse pensamento ser em prol de um lado político, e só.”

Diário do Poder

A omissão da SEAP para a exploração de mão de obra carcerária e assédios morais nas Penitenciárias de Timon

Depois que o Governo do Maranhão, na administração do poderoso Flavio Dino decidiu utilizar em massa a mão de obra de presos de todos as unidades prisionais do Sistema Estadual de Administração Penitenciária para a produção de bloquetes de cimento e levou a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária ganhar destaque e referência como a grande produtora do artefato de cimento no Estado. Pelo menos, o que se informa é que a SEAP gera negócios de milhões de reais que estariam beneficiando prefeituras, políticos e outros interessados. Outros problemas sérios nas unidades prisionais de Timon, são os assédios morais, inclusive já denunciados e que por falta de providências, tornam-se cada vez contundentes.

Para que se tenha uma dimensão da extensão dos negócios da Secretaria de Administração Penitenciária, os processos seletivos para os mais diversos setores da instituição, têm preferência, os candidatos indicados por políticos, sem falarmos na subserviência do titular da pasta em agradar com serviços e mimos como investimentos para garantir a sua permanência no comando do Sistema Estadual de Administração Penitenciária.

                 Fugas, Mortes e Denúncia de Torturas  

A Penitenciária Jorge Vieira, de Timon é uma das em que estão concentradas inúmeras denúncias de ordens administrativas, da exploração de mão de obra de presos, de mortes  e até de torturas, que nunca foram apuradas, apesar de terem sido levadas ao conhecimento da Coordenação do Sistema Penitenciário do Tribunal de Justiça do Maranhão. Quanto a exploração da mão de obra carcerária, foram encaminhadas denúncias ao Ministério Público do Trabalho, mas infelizmente providências simplesmente inexistem.

Por outro lado, o que prospera dentro das instituições e na esfera governamental, inclusive até no CNJ é que o Maranhão detém um Sistema Penitenciário modelo para todo o país, em que as realidades são totalmente omitidas e os desmando praticados abertamente, ficam na impunidade, haja vista o exacerbado protecionismo político e outros favorecimentos para que as realidades dos fatos, fiquem protegidos por silêncios obsequiosos.

Há também casos em que servidores do quadro da SEAP se tornam fornecedores da instituição com empresas em nomes de parentes ou de interessados políticos para atender interesses escusos, dentre os quais o silêncio e a omissão para os graves problemas na instituição, em que estão inclusas denúncias feitas e não apuradas proporcionando uma aparência de que o sistema está pacificado. Quando um preso é assassinado, ninguém sabe a ninguém viu, e são apenas comunicados a polícia civil.

A ideia principal é de que no Maranhão, o sistema penitenciário é totalmente diferente dos demais Estados, sem acordo, entre facções e as direções de unidades, em que a droga, celulares, bebidas, mulheres e saídas rápidas estão dentro do contexto. As constantes fugas com exacerbadas facilidades em vários presídios, nos quais estão os de Timon, que de acordo com os denunciantes  mostram uma realidade totalmente diferente. É bom lembrar o caso de uma fuga em Imperatriz em que os presos, depois de prenderem os plantonistas com explicações nada convincentes, escaparam a pés na maior tranquilidade até serem resgatados por suas quadrilhas. O alarme foi dado pelos moradores das imediações, mesmo com policiais armados nas torres e vídeo monitoramento

Há informações correntes e até como intimidação, de que alguns políticos já garantiram junto ao governador, que o atual secretário continuará na direção da pasta para um terceiro período, com a sua poderosa república mineira que opera muitos negócios e interesses na administração da SEAP. Os servidores do quadro que protestam são indiciados em inquéritos administrativos na corregedoria e os temporários têm os seus contratos interrompidos.

Fonte: AFD

 

 

 

 

Suprapartidários, vândalos têm ligações a 12 partidos

O avançar das investigações sobre o quebra-quebra em Brasília, no domingo (8), revela até agora, que ao menos 12 partidos têm algum elo com os detidos. Até agora, PL, Patriota, Cidadania, PRTB, PROS, PTC, DEM, PPS, PSC e PP tiveram candidatos que estavam na depredação na Praça dos Três Poderes. Outros conseguiram uma boquinha nas eleições ou fizeram doação para algum candidato desses partidos.

Ex-primeira-dama

Pâmela Bório (PSC) é famosa pelas brigas e disputas, que vez ou outra acabaram na delegacia, com o ex-marido, o petista Ricardo Coutinho.

Dose dupla

Candidato a deputado estadual do Partido Novo ganhou doação de um dos detidos, Juliano Antoniolli, que deu ainda R$500 a candidato do PL.

Bico

Eliane Navarro faturou uma boa grana trabalhando na campanha do PDT para o Governo de São Paulo, nas eleições de 2022.

No auxílio

São vários os que também levaram dinheiro do Auxílio Emergencial, como Edmar Miguel, Francisco Donizete e Ana Carolina Guardieri.

Coluna do Claudio Humberto

 

Lojas Riachuelo fecha fábrica e demite 2 mil empregados no Nordeste

Vídeo que já viraliza nas redes sociais mostra uma ‘ex-funcionária’ da empresa Guararapes e a proprietária da rede de lojas Riachuelo, no último dia de trabalho, nesta terça-feira (10), em um imenso galpão onde centenas de pessoas se despedem umas das outras. “Olha aí… é o fim da jornada da Guararapes, hoje estamos nos despedindo… não nada para a gente costurar, as costureiras ‘tudo’ se despedindo, eu estou nervosa demais,” disseram as últimas mulheres em lágrimas, deixando o local de trabalho para não retornar mais, haja vista que a fábrica será fechada.

O centro fabril, que funcionava em Fortaleza (CE), encerrou as atividades, causando a demissão de 2 mil funcionários. Segundo a Guararapes, a produção têxtil ficará concentrada, agora, em sua outra fábrica, em Natal (RN), entretanto, sem que essa mesma quantidade de vagas seja gerada.

Apenas alguns poucos foram convidados a se mudar para o Rio Grande do Norte, ou mesmo para São Paulo, onde funciona a sede administrativa. Em nota, a empresa anunciou algumas ‘compensações, como um mês de salário extra, a extensão do plano de saúde pelo dobro do aviso prévio e a doação de máquinas de costura para as costureiras.

Apesar das reduções de pessoal e enxugamento de empresas ser uma realidade mundial, aqui no Brasil havia uma recuperação econômica muito acima da média, no pós-pandemia, fruto do trabalho competente da equipe do ex-ministro da Economia, Paulo Guedes, e do ex-presidente Jair Bolsonaro, com abertura de empresas, expansões e criação recorde de empregos.

Mas desde a transição de governo, nas declarações e decisões atrapalhadas e irresponsáveis de Lula e seus ministros, a situação se inverteu, com perdas financeiras bilionárias na Bolsa e grande desconfiança gerada no mercado, com fuga de investimentos.

Jornal da Cidade Online

 

A fala contundente de Marco Aurélio Mello!

Disse Marco Aurélio Mello, Ministro aposentado do STF, em 09/01/2023, sobre a baderna em Brasília (os destaques são meus):“Estou estarrecido e a única indagação que faço é: onde esteve o ESTADO que não previu isso e não tomou as providências cabíveis? Refiro-me ao Estado como um grande todo, não apenas ao governo do Distrito Federal. É algo impensável ter o STF depredado, ter o Congresso Nacional depredado, como ocorreu. Vamos fechar o Brasil para balanço.

Não lembra o Capitólio porque foi muito pior do que houve no Capitólio. Lá teve resistência. E a repercussão internacional aqui é péssima. A INSEGURANÇA JURÍDICA É TOTAL para o Brasil. Que investidor estrangeiro vai pensar disso aqui? Que é uma república das bananas. Os RESPONSÁVEIS ESTÃO NO BRASIL, no território nacional, considerando as forças repressivas, as Forças Armadas. BOLSONARO não tem o domínio dessas forças que estão na rua. ELE NÃO TEM CULPA, está a quantos quilômetros daqui?”

Falhou todo mundo, e começou a falha no próprio STF, QUANDO RESSUSCITOU POLITICAMENTE O EX-PRESIDENTE LULA, DANDO O DITO PELO NÃO DITO; QUANDO ENTERRARAM A LAVA JATO, QUANDO DECLARARAM A SUSPEIÇÃO DO SÉRGIO MORO, que veio a ser resgatado politicamente pelo Estado do Paraná. O que começa errado, nós aprendemos quando garotos, não acaba bem”.

O que começou errado, pergunto eu?

Primeiro a atuação do STF visando não apenas o fim da Lava-Jato – que perigosamente já mirava alguns políticos fora do PT, caros a Gilmar Mendes, e até mesmo um ou outro ministro do STF –, mas, principalmente, o retorno ao poder da máquina corrupta (liderada por Lula) que ensejara mesmo o aparecimento da Lava-Jato. Visava-se, assim, a tranquilidade principalmente da parte podre do estamento político, mas não terminava aí. Era imperioso dar um fim, para todo o sempre, à caça de bandidos, ladrões do suado dinheiro dos que trabalham e pagam impostos, inclusive os ladrões com assento no Congresso e em outras instituições federais.

A tranquilidade para essa gente passou a ser o objetivo maior da maioria do STF. Gilmar Mendes, que fora um dos chicotes do STF na condenação de bandidos na ação penal 470 (Mensalão), e impedira a construção, por Dilma Rousseff, de escudo para Lula (Dilma, para livrar o bandido-mor da cadeia, iria nomeá-lo Chefe de seu Gabinete, lembram?), deu uma guinada de 180º e tornou-se o pior (junto com Lewandowski, Toffoli, Celso de Mello e outros) inimigo da Lava-Jato. A partir daí, o projeto de trazer o ‘Princeps Corruptorum’, Lula, de volta ao poder, junto com o seu bando, tornou-se prioridade política majoritária do STF.

Este projeto foi bem sucedido, diga-se de passagem. Primeiro mudou-se a jurisprudência (criada há coisa de dois anos antes) da prisão após condenação em segunda instância. Na época, penso, ninguém se deu conta de que este fora o grande passo do projeto. Depois, num ato de suprema (sem ironia) cara de pau achou-se que o foro originário que julgou Lula não seria Curitiba, mas outro que, no momento, nem sabiam qual seria. Isto tudo após os processos de Lula terem sido julgados no TRF4 (Porto Alegre) e STJ, Brasília. E isso tudo como se a Justiça Federal de Curitiba fosse diferente (ou menos justa, sei lá) do que a mesma Justiça Federal em qualquer outra região do País. Em suma, haja cara de pau! Haja falta de vergonha!

Não bastasse isso as eleições de outubro passado foram um exemplo de parcialidade e embuste, dignos das mais caricatas ditaduras latino-americanas, como as de Cuba, Venezuela e Nicarágua. Até proibição de chamar Lula de ladrão e ex-condenado houve, entre outros primores autocráticos, como tapinhas íntimos na cara de ministro do TSE e, joia da coroa da falta de vergonha, a frase do mesmo ministro, na diplomação de Lula: “Missão dada, missão cumprida!” Sim, a missão que o STF assumiu para si mesmo fora finalmente cumprida a contento. Este deve ter sido o começo de tudo o que pode ser considerado errado e que não acaba bem, como falou Marco Aurélio.

Mas o pior está ainda para vir. Ainda este ano, Lula poderá indicar mais dois ministros para o STF. (Fora os que indicará para outras cortes superiores) Certamente não terão mais competência jurídica nem mais pudor do que os já nomeados anteriormente por Lula e Dilma. Certamente apenas levarão o STF (e outras cortes) a ser menos amado e menos respeitado do que já é.

Lewandowski, segundo notícias na imprensa, já está conversando com Lula sobre nomes a sucedê-lo e a Rosa Weber. Vejam que coisa aviltante: um ministro de suprema corte conversando com o presidente da República sobre a indicação de sucessores. Se contarmos isso a um cidadão de uma democracia consolidada, com certeza ele não entenderá. É absurdo demais, subdesenvolvido demais, ridículo demais, esculacho demais, bananeiro demais! Fico pensando em quem Lewandowski recomendou a Lula para sucedê-lo: será o Benedito?

Em suma, o que parecem pensar os ministros do STF que trouxeram Lula de volta à cena do crime? O Brasil que se lixe! O que interessa é que a ‘perseguição’ a ladrões do dinheiro público foi interrompida para sempre. A perseguição agora é a cidadãos de bem. É o que penso.

José J. de Espíndola

Engenheiro Mecânico pela UFRGS. Mestre em Ciências em Engenharia pela PUC-Rio. Doutor (Ph.D.) pelo Institute of Sound and Vibration Research (ISVR) da Universidade de Southampton, Inglaterra

 

STF forma maioria pela decisão de Alexandre de Moraes que afastou Ibaneis Rocha do Governo do DF

Governador do DF foi afastado do cargo por decisão de Alexandre de Moraes, após vandalização da praça dos Três Poderes

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria, nesta quarta-feira (11), para manter o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), afastado do cargo por 90 dias. O emedebista foi impedido de exercer a função pelo ministro Alexandre de Moraes, na madrugada da segunda-feira (9), horas após manifestantes terem invadido e depredado as sedes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Votaram com o relator os ministros Gilmar Mendes, Edson Fachin, Cármen Lúcia, Dias Toffoli e Luís Roberto Barroso. O plenário também referendou a decisão que pede prisão do ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança Pública do DF, Anderson Torres. 

Na decisão, Alexandre de Moraes alega que “absolutamente nada justifica a omissão e conivência do secretário de Segurança Pública e do governador do Distrito Federal com criminosos que, previamente, anunciaram que praticariam atos violentos contra os Poderes constituídos”. Para Moraes, Ibaneis Rocha teve “conduta dolosamente omissiva” por ter feito declarações  públicas “defendendo uma falsa livre manifestação política em Brasília — mesmo sabedor por todas as redes que ataques às instituições e seus membros seriam realizados —, como também ignorou todos os apelos das autoridades para a realização de um plano de segurança semelhante aos realizados nos últimos dois anos em 7 de setembro, em especial, com a proibição de ingresso na Esplanada dos Ministérios pelos criminosos terroristas; tendo liberado o amplo acesso.”

Horas depois da vandalização da praça dos Três Poderes, Ibaneis divulgou um vídeo em que pede desculpas aos chefes dos Poderes pelos atos de vandalismo praticados na capital federal. O afastamento do governador vale por 90 dias. Quem assume o Governo do Distrito Federal nesse período é a vice-governadora, Celina Leão. Na terça-feira (10), Leão reconheceu que houve uma falha no comando da polícia.

Fonte: R7

 

PT “pega fogo,” se divide e quer saída do Ministro da Defesa

O desestabilizador deputado André Janones (Avante-MG), um dos coordenadores da comunicação de Lula (PT), durante a campanha presidencial, usou as redes sociais, nesta terça-feira (10), para adiantar aos seguidores que José Múcio havia renunciado ao cargo de ministro da Defesa, destacando que a carta renúncia seria entregue nas próximas horas. Apesar de todo o mal-estar envolvendo a Defesa, os comandantes das Forças Armadas e a polêmica prisão de mais de 1,2 mil pessoas em Brasília, Múcio disse que não está deixando o posto “de jeito nenhum” e que a informação é completamente falsa. Deixou claro que a informação tem por objetivo criar instabilidade na área governamental.

Nos bastidores do Planalto, no entanto, é sabido que a alta cúpula do Partido dos Trabalhadores estaria desconfiada e insatisfeita com a atuação do ministro com as suas posições e querem a saída do Ministro da Defesa. Isso porque Mucio teria deixado escapar uma palavra acerca dos manifestantes contrários a Lula. Ele mencionou o termo “patriotas” e teria confidenciado a pessoas próximas que tem parentes que estavam acampados e, agora, estão detidos na Polícia Federal.

Em comparação com o ministro da Justiça, Flávio Dino (PSB), Múcio, por exemplo, foi mais ameno em relação aos manifestantes e disse que tudo iria se esvair com o tempo e que o Governo aguardasse. Mas, quando as depredações dos prédios públicos vieram à tona, ele teve que mudar o discurso e aceitou que os acampamentos em frente ao QG do Exército em Brasília fossem desmontados.

Se a renúncia ou exoneração de Múcio vier a ser confirmada nos próximos dias, diante das fortes pressões, ela poderá ser a primeira baixa ministerial de Lula em menos de duas semanas no poder, observando-se a questão séria que envolve a Ministra do Turismo. Demonstração clara de fraqueza do governo Lula.

Jornal da Cidade Online

 

Juristas defendem governador do DF, que tinha informações dos ministros da Defesa e da Justiça

Juristas criticam a decisão monocrática do ministro Alexandre de Moraes de afastar o governador Ibaneis sem o direito de defesa

O Instituto dos Advogados do Distrito Federal (IADF) divulgou nota de apoio ao governador do DF, Ibaneis Rocha, afastado do cargo por decisão monocrática do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, e criticou a determinação de Moraes. O IADF é uma representação composta por advogados e juristas.

O instituto lembra que Ibaneis foi eleito em primeiro turno com mais de 830 mil votos e destacou que ao longo da carreira, o governador que chegou a presidir a Ordem dos Advogados do Brasil no DF, sempre se mostrou defensor da democracia.

O IAD repudiou os atos de vandalismo, ocorridos no último domingo (08), e afirmou que o governador não pode ser responsabilizado pela depredação sem que haja investigação prévia e análise por uma corte competente.

Na nota pública, foi observado que o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro Filho, e o ministro da Justiça, Flávio Dino, também tinham ciência da manifestação, até então com caráter democrático, assim como Ibaneis Rocha.

O documento finaliza com a defesa da “ampla e irrestrita investigação e apuração dos fatos antidemocráticos e de barbárie para que os responsáveis, omissivos ou comissivos, respondam pelas suas condutas perante as Cortes competentes, observado o devido processo legal, inclusive no que tange à legitimidade e competências definidas pela nossa Carta Magna”

Coluna do Claudio Humberto