O comunista Flávio Dino foi ao Rio Grande do Norte depois da intervenção de Lula

O ministro da Justiça e Segurança Pública do Governo Lula (PT), Flávio Dino (PSB), conhecido por sua defesa veemente do desarmamento da população civil, viajou, neste domingo (19), para o Rio Grande Norte, onde facções criminosas “tocam o terror”, acompanhado de 100 policiais. O ministro havia preterido a ir imediatamente ao Rio Grande Norte com ataques diários das facções criminosas, para um encontro com um pessoal de uma ong na comunidade da Maré, no Rio de Janeiro, inclusive sem a devida e necessária segurança. Para Flavio Dino ir ao RN houve a necessidade de uma intervenção direta do presidente Lula

Uma escancarada hipocrisia…

A informação foi dada pelo Lula nas redes sociais.

“Hoje falei com ela e com o ministro @FlavioDino, que também está acompanhando a situação e irá amanhã ao estado, acompanhar o trabalho da Força Nacional. Seguiremos dando todo o apoio para retomar a paz e proteger a democracia no Rio Grande do Norte”, escreveu o presidente.

O Sindicato do Crime (SDC), facção que estaria por trás do caos que se instaurou no estado nos últimos dias, teria oferecido R$ 5 mil por cada pessoa que participasse dos ataques. Após a proposta, mais de 50 cidades foram afetadas. As orientações para as ações teriam sido comandadas de presídios e transmitidas a outros criminosos pelos advogados dos presos. O Sindicato pediu auxílio ao Primeiro Comando da Capital (PCC) para que as facções rivais se unam e reivindiquem melhorias no sistema carcerário do Rio Grande do Norte, estado comandado pela petista Fátima Bezerra.

A Força Nacional e agentes da Paraíba e do Ceará estão no local para reforçar o policiamento e permitir que serviços básicos – como a coleta de lixo, o transporte público e o ensino nas redes pública e privada – voltem a funcionar.

Jornal da Cidade Online

 

Governo Lula prorroga isenção de impostos para chineses e prejudica indústria nacional

A visita de Lula (PT) e numerosa comitiva à China vem sendo apontada como a origem de uma decisão que deve provocar o fechamento dos fabricantes brasileiros de equipamentos de proteção individual, como máscaras, luvas e seringas. Sexta (17), a Câmara de Comércio Exterior (Camex), presidida pelo ministro e vice-presidente Geraldo Alckmin, sem motivo razoável, prorrogou por mais um ano a isenção de impostos nessas importações, beneficiando chineses e prejudicando brasileiros.

Era uma emergência

A isenção na importação foi determinada em 2021, auge da pandemia, para reduzir o custo de luvas, máscaras etc. Era uma emergência.

Já não faz sentido

A isenção na importação, cuja vigência já havia sido prorrogada para o próximo dia 31, perdeu sentido após o término da pandemia de covid-19.

Empregos cancelados

Só um produtor de luvas médicas teve de demitir 650 funcionários em Paraíba do Sul (RJ), provocando desequilíbrio econômico na região.

Deboche na culpa

O governo sabe que sua decisão lesa o Brasil, tanto assim que tentou escondê-la, sugerindo que interessados aguardassem o Diário Oficial.

Coluna do Claudio Humberto

 

Federação Nacional dos Médicos e o Conselho Federal de Medicina questionam o Mais Médicos de Lula

Especialistas apontam retrocessos e a necessidade de todos os estrangeiros já terem a validação do diploma de médicos para atuar no Brasil

O novo formato do Mais Médicos para o Brasil, programa que recruta profissionais da saúde lançado nesta segunda-feira (20) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), provocou incômodo entre as principais entidades que representam a classe médica no país. Na avaliação das instituições, a iniciativa não promoveu mudanças significativas e trouxe retrocessos em relação ao Médicos pelo Brasil, programa da gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) que tinha a finalidade de incrementar a prestação de serviços médicos em locais de difícil provimento ou de alta vulnerabilidade do país.

Segundo o presidente da Federação Nacional dos Médicos (Fenam), Gutemberg Fialho, no Médicos pelo Brasil, os profissionais que eram convocados para atuar no programa tinham a carteira de trabalho assinada, e o contrato era válido por tempo indeterminado. No entanto, o novo Mais Médicos mudou essa regra.

“Com apenas quatro anos, não é possível fornecer segurança e estabilidade ao trabalhador. Isso pode comprometer a qualidade do trabalho oferecido pelos médicos. Dessa forma, o projeto não se torna sustentável”, disse Fialho ao R7.

“Tínhamos um programa estruturado, com mais de 18 mil médicos aptos a ingressar. Todos com a qualificação comprovada e que já tinham mostrado que têm formação compatível com as condições do país. Não gostaríamos de ver retrocessos. O governo tinha de aproveitar o que tinha de bom e avançar nos aspectos que precisavam ser melhorados”, acrescentou o presidente da Fenam.

Por meio de nota enviada à imprensa, o Conselho Federal de Medicina (CFM) destacou que “o Brasil possui profissionais em quantidade suficiente para atender às demandas internas por acesso à assistência, inclusive de programas governamentais”. A entidade informou que ainda está analisando o novo formato do Mais Médicos, mas disse esperar que o governo federal não deixe de cobrar a revalidação do diploma de profissionais formados no exterior.

“A aprovação no Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos (Revalida) deve ser condição obrigatória para que portadores desses títulos obtidos no exterior possam exercer a medicina no Brasil, após seu registro nos CRMs [Conselhos Regionais de Medicina]”, destacou o CFM.

Segundo a entidade, os programas de alocação de profissionais em áreas de difícil acesso devem observar a exigência legal do diploma, inclusive para reduzir os riscos de exposição da população a pessoas “com formação inconsistente”.

O CFM frisou ainda que o trabalho do médico brasileiro deve ser valorizado, “eliminando-se sua precarização e assegurando-se políticas de gestão nas três esferas de governo que ofereçam aos profissionais remuneração adequada e condições necessárias ao ético exercício da medicina”.

A avaliação é semelhante à de César Fernandes, presidente da Associação Médica Brasileira (AMB). “Nós entendemos que esses médicos não estão devidamente legitimados a atender a nossa população. Os médicos que vêm ao Brasil para trabalhar, de qualquer nacionalidade, precisam ter suas competências aferidas e comprovadas, ou seja, precisam validar o diploma”, afirmou, em entrevista ao R7.

O especialista argumentou que a provisão de médicos para a população tem que ser de Estado, não de governo. “Estamos formando um número absurdo de médicos. Em mais ou menos dez anos, teremos aproximadamente 1 milhão de médicos no Brasil. Então, a crítica vem para construir, e não destruir. Nós precisamos ter médicos qualificados, resolutivos, com competências comprovadas”, conclui Fernandes.

Fonte: R7

A lambança está de volta: O retorno do “Açougue Braziu”…

Quando você pesquisa sobre as empresas supercampeãs nos governos petistas do passado, não é incomum achar a JBS nos topos das listas beneficiadas. O BNDES foi um dos pilares no crescimento da empresa no Brasil. Porém, com a divulgação das delações premiadas pela imprensa, no auge da Lava Jato, Joesley teria confirmado em 2017 que 150 milhões teriam ido para campanhas de Lula e Dilma no exterior, através de conversas com Guido Mantega. As defesas de ambos sempre negaram, e em algumas entrevistas, os próprios se revelaram indignados com as acusações feitas pelos empresários.

Tudo indicava o fim da lua de mel entre os irmãos e o pessoal do PT.

Ledo engano.

Os pequenos produtores de carne da região do Pará, tiveram suas exportações encerradas depois do caso isolado de Vaca Louca em um pequeno frigorífico da região. Tudo indica que as novas configurações de negócios levem o comércio desses setores para o Oligopólio da Friboi, pois todo mundo sabe que o governo controla melhor o dinheiro dos oligopólios. E embora assuntos delicados sejam tratados com mais cuidado, é certo que a Câmara e o Senado vão endossar em parte alguns projetos políticos dos petistas.

A volta da China pode acalmar os parlamentares, que com certeza, trarão boas notícias as suas legendas.

Agora é seguir esse fio, e ver onde ele vai acabar. Com negócios fechados e exportações voltando ao normal, o desconto de 2% da picanha vai sumir novamente.

E nessa, a China não vai conseguir ajudar o barba e muitas pessoas que fizeram o “L” vão se esconder por um tempo.

Victor Vonn Serran

Articulista

 

Deputados vão à PGR para que Governo Lula seja investigado por se opor à CPMI

Os deputados federais André Fernandes (PL-CE), Nikolas Ferreira (PL-MG)e Filipe Barros (PL-PR) ingressaram com uma notícia-crime na Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-presidiário Lula (PT) e o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha.

Os parlamentares pedem que o órgão investigue os dois por uma suposta compra de apoio para que congressistas retirassem assinaturas da lista de adesão à instalação da CPMI de 8 de janeiro, que pretende apurar responsabilidades e omissões do Governo Lula durante os dias que antecederam as depredações aos prédios públicos de Brasília. O PT e aliados são contra a instauração do colegiado e demonstram desespero com essa possibilidade.

“Não vamos permitir que um “mensalão 2.0” aconteça – destacou André Fernandes, que é autor do pedido, e afirmou que Lula e Padilha andavam “perseguindo os parlamentares para que estes retirassem as assinaturas favoráveis à abertura da comissão; caso contrário, seriam preteridos na indicação de cargos, além de não receberem o pagamento das emendas individuais, conforme amplamente narrado no noticiário brasileiro”.

Apesar da pressão que o PT faz contra os opositores, a lista de adesão à Comissão continua com 191 assinaturas de deputados e 35 senadores. Bem a mais do que mínimo necessário.

Jornal da Cidade Online

 

Fórum de Defesa das Carreiras quer debater com o governador Carlos Brandão reivindicações dos servidores

O Fórum de Defesa das Carreiras do Poder Executivo encaminhou ofício ao governador Carlos Brandão, em que solicita uma reunião com as entidades sindicais e associativas para tratar sobre a pauta de reivindicações dos servidores do Estado. No documento consta 30 itens da pauta unificada, que devem ser discutidos pelos integrantes do Fórum junto ao Governo do Estado.

Já são oito anos de congelamento da tabela de vencimento do Plano Geral de Carreiras e Cargos (PGCE). No ano passado, após muita reclamação e insatisfação por parte dos servidores, o Governo do Estado concedeu reajustes diferenciados para grupos ocupacionais chegando, no geral, até 9%, percentual que foi dividido em duas vezes.

Segundo Cleinaldo Bil Lopes, presidente do SINTSEP e coordenador do Fórum de Defesa das Carreiras, durante esse período houve uma diminuição significativa do poder de compra e desvalorização da renda dos servidores do Poder Executivo.

“A perda salarial de 2015 até janeiro de 2022 varia de 51,95% a 60,41%, dependendo do grupo ocupacional. Se deduzimos os 9% do reajuste, as perdas diminuem levemente, mas não é o suficiente. Esperamos que o governador Carlos Brandão tenha sensibilidade e se coloque aberto ao diálogo com as entidades, pois esse é um assunto urgente e necessário”, afirmou.

Pauta

Entre os itens constante da pauta unificada de reivindicações estão a criação da data-base e da mesa de negociação permanente, composta paritariamente entre representantes dos trabalhadores e do governo. O Fórum também pede a reposição das perdas salariais da tabela de vencimentos do PGCE, bem como a reabertura da adesão ao Plano. As entidades solicitam, ainda, a realização de concurso público para todas as áreas de atuação do Estado e o pagamento integral do percentual do Piso Salarial do Magistério.

Fonte: SINTSEP-MA

 

Secretário da SMTT desafia a Câmara Municipal e não vai a convocação para debate do transporte coletivo

        O Secretário Municipal de Trânsito e Transportes de São Luís, Diego Baluz, para alguns vereadores demonstra não ter capacidade para o exercício do cargo e para outros é um instrumento utilizado como marionete e que ocupa o cargo como uma espécie de preposto dos empresários de transportes coletivos. Por inúmeras vezes já foi pedido o afastamento dele do cargo, pela exacerbada incompetência na administração do trânsito da capital e no deficiente serviço de transporte coletivo.

Diego Baluz foi convocado pela Câmara Municipal de São Luís para colocar à disposição dos vereadores, uma planilha dos custos das passagens dos transportes coletivos do capital, realizada por uma empresa contratada pela SMTT, que serviu de base para a prefeitura de São Luís aumentar os valores das passagens.

O titular da SMTT, além de comparecer e nem justificar a ausência, não encaminhou uma cópia da planilha, o que acabou resultando em forte indignação dos vereadores presentes à tarde de hoje no plenário para a sessão com o secretário. Para a maioria, a Prefeitura de São Luís aumenta ainda mais distância entre o executivo e o legislativo e isso ocorre, justamente depois da aprovação em segunda convocação do Plano Diretor de São Luís, que se encontra com o prefeito para sanção.

A sessão ordinária de amanhã promete ser muito quente com severas críticas ao prefeito de São Luís, que na visão dos vereadores, demonstra mais uma vez que não tem interesse em governar com a participação coletiva do legislativo, o que acaba por prejudicar a população. A questão do transporte coletivo de São Luís é da maior importância, mas pelo que vem se observando, o serviço é cada vez precário e altamente prejudicial a população e parece ser indiferente ao executivo. Por outro lado, o legislativo se manifesta contra a verdadeira esculhambação que é o transporte coletivo de São Luís. As reações sobre a ausência do secretário Diego Baluz prometem na sessão desta terça-feira.

Fonte: AFD

 

Eduardo DP da corrupção na Codevasf lucrou no governo Flavio Dino e fez alianças no Maranhão

O empresário conhecido como “Eduardo DP”, sócio oculto da Construservice, empreiteira que está no centro de suspeitas de corrupção com verbas da estatal federal Codevasf, manteve relações políticas no Maranhão com aliados de Flávio Dino (PSB). A empresa também foi uma das maiores beneficiadas por verbas para obras de pavimentação no período em que o atual ministro da Justiça, além de seu vice, Carlos Brandão (PSB), governaram o estado recebeu cerca de R$ 710 milhões de 2015 a 2022.

Investigação da Polícia Federal aponta suspeita de que a Construservice pagou propina de R$ 250 mil a um gerente da Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba).

Em 2022, Eduardo DP, que se chama Eduardo José Barros Costa, chegou a ser preso nessa apuração. O empresário aparece em ao menos duas fotografias com Dino em eventos no interior do Maranhão.

Questionado sobre a relação de seus aliados com Eduardo DP e sobre negócios da Construservice com o Governo do Maranhão, o Ministério da Justiça do governo Lula disse que Dino “não mantém e nunca manteve relação com empresários citados”.

Em outubro de 2021, o então governador posou para foto ao lado de Eduardo DP, no dia em que entregaria obras de pavimentação. O deputado federal Márcio Jerry (PC do B-MA) também aparece na imagem. Ele afirma que o encontro foi “por acaso”, “quando houve o pedido da foto” no aeroporto. “Políticos são permanentemente demandados para tirar fotos em eventos ou viagens. Essa foto foi em Codó, em uma viagem em que eu acompanhava o governador”, disse Jerry.

Dino já havia dividido o mesmo palanque de Eduardo DP em setembro de 2017, em ato político em Vitorino Freire. O atual ministro das Comunicações, Juscelino Filho (União Brasil), e outros políticos do estado também acompanharam a cerimônia. Não há registro de apoio público ou menção a Eduardo DP em discursos de Dino.

Já o coordenador político da campanha de Dino em 2022, Othelino Neto (PC do B), mantém uma relação de amizade com o sócio oculto da Construservice. Ambos se encontram em dias de lazer em condomínio de Barreirinhas (MA), onde têm casas, e já posaram juntos para fotos.

FOLHAPRESS

 

Depois de uma semana de terror e 252 ataques, o ministro da Justiça resolve ir ao RN

População sofre nas mãos de criminosos; ministro ainda não foi ao estado desde o início dos ataques

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, finalmente desembarcou no Rio Grande do Norte na noite deste domingo (19) aparentemente por determinação do presidente Lula. O ministro demorou quase uma semana do início dos ataques que facções criminosas iniciaram contra comércios e instituições públicas.

Foram realizados ao menos 252 ataques contra a população, prédios públicos, comércios e veículos desde a última terça-feira (14), segundo dados divulgados pela Secretaria de Segurança Pública e da Defesa Social do RN nesse sábado (18).

Para autoridades estaduais, os atos seriam “retaliação” do crime organizado a ações repressivas do governo, que resultaram em prisões nas últimas semanas.

Neste domingo, uma estação de trem de Parnamirim, próximo a capital Natal, foi atacada por criminosos. A onda de ataques no Estado, governado pela petista Fátima Bezerra, teve início na última terça-feira (14).

Diário do Poder

Prefeitura de São Luís não atende as pessoas maioria idosas na madrugada e na chuva para marcar consultas

A TV Mirante mostrou na manhã de hoje, mais uma cena de revolta e indignação das pessoas. A maioria idosa, que desde a madrugada e com muita chuva enfrentaram fila e foram totalmente desrespeitadas na Central de Marcação de Consultas, como cidadãs detentoras de direitos, com a informação que não poderiam marcar consultas, com justificativas de que deveriam ligar para um tal disque-saúde, que a maioria dos presentes revelou que não funciona.

A cena de hoje foi mais uma das inúmeras que se repetem, com a indiferença do Sistema Municipal de Saúde, da Prefeitura e São Luís, do Ministério Público da Saúde e mais precisamente da Câmara Municipal de São Luís, que recentemente anunciava uma Comissão Parlamentar de Inquérito para apurar irregularidades na aplicação de recursos pela saúde municipal, mas que pelo visto, diante de “acordos” não prosperam para lascar ainda mais o povo.

Gente, o que se vê é muito dolorido, quando o poder público nega direitos da população e tenta dar uma ideia de que as pessoas tenham que se adequar ao que a administração municipal quer. O mais sério dentro do contexto e que os órgãos de controle, que deveriam garantir o direito à saúde de todos, e de maneira especial a idosos, gestantes, deficientes e mais precisamente crianças portadoras de doenças diversas, vergonhosamente compactuam com desrespeito imposto pela Prefeitura de São Luís. Uma observação muito importante é que os serviços são garantidos pelo SUS.

Fonte: AFD