Juiz condena Facebook indenizar 8 milhões de pessoas por vazamento de dados pessoais

Quando há violação dos direitos fundamentais da personalidade, que protegem a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem, deve-se impor indenizações por dano moral ou material. Com esse entendimento, o juiz Douglas de Melo Martins, da Vara de Interesses Difusos e Coletivos do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA), condenou a empresa Facebook Serviços Online do Brasil Ltda ao pagamento de indenização por danos morais no valor de R$ 500 a cada usuário diretamente atingido por vazamento de dados pessoais ocorrido em 2021. No Brasil, 8,064 milhões de pessoas tiveram informações sensíveis expostas pela empresa.

Além disso, o Facebook foi condenado a pagar R$ 72 milhões a título de danos morais coletivos, devendo ser o valor revertido ao Fundo Estadual de Interesses Difusos.

A sentença acolheu parcialmente os pedidos formulados em ação civil coletiva proposta pelo Instituto Brasileiro de Defesa das Relações de Consumo (Ibedec/MA). A entidade argumentou que o Facebook contrariou a proteção legal garantida aos consumidores quanto aos seus direitos fundamentais à privacidade, à intimidade, à honra e à imagem ao ter vazado, indiscriminadamente, dados pessoais como números de telefone, e-mails, nomes, datas de nascimento e locais de trabalho.

Os dados pessoais ganharam maior proteção após a promulgação da Emenda Constitucional 115/2022. A decisão destacou ainda as normas da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), que enuncia como fundamentos o respeito à privacidade e a autodeterminação informativa, estipulando que o tratamento de dados pessoais somente pode se dar mediante consentimento do titular.

O magistrado citou ainda o Marco Civil da Internet, que estabelece princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da internet no Brasil e a defesa do consumidor online.

“Oportuno pontuar que os agentes de tratamento devem adotar medidas de segurança, técnicas e administrativas, aptas a proteger os dados pessoais de acessos não autorizados e de situações acidentais ou ilícitas de destruição, perda, alteração, comunicação ou qualquer forma de tratamento inadequado ou ilícito”, afirmou o juiz.

Martins entendeu que o Facebook agiu em total desconformidade com o ordenamento jurídico brasileiro ao permitir a extração de dados de suas plataformas, de milhões de usuários, por ferramentas automatizadas, não importando que o tratamento ilícito tenha sido cometido por terceiro, pois competia ao Facebook a garantia da proteção dos dados pessoais de seus usuários.

O magistrado observou que o valor da indenização pelos danos morais coletivos não pode ser insignificante, sob pena de não atingir o propósito educativo, mas também não deve ser exagerado e desproporcional a ponto de tornar-se excessivamente oneroso.

“No Brasil, ao contrário do que ocorre nos Estados Unidos e na Europa, as indenizações têm sido arbitradas em valores irrisórios, especialmente nos últimos anos, muito em decorrência de absurdos do passado, quando a simples devolução de um cheque resultava em indenização milionária”, citou ele, lembrando caso em que a Petrobras foi obrigada a pagar multa de US$ 853,2 milhões, valor que atualmente equivale a R$ 4,21 bilhões.

“Deve-se considerar que o vazamento de dados atingiu uma gama relevante de usuários em todo o país e que, em casos semelhantes ao discutido nesta lide, a parte ré propôs acordos e recebeu condenações milionárias pela prática reiterada de vazamentos de dados, como no caso ‘Cambridge Analítica’, em que o Facebook recebeu multa de US$ 5 bilhões, aplicada pela Federal Trade Commission (FTC), pelo uso indevido de dados pessoais de aproximadamente 87 milhões de usuários”, destacou ele.

A condenação da empresa ao pagamento de R$ 500 por danos morais individuais aos usuários diretamente atingidos, com o trânsito em julgado, deverá ocorrer em cumprimento individual de sentença no foro de residência de cada consumidor afetado.

Fonte: CONJUR

Sérgio Moro cobra explicações do PT por ação pela volta de visita íntima a presos federais

Caso houvesse um parecer positivo, medida poderia beneficiar integrantes do PCC e outras facções sob custódia federal

O senador e ex-ministro da Justiça Sergio Moro (União-PR) iniciou uma ofensiva contra o PT nesta sexta-feira (24), ao pedir explicação do partido sobre a autoria de uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) que pede a volta de visitas íntimas em presídios federais. Caso houvesse um parecer positivo, a medida poderia beneficiar integrantes do PCC sob custódia federal.

“O PT deve uma explicação ao Brasil sobre sua participação como autor na ADPF 518 junto ao STF (Supremo Tribunal Federal), quando tentou derrubar a proibição feita pelo MJ (Ministério da Justiça) de visitas íntimas às lideranças do PCC e do CV em presídios federais”, disse Moro, pelas redes sociais. 

A reação de Moro ocorre após Lula comentar, sem provas, que o plano descoberto pela Polícia Federal que tinha como alvo o ex-juiz e a família dele era uma “armação”. “É visível que é mais uma armação, mas isso a gente vai esperar, não vou atacar ninguém sem ter provas”, disse o petista ao ser questionado sobre o fato de estar ou não acompanhando os desdobramentos da operação.

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ADPF foi extinta pelo Supremo pela perda do objeto da ação em razão de uma alteração na lei que dispõe sobre a transferência e inclusão de presos em estabelecimentos penais federais de segurança máxima e dá outras providências. “O desastre foi evitado somente porque o STF extinguiu a ação e protegeu a sociedade contra o crime”, completou Moro.

Até então, Moro não havia feito nenhuma relação entre o PT ou Lula e as facções criminosas por trás do planejamento do ataque contra ele. O senador chegou a ser elogiado por parlamentares por não “politizar” as investigações.

A associação entre o governo Lula e o PCC tem sido feita por parlamentares da oposição, que chegaram a relacionar o plano da facção criminosa de executar Moro e sua família, além de outras autoridades e servidores públicos, com a fala do presidente de querer vingança contra o ex-ministro da Justiça. Não há nenhuma evidência de relação entre os acontecimentos.

Fonte: R7 

 

Jornalista da Globo reconhece que Lula ‘voltou só para se vingar’ e que governo pode estar no fim

Uma rápida análise da jornalista da Globo News, Andréia Sadi, que passou toda a campanha eleitoral de 2022 em defesa do ex-presidiário Lula, caiu como uma verdadeira ducha de água fria nos colegas que participavam do programa Estúdio i, apresentado por ela:

“Ele fez uma campanha toda no ‘não tem revanchismo, é só love, Lula, paz e amor, ministério do namoro e coisa e tal’… Vou te falar, está me parecendo #vingativo. Tem muitas das declarações dele, sim, que estão contaminando… geralmente é ministro ou assessor que contamina o andamento do governo, mas com este tipo de declaração, quem está contaminando neste momento é o próprio presidente”, disse, evidentemente decepcionada.

Sadi se referia à duas declarações recentes do ‘molusco’.

A primeira, na entrevista ao site de esquerda TV247, quando ele disse que ‘queria foder esse Moro e se vingar dessa gente”, se referindo ao ex-juiz e atual senador Sérgio Moro. E a outra, a afirmação absurda de que ‘seria armação de Moro’, a operação realizada pela PF na quarta-feira (22) que desbaratou uma facção criminosa com planos de sequestro e assassinato do próprio senador e sua família, além de outras autoridades.

O reconhecimento da jornalista global vai além, comprovando que ele mentiu ao povo brasileiro para obter votos. Mas dá a entender também que o desgoverno do Janjo caminha para seus últimos atos. Lula nunca quis governar e sua atitude, desde que colocou os pés no Palácio do Planalto, neste terceiro mandato, evidencia a falta de vontade mesclada à incapacidade e uma boa dose de confusão mental.

Enquanto o país afunda, ele parece só pensar em como materializar a vingança que construiu em sua mente nos 580 dias em que ficou trancafiado. Uma vingança que coloca todos os cidadãos brasileiros sob ameaça.

O impeachment é imprescindível.

Jornal da Cidade Online

 

Presidente da Petrobrás aumenta o próprio salário que salta de R$115 para R$165 mil

Salário do presidente da estatal já era um dos maiores do mercado

O ex-senador petista Jean Paul Prates já mostra a que veio, ao assumir a presidência da estatal Petrobras: seu salário, que já era muito alto, vai aumentar 44% e pular para R$165 mil mensais. O presidente da Petrobras já recebia R$115 mil mensais, um dos maiores salários do mercado, mas o valor – que não inclui regalias, privilégios e mordomias – não satisfazia o novo presidente.

Desse modo, o conselho de administração da empresa, presidido por Prates, definiu que vai analisar na próxima reunião uma proposta de “correção” da remuneração fixa dos administradores da companhia. Na verdade, um vergonhoso aumento de 44%.

A Petrobras divulgou comunicado nesta quinta-feira (23) afirmando que o aumento seguiria o Índice de Preços no Consumidor (INPC) acumulado de 2013 a 2022.

Diário do Poder

Oficialmente com ‘pneumonia leve’, Lula suspende embarque para China

Aos 77 anos e com saúde fragilizada, Lula já foi hospitalizado desde sua posse

Poucas horas depois de revelar-se “descompensado”, chamando de “armação” a trama descoberta pela Polícia Federal para assassinar o senador Sérgio Moro (União-PR), o presidente Lula (PT) foi levado para fazer exames no Hospital Sírio Libanês, na noite desta quinta-feira. Oficialmente, o presidente estaria acometido de “pneumonia leve”, segundo divulgou sua assessoria, mas não há confirmação desse suposto diagnóstico por fonte independente ou pelo próprio hospital.

Com saúde fragilizada e idade avançada, 77 anos, o presidente já foi submetido a exames várias vezes, desde sua posse em 1º de janeiro.

Com isso, a Presidência da República informou que o embarque de Lula para a China, previsto para a manhã deste sábado (25), foi suspenso e depende de nova avaliação médica, a fim de ser confirmada para a manhã de domingo (26).

Ontem, ele esteve no Rio de Janeiro, em evento no Complexo Naval de Itaguaí e também visitou as obras de reconstrução do Museu Nacional, além de haver participado de evento no Teatro Municipal.

Diário do Poder

 

Desequilíbrio de Lula começa a chamar atenção

Voltou a intrigar os meios políticos mais uma exibição de desequilíbrio do presidente Lula (PT), tomado por um ódio obsessivo, chamando de “armação” a trama criminosa para atentar contra a vida do senador Sérgio Moro (União-PR) e sua família, do promotor Lincoln Gakiya e de autoridades policiais estaduais. O plano foi descoberto pela Polícia Federal, que inclusive mobilizou 120 homens na captura da quadrilha, e o Grupo de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do MP/SP.

Tomado pelo ódio

O ataque sem provas ocorre dois dias após afirmações ameaçadoras de Lula contra o ex-juiz que o prendeu por corrupção e lavagem de dinheiro.

PF e MP sob ataque

O objetivo de Lula, avaliam opositores, seria desmoralizar instituições que combatem o crime, como a Polícia Federal e o Ministério Público.

Ele não está bem

A jornalista Dora Kramer resumiu o que “já estava claro: os constantes choros do presidente denotavam um certo desequilíbrio emocional”.

Coluna do Claudio Humberto

 

Deputado Deltan aplica lição de direito e mostra que Lula cometeu “crime de responsabilidade”

O deputado federal Deltan Dallagnol se revoltou com a afirmação do Lula em que destaca que o plano do PCC contra Sérgio Moro seria uma ‘armação’ do próprio senador. Em uma verdadeira aula de direito, Deltan mostrou que Lula cometeu crime de responsabilidade.

“Lula disse que a investigação do atentado do PCC contra Sérgio Moro é uma ‘armação do Moro’, atacando as instituições e agindo de modo incompatível com a dignidade, a honra e o decoro do cargo, o que configura crime de responsabilidade – att. 9º, VII, da Lei 1.079/50.

Lula está defendendo o PCC, como ‘vítima de uma armação’, contra os agentes da lei. Está negando o vínculo criminoso dos 9 presos, o imóvel alugado para monitorar a família, o mapeamento dos deslocamentos, o dinheiro e carro apreendidos e mais, como negava as provas da Lava Jato.”, escreveu deputado, em suas redes sociais.

Deltan ainda disse mais:

“Lula ataca a credibilidade de seu Ministro da Justiça, dos presidentes da Câmara e do Senado, da Polícia Federal, do Ministério Público Federal, do GAECO do MP/SP e da Justiça, como se fossem farsantes e mentirosos, em mais uma teoria da conspiração lulesca que nega a realidade.

Em vez de se colocar do lado da lei, das forças de segurança e das vítimas, Lula se colocou do lado do PCC. Não surpreende que ao dar a declaração tenha feito isso do lado de Renan Calheiros e Daniela do Waguinho, ambos investigados por crimes que o negacionismo petista não vê.”

Para finalizar, o parlamentar ainda deixou uma lição:

“O presidente riu quando perguntado sobre o atentado à vida de uma família. Ele deve ser chamado à responsabilidade. Tem um megafone e sua postura e fala enfraquecem a proteção da vida de um agente da lei e sua família. O sentimento é de revolta.”

Jornal da Cidade Online

 

Sérgio Moro para Lula: O senhor não tem decência, não respeita a liturgia do cargo, a PF e mente com risadas

O senador Sergio Moro (União Brasil-PR) não ficou calado diante dos risos do Lula sobre as ameaças da facção criminosa PCC. O alvo do PCC era Sérgio Moro e sua família. Lula disse que tudo foi uma “armação”.

Ao vivo na CNN Brasil, Moro não perdoou:

“Então quero perguntar ao senhor presidente da República: O senhor não tem decência? O senhor não tem vergonha com esse seu comportamento? O senhor não respeita a liturgia do cargo? O senhor não respeita o sofrimento de uma família inocente? O senhor não respeita o combate que os agentes da lei, e aqui eu me incluo, como ex-ministro da justiça e, antes, juiz, o combate que nós fizemos ao crime organizado”, indagou Moro.

“Não posso admitir que o presidente da República, o maior magistrado do país, trate um assunto dessa severidade e dessa gravidade dando risada e mentindo à população brasileira, sugerindo que poderia ser, de alguma forma, uma armação feita da minha parte”, complementou.

“Se acontecer alguma coisa com a minha família, a responsabilidade está nas costas deste presidente da República.”

Jornal da Cidade Online

 

Lula desmoraliza Flavio Dino e PF ao tratar plano do PCC como armação do Moro

O presidente Lula (PT) voltou, nesta quinta-feira (23), a expor sua ideia fixa de vingança contra o senador Sérgio Moro (União-PR), que foi responsável por condená-lo por corrupção e lavagem de dinheiro e o levar à prisão em 2018. Ao ser questionado sobre a operação de ontem (22) que desarticulou uma trama da facção criminosa PCC para matar Moro, sua família e um promotor, Lula sorriu e acusou, sem provas, o senador e ex-juiz federal de “armar” um plano investigado e combatido pelas forças de segurança brasileiras.

A fala de Lula, ao visitar o Complexo Naval de Itaguaí, no Rio de Janeiro, desmoraliza o próprio ministro da Justiça, Flávio Dino, e desrespeita a credibilidade do trabalho da Polícia Federal, que investigou o plano da organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) e mobilizou 120 agentes para prender 11 criminosos que planejavam ataques ao ex-juiz da Operação Lava Jato e outras autoridades.

“Eu não vou falar, porque eu acho que é mais uma armação do Moro. Mas eu quero ser cauteloso. Eu vou descobrir o que aconteceu. É visível que é uma armação do Moro”, disse Lula, que teve condenações revogadas por irregularidades processuais do então juiz Sérgio Moro.

Sérgio Moro foi informado, no final de janeiro pelo MP de São Paulo, sobre o plano mortal que o tinha como alvo. E recebeu segurança reforçada, inclusive pela Polícia Federal.

Diário do Poder

 

Lula volta a atacar Banco Central e diz que atentado contra Sérgio Moro é ‘armação’

Presidente disse que não ‘acusaria sem provas’, mas arriscou comentário sobre ação que prendeu suspeitos de planejar ataque

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a criticar nesta quinta-feira (23) a manutenção da taxa básica de juros (Selic) em 13,75% pelo Banco Central e comentou que o plano descoberto pela Polícia Federal que tinha como alvo o ex-juiz e agora senador Sergio Moro (União-PR) é uma “armação”.

“É visível que é mais uma armação, mas isso a gente vai esperar, não vou atacar ninguém sem ter provas”, disse o presidente ao ser questionado sobre o fato de estar ou não acompanhando os desdobramentos da operação da Polícia Federal (PF). 

Nesta quarta-feira (22), a PF cumpriu 11 mandados de prisão contra suspeitos de planejar os atentados. Durante as apurações, foi identificado que um olheiro, ligado à facção criminosa PCC, estaria fazendo campana na frente da casa do senador, em Curitiba. As investigações mostram que os suspeitos pretendiam realizar os ataques de forma simultânea em vários estados. A operação foi anunciada pelo ministro da Justiça, Flávio Dino, que afirmou que as investigações começaram há cerca de 45 dias, depois que o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), informou sobre a possibilidade dos ataques.

“Especificamente em relação ao senador Moro, chamou a atenção, e foi determinante para a PF, o fato de já haver atos de montagem de estruturas para perpetração de crimes no Paraná. Isso que levou parte da investigação a tramitar no Paraná”, afirmou o ministro.

Nesta quarta, Moro apresentou um projeto de lei no Senado com o objetivo de tornar mais duras as penas contra o crime organizado. Ele disse que espera apoio do governo federal para aprovar o projeto como um “pedido de desculpas” por declarações recentes de Lula sobre o senador. A declaração do ex-ministro e ex-juiz se refere à afirmação de Lula de que alimentava uma ideia de vingança contra o senador quando estava preso, em Curitiba. Para Moro, a fala de Lula — de que “só vou ficar bem quando eu f… com o Moro” — expõe ele e a família a uma situação de “vulnerabilidade”. 

Banco Central

Em mais uma ofensiva contra o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, o petista voltou a criticar a taxa básica de juros (Selic) em 13,75% e disse que o chefe do BC tem que “cumprir a lei”. “Ele precisa cuidar da política monetária, mas também do emprego, da inflação e da renda do povo. É isso que está na lei. Ele não está fazendo isso. Se estivesse fazendo, eu não estaria reclamando.”

Ontem, o BC anunciou a decisão de manter a Selic em 13,75% ao ano, o maior patamar desde 2017. A medida desagradou ao governo federal. Em outra oportunidade, Lula sugeriu revisar a autonomia do banco.

O presidente cumpre agenda no Rio de Janeiro, onde visita o Complexo Naval de Itaguaí para acompanhar os avanços do Programa de Desenvolvimento de Submarinos, batizado de ProSub. O programa concluiu os testes de imersão do submarino S-41, o “Humaitá”. Ele retorna a Brasília ainda nesta quinta-feira (23).

Fonte: R7