Terrorismo do Hamas matou impiedosamente mulher de 90 anos, sobrevivente do Holocausto Nazista

Gina Smiatich, de 90 anos, sobreviveu ao Holocausto nazista. Entretanto, Israel acaba de confirmar que Gina, nascida na então Checoslováquia em 1933 e sobrevivente do campo de concentração estabelecido pelos nazistas na cidade de Terezín, perto de Praga, foi assassinada pelo Hamas no massacre de 7 de outubro em Israel. Gina Smiatich foi assassinada “a tiros” pelos terroristas, “a sangue frio”.

“Gina (90) sobreviveu ao Holocausto infligido pelos nazistas contra os judeus. Ela testemunhou, as atrocidades que ceifaram a vida de 6 milhões de judeus. Na semana passada, terroristas do Hamas invadiram a sua casa em Israel e mataram-na a tiros. Ela foi assassinada a sangue frio. Que sua memória seja uma bênção.”

O massacre de 7 de outubro foi o maior genocídio de judeus desde o Holocausto. Mas, em sua moral invertida, o PT acusou de “genocídio” a vítima do terror e inventou “sequestros de civis” cometidos por Israel. Gina não sobreviveu ao ‘Holocausto’ do Hamas.

A extrema-esquerda brasileira apoia o novo Holocausto. Quem é neonazista, afinal?

Jornal da Cidade Online

 

Jatinhos da FAB são usados 8 vezes ao dia. O ministério da Justiça, de Flavio Dino é o maior usuário

Entre 18 de setembro e 10 de outubro foram registrados 167 novos voos de autoridades nos jatinhos da Força Aérea Brasileira (FAB). Segundo dados da transparência da Aeronáutica, o total já subiu para 1.647 voos em 2023, sem contar viagens do presidente, e do vice. Os voos podem ser requisitados por ministros do governo Lula, presidentes da Câmara, do Senado e do Supremo Tribunal Federal, além dos comandantes das Forças Armadas. Em média, foram 8 voos por dia em 22 dias.

Ministério campeão

O Ministério da Justiça de Flávio Dino mantém a liderança na Esplanada do maior número de voos de jatinhos da FAB: 78 até agora, este ano.

Congresso voador

Apenas as presidências da Câmara dos Deputados (113) e do Senado (92) realizaram mais voos nos jatinhos da FAB.

Uber pra quê?

O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, que no primeiro governo Lula só usava aviões de carreira, usa e abusa de jatinhos: 47 viagens em 2023.

Diário do Poder

 

Desmatamento na Amazônia cresceu 51% em setembro

Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) apontam que o desmatamento na região amazônica cresceu 51,1% em relação a agosto. A plataforma TerraBrasilis registra 26,3 mil focos de destruição. Em agosto foram 17,4 mil focos. O Inpe considera desmatamento e queimada. Setembro já é o mês de maior devastação do ano e tem a sétima pior marca de toda a série histórica do instituto. O Pará segue como o Estado que mais desmatou, responde por 35,5% da devastação.

Triste ranking

O Amazonas recebe a prata no ranking de desmatamento, responde por 18,4% do total. Em terceiro está Mato Grosso, com 18,2%.

Recorde

Setembro também registra um lamentável recorde: foi o mês em que houve maior desmatamento de vegetação primária, com 10,4 mil focos.

Motosserra

Entre janeiro e agosto, foram registrados 29,8 mil focos de desmatamento, próximo aos 26,3 mil focos de setembro.

422,6 mil focos

A plataforma TerraBrasilis começou a registrar a destruição em agosto de 2019. Desde então, são 422.661 focos de desmatamento até agora.

Coluna do Claudio Humberto

 

Governo Lula rebatiza grupo terrorista Hamas de ‘movimento’

O contorcionismo ideológico do governo Lula e do PT rebatizou de “movimento” o grupo terrorista Hamas, apesar de haver executado três brasileiros – o gaúcho Ranani Glazer, de 24 anos, e as cariocas Bruna Valeanu, 24, e Karla Stelzer, 42, três dos 260 assassinados porque se divertiam em uma festa rave. Isso sem contar centenas de adolescentes e idosos, e até crianças, todos fuzilados ou sequestrados. Covardes, por serem terroristas, perseguiram e mataram apenas civis desarmados.

‘Soldados’ do mal

Políticos e jornalistas sob influência do governo Lula também chamam os terroristas do Hamas de “combatentes” e até mesmo de “soldados”.

Passando pano

No esforço de “passar pano” nos terroristas, até veículos de mídia no Brasil já nem mencionam o começo de tudo: as atrocidades do dia 7.

Tropa do ódio

Omitir as atrocidades do Hamas dez dias depois de cometidas é uma estratégia para escondê-las e retomar o discurso de ódio contra Israel.

Coluna do Claudio Humberto

 

Padres ameaçados de morte no Ceará cancelam missas

Bispo e padres decidiram não rezar missas ou ir a eventos na cidade

O bispo dom Ailton Menegussi e quatro padres foram ameaçados de morte na cidade de Tauá, no interior do Ceará. Por segurança eles escolheram evitar celebrar missas e eventos católicos na região. Segundo Géu, o pároco da comunidade, o bispo, e outros quatro sacerdotes da região, não compareceram à comunidade durante o ano por conta das supostas ameaças.

“Todos vocês já perceberam que esse ano, Dom Ailton não veio à Tauá, em nenhuma ocasião e queria também estar conosco nessa hora da festa. Não é novidade para a cidade e para o município, porque esta conversa é encontrada em toda esquina. Dom Ailton não vem à Tauá este ano, porque está ameaçado de morte aqui”, afirmou o padre durante o encerramento da Festa de Nossa Senhora do Rosário. 

“Então, por segurança e para evitar que a coisa se torne outro rumo, a prudência pede que ele [bispo] e os padres não venham. Nós passamos o ano inteiro sem dar uma só palavra acerca dessa situação. Mas chegou a hora de assumiremos publicamente essa situação”, completou.

A Secretaria da Segurança Pública afirmou em nota que, a Polícia Civil investiga a denúncia de ameaça contra os líderes religiosos. A prefeita de Tauá, Patrícia Aguiar, repudiou as ameaças e manifestou solidariedade aos religiosos em seu perfil do Instagram.

“Como prefeita de Tauá e cristã da Igreja Católica registro a minha inguinação pelas injustas ameaças feitas contra a vida do Bispo D. Ailton, da Diocese Crateús, e aos Padres Talles, Elton, Neto e Damásio, e, ao mesmo tempo, presto a mais absoluta solidariedade aos mesmos. Esperamos que a Justiça seja feita para ser combatido esses atos de extrema insensatez”, afirmou a gestora municipal.

Apesar da informação ser pública de ameaça ao bispo e aos padres, a CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, ainda não veio a público se manifestar em defesa dos ameaçados.

Diário do Poder

 

Frente a frente, Gilmar Mendes e Rodrigo Pacheco se “estranham” por questões de poder

Durante um evento com empresários em Paris neste sábado (14), o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), se “estranhou” com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Os dois chegaram a sair do objetivo do evento, colocando questões inerentes a política brasileira no contexto.

Gilmar, afirmou:

“Se a política voltou a ter autonomia, eu queria que fizessem justiça, foi graças ao Supremo Tribunal Federal. Se hoje nós temos a eleição do presidente Lula, isso se deve a uma decisão do Supremo Tribunal Federal. É preciso reconhecer isso.” Em seguida, Gilmar afirmou que é necessário discutir outras reformas mais importantes antes de se falar na reforma do Judiciário. E considerou, até mesmo, o debate sobre o “semipresidencialismo”. “Hoje, se eu fosse discutir uma reforma importante, eu diria, presidente Pacheco: ‘O Ministério da Defesa não poderia ser ocupado por ministro militar, teria que ser por um civil’. Eu faria listas de reforma relevantes, mas algumas de compreensão básica, como o papel das Forças Armadas no artigo 142. O que nós podemos fazer para que o sistema se estabilize?”, disse.

Rodrigo Pacheco limitações ao STF

Rodrigo Pacheco defendeu, por sua vez, mudanças no funcionamento dos Poderes para responder à “crise de credibilidade” enfrentada por eles. Uma das ideias é limitar os que podem apresentar ações ao STF para evitar que a Suprema Corte tenha “contato constante com a sociedade”.

“Deve ser implementada a limitação de acesso ao STF para evitar que tenha ponto de contato constante com a sociedade em função das decisões que seja instado a fazer, e reservar o STF às decisões mais relevantes de índole mais constitucional”, disse. A proposta, segundo Pacheco, poderá ser colocada em debate, assim como projetos para estabelecer mandato para ministros do STF e para disciplinar decisões monocráticas – concedidas individualmente pelos magistrados.

Jornal da Cidade Online

Flávio Dino e o General G. Dias serão denunciados em relatório separado na CPMI do 8 de janeiro

O senador Izalci Lucas, membro ativo da CPMI do 8 de janeiro, protocolou um voto em separado com seu relatório sobre as investigações promovidas pela Comissão. A CPMI agendou para a próxima terça-feira a leitura do relatório da senadora Eliziane Gama, e a expectativa é que a senadora apresente um texto com a narrativa do governo Lula, enquanto a oposição e parlamentares independentes apresentarão seus próprios relatórios e votos em separado com os resultados das investigações sobre as ações e omissões dos agentes do governo Lula nos atos relacionados ao dia 8 de janeiro. 

Em seu parecer, o senador Izalci Lucas descreve detalhadamente as atribuições e responsabilidades da Agência Brasileira de Inteligência, do Gabinete de Segurança Institucional, e também do Ministério da Justiça. Sobre o GSI, o senador lembra que o órgão “tem uma vasta gama de responsabilidades, sendo uma das mais proeminentes a garantia da segurança das instalações presidenciais”.

O senador descreve as atribuições do Ministério da Justiça e da Força Nacional de Segurança, a ele subordinada, contrastando-as com as atribuições da Polícia Militar do Distrito Federal. Izalci Lucas ainda descreve detalhadamente os atos e as comunicações entre as diversas forças de segurança nos eventos que antecederam o dia 8 de janeiro, inclusive no planejamento para evitar qualquer problema durante a posse de Lula, considerando os eventos que estavam ocorrendo na época.

O senador lembra:

“Registre-se, por relevante, que a ABIN, entre os dias 31/10/2022 e 01/01/2023, difundiu uma infinidade de ‘alertas’ e ‘relatórios de inteligência’ acerca das manifestações de insatisfação com o resultado eleitoral de 2022 para diversos órgãos integrantes do Sistema Brasileiro de Inteligência, incluídos, entre outros, o Ministério da Justiça, o Gabinete de Segurança Institucional, a Secretaria de Segurança Pública do DF e, até mesmo, o Gabinete de Transição do Governo eleito”.

O senador Izalci Lucas explica que, logo após a posse, a Abin passou a informar sobre o risco de invasões e depredações. O relatório menciona: “a partir do dia 02 de janeiro de 2023, a ABIN deu início à difusão de uma nova série de “alertas” de inteligência que forneciam claros indícios de que as manifestações convocadas para o dia 08 poderiam não ser pacíficas. 

Jornal da Cidade Online

 

O massacre da democracia brasileira

Para não dar chance à esquerdopatia nacional, devo informar que sempre fui um condenador vigoroso de toda e qualquer baderna pública. Tenho ódio, repugnância e nojo (obrigado, Ulysses Guimarães!) de todo ‘black bloc’ e assemelhados.

Segundo o próprio atual ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, os que produziram estragos em prédios públicos no 08/01 são “baderneiros”, não são golpistas. Na mesma linha se manifestou o eminente jurista Ives Gandra Martins: “são baderneiros, não são golpistas”.

BADERNEIRO deve ser julgado como BADERNEIRO e não por ABOLIÇÃO VIOLENTA DO ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO (EDD) e tentativa de GOLPE DE ESTADO. Esses crimes só existiram (em 08/01) dentro da lustrosa (mas nada ilustre, internamente) cabeça de Alexandre de Moraes e de seus pares naquela corte mínima de Justiça, o STF.

Alexandre de Moraes lembra o monarca absolutista francês, Luís XIV (1638-1715), o Rei Sol, a quem é atribuída a frase: “L’Etat c’est moi” (o Estado sou eu). Adaptando esta frase para o contexto jurídico atual, ela fica: “Le Droit c’est moi” (o Direito sou eu). Moraes nunca pronunciou esta frase (pelo menos não em público), ou uma tradução dela para o Português. Mas não precisa, sabemos pelos seus atos e feitos que é precisamente isso que ele pensa.

Abolição Violenta do EDD e tentativa de golpe sem organização militar de suporte?  Sem organização militar, sem armas, sem líder e sem cérebro dirigente? 

Uma quimera, um devaneio alucinado, uma mentira que a lógica e os fatos rejeitam. Uma vergonha histórica que haverá de ultrapassar nossas fronteiras, para o constrangimento das pessoas sérias e não destituídas de cérebro deste País.

Mas não só isso: os baderneiros (e só eles!) devem ser julgados segundo o DEVIDO PROCESSO LEGAL, em PRIMEIRA INSTÂNCIA JUDICIAL, garantido o DUPLO GRAU DE JURISDIÇÃO, como prega o jurista Guilherme de Sousa Nucci:

“Trata-se de garantia individual do duplo grau de jurisdição, prevista implicitamente na Constituição Federal, voltada a assegurar que as decisões proferidas pelos órgãos de PRIMEIRO GRAU do Poder Judiciário não sejam únicas, mas submetidas a um juízo de reavaliação por instância superior.”

Os baderneiros (É isto que são: baderneiros. Não houve tentativa de golpe de Estado!) do 08/01 não têm prerrogativa de foro privilegiado. Julgá-los diretamente no STF (convertido em um vergonhoso Tribunal do Santo Ofício) é negar-lhes a garantia constitucional do Duplo Grau de Jurisdição. Uma aberração jurídica! Uma crueldade! Deve ser denunciada em Cortes internacionais de Justiça.

Por essas e outras coisas é que o STF é composto, hoje, das PESSOAS MAIS ODIADAS DO BRASIL, segundo o Desembargador aposentado Sebastião Coelho, expressando o sentimento generalizado dos brasileiros de bem e não cabresteados pelos líderes da esquerda corrupta brasileira. Odiar o mal, segundo o padre Antônio Vieira (1608-1697), é virtude e não pecado. Odiar os componentes atuais do STF é sinal de virtude e retidão moral.

Parafraseando Winston Churchill e pensando na lição do padre Antônio Vieira, afirmo: “Nunca tantos brasileiros virtuosos odiaram tanto tão poucos e detestáveis ministros do STF”.

José J. de Espíndola

Engenheiro Mecânico pela UFRGS. Mestre em Ciências em Engenharia pela PUC-Rio.

 

Vereador Chaguinhas pede a presença de colegas para quórum nas sessões com pautas de Projetos de Lei

           O vereador Francisco Chaguinhas (Podemos) foi à tribuna presidente do Poder Legislativo, mesmo sem a instalação da necessária sessão ordinária, para fazer um apelo para o presidente da Câmara Municipal de São Luís e lideranças partidárias, se necessário até uma força tarefa para a presença de vereadores nas sessões. A iniciativa do líder político e um dos vereadores atuantes no parlamento municipal é que o funcionamento da Câmara Municipal de São Luís está sendo altamente prejudicado por sucessivas faltas de vereadores, concorrendo para a não realização de sessões pela ausência de número mínimo do quórum necessário para a abertura das sessões ordinárias.

            O posicionamento teve uma repercussão imediata e o presidente do parlamento vereador Paulo Vitor, convidou colega Chaguinhas, na qualidade de vice-presidente do Poder Legislativo Municipal para uma reunião. Mais tarde foi feita uma convocação geral de todos os vereadores para uma reunião já marcada para quarta-feira, antes do início da sessão ordinária para uma ampla discussão sobre as presenças dos vereadores nas sessões.  

A motivação do vereador Francisco Chaguinhas, reside na necessidade urgente de apreciação e votação de vários projetos, destacando. “As comissões precisam se debruçar em cima do PL dos Precatórios. É importante que essa Casa se posicione sobre a votação para que os professores recebam a primeira parcela ainda neste ano e, assim, tenham tempo para comprovar que estavam exercendo a profissão na época descrita para que sejam contemplados”, disse Chaguinhas.

Precatórios

Após audiência pública realizada no dia 7 de outubro com a Prefeitura de São Luís e profissionais da educação municipal, ficou decidido que 60% dos Precatórios do Fundef serão pagos de acordo com a Lei Federal 14.325/2022, que regulamenta o pagamento dos precatórios. Conforme apresentado na audiência, o acordo feito entre Prefeitura e União garantiu esse direito aos profissionais do magistério, que estavam em efetivo exercício no período de maio de 1999 a dezembro de 2006 – com vínculos estatutário, celetista ou temporário, e também aposentados (as), pensionistas, seus (suas) herdeiros (as), que comprovarem exercício nesses períodos. O valor a ser pago será proporcional à jornada de trabalho e aos meses de efetivo exercício. A proposta apresentada pela Prefeitura de São Luís para contemplar os profissionais que não se encaixam nas hipóteses do rateio dos 60%, ou seja, os que entraram na rede após 2007, foi de ratear os valores dos juros de mora decorrentes dos precatórios e pagá-los em forma de abono

A preocupação do vereador Francisco Chaguinhas é que o parlamento faça a sua parte e concorra com o seu posicionamento através de encaminhamentos e proposições para que o Projeto de Lei dos Precatórios, seja debatido e naturalmente votado. A grande expectativa está entre os professores, uma vez que eles querem receber precatórios a quem tenham direito legítimo como resultado dos seus trabalhos nas salas de aulas das unidades de ensino do município de São Luís, afirmou o vereador Chaguinhas

Fonte: ASCOM –CMSL e AFD

 

A benção de Lula aos terroristas do Hamas

Em mais um texto esplêndido publicado originariamente no jornal Estadão, o jornalista J.R. Guzzo demonstra que Lula deu sua ‘benção’ aos assassinos do grupo terrorista Hamas. Com informações esclarecedoras e uma abalizada opinião, Guzzo põe o dedo na ferida e mais uma vez, desmascara o canastrão.

Leia o texto na íntegra:

“O presidente Lula parece assustado com os danos que sua imagem possa vir a sofrer com as chacinas, o massacre de bebês de colo, o assassinato a sangue frio de 1.200 civis inocentes, incluindo três brasileiros, os estupros e o resto dos crimes que os seus parceiros do Hamas, a associação terrorista que comanda a região de Gaza com uma ditadura, cometeram em Israel.

É algo que só os grupos de extermínio de judeus na Alemanha nazista conseguiram fazer até hoje.

Todas as democracias sérias do mundo condenaram com indignação os ataques. Não dá para dizer, como Lula em geral diz quando seus aliados agem como agiram agora, que foi uma ‘armação’.

É verdade que a esquerda extremista que controla regiões inteiras do seu governo diz que ‘não há provas’, por exemplo, de que os bebês carbonizados e degolados que aparecem nas fotos foram mortos pelo Hamas; talvez tenham se suicidado, ou sido mortos pelos próprios pais só para prejudicar a ‘causa palestina’. Mas isso só mostra a que ponto a esquerda nacional consegue se rebaixar.

O fato, indiscutível, é que os ‘palestinos’ que Lula venera em público há tantos anos se mostraram ao mundo todo como assassinos em massa. Diante dessa calamidade, e dos prejuízos políticos que ela poderia causar, Lula teria de dizer alguma coisa – não porque ele se importe com as atrocidades, mas pelo seu simples instinto de sobrevivência. Só que não disse, até hoje. Vacilou, fez que ia, mas não foi, e acabou, para todos os efeitos práticos, não fazendo nada. O que adianta dizer que ele ‘lamenta’ a morte de ‘civis’, quando, na mesma frase, abençoa os assassinos?

Lula quer que as ‘hostilidades cessem’, como se não houvesse um agressor e um agredido. Pede, com suas orações pela paz, que os terroristas parem de matar – mas não quer que Israel se defenda deles, nem que reaja aos crimes que a sua população sofreu.

Seu ministro do Exterior, aquele que realmente manda, diz que os massacres foram ‘as consequências’ do que o próprio Estado de Israel tem feito – ou seja, os judeus são culpados de se defenderem de um inimigo que quer a extinção física do seu país. Uma nota oficial do Itamaraty chamou de ‘falecimento’ o assassinato brutal de um brasileiro pelos terroristas; é, sem dúvida, um dos piores momentos da ‘Casa de Rio Branco’. Em suma: com sua ‘neutralidade’ anti-israelense o governo brasileiro é cúmplice dos massacres.

O fato é que Lula, por mais receios que possa ter, não consegue ficar contra nada do que acha de ‘esquerda’ ou ‘progressista’. O presidente não permite, simplesmente, que qualquer consideração de ordem moral interfira em suas posições e seus interesses políticos.”

O ESTADÃO e Jornal da Cidade Online