Quem for pego com 60 gramas de maconha poderá alegar que é para ‘consumo pessoal’

Segundo ‘especialistas’, 1 g de maconha é suficiente para fazer um baseado que vai ‘chapar legal’

Não sei vocês, mas eu já quis saber com quantos paus se faz uma canoa, afinal, vai que um dia eu fico preso numa ilha deserta e preciso confeccionar uma embarcação de fuga? Porém, mesmo com toda a bisbilhotice que me é peculiar, até hoje eu nunca havia me interessado em saber com quantos gramas de maconha se faz um baseado. Até hoje…

Com o voto do ministro Alexandre de Moraes, do STF, favorável à descriminalização do porte de até 60 gramas de maconha (que configuraria consumo próprio), a curiosidade bateu. Lá fui eu consultar quem entende do negócio, ainda que tenha sido pelo Google (já que ninguém sabe onde ficam as “biqueiras”, nem mesmo a polícia, não é verdade?).

Para minha surpresa, com 1 grama da plantinha já é possível fazer um baseado que, segundo um site especializado, vai “chapar legal”. E quem não quer “chapar tanto” e ainda economizar pode fazer um “fininho”, com apenas 0,5 grama.

Ou seja, daqui a alguns votos, qualquer um poderá andar livremente com 60 baseados “chapadores” ou 120 “econômicos” e alegar que está portando toda essa quantidade para “consumo pessoal”. Pode ir para a balada, pode ir para a porta de escola ou para qualquer lugar que tenha crianças, jovens, adultos, idosos… Tudo isso em nome do amor, da inclusão e da tolerância. Viva!

Fonte: Coluna Melhor não Ler – R7

 

MPC representa ao TCE-MA contra 09 municípios por gastos com pessoal acima do permitido por lei

O Ministério Público de Contas (MPC) entrou com representação junto ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-MA) pleiteando a adoção de medidas com o objetivo de reduzir despesas com pessoal aos limites previstos pela legislação em nove municípios maranhenses. Para o MPC, o quadro em Timon, Presidente Vargas, Presidente Sarney, Matões do Norte, Lago Verde, Cantanhede, Imperatriz, Bom Jardim e Alto Parnaíba é de irregularidade grave, uma vez que o limite de despesas com pessoal não é observado desde 2022.

De acordo com o órgão, caso não sejam adotadas providências, as despesas poderão comprometer o funcionamento desses municípios e sua capacidade de conservar e ampliar os serviços necessários para a população. “Quando um município gasta acima do limite da LRF com pessoal, emite um sinal claro de que não haverá recursos para reformas em prédios, construção de novas instalações ou compra de equipamentos para o atendimento da população”, explica Flávia Gonzalez Leite, procuradora-chefe do MPC.

Diante disso, o MPC está requerendo a concessão de medida cautelar, considerando que há urgência na resolução da situação. Os requerimentos estão aguardando decisão dos conselheiros relatores de cada representação.

Também foram enviadas informações para o Ministério Público Estadual (MPE), considerando que a omissão ou recusa dos prefeitos municipais em adotar as providências legais para a readequação desses gastos podem configurar Improbidade Administrativa ou mesmo infração penal. “É responsabilidade dos gestores estaduais e municipais manter sob controle as despesas com o salário dos servidores”, adverte a procuradora.

Ela embora que, conforme determina a LRF, tais despesas devem ficar abaixo de um limite fixado pela Lei. O dispositivo tem como finalidade impedir que os municípios ou mesmo o Estado funcionem como cabides de emprego, exaurindo os recursos destinados a investimento, construção e compra do que é necessário para manter ou melhorar os serviços prestados à população.

O artigo 20, III, b, da LRF determina que a despesa total com pessoal do Poder Executivo Municipal não pode exceder 54% (cinqüenta e quatro por cento) da Receita Corrente Líquida. A verificação do cumprimento deste limite legal é feita ao final de cada quadrimestre.

Ascom – TCE-MA

 

Ministro Alexandre de Moraes determina a Flavio Dino entregar as imagens do 8 de janeiro a CPMI

Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), acaba de determinar ao Ministério da Justiça e Segurança Pública a compartilhar as imagens do 8 de janeiro com a CPMI do 8 de janeiro. A autorização de Moraes abrange a liberação das imagens tanto dos circuitos interno e externo de segurança do Palácio da Justiça.

Flávio Dino não queria compartilhar as imagens com a CPMI.

“O acesso às informações consubstancia-se em verdadeira garantia instrumental ao pleno exercício do princípio democrático, que abrange ‘debater assuntos públicos de forma irrestrita, robusta e aberta’ (Cantwell v. Connecticut, 310, U.S. 296, 310 (1940(, quoted 376 U.S. At 271-72), de maneira a garantir a necessária fiscalização dos órgãos governamentais, que somente se torna efetivamente possível com a garantia de publicidade e transparência”, diz trecho da decisão de Moraes.

Alexandre de Moraes afirmou que não há qualquer excepcionalidade que impeça a cessão e compartilhamento de imagens à CPMI, que deverá analisar se torna públicas ou mantém o sigilo das gravações em virtude das investigações em andamento.

Imediatamente, a pasta comandada por Dino afirmou que irá acionar a Polícia Federal para enviar o material à CPMI.

Jornal da Cidade Online

 

TJMA convoca magistrados(as) e servidores(as) para recadastramento

Terá início nesta segunda, dia 7/8 e vai até 06 de setembro

O Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) convoca magistrados, magistradas, servidores e servidoras ativos do Poder Judiciário do Maranhão para o recadastramento funcional anual, referente ao ano de 2023, que ocorrerá excepcionalmente, no período de 07.08.2023 a 06.09.2023 deste ano, conforme a PORTARIA-GP – 675/2023, que considera a Portaria-GP – 7702018.

O recadastramento é obrigatório e visa atualizar os assentamentos funcionais, aperfeiçoando o sistema de controle de pessoal. A medida possibilitará a complementação e a retificação das informações existentes no sistema da Diretoria de Recursos Humanos do TJMA. Os magistrados e servidores se responsabilizarão pela veracidade das informações prestadas na efetivação do recadastramento, cujo controle ficará sob a responsabilidade da Diretoria de Recursos Humanos.

Aqueles que não atenderem ao recadastramento no prazo estipulado terão seus pagamentos suspensos. O recadastramento deve ser feito pelo Portal do Servidor, Sistema MENTORH.

Agência TJMA de Notícias

 

Presidente ucraniano Zelensky: “falta a Lula, compreensão mais ampla do mundo, suas palavras não trazem paz”

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky não poupou críticas ao presidente Lula por declarações sobre a guerra que opõe Ucrânia e Rússia, comandada por Vladimir Putin. Durante entrevista dada para jornalistas latino-americanos, Zelensky afirmou que as falas do brasileiro “não trazem paz alguma”.

As declarações de Lula não trazem paz alguma. É estranho falar sobre a segurança da Rússia. Somente a Rússia, Putin e Lula falam sobre a segurança da Rússia, sobre as garantias que precisam ser dadas para a segurança da Rússia.”, disse o presidente da Ucrânia.

A manifestação do ucraniano veio após Lula, na semana passada, mais uma vez comentar sobre o conflito. O brasileiro disse que Ucrânia e Rússia só pensam em ganhar “enquanto pessoas estão morrendo”. O posicionamento de Lula destoa de outras nações ocidentais e rende críticas da comunidade internacional.

Durante a entrevista, Zelensky se mostrou surpreso com Lula.

Para ser sincero, se o presidente Lula quiser me dizer algo, que se sente [comigo] e me diga. E acho que vamos acabar com isso. Honestamente, achei que ele tinha uma compreensão mais ampla do mundo”, afirmou.

Diário do Poder

 

Governo bloqueia verba do Auxílio Gás e impacta direto nas famílias do campo e das cidades

O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) confirmou neste sábado (5) o bloqueio de verbas previamente orçadas para bancar o pagamento do Auxílio Gás, um dos programas sociais do governo. A pasta, contudo, negou a interrupção no pagamento do benefício.

O bloqueio de verbas do Auxílio Gás foi informado ao Congresso Nacional por meio de um decreto, em 28 de julho, e revelado nesta semana pelo jornal O Estado de S. Paulo, com base em levantamento da Associação Contas Abertas, dedicada a acompanhar os gastos públicos. O governo foi obrigado a contingenciar recursos em razão do limite estabelecido pelo teto de gastos de 2023, ainda em vigor. O valor total bloqueado é de R$ 1,5 bilhão. O corte temporário atinge dez pastas, e Saúde e Educação correspondem a metade dos valores retidos.

No caso do MDS, foram contingenciados R$ 144 milhões. A pasta informou ter remanejado o orçamento de modo a não afetar os pagamentos de programas sociais. No caso do Auxílio Gás, o ministério afirmou que a despesa bloqueada “só será executada no mês de dezembro”, e que até lá a expectativa é que todos os valores sejam liberados.

Hoje o Auxílio Gás é um programa que funciona de modo auxiliar ao Bolsa Família e é pago a cada dois meses, no valor de um botijão de gás. Em abril, por exemplo, o valor pago foi de R$ 110 para 5,7 milhões de famílias, de acordo com dados do MDS. Parte dessas famílias são moradores de áreas rurais e trabalhadores do setor de agricultura.

Jornal do Agro Online

 

“STF age diferente do que foi aprovado em 1988”, avalia o jurista Ives Gandra

Jurista avalia como positiva a recente percepção do senado “sobre a constante invasão de sua competência, pelo STF”

Ao Diário do Poder, o professor e advogado Ives Gandra Martins fez análise sobre os rumos da interferência entre os poderes constitucionais, em curso no Brasil. O jurista avalia como positiva a recente percepção do Senado “sobre a constante invasão de sua competência”, mas afirmou que aguarda para observar, na prática, como o Supremo Tribunal Federal (STF) vai reagir a esse aceno, já “que tem se mostrado um poder simpático ao governo Lula” e à agenda progressista.

Ele destaca que as deliberações do Supremo sobre temas que impactam diretamente a população, como a legalização do uso e porte de drogas, configuram um fenômeno que tem origem acadêmica e pode ser denominado neoconstitucionalismo, consequencialismo jurídico ou jurisprudência constitucional. Apesar disso, a prática diverge dos moldes acordados durante a constituinte, que estabeleceu “rígida separação entre os poderes e discriminação exaustiva de competências.

“Tenho a sensação de que no campo acadêmico se pode discutir essa prática, já no campo pragmático, o Supremo está adotando um comportamento diferente do que foi aprovado em 1988”.

Opinião de um velho professor

Questionado sobre a origem progressista para a agenda de decisões do Supremo, o jurista renomado destaca o “nexo causal” entre o número de ministros e a origem partidária das indicações.

“De 11 ministros, sete foram indicados pelos governos do PT. Apesar de ter no ministro Barroso um amigo, e reconhecer que é um grande constitucionalista, ele disse que o judiciário é um poder político e depois afirmou que derrotaram o bolsonarismo. Quer dizer: tinham a intenção”, enfatizou.

O professor também lançou olhar sobre a atuação do judiciário durante as últimas eleições presidenciais. “Tivemos veículos como Jovem Pan, Gazeta do Povo e Oeste proibidos de publicar notícias nos últimos 15 dias das eleições. Assim como as redes sociais de grandes conservadores foram restritas. Isso certamente interferiu no resultado. Mas essa é só a opinião de um velho professor, de um professor de 88 anos, que pode estar desatualizada”, afirmou ao usar modéstia.

Perguntado se o atual governo tem intenções comunistas, Gandra disse que sim, mas considera que o tamanho do Brasil irá frear o ímpeto do atual presidente. “O presidente Lula se assume comunista. Mas o Brasil é um país enorme, com variedades de pensamentos e características próprias. É difícil implantar o comunismo aqui na proporção do que ocorreu na Venezuela e em Cuba. Ele vai tentar, mas não será fácil. Até porque mais de 60 milhões de pessoas [entre eleitores de Bolsonaro, abstenções, brancos e nulos] não votaram nele. Então, à medida que esse plano for se revelando, as pessoas vão reagindo”, arrematou.

Diário do Poder

 

Ministro Flavio Dino, diz que pediu ao STF autorização para enviar imagens do 8 de janeiro à CPMI

Na última terça (1º), a comissão que apura os atos extremistas deu 48 horas ao ministro Flávio Dino para que fornecesse as gravações

O Ministério da Justiça afirmou que pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) autorização para enviar as imagens do Palácio do Planalto durante as invasões de 8 de janeiro à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga os atos extremistas. Na última terça-feira (1º), o colegiado deu 48 horas ao titular da pasta, Flávio Dino, para que fornecesse as gravações.

No documento, o ministro da Justiça afirma que já enviou insumos à comissão e que os solicitados agora se encontram em “sede de investigação criminal”. Na justificativa, a pasta ressalta que pedirá autorização ao STF para que as imagens sejam disponibilizadas à CPMI. A justificativa é que o envio dos documentos pelo ministério diretamente ao Legislativo pode resultar em descumprimento de decisão do próprio STF e “comprometer” as investigações.

Torna-se pertinente reforçar que o ofício no qual as imagens são requisitadas pode ser direcionado ao STF, para manifestação conclusiva. De todo modo, por deferência ao Poder Legislativo, solicitamos a autorização do Poder Judiciário para que seja procedida a entrega das imagens disponíveis em inquérito policial devidamente judicializado.

Dino já havia negado a liberação das informações, com a justificativa de que o compartilhamento, ainda que sigiloso, poderia comprometer o andamento das investigações em curso. Na avaliação do presidente da CPMI, deputado Arthur Maia (União-BA), a negativa de Dino “condena ao fracasso” o trabalho da comissão.

Em 8 de janeiro, manifestantes que protestavam contra o resultado das eleições de 2022 invadiram os prédios do Congresso Nacional, do STF e do Palácio do Planalto. Eles quebraram e danificaram itens históricos, parte da estrutura dos edifícios e obras de arte que pertencem ao patrimônio do país.

Fonte: R7

 

Vereador que jogou dinheiro pela janela da Câmara de Cândido Mendes será investigado e pode ser cassado

Além da repercussão negativa e as consequências serão complicadores para o vereador, o prefeito e outros implicados numa suposta compra de mandato, que acabou com milhares de reais em cédulas, sendo jogado para o povo pelas janelas da Câmara Municipal da cidade Cândido Mendes, distante 342,3 km da capital, São Luís, no Maranhão. Os Ministérios Público e Eleitoral, a Polícia Civil e a própria Câmara Municipal de Cândido Mendes já se movimentam para investigar o caso vergonhoso de corrupção, em que teriam outros implicados como negociadores e um pedido de cassação do seu mandato pela prática do ato, não está descartada. A procedência do dinheiro e uma carta renúncia registrada em cartório pelo vereador Sabada Filho (PCdoB), autor da façanha de jogar dinheiro pela janela vão movimentar ações das autoridades para apurar os fatos. O prefeito José Bonifácio de Jesus – “Facinho”, será convocado pelas autoridades para se manifestar sobre as imputações do vereador Sabada Filho.

Rasgou carta renúncia fez acusações sem provas e jogou dinheiro pela janela

A sessão da Câmara Municipal de Cândido Mendes foi convocada para que o vereador Sabada Filho, apresentasse a sua renúncia ao cargo com as devidas justificativas, sendo a principal delas, o desejo de deixar a política e ingressar em projetos comerciais. Até então, não havia qualquer sinalização de negociação de mandato, muito embora os comentários já serem intensos na cidade. Ao iniciar a sessão, o vereador Sababa Filho (PCdoB), fez um longo discurso na Casa, onde era esperado que ele renunciasse ao cargo. Inesperadamente, ele rasgou a carta de renúncia e afirmou ter recebido R$ 300 mil do prefeito Facinho (PL) para desistir do mandato.

Em ato contínuo, o vereador exibiu uma mochila cheia de dinheiro e disse temer pela própria vida. O parlamentar afirmou que não iria renunciar e jogou as notas pela janela da Câmara dos Vereadores, fazendo a festa de muita gente que estava do lado de fora do legislativo municipal, aguardando a renúncia de Sabada Filho O valor a princípio seria de R$ 250 mil e depois disseram se tratar de R$ 300 mil, que não foi totalmente arremessado na “chuva de dinheiro.”

O dinheiro arremessado pelo vereador causou muita confusão e brigas em frente a Câmara Municipal, havendo imediatamente a intervenção da polícia, que proporcionou a que muita gente debandasse com receio de ter que devolver o dinheiro. O vereador ficou com receio de ser conduzido à delegacia, se manifestou em ir fazer um registro policial, sem dizer quais as justificativas apresentadas as autoridades policiais.

 Prefeito da cidade se manifestou

O prefeito José Bonifácio Rocha de Jesus, conhecido como “Facinho”, informou que todas as medidas judiciais cabíveis serão tomadas para esclarecer a verdade e proteger a sua integridade da sua administração. Buscaremos a devida apuração dos fatos e a responsabilização dos envolvidos na propagação de informações inverídicas.

Fonte: AFD

 

Senador pede a destruição de vinhos contrabandeados apreendidos pela Receita pela perda da qualidade

Para defender os produtores locais e o público consumidor, o senador Luiz Carlos Heinze (PP/RS) propôs que os vinhos estrangeiros que entram no Brasil por contrabando e apreendidos pela Receita Federal sejam inutilizados e descartados, diante do transporte e armazenagem inadequados e que influem na qualidade dos produtos.

Atualmente essa medida é tomada somente com os produtos fabricados aqui, enquanto as mercadorias que vem de fora, acabam em listas de leilões e voltam para o mercado consumidor.

Outro motivo, segundo Heinze é o risco para a saúde da população e a perda da qualidade:

“São produtos contrabandeados ofertados em leilões. Além do risco sanitário oferecem concorrência desleal para quem produz e comercializa legalmente no país, além de que voltam para o mercado consumidor sem o necessário padrão de qualidade, devido o transporte e armazenagem inadequadas, que atingem seriamente e influem na qualidade do produto”, afirmou Heinze, em nota.

Nesta sexta (4), parlamentar encaminhou a indicação legislativa sobre o tema à mesa diretora do Senado Federal, que será encaminhada ao Poder Executivo.

Segundo a Receita, de janeiro a junho deste ano foram apreendidas 300 mil garrafas de vinhos estrangeiros com irregularidades, com valor estimado de R$ 26 milhões.

Jornal da Cidade Online