Rejeição ao governo Lula faz vítimas e deve sobrar ainda mais para Fernando Haddad

Ainda de ressaca pela pesquisa Quaest com rejeição recorde do governo Lula (49%), assessores palacianos dissecam os números para entender a popularidade ladeira abaixo. A eleição está logo ali, por isso ligaram o botão de pânico: a derrota de Lula arrastaria o PT e seus puxadinhos. Incumbida de limpar a barra de Lula, a turma do ministro da Secom, Sidônio Palmeira, muito ligado a Rui Costa (Casa Civil), rival de Fernando Haddad, já trabalha para empurrar a impopularidade para o ministro da Fazenda: estariam na sua área as razões do declínio de Lula.

Péssima fase

Não foi surpresa a rejeição em alta, aferida em pesquisas internas, que Lula mantém secretas. Esperam piora com a alta no preço da gasolina.

Só notícia ruim

A grita contra a espionagem do Pix é o que mais desgastou Lula. Mas há outras questões ligadas a Haddad, como inflação e alta de impostos.

Pai de filho feio

Já como nova diretriz de comunicação, a pesquisa não é para ser comentada pelos ministros. A ordem é deixar cair no esquecimento.

Herança maldita

A Secom até faz mea culpa pela rejeição, mas coloca na conta do Paulo Pimenta, demitido por Lula por causa do baixo rendimento na pasta.

Coluna do Claudio Humberto

Novas regras para cancelamento de planos de saúde valem a partir de 1° de fevereiro, diz a ANS

Novidades previstas pela RN 593/2023 referem-se à inadimplência de planos individuais ou familiares e coletivos empresariais. As novas regras da Agência Nacional de Saúde (ANS) para quem deixar de pagar planos de saúde começam a valer a partir do dia 1° de fevereiro. As novidades previstas pela resolução normativa (RN 593/2023), alterada pela RN 617/2024, referem-se à inadimplência de planos individuais ou familiares e coletivos empresariais. Os dispositivos permitem o cancelamento de planos de saúde por inadimplência de duas mensalidades – sejam elas consecutivas ou não – no período de 12 meses, desde que o beneficiário seja notificado do cancelamento.

Pela resolução, a pessoa inadimplente deve ser notificada pela operadora até o 50º dia do não pagamento do plano. Essa ação é pré-requisito para exclusão, suspensão ou rescisão unilateral do contrato pela operadora. Após a notificação, o beneficiário tem o prazo de 10 dias para efetuar o pagamento do débito sem prejuízos ao contrato.

A especialista em Direito da Saúde e sócia do escritório Lara Martins Advogados, Nycolle Soares, explica que as novas regras irão trazer mais transparência nos processos das operadoras com a atualização dos meios de notificação da dívida.   

“O impacto é trazer clareza e tentar ajustar cada vez mais os procedimentos que as operadoras de saúde precisam adotar para ter uma relação menos ruidosa com esse beneficiário. É importante lembrar que a legislação dos planos de saúde tem mais de 30 anos. Além disso, nós tivemos um salto tecnológico muito grande nos últimos anos. Então, contar simplesmente com os meios de notificação que nós tínhamos há 10, 15, 20 anos atrás não tem sido mais eficiente”, avalia Soares.

A alteração da legislação, segundo a especialista, garantirá que o beneficiário tenha ciência da sua inadimplência e não seja pego de surpresa sobre a dívida em aberto. 

“Pode até parecer algo contraditório a pessoa não ter ciência da sua inadimplência, mas a gente precisa lembrar que muitas pessoas podem fazer pagamentos programados, podem receber um boleto na residência e podem ter se mudado, e isso acaba ocasionando problemas operacionais”, pontua Soares.

Para garantir que não sejam feitas cobranças indevidas, a RN esclarece que caso a mensalidade do plano de saúde deixar de ser cobrada por algum erro da operadora, seja com ausência da cobrança em folha ou em débito na conta corrente do beneficiário, ou não disponibilizar o boleto para pagamento, o período de inadimplência não será considerado válido para fins de exclusão, suspensão ou rescisão unilateral do contrato pela operadora.

Comunicação pelas operadoras

A comunicação de cancelamento aos beneficiários inadimplentes poderá ser feita de várias formas, confira:

  • e-mail com certificado digital ou com confirmação de leitura; 
  • mensagem de texto para telefones celulares via SMS ou via aplicativo de mensagens com criptografia de ponta a ponta; 
  • ligação telefônica gravada, com confirmação de dados pelo interlocutor; 
  • carta, com aviso de recebimento (AR) dos correios.

Ambos os tipos de comunicação garantem que o usuário do plano de saúde tenha conhecimento da notificação. A norma estabelece que a notificação realizada por SMS ou aplicativo de mensagens para celulares só será válida se o destinatário responder a notificação confirmando o seu conhecimento.

“A não confirmação do recebimento por si só não é algo que vai eximir do pagamento, porque nós estamos falando de meios de notificação que não necessariamente dependem apenas da confirmação de recebimento desse beneficiário”, destaca Soares.

Conteúdo da notificação

Pela RN, as operadoras devem especificar na notificação por inadimplência informações como o período do não pagamento, incluindo as mensalidades em aberto, o número de dias de atraso e o valor exato e atualizado do débito. Além disso, a notificação deve informar a forma e o prazo para pagamento da dívida, bem como os canais de atendimento da operadora para o esclarecimento de dúvidas.

Com relação à cobrança de mensalidade em atraso, pode haver multa de, no máximo, 2% sobre o valor do débito em atraso e/ou juros de mora de, no máximo, 1% (um por cento) ao mês pelos dias em atraso, sem prejuízo da correção monetária, desde que previstos em contrato.

Como evitar cancelamento de contrato?

A especialista em direito da saúde, Nycolle Soares, dá algumas dicas para evitar problemas com a inadimplência nos planos. Confira:

  • Estar atento à atualização de informações no cadastro junto à operadora de saúde (endereço, telefone, e-mail);
  • Checar eventuais comunicações por e-mail, WhatsApp e cartas da empresa;
  • Em caso de pagamento em débito automático, conferir se está realmente sendo debitado.

BRASIL 61

 

 

Brasileiro deportado pelos EUA foi condenado por fraude milionária e lavagem de dinheiro de 5 milhões de dólares

Sinval de Oliveira, um brasileiro de 51 anos deportado dos Estados Unidos durante o governo Trump, foi condenado em 2022 pela Justiça da Califórnia a cinco anos de prisão federal. O crime envolveu um esquema de lavagem de dinheiro no valor de pelo menos 5 milhões de dólares (aproximadamente R$ 29,35 milhões). De acordo com informações do United States Attorney’s Office, órgão equivalente ao Ministério Público no Brasil, Sinval confessou sua culpa em 4 de março de 2022. As investigações conduzidas pelo Departamento de Segurança Interna dos EUA e pelo FBI revelaram que Sinval participou de fraudes financeiras que tinham como vítimas tanto pequenas quanto grandes empresas. Os criminosos envolviam funcionários dessas companhias, persuadindo-os a entregar valores em espécie a falsos transportadores de dinheiro.

Segundo o United States Attorney’s Office, em 2 de dezembro de 2020, Sinval viajou para Milwaukee, onde recebeu 243 mil dólares (cerca de R$ 1,4 milhão) de dois cúmplices, Moises Amezcua-Cardenas e Mario Amezcua-Cardenas. O dinheiro foi então depositado por meio de várias transações menores em caixas eletrônicos, uma estratégia usada para evitar a necessidade de apresentar identificação em bancos. A conta bancária utilizada para esses depósitos não tinha finalidade comercial legítima, servindo apenas para movimentar recursos obtidos de atividades ilícitas. Após os depósitos, os valores eram transferidos para outras contas bancárias e enviados para o exterior.

O esquema de lavagem de dinheiro, conforme apontado pela Justiça americana, fazia parte de uma rede criminosa ainda maior. O juiz William M. Conley destacou que Sinval já estava em liberdade condicional por outro crime na Califórnia quando cometeu a fraude, além de ressaltar que sua participação foi mais grave que a de seus comparsas. Por isso, além da pena de cinco anos, sua deportação para o Brasil foi determinada após o cumprimento da sentença.

O caso voltou a ganhar repercussão no Brasil quando Sinval foi deportado na última sexta-feira (24), chegando a Manaus junto de outros imigrantes ilegais. Em entrevista ao portal Metrópoles, ele mencionou que viveu nos Estados Unidos por 35 anos e agradeceu pelo suporte recebido no retorno ao país.

“Morava nos Estados Unidos há 35 anos e chegamos aqui com esse incidente. Rapidamente, recebemos toda a assistência e tenho só a agradecer a todos da equipe do Corpo de Bombeiros e de Direitos Humanos”, declarou.

Jornal da Cidade Online

A nova crise no governo Lula e no PT é no IBGE com Márcio Pochmann, manipulando pesquisas para o Planalto

Entre sexta feira e o almoço de segunda, servidores do IBGE entraram em contato com vários parlamentares, tanto deputados como Senadores, para fazerem denúncias contra Pochmann e o aparelhamento da instituição. Estão pedindo a exoneração dele, a ponto de ter greve.

Pochmann já viveu o mesmo problema com o IPEA. A criação de um IBGE paralelo pode ser algo desastroso. Com os parlamentares voltando do recesso, temos de convocar uma CPI de urgência, e colocar forte pressão nisso. Uma nova crise de confiança começou, e não tem volta.

Victor Vonn Serran

Articulista

A hipocrisia e revolta de Lula contradiz à deportação de dois boxeadores cubanos, que tiveram asilo negado

Lula (PT) ainda finge “revolta” com brasileiros algemados e acorrentados que foram deportados dos Estados Unidos, mas ele próprio fez muito pior com dois boxeadores cubanos que abandonaram a delegação do seu país, durante os Jogos Pan Americanos do Rio de Janeiro, em 2007, para implorar asilo político. Lula ignorou o drama dos atletas e fez o Brasil passar vergonha, decretando a deportação à força dos rapazes, entregues à polícia política da ditadura que tortura e mata dissidentes.

Chá de sumiço

Os boxeadores que tentavam fugir dos horrores da ditadura bajulada por Lula eram Guillermo Rigoundeaux, 26, e Erislandy Lara, 24.

Tentando escapar

O governo Lula promoveu uma verdadeira caçada aos boxeadores, afinal encontrados em Araruama (RJ), na região dos Lagos.

Alegação cara-de-pau

Justificou-se a deportação, que chocou pela crueldade e covardia, pelo fato de os atletas estarem “sem documentos”, retidos pela ditadura.

Coluna do Claudio Humberto

Deputado denunciou a atriz Claudia Raia a polícia por declaração de ter dado a filha um vibrador, aos 12 anos

Uma declaração chocante da atriz Claudia Raia viralizou recentemente. A artista declarou que deu um vibrador para a filha quando a garota tinha 12 anos de idade. O deputado estadual Cristiano Caporezzo (PL-MG) apresentou uma notícia crime contra a atriz. Na denúncia, o parlamentar aponta que Raia teria cometido crime previsto no artigo 241-D do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), por “exposição de conteúdo inadequado a menores de idade”. Caporezzo defende ainda que a exposição do caso comprometeu a privacidade da filha da atriz, descumprindo o artigo 17 do ECA, “que assegura a proteção da intimidade e da imagem de crianças e adolescentes”.

“A noticiada, Claudia Raia, como figura pública amplamente reconhecida e influente na sociedade brasileira, utilizou-se de seu prestígio e visibilidade em uma rede pública de televisão para relatar condutas que podem configurar crimes previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente e no Código Penal. E, muito mais grave do que os fatos acima descritos, é que, na condição de artista famosa, ela divulgou os crimes cometidos contra a própria filha em uma clara e inequívoca conduta de normalização, reforço e incentivo dessas práticas”, alega o deputado.

A notícia crime foi feita à Polícia Civil de São Paulo, onde a atriz reside. O parlamentar quer a instauração de inquérito para investigar a conduta de Claudia Raia, além de sua intimação para prestar depoimento e o envio dos autos para o Ministério Público (MP).

A atriz deu declarações sobre o caso ao programa português Goucha.

“Quando a Sofia fez 12 anos, eu dei um vibrador para ela e falei: ‘Vá se investigar. Vá saber do que que você gosta’…”

Jornal da Cidade Online

 

Nota de Desagravo da AMMA sobre declaração do Procurador Geral de Justiça, quanto a honra de juízes

                                                                                                                           NOTA DE DESAGRAVO PÚBLICO

A Associação dos Magistrados do Maranhão (AMMA), que congrega 427 associadas e associados, vem a público repudiar veementemente as declarações do procurador-geral de justiça do Maranhão, Danilo José de Castro Ferreira, proferidas durante a 1ª sessão extraordinária do Colégio de Procuradores de Justiça, realizada na segunda-feira, 27 de janeiro. Em sua fala, ao comentar sobre uma representação ao Conselho Nacional do Ministério Público, o procurador-geral realizou comparações negativas quanto à confiabilidade da interpretação dos juízes, de forma generalizada.

Qual propósito há em tecer tal esdrúxula referência negativa à independência e ao livre convencimento motivado da magistratura, elementos essenciais ao pleno exercício da atividade judicante? Comentários públicos genéricos, impróprios e desabonadores às interpretações proferidas no âmbito da atuação jurisdicional são incompatíveis com a liturgia e a honorabilidade intrínsecas às instituições do Sistema de Justiça. Além disso, tais declarações reproduzem um viés implícito discriminatório, que não pode mais ser tolerado em uma sociedade cidadã e civilizada, especialmente quando emanadas de um representante do Ministério Público Estadual.

Dessa forma, a Associação dos Magistrados do Maranhão reitera sua total confiança na atuação dos membros do Poder Judiciário do Maranhão, afirmando de forma inequívoca que as Juízas e os Juízes de nosso Estado cumprem diariamente, com excelência, seus deveres funcionais. Exercem a jurisdição em todas as comarcas do Maranhão e no Tribunal de Justiça em plena consonância com as diretrizes legais e constitucionais, honrando as togas que envergam, contando com a total confiança da sociedade maranhense e, acima de tudo, contribuindo para a defesa e o fortalecimento dos alicerces do Estado Democrático de Direito.

                                         São Luís/MA, 27 de janeiro de 2025.
                                        

                                         Marco Adriano Ramos Fonsêca
Presidente

                                         Suely de Oliveira Santos Feitosa
1ª Vice Presidente

                                         José Pereira Lima Filho
2ª Vice Presidente

                                         Marcela Santana Lobo
3ª Vice Presidente

 

Revelado o “plano de Alexandre de Moraes” para destruir a oposição

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) utilizou suas redes sociais nesta segunda-feira (27) para alertar sobre um suposto esquema que, segundo ele, estaria sendo aplicado não apenas no Brasil, mas em diversas nações onde a democracia enfrenta ameaças. De forma direta, o parlamentar acusou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, de utilizar o sistema judicial para criminalizar adversários políticos, com o objetivo de assegurar a permanência da esquerda no poder até 2026. Eduardo Bolsonaro afirmou ter buscado apoio do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ressaltando que considera ilegítima qualquer eleição que não permita uma oposição livre e ativa.

“Bastou Jair Bolsonaro, ontem, dizer que eu e Michelle seremos bons presidenciáveis, para hoje acordarmos com mais um vazamento para a imprensa de um inquérito comandado por Alexandre de Moraes nos relacionando com esse fantasioso golpe de 8 de janeiro de 2023”, declarou o deputado. Segundo ele, o direito à ampla defesa está sendo sistematicamente desrespeitado, citando como exemplo a prisão do general Braga Netto. Eduardo Bolsonaro foi enfático ao afirmar que “Alexandre de Moraes criminaliza toda a oposição”, contando com o respaldo do governo federal. “Lula endossa essa narrativa, dizendo que é para preservar a democracia, e assim eles ficam com o caminho livre para se perpetuarem no poder”, concluiu.

Donald Trump, segundo fontes próximas ao presidente eleito, considera algumas decisões do STF uma afronta diplomática séria. Há sinais de que sanções contra o Brasil estão sendo analisadas, tanto como forma de pressionar o governo brasileiro quanto para reafirmar o compromisso de Trump com a liberdade política de aliados estratégicos. Dessa vez não será como 2022 – onde ninguém pode, sequer, questionar nada. A briga agora é contra Donald Trump e Elon Musk.

Jornal da Cidade Online

 

A “agenda oculta” de Janja mantida com o dinheiro do brasileiro pagador de impostos

O Palácio do Planalto faz de tudo para esconder informações sobre a agenda da deslumbrada primeira-dama. Matéria publicada pelo site O Antagonista intitulada “O que o governo Lula tanto esconde sobre Janja?” relata a situação: “Enquanto a primeira-dama Janja faz de tudo para estar nos holofotes, como da vez em que abriu a cerimônia alusiva aos atos de 8 de janeiro de 2023, o Palácio do Planalto se esforça para esconder informações da agenda da esposa de Lula.

O Globo informou nesta segunda-feira, 27, ter solicitado mais uma vez à Presidência da República a agenda de compromissos de Janja, ‘com a descrição dos eventos e o inteiro teor digitalizado de atas das reuniões que contaram com a sua participação’. O pedido, contudo, foi negado pela Casa Civil, forçando o jornal a entrar com recurso.

A mesma dificuldade de acesso sobre a agenda da primeira-dama tem sido enfrentada pela ONG Fiquem Sabendo, especializada no acesso a informações públicas. Em março e abril de 2024, a organização pediu ao governo a agenda detalhada de compromissos e reuniões da esposa de Lula, mas a solicitação, assim como a de O Globo, também foi negada. Nem mesmo os recursos apresentados pela ONG puderam reverter a recusa, avalizada pela Controladoria-Geral da União (CGU).

O gabinete de Janja

Ainda que não ocupe um cargo no governo, nem tenha recebido um único voto, Janja ocupa um gabinete no terceiro andar do Palácio do Planalto, como informou O Globo e confirmou O Antagonista. A sala da primeira-dama fica ‘a poucos metros de distância do [gabinete] de Lula, onde mantém uma intensa agenda de despachos’, afirmou o jornal. ‘Mas quem entra lá é um mistério que o governo não pretende esclarecer’.

O ‘Time Janja’ custa R$ 160 mil mensais em salários

O ‘Time Janja’ é composto por assessores de imprensa, fotógrafos, especialistas em redes sociais e um militar. Em salários, a equipe custa, mensalmente, em torno de 160 mil reais mensais. Desde o início do governo Lula, em 2023, os gastos para a viagem dos integrantes ultrapassaram 1,2 milhão de reais, segundo reportagem publicada pelo Estadão. ‘Além de promover shows com dinheiro público e gastar milhões em viagens e hotéis luxuosos, Janja também possui um gabinete próprio bancado com os impostos dos brasileiros’, disse o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), por meio das redes sociais.

‘Servidores públicos estão sendo utilizados por Janja para alavancar as redes sociais da primeira-dama em um nítido caso de desvio de função. Em um período em que o próprio Governo reconhece a necessidade de corte de gastos, não podemos admitir a continuidade desta farra com dinheiro público para benefício privado’, declarou. Parlamentares da oposição acionaram o TCU para que o tribunal investigue os gastos com o gabinete paralelo montado para atender à primeira-dama.”

Jornal da Cidade Online

Criminosos usam sites e perfis falsos do programa Voa Brasil para roubar dados pessoais e aplicar golpes

Ministério de Portos e Aeroportos alerta que não cobra taxa de adesão, nem pede cadastro. Criminosos têm utilizado sites e perfis falsos nas redes sociais em nome do Programa Voa Brasil para roubar dados pessoais e cobrar uma suposta taxa de adesão. O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) alerta: é golpe! O link apresentado por esses sites é falso e induz o usuário a fornecer CPF e senha do Gov.br, além de solicitar ações que não são exigidas ao cidadão. Segundo o secretário nacional de Aviação Civil, Tomé Franca, o único endereço eletrônico oficial para acesso a passagens aéreas com valores de até R$ 200 por trecho é o gov.br/voabrasil

“A gente não pede cadastro prévio, não vai pedir Pix, não vai pedir lista de espera. Cuidado com a galera que está querendo enganar você. Só procure informação nas redes sociais do Ministério de Portos e Aeroportos”, reforçou.

Para participar do Voa Brasil, basta realizar login em sua conta prata ou ouro no portal Gov.br, que garante a autenticação e validação como beneficiário. Atualmente, o programa é destinado exclusivamente a aposentados do INSS que não tenham viajado de avião nos últimos 12 meses. É possível emitir até dois bilhetes aéreos por ano. Desde que foi lançado em julho de 2024, quase 20 mil passagens aéreas foram vendidas, conforme dados divulgados pelo ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho. 

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“É a primeira vez que se tem um programa social de inclusão, sobretudo para os idosos no país. Hoje a gente está vendo a possibilidade de muitas famílias, muitos avós reencontrarem seus netos. É um programa exitoso e sem nenhum real de recursos públicos. Esse é um programa que foi construído coletivamente com as companhias aéreas”, explicou. 

Costa Filho afirmou ainda que o ministério reforçará as campanhas de divulgação para que brasileiros de todas as regiões conheçam e participem do Programa Voa Brasil.

“A gente está discutindo ampliar a comunicação do programa, porque mais de 68% dos aposentados não tomaram conhecimento. A gente precisa ampliar a divulgação e nós estamos trabalhando para, em 2025, poder avançar também no Voa Brasil para estudantes do ProUni e do Fies”, complementou o ministro.

Orientações

Se você identificar qualquer irregularidade relacionada ao programa, denuncie através do site: Fala.Br. Acesse a seção de Ouvidoria do MPor e selecione a opção adequada entre reclamações, sugestões, solicitações ou denúncias. Preencha as informações solicitadas para o registro ou pelo e-mail ouvidoria@mpor.gov.br.

Ao todo, o programa Voa Brasil já atendeu passageiros em 77 cidades brasileiras. Entre os 10 destinos mais procurados, estão São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Recife (PE), Fortaleza (CE), Brasília (DF), Salvador (BA), João Pessoa (PB), Maceió (AL), Natal (RN) e Belo Horizonte (MG). A distribuição por regiões mostra o destaque do Sudeste, com 44% da demanda, seguido pelo Nordeste (40,5%).

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