“General Bajulador de Lula” recebe “castigo” do alto comando do Exército e é retirado da lista de promoções

Um militar com fortes ligações com Lula, o general Gustavo Dutra era o Comandante Militar do Planalto e o responsável pela atuação do Exército durante as manifestações de 8 de janeiro de 2023. O militar chegou a declarar publicamente sua veneração pelo petista: “O presidente Lula, eu tenho uma admiração pela inteligência emocional dele”.

Pois bem, o Alto Comando do Exército definiu nesta terça-feira (24) sua lista de promoções. E esse personagem relevante do quebra-quebra em Brasília em 8 de janeiro de 2023 ficou de fora da ascensão ao último posto do generalato. Sim, o general Gustavo Dutra foi excluído da lista e perdeu sua derradeira oportunidade chegar ao topo da carreira militar.

Jornal da Cidade Online

Lula que mandou avião da FAB buscar corrupta no Peru, recusa trazer corpo de brasileira morta na Indonésia

Recentemente, um avião da FAB foi buscar uma corrupta condenada em Lima, no Peru. Uma esquerdista, da mesma laia de Lula. Por outro lado, Janja, a deslumbrada primeira-dama, vive voando em avião da FAB, sem cargo, sem função e sem o mínimo de decência.

Todavia, o corpo da brasileira morta na Indonésia, esse governo se recusa a fazer o translado. O Ministério das Relações Exteriores informou que o papel das embaixadas e consulados é oferecer orientações à família, apoiar os contatos com autoridades locais e providenciar documentos, como o atestado de óbito. Um governo amoral. O que falta em vergonha na cara sobra em desumanidade.

Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.

No Congresso dos EUA, jornalista Paulo Figueiredo revelou violências a dignidade humana por Alexandre de Moraes

O jornalista Paulo Figueiredo Filho classificou o ministro Alexandre de Moraes como “ditador do Brasil” em uma audiência no Congresso dos Estados Unidos nesta terça-feira (24). Ele foi ouvido pela Comissão de Direitos Humanos Tom Lantos, do Congresso dos Estados Unidos, para falar sobre violações do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) a leis norte-americanas.

Paulo Figueiredo pediu que o governo norte-americano tome uma “ação incisiva” contra decisões tomadas pelo ministro Alexandre de Moraes, para que o Brasil “não se torne uma Venezuela turbinada no coração da América do Sul”. Moraes está visivelmente abalado. Outros ministros já se manifestaram sobre a real possibilidade de sanções dos EUA. A “conta” está chegando.

Jornal da Cidade Online

Gasto do Governo Lula com pessoal é 6 vezes maior do que com investimentos, mostra o Gasto Brasil

Com orçamento cada vez mais pressionado por despesas obrigatórias, como salários e Previdência, investimento público fica em segundo plano. Para fechar a conta, governo edita medida provisória que taxa aplicações antes isentas. O gasto com pessoal continua alto no governo federal e acende mais um alerta sobre a qualidade do gasto público no Brasil. Enquanto o orçamento segue pressionado por despesas obrigatórias, como salários e aposentadorias, o espaço para investimento encolhe ano após ano — e a conta acaba sendo compensada com mais impostos. Dados da plataforma Gasto Brasil mostram que, em 2024, as despesas com pessoal — ativo e inativo do governo federal — e encargos sociais – atingiram os R$ 362 bilhões, enquanto o investimento ficou em pouco mais de R$ 60 bi no mesmo período. Ou seja, o gasto com pessoal é seis vezes maior do que com investimentos.

Mau uso do dinheiro

O contraste escancara um problema estrutural: o Brasil gasta muito com a máquina pública e pouco com políticas que geram crescimento. Para Claudio Queiroz, criador da plataforma Gasto Brasil e Consultor da CACB, Confederação das Associações Comerciais e Empresarias do Brasil, a distorção compromete o desenvolvimento do país e reduz a capacidade de resposta do Estado a demandas da população. “O Gasto Brasil surgiu com o intuito de trazer mais transparência sobre as despesas gerais da máquina, do governo, e não de forma fragmentada”, esclarece Cláudio. O consultor explica que a plataforma serve também como um centro de pesquisa, onde é possível visualizar — por bimestre — quem está gastando mais e em que áreas esses recursos estão sendo mais investidos.

Investimento em baixa, rigidez em alta

Segundo a plataforma, as despesas do Governo Federal são classificadas em mais de 60 itens, agrupados em 28 categorias. Dentre essas, 11 categorias representam aproximadamente 96% do total das despesas. As duas maiores delas — Previdência e Despesas com Pessoal e Encargos Sociais — correspondem a cerca de 60% do total. Para Queiroz, “as novas funcionalidades da plataforma, deixam evidente o mal gasto do dinheiro público e isso se prova pela busca incessante de receitas.”
MP taxa investimentos para reforçar caixa Diante do aumento de despesas, o governo federal decidiu buscar novas fontes de receita. Em junho, editou a
Medida Provisória 1.303/25, que acaba com a isenção de Imposto de Renda de títulos incentivados, como as LCA e LCI, que, a partir do ano que vem, serão tributados em 5%.

A expectativa da Fazenda com a MP é arrecadar mais de R$ 31 bilhões entre 2025 e 2026, valor que deve ajudar a cobrir despesas como o reajuste dos servidores públicos. O economista Ricardo Amorim usou as redes sociais para escancarar o problema. Segundo o especialista, em vídeo postado e compartilhado em sua conta do LinkedIn, a troca da tributação do IOF pelas letras de crédito, não muda o impacto final, que acaba recaindo sobre o contribuinte.

“O que significa nos dois casos é crédito mais caro. No caso do IOF é crédito mais caro para todo mundo. Se for especificamente em cima dos títulos — hoje isentos, emitidos para o setor imobiliário ou para o setor do agro — o que vai acontecer é que vai ficar mais caro crédito para comprar imóvel, ou seja, vai ficar mais difícil que o brasileiro possa ter uma casa própria. Ou vai ficar mais cara a produção do agro, o que vai significar alimentos mais caros no supermercado, pagos, obviamente, por todos os brasileiros.”

Para o presidente da CACB, Alfredo Cotait, a plataforma Gasto Brasil é uma ferramenta que permite que a sociedade civil, empresários e gestores públicos tenham acesso simplificado a uma base de dados e monitorem o quanto e como esse direito é investido.

“Nós lançamos o Gasto Brasil, onde mostramos que o governo está gastando mais do que arrecada”, afirmou Cotait. Mas dados da plataforma mostram que, até maio, o Governo manteve um controle das despesas artificialmente em função da Lei Orçamentária não aprovada e, para equilibrar as contas primárias do Governo Central, seria necessário um esforço na ordem de R$ 300 bilhões de reais.

A busca por receitas adicionais ocorre em meio à tentativa do governo de cumprir as metas do novo arcabouço fiscal, que prevê déficit zero em 2025. Para isso, será necessário controlar despesas obrigatórias e aumentar a arrecadação — sem sufocar a economia.

BRASIL 61

 

Câmara aprova requerimento para que Lula seja investigado pela PGR na roubalheira do INSS

A recomendação de cautela, considerada suspeitíssima, foi confessada pelo próprio Lula em entrevista ao embarcar para a viagem a Paris. A Comissão de Segurança da Câmara aprovou requerimento do deputado Evair de Melo (PP-ES) para que a Procuradoria Geral da República (PGR) investigue a atuação de Lula (PT) no caso do roubo aos aposentados e pensionistas do INSS. A denúncia envolve a “cautela” que o petista recomendou à Polícia Federal e à Controladoria Geral da União (CGU) na investigação de entidades beneficiadas pelo roubo. A suspeita é que Lula quis blindar o sindicato que o irmão dirige.

Suspeitíssimo

A recomendação de cautela, considerada suspeitíssima, foi confessada pelo próprio Lula em entrevista ao embarcar para a viagem a Paris.

Interferência na PF

Lula alegou ser necessário evitar “crucificações” de entidades. Para os deputados, o petista praticou interferência e velado constrangimento.

Faturando alto

O Sindicato dos Aposentados de Frei Chico, irmão de Lula, saltou do faturamento de R$41 milhões para R$149 milhões no governo Lula.

Diário do Poder

Lula não assina lei que cria Dia da Amizade Brasil-Israel e ela será promulgada pelo presidente do Congresso

O presidente Lula decidiu não sancionar a lei que cria o Dia da Amizade Brasil-Israel, aprovada pelo Congresso Nacional no fim de maio. Com a tramitação do projeto no Legislativo concluída, em 29 de maio, Lula tinha 15 dias úteis para assinar a sanção ao texto. O prazo terminou no último dia 20, sem a manifestação do petista ou do chefe da Casa Civil, ministro Rui Costa.

Como Lula ignorou a proposta, o texto segue automaticamente para ser promulgado pelo presidente do Congresso Nacional, o senador Davi Alcolumbre (União-AP). A decisão de Lula ocorre em meio à escalada da guerra no Oriente Médio, o que levou o petista a hostilizar Israel. Lula é declarado persona non grata no país após comparar a atuação israelense em Gaza com o genocídio dos judeus promovido por Adolf Hitler.

Diário do Poder

TCU investiga licitação de compra de insulina em dólar no Ministério da Saúde por Alexandre Padilha

Três meses após assumir, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, já coleciona escândalos, além do seu “orçamento secreto” que beneficia aliados. São dois contratos sob suspeita para adquirir insulina humana. Diz a denúncia ao Tribunal de Contas da União (TCU) que, em vez de contrato em reais, como determinava o edital do pregão 90104/24, a turma de Padilha o fez em dólares com uma GlobalX Technology Limited, registrada em Hong Kong. A manobra poderá custar até R$50 milhões a mais ao Brasil. O relator no TCU é o ministro Aroldo Cedraz.

Dólar a R$5,46?

O contrato do Ministério de Padilha utilizou a cotação de R$ 5,46 para a compra de 74,6 milhões de tubetes de insulina regular e NPH.

Somente em reais

Além da exigência do edital, o pregoeiro confirmou, em resposta a uma consulta no sistema Compras Gov, que tudo deveria ser em reais.

Eis a jogada

Os contratos em dólar (US$52.2 milhões cada, cerca de R$600 milhões) fazem o Ministério pagar valores superiores aos previstos na licitação.

Doce feriadão

A coluna pediu esclarecimentos ao Ministério da Saúde já na sexta (20), mas informaram que somente seria possível responder nesta terça, 24.

Coluna do Claudio Humberto

 

Mais um ex-assessor e delegado de confiança do ministro Alexandre de Moraes e hoje na Abin entra na mira da PF

A Polícia Federal indiciou José Fernando de Moraes Chuy, atual corregedor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), por três crimes ligados a uma suposta tentativa de interferir nas investigações da chamada “Abin Paralela”. Segundo o inquérito, Chuy, que é delegado da PF, teria atuado de maneira deliberada para desacreditar a ex-corregedora Lidiane Souza dos Santos, colaboradora da própria PF e da Controladoria-Geral da União (CGU) nas apurações. Antes de assumir o cargo na Abin, Chuy liderou a Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), período em que o ministro Alexandre de Moraes presidia o tribunal, pouco antes das eleições de 2022.

De acordo com as investigações concluídas recentemente, Chuy ainda ocupa posto de comando na Abin e teria promovido ações internas com o objetivo de minar a credibilidade de Lidiane. Entre as práticas atribuídas a ele está a elaboração e entrega de um “documento apócrifo”, que traria supostas acusações contra a ex-corregedora. O material teria sido entregue ao então diretor de Inteligência Policial da Abin, Leandro Almada da Costa, e ao coordenador-geral de Contrainteligência, Rafael Caldeira.

O encontro em que o dossiê foi apresentado teria sido convocado por Chuy sob o pretexto de tratar-se de um tema sensível e sigiloso. Para a PF, a atitude caracteriza uma “clara investida contra o curso da presente investigação”, especialmente por tentar introduzir elementos informais e não verificados no processo. Segundo o relatório da Polícia Federal, a estrutura da Corregedoria teria sido usada para compilar o dossiê com o objetivo explícito de intimidar e desqualificar o trabalho da ex-corregedora. A PF aponta que, após assumir o cargo, Chuy promoveu a troca completa da equipe do setor e reabriu processos antigos na tentativa de encontrar falhas atribuíveis a Lidiane.

Apesar de não possuir experiência anterior em correição federal, Chuy foi nomeado para o cargo por indicação do atual diretor-geral da Abin, Luiz Fernando Corrêa, logo após o término do mandato da ex-corregedora. Os investigadores destacam que a troca de comando foi acompanhada de ações classificadas como uma tentativa de “asfixiar” os trabalhos conduzidos por Lidiane, que até então haviam resultado em operações de busca, prisões e afastamentos de funcionários da agência. Com base nesses fatos, José Fernando de Moraes Chuy foi formalmente indiciado pelos crimes de obstrução de investigação envolvendo organização criminosa, prevaricação e coação no curso do processo.

Jornal da Cidade Online

 

Fogo destruiu 30 milhões de ha em 2024 superando média histórica em 62%. Maranhão teve a maior área queimada

Mais da metade das áreas queimadas foram na Amazônia e o Cerrado foi o bioma mais afetado, diz Mapbiomas. Em 2024, o Brasil registrou incêndios em uma área de 30 milhões de hectares, o equivalente a 3,5% do território nacional. Os dados são do Relatório Anual de Fogo (RAF), divulgado pelo MapBiomas, com base em imagens de satélite. O número representa um aumento de 10% em relação ao ano anterior. Essa foi a segunda maior extensão que o fogo alcançou nos últimos 40 anos, ficando 62% acima da média para o período entre 1985 e 2024, como aponta o Mapbiomas.

O Cerrado foi o bioma mais afetado, concentrando 61% das áreas atingidas. Em seguida, vêm a Amazônia, com 20%, e o Pantanal, com 10%. O relatório aponta que 92% das queimadas ocorreram em áreas de vegetação nativa, o que acende um alerta sobre a conservação dos biomas.

Entre os estados, o Maranhão lidera o ranking com a maior área queimada, seguido por Tocantins, Pará, Bahia e Piauí. A análise do MapBiomas também mostra que a maior parte do fogo se concentra entre julho e outubro, período mais seco do ano. Apesar do impacto ambiental, o relatório destaca que mais de 94% dos focos de incêndio estão associados a atividades humanas, como uso do fogo na agricultura e na pecuária. A organização alerta para a necessidade de políticas públicas mais eficazes de prevenção e controle do fogo.

Diário do Poder

Ligado ao ministro Flávio Dino, Ricardo Cappelli gasta R$63 mil impulsionando ataques ao governador do DF

Braço direito de Flávio Dino, ataca Ibaneis em vídeos patrocinados, que podem ser de origem pública. O atual presidente de uma Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), cuja utilidade é desconhecida, Ricardo Cappelli (PSB) tem intensificado sua movimentação eleitoral com investimento pesado em redes sociais para atacar adversários como forma de tentar viabilizar sua candidatura. De acordo com dados da Meta, plataforma responsável pelo Instagram e Facebook, Cappelli desembolsou cerca de R$ 63 mil em impulsionamento de conteúdo entre os dias 20 de março e 17 de junho.

Entre os conteúdos patrocinados por Cappelli nas redes sociais incluem vídeos nos quais, o ex-interventor federal e braço-direito do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, direciona críticas à atual gestão do governador Ibaneis Rocha (MDB). Também há postagens impulsionadas sobre temas de apelo local, como a tentativa de privatização da Rodoviária do Plano Piloto, as mobilizações de professores da rede pública e a situação do Parque da Prainha, no Lago Sul.

Segundo especialistas ouvidos pelo Globo, embora não haja uma proibição expressa para esse tipo de impulsionamento durante o período pré-eleitoral, a Justiça Eleitoral pode interpretar gastos elevados como potencial abuso de poder econômico, ainda que, no caso de uma disputa para o governo estadual, o valor atual não seja considerado “absurdo”. Ainda assim, o uso intensivo dessas ferramentas tende a ser monitorado pelos órgãos de controle. Com o aval do PSB, Cappelli conta com o apoio do ex-governador Rodrigo Rollemberg.

Diário do Poder