CGU registra que o Governo do Maranhão pagou mais do que o dobro por respiradores nunca entregues

O jornal O Estado do Maranhão, desta quarta-feira (28), trouxe uma revelação que pode deixar o Governo do Maranhão, em especial o governador Flávio Dino e o secretário de Saúde, Carlos Lula, a terem muito ainda o que explicar sobre a compra de respiradores que jamais chegaram para os maranhenses, para ajudar os pacientes no combate a Covid-19.

Uma auditoria realizada pela Controladoria-Geral da União (CGU) e utilizada pela auditora estadual de Controle Externo Aline Vieira Garreto para embasar relatório de instrução apresentado ao conselheiro Antônio Blecaute, do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE-MA), aponta que o Governo do Maranhão em meio à pandemia do novo coronavírus (Covid-19), pagou mais que o dobro do valor médio pago nacionalmente pela compra de 70 respiradores que nunca chegaram aos hospitais do estado.

O caso está sendo analisado em procedimento de controle pela Corte de Contas e o parecer da auditora é pela conversão do processo em Tomada de Contas Especial, “em face da gravidade das irregularidades apontadas”. Segundo a CGU – que iniciou pesquisa de preços no dia 15 de abril -, em compras efetuadas por estados e municípios, o preço médio pago por respirador mecânico foi de R$ 87 mil.

“A CGU analisou compras de 377 entes federados, e em torno de 75% das aquisições realizadas foram de até R$ 135.000,00 por respirador”, destacou Garreto.

O Maranhão, contudo, pagou quase R$ 200 mil, em média, por cada um dos aparelhos, que sequer foram entregues, nas malfadadas tentativas de compra realizadas por intermédio do Consórcio Nordeste.

No primeiro negócio, de R$ 4,9 milhões, cada um dos 30 respiradores custou R$ R$ 164.917,86. O dinheiro foi integralmente pago à HempCare Pharma, e nunca devolvido aos cofres públicos. No segundo caso, o valor subiu: cada aparelho saiu pela bagatela de R$ 218.592,00 – desta feita, houve devolução do recurso, mas com prejuízo de R$ 490 mil ao Maranhão.

“Os valores negociados pelo Consórcio Nordeste nas duas aquisições foram bem elevados, cabendo ao Estado que foi o repassador dos recursos também motivar e demonstrar o porquê de ter optado por essas aquisições via Consórcio, já que não se mostraram economicamente vantajosas (no primeiro contrato de rateio R$ 164.917,86 e no segundo contrato R$ 218.592,00 por unidade de respirador)”, destacou a auditora do TCE-MA.

Descuido –  Ao opinar pela abertura de uma Tomada de Contas Especial para se apurar responsabilidade no caso, a auditoria Aline Garreto teceu duras críticas ao que considerou “descuido” de agentes da Secretaria de Estado da Saúde (SES) com o dinheiro público no caso.

A menção à falta de diligência da pasta foi feita ao se analisar a primeira tentativa de compra dos equipamentos. Na ocasião, o Governo do Maranhão pagou de forma antecipada R$ 4,9 milhões ao Consórcio Nordeste para a aquisição de 30 respiradores – R$ 164 mil por unidade -, mas os aparelhos nunca chegaram e o dinheiro não foi devolvido.

Para a auditora, o Estado deveria “ter sido mais previdente” ao repassar os valores ao Consórcio. Ela apontou que a empresa contratada, HempCare Pharma, fora criada meses antes do início da pandemia, e com capital social de apenas R$ 100 mil.

“Nesses pareceres emitidos no âmbito da Secretaria de Saúde Estadual, nada disso foi analisado: preço, escolha do fornecedor pelo Consórcio, garantias e cuidados que deveriam ser adotados para pagamento antecipado. No relatório inicial deste TCE/MA consta que a empresa HEMPCARE, escolhida pelo Consórcio, foi constituída em junho de 2019, com capital inicial de R$100.000,00. Que experiência/confiabilidade uma empresa tão nova no mercado tinha para uma transação desse porte? As condições do mercado no período de pandemia impuseram condições extremas, mas não é justificativa pra se agir de forma descuidada com o dinheiro público, olvidando-se de adotar cautelas para evitar danos ao erário”, destacou.

Faltou dinheiro – No segundo caso – que culminou com o pagamento, também de forma antecipada, de R$ 4,3 milhões por outros 40 respiradores (R$ 218 mil por unidade) -, o dinheiro foi devolvido ao Estado. Mas como a compra foi efetivada em Euro, no ato da devolução houve deságio de R$ 493 mil decorrente de variação cambial. Para a auditora, esse valor deve ser ressarcido.

“O defendente [SES] também não indicou que providências foram adotadas no sentido de cobrar ações do Consórcio para reaver essa diferença. Portanto no âmbito do Contrato de Rateio nº 002/2020, persiste um prejuízo no montante de R$ 493.933,69 […] que devem ser ressarcidos ao Estado do Maranhão”, pontuou.

Acrescentando, mais, uma vez, que houve desleixo da SES em relação ao acompanhamento da contratação pelo colegiado. “O valor unitário do respirador nesse segundo contrato de rateio foi de R$ 218.592,00 por unidade de respirador. E mais uma vez não ficou demonstrado pela defesa que a Secretaria de Saúde fez qualquer ponderação acerca do preço e do fornecedor escolhido pelo Consórcio antes de transferir o recurso, ainda mais considerando que os respiradores do primeiro contrato de rateio ainda nem tinham sido recebidos nas datas contratualmente estabelecidas”, completou.

Faltou transparência – A auditoria ressaltou também que faltou transparência, já que os contratos e os pagamentos não estavam corretamente inseridos no Portal da Transparência do Governo do Maranhão, tampouco haviam sido disponibilizados no Sistema de Acompanhamento Eletrônico de Contratação Pública (Sacop) do TCE-MA. Realmente, tem muita coisa que explicar ainda. É aguardar e conferir.

Fonte: Blog do Gilberto Leda e o Jornal o Estado do Maranhão

Neto Evangelista incorpora espírito destruidor de Weverton Rocha e promete demolir os dois Socorrões

Segundo o Ministério Público, a dilapidação do patrimônio público no caso do ginásio ultrapassa R$ 5 milhões. Chancelado pelo PDT e o senador Weverton Rocha autor da demolição do Costa Rodrigues, poderá levar o inexperiente candidato a demolir os dois Secorrões, caso seja eleito e siga a corrupção vergonhosa, semelhante a praticada por Weverton Rocha, no Ginásio Costa Rodrigues  

Em sabatina do iMirante/O Estado, na semana passada, o deputado estadual e candidato do DEM à prefeitura de São Luís, Neto Evangelista, apresentou uma solução bizarra para o caos no Hospital Municipal Dr. Clementino Moura, o Socorrão II, localizado na Cidade Operária, periferia da capital. Segundo Neto, a solução é demolir as unidades e construir outras no local.

“Qual a minha proposta para São Luís? Na abertura do Hospital da Ilha [pertencente à rede pública estadual de saúde], a gente vai fazer um remanejamento dos pacientes do Socorrão II para o Hospital da Ilha e eu vou reconstruir o Socorrão II. Eu vou derrubar e vou fazer um novo hospital”, prometeu.

Estapafúrdia, a proposta de campanha do democrata faz lembrar a demolição do Ginásio Costa Rodrigues, sob o mesmo pretexto de construção de um novo, pela gestão do então secretário estadual de Esporte e Lazer, Weverton Rocha (PDT), hoje senador e um dos principais aliados do candidato dos Democratas.

Principal padrinho da candidatura de Neto, Weverton é um dos apontados em inquérito do Ministério Público como responsável pela dilapidação do patrimônio público. Segundo as investigações, o prejuízo ao erário com o contrato sem licitação e aditivo ultrapassa R$ 5 milhões.

Envolvido pelo democrata na demolição do Socorrão II, o governador Flávio Dino (PCdoB) ainda não se manifestou publicamente se aceita ou não a ideia, que causaria ainda prejuízo financeiro para a prefeitura, com corte de recursos federais, caso deixasse de atender pacientes em rede própria. Também permanece em silêncio o prefeito Edivaldo Holanda Júnior, que mesmo sendo do PDT e reeleito sob a fiança de Weverton Rocha, passou a ter a gestão questionada e diminuída pelo candidato do DEM, com anuência do senador.

Do Blog ATUAL 7 do Yuri Almeida

 

STF deve considerar ilegal apreensão de CNH e Passaporte por dívida, dizem advogados

Está na pauta do Supremo Tribunal Federal para esta quarta-feira (28/10) um ação que discute se é constitucional a apreensão de passaporte ou da Carteira Nacional de Habilitação para garantir o pagamento de dívidas.

O Superior Tribunal de Justiça tem discutido o tema pelo menos desde 2017. Na corte houve decisões que entenderam que a apreensão do passaporte é ilegal, mas que a da CNH não configuraria uma limitação ao direito de locomoção, já que o devedor continua podendo ir e vir de outras formas. No plenário do STF, será julgada uma ação direta de inconstitucionalidade; o relator é presidente da Corte, ministro Luiz Fux, que determinou a adoção de rito abreviado para o julgamento, em face da relevância da matéria, de “especial significado para a ordem social e a segurança jurídica”. Assim, o colegiado aprecia diretamente o mérito da matéria, não o pedido de liminar.

Para Adib Abdouni, advogado constitucionalista e criminalista, “o implemento em desfavor do devedor de medidas indutivas ou coercitivas  resvala em verdadeira medida arbitrária e autoritária de restrição à liberdade de locomoção da pessoa, a violar direito fundamental assegurado pelo artigo 5º, XV, da Constituição”. “Isso ocorre porque desborda das balizas nucleares de um Estado democrático de Direito, por ultrapassar, de forma desarrazoada, os limites da responsabilidade patrimonial do inadimplente que já estão bem definidos no artigo 789 do Código de Processo Civil, segundo o qual o devedor responderá com todos os seus bens — presentes e futuros — para o cumprimento de suas obrigações.”

Segundo Wilson Sales Belchior, sócio de Rocha, Marinho e Sales Advogados e conselheiro da OAB federal, “aguarda-se que o STF forneça as balizas interpretativas para a adoção proporcional dessas medidas atípicas em conformidade com as garantias asseguradas pela Constituição, anunciando uma solução que, ao ponderar as posições antagônicas, supere a ampla diversidade com que tais medidas são aplicadas.”

De acordo com Marcus Vinicius Macedo Pessanha, do Nelson Wilians Advogados, “embora nosso sistema processual ainda padeça de falhas em matéria de efetividade e segurança jurídica para a recuperação dos créditos em sede de execução, e existam dispositivos que permitam a apreensão de passaporte ou da CNH para garantir o pagamento de dívidas, tais medidas não possuem acoplamento hermenêutico com o nosso Estado democrático de Direito”. “São medidas de proteção patrimonial dos credores que terminam por agredir os direitos constitucionalmente assegurados e ligados a direitos e garantias fundamentais irrenunciáveis, como o direito de ir e vir”, afirma.

Por fim, Roberto Keppler, sócio da Keppler Advogados Associados, diz que a apreensão da CNH “redunda na restrição do direito de dirigir, o que por si só excede os limites legais dos meios autorizados para execução de dívidas, a qual deve tramitar sempre do modo menos oneroso ao devedor”. “Implica na redução dos direitos do devedor como cidadão, expondo-o a uma verdadeira situação vexaminosa e constrangedora, motivo pelo qual não deverá ser prestigiada pelo Pretório Excelso”, diz.

Fonte: CONJUR

TSE aprova envio de tropas federais para as eleições em 345 localidades em 07 estados

O Tribunal Superior Eleitoral aprovou nesta terça (27), por unanimidade, o envio de tropas federais a 345 localidades em sete estados durante o primeiro turno das eleições municipais, em 15 de novembro.

Os militares vão atuar para garantir a segurança durante a votação e a apuração dos votos. Os pedidos de reforço foram feitos pelos TREs dos estados de Amapá, Pará, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Norte, Acre e Tocantins. Os governos locais também foram consultados e deram aval para a medida. No último dia 20, um decreto do governo federal autorizou o emprego das Forças Armadas na tarefa.

              Força Federal para Cajari no Maranhão

No Maranhão, um dos problemas sérios surgiu no último final de semana no município de Cajari, na Baixada Maranhense. Um tenente-coronel da Polícia Militar aliado de uma candidata esposa de um magistrado da Comarca de São Luís causou pânico na população com um grupo de militares. A prefeita é candidata a reeleição e o seu marido é major da PM, que teria conseguido ampliado o número de militares para a segurança municipal. O TRE do Maranhão deve enviar Força Federal para o municipal para garantir o pleito e restaurar a ordem e a segurança, com uma população se sentindo ameaçada.

 

O indeferimento da candidatura de João Batista Martins o levou a cena deprimente em Bequimão

Para a maioria das pessoas que tiveram o desprazer de ver a cena patética proporcionada pelo candidato João Batista Martins a qualificaram como desesperadora, diante da decisão da Justiça Eleitoral, que indeferiu o registro da sua candidatura à prefeitura de Bequimão, pautada em jurisprudências do TSE e do próprio TRE-MA. João Batista Martins é primo legítimo e irmão de criação do atual prefeito de Bequimão, Zé Martins, o que o impede de ser candidato de acordo com os emanados da lei.

Com um microfone e numa camionete, tentou ter alguns minutos de fama, mas infelizmente protagonizou cenas ridículas, com insultos dirigidos a adversários e instituições assistido por minúsculo grupo de pessoas, que segundo comentários seriam de assessores e servidores públicos do município, naturalmente obrigados a aplaudir cenas desesperadoras e deprimentes.

Algumas pessoas que foram ofendidas e partidos políticos que estão com a fita da gravação da presepada de João Batista Martins e o denunciarem a Justiça Eleitoral, a sua situação será bastante agravada. Embora saiba de que pode recorrer e naturalmente os seus advogados já devem ter adotado as providências, ele e o prefeito Zé Martins sabem perfeitamente que devem sofrer nova derrota, haja vista que Justiça Eleitoral, tanto o TRE-MA e o TSE têm jurisprudência para o específico problema em que o candidato está inserido.

Se o candidato João Batista Martins pretendia causar indignação popular com a sua manifestação deliberada contra a Justiça Eleitoral, lamentou que a sua popularidade foi decepcionante e deve ser mais crescente com as manifestações de inúmeras comunidades da zona rural abandonadas aos longo de 08 anos pelo seu irmão, o prefeito Zé Martins.

Lei que autoriza uso da “pílula do câncer” é julgada inconstitucional pelo STF

Por maioria, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) declarou a inconstitucionalidade da Lei 13.269/2016, que autorizava o uso da fosfoetanolamina sintética, conhecida como “pílula do câncer”, por pacientes diagnosticados com neoplasia maligna. A decisão se deu na sessão virtual finalizada em 23/10, no julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5501, ajuizada pela Associação Médica Brasileira (AMB). O Plenário já havia concedido medida liminar para suspender a eficácia da norma.

O relator, ministro Marco Aurélio, assinalou que compete à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) permitir a distribuição de substâncias químicas, segundo protocolos cientificamente validados. Segundo ele, o órgão nunca protocolou pedido de registro da fosfoetanolamina sintética.

O ministro destacou que, de acordo com a Lei 6.360/1976, a aprovação do produto é exigência para industrialização, comercialização e importação com fins comerciais. O registro é imprescindível, também, ao monitoramento, pela Anvisa, da segurança, da eficácia e da qualidade terapêutica do medicamento.

Tutela da saúde

Na avaliação do relator, em razão do postulado da separação dos Poderes, o Congresso Nacional não pode autorizar, de forma abstrata e genérica, a distribuição de droga, e, ao permitir a distribuição de remédio sem controle prévio de viabilidade sanitária, omitiu-se no dever constitucional de tutelar a saúde da população. “A esperança que a sociedade deposita nos medicamentos, sobretudo aqueles destinados ao tratamento de doenças como o câncer, não pode se distanciar da ciência”, afirmou. “Foi-se o tempo da busca desenfreada pela cura sem o correspondente cuidado com a segurança e eficácia dos fármacos utilizados. O direito à saúde não será plenamente concretizado se o Estado deixar de cumprir a obrigação de assegurar a qualidade de droga mediante rigoroso crivo científico, apto a afastar desengano, charlatanismo e efeito prejudicial”.

Divergência

Os ministros Edson Fachin, Dias Toffoli e Gilmar Mendes votaram no sentido de restringir o uso do remédio a pacientes terminais. Para o ministro Edson Fachin, o uso privado de substâncias, ainda que apresentem eventuais efeitos nocivos à saúde humana, insere-se no âmbito da autonomia privada e está imune à interferência estatal em matéria penal. “A rigor, o uso da fosfoetanolamina é permitido se não há lei que o proíba”, ponderou. “A Anvisa não detém competência privativa para autorizar a comercialização de toda e qualquer substância”.

STF

Eleições Municipais: O quê está em jogo?

A cultura brasileira, em se tratando de eleições, sempre foi de pouco valorizar os pleitos municipais, valorizando mais as eleições majoritárias para a Presidência da República e Governo de estados.

Tentaremos pontuar aqui o porquê da necessidade de mudarmos esse paradigma.

Bitcoin Bank1. Eleições municipais caracterizam-se pela proximidade entre candidato e eleitor. Votamos no primo, no tio, no amigo, no vizinho, no parente, pouco estabelecendo relação com os valores que aquela pessoa traz em si e com sua filiação partidária.

Duplo perigo: VALORES são a BASE sobre a qual a PERSONALIDADE se constrói, e eles precisam ser os mesmos que os seus.

Ouço muito: “existem pessoas boas em todos os partidos”, o que não deixa de ser verdadeiro, mas há um ponto crucial aqui, pois o partido SEMPRE ditará as regras, por independente que possa ser o candidato, sua livre expressão sempre será relativa.

Por isso, observar o partido/coligação é FUNDAMENTAL.

Há todo um espectro partidário fundado na ideologia marxista que vem mudando de nome, cor e número na tentativa de manter seus eleitores, pois o povo começa a enxergar melhor essa falácia, mas ainda pode cair pelo ponto levantado: proximidade eleitor/candidato e inobservância deste ponto fundamental.

  1. Enquanto a eleição para prefeitos se dá por maioria, a de vereadores atende à PROPORCIONALIDADE.

Pouco pensamos à respeito disso, a maioria mesmo não faz nem conta que isso existe.

E o que quer dizer isso?

Que o seu voto pode ajudar a eleger não o “seu candidato”, mas alguém que você não escolheu (e pode inclusive não gostar), mas que teve mais votos naquela legenda.

Ou seja: mais importante até que escolher o CANDIDATO é escolher a IDEOLOGIA (ou a ausência dela) do partido/coligação onde ele está filiado.

De igual forma, votos em branco e nulos só ajudam as velhas raposas que já tem votos cativos na comunidade.

  1. Nos últimos anos e com o resultado das eleições de 2018, houve um desmonte do esquema bilionário de corrupção que abastecia inúmeros partidos em suas campanhas, restando agora, para estes afeitos a tal modus operandi, o fundo partidário (que embora imoral ainda é legal) e as PREFEITURAS DE MUNICÍPIOS ESTRATÉGICOS para “levantar recursos” para as eleições majoritárias de 2022. A hora de ficar esperto é AGORA!
  2. Os últimos anos tem se caracterizado por um crescente despertar da consciência política do povo brasileiro, isso é um ALERTA para os que defendem a causa progressista/ socialista/ comunista (vários nomes pra mesma coisa, gradações de mesma convergência), que começam a perceber que, em alçando-se ao poder, é preciso “dar o bote” o mais rápido possível. Aconteceu na Venezuela, está acontecendo na Argentina e esboça-se no Chile. Nós AINDA temos como evitar isso, basta CRIAR ALTERNATIVAS para os pleitos estaduais e federal dos próximos anos, e elas nascem AQUI e AGORA, NOS MUNICÍPIOS.

Poderíamos continuar a discorrer, mas o leitor já deve estar cansado.

Terminamos como começamos: tudo tem início na definição dos VALORES que desejamos VER REPRESENTADOS. Citarei aqui aqueles que nos são particulares:

– defesa da vida desde o ventre,

– defesa da infância,

– Estado com poder limitado,

– defesa das liberdades individuais,

– oposição à ideologia de gênero,

– oposição à liberação das drogas,

– defesa do empreendedorismo,

– oposição à doutrinação nas escolas,

– defesa da família,

– livre-mercado, dentre outros.

Pense você também, defina quais são os seus valores, defina seu voto por eles e pelos seus filhos.

#SeuVotoTemPoder

Sandra da Silva Kucera – Jornal da Cidade Online

 

Justiça Eleitoral indefere candidatura de João Batista Martins a prefeito de Bequimão

O Juiz Eleitoral da 111ª Zona Eleitoral da Comarca de Bequimão acatou parecer do Ministério Público Eleitoral e indeferiu o registro da candidatura de João Batista Martins à prefeitura de Bequimão e da Coligação “Juntos por Bequimão”, integrada pelos partidos políticos PV, PT e MDB.

A impugnação da candidatura de João Batista Martins foi feita pela Coligação “Bequimão Livre: Uma Nova Cara e Novo Jeito”, em observância que João Batista Martins é primo legítimo e irmão de criação do atual prefeito Zé Martins, que pelo parentesco está impedido de ser candidato, em observância com o Artigo 14 – Inciso 7º  “São inelegíveis, no território de jurisdição do titular, o cônjuge e os parentes consanguíneos ou afins, até o segundo grau ou por adoção, do Presidente da República de Governador de Estado ou Território, do Distrito Federal, de Prefeito ou de quem os haja substituído dentro dos seus meses anteriores ao pleito, salvo se já titular de mandato eletivo e candidato à reeleição. (Brasil; Código Penal, Código de Processo Penal e Constituição Federal).

                Na apreciação do recurso interposto, o Ministério Público Eleitoral se posicionou contrário ao registro da candidatura de João Batista Martins, observando decisões do TSE e TRE-MA, que já bordaram o assunto e seguiu o parecer do TSE no entendimento que o parentesco socioafetivo enseja a inelegibilidade reflexa (Recurso Eleitoral nº 63756, Acordão nº 19784 de 06/10/2016, Relator Daniel de Leite Jerônimo Leite, que se constituem jurisprudência para casos semelhantes.

A promotora eleitoral Raquel Madeira Reis respaldou também a sua decisão: Artigo 14 Inciso 7º que destaca: São inelegíveis, no território de jurisdição do titular, o cônjuge e os parentes consanguíneos ou afins, até segundo grau por adoção, do Presidente dacandidat República, de Governador de Estado ou Território, do Distrito Federal, de prefeito ou de quem os haja substituído dentro dos seus meses anteriores ao pleito, salvo se já titular de mandato eletivo e candidato à reeleição.

 

Tem candidatos a prefeito com sadismo usando politicamente sofrimentos e mortes nos Socorrões

As imagens com criticas bem procedentes feitas há poucos pela TV Mirante, mostrou para a indignação de muita gente, como a vida é banalizada nos Socorrões de São Luís, geralmente o resultado nas duas unidades hospitalares é praticamente a morte pela falta de assistência médica responsável A falta de medicamentos e materiais necessários para a realização de procedimentos cirúrgicos é infelizmente uma prática, que resultam em mortes de pessoas pobres e humildes.

O uma pergunta que não pode calar: Será que nesta cidade e neste estado, não tem ninguém que consiga dar um basta nos sofrimentos e mortes dentro dos Socorrões? Será que o Ministério Público é cego para a saúde e muito vivo para mandar quebrar bancas de revistas? Será que a vida das pessoas que precisam de tratamentos de saúde de urgência não merecem o respeito do prefeito e do governador?  São perguntas que precisam ser respondidas, principalmente pelos políticos e candidatos da base do governo que vergonhosamente tentam enganar a população. Quem acredita no candidato que vai tirar pacientes pobres do SUS para ser atendido na rede privada. É mais uma enganação de Duarte Junior, que é bem conhecido por práticas desonestas, inclusive de se apropriar de projetos de colegas do legislativo estadual.

O jogo de Neto Evangelista com o seu aliado Edivaldo Holanda Junior

O candidato a prefeito Neto Evangelista é aliado próximo do prefeito Edivaldo Holanda Junior, levando-se em conta que o PDT por ação do senador Weverton Rocha. faz parte de acordos fechados com DEM de Neto Evangelista. As promessas que o deputado tem feito são vista com muita surpresa, levando-se em conta que nunca se envolveu e nem defendeu os interesses coletivos da população de São Luís, surgindo agora para surpresa, com propostas mirabolantes, como parte de um plano para enganar a população.

Se realmente o deputado Neto Evangelista tivesse um mínimo de respeito pela vida das pessoas que acabam morrendo nos dois Socorrões já teria recorrido ao aliado Edivaldo Holanda Junior em busca de soluções ou então teria ido para o plenário da Assembleia Legislativa do Estado denunciar e cobrar providências das autoridades, mas infelizmente faz o jogo do engodo à população. A questão do jogo de cena, é que os políticos acreditam que são inteligentes e o povo é burro, quando a maioria está acima dos forjados discursos. Quando foi que o deputado Neto Evangelista cobrou do governador Flavio Dino políticas públicas que agora insinua como candidato. O que o impede pedir intervenção nos Socorrões? Não o faz, por ter medo.  O parlamentar está calado, diante de qual foi o seu voto no caso de desafetação dos imóveis do FEPA. A tanta hipocrisia, nem muito óleo de peroba resolve. Levando-se em conta que a subserviência está impregnada dentro da sua postura política partidária.

O que realmente o deputado Neto Evangelista consegue fazer  bem e vergonhosamente é tentar mostrar para a população  que a Secretaria de Desenvolvimento Social e todas ações realizadas precariamente  por ele,  teriam sido de ordem particular é fazer tão pouco e muito mal e querer que o povo acredite em engodos.

 

 

Força Federal contra a opressão, restaurar a ordem, a segurança e garantir as eleições em Cajari

Força opressora da Polícia Militar está de volta às eleições do Maranhão. Denúncia feita na tarde ontem pelo jornalista Geraldo Castro, da Rádio Mirante, inclusive com apoio de áudio e vídeo mostrou claramente o tenente-coronel Brito, impedindo que a ordem pública fosse mantida e desafiando o comando da guarnição para prendê-lo, quando sabia que no município de Cajari não havia nenhum coronel e até dando demonstrações de que não agia como militar, mas como interessado político.

As eleições municipais no município de Cajari estão sendo disputadas por quatro candidatos, dois homens e duas mulheres, mas o pleito deve ser decidido entre elas. Camyla Jansen (DEM), a atual prefeita que concorre à reeleição e a outra candidata é Maria Felix (PDT), esposa do juiz de direito da capital Osmar Gomes dos Santos e mãe de Osmar Filho, presidente da Câmara Municipal de São Luís. Os demais candidatos, Ítalo Bonifácio e o padre Paulo, fazem as suas campanhas dentro dos padrões normais.

As pesquisas eleitorais oscilam entre as duas candidatas e recentemente a justiça eleitoral indeferiu uma, em que a prefeita aparecia bem destacada. O marido da prefeita é major da PM licenciado e teria conseguido um aumento do contingente militar para o município, o que teria desagradado familiares da candidata Maria Felix, segundo relato feito pelo jornalista Geraldo Castro, com respaldo de informações da Cajari.

No último final de semana chegou a Cajari, um contingente militar sob o comando do tenente-coronel Brito, quando foi realizado um comício da candidata Maria Felix com alguns paredões de som. Segundo relatos recebidos pelo jornalista, os paredões continuaram com um forte som após as manifestações políticas e às 22 horas, o que levou o policiamento local de Cajari a pedir que o volume fosse diminuído e posteriormente desligado, uma vez que estava incomodando os moradores da cidade.

A solicitação feita pela segurança pública foi respondida pelo tenente-coronel Brito, que nada seria desligado e o som iria permanecer na mesma altura. O tenente-coronel para mostrar a sua prepotência, arrogância e desobediência e razão da sua presença em Cajari, com o microfone dos paredões. disse que quem achasse ruim, que o prendesse. Paralelamente, ainda de acordo com os informantes de Geraldo Castro, um sargento PM com lotação no Tribunal de Justiça, teria ameaçado algumas pessoas de Cajari, de acordo com as informações repassadas ao jornalista Geraldo Castro.

O problema assumiu sérias proporções, inclusive com comunicado ao comandante geral da Polícia Militar, o coronel Pedro Ribeiro e ao presidente do Tribunal Regional Eleitoral pelos advogados da prefeita e candidata a reeleição Camyla Jansen.

O clima no município é de total insegurança e medo, diante do terror e das ameaças feitas publicamente pelo tenente-coronel Brito. Diante de poucos dias das eleições, independente dos pedidos feitos de força federal para restaurar a ordem, a segurança e a normalidade para as eleições, haverá necessidade urgente, diante do medo que vem dominando a população de Cajari, o que certamente acabará influindo no resultado do pleito pela opressão da força militar.