Tudo leva a crer, que a Maternidade Maria do Amparo deve fechar as suas portas para a realização de partos e poucas possibilidades de continuar com o serviço ambulatorial para a realização de pré-natal de gestantes. Convênio celebrado entre a Prefeitura de São Luís e a Maternidade Maria do Amparo, com uma importante intervenção da Câmara Municipal de São Luís, resultou em repasses mensais para o pagamento das equipes médicas que realizam uma média de 200 partos mensais. A responsabilidade anterior era do Governo do Estado, que decidiu abandonar a maternidade a própria sorte. Dentre os vereadores que somaram esforços pela Maria do Amparo, a participação de todos foi importante, mas os desdobramentos por ser médico ficou por conta de Gutemberg Araújo.
Os recursos não são repassados para a Maria do Amparo ha 04 meses e será encerrado agora no final deste mês, com poucas possibilidades de renovação. Embora sem receber salários, os médicos continuam trabalhando, mas já deixaram claro, que ao encerramento do convênio e não havendo a renovação e a regularização do pagamento, devem deixar a casa de saúde. Caso venha ser o caminho a ser tomado, infelizmente haverá um sério problema com a transferência de 200 partos para as maternidades Marly Sarney e Benedito Leite.
Apesar das promessas de repasses dos valores do convênio em atraso ha 04 meses, que teriam sido feitas a vereadores pelo prefeito Edivaldo Holanda Junior e o secretário Lula Fylho, da pasta da saúde, nada de concreto foi feito até o dia de hoje. A Maternidade Maria do Amparo é uma unidade saúde, que tem a sua história identificada com o Centro Espírito Jardim da Alma e esforços de inúmeros profissionais abnegados, com a liderança da professora Maria de Jesus Carvalho. Ela é referência em todo o Maranhão, pelos importantes e bem sucedidos serviços médicos prestados para dar vida a seres humanos.








