Deputado do PSOL extravasa ódio e “deseja” a morte do presidente

O próprio Presidente da República Jair Bolsonaro pediu nesta quinta-feira (07) muito cuidado com o ‘sensacionalismo’.

Bolsonaro alerta: “Cuidado com o sensacionalismo. Estamos bem e seguimos firmes”

A questão não é só de ‘sensacionalismo’. É ódio mesmo, algo desumano, horripilante. O deputado paraense Edmilson Rodrigues, pertencente aos quadros do PSOL, partido a qual Adelio Bispo de Oliveira foi filiado, numa entrevista fez a seguinte declaração:

“Eu acho que o governo deveria definir sua estratégia, mas não se entende. O Presidente está para morrer, mas a sua assessoria mais direta praticamente o obrigou a reassumir o cargo porque ele não tem confiança no vice.”

Quer dizer, o que o militante não conseguiu fazer com a facada, os mais graduados tentam fazer com uma onda avassaladora de energia negativa, demoníaca.É muito triste.

Jornal da Cidade Online

William Waack expõe a verdadeira “condenação” de Lula

Para o jornalista William Waack além das duas condenações criminais impostas ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, perfazendo quase 25 anos de cadeia, uma condenação maior e bem mais pesada lhe foi imposta. A condenação política.

              “É a falta de caráter desse personagem. É o lado amoral do Lula. É a falta de lealdade que ele sempre demonstrou (…). É esta falta de caráter de Lula que o fez cometer alguns erros políticos graves (…), favorecendo justamente os seus principais adversários”, opina o jornalista.

Para Waack, Lula não teve capacidade de ler os fatos da política e durante todo o tempo só o que fez foram tentativas mal sucedidas de escapar dos braços da Justiça. Não conseguiu.

Jornal da Cidade Online

 

STF pede que Receita e PGR apurem legalidade de investigação contra Gilmar

O ministro Gilmar Mendes ao lado de Carmem Lúcia

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Dias Toffoli, pediu que a Receita Federal e a PGR (Procuradoria-Geral da República) apurem se houve irregularidades numa investigação da Receita contra Gilmar Mendes, também ministro da Corte. Nesta sexta-feira (9), Toffoli enviou ofícios pedindo providências ao ministro da Fazenda, Paulo Guedes, ao secretário da Receita Federal, Marcos Cintra, e à procuradora-geral da República, Raquel Dodge.

“Solicito que sejam adotadas as providências cabíveis quanto aos fatos narrados pelo ministro Gilmar Mendes (…) consistentes na prática de atos ilícitos e respectivos responsáveis, os quais merecem a devida apuração”, diz trecho do documento do presidente do STF.

A medida foi tomada após Gilmar Mendes comunicar a Toffoli que estaria sendo investigado pela Receita. Gilmar disse acreditar que a apuração se daria de forma irregular, por envolver questões criminais que não seriam de atribuição do fisco.

A apuração da Receita foi revelada pela coluna Radar, da revista “Veja”, nesta sexta-feira (8). A reportagem do UOL teve acesso ao ofício enviado por Gilmar Mendes à presidência do STF. Na manhã desta sexta-feira, o ministro Gilmar Mendes pediu que Toffoli adote “providências urgentes” sobre uma investigação da Receita Federal contra ele.

A Receita Federal informou à reportagem do UOL que, por razões de sigilo fiscal dos contribuintes, não poderia confirmar a existência da investigação. No ofício enviado a Toffoli, Gilmar afirma ter tido acesso a documentos que indicam que auditores fiscais estariam investigando seu patrimônio e de sua esposa, a advogada Guimar Mendes, com o objetivo de apurar possíveis “fraudes de corrupção, lavagem de dinheiro, ocultação de patrimônio ou tráfico de influência”, segundo consta no documento anexado pelo ministro no ofício ao presidente do Supremo.

O ministro juntou ao ofício enviado a Toffoli trechos dos documentos da Receita a que ele teve acesso, onde os técnicos do órgão fiscal afirmam ver indícios de lavagem de dinheiro praticado pela esposa de Gilmar. Segundo Mendes, o documento da Receita faz “ilações desprovidas de qualquer substrato fático”.

No documento, Gilmar Mendes afirma que a atuação dos auditores apresenta indícios de irregularidade por ter focado em questões criminais que não seriam de atribuição da Receita Federal. “O que causa enorme estranhamento e merece pronto repúdio é o abuso de poder por agentes públicos para fins escusos, concretizado por meio de uma estratégia deliberada de ataque reputacional a alvos pré-determinados”, diz o ofício.

Além disso, o ministro afirma que “nenhum fato concreto é apresentado nos trechos dos referidos documentos que foram vazados à imprensa. Até a presente data, também não recebi qualquer intimação referente ao suposto procedimento fiscal e também não tive acesso ao seu inteiro teor”, escreve Gilmar no documento.

Fonte: Folhapress

 

Câmara Municipal de São Luís prorroga até o dia (13) inscrições para concurso público

A direção do legislativo municipal decidiu prorrogar as inscrições até o dia 13 para o concurso público que realizará

As inscrições para o concurso público da Câmara Municipal de São Luís, que terminariam no dia 06 de fevereiro, foram prorrogadas até a próxima quarta-feira (13). O objetivo é atender o percentual de vagas direcionadas às pessoas portadoras de deficiências, como determina o Estatuto do Servidor Público Municipal (LEI 4.615/06).

Os interessados podem efetuar as inscrições no site da Fundação Sousândrade (www.fsadu.org.br ou www.sousandrade.org.br), que é responsável pelo certame. Quem perdeu o prazo para pagamento do boleto deve imprimi-lo novamente, sendo que a quitação poderá ser feita até o dia 14, 24 horas após o término do período de inscrições.

O concurso está oferecendo 116 vagas, sendo 114 destinadas para cargos de níveis médio e superior, além de cadastro de reserva. Os salários variam de R$ 1.251,73 a R$ 2.565,05. O valor de inscrição é de R$ 75,00, para cargos de nível médio e R$ 110,00 para nível superior. A ficha de confirmação da inscrição ficará disponível no endereço eletrônico da Sousândrade.

Cargos oferecidos:

Ensino Superior: Administrador (6 vagas), Analista de Informática Legislativa (8), Analista Legislativo (32), Arquiteto (4), Assistente Social (4), Bibliotecário (4), Contador (4), Engenheiro Civil (4), Historiador (4), Jornalista (16), Psicólogo (4), Radialista (8), Relações Públicas (4), Tecnólogo em Recursos Humanos (6) e Procurador (4).

Ensino Médio: Assistente Administrativo (50), Técnico em Assessoramento Legislativo (34), Técnico em Comunicação Social – Divulgação Institucional (4), Técnico em Comunicação Social – Rádio (4), Técnico em Comunicação Social – Relações Públicas (8), Técnico em Comunicação Social – Repórter Fotográfico (4), Técnico em Comunicação Social – Televisão (4) e Técnico em Informática (12).

 

Superintendência de Comunicação CMSL

Hostilizado em ato da UNE, Ciro reage: “O Lula tá preso, babaca”

Ciro lamentou pelo “jovem que é obrigado a defender corrupção”, foi criticado e perdeu a paciência.

O ex-presidenciável Ciro Gomes (PDT-CE) repetiu uma frase dita pelo irmão, o senador Cid Gomes (PDT-CE), para reagir a hostilidades que sofria na 11ª Bienal da UNE, da União Nacional dos Estudantes (UNE) em Salvador (BA) nesta quinta-feira (7). Ao criticar a defesa que militantes fazem a políticos envolvidos em corrupção, Ciro foi vaiado, perdeu a paciência e reagiu repetindo por três vezes: “O Lula tá preso, babaca”.

Logo antes das vaias, Ciro comentava o caso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que foi condenado a 12 anos e 11 meses de prisão, pela Justiça Federal do Paraná, no chamado processo do sítio de Atibaia (SP).

“Imagina o jovem no bar agora obrigado a defender corrupção, ladroeira, aparelhamento do estado, fisiologia, formação de quadrilha”, disse Ciro, provocando a reação dos participantes do evento. A plateia passou a chamar Ciro de “oportunista”, e o político tentou contemporizar.

“Isso é profundo e grave. Nós temos o maior líder popular brasileiro preso, condenado em duas sentenças que somadas dão 25 anos. Isso é fato. Não me agrada dizer isso. Mas o Brasil entende que isso é fato”, disse Ciro aos manifestantes.

Fonte: Congresso em Foco

 

O estranho apoio do PCdoB a Rodrigo Maia teve uma motivação: Barrar a CPI da UNE

A esquerda crucificou o PCdoB pelo inusitado apoio à candidatura à reeleição de Rodrigo Maia na presidência da Câmara do Deputados. A candidatura que se opunha a Maia, apresentada pelo PSOL, era do deputado Marcelo Freixo.

A tendência natural seria o PCdoB apoiar Freixo. Aliás, do ponto de vista ideológico, não teria o menor sentido o apoio dado a Rodrigo Maia.

Só mesmo algo muito sério poderia justificar a atitude dos comunistas. Hoje sabemos o motivo. Maia assumiu com o PCdoB o compromisso de não permitir a CPI da UNE.

A UNE durante todo o governo do PT foi utilizada pelos comunistas para o recebimento de muita propina. Como os comunistas sabiam que Freixo não tinha a menor chance de vencer a disputa, fizeram um acordo com Maia que garante por mais dois anos o não surgimento da medonha CPI.

Otto Dantas

Articulista e Repórter
otto@jornaldacidadeonline.com.br

Simone Tebet derrota Renan na bancada do MDB e será presidente da CCJ do Senado

Definitivamente Renan Calheiros será doravante apenas um mero ‘senadoreco’, sem expressão, derrotado e humilhado. O jovem presidente Davi Alcolumbre, outrora um digno representante do baixo clero, está conseguindo anular totalmente o coronel do alto clero.

Assim, acaba de alijar Renan da possibilidade de presidir a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Simone Tebet é a vitoriosa e terá seu nome anunciado pelo senador Eduardo Braga, líder do MDB.

A engenharia utilizada por Alcolumbre para que a senadora pudesse ser a escolhida foi extremamente inteligente. Oficialmente deu a presidência da CCJ para o PSDB, que só concordou em abrir mão em favor do MDB, caso Simone fosse a indicada.

Assim, de ameaçada de expulsão do partido, Simone foi guindada a presidência da mais importante comissão do Senado Federal. O PSDB, por sua vez, ficou com a vice-presidência, que será ocupada pelo mineiro Antonio Anastasia.

Jornal da Cidade Online

As freiras estupradas e escravas sexuais um novo capítulo dos abusos sexuais na Igreja

A admissão pública do papa Francisco de que sacerdotes e bispos usaram freiras como "escravas sexuais" marca um novo capítulo da crise pelos abusos sexuais que atinge a Igreja Católica

A admissão pública do papa Francisco de que sacerdotes e bispos usaram freiras como “escravas sexuais” marca um novo capítulo da crise pelos abusos sexuais que atinge a Igreja Católica. “É a primeira vez que o papa e a Igreja como instituição admitem publicamente que esses abusos foram cometidos. Isso é sumariamente importante”, reconheceu, satisfeita, à AFP a diretora do suplemento feminino do jornal “L’Osservatore Romano”, Lucetta Scaraffia.

A historiadora e jornalista italiana dedicou a edição de fevereiro do suplemento aos casos de abusos sexuais a religiosas, gerando um novo escândalo dentro da instituição. A denúncia foi confirmada pelo pontífice argentino, que admitiu que padres e bispos abusaram sexualmente de freiras por décadas.

A admissão do papa surpreendeu os jornalistas que participavam da tradicional coletiva de imprensa concedida por Francisco no voo de retorno à Itália dos Emirados Árabes Unidos. “Houve padres e bispos que fizeram isso”, indicou o papa, que nunca havia abordado esse tema publicamente.

A Igreja “suspendeu vários clérigos” e o Vaticano esteve “trabalhando (nesta questão) durante muito tempo”, confessou. O escândalo se soma à onda de denúncias contra sacerdotes pedófilos em muitos países, do Chile à Irlanda, passando por Estados Unidos e Austrália.

O semanário do Vaticano denunciou, inclusive, o estupro de freiras, que foram forçadas a abortar ou a criar filhos que não foram reconhecidos por seus pais sacerdotes. Um fenômeno que tem sido pouco denunciado e tem vindo à tona em vários países, como Chile, Itália, Peru e Índia, além da África.”É uma situação muito difícil que tem suas raízes na dependência das freiras. Não são reconhecidas como iguais”, explicou Scaraffia.

Em um comunicado à imprensa divulgado nesta quarta, o porta-voz interino da Santa Sé, Alessandro Gisotti, declarou que quando o Santo Padre falou na véspera da “escravidão sexual” em algumas congregações, se referia também à “manipulação e a formas de abuso de poder, que incluem o abuso sexual”.

Desde novembro, a União Internacional das Superioras Gerais (UISG), organismo que representa mais de meio milhão de freiras católicas, assumiu o compromisso de atender todas as religiosas que denunciassem uma agressão sexual.

– Quebrar o silêncio –

O papa recordou que a batalha foi aberta por seu antecessor, Bento XVI (2005-2013), que “teve a coragem de dissolver uma congregação” por escravizar as mulheres, inclusive sexualmente, por parte de seu fundador. Francisco se referia à congregação francesa das contemplativas Irmãs de São João, cujos superiores foram retirados depois de uma investigação do Vaticano sobre seus excessos, entre eles sexuais. Por conta das revelações sobre o abuso de crianças por parte de padres e do impacto mundial do movimento #MeToo, as freiras também começaram a quebrar o silêncio.

Na semana passada, um religioso de alto escalão do Vaticano, acusado por uma ex-freira alemã de abusos durante a confissão, renunciou depois de quatro anos e de um julgamento canônico que se limitou a chamar a sua atenção. “Chegaram muitas queixas ao Vaticano, mas não deram prosseguimento”, explicou Scaraffia.

“Espero que formem uma comissão para investigar os casos, que participem especialistas religiosos nesse tema, que abram julgamentos, mas, sobretudo, que quebrem o silêncio. Porque o silêncio é que permite que os estupradores continuem estuprando”, acrescentou. Para as freiras vítimas de abusos não é fácil falar disso, pois temem que a denúncia repercuta contra elas ou contra a congregação.

Scaraffia considera que a Igreja deve se questionar sobre o poder que os sacerdotes exercem sobre as freiras, já que decidem sobre a sua entrada ou não nas ordens religiosas, organizam suas vidas diárias e, inclusive, fixam o salário que recebem. “Esta é uma oportunidade para demonstrar que a mudança está realmente em curso”, sustenta a historiadora, que espera acabar com o tradicional poder do sacerdote homem sobre a freira mulher.

Fonte: Agência AFP

Sem foro privilegiado Cabo Campos está à disposição da policia e da justiça por violência covarde contra a esposa

O ex-deputado Cabo Campos foi derrotado pela população do Maranhão, quando de maneira violenta e covarde agrediu a sua esposa Maria José Brandão Marques Campos, que chegou a ser internada em uma casa de saúde por vários dias para se restabelecer da pancadaria recebida. O então deputado tentou negar a autoria da violência, mas as provas foram implacáveis e o exame de corpo delito expedido pelo Instituto Médico Legal da Segurança Pública, destruíram todos os seus argumentos.

Os procedimentos legais adotadas pela Secretaria de Segurança Pública, Ministério Público e Justiça, não alcançaram o deputado truculento por ele se protegido pelo foro privilegiado. Com a perda do mandato desde o dia primeiro de fevereiro, o Cabo Campos já está à disposição das autoridades para que seja processado e punido de acordo com os princípios emanados pela lei. Agora ele não tem como ficar na impunidade e se torna necessário, que haja uma resposta para a sociedade, como exemplo de que agressão a mulher é crime e que os autores devem ser punidos.

Existem rumores de que o Cabo Campos estaria se articulando dentro do contexto politico partidário para que possa ser guindado a um cargo de secretário de estado do governo, continuando assim com o foro privilegiado. Resta saber se o governador Flavio Dino estaria disposto a se tornar protetor de espancador de mulher e mais precisamente da própria esposa, que é um agravante bem maior.

Há também quem afirme, que depois de ter agredido a esposa, Cabo Campos se tornou evangélico fervoroso e também tem a pretensão de ser Capelão da PM ou do Corpo de Bombeiros.

 

Deputado Marcelo Tavares deixa temporariamente a Assembleia e assume o suplente Edivaldo Holanda

Como parte de uma articulação politica para não deixar o suplente de deputado Edivaldo Holanda Braga fora da Assembleia Legislativa do Estado, o deputarcelo Tavares se despediu temporariamente do parlamento estadual e voltará a reassumir o cargo de Secretário-Chefe da Casa Civil do Governo do Estado, retomando a função de fiel escudeiro do governador Flavio Dino.

Edivaldo Holanda, embora no exercício de deputado estadual eleito, não conseguiu se reeleger, muito embora tivesse apoio do filho, o prefeito Edivaldo Holanda Braga Júnior. Diante de um acordo em que foram envolvidos o prefeito, o governador e outros políticos da base, o deputado Marcelo Tavares se afastou hoje do cargo e na próxima semana, Edivaldo Holanda, homem de uma conceituada vida politica, continuará dentro do contexto, mas em condições jamais avaliada por ele. A verdade é que continuará deputado por período temporário sem levar em consideração a legislatura.