DJ Ivis tem os cabelos raspados ao chegar em presídio no Ceará

Artista teve o habeas corpus negado pela Justiça após ser detido por aparecer em vídeos agredindo a ex-mulher, Pamela Holanda

  • DJ Ivis teve o segundo pedido de habeas corpus negado pela Justiça
  • O artista está preso no Presídio Irmã Imelda Lima Pontes, em Aquiraz, no Ceará
  • Assim que chegou na unidade prisional, o cantor teve os cabelos raspados
  • Se for condenado, ele pode ter uma pena máxima de 03 anos em regime aberto ou semiaberto

Preso por agredir a ex-mulher Pamella Holanda, Iverson de Souza Araújo, conhecido como DJ Ivis, foi transferido para o Presídio Irmã Imelda Lima Pontes, em Aquiraz, no Ceará. De acordo com o Fala Brasil, ao chegar ao presídio, ele teve seus cabelos raspados, depois que a justiça negar o segundo pedido de habeas corpus solicitado pelos seus advogados.

O artista está preso desde a quarta-feira passada (14), após a estudante de arquitetura compartilhar alguns vídeos, nas redes sociais, onde aparece apanhando do artista na frente da filha, de 9 meses.

Antes de ser transferido, ele estava na Delegacia de Capturas de Fortaleza. Depois da recusa da Justiça sobre o habeas corpus, ele permanece preso de forma preventiva, ou seja, por tempo indeterminado por risco de fuga. Se ele for condenado por lesão corporal, DJ Ivis pode ter uma pena máxima de três anos em regime aberto ou semiaberto.

Fonte: R7

 

Consórcio de Governadores do Nordeste quer a Sputnik V no Programa Nacional de Imunização

Após o ministro da Saúde dizer não serem necessárias a vacina russa e a Covaxin, governadores cobram inclusão do imunizante ao PNI. Recentemente o Consórcio Brasil Central integrado por 06 Estados e o Distrito Federal desistiu da compra da vacina russa, diante de empecilhos quanto ao acompanhamento das pessoas imunizadas e polêmicas em torno das negociações e o temor de rejeição popular.

O Consórcio Nordeste, um grupo dos governadores formado em 2019 para estimular o desenvolvimento da região, reagiu nesta terça-feira (20) à declaração do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, de que o Brasil não precisa mais dos imunizantes Sputnik V, fabricado pelo Instituto Gamaleya, e da Covaxin, da indiana Bharat Biotech. Na quarta-feira da semana que vem (28), chegam as primeiras 1,1 milhão de doses do fármaco russo ao aeroporto de Recife (PE).

Em ofício enviado a Queiroga, assinado pelo presidente do Consórcio Nordeste, Wellington Dias, o grupo relembra a “situação calamitosa” da região e afirma que, não fosse a demora da Anvisa e do governo, “já teríamos vacinado com a Sputnik-V mais de 37 milhões de brasileiros de acordo com o cronograma originalmente pactuado neste mês de julho”.

Os gestores públicos dos 09 estados cobram do Ministério da Saúde a inclusão da Sputnik V no PNI (Plano Nacional de Imunização), uma vez que o consórcio adquiriu, após aval da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), um lote de vacinas correspondente a 1% da população do Nordeste.

“Considerando o esforço coletivo dos Estados do Nordeste e de outras regiões em superar as condicionantes impostas pela Anvisa e a proximidade da importação da vacina Sputnik V, com entrega prevista para o dia 28 de julho de 2021, o Consórcio Nordeste mantém a posição de inclusão deste imunizante no Plano Nacional de Imunização, por entender ser este extremamente necessário para a ampliação da vacinação em nosso país”, diz o documento.

O grupo se diz aberto ao diálogo, mas pede “um posicionamento formal e expresso deste Ministro da Saúde quanto à decisão de retirada da vacina Sputnik V do PNI”.

Relembre o caso

Numa reunião da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados, na semana passada, Queiroga disse que o Brasil não compraria doses dos imunizantes Covaxin e Sputnik V porque apostaria no fornecimento de doses da Fiocruz/AstraZeneca, Instituto Butantan, Pfizer, Janssen e do consórcio Covax Facility.

A declaração ocorreu no momento em que as duas vacinas enfrentam dificuldades de liberação junto à Anvisa, além de estarem no centro das investigações da CPI da Pandemia no Senado. “Entendemos que o que temos de número de doses já é o suficiente para imunizar a população brasileira até o final do ano”, afirmou o ministro na ocasião. A Covaxin e a Sputnik V receberam aval de importação da Anvisa considerado inviável para uso porque permite a aplicação das vacinas em somente 1% da população. A justificativa do órgão regulador foi a ausência de documentos necessários que comprovassem a segurança dos produtos.

Fonte: R7

 

Deputados e senador vão ao STF contra votação do fundão eleitoral

Seis deputados e um senador ingressaram no Supremo Tribunal Federal (STF) com um mandado de segurança contra a votação do Congresso Nacional que autorizou o aumento do fundo eleitoral de R$ 2 bilhões para R$ 5,7 bilhões na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). O pedido é que a sessão seja anulada para o trecho que trata do Fundão, revisto.

O mandado partiu dos deputados Daniel Coelho (Cidadania-PE), Vinícius Poit (Novo-SP), Felipe Rigoni (PSB-ES), Tábata Amaral (PDT-SP), Tiago Mitraud (Novo-SP) e Adriana Ventura (Novo-SP), além do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE).

No documento os parlamentares alegam que “triplicar o valor do Fundo Eleitoral, enquanto mais de 500 mil cidadãos brasileiros morreram pelo coronavírus, além de inconstitucional, é imoral e cruel”. Além disso, argumentam que o aumento não é razoável. “Observa-se sem maiores dificuldades que a promoção da democracia não se perfaz triplicando a verba do Fundo Eleitora”, concluem. O caso tem relatoria do ministro Nunes Marques.

Fonte: Congresso em Foco

 

Coronavac produz 10 vezes menos anticorpos que a vacina da Pfizer

Informação é de estudo feito em Hong Kong e divulgada pelo Le Monde; Jornal reforça que vacina chinesa é eficaz contra a covid

Um estudo feito em Hong Kong com mais de 1,4 mil pacientes e publicado na revista The Lancet Microbe no último dia 15 de julho concluiu que a Coronavac induz a produção de uma quantidade de anticorpos contra a covid-19 de até 10 vezes menor do que a vacina da Pfizer/BioNTech.

Ao divulgar o resultado, o jornal francês Le Monde relembrou que diversos países que utilizaram de maneira massiva a Coronavac para imunizar suas populações registraram novas ondas de contaminação. Mesmo assim, a vacinação se mostrou eficaz na prevenção de formas graves de covid-19.

O estudo, que comparou as duas vacinas que estão disponíveis no país, foi realizado por pesquisadores da Universidade de Hong Kong em 1.442 profissionais de saúde que receberam duas doses de imunizantes.

Resultados do estudo

O artigo especifica que a quantidade de anticorpos não permite avaliar o nível de imunidade conferido por uma vacina, mas que “as diferenças nas concentrações de anticorpos neutralizantes identificados em nosso estudo poderiam resultar em diferenças substanciais na eficácia da vacina”.

Os pesquisadores também afirmam que os pacientes que receberam doses da Coronavac apresentaram níveis de anticorpos similares aos de pacientes que contraíram covid-19 e se curaram.

Os resultados fortalecem as evidências que mostram que as vacinas de RNA-mensageiro exibem uma eficácia maior do que as feitas com tecnologias tradicionais, com vírus inativados. Essas últimas, no entanto, não necessitam de armazenamento em temperaturas abaixo de -70°C, o que dificulta sua distribuição para muitos países.

Entre os países que tiveram novas ondas de contaminação mesmo com uma alta taxa de vacinação entre os habitantes estão os Emirados Árabes, as Ilhas Seychelles, a Mongólia, o Chile e o Uruguai. Todos esses vacinaram suas populações com a Coronavac e a vacina da Sinopharm, ambas desenvolvidas na China com tecnologia de vírus inativado. No entanto, é importante ressaltar que o maior número de casos graves e mortes, na maior parte dos países, vem sendo registrado entre pessoas que não receberam nenhuma dose de vacinas.

Fonte: R7

 

Bolsonaro diz que vai vetar o fundo eleitoral de R$ 5,7 bilhões

Em entrevista logo após a alta médica, no hospital Vila Nova Star, em São Paulo, onde esteve internado nos últimos dias, Jair Bolsonaro criticou os ataques sofridos pelos parlamentares da base governista, após a votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias, em cujo texto estava incluído o novo valor para o fundo eleitoral, o Fundão, que acabou elevado para cerca de R$ 5,7 bilhões.

“Estão sendo acusados injustamente de ter votado este Fundão. Teve a votação da LDO que interessava ao governo. Então em um projeto enorme, alguém botou lá dentro essa jabuticaba. Tentaram destacar para que a votação fosse nominal para essa questão e o Marcelo Ramos (deputado federal), do Amazonas, atropelou, ignorou, passou por cima e não botou em votação o destaque.”, disse o presidente da República, dando a entender que não concorda com a liberação do valor, que implicaria até mesmo em questões orçamentárias.

“Eu já antecipo, 6 bilhões para fundo eleitoral, pelo amor de Deus. 6 bilhões na mão do Tarcísio, ele recapearia grande parte da malha rodoviária do Brasil. 6 bilhões na mão do Rogério Marinho, ele concluiria água para o nordeste.”

Bolsonaro, agora, pode vetar trechos da LDO, incluindo o destaque sobre o próprio Fundão, levando a decisão de volta para o congresso, onde, então, há a possibilidade de votação nominal.

Jornal da Cidade Online

 

Ministro aposentado Marco Aurélio revela que o STF “ressuscitou” Lula

Recém aposentado do cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello vem fazendo revelações surpreendentes.

Em entrevista recente, o ex-ministro afirmou que o STF “ressuscitou” Lula politicamente.

Indagado sobre a decisão que tornou o petista elegível, ele titubeou em responder:

“Essas idas e vindas, tal dito pelo não dito, são péssimas. E acabou o Supremo ressuscitando politicamente o ex-presidente. Eu fui voto vencido, mas a maioria decidiu, paciência.”

Pelas últimas revelações que tem feito, Marco Aurélio Mello parece disposto a, gradativamente, ir abrindo a “caixa preta” do STF.

O que mais vem por aí?

Fonte: O Globo

 

Fim do incentivo ao vale-refeição pode afetar 22 milhões de pessoas

Proposta de cortar incentivos fiscais para empresas que concedem o benefício pode fragilizar a saúde dos profissionais, mostra ABBT

O corte de incentivos fiscais às empresas que disponibilizam vales refeição e alimentação aos funcionários pode fragilizar a saúde de 22 milhões de profissionais atendidos pelo PAT (Programa de Alimentação do Trabalhador). Segundo a estimativa da ABBT (Associação Brasileira das Empresas de Benefícios ao Trabalhador), a proposta pode ocasionar uma “evasão” do “mais longevo benefício socioeconômico alimentar”, que permite uma melhor nutrição de 40 milhões de pessoas no Brasil, considerando o impacto dos cartões em familiares dos trabalhadores.

A proposta, incluída no relatório da reforma tributária apresentado pelo deputado Celso Sabino (PSDB-PA), busca compensar as perdas de arrecadação com a redução da alíquota do IRPJ (Imposto de Renda da Pessoa Jurídica) dos atuais 25% para 12,5%.

A diretora executiva da ABBT, Jéssica Srour, afirma que o texto, se aprovado da maneira atual, vai desequilibrar toda a cadeia produtiva. “Perde o trabalhador, perde a economia, perde o Brasil e perdem todos os brasileiros”, destaca ao ver uma “precarização da qualidade da alimentação” com o possível fim do PAT.

Jéssica explica que o corte dos vales não vai ocorrer imediatamente após a reforma e deve ser determinado pela vigência dos contratos firmados entre as empresas e as operadoras dos benefícios.

“O que existe hoje, a depender do seu prazo de validade, deve permanecer até o fim, porque, mesmo que saia o decreto, isso não vai romper com o contrato já estabelecido entre as partes”, destaca ela ao contar que a maioria dos acordos são firmados a médio prazo. “A coisa vai se diluir, com certeza.”

Falências

De acordo com um estudo realizado pela própria ABBT em 2016, o fim das concessões dos vale-refeição e vale-alimentação poderia ocasionar no fechamento das portas de mais de 100 mil padarias, bares e restaurantes.

Para o presidente da Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), Paulo Solmucci, a estimativa não é inimaginável diante do momento em que o setor enfrenta devido à pandemia do novo coronavírus.

“Eu não acho esse número [de 100 mil empresas a menos] improvável, porque nós já estamos quebrando pela situação de momento. Qualquer redução adicional é mais uma pá de cal jogada no nosso setor”, analisa Solmucci.

Apesar de não cravar o número de falência diante do cenário atual, Jéssica reconhece que a proposta aprofunda a crise no segmento. “O restaurante, o bar e a padaria, que têm, em média, entre 20% e 25% do faturamento relacionado aos vales, passam a ficar mais vulneráveis”, lamenta a diretora da ABBT.

Produtividade

De acordo com um levantamento divulgado pela Gouvea Consulting em outubro do ano passado, 80% das empresas e 83% dos trabalhadores concordaram que a boa alimentação é benéfica a ambas as partes.

Pelo levantamento, o PAT reduz em 60% as faltas e diminuem em 57% a incidência de acidentes de trabalho. Caso benefício seja cortado, 83% dos profissionais disseram que a situação da alimentação seria prejudicada.

A informação é corroborada por dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), que apontam a nutrição adequada como uma forma de aumentar os níveis de produtividade nacional em até 20%.

Ainda conforme o estudo, 81% dos trabalhadores se dizem satisfeitos ou muito satisfeitos com o benefício proporcionado pelo PAT, sendo que 79% destacam que há uma melhora da sua alimentação com a vigência do programa e 76% acreditam que melhora a própria produtividade no trabalho.

Fonte: R7

 

O ICMS é o maior vilão no preço para abastecer o seu carro

O problema não é posto de combustível, é o imposto! O governo Bolsonaro defende a simplificação tributária, já que cada estado tem um imposto diferente, mas os governadores, claro, não querem abrir mão da arrecadação, ou pelo menos fazer uma redução.

Os tributos estaduais e federais somados correspondem a média de 45% do preço final da gasolina vendida ao consumidor! Uma parcela representativa do tributo total presente no combustível é o imposto estadual, o ICMS.

As alíquotas variam de 25% a 34%, de acordo com o tipo de combustível e o Estado onde ele é vendido.

A equipe do canal A Verdade prepara um vídeo para mostra a composição do preço do combustível.

Agora não terá desculpa para cair nas mentiras dos que tentam enganar o povo, inclusive alguns deputados e parlamentos com a criação de CPI, como foi caso do Maranhão, mesmo com o conhecimento de algumas majorações do ICMS, durante o período da investigação. A CPI no Maranhão teve como objetivo perseguir proprietários de postos de revendas e saiu de cena desmoralizada.

Sabendo o que há por trás dos altos preços da gasolina e do etanol, você também saberá a quem cobrar soluções.

Jornal da Cidade Online

Anvisa autoriza testes para a 3ª dose da vacina AstraZeneca contra a covid-19

Estudo para a terceira dose da AstraZeneca não inclui gestantes ou pessoas com comorbidades

  • Anvisa autorizou estudo clínico para avaliar a aplicação de uma terceira dose da AstraZeneca
  • Pesquisa no Brasil terá 10 mil voluntários e todos têm de ter recebido as duas doses da vacina
  • Poderão participar do estudo pessoas de 18 a 55 anos com alta exposição ao vírus

Nesta segunda-feira (19), a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) autorizou um estudo clínico para avaliar a possibilidade da aplicação de uma terceira dose da vacina AstraZeneca contra a covid-19. No teste serão avaliadas a segurança, a eficácia e a imunogenicidade da dose extra do imunizante.

O estudo será feito em pessoas de 18 a 55 anos, todas que estejam altamente expostas ao coronavírus, como profissionais de saúde. Gestantes e pessoas com comorbidades não estão incluídas na pesquisa.

Os voluntários já têm de ter recebido as duas primeiras doses da vacina. Segundo a Anvisa, a terceira dose será aplicada entre 11 e 13 meses após a segunda dose.

No total, serão 10 mil participantes do estudo nos seguintes estados:

  • São Paulo (2.500 voluntários)
  • Rio Grande do Sul (3.000 voluntários)
  • Bahia (1.500 voluntários)
  • Rio de Janeiro (1.500 voluntários)
  • Rio Grande do Norte (1.500 voluntários)

Os voluntários serão divididos em dois grupos, os que tomarão a vacina e os que receberão placebo. Depois do fim do estudo, todos poderão receber a terceira fosse da vacina.

Na quarta-feira (14), a Anvisa havia autorizado um estudo clínico para a produção de uma nova versão da AstraZeneca, modificada para ser efetiva contra a variante beta, identificada primeiro na África do Sul. No entanto, na nova pesquisa será usada a primeira versão da vacina, que já é utilizada no Brasil. No dia 10 de julho a Anvisa autorizou a Pfizer a fazer um estudo clínico para a aplicação de uma terceira dose da vacina.

Fonte: Yahoo Notícias

A Igreja de São João corre sérios riscos com a indiferença do poder público para reforma

A Igreja de São João Batista, no centro histórico da cidade e um dos tradicionais templos seculares da Igreja Católica no Maranhão e de profissão de fé de centenas de fiéis diariamente, com a exceção de um dia da semana em que é fechada, mas com a realização das tradicionais celebrações matutina e vespertina.

Quando se fala sobre a preservação do acervo arquitetônico de São Luís, que foi importante para que a nossa capital fosse reconhecida pela Unesco como Patrimônio Cultural da Humanidade, surgem muitos comentários e discursos políticos favoráveis, mas na prática nada avança.

Quem observar a parte externa do templo e com maior atenção para as duas torres, pode ver claramente, que o reboco já está desgastado e que aos poucos vai caindo, além do surgimento de plantas, que é fator de infiltração e pode perfeitamente se constituir em perigo bem maior.

A tradicional Igreja de São João Batista, embora seja patrimônio da Arquidiocese de São Luís é integrante do acervo cultural da nossa capital, o que implica em responsabilidade dos poderes públicos municipal e estadual.

Com a proximidade festejo de São João Batista, muitos fiéis manifestarão mais uma vez, preocupação que há, a necessidade de formação de uma frente de homens e mulheres e todos os cristãos para uma luta em defesa dos templos do centro histórico. Devem ser manifestações públicas de cobranças para a recuperação das Igrejas, que inclusive fazem parte da propaganda pública para o turismo.

Fonte: AFD