Marcos Rogério denuncia vazamento de “conteúdo sigiloso” na CPI

O senador Marcos Rogério pegou Renan Calheiros no flagra na sessão da CPI desta quarta-feira (4), quando o próprio parlamentar alagoano, relator da Comissão, apresentou, como provas de um suposto esquema de pagamento de propina no Ministério da Saúde, documentos que teria recebido de um internauta, em tempo real.

Imediatamente, Marcos Rogério mostrou que teria em mãos os documentos, mas que haviam sido encaminhados para a CPI em “caráter sigiloso”, comprovando que o sistema tinha acabado de ser hackeado pelo internauta citado por Calheiros. O parlamentar alertou sobre a possível existência de um gabinete paralelo da CPI, que agiria nos bastidores com o objetivo de realizar os vazamentos.

Jornal da Cidade Online

 

Câmara Municipal de São Luís acionada na Justiça do Trabalho por não honrar compromisso de empregador

O vereador Osmar Filho, presidente da Câmara Municipal de São Luís vai enfrentar inúmeras ações trabalhistas por conta de haver demitido vários empregados do legislativo municipal com carteira assinada e não ter feito a rescisão do contrato de trabalho e simplesmente não pagou direitos trabalhistas de todos os atingidos, muitos dos quais com mais de 20 anos de serviços prestados.

Dentre os casos, está o de um ex-vereador que exerceu o mandato de seis anos e posteriormente ficou prestando assessoria técnica ao legislativo municipal, tendo em seu poder contracheques, inclusive com descontos para a previdência social e agora, simplesmente por determinação expressa de Osmar Filho foi excluído da folha de pagamento e posteriormente mandado embora. Entre o período do seu mandato e os serviços de assessoria técnica somam mais de 35 anos. Dentro do contexto, são dezenas de pessoas de trabalhadores com carteiras assinadas e que estão numa situação séria, principalmente que não receberam nem o equivalente a rescisão do contrato. Alguns revelam que a Câmara Municipal, apesar de ter feito os descontos para a previdência não efetuou os recolhimentos, assim como é o caso do FGTS.

Procurei o ex-vereador que diz ter tempo de serviço no legislativo municipal de mais de 35 anos, tendo ele me confirmado e pediu para se manifestar depois de conversar com o seu advogado. Ele me adiantou que tem muita gente que passou vários anos das suas vidas trabalhando na Câmara Municipal e que agora está passando fome em razão da maneira excludente com que foram postos para rua, por determinação da presidência do legislativo municipal.

Outro caso que também pode complicar ainda mais a situação é que as centenas de pessoas que foram contratadas como serviços prestados para serem curral eleitoral e votarem no interior do Estado, com os seus contracheques, querem receber indenizações e podem fazer revelações que não comprometem apenas o vereador Osmar Filho, mas outra pessoa, que inclusive exerce mandato em uma prefeitura na área da Baixada Maranhense.

As denúncias e os processos que devem ser instaurados contra a Câmara Municipal podem resultar em indenizações milionárias pelo considerável número de pessoas que lutam em busca de seus direitos.

Fonte: AFD

Edivaldo Holanda Jr se filia ao PSD e pré-candidato ao Governo do Maranhão

A filiação do ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Jr ao PSD, de acordo com comentários de que as declarações feitas por ele de que apoiará o governador Flavio Dino ao senado federal, mesmo estando em um partido de oposição, chegou a causar apreensão na base do PSD, mas depois as arestas foram contornadas e a filiação foi consumada.

A solenidade foi realizada em Brasília e a ficha do ex-prefeito de São Luís foi abonada pelo presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab e pelo deputado federal Edilázio Jr, presidente estadual da agremiação partidária.

Já definido como pré-candidato ao Governo do Maranhão, Edivaldo Holanda Jr começará a buscar apoios de outros partidos, principalmente do setor da oposição, e segundo articulação que está sendo processada, o principal alvo será o MDB, liderado pela ex-governadora Roseana Sarney, que será candidata em 2022, mas ainda não definiu ao cargo pelo qual concorrerá ao pleito.

O deputado federal Édilázio Júnior, como presidente estadual do PSD, destaca que o partido está aberto a composições, principalmente para os políticos que estejam insatisfeitos em seus partidos e dispostos para lutar por um grande projeto para o Maranhão, sem amarras e autoritarismo e livre para um povo excluído e na pobreza extrema da fome e da miséria, que precisa resgatar seus direitos e dignidade, afirmou o parlamentar oposicionista.

Fonte: AFD

 

Mais de 800 presos são liberados pela justiça para passar o Dia dos Pais em família

A liberação de presos em datas específicas para passarem uma semana com a família, para a justiça é uma medida humanitária, aplicada dentro do contexto da Lei da Execução Penal nº 7.210 de 1984. Diante do emanado da lei, o juiz Francisco Soares Reis, da Vara das Execuções Penais autorizou a saída temporária de 812 presos, que desde ontem (04) deixaram várias unidades prisionais com retorno previsto para o dia (10).

A recomendação principal é que todos devem passar o dia dos pais em família. Uma questão muito séria e que tem sido bem observada dentro das ações preventivas a pandemia, reside se todos os presos foram submetidos a testes, uma vez que vão conviver o período com as suas famílias. Se não levam a doença, podem trazer para as unidades prisionais, daí é que também não se sabe, se os que retornam são submetidos a testagens, mesmo que já tenham sidos vacinados.

Uma média de 5% dos que são beneficiados com a saída temporária não retornam, decidindo estender a liberdade por conta própria e inúmeros decidem utilizar o período para fazerem reciclagem no mundo do crime e acabam sendo flagrados e presos e outros assumem de imediato a condição fugitivos.

Toda vez em que há saídas temporárias de presos, um forte sentimento de medo com muita apreensão é sentido em vários segmentos sociais, mas como se trata de lei e avaliada como humanitária, resta a população ter os devidos cuidados quanto a integridade das suas famílias e dos seus patrimônios.

Fonte: AFD

 

CPI tentou convocar General Braga Netto e recuou em seguida

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid decidiu retirar da pauta a convocação de Walter Braga Neto, ministro da Defesa. A convocação entrou em pauta após a divulgação de uma forte nota, assinada por Braga Neto em conjunto com os comandantes das Forças Armadas, criticando Omar Aziz, presidente da CPI.

Agora, alguns senadores discordam da convocação, com receio de tumultuar a relação entre os Poderes, preferindo deixar a pauta para um outro momento. Se convocado, Braga Neto deverá responder à questionamentos sobre o período em que chefiou a Casa Civil, entre fevereiro de 2020 e abril de 2021, e sobre sua atuação na pandemia, enquanto chefe do comitê interministerial de combate à crise do novo coronavírus.

“No momento de maior dificuldade da pandemia, quem estava coordenando era o ministro da Casa Civil, Braga Netto, e não o general. Se eu tiver que votar, meu voto é favorável à convocação do general Braga Netto”, declarou Aziz.

Já Renan Calheiros, relator da CPI, defende a convocação do ministro, e já começou a disparar acusações contra Braga Neto:

“Nós não queremos trazer apenas porque ele está tentando desestabilizar os Poderes, emporcalhar a democracia, promover retrocessos institucionais. Não é por isso. Nós precisamos trazer porque ele foi o coordenador do comitê de crise de enfrentamento à pandemia de covid-19 e certamente tem responsabilidade grande sobre mortes que poderiam ter sido evitáveis”, apontou Renan.

Alguns senadores, porém, acreditam que a convocação seria uma decisão precipitada, visto a falta de elementos para alguma acusação, como é o caso de Eduardo Braga:

“Criar um factoide político e não termos questionamentos, esta conclusão da CPI, me parece a construção inoportuna diante de um cenário político nacional”, comentou Braga. Aziz, Renan e Randolfe terão a “coragem” de sempre frente a frente com Braga Netto?

O problema sério na CPI, é que ela tem na sua presidência e na relatoria senadores corruptos, além de outros amigos do alheio, e que contam o aval do STF, que tem se constituído como o maior partido político de oposição no Brasil, e que segundo o ministro aposentado Marco Aurélio de Melo, a maior corte de justiça do país, ressuscitou o ex-presidente Lula da Silva.

Jornal da Cidade Online

 

Cuba e Venezuela devem R$ 3,5 bilhões ao BNDES com calote à vista

Empréstimos concedidos pela instituição a obras nos dois países durante os governos Lula e Dilma atingiram R$ 10,9 bilhões

A dívida de Cuba e da Venezuela com o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) já chega a R$ 3,539 bilhões (US$ 682 milhões). Durante os governos dos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, empréstimos concedidos pela instituição brasileira para financiamento de obras nos dois países atingiram R$ 10,9 bilhões (US$ 2,1 bilhões).

A alegação oficial dos governos petistas era que os investimentos no exterior abririam oportunidades para empresas brasileiras. No entanto, o programa de financiamento à exportação de serviços de engenharia favoreceu apenas construtoras brasileiras envolvidas em esquema de corrupção e, também, sobretudo, países de esquerda aliados do governo de Lula e Dilma.

Embora o programa tenha sido criado em 1998, 88% do total de R$ 54,5 bilhões (US$ 10,5 bilhões) em desembolsos ocorreram no período entre 2007 e 2015. No total, foram realizadas obras em 15 países, em 148 operações com prazo médio de 11 anos e dois meses para pagamento dos financiamentos. O maior prazo, de 25 anos, foi para Cuba, no projeto do Porto de Mariel. E a Venezuela foi beneficiada com a menor taxa de juros, de 1,2%.

Apesar das condições mais do que fraternas, a partir de janeiro de 2018, surgiu inadimplência nos pagamentos dos dois países, e o banco acabou acionando o seguro do FGE (Fundo de Garantia à Exportação), uma medida para cobrir calotes em operações de empresas nacionais fora do país.

O economista Alessandro Azzoni explica que o banco de fomento financia empresas brasileiras que exportam bens e serviços para executar obras no exterior. “As empreiteiras acabam entrando com bancos parceiros e o BNDES nunca vai na totalidade desses financiamentos”, afirma ele.

Segundo informações no site do BNDES, Cuba recebeu R$ 3,4 bilhões (US$ 656 milhões) em desembolsos e mantém saldo devedor de R$ 2,3 bilhões (US$ 447 milhões). As prestações em atraso a serem indenizadas são 13, outras 140 já foram indenizadas – ou seja, não foram pagas nem mesmo depois de tentativas de acordo.

Fazem parte dos contratos de financiamento as obras de ampliação e modernização de Porto Mariel (divididos em 5 contratos); a construção de uma planta para produção de soluções parenterais de grande volume e soluções para hemodiálise e modernização e ampliação do Aeroporto Internacional Jose Marti, em Havana.

Para a Venezuela, o desembolso foi de R$ 7,8 bilhões (US$ 1.506 bilhão) e o saldo devedor é de R$ 1,2 bilhões (US$ 235 milhões). As prestações em atraso, a serem indenizadas pelo FGE (Fundo de Garantia à Exportação), chegam a 42. Já as prestações em atraso já indenizadas são 510.

Os contratos de financiamento foram realizados para obras do Estaleiro Astialba, Metrô Caracas/Los Teques, projeto de saneamento e Siderúrgica Nacional.

Diante dos eventuais atrasos, Azzoni destaca que existem diversos tipos de garantia para evitar eventuais calotes a partir de garantias dentro do Brasil. “Essas operações têm seguros nos contratos e trazem várias alternativas, como a execução das empresas locais para honrar os débitos, seguro de crédito às exportações e garantias para firmar a operação”, destaca o economista, que classifica o FGE como uma medida extremamente eficiente.

“A exportação de serviços, quando bem aplicada, com neutralidade, é reconhecida mundialmente como importante instrumento de um país para estímulo à geração de empregos, ao aumento da atividade industrial e à obtenção de saldos positivos em balança comercial. Por isso, a ação deve ser retomada pelo BNDES, mas com regras mais rígidas”, afirma a instituição.

Fonte: R7

 

Suprema Hipocrisia: Sem moral para cobrar de outrem aquilo que não cumpre

Por ocasião da reabertura dos trabalhos do STF, após o recesso de julho, justo no dia seguinte às vultuosas manifestações que varreram todo o Brasil em favor da introdução do voto impresso auditável nas urnas eletrônicas, o presidente da Corte, ministro Luiz Fux, resolveu se pronunciar à nação, em contraponto à plêiade de acusações diretamente direcionadas a membros Tribunal, emitindo um recado indireto, em nome do colegiado, ao reputado “inimigo comum”: o Presidente da República – considerado, por todos os pares, o grande responsável pelo “ataque às instituições” e pela instabilidade reinante no país.

Os argumentos de princípio contidos no moderado, ainda que incisivo discurso de Sua Excelência, conceitualmente fincados nos melhores axiomas da república e da democracia, soariam irretorquíveis e incontestáveis não fosse um “pequeno detalhe”: a ausência de coerência por parte da fonte emissora.

Pois tem sido, justa e paradoxalmente, o próprio STF a instância estatal que, por primeiro, ao invés de dar bom exemplo e zelar pela moderação de conduta, tem sistematicamente exacerbado em sua atuação (ativismo judicial), abusado de sua autoridade (ativismo político), interferido arbitrariamente em outros Poderes (totalitarismo), desrespeitado cláusulas pétreas constitucionais, como a liberdade de expressão (autoritarismo) e, por conseguinte, corrompido o Estado de Direito pelo qual, agora, reivindica, sem qualquer escrúpulo, respeito – não tendo, portanto, moral para apelar e, muito menos, cobrar de outrem aquilo que não cumpre.

Bastaria considerar os seguintes trechos do “sermão” fuxiano para se concluir que tudo não passa de uma suprema hipocrisia:

“(…) é de sabença que o relacionamento entre os Poderes pressupõe atuação dentro dos limites constitucionais, com freios e contrapesos recíprocos, porém com atuação harmônica e alinhamento entre si em prol da materialização dos valores constitucionais. Porém, harmonia e independência entre os poderes não implicam impunidade de atos que exorbitem o necessário respeito às instituições.

Permanecemos atentos aos ataques de inverdades à honra dos cidadãos que se dedicam à causa pública. Atitudes desse jaez deslegitimam veladamente as instituições do país; ferem não apenas biografias individuais, mas corroem sorrateiramente os valores democráticos consolidados ao longo de séculos pelo suor e pelo sangue dos brasileiros que viveram em prol da construção da democracia de nosso país (…)  Saibamos ouvir a voz das ruas para assimilarmos o verdadeiro diálogo que o Brasil, nesse momento tão sensível, reclama e deseja.”.

Eis, ipsis litteris, em destaque, tudo o que Suas Excelências não praticam. A prova cabal, forjada de próprio punho, de sua extrema incoerência, indisfarçável deboche, inominável desfaçatez.

Do alto de sua coletiva indignidade, “Suas Majestades” enlamearam a imagem da nobre instituição que representam e, em consequência, caíram no absoluto descrédito popular, incitando, impunemente, de dentro de sua vergonhosa e insensível redoma, a insegurança jurídica, a injustiça estrutural e a ira popular.

A reação imediata, em Nota conjunta, do Clube Militar, do Clube Naval e do Clube de Aeronáutica (oficiais da reserva das Forças Armadas) ao pronunciamento do presidente do STF e em favor da proposta do voto auditável (a ser julgada por Comissão Especial da Câmara no próximo dia 5 é um sintoma evidente e ostensivo do aguçamento da crise institucional instalada em solo nacional, e que tem como tumor primário de toda a evolução metastática ora em curso exatamente a patológica atuação do STF, agravada pela do TSE – do primeiro, um “puxadinho”.

Caberia, agora, aos ministros do Supremo – que também dirigem, em revezamento, o Tribunal Eleitoral –, diante de um cenário tão alarmante e num exercício dignificante de Poder Moderador, dar o exemplo e o primeiro passo em favor desse “diálogo” preconizado por seu presidente, sinalizando à nação, por atos concretos (e não por retórica), que estão também dispostos a pacificar o ambiente, cedendo em suas controversas “convicções” e polêmicas picuinhas (como a da negação peremptória da auditagem impressa do voto), em prol do apaziguamento dos espíritos e pelo bem do país.

O acatamento à proposta de reforço à credibilidade do sistema eleitoral (atualmente sob suspeita), por certo, com a introdução do voto impresso auditável nas urnas eletrônicas, já seria um símbolo acreditador dessa nova postura, com a superação do “pomo da discórdia” de momento – mesmo porque tal modificação em nada prejudica o sistema em vigência (ao contrário), muito pelo contrário.

Ou é isso, ou tudo não passará (mais uma vez) de mi-mi-mi, pantomima – reforçando ainda mais o descrédito na única instituição que, por ser de “Justiça”, jamais poderia ter enveredado pelo caminho da tramoia, da impostura e do golpismo.

Alex Fiúza de Mello. Professor Titular (aposentado) de Ciência Política da Universidade Federal do Pará (UFPA). Mestre em Ciência Política (UFMG) e Doutor em Ciências Sociais (UNICAMP)

 

Inquérito mostra o tamanho da invasão de hacker ao sistema do TSE iniciado 2018

Hacker teria acessado diversas informações do Tribunal Superior Eleitoral; Polícia Federal ainda não concluiu as investigações

O TSE, em abril de 2018, teria sido muito maior a invasão do que se pensava. O blog teve acesso ao inquérito — ainda não finalizado — da Polícia Federal e nota-se que houve acesso e roubo de diversos tipos de informações a partir da invasão de muitos computadores do tribunal.

Segundo os dados do inquérito, a primeira invasão teria sido percebida no dia 20 de abril e foi detectada pela equipe do Tribunal Regional de Pernambuco. Mas o ataque teria se iniciado no dia 18 daquele mês e teria ido até o dia 21. A invasão e o escaneamento de dados seguiram ainda para os TREs do Acre, Pará, Ceará, Bahia e Paraíba.

O invasor teria conseguido coletar código-fonte completo usado nas eleições de 2018, listas de arquivos e conteúdo de documentos. Também teria tido acesso a chaves e credenciais de acesso a servidores usadas pelo sistema Gedai-EU, senhas para oficialização dos sistemas “Candidaturas” e “Horário Eleitoral” e utilizadas na Eleição Suplementar 2018 de Aperibé/RJ. A lista de informações acessadas/roubadas ainda seguiria com o manual técnico da impressora de votos, manual do QR code do boletim da urna, entre outros dados. O hacker também teria tido acesso ao login de Sérgio Banhos, ministro substituto do TSE, bem como de diversos técnicos ligados à cúpula do serviço de Tecnologia da Informação do TSE.

Segundo a avaliação apresentada por Giussepe Janino, Secretário de Tecnologia da Informação do TSE e conhecido como o pai das urnas eletrônicas, o acesso a estes dados tem diferentes graus de importância. O manual do QR Code, por exemplo, já é de domínio público e está disponível na internet. Sobre o manual da impressora de votos, não há informação sensível, já que é um protótipo que nunca entrou em funcionamento. As senhas acessadas pelo hacker permitem fazer alterações de dados de partidos e candidatos, mas isso só seria possível de ser feito na eleição suplementar de Aperibé, no Rio de Janeiro.

As credenciais acessadas permitem que alguém dentro da intranet da Justiça Eleitoral consiga copiar dados de eleitores e de candidatos, mas não é possível alterá-los. Também pode-se fazer a importação de dados oficiais das eleições, mas não dá para gerar um boletim de totalização da urna.

Dada a dimensão da invasão feita ao sistema do TSE, o blog perguntou ao tribunal mais detalhes do que tudo isso representa. A principal questão é se seria possível, de alguma maneira, alterar o resultado de algumas das urnas eletrônicas. Até o fechamento deste texto, não houve resposta do tribunal. Atualizaremos assim que o TSE se manifestar.

Blog do Nolasco

 

Taxa de juros chega a 5,25% ao ano na quarta alta seguida feita pelo Banco Central

A taxa básica de juros, a Selic, subiu de 4,25% para 5,25% ao ano no início da noite desta quarta-feira (4), ao final da reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), do BC (Banco Central). É a quarta elevação seguida da Selic e o maior patamar desde o fim de 2019.

Na ata do Copom divulgada logo após a reunião, o BC ponderou a evolução da variante delta da covid-19 e que ainda há risco relevante de aumento da inflação nas economias centrais.

Também destacou que o ambiente para países emergentes segue favorável com os estímulos monetários de longa duração, os programas fiscais e a reabertura das principais economias.

Entre outros pontos, a ata do Copom também ressaltou que os indicadores recentes continuam mostrando evolução positiva e não ensejam mudança relevante para o cenário prospectivo, o qual contempla recuperação robusta do crescimento econômico ao longo do segundo semestre.

Fonte: R7

 

Esgoto a céu, buracos e mato, a realidade do abandono da rua 14 da quadra 08 do Planalto Vinhais ll

Recebi vários apelos de moradores da rua para fazer a denúncia. A descrição da realidade feita por eles me chamou a atenção pela indignação e revolta expressada, e hoje fui ao local sem fazer contato prévio com alguém entre os prejudicados e ao ver de perto fui surpreendido, em razão de o problema é muito maior do que eles me revelaram.

Para que tenha uma dimensão, num trecho de menos de cem metros o esgoto jorrando pelas tampas de três bueiros, inunda grande parte da rua, que com os buracos e mato na pista, exala um forte odor de fezes. A revolta é muito grande e alguns moradores já retiraram das suas residências crianças e idosos, até que a Caema e prefeitura de São Luís decidam atender as solicitações deles e assumam as suas responsabilidades em fazer a devida, necessária e urgente reparação, e lhes devolvam o direito de não conviver com os sérios problemas ambientais, que inclusive muitas vezes criam dificuldades até para saírem das suas residências.

Sinceramente, o que eu vi no local é de revoltar qualquer cidadão, principalmente os que pagam tributos elevados e se sentem lesados, quando não vêm o retorno deles em forma de serviços. Inúmeras pedidos para a solução dos problemas já foram feitos, mas ao que parece, o poder público naturalmente trata as solicitações com as suas habituais indiferenças.

Os moradores estão se organizando para pedir socorro ao Ministério Público do Meio Ambiente, uma vez que esperar da Caema e da prefeitura de São Luís, o atendimento não é imediato, a não ser se estivéssemos em período eleitoral, mas como ainda falta um pouco mais de um ano, as denúncias devem continuar e me associo ao luta das famílias que estão sendo desrespeitadas em seus direitos.

Fonte: AFD